MENINA APAIXONADA

Um conto erótico de FELIXFENIX
Categoria: Heterossexual
Contém 967 palavras
Data: 15/01/2015 05:42:56

Antes da continuação, tenho que explicar algumas coisinhas, tenho 1,73 de altura, mas no início de 1983 tinha mais ou menos 1,57, como fui medida nas volta às aulas em março daquele ano, então dos treze anos aos 17, quando atingi minha altura atual cresci em média 4 cm por ano. Por causa da minha disfunção hormonal meus seios já precisavam de um bojo 36. Como antes do réveillon tinha tomado quase três dias de sol na casa da minha tia, não estava ainda com um bronzeado dourado, mas já tinha lindas marquinhas das tanguinhas que usei. Quando Mariana me ensinou os conselhos da amiga travesti de como “esconder” meu pênis, acabei aprendendo uma técnica própria, diferente da tradicional, que hoje em dia, com nossa mania de falar tudo em inglês se chama “tucking”. Esta minha técnica permitia eu usar até biquíni de cordinha sem desmanchar a “mala”. Da mesma forma que cresceu meus seios, cresceu também, infelizmente pelo que eu pensava na época, meu pênis e pelo que com o tempo aprendi já aos treze anos já tinha tamanho adulto quando duro o que era traumático para uma menina se ver no espelho com aquele negócio no meio das pernas.

Acabados os brindes e cumprimentos fomos todos para a sala de jantar para a ceia, ao todo, contando os anfitriões somávamos 16 pessoas à mesa, numa única mesa. Comidas típicas de final de ano, pernil, lombo, tender e peru, arroz agridoce e piemontês, salpicão etc..., além de belíssimos vinhos tintos e brancos. A “casa” da Dona Suzana possuía incríveis onze suítes no andar superior e era toda avarandada, nos dois pisos. Como alguém pode construir uma casa com onze suítes? Na “cabeceira” da mesa sentaram Dona Suzana e o Celso, à sua direita Eduardo e eu e à sua esquerda Érika e Fernanda e os outros convidados.

Encerrado a ceia, sobremesas, café e licor, pedi a Érika para usar o toilette, retocar a maquiagem essas coisas, no que ela prontamente me levou ao seu quarto e me deixando super a vontade. Dei uma rápida escovadinha nos dentes, sentei-me no vaso e me lavei no bidet. Mamãe sempre nos ensinava a levar, onde quer que fossemos, uma escova de dentes, dobrável e uma pequena saboneteira para higiene pessoal, sempre levava comigo estes itens e na saboneteira levava um pedaço de sabonete infantil porque gostava daquele cheirinho de bebe na minha intimidade. Retoquei a maquiagem e um leve toque de perfume no colo e atrás das orelhas o batom vermelho e o gloss. Até hoje, sou viciada em batons e esmaltes vermelhos, nunca uso outras cores.

Voltei junto aos outros que estavam na varanda conversando e bebendo vinhos e licores e me sentei ao lado de Edu que imediatamente me serviu de uma taça de Porto e aproximando-se do meu ouvido, inspirada e fez um elogio ao meu perfume e me beijou o pescoço deixando-me totalmente arrepiada, fazendo meus mamilos quererem pular dos meus seios. Após combinarem que todos deveriam voltar as dez na manhã seguinte, por volta das duas e meia os convidados que não iriam pousar na casa começaram a se retirar e foi quando Edu me disse que adoraria se eu passasse a noite com ele. Respondi que adoraria, mas que não tinha trazido minha camisola nem um biquíni para o dia seguinte. Foi quando Mariana falou que o que eu menos iria precisar naquela noite era uma camisola e que no dia seguinte me traria um biquíni e um vestidinho. Naquela hora não caiu a ficha e o comentário dela entrou por um ouvido e saiu pelo outro e concordei em ficar. Mariana e Malú se despediram e foram embora.

Dona Suzana e o Celso se recolheram e ficamos mais um pouco na varanda conversando e nos servindo de vinho, eu e Edu, Érika e Fernanda, o primo deles Renato com a namorada Daniella e a prima Raphaella com o namorado Fernando e antes das três um a um, o três casais se recolheram deixando nós dois a sós. Sentados no sofá da varanda e abraçados, de repente, Eduardo me vira meio de lado segura em minhas axilas e me coloca sentada sobre suas pernas me envolvendo com seus braços. E como eram fortes aqueles braços, Edu fez esse movimento com uma facilidade que eu parecia um neném nos braços de um adulto, me olhou bem nos olhos e me disse: “Obrigado por você ter ficado comigo meu amorzinho, eu adorei”. E eu amei ele ter me chamado de amorzinho e só consegui dizer uma frase para ele. “Me abraça e me beija”. Com aquela voz de menina apaixonada e dengosa. Edu me beijou a abraçou forte e deliciosamente, aquele beijo que já fazia parte das coisas que eu mais amava. Logo senti sob meu bumbum uma coisa dura pulsando e percebi que ele estava morrendo de tesão, começou a me beijar o pescoço, até chegar no meu colo e no bustier do tomara que caia que ele impetuosamente puxou para baixo revelando meus seios com a marquinha do biquíni e com uma exclamação de “Nossa que lindos!” começou a beijar meus seios e chupar os mamilos. Nossa digo eu, primeiro aqueles lábios e aquela língua dentro da minha boca me fazendo perder o chão, agora esses lábios e essa língua beijando e chupando os seios e me dando outra sensação indescritível, calafrios, tremedeiras, arrepios, todas as sensações possíveis atravessaram meu corpo. Voltou a beijar minha boca levantou meu bustier e me pediu para irmos para cama. “Não aguento mais meu amorzinho, quero fazer amor com você, vamos para o nosso quarto?”. Mais uma taça de vinho, outro beijinho delicadamente doce e fomos a caminho do “nosso” quarto e finalmente minha ficha caiu. Camisola é o que eu menos vou precisar hoje.

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