Casa dos Contos Eróticos

A Nova Namorada do Meu Pai é um Avião.

Autor: Moreno_Alto
Categoria: Heterossexual
Data: 22/07/2014 13:23:14
Última revisão: 11/11/2015 15:15:22
Nota 6.67
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Meu nome é Carlos e na época eu tinha vinte e dois anos. Meu pai se separou da minha mãe quando eu tinha mais ou menos cinco anos. E ambos tiveram vários relacionamentos, mas nesse período em que eu estou contando pra vocês o meu pai estava namorando uma garota de vinte e nove anos, apesar de já ter os seus quarenta e dois. Ela era linda, morena magra, mais ou menos uns 65kgs, cabelos lisos compridos um pouco pra baixo da linha dos ombros e olhos verdes penetrantes, seios médios e redondos com biquinhos rosados pequenos e durinhos, bunda redondinha e gostosa, coxas firmes, curvas muito bem delineadas, quase que feita a mão, não era do tipo que frequenta academia, mas tinha tudo em cima. Não sei dizer como foi que o meu pai tinha fisgado aquela belezinha, mas era uma deusa chamada Vanessa.

Em um sábado à tarde eu decidi visitar o meu pai, eu não sabia que ele estava de caso com a Vanessa. Há algum tempo não nos víamos, pois eu estava trabalhando e tentando fazer um curso técnico as duras penas. Nossa vida corrida acabou nos separando um pouco apesar de eu tentar manter um relacionamento próximo ao meu pai. Não sei dizer se foi a separação com a minha mãe ou talvez alguma outra coisa, porque o meu pai era sempre meio distante e vago, não tínhamos uma relação realmente afetuosa, apesar de eu desejar muito e sempre que possível ir vê-lo. Ele me tratava bem e me enchia de agrados sempre que eu aparecia por lá, nós conversávamos sobre coisas banais do dia-a-dia. Ele sempre me perguntava da minha mãe, e uma ruga estranha sempre aparecia na sua testa quando tocávamos nesse assunto, eu respondia e rapidamente mudávamos de assunto. Enfim, tínhamos uma relação de pai e filho comum, acho que como a maioria.

Mas naquela tarde, uma surpresa me esperava. Quando eu cheguei ao portão, estacionei o meu velho carro e desci. Tranquei as portas e toquei a campainha. Era uma casa velha com muitos reparos a serem feitos, mas era uma casa boa. Do lado de fora do portão eu vi aquela deusa saindo da casa do meu pai. Não acreditei no que os meus olhos viam, e ate cheguei a pensar que estava na casa errada. Olhei para a placa no portão que mostrava o numero da casa e constatei que realmente estava no lugar certo, porém mesmo assim meus olhos não acreditavam no que viam. Acho que o meu rosto deve ter tomado uma expressão estranha e completamente fora do comum, porque ela veio até o portão com um sorriso vermelho no rosto.

Quando finalmente eu tomei conta de mim, aquela deusa já estava ao lado do portão e me perguntou o que eu queria. Eu rapidamente respondi.

- Oi, oi, é... o meu pai está? – perguntei todo enrolado. Ela sorriu e respondeu.

- Não, o Antonio não está no momento, ele foi até o mercadinho aqui do lado, posso ajudar? – ela me perguntou toda sorridente.

- Ah, sim. Eu sou o filho dele o Carlos, tudo bem? – respondi olhando nos olhos dela e dando um sorriso tentando não olhar para qualquer parte do seu corpo que não fosse seu delicado rosto.

- Oi... Então você é o Carlos, ele fala muito de você, é um prazer te conhecer eu me chamo Vanessa! – ela disse isso e logo abriu o cadeado e saiu, ficando bem ao meu lado, com um largo sorriso no rosto ela me abraçou sem esperar. Essa atitude me pegou desprevenido, mas não recusei a demonstração de carinho voluntario dela, muito pelo contrario, eu aproveitei para sentir o cheiro do perfume que ela usava. Ela cheirava todinha a lavanda, com um frescor inebriante e uma jovialidade própria, que eu nunca havia visto igual. Suas mãos me envolveram em um caloroso e gostoso abraço, me deixando um pouco constrangido, pois tive que desviar meu corpo um pouco para a direita para que ela não sentisse o descontrole do meu amiguinho lá de baixo. Mas fiz o movimento de esquiva de forma suave, tentando evitar que ela notasse o que estava acontecendo. Seu corpo colado ao meu e associado a aquele cheiro de frescor, me deixou tonto e eu só queria ficar ali para o resto da minha vida, entrelaçado entre os seus braços com o aconchego que aquela garota me proporcionava eu estava me sentindo nas nuvens, era como se um mundo novo se abrisse diante dos meus olhos. Eu a abracei forte e acariciei seus cabelos com os dedos, uma forte tensão sexual se instalou entre nós, e minha respiração ficou acelerada. Eu tentei me conter mas estava fora das minhas mãos o controle do meu corpo, após alguns breves segundos eu a desenrolei dos meus braços e olhei nos seus lindos olhos verdes e quase a beijei. Me contive pois o meu pai estava virando a esquina chegando com um pacote de pão na mão. Ao vê-lo eu sorri e acenei, ele apressou os passos e me deu um forte abraço quando chegou ao meu lado, meu pai estava diferente, estava mais vivaz e afetuoso do que antes. Então ele me disse.

- Ah, você já conhece a Vanessa, filho! Ela está morando aqui comigo, ela é nova na cidade e é a minha nova namorada. Ela vai passar um tempo aqui comigo até que ela arrume um lugar para ficar, não é mesmo, pequena! – meu pai disse isso e sorriu para ela. Meu mundo quase desabou nessa hora, porque eu percebi pelos olhares deles que eles já tinham um lance sério rolando. Mas me mantive firme e disse.

- É mesmo, que bacana pai é bom mesmo pro senhor ter alguém por perto não é. Bom, mas eu vim somente para te ver pai, e saber como você está, mas pelo visto está ótimo não é? – eu disse isso com um aperto na garganta que insistia em querer sair e tomar voz, mas eu o segurei.

- Sim, sim filho, eu estou ótimo, e com essa pequena por perto estou melhor ainda! – ao dizer isso ele se aproxima dela e passa o braço esquerdo por cima dela e o pousa nos ombros dela, um sorriso amarelo surgiu no meu rosto naquela hora, mas eu tentei disfarçar da melhor maneira que eu pude.

- Que bom pai, fico muito feliz! Então é isso, eu só queria saber como você estava! Acho melhor eu ir embora! – ao dizer isso não deu para esconder, mas uma pequena expressão de frustração surgiu no meu rosto por um segundo e por sorte ninguém notou. Porém meu pai declarou.

- Que isso filho, fica ai. Entra com a gente que nós vamos tomar café da tarde e você pode se servir também, vamos lá! – meu pai me disse me encarando sorridentemente. Minha primeira reação foi a de recusar o convite, aquela situação estava muito estranha pro meu gosto, mas quando eu ia recusar veementemente o convite, a Vanessa interveio e disse antes de mim.

- É, entra com a gente e toma café Carlos! Quero te conhecer melhor! – meus olhos percorreram seu rosto e perscrutaram os olhos dela em busca de algo, sem eu saber exatamente o que. E foi com muita surpresa que eu vi ela dando uma rápida piscada pra mim, com o seu belo olho verde esquerdo, seguido de um largo sorriso no seu lindo rosto.

Sem entender ao certo o que estava acontecendo eu acabei aceitando o convite e entrei para tomar café com eles. Passamos pela sala e fomos direto para cozinha. Meu pai colocou os pães na mesa e se sentou, eu tomei uma cadeira e me sentei do lado contrario ao meu pai ficando de frente para ele, enquanto que a Vanessa chegou perto do armário e abriu tirando as xícaras e os pires. Posta a mesa, nós tomamos café animadamente, conversamos sobre muitas coisas triviais e outras importantes. Ficamos batendo papo ali nós três de uma forma gostosa e fluida, falamos desde assuntos internacionais até novelas e futebol, foi uma tarde muito agradável para todos. Nós sorrimos e nos divertimos muito, a presença da Vanessa fazia bem a todo mundo.

Sem perceber as horas passaram e a noite caiu.

Quando finalmente eu me dei conta já eram onze e meia da noite. Eu olhei no relógio e me surpreendi com o horário, nunca as horas tinham passado assim tão rapidamente. E por fim eu disse.

- Nossa... Já esta tarde, eu preciso ir embora! Eu moro do outro lado da cidade e vai demorar um tempão para chegar em casa! – meu pai me olhou com firmeza e disse.

- Para de graça garoto, dorme ai! Tem o quarto de hospede montado exatamente para esse tipo de ocasião! Você não vai atravessar a cidade só pra ir pra sua casa não é, dorme ai! Vanessa, pega lá o lençol e um cobertor pra ele. – ela mais uma vez deu uma rápida piscada e um grande sorriso e disse.

- Claro, claro Antonio. Vou preparar o quarto direitinho pra ele. Fica com a gente Carlos, não precisa atravessar a cidade, você dorme aqui e de manhã você vai, não é? – sua voz era macia e delicada, eu não pude resistir aos seus apelos e decidi ficar. Eu queria ficar o maximo possível com aquela garota, estar no mesmo ambiente já seria o suficiente, e sem contar que eu deslizava os olhos nas curvas delas constantemente quando o meu pai não estava olhando. Já que era a única coisa que eu podia fazer, cobiça-la. Tomei a minha decisão e fiquei. Passei a noite com eles. Jantamos e fui tomar banho, quando eu sai do banho ouvi alguns gemidos baixos. Caminhei pelo corredor dos quartos e os gemidos permaneciam inalterados, baixos e abafados. Fiquei com muito tesão na hora, eu sabia que o meu pai estava mandando ver na Vanessa. Mas, eu queria estar no lugar dele, porque aquela garota era uma delicia.

Imaginei possíveis situações onde eu pegava ela e meu pai olhava, ou que nós dois pegávamos ela de jeito, ou só eu mesmo mandando ver naquela delicia. Um turbilhão de pensamentos me ocorreram naquele momento e meu pau ficou duro feito rocha, quase doía de tão duro, a toalha que estava cobrindo o meu corpo quase caiu. Apalpei meu pau duas vezes e o ajeitei dentro da toalha, caso alguém me visse daquele jeito para que talvez escondesse aquela trolha ereta e dura, ou não, quem sabe, hehehe. Cheguei perto da porta do quarto do meu pai e os gemidos abafados se tornaram mais audíveis, eles até tentavam disfarçar, mas não tinha jeito, dava para ouvir os gemidinhos da Vanessa a cada estocada do meu pai na sua boceta. Uma seguida da outra, e ela soltava uns ais repetidos e deliciosamente meigos. Os gemidinhos abafados dela me enchiam de tesão e me pau queria entrar em erupção. Como eu queria meter naquela safada, eu daria tudo para trocar com o meu pai e poder desfrutar do prazer e da xoxota dela, mas eu teria que ficar só na mão e na vontade, que droga. Instintivamente minha mão foi até o meu pau, e a cada gemidinho da Vanessa eu deslizava a mão pela haste do meu mastro, realizando um movimento repetido e deliciosamente prazeroso, que seria muito melhor se eu pudesse enfiar até o útero da Vanessa. Não pude conter o pensamento invejoso, o filho da puta do meu pai estava fodendo a bocetinha que eu tanto queria, puta que pariu, caralho. Tente procurar alguma brecha ou buraco que eu pudesse usar para ver o que estava acontecendo dentro do quarto, mas nada. Nem mesmo pela fechadura era possível ver nada. E a cada gemidinho por causa das metidas que a Vanessa dava meu pau parecia que ia estourar na mão. Sem aguentar mais aquilo, eu por fim fui até o meu quarto e bati uma bela punheta pensando na Vanessa. Gozei e acabei caindo no sono.

No meio da noite eu acordei com um barulho alto. Levei a mão aos olhos e os esfreguei. Mais uma vez o barulho se repetiu e de novo e de novo. Eu não entendia ao certo o que era aquele som, pois o sono embotava o meu raciocínio. Olhei para o relógio que marcava exatamente 3:45hs. Esfreguei o rosto mais uma vez e o barulho permanecia. Então finalmente eu reconheci o que era aquele barulho. Era a cama do meu pai que estava batendo contra a parede. O contato da madeira com a parede produzia um som típico, eles estavam transado de novo, caralho. Eu levantei, peguei o maço de cigarro no criado mudo e sai do quarto sem camisa. Fui para o fundo da casa, destranquei e sai pela porta da cozinha para o quintal. Estava frio e ventava um pouco, senti um arrepio passar pelo meu corpo. Cocei o nariz e sai da casa, olhei para o céu e a lua estava lá imponente e enorme. O luar iluminava todo o quintal. Me encostei no muro e fiquei ali ouvindo os latidos dos cachorros ao longe. Acendi um cigarro e dei um trago, meus pulmões inflaram e depois de algum tempo toda aquela fumaça saiu de dentro de mim brincando e sacolejando para todo lado. Dei mais um trago e senti o calor tomar conta do meu peito, soltei a fumaça e a acompanhei com os olhos até ela se dissipar no meio do quintal. Encostado no muro eu me sentei no chão raspando as costas devagar com a descida. Dei um trago no meu cigarro e tentei me lembrar do numero da minha ex namorada, mas não consegui me lembrar do numero e nem sei ao certo porque eu pensei nela. Minha cabeça não estava funcionando direito e eu fiquei ali sentado e fumando, um trago após o outro. Pensei nos meus projetos e planos para o futuro, e fiquei elaborando esquemas mentais para tentar conseguir alcança-los, claro que com o sono que eu estava nada iria sair direito, mas já que eu não tinha mais o que fazer e também não queria entrar só para ouvir o meu pai fodendo a deliciosa da Vanessa, então fiquei ali.

Estava quase terminando o meu cigarro, quando ouço um barulho diferente perto de mim. Procuro para saber de onde vem e não encontro nada. Quando finalmente eu olho para dentro da casa eu vejo um vulto vindo na minha direção no meio do escuro, e sem mover um músculo eu acompanhei todo o movimento daquele vulto que vinha na minha direção. Do meio da escuridão então surge um rosto angelical, era a Vanessa.

- Oi Carlos, o que você está fazendo aqui fora? – seus olhos verdes me inquirem enquanto ela se apoia no batente da porta enrolado no lençol.

- Estou fumando, é que eu acordei e achei melhor fumar aqui fora, pro velho não me encher depois porque eu fumei dentro de casa. – passei os olhos por toda a extensão do seu corpo para ver se havia alguma brecha naquele lençol que me permiti-se ver seu corpo, mas não havia, então disfarcei olhando para o outro lado. Seus olhos não se desviavam nem por um segundo dos meus. Parecia que ela queria perscrutar a minha alma atrás de alguma coisa.

- Você tem namorada Carlos? – ela me perguntou ainda com o olhar fixo em mim.

- Não, não tenho. Eu terminei um relacionamento a pouco tempo, tem apenas alguns meses, e não quero me meter em outra encrenca por um bom tempo. – respondi enquanto soltava uma lufada de fumaça na direção oposta a ela. Ela deu um leve sorriso e me perguntou.

- Você não acredita em relacionamento duradouro? – ela me questiona enquanto se encolhe arrepiada de frio, devido uma rajada de vento que acabou soprando em nós.

- Não é que eu não acredite... mas eu acho que tem que ser com a pessoa certa, e hoje em dia é meio difícil dizer qual é a pessoa certa, não é? – lancei um olhar audacioso para ela, que simplesmente sorriu e disse enquanto tocava os lábios.

- Sim, hoje em dia tudo é mais complicado mesmo! Mas você tem que manter as suas convicções não é mesmo? – ela assumiu uma posição um pouco séria, e seus olhos verdes ainda percorriam os meus.

- Com certeza, todo mundo tem que se ater as suas convicções! Isso faz parte da vida não é? – eu a indaguei com uma certa curiosidade.

- Claro, ter convicções é primordial para se viver neste planeta! E se você acha isso, eu quero lhe fazer uma pergunta. Qual a sua opinião sobre prazer pessoal, Carlos? – eu não sabia ao certo o que responder pra ela sobre isso, me detive nos seus olhos penetrantes e convidativos. Acabei por contemplá-los e não respondi a pergunta que ela me fez. Um sorriso maroto surgiu no seu rosto e após algum tempo trocando olhares, ela voltou a insistir.

- Então Carlos, o que você acha sobre prazer pessoal? – ela disse e sorriu pra mim. Eu já estava imaginando aonde esta conversa ia chegar e gostava da ideia. Não pude conter um breve sorriso de surgir no meu rosto, mas logo em seguida eu disse.

-Como assim, acho que eu não entendi sua pergunta? – me fiz de desentendido. Ela me lançou um olhar profundo seguido de uma doce risada e disse.

- Sim, você me entendeu perfeitamente. Vamos me diga o que você acha sobre prazer pessoal, sem limites, sem convenções preestabelecidas, somente o que agrada a você e a sua parceira, qual é a sua opinião? – me senti um pouco intimidado e desviei o olhar dela. Ela imediatamente se livrou do lençol que cobria o seu corpo e se aproximou de mim, tocando o meu queixo e apontando o meu rosto para o seu. O lençol caiu no chão e eu pude ver, ela estava vestida apenas com um sutiã rosa e uma calcinha branca de renda, sua pele rosada e macia estava em contraste com aquela escuridão toda e me deixou muito excitado, meu pau ficou rijo na hora, ela olhava no fundo dos meus olhos com ternura. Eu apaguei o resto do cigarro que ainda estava na minha mão, amassando-o contra o muro e me deixei conduzir por ela. Ela me conduziu pelo quintal até a edícula. Eu estava apenas de calça e ela seminua, de calcinha e sutiã. Seus olhos não desgrudavam dos meus, era quase que uma hipnose que eu estava sofrendo. Ela poderia me levar para onde quisesse, e fazer o que queria comigo eu não conseguiria resistir de maneira nenhuma. Chegamos até a porta da edícula no fundo do quintal, ela abriu e me levou para dentro me conduzindo pela mão. Nenhum de nós falava nada, apenas se deixava levar pelo momento. Senti meu corpo formigar por inteiro. Caminhamos pela sala até chegarmos a porta do quarto, eu a abri e entrei no interior daquele cômodo. Minha respiração estava ofegante e meu coração batia acelerado. Ela entrou e seus olhos se engataram nos meus. Eu sentia uma euforia tomar conta do meu corpo como se eu ainda fosse adolescente indo fazer sexo pela primeira vez, mas eu já tinha experiência só não entendia bem o que estava acontecendo ali. Quando os lábios doces e delicados da Vanessa encontrarão os meus, eu respondi com vigor. Envolvi ela nos meus braços e a beijei com intensidade e desejo. Nossas línguas se tocavam como duas amantes acostumadas a se acariciar, todo o medo, angustia e frustração desaparecerão naquele momento. Só havia eu e ela no mundo naquele momento. Nossos corpos se tocaram e faíscas saltaram de nossas peles. Toquei no corpo da Vanessa e senti cada molécula do meu ser deseja-la. Minhas mão percorriam pelo seu corpo e nem sei dizer onde estavam. Meus dedos esquadrinhavam cada milímetro da pele macia da Vanessa. Seus dedos arranharam as minhas costas me causando certo incomodo, mas o tesão que eu sentia era maior do que qualquer coisa e a puxei para perto de mim, dando lhe novamente um beijo de língua. O cheiro de lavanda do seu corpo me deixava mais excitado, mal podia conter o meu pau dentro da calça. Toquei o seu seio esquerdo e senti o biquinho durinho deslizar pela ponta do meu dedo enquanto um gemido saia da boquinha dela. Rapidamente fomos até a cama e ela se sentou na cama na minha frente. Seus dedos rapidamente encontrarão o zíper da minha calça e ela desabotoou e desceu o feixe do zíper, enfiou a mão dentro da minha cueca e tirou meu pau pra fora, que já estava duro em ponto de bala. Ela acariciou minhas bolas e alisou meu mastro com as suas mãozinhas delicadas. Ao vê-la segurando meu pau uma onda de prazer percorreu meu corpo e eu soltei um breve gemido por entre os dentes. Ela me olhou nos olhos com os seus olhos verdes penetrantes e levou meu pau aos lábios enquanto me encarava libidinosamente. Seus lábios úmidos e macios tocaram a cabeça do meu pau e eu fui a loucura. Sua boca envolveu meu mastro habilmente, e em segundos ela enterrou dentro da boca metade da minha vara, sem poder me conter eu fechei os olhos, mordi os lábios e joguei a cabeça pra trás enquanto dizia.

- Ah... que delicia Vanessa... chupa essa rola, chupa! – segurei ela pelos cabelos morenos e bem cuidados e comecei a socar com vontade minha pica dentro da sua boca deliciosa. A cada estocada eu ouvia um leve engasgo dela, mas não parava, na estocada seguinte metia mais fundo na sua garganta. Uma saliva grossa acumulou na sua boca e no meu pau, mas nenhum de nós parava, ela apertava minhas nádegas com as duas mãos me puxando em direção ao fundo da sua garganta, enquanto que eu forçava sua cabeça contra o meu quadril segurando-a pela nuca eu metia com força. Sem saber ao certo como, quando dei conta do que acontecia já estávamos engatados em um delicioso meia nove. Eu estava deitado por baixo dela e metia a língua com volúpia e muito desejo nos grandes lábios e na vulva da xoxotinha da Vanessa, ela sem pudor nenhum ficou debruçada sobre mim e se deliciava passando a língua na cabeça e no corpo do meu pau. Sua delicada mão acariciava cada centímetro do meu mastro que ficava fora dos limites da sua boca e língua. Ela tocou, acariciou, apalpou e lambeu todo o meu mastro. Em pouco minutos ela já conhecia cada veia que saltava do meu pau por causa das suas caricias, cada músculo que enrijecia e se contraia ao seu toque. Rapidamente ela se tornou profunda conhecedora do que me agradava ao toque da sua boca, língua e habilidosos dedos. Pelo meu lado, eu explorei cada centímetro da sua deliciosa boceta. Minha língua esquadrinhou e descobriu cada vão que a deixava com prazer. Lambi e chupei seus grandes lábios o seu clitóris e também meti minha língua dentro da sua bocetinha levando-a loucura. Após algum tempo que eu nem sei ao certo quanto, eu senti meu pau enrijecendo e se contorcendo com força um forte pressão tomou conta da minha vara e eu sabia do que se tratava, um forte e delicioso orgasmo estava a caminho. Ela entendeu os sinais que o meu pau dava e passou a me masturbar e passar a língua mais rápido do que antes. Eu também senti ela mexer o quadril em cima de mim fazendo com que minha língua entrasse mais fundo dentro da sua quente, úmida e cheirosa bocetinha. Eu também percebi imediatamente que o corpo dela estava se preparando para disparar um forte orgasmo na minha língua.

Com meu mastro enfiando quase que inteiro na boca ela me masturbava com força e muito rápido, quando ela percebeu a contração final do meu pau, ela o tirou da boca e recebeu o primeiro jato de esperma no rosto, que se espalhou rapidamente pelos seus lábios nariz e bochechas. No segundo jato ela voltou a enfiar meu caralho pela metade dentro da boca e parte da garganta, o que pressionava as laterais do meu pau com força e me deixou quase que urrando de prazer. Após um alto e ruidoso gemido meu, o segundo jato de porra desceu garganta a baixo nela, ela prendeu a respiração e recebeu o terceiro, quarto e quinto jato, com os olhos semicerrados e soltando gemidos abafados por causa do meu pau que obstruía sua garganta, impedindo o som de sair enquanto derramava sêmen com avidez e ferocidade na sua boca e garganta. Da parte dela, eu senti seu quadril se mexendo com mais força também, ela se curvou e fez com que minha língua a penetrasse tudo o que era possível entrar na sua bocetinha deliciosa. Senti espasmos percorrendo o seu quadril e suas pernas tremeram ao lado do meu rosto que estava bem no meio delas. Em poucos segundos eu senti o seu mel escorrendo de dentro da vagina dela, ele escorreu por todo o canal e havia muito mel descendo, mais do que eu já havia visto uma fêmea gozar. Quando ela enfim começou a gozar na minha língua, seus gemidos aumentaram consideravelmente e ela quase que gritava com a minha o meu pau enterrado pela metade na boca e parte da garganta. Enquanto eu inundava sua garganta e estomago de sêmen, ela melava e ejaculava com entusiasmo na minha língua. Por fim meu pau soltou o ultimo jato de porra dentro da sua boca, e ela deu duas mexidas no quadril pra cima e pra baixo, como se estivesse cavalgando em um pau e fez minha língua sair e entrar novamente na sua boceta. Ao fazer isso, ela finalmente tirou meu caralho da boca, e da sua melada e até a pouco congestionada garganta que o meu caralho invadia com força e prazer, surgiu um prazeroso Aaaaaaaah. Seu corpo ainda teve mais alguns espasmos depois disso e finalmente quando o gemido começou a diminuir de volume, suas pernas que tremiam loucamente, não resistiram e desistiram de segurar seu corpo naquela posição em cima de mim. Ela quase que despencou ao meu lado. E ficou ali deitada, completamente largada ao meu lado, olhando para o teto. Eu me curvei sobre o meu dorso, apoiando os cotovelos na cama e olhando para ela com uma cara cansada e a respiração pesada. Ela estava na mesma situação que eu, mas passava dois dedos da mão esquerda pelo rosto e limpava o meu esperma que estava lambuzando seu rosto e deixava aquele rostinho angelical com uma cara de puta safada e deliciosa. Após passar os dedos e tirar o maximo que podia de porra de uma vez do rosto, ela levava os dedos a boca e passava a sua habilidosa língua sobre toda a extensão dos dedos deixando os limpos por inteiro. Ao realizar essa ação ela semicerrava os olhos e uma expressão de prazer intenso tomava conta do seu delicado rosto. Quando ela percebeu que eu observava com atenção a sua atitude pelo menos para mim inusitada. Ela fez uma cara de menina sapeca e continuou a realizar o movimento sem se importar se eu estava olhando para ela. Seus olhos verdes fitavam os meus ferozmente, da mesma maneira que ela o fez a pouco instantes atrás, quando ainda estávamos lá na porta da cozinha conversando.

Quando ela finalmente terminou de limpar todo o seu rosto do meu sêmen, ela se levantou um pouco curvando apenas o dorso, se esticou um pouco e alcançou com os lábios a cabeça melada do meu pau, que estranhamente ainda se matinha ereto, mesmo após aquela seção exaustiva de sexo oral mutua e muito prazerosa. Ela deu um beijo na cabeça dura e avermelhada da minha pica, deixando seus lábios levemente úmidos com um pouco de esperma que ainda tinha na minha vara e com uma carinha safada me diz.

- Você é uma delicia Carlos. Você é muito saborosa, meu puto! – ao terminar de dizer isso ela passa a língua sobre os lábios e limpa a pequena quantidade de porra que havia se acumulado ali, olha para o meu e diz.

- Hum, ele esta duro ainda, que delicia. Acho que vou ter que bancar a faxineira aqui, hein! – e toca no meio do meu caralho com o dedo com o indicador esquerdo, fazendo ele dar uma leva balançada para a esquerda e depois para a direita. Fixo meu olhar nos seus olhos verdes que são penetrantes e extremante sexys, e concordo balançando a cabeça para cima e para baixo.

Ela fez uma cara de safada novamente e mordeu os lábios inferiores, pegando com a mão esquerda na base do meu caralho e abaixando lentamente até que a cabeça do meu pau toca nos seus lábios. Ela passou a língua na cabeça e em toda extensão do meu mastro, enfiou meu cacete o máximo que pode na boca, chupando e sugando aos poucos a porra que recobria todo o meu caralho, se divertindo e dando alguns risinhos, enquanto ela metia meu caralho dentro da sua boquinha macia, quente e úmida. Meu pau não diminui um centímetro e ela ria e se divertia com ele enquanto o deixava todo limpinho bem devagar, aproveitando toda a extensão da minha vara e acariciando deliciosamente as minhas bolas com a mão direita.

Ao terminar de limpar todinha a minha rola, seus olhos verdes e deliciosamente safados se fixam nos meus e ela me diz.

- Prontinho gatinho, ele tá todo limpinho! Eu fiz um trabalho direitinho pra você? – um sorriso safado se instala no seu rosto, e ela me olha com um ar de puta que quer alguma coisa, e diz.

- Posso fazer mais alguma coisa por você, minha delicia? – sem pensar em nada apensa desejando-a, eu me levantei e puxei suas pernas para fora da cama deixando as minhas pernas no meio das dela. Olhei aquela bocetinha quase toda depilada, que tinha apenas um fiozinho de pelos bem aparados em formato de pista de pouso nela, passei a língua nos lábios em sinal de desejo pelo magnífico corpo dela. Ela deu uma risadinha meiga e graciosa com todo o movimento rápido que eu fiz. Deu uma leve contorcida no dorso, pós o dedinho indicador esquerdo entre os lábios e disse com uma carinha de menina inocente.

- O que você pretende fazer comigo seu tarado? – aquilo me levou a loucura e eu disse com a maior cara de safado que consegui arrumar na hora.

- Te foder do jeito que você merece sua safada! – essas palavras escaparam de mim por entre os meus dentes, enquanto eu a comia com os olhos. Ela me puxou e lascou um delicioso e caloroso beijo nos meus lábios e disse.

- Ah é! Então faça o que você quiser comigo safado, cachorro! – e deu um tapa no meu rosto, se soltando e ficando deitada na cama me olhando e esperando eu fazer o que eu bem entendesse com ela. Eu desejei possuir seu corpo naquele mesmo instante, e era exatamente isso o que faria, então eu disse.

- eu vou foder a sua bucetinha, e te levar ao céu sua safada, putinha safada! – disse isso e retribui o tapa no rosto dela. Ela me olhou e riu como uma verdadeira puta, me puxou para cima dela dizendo.

- Então vem, me come seu canalha, cafajeste! – eu posicionei rapidamente meu pau na entrada da sua boceta e em uma rápida e certeira estocada enfiei meu caralho inteiro dentro da xoxota quente e úmida dela. Ambos soltamos um delicioso e longo suspiro de prazer.

... Continua...

Comentários

17/08/2014 20:41:36
Que madrasta safadinha essa. Muito bom o conto, Carlos. Bem detalhado e excitante. Gostei de ler. Sei que sua vida é corrida, bla, bla, blá, rss., mas, se puder, leia os meus. Para achar, é só clicar no meu nome. Beijos.
22/07/2014 18:05:29
Como dizem, onde come um, come dois. Rss. Gostei da introdução, pois eu também sou como vc e escrevo por prazer. Sei bem como é o relacionamento de madrasta e enteado. Já tive um caso assim. Fico honrada em ser a primeira a comentar nesta delicia de conto. Parabéns!

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