SEXO A TRÊS

Um conto erótico de EHROS TOMASINI
Categoria: Heterossexual
Contém 2274 palavras
Data: 19/01/2015 22:32:27

TAXISTA – Parte Onze

Quase dez da noite, quando meu celular tocou. Era o porteiro do prédio onde morava a ex-miss Brasil. Pedia que eu estivesse lá o mais breve possível. Falava eufórico, por isso achei que não estaria acontecendo nada de ruim. E não estava. Para a minha surpresa, quando cheguei lá ele estava elegantemente vestido, acompanhado da linda dama que usava um belo vestido ideal para a noite. Pediram que eu escolhesse um restaurante tranquilo onde pudessem jantar e conversar, sem serem incomodados pelo barulho de muita gente falando. A linda senhora ficou um pouco encabulada em me ver, talvez lembrando-se de que já havíamos sido amantes, mas não teceu nenhum comentário. Só quando eu passei direto é que ela falou que queria ir para o mesmo barzinho onde eu a tinha levado no dia em que fez sua primeira corrida comigo. Voltei um trecho e estacionei bem na frente.

Deixei os dois lá como dois pombinhos enamorados, prometendo voltar para buscá-los mais tarde. Dei um giro por Boa Viagem à procura de passageiros e depois estacionei em meu ponto fixo, na Praça do Derby. Estive por algum tempo conversando com os companheiros taxistas que faziam ponto no mesmo lugar que eu, depois sentei ao volante e fiquei me lembrando da bela morena, policial federal, por quem me apaixonara. Depois da briga que tivemos, ela não mais entrou em contato comigo. Mas Cassandra, o seu irmão gêmeo travesti, havia me ligado dando-me os pêsames pela morte da minha mãe. Conversamos e eu esclareci-lhe algumas dúvidas sobre o assassinato do meu pai e o recente suicídio dela. Assegurou-me que iria passar uns tempos sem me chamar para pegar “pacotes” junto com a irmã e eu lhe agradeci por isso. Não estava muito a fim de me encontrar com a morena policial. Tinha certeza de que ela era apaixonada pelo gigolô que também era amante da bela senhora que agora jantava com o porteiro de seu prédio, de longas datas enamorado por ela. O livro de frases eróticas que eu lhe dera, o mesmo que eu usara para conquistar a dama, devia estar-lhe sendo muito útil, já que finalmente ele conquistara seu grande amor. Aí o meu celular tocou...

Era Cassandra, pedindo que eu fosse imediatamente para o bar onde costumava pegar os “pacotes”. Era como chamavam os estrangeiros que frequentavam o local à procura de sexo com menores ou aliciando mulheres para servirem de escravas sexuais no exterior. Devia ser o mesmo esquema de sempre: a morena fisgava o cara, o garçom grandalhão dopava-lhe a bebida e ela o arrastava para um motel, onde lá o sujeito era enrabado pelo irmão gêmeo, usando roupas idênticas às suas. Só que desta vez algo devia ter dado errado. O garçom careca e grandalhão não estava lá no bar e a morena é quem estava parecendo dopada. Liguei de volta para Cassandra fazendo-lhe um relatório da situação. Havia três caras na mesa com a irmã dele, e todos tinham cara de mafiosos. Pediu que eu ficasse de olho, pois ele logo estaria chegando. Os caras se aproveitavam da morena. Enquanto um mamava em seus peitinhos de bicos empinados, outro metia a mão entre suas pernas, tocando-lhe a vagina sob a minissaia que usava. Tive que fazer um esforço enorme para não ir lá e brigar com eles.

Perguntei pelo “Açougueiro” ao garçom que estava servindo e me olhou meio desconfiado. Disse num sotaque carregado que o cara não trabalhava mais ali. Fiquei cismado. Cassandra ou o próprio garçom grandalhão teria me dito, caso não fosse mais trabalhar no local. Pressenti que estava correndo um grande perigo. Essa impressão aumentou quando vi o garçom com quem eu acabara de falar cochichando algo ao ouvido de um dos sujeitos que acompanhavam minha amada. Ele e os outros olharam para mim de forma meio esquisita. Liguei de novo para Cassandra, pedindo que se apressasse, e contei-lhe o motivo. Pedi uma dose e fiquei bebericando, sempre de olho nos caras. No terceiro gole, no entanto, minha cabeça começou a girar...

Porra, o garçom novato deve ter “batizado” minha bebida, a pedido dos caras. Minhas vistas começaram a ficar turvas. Peguei de novo o celular e quis ligar para Cassandra, mas uma mão tirou o aparelho de mim. Era um dos caras que acompanhavam a morena. Levantou-se da mesa e se aproximou de mim sem que eu nem percebesse. Perguntou se o táxi que estava lá fora era meu. Neguei e levei um murro na nuca que me fez perder a consciência por uns instantes. Quando dei por mim, havia sido arrastado para a mesma mesa onde estava a morena. Ela realmente estava muito chapada. Tanto que nem me reconheceu. Mas eu reconheci um dos sujeitos que estavam na mesa: era o primeiro cara que eu vira Cassandra enrabar. Decerto se juntara com amigos marginais e viera se vingar dos gêmeos. E o cara também me reconheceu. Perguntou pelo travesti. Eu disse que não sabia de quem estavam falando. Levei um soco no estômago. Apesar de o bar estar cheio, todos cuidavam da sua própria vida. Ninguém viria me socorrer, mesmo me vendo ser esmurrado.

Um novo garçom, um sujeito bonitão de cabelos picotados e vestindo um paletó folgadão veio perguntar se queriam mais alguma coisa. Eles olharam para o cara e perguntaram pelo outro garçom que estava nos atendendo. Estava se preparando para largar, disse o moço. Ele estava rendendo o que nos atendia. Os estrangeiros deram um sorriso sacana e cada um pediu outra dose. Pouco tempo depois, o garçom bonitão chegou com os copos. Bem no momento em que eu levava outro murro por dizer que não conhecia o tal travesti de quem estavam falando. O garçom, em me ver apanhar, perguntou o que estava havendo. Deram-lhe uma nota de cinquenta e pediram para o cara ficar na dele. Ele agradeceu sorridente e saiu de perto. Eu levei o terceiro murro, desta vez no rosto. Mas senti que foi bem mais fraco em relação aos outros. Olhei para o sujeito com os olhos embaçados por causa da dor. Ele parecia meio zonzo. Os outros, também. De repente, todos arriaram na mesa como se tivessem sido drogados.

O garçom de cabelos picotados veio até a mesa trazendo um copo preenchido até a metade com um líquido amarelo. Mandou-me tomar. Eu me recusei a fazê-lo. Só quando ele falou de forma insistente e autoritária é que reconheci a voz. Sim, era Cassandra. Dava-se para ver que cortara os longos cabelos às pressas, pois ainda tinha uns fios grudados à sua pele. Com aquelas roupas de homem, eu jamais o reconheceria. Tomei o líquido que ele me deu e num instante fiquei aceso. Era um antídoto para o entorpecente que haviam colocado na minha bebida. Pegou a irmã nos braços e pediu que eu trouxesse um dos caras desacordados. Colocamos ambos no meu táxi e depois voltamos para pegar os outros dois. Só então ele fez com que a irmã bebesse o mesmo líquido amarelado que eu. Logo ela voltou a si, estranhando a minha presença ali. Eu disse-lhe que era uma longa história. Pegou penalizada nos cabelos picotados do irmão. Este lhe falou que seus disfarces haviam sido descobertos, então já estava na hora de mudarem de tática para punir os gringos. Dito isso, entrou novamente no bar, foi em direção à cozinha e voltou carregando nos ombros o garçom novato, também adormecido. Mas neste via-se o hematoma no rosto. Havia sido desacordado de um murro. Cassandra jogou-o no porta-malas. O policial travesti agora estava sem paletó, mostrando o volume dos seios sob a camisa branca que usava. Ainda vestindo-se com paletó, seguia-nos o garçom grandalhão. Apertou fortemente a minha mão e falou pra gente que tinha sido pego de surpresa e dominado pelos quatro gringos que haviam reconhecido a morena. Deixaram-no amarrado e amordaçado dentro da cozinha, enquanto um deles assumia seu lugar como garçom. Armaram uma arapuca para nos pegar.

Pouco depois, paramos no motel onde sempre levávamos os “pacotes”. A recepcionista me piscou um olho, quando me viu, mas ficou acanhada ao ver a irmã de Cassandra. Ela devia saber que tínhamos um caso. Então cada um de nós carregou um gringo para o quarto. Despimos todos e os algemamos uns aos outros e depois à cama, todos de bunda pra cima. O garçom grandalhão estava eufórico, pois dizia nunca ter comido cu de macho. Pediu licença e foi logo tirando a roupa, deixando à mostra seu pênis avantajado. Cassandra, agora sem nenhum trejeito feminino, fez o mesmo. Lambuzaram cada um com cuspe seus cacetes e enfiaram na bunda dos gringos desacordados. Eu e a morena não quisemos ver aquela cena bizarra. Saímos do quarto e voltamos para o meu táxi. A recepcionista veio até nós, perguntando se estava tudo bem. A morena pediu que eu ficasse no carro e foi falar com ela a alguns metros de distância de mim. Estiveram um tempo conversando e depois me chamaram. Iríamos passar a noite ali, por precaução. Ela temia que os gringos viessem a causar problemas para o irmão e o garçom grandalhão. Era bom estarmos por perto para ajudar, caso fosse preciso. Concordei e a recepcionista nos levou a um dos quartos vizinhos. Liguei para o celular do porteiro que havia deixado no bar com a promessa de ir buscar o casal depois e disse que não ia dar para pegá-los. O porteiro não ficou chateado. Agradeceu minha ligação e disse que pegaria outro táxi.

Quando eu achei que a recepcionista iria nos deixar a sós, eis que ela se tranca no quarto com a gente. A morena me explicou que queria ver-me fodendo com a outra. Só assim acabaria o ciúme que sentia por mim. Disse isso me beijando ardentemente enquanto a recepcionista me despia. Depois a despiu também e finalmente eu e a morena tiramos as suas roupas. A recepcionista, sorridente, me empurrou sobre a cama enquanto a morena se sentava num sofá que havia no quarto. Recebi beijos que foram descendo lentamente até meu pau endurecido, e a recepcionista começou a me chupar gostoso. Fechei os olhos para não ver a cara de ciúmes contidos da morena. De repente, fui vendado nos olhos por uma echarpe feminina. Por isso, demorei para adivinhar se quem sentou no meu cacete foi a morena ou a outra. Pela quentura da vagina, parecia minha amada. A outra me beijava todo o corpo e massageava meus bagos enquanto a vara era engolida por aquela buceta em brasa. Quando aquela racha verteu seu gozo sobre mim, outra fenda tomou seu lugar no meu caralho. Dessa vez foi um cuzinho apertado.

Depois de ambas terem o primeiro orgasmo da noite, finalmente me retiraram a venda dos olhos. Nesse momento, a morena estava fincada e rebolando na minha pica, beijando minha boca, enquanto a outra lhe lambia o rabo. De vez em quando ela parava de copular comigo, extasiada com a chupada de cu da recepcionista. Depois ficou de quatro, chupando meu cacete, enquanto a outra lhe enfiava dois dedos no cu e a outra mão na buceta, masturbando-a pelos dois lados ao mesmo tempo. À medida em que ia se aproximando seu gozo, ela ia apressando os movimentos da boca gulosa no meu pau. Eu também estava quase gozando. Ela, percebendo isso, passou também a me masturbar enquanto lambia minha glande, acompanhando os movimentos frenéticos da outra em seu ânus e vagina. Então parou de um chupar e começou a urrar de gozo. Finalmente, lançou um forte jato de esperma e mijo, molhando-me todo, e terminou ficando exausta e de quatro sobre mim. Saí debaixo dela, ainda sem ter gozado, e aproveitei que estava de bunda oferecida. Meti meu cacete babado ali. Devagar mas firme, fazendo-a gemer de novo. Aí a recepcionista abriu minhas nádegas com ambas as mãos e meteu sua boca no meu cu, lambendo-o com muita destreza e afinco. Foi quando eu finalmente gozei bem dentro daquele rabo quente. A recepcionista tirou meu cacete do cuzinho da amiga e levou-o à boca, sugando todo o resto do meu leitinho.

Deitei ao lado da morena, que roronava exausta, enquanto a recepcionista não largava a boca do meu pau. Lambia-o e chupava-o com entusiasmo, mesmo ele estando ainda bambo. Enquanto a morena me beijava a boca, agradecida pela foda, a outra voltava a lamber meu buraquinho. Chupava ali, tremulava a língua nele e depois a introduzia, deixando-o piscando. Aos poucos, minha ereção foi voltando. Então ela ajeitou-se sobre mim e enfiou seu cuzinho no meu pau. Começou um sobe e desce alucinado. A morena untou os dedos de saliva e enfiou três de uma vez na xana fogosa da outra. Ela deu um urro de prazer e aumentou a velocidade dos movimentos. A policial também sincronizava os movimentos dos dedos entrando e saindo da sua vulva encharcada, fazendo-a tremer-se toda. Aí, finalmente, ela começou a ter fortes espasmos de gozo, apertando com o ânus minha pica intumescida. Como eu acabara de gozar pouco antes, demorei a fazê-lo de novo. Foi melhor para ela, pois nunca vi alguém ter um orgasmo tão demorado. Empurrou a morena e se agarrou comigo, me beijando sofregamente a boca. Só então me inundou com seu gozo demorado, molhando-me todo novamente. Não me contive e gozei de novo.

Depois disso, acho que adormecemos, pois acordei com a claridade vinda da porta do quarto. A recepcionista acabava de sair sem se despedir, achando que ambos estávamos dormindo. A morena ronronou e se abraçou a mim, sem abrir os olhos. Eu afaguei um pouco seus cabelos, beijei-a levemente nos lábios e voltei a dormir...

FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE

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