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Nanico e guloso #Fodido e arregaçado

Categoria: Homossexual
Data: 26/03/2015 20:02:36
Nota 10.00
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Nanico e guloso #Fodido e arregaçado.

— Nicolas, Geraldo tenho duas noticias para dar pra vocês meus queridos, uma boa e a outra ruim, qual vocês querem ouvir primeiro.

— A ruim

Dissemos eu e tio Geraldo ao mesmo tempo.

— Ta bom, a ruim é que o Nicolas vai perder uma semana de aulas, e você Geraldo provavelmente uma semana de trabalho.

— Se essa é a noticia ruim a noticia boa deve ser melhor ainda vó.

— (risos) Espertinho, a noticia boa é que nós iremos passar uma semana em uma das fazendas do Mundinho (é assim que minha vó chama o seu Raimundo), ele tem que resolver algumas coisas e ele nos convidou para acompanha-lo.

— Ele nos convidou ou você nos ofereceu para ir junto Graça.

— Calado Geraldo, enfim você vai conosco?

— Quando é essa viagem?

— Daqui a duas semanas.

— Tudo bem, vou fazer o que tem que ser feito no quartel até la e irei junto com vocês.

— Otimo, e como foi o dia de vocêsDeitei na minha cama super animado, não via a hora de poder nadar nos lagos de aguas transparentes que minha vó disse que havia na fazenda do seu Raimundo, podia até sentir o friozinho da agua na minha pele, e foi pensando nessa sensação que eu adormeci.

Dois dias se passaram e o tio Geraldo não tinha me procurado mais, ele passava o dia todo ocupado no trabalho e anoite não tínhamos a oportunidade de ficarmos sozinhos, seu Arlindo também não tinha dado sinal de vida e o Ângelo e o Ricardo muito menos, meu cu piscava de vontade de sentir uma rola, foi então que meu celulazinho resolveu tocar, era de tarde eu tinha acabado de almoçar e estava sozinho em casa, e quando atende.

— Alô.

— E ai moleque, tudo bem como você?

— Mais ou menos.

— Pela sua voz deve tá com falta de pica não é isso.

— (risos) Também.

— Você ta em casa?

— to.

— Então me encontra la de frente a padaria daqui a meia hora, pode ser.

— to indo pra lá agora.

— (risos) Certo.

Nem bem desliguei o celular e corri pro banheiro, Júlio tinha me ligado o que não acontece muito, mas quando acontece a transa é sempre maravilhosa, tomei banhos, fiz toda minha higiene, escovei os dentes, usei um dos perfumes da minha vovó, o que ela mais gosta e eu também por sinal hahahaha em meia hora eu estava na padaria, ele tinha sido mais rápido e já me esperava acompanhado de Betão, os dois sorriram quando me aproximei.

— Oi putinha, o Julio disse que você ta com falta de pica. — Disse Betão sussurrando, ao que eu responde rindo.

— Então vamos logo resolver seu problema. — Julio falou já abrindo a porta do carro, e assim que eu ia entrando ouço seu Dionísio, o padeiro me chamando.

— Nanico? Ta tudo bem ai?

— Ta tudo bem sim seu Dionísio, o senhor que alguma coisa?

— Não meu filho, tudo bem.

— Certo, depois eu passo ai.

Eu entrei no carro e Júlio saiu com o carro, no caminho ele demostrou estar meio preocupado pelo fato do seu Dionísio ter me visto com eles, mas Betão consegui tirar aquela paranoia da cabeça dele, e em um piscar de olhos estávamos de volta ao galpão, so que dessa vez eu me surpreende pois o velho galpão esta novinho em folha, pintado, reformado, todo bonitinho, parecia até maior.

— Nanico, vai ficar ai olhando ou vai entrar?

—To indo Beto.

Quando entrei, vi que o lugar tinha sido realmente todo modificado, tinha ficado muito bonito e parecia ser feito para grandes festas, ainda de boca aberta e olhando para a decoração do lugar sinto Julio já peladão se esfregando nas minhas costas, ele lambe meu pescoço e vai subindo até a minha orelha, e então sussurra:

— Aproveita que já ta com a boquinha aberta e vem dar uma mamada no meu pau vem.

Me virei e olhei para ele que estava com um riso safado no rosto, olhei pra baixo e vi o que eu tanto queria, sua rola cheia de veias, grossa e pulsando empinada pra cima, sua rola estava sempre cheirosa e macia, e eu sem perder mais nem um segundo cai de boca naquela vara deliciosa, ele urrou fechando os olhos e depois mordendo o lábio, enquanto eu chupava a cabeça de sua pica para logo em seguida ir descendo com minha linha pela extensão da rola ate chegar no saco, chupei suas bolas por algum tempo e voltei para cabeça, fazendo com que toda a pica sumisse entre meu lábios, ela tocava o mais fundo possível da minha garganta, eu que já tinha aprendido a controlar minha respiração não engasgava mais, e isso parecia fazer ele ficar com muito tesão.

Betão logo esta do seu lado me oferecendo a sua rola preta e grossa também, não me fiz de rogado e passei a dar a ele o mesmo trato que tinha dado a Júlio, eu chupava e engolia aquela vara por inteira quase engasgando de tão profundo que ela estava na minha garganta, e engasguei mesmo quando ouvi uma batida na porta do galpão.

—ahchs... ahchs... ahchs..ahchs... tão batendo na porta.

— Caralho vai com calma ai moleque, assim você fica sem ar, relaxa ai que você vai curte a surpresinha que eu e o Júlio temos pra você.

Júlio foi em direção a porta pelado e com o pau em riste, vendo aquilo imaginei logo que se trata-se de outro cara pra me comer junto com eles, e era exatamente isso, assim que o portão foi aberto eu ouvi a voz grossa e potente do Carlos, o ursão que tinha me fodido junto com o Beto.

— Já começaram a festa e nem me esperaram seus filhos da puta.

— E ai Carlos, beleza cara, entra ai e tira a roupa que moleque ta ali dando um trato no Betão.

— Nanico meu bebê, que saudade de você do sua boquinha e cuzinho macios.

— Oi Carlos, tudo bem?.

— tudo, mas vai ficar melhor quando eu cravar minha rola nesse rabinho. — disse ele já colocando um dedo dentro do meu cuzinho, depois tirando de dentro e chupando sentindo o gostinho do meu rabo.

Carlos com todo aquele tamanho tirou a roupa mais rápido que parecia ser possível, Júlio se aproximou dele e deu-lhe um beijo na boca de tirar o folego até de quem apenas olhava, depois daquele beijo gostoso eles se voltaram pra mim e Carlos me deu sua rola de 22 cm pra que pudesse chupa-la, e não perde tempo e cai de boca naquela vara gostosa, chupava quase até o final numa garganta profunda molhada e quente, enquanto o meu urso gostoso gemia e urrava.

— E ai, alguém já comeu o cuzinho dele?

— Ainda não, começamos agora, mas ele já disse que ta doido pra levar muita rola.

— Opa... pois então eu vou abrir passagem hoje, vem cá bebê, deixa eu deitar ai e você vai fazer aquilo que gosto tanto e depois eu vou comer teu cuzinho.

Sem nada responder fiz apenas o que ele me pediu, ele se deitou e eu sentei meu cuzinho na sua boca avida, ele adorava aquilo e eu mais ainda, sua língua foi funda e molhada no meu rabo, eu delirava e gemia. Júlio me deu sua rola pra que eu chupasse e Betão começou a chupar a rola de Carlos, era ótimo ver aqueles machões se beijando e se chupando o tempo todo, e a barba escanhoada do Carlos no meu reguinho estava me deixando louco, ele ia fundo lambendo as paredes internas do meu cu, e no mais puro tesão eu retribuía na melhor das chupadas na rola do Júlio, estava muito gostoso mas meu cu precisava de algo maior e mais duro, retirei a rola de Júlio da boca e sai de cima da boca de Carlo dizendo o que queria:

— Eu quero dar.

— E eu to doido pra comer esse cuzinho, vem bebê senta na minha vara, faz dela seu pula pula e brinca gostoso — falou Carlos me alisando e me fazendo empinar a bundinha e sentar sem eu colo.

Sente a cabeça da rola grossa bem na portinha, aquilo provocou a minha constante coceirinha no rabo e sem perder tempo eu larguei o peso do meu corpo sentindo aquela vara gostosa me penetrar completamente de uma vez só, morde meu lábios sentindo o mínimo de dor e o máximo de tesão possível, meu macho ursão negro em resposta soltou um urro de prazer. Meus outros dois machos se beijavam e se acariciavam enquanto me observavam cavalgar e rebola naquela rola grossa, Carlos me puxou na sua direção tentando me beijar, isso fez com que sua rola saísse de mim com um estalo, devido a diferença de tamanho, ele beijava e nesse momento Betão se posicionou atrás de mim e socou seu pau no meu rabinho, ele me comia rápido fazendo meu corpo ser empurrado pra frente, ou quase engolido pelos lábios grossos do ursão Carlos, Júlio vendo a putaria rolar tomou o lugar de Beto e passou a me comer mas com uma certa cadencia de movimentos, vi Calos chupando a rola de Beto com sofreguidão e logo depois me olho e disse:

— Adoro sentir o gosto do teu cuzinho bebê. — eu dei um sorrisinho como resposta

— Troca de posição, fica de frango pra gente revezar — disse Júlio se retirando do meu rabinho.

Fiz como ele me disse e fiquei de frango, primeiro veio Beto que me beijava e socava com força, logo depois veio Júlio socando mais profundo e jeitoso, e Carlos não perdia a oportunidade de chupar a rola dos outros dois ao saírem de mim, ele realmente gostava do gosto do meu cu, então foi a sua vez de me fuder, eu me perdia em baixo daquele gigante, seu corpo enorme encobria completamente meu corpinho, minhas pernas nem davam a volta em torno da cintura daquele urso macho. Ele vendo meu tesão com tudo aquilo começou a dar socadas violentas e profundas, a sensação me levou ao gozo imediatamente.

— Isso bebê, goza gostoso pra mim, olha so quanto leitinho. — dizia ele recolhendo minha gala com os dedos e os depois levando a baco.

Ele saiu de mim, me deixando jogado todo mole no sofá, então vi Júlio vir ate onde eu estava levantar a as minha pernas e lamber meu cuzinho fodido, logo depois socou seu pau e deu alguma bombadas rápidas, me olhou e perguntou:

— Ta afim de sentir duas rolas nesse rabinho nanico?

—hum hum, eu quero.

— (risos) Então vai levar rola, que é o que tu gosta putinha gostosa, Carlos deita no chão.

Carlos obedeceu e Julio me pegou nos braços e me colocando no colo do ursão, encaixei a rola no rabo e fiquei rebolando entalado até o final, então senti a mão de Júlio na minha cintura e a cabeça de sua rola encosta no meu cuzinho já preenchido, ele forcou e a rola escorregou, tentou outra vez e nada, na terceira ele foi com menos calma e a cabeça entrou de uma vez, senti dor e um incomodo, ele por outro lado gemeu junto com Carlos, ele me penetrou totalmente, Carlos levantou um pouco o corpo e os dois passaram a me foder, suas rolar entravem e mim bem sincronizadamente, Betão me ofereceu sua rola pra ser mamado ao qual fiz com todo gosto. Estava delicioso levar aquelas três rolas, meu pauzinho já estava duro de novo a sensação dele rocando nos pelos da barriga de Carlos era ótima, e ter o cu totalmente cheio por duas rolas e mamar em outra deixava tudo melhor ainda.

Betão trocou com Júlio e começou a me comer junto com Carlos, eles me fodiam a toda velocidade, e eu já sentia meu gozo vindo novamente, mas Betão se adiantou e gozou fartamente, tão logo ele saiu e Júlio que eu já chupava foi para atrás de mim e socou de um tendo apenas o tempo de gozar também, ainda em cima de Carlos eu chupei e limpei as rolas dos meu dois machos caralhudos, depois de deixa-las bem limpas eu me levantei e deitei novamente no sofá de pernas abertas chamando Carlos para gozar no meu cuzinho também, ele assim fez e me comeu por mais cinco minutos até derramar sua gala bem la no meu fundo, foi tanta porra que eu não me aguentando também gozei. Carlos saindo de siam de mim se ajoelhou indo novamente com sua língua avida pra lamber meu cuzinho, eu segurei sua cabeça e sorrindo disse.

— Não, não pode (risos)

— Por que bebê? Não vai me deixar beber a gala desse cuzinho hoje?

— (mais risos) Não, hoje eu tenho que levar pra outra pessoa a gala de vocês.

— Cê ta dando pra mas alguém além de nós cinco moleque — Me perguntou Betão.

— To.

— Como assim nós cinco, eu achei que só nós três comêssemos você moleque viado. — Falou Carlos sem gosta muito da noticia.

— Até parece que com um cuzinho desse ele so ia dar pra gente, relaxa dois manés, o rabico é dele e ele dá pra quem quiser, mas gente ele vai dar que queira ou que não queira viu nanico? — Falou Júlio piscando pra mim.

Depois de descansar um pouquinho eu me levante e veste minhas roupas e pede pra Júlio ir me deixar, ale atendeu meu pedido, me despedir de Carlos que me abraçou com força e carinha, me dando um beijo longo na boca. No caminho Betão não parava de pergunta pra quem eu estava dando mas eu so ria sem dizer nada, dentro do carro eu ia sentado meio de nado pra não deixar toda a gala escorrer e assim que desci do carro tomei o cuidado de andar com as pernas o mais fechadas possível, fingi entrar em casa e dei a volta pois sabia que os dois estavam de longe me observando, mas sem que eles pudessem me ver eu me dirigir até a casa do seu Arlindo, eu olhei pra trás pra ter certeza que não estava sendo visto, e vi meu tio Geraldo com sua testa franzida e uma sobrancelha levantada, com uma cara de desgosto, sorri pra ele me divertindo com aquilo e entrei na casa de seu Arlindo, fui direto pra garagem onde sabia que ele estaria, e realmente estava em baixo da sua Van todo melado de graxa.

Vê-lo daquele jeito me reacendeu o tesão, então baixei o short e devagarinho botei uma perna de cada lado do seu corpo, empinei a bundinha para trás e chamei.

— Seu Arlindo.

Ele se mexeu tirando sua cabeça debaixo do carro e dando de cara com minha bundinha cheia de néctar.

— Que isso nanico, hummm que cheirinho de gala ta sua bunda.

— Eu trousse pro senhor.

— Tava dando a bundinha safado? e ainda me trousse leitinho. — perguntou ele já enfindo as cara na minha bunda e a língua no meu cuzinho.

— Hum hum

Ele me mamou com gosto todo leitinho do meu cu, ficamos na posição de 69, eu retirei seu pau do short e também mamei em sua rola, eu avisei que ia gozar e ele colocou meu pintinho na boca e sorveu toda minha porrinha, e gozou também na minha boca, aquilo foi ótimo e eu sai super feliz e satisfeito indo pra casa, e assim que cheguei tio Geraldo me esperava na poltrona com a cara seria no melhor estilo “ O poderoso chefão”.

— Eu posso saber a onde, com quem e o que você estava fazendo?

— O que eu estava fazendo o senhor já sabe, e a onde e com quem ai já não e da sua conta.

Ele veio até mim furioso, me agarrou com uma das mãos e me virou, com a outro ele puxou meu short para baixo e socou dois dedos no meu cuzinho.

— Você esta como o cu todo largo.

Eu me soltei dele e tirei seus dedos do meu cuzinho e disse:

— Obrigado, mas meu cu se recupera tão rápido quanto o Wolverine, daqui a pouco ele ta como sempre foi. — Nem bem terminei de falar e sai correndo e subindo as escadas, o dia tinha sido ótimo, mas eu queria e precisava de um banho, que ainda era a coisa que eu mais gostava na vida.

Continua...

Galera como sempre me desculpem pela demora, mas enfim ta ai e espero que gostem, comentem, me digam o que estão achando, o que ta bom ou o que querem que eu mude, beijos e muitas chupadas em suas rolas.

Comentários

25/07/2015 10:22:39
Como você escreve bem cara, top demais
18/06/2015 15:03:45
Alecrim Dourado, acho que você não deve se preocupar com o tamanho dos contos. O que vale é o conteúdo. Não sei se você conhece o Kherr ou o Thiago/ mas os contos deles são longos e ótimos também...
18/06/2015 09:15:12
Teus contos são muito bons... Bons demais!!!! Abs...
26/04/2015 18:01:54
Adorei! Não demore a postar!
28/03/2015 21:03:44
28/03/2015 21:03:41
Nao tem de mudar nada! Suas postagens sao excitantes por demais. Nao demore a nos contar mais aventuras suas!
26/03/2015 22:03:14
Interessante
26/03/2015 20:44:32
Muito bom, tenho é inveja do nanico!
26/03/2015 20:32:07
Olha quem voltou, pensei que tinha desistido de postar. Bom demais.

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