CHUVA DOURADA 1ª VEZ

Um conto erótico de Eusebio
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1022 palavras
Data: 21/11/2014 03:58:17

CHUVA DOURADA 1ª‗VEZ

Hoje tenho 50 anos, sou casado, minha mulher não faz mas adoraria que fizesse, por este motivo resolvi lhes contar como foi a minha iniciação sexual, para que entendam a minha fantasia.

Quando adolescente por volta dos meus quinze anos, morava com minha família no interior de São Paulo, em sum sitio que era do meu tio, e lá havia uma moça por volta de uns 20 nos, peito durinho, pele bem branquinha com altura por volta de 1,50, não era bonita, mas cheirosa, esta moça morava no sitio vizinho bem próximo.

Todas as manhãs quando eu ia buscar o pão, havia um caminho que beirando o sitio em que ela morava havia um riacho por onde eu passava, em algumas vezes eu a via atravessando o quintal que era bem grande, com a toalha nos ombros para ir tomar banho, pois o banheiro da casa ficava afastado, e aquilo me deixava louco de curiosidade de espiar ela no banheiro, pois todos os banheiro nos sítios e fazenda na época eram de madeira, e esta situação se deu por alguns meses, dias eu a via indo para o banho dia não, mas a vontade de espia-la tomando banho era enorme, mas me faltava coragem,

Aquela situação me consumia, eu ficava pensando será que alguém i me dar um fragante, mas pensando como meus fantasmas e medos, fui falando comigo mesmo, perto tem um riacho, o barulho do riacho não vai deixar que ela perceba que eu estou a espiando, mas o medo ainda me impedia, e cada vez que passava ali que eu via ela atravessando o logo caminho para ir tomar banho eu analisava o ambiente, e fui percebendo que era possível se eu conseguisse chegar pela parte de baixo por traz do banheiro, e assim comecei botar meu plano em prática, a próxima vez que eu passar e ela estiver atravessando para ir ao banheiro vou espia-la.

Certo dia quando eu ia passando pelo mesmo caminho, nem estava pensando nesta possibilidade, estava até distraído, es que vejo ela atravessando como de costume com a toalha e a saboneteira na mão, na hora aquilo me consumiu, era uma mistura de medo, curiosidade, tesão pois a imaginação vou de mil maneiras, em resolver tudo eu nada, ou eu consigo eu sou pego com a boca na botija.

Esperei ela entrar no banheiro, dei um tempo, olhei para ver se não havia ninguém, fui me aproximando bem devagar, fui chegando, conseguia perceber que ela assobiava uma musica, mas confesso não sabia qual era, quando cheguei, fui me acomodando em parte que ninguém que passasse no caminho não conseguiria me ver, e lentamente fui olhar por um fresta que havia entre as tábuas do banheiro, o visual era a coisa mais bela que já havia visto na minha vida, ela não era gostosa mas sua pele branca contrastando com os pelos preto de sua vagina me deixou louco, só de ve-la gozei nas calças.

Deste dia em diante, todos os dias eu fazia a mesma coisa, chegava antes e ficava a espera, somente para me masturbar, dia após dias, e isto se deu por alguns meses a fio, até que um dia o tiro saiu pela culatra, pois eu havia me atrasado e quando chegue lá só conseguia sentir o cheiro do perfume do sabonete que ela usava, mas mesmo assim só de imaginar comecei a me masturbar sentido o seu cheiro, mas para minha surpresa quem estava me observando era ela.

Nesta hora fique morrendo de vergonha, não sabia o que fazer, fechei a calça, fui levantando lentamente e quando a olhei ela disse:

- Safado, queria me espiar ne.

- Eu disse: Claro que não eu só queria dar uma mijada, você esta imaginado coisa.

- E novamente ela disse: Mentira, você queria mês espiar e bater uma punheta, você é um punheteiro isto sim.

- E eu com a cara mais lavada do mundo afirmei: Nada disso eu só queria dar uma mijada estou apertado.

- E ela já como que estava tirando sarro da minha conversa fiada, sarcasticamente fala: Mijada é isto mesmo, então está bem eu vou lhe mostrar o que é mijar.

Lentamente ela subiu em cima de uma laje de pedra, abaixou a calcinha e disse: Olha aqui não é isto que você queria ver, cheque mais perto venha ver seu punheteiro, não tenha vergonha.

Olhei para ela, ela ainda como aquele ar no rosto, vem o que é perdeu a coragem, estou esperando quero lhe mostrar o que é mijar, lentamente me levantei cheguei bem pertinho, aquele visual e a oitava maravilha, nunca imaginava ter aquela tão sonhada perseguida ao meu alcance, não sei o que me deu como um louco cai de boca naquela vagina peluda.

- Em seguida ela me disse: Ah! É assim que você gosta, então lá vai.

De repente veio aquele já quente no meu rosto, o cheiro e o gosto era maravilhoso, sem pensar, e com o instinto de um animal, tratei logo de botar minha boca no canal a urina dela.

- Neste momento ela me disse: Danadinho você gosta assim, então vou fazer bem lentamente para não desperdiçar nem uma gota, me ordenando deita de costa no chão.

Lentamente desci da pedra, deitei no chão, e fique esperando ela se aproximar, ela ergueu o vestido, tirou a calcinha novamente.

- Disse vou fazer bem lentamente; Abre a boca, em seguida veio o primeiro jato.

- Eu falei já acabou?

- Ela responde: Não bebe, ainda tem mais, e esta rotina se deu por uns dez minutos.

Quando acabou ela se levantou, vestiu a calcinha, arrumou o vestido, e falou:

- Da próxima vez que você vier me espiar, vou contar para o seus pais, e vou falar para os seus amigos que você gosta de beber mijo.

Depois disto eu numa mais tive coragem de fazer aquele caminho, mas até hoje quando penso, cinto o gosto e u cheiro daquela mijada, por este motivo eu não dispenso uma chuva dourada feminina, e espero conseguir novamente.

Casa alguma dona estive a fim meu email é ejsantose@bol.com.br , hoje moro em São Paulo - Capital

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Comentários

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Muito boa a sua história! Não tem nada mais gostoso que receber uma mijada assim!

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