MAIS QUE UM SIMPLES REENCONTRO

Um conto erótico de Bernardo tesão erótico
Categoria: Homossexual
Contém 2216 palavras
Data: 29/05/2014 01:12:04
Última revisão: 22/07/2015 01:33:12

Falando sério, eu não sou de ficar em cima do muro, mas em contra partida vocês podem concordar ou discordar. Porque afinal de contas longe, mais bem longe de mim de ter a pretensão de ser o dono da verdade. Porém se a história é boa o importante é contar.

Sejam todos muito bem vindos caríssimos leitores, cá estou novamente para relatar um fato verídico e curioso que me ocorrera há algumas semanas atrás.

Pra quem não me conhece ou ainda não teve o prazer de ler os meus outros contos aqui no site (O segredo de Michael & Fellipe; O Padre e Gato escaldado tem medo de água fria) Eu me apresento.

Meu nome é Bernardo, não gosto muito de me descrever, pois quem se define se limita e eu não tenho limites.

Tudo começou no ano de 2013 quando fui à parada gay de São Paulo. Aquela multidão lotando a av. Paulista os trios elétricos bombando, muita curtição, música eletrônica e uma explosão de gente bonita e animada no coração de São Paulo.

Em meio a toda aquela multidão estava com os meus amigos curtindo quando vi um menino muito lindo passando com outras duas meninas. O menino? Um jovem de aparentemente 18 anos, magro, pinta de skatista, aproximadamente 1,70, rostinho liso, belo sorriso, cabelos ondulados porém ele estava de boné e olhos castanhos escuros.

Quando vi o menino, na hora parei o que estava fazendo e passei a observa-lo, ele percebeu. Ousado, eu o chamei e ele veio ao meu encontro como quem diz: "Me beija?"

Sem pensar duas vezes e sem ao menos falar uma palavra se quer, nos abraçamos e começamos a nos beijar ali mesmo em meio aquela multidão. Um beijo enlouquecedor e bem gostoso. Como estávamos ali naquela situação não dava pra fazer muita coisa, estava muito cheio e como ele estava acompanhado de suas amigas, teve que ir embora sem que eu ao menos soubesse o seu nome.

Fiquei com a fisionomia do menino em minha mente e imaginando como seria bom se ele ficasse mais tempo comigo.

A parada prosseguiu e para minha surpresa reencontrei o gatinho gostoso horas depois em meio aquela multidão. Não pensei duas vezes novamente e me aproximei. Ele me reconhecendo logo sorriu me abraçou e nos beijamos de novo. Dessa vez nosso beijo foi mais intenso e eu fiquei todo arrepiado de desejo que eu fiquei no menino.

Logo que paramos de nos beijar perguntei o nome dele.

[Eu] _ Qual o seu nome menino? Te achei lindo.

[Menino] _ Pode me chamar de Kina. É o meu apelido.

[Eu] _ Ta bom Kina. Adorei te beijar.

Quando acabei de falar uma das amigas dele se aproximou e o chamou para ir embora. Porém antes para minha surpresa ele falou:

[Kina] _ Anota o meu telefone.

[Eu] _ Lógico. Pode falar.

O gatinho me deu o seu telefone e foi embora. Fiquei com a sensação de que se tivesse mais tempo teria rolado algo mais legal entre nós.

A parada prosseguiu, a noite chegou e tive que ir embora pra casa, pois estava acompanhado de uns quarenta amigos e moro numa cidade do interior do estado de São Paulo.

Em casa acabei desencanando da ideia de ligar para Kina e não liguei. Talvez por medo dele não se lembrar de mim, ou insegurança de não saber o que falar para ele.

Passaram-se mais ou menos uns 3 ou 4 meses e nesse meio tempo olhava para minha agenda no celular e nunca tinha coragem de ligar para ele. Foi quando um dia deitado na cama a noite. Tomei coragem e decidi enviar uma mensagem que dizia assim:

[Eu] _ Oi Kina. Tudo bem? Beijei você na parada de São Paulo. Lembra?

Não demorou nem um minuto ele retornou a mensagem?

[Kina] _ Quem é?

[Eu] _ Lembra que eu te e nos beijamos e você me passou seu telefone...

[Kina] _ Lembro sim...

Ficamos trocando mensagens por altas horas, naquela época o meu celular não era um androide ainda, mas logo comprei um.

Peguei o facebook dele, o skype, o whatsaap e o instagram e conversávamos cada vez mais afim de nos conhecermos melhor.

Kina mora numa outra cidade também no interior de São Paulo não muito longe da minha, mas é uma distância significativa, a ponto de nos impedir que rolasse um breve encontro.

Nessa base, numa sexta feira à noite inclusive em uma conversa pelo skype nos masturbamos na web cam falando putarias um para o outro e até marcamos de nos encontrarmos em São Paulo.

Lembro-me que depois desse dia a gente não se viu mais, ficávamos conversando bem pouco pelo whatsaap e sempre curtindo as fotos um do outro no instagram. Até que um dia para minha surpresa fui conversar com ele e ele não respondeu. Estranhei a reação, pois ele sempre respondia. Eu achei que ele estava de saco cheio de mim. Tentei mais uma vez num outro dia e ele me respondeu que não poderia mais ficar falando comigo, pois ele estava namorando e o namorado era bem ciumento. Fiquei triste e desejei felicidades a ele.

Ficamos cada vez mais distantes e nem nos falávamos mais, nem fotos no instagram eram curtidas e o tempo passou sem que nós percebêssemos.

Um ano se passou e a parada gay desse ano de 2014 em São Paulo foi anunciada. Eu me aprontei com meus amigos e programamos em uma excursão para a Av. Paulista. Um dia antes da parada. Sábado, durante o dia nem passou pela minha cabeça, falar com o Kina, porém a noite foi inevitável. Mandei uma mensagem no Whatsaap dele dizendo:

[Eu] _ Oi Kina, faz tempo que não conversamos, nem sei se você se lembra de mim, eu gostaria de te reencontrar na parada de São Paulo, não sei se você vai, também nem sei se você está namorando. Seria mesmo para lhe dar um abraço.

Kina imediatamente respondeu:

[Kina] _ Nossa você ainda lembra de mim? Eu irei sim, vamos nos encontrar lá.

Trocamos mais algumas mensagens e marcamos um ponto na Paulista onde pudéssemos nos encontrar.

No dia da parada sai da minha cidade em uma excursão com meus amigos, como muitas expectativas em reencontrar Kina após um ano.

Quando cheguei, logo liguei para ele e fui ao local marcado. Lá ele estava mais gato do que nunca me esperando e para minha surpresa sem o tal namorado, apenas acompanhado de uma menina.

Kina sorriu me abraçou, elogiou meu porte físico e não me beijou como eu esperava que acontecesse. Conversamos um pouco e fiquei desapontado quando ele disse que tinha que ir, pois estava com sua amiga. Entendi que ele não quisera nada comigo e também não insisti em nada, apenas me despedi e fiquei com meus amigos.

Durante a parada até beijei um outro menino, mas não conseguia tirar o Kina da minha cabeça.

A parada prosseguiu normalmente e ao entardecer um pouco mais, em meio a multidão que sempre lota Paulista fiquei na curtição ao som dos trios tocando música eletrônica. Até que escuto um menino atrás de mim dizendo: " Fala Legião Urbana"

No dia da parada eu estava com uma camiseta da minha banda favorita Legião Urbana. Eu me virei para ver quem era e o menino a me chamar era o Kina.

[Kina] _ Nos encontramos novamente rsrsrs.

[Eu] _ Pois é.

Sem que eu ao menos pudesse falar algo, ele me agarrou e me beijo ali mesmo no meio da rua, num beijo maravilhoso e apaixonante. Dizendo.

[Kina] _ Eu quero você. Fica comigo.

Sorri para ele, peguei em sua mão e nos abraçamos.

Começamos a dançar, pois estávamos próximos a um dos trios. A todo instante nos beijamos e ele dessa vez não estava com sua amiga chata.

Percebi que ele havia bebido um pouco, mas estava em plena consciência quando disse.

[Kina] _ Uma pena que estamos na rua, por que eu estou louco pra fazer um sexo bem gostoso.

[Eu] _ Talvez isso não seja um problema, a minha vontade é de chupar tudo isso que você tem de rola.

Ele sorriu e eu completei.

[Eu] _ Rsrs. Estou falando sério, vamos até o ônibus da excursão da minha cidade, deve estar vazio, pois ainda está cedo.

[Kina] _ Olha que eu topo hein.

[Eu] _ Então vamos.

Saímos da parada e nos encaminhamos até o Largo do Arouche onde o ônibus deveria estar. Fiquei procurando o ônibus e não encontrava. Haviam alguns ônibus ali, mas eu não achava o meu. O que me causou um certo desespero. Eu não queria perder a oportunidade de ficar a sós com o meu gatinho depois de tanto tempo sem vê-lo.

De tanto rodear a praça e não encontrar o tal ônibus, estava quase desistindo, foi quando um motorista de um outro ônibus de uma outra cidade me viu com ele e logo entendeu o que eu queria.

[Motorista] _ Quer vir aqui?

[Eu] _ Moço estou procurando o ônibus da minha cidade que deveria estar aqui e não encontro.

[Motorista] _ Sobe aí, é só não sujar o acento. Beleza?

[Eu] _ Obrigado.

Subimos no ônibus, fechamos a cortina e eu não fiz a menor cerimônia em arriar a bermuda do Kina e cair de boca naquela piroca gostosa dele de gosto peculiar.

Eu chupava bem gostoso feito um cabritinho desmamado e ele batia com a rola da minha cara me chamando de putinha safada. Estávamos extasiados e com muito tesão. Ao mesmo tempo em que mamava, alisava seu peitoral e apertava o biquinho dos seus peitos.

Nos beijávamos loucamente novamente e a sua língua explorava todo o céu da minha boca e ele com a mão em minha caceta, abriu o zíper da minha bermuda e caiu de boca também chupando até o saco.

Estávamos entregues um ao outro num prazer inigualável num misto de tesão, tensão, desejo e prazer.

Nos acariciávamos como se estivéssemos apaixonados e a nossa interação foi intensa naquele momento. O perigo de alguém ver e a sensação de fazer algo errado, nos excitava mais ainda.

Eu acariciava a bunda lisinha de Kina e enfiava de leve o dedo em seu cuzinho. Entendendo exatamente o que eu queria, Kina enfiou a mão em seu bolso pegou uma das camisinhas que recebera durante a parada e me deu.

Eu encapei o boneco, coloquei Kina de joelhos no banco do ônibus e comecei a chupar aquele cuzinho que piscara feito um semáforo desgovernado lubrificando o seu orifício para receber a minha caceta.

Kina rebolava como uma putinha no cio e sem dono, ele estava louco de tesão. Logo introduzi a minha rola em seu cú e ela entrou facilmente para minha surpresa.

Soquei o cuzinho de Kina naquela posição com belas estocadas. Eu segurava com força a sua cintura e o tomava em meus braços como se nunca mais fosse deixa-lo sair.

Completamente tomado pelo desejo, agarrando-o daquela maneira, beijando seu pescoço e puxando-o contra o meu corpo, fodi o cú do Kina até gozar feito um animal, freneticamente com jatos intermitentes de porra inundando a camisinha.

Depois de me deliciar naquela penetração, chegou a vez do meu gatinho me penetrar e ele não fizera feio.

Pôs uma camisinha em sua rola, me colocou na mesma posição em que ele estava anteriormente, sussurrou em meu ouvido me chamando de gostoso e começou a forçar aquele pau dele dentro do meu orifício anal.

Eu sentia o pau dele entrando centímetro por centímetro me fazendo delirar de tanto tesão. O pau dele entrava cada vez mais fundo até que ele conseguiu meter até o talo, eu pude sentir até as bolas dele baterem e ele socava num vai vem frenético e me fodia forte. Eu me senti uma puta, uma vagabunda naquele momento. E ele gemia em meu ouvindo dizendo:

[Kina] _ Era isso que você queria putinha? Agora aproveita esse cacete te comendo se é disso que você gosta.

Eu comecei a rebolar e vi que isso excitava ele mais ainda enquanto aumentava o ritmo das estocadas. O filho da puta me socava cada vez mais forte urrando do prazer. Até que eu senti a sua respiração ofegante e aquele gozo preenchendo toda a camisinha dentro do meu cuzinho.

Ele ainda ficou uns instantes dentro de mim até ele se recuperar. Pouco depois nos vestimos e continuamos uma nova sessão de beijos e carícias, completamente cansados depois de um fim de tarde de muito sexo em pleno ônibus.

Saímos do ônibus felizes da vida por oferecermos um ao outro os nossos respectivos cús e agradecemos ao motorista que estava de pau duro. Provavelmente ele deve ter assistido de camarote o que estávamos fazendo.

Aproveitamos um pouco mais a parada bebendo um pouco de cerveja e ao escurecer um pouco mais, levei Kina até o metrô da praça da república para ir embora.

Ao se despedir nos beijamos e nos abraçamos prometendo um ao outro não demorarmos mais para nos vermos e consequentemente fazer novas brincadeiras gostosas como a dessa tarde.

É isso aí pessoal.

Se você gosta dos meus contos eróticos aqui no site, eu peço que se cadastrem e comentem gostei. Pois só assim terei motivação e prazer para vir aqui e contar novas historinhas.

BEIJOS DO SEU PUTINHO SAFADO DA NET.

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Comentários

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Muito bom primo!Nunca fui numa parada gay deve ser muito bom.Conto gostoso ler.E que troca troca gostosa de vocês.me deixou louco de tesão.

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Legal, acho que nunca li por aqui um conto que envolvesse a parada gay de S.Paulo.Gostei muito!

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