Casa dos Contos Eróticos

No carro com mamãe

Autor: Carlos
Categoria: Heterossexual
Data: 07/03/2015 20:40:44
Última revisão: 04/02/2016 00:20:03
Nota 8.75
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Eu não estava nada feliz aquele dia, e se me perguntassem o porquê de meu mau humor, com certeza responderia que a causa dele estava bem ao meu lado, logo ali, no banco do carona.

-Está zangado comigo, não está? – Perguntou mamãe, ao ajeitar os escuros óculos de sol que enfeitavam seu rosto.

-Não... – Respondi friamente.

-Claro que está, estou vendo em seu semblante. Tá todo emburrado aí só porque vai comigo a casa de sua avó.

-O caso não é ir à casa da vovó com a senhora. O problema é que eu já tinha planos pra esse fim de semana, e a senhora sabia disso...

Mamãe pareceu ignorar minha alegação por mais ou menos uns dois minutos, então voltou sua atenção para a estrada que percorríamos e sem aviso prévio disse:

-Grande coisa, só porque aquela periguete que tu andas pegando vai ficar sozinha na casa dos pais...

Eu nada respondi, talvez por motivos óbvios. A moça com quem eu estava ficando estaria sozinha em sua residência pôr um fim de semana inteiro e graças aquela repentina viagem de mamãe, perderia uma chance de ouro de fornicá-la

-Olha Carlos, melhor tu parares com esse teu drama, tu achas mesmo que aquela rapariga iria te dar? Com todo aquele puritanismo dela, duvido. O máximo que tu conseguirias, seria uns amassos, e olhe lá.

-CHEGA!!! – Gritei, dando uma freada brusca no carro que dirigia.

O barulho das rodas deslizando no asfalto e de nossos corpos chacoalhando dentro do veículo com a repentina parada, foi mais do que o suficiente para assustar mamãe.

-Ei garoto, tu estás doido? Por que fez isso? Coloca logo esse carro pra andar. Estamos no meio da estrada, é perigoso ficarmos parados desse jeito.

-De jeito nenhum!!! Não é de hoje que a senhora não me respeita; não está nem aí para minhas vontades e ainda fica tirando onda comigo. E pra piorar, a senhora continua escutando minhas conversas ao telefone, não é?!

-Claro que não!! Já te falei que isso foi só aquela vez.

-Mãe, não minta. Então como a senhora sabe que a Stefanie não quer transar comigo?

Nesse momento se fez um silêncio profundo. Imagino que mamãe tentasse achar uma saída para a situação na qual eu a havia colocado. Pensei que ela pediria desculpas, como tinha feito da primeira vez, mas me enganei.

-Tá, tudo bem! Eu escutei, mas a culpa não foi minha. Estava passando pelo corredor e ouvi, tudo bem?

-Não, não está nada bem.

Ambos viramos nossos rostos para lados opostos, olhávamos para nossas janelas para nos evitar. Estava odiando tudo aquilo: aquela estrada, a viagem, a nossa conversa, mas o pior, era que odiava o fato de mamãe ter razão em relação ao sexo com Stefanie. Aquela garota provavelmente não liberaria sexo pra mim tão cedo, mesmo ela possuindo 23 anos, ainda era virgem e costumava dizer que só faria depois de casada. Todas as vezes que havia tentado tinha fracassado miseravelmente, por que aquele fim de semana seria diferente?

-Sabe Carlos, não sei o que tu vê naquela garota. Ela é magra, não tem bunda e ainda é quadrada. O único atrativo que tem são aqueles peitos grandes... Não sei não, se fizermos um balanço das coisas, tu está bem melhor agora, pois está com uma mulher linda, que possui uma boa bunda, tem maravilhosas pernas e ainda é dona de seios maiores que da tua periguete. – Mamãe falou tudo isso de forma calma, pausadamente e com um grande e cínico sorriso estampado em seu rosto.

-MÂE... –Falei tentando repreendê-la.

-Sim meu filho, mas não é verdade? – Ela deu uma rápida mordida no lábio inferior e percebi seu rosto corar por alguns segundos, antes de continuar. – Olha se o problema são os amassos, a gente pode resolver isso agora mesmo.

O que se seguiu foi uma cena insana, que nem em meus sonhos mais molhados eu teria imaginado tamanha devassidão vinda de mamãe. Ela simplesmente deslizou as duas alças de seu vestido, uma de cada vez, e o abaixou, me revelando suas opulentas tetas de mamilos amplos e rosados. O tamanho? Eles eram grandes, fartos e supreendentemente firmes. Gostosos demais para serem peitos de mulher de 40 anos, e delirantes demais para serem de minha mãe.

-O que a senhora está fazendo? Para com isso.

-Deixa de frescura é me dá aqui a tua mão.

Minha mãe segurou minha mão direita e a levou até um de seus afáveis seios. Ela sorria como se aquilo fosse brincadeira, como se tudo fosse normal e não precisássemos ter vergonha.

Quando meu tato patolou de maneira firme aquela carne, deu um leve aperto, e depois com os dedos, foi estudando toda a anatomia daquele pecado. Mamãe não tardou a pegar minha outra mão e levá-la até seu outro seio que se encontrava solitário.

Enquanto eu “brincava” com aqueles peitões ficava pensando no que estava acontecendo. Em como por anos eu tentara evitar pensar em mamãe de forma sexual, em quantas vezes havia feito o possível para afastar sua gostosa imagem de meus pensamentos quando me masturbava, pois tinha a plena consciência que ela era muito gostosa. Mas ali, no meio da estrada, apesar de parecer um gracejo, estamos fazendo uma “brincadeira” incestuosa.

Com os dois polegares passei a mexer em seus biquinhos enquanto massageava sua monumental estrutura. Estava tentando adquirir coragem para descer meu rosto até um dos mamilos e chupá-lo. Sabia que era perigoso, mas estava morrendo de vontade, eu tinha que fazer aquilo, eu precisava fazer... Se não...

-Tá bom Carlos, Para!!! Interrompeu-me mamãe, ainda sorrindo, mas afastando o corpo e recolocando o vestido.

Estava desconcertado e sem rumo, não sabia o que poderia dizer, nem o que fazer, porém mamãe era bem mais madura e experiente e soube lidar muito bem com a situação.

Ela se ajeitou no banco e por uns dois minutos mais ou menos ficou olhando para frente sem dizer nada, até que suas ações vieram, primeiro em formas de toques e só depois de palavras. Sua mão esquerda deslizou-se por minha perna e encontrou meu pênis duro, mamãe o apertou e depois com um sorriso mais cínico do mundo disse: “Gostou, não é safado?!”.

-Éh....É... – Tentei responder um sim, mas a palavra não saiu.

Mamãe então sensualmente inclinou-se para junto de meu corpo, para tão perto que por um momento pensei que fosse me beijar, mas ao invés disso assoprou palavras em meus ouvidos de forma bem erótica.

-Se tu ti comportares, talvez a noite quando a tua vó estiver dormindo, eu te deixe mamar neles um pouco. Olha só, melhor do que estar com aquela tua periguete, não acha?!

Sem acreditar muito no que estava acontecendo, tentei sorri timidamente para ela, que retribuiu de forma magistral e imponente. Ao contrário de mim mamãe parecia controla bem a situação e saber o que estava fazendo. Nossos olhares se cruzaram assim como nossos sorrisos. Então sem perder tempo eu engatei a marcha e sai com o carro rumo a casa da vovó, só que dessa vez de muito bom humor.

Comentários

09/09/2015 19:29:45
Esse conto foi muito ruim. Puts
14/08/2015 10:31:30
Delicioso este conto, Carlos. A forma como a mãe fez dissipar o mau humor do filho foi excitante demais. Com certeza, ele vai até desistir de transar com a namoradinha. Como notei que vc escreve sobre o tema, adoraria a sua opinião sobre os meus, com enteado e irmãozinho. Bjs.
26/03/2015 20:08:51
Top
19/03/2015 17:37:06
Coealmeida@gmail.com vamos bater papo
08/03/2015 00:15:41
I noticed that you are confortable with english so this will be my language of choice, more because I have lived longer in US than I did in Brazil so I am more confortable with english than portuguese, I have read half of your tales and even though I can't fully understand everything I came to the simple conclusion that you are one of the best if not THE BEST authors of this site, congratulations on a well written and edited text, cheers my friend. You deserve a 10 with no shadow of doubt. Email me sometime, I would love to correspond with someone as smart and well versed as you. Alguem-26@live.com
07/03/2015 21:39:22
Muito bom, tanto que, acredito eu, merece continuação. Nota 10.
07/03/2015 21:31:08
Muito bom

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