loucuras da minha vida 21 (sucumbido à tentação, fazendo arte)

Um conto erótico de laura vet
Categoria: Heterossexual
Contém 715 palavras
Data: 14/04/2014 13:15:52

Bruno era tão grande, que precisei fazer cesária de novo, resultado, 30 dias sem sexo! Bom, pra não deixar Marcos na mão, virei uma boqueteira de 1ª!

No dia que tive alta, logo após amamentar meu filho, Marcos me abraçou e me beijou com paixão, me sentei na cama, era início de dezembro muito calor, ele estava de samba-canção, eu a baixei, dei uma lambida em seu pau ainda mole que já deu sinal de vida!

_ Amor, tá safadinha! Mas você ainda não pode!

_ Eu fiz uma cirurgia abdominal, não na boca!

Ao dizer isso, seu pau cresceu mais um pouco, chupei até fazê-lo gozar!

Sempre que podia eu dava uma chupadinha nele, cada vez com uma surpresinha diferente! Calda de chocolate, geléia de morango, chantilli, leite condensado e outros. Depois da retirada dos pontos (8 dias) ele passou a me chupar também. Foi no 18° dia que ele disse:

_ Hoje eu vou querer sorvete de creme (nosso favorito)!

Dica: o sorvete deve ser tirado com antecedência, derreter um pouco, depois batido com uma colher pra ficar bem cremoso!

Marcos pegou uma colher e despejou em cima dos meus seios e barriga, mesmo com ela ainda feia, um pouco flácida deixei, ele não parecia se importar com isso! Ele me lambeu inteira, chupou meus seios:

_ Tenho que concordar com meu filho, é muito gostoso!

_ É gostoso mas é dele! _ Disse brincando pois sabia que ele não iria ficar lá mamando!

Logo ele se serviu em minha xaninha, debaixo para cima, ele começou a sugar o sorvete, dando uma atenção especial ao grelinho onde passava a língua de um lado para o outro suavemente! Colocou mais e começou movimentos como se beijasse minha boca, enfiava a língua na minha buceta, voltava em meu grelinho, sugava, apertava, mordiscava, punha mais sorvete, a sensação do gelado com o quente da boca me dava muito tesão!

Ele só parou após eu gozar 3 vezes! Aí foi minha vez! Derramei o sorvete em seu peitoral, deixando boa parte em seu umbigo, comecei a lamber todo seu tórax subindo pelo pescoço até a ponta de uma orelha e dava uma mordidinha, descia de novo até o umbigo, sem mexer nele e subia de novo repetindo o processo terminando na outra orelha, fiz isso algumas vezes, na última a cabeça de seu pau já estava na altura do umbigo. Suguei o sorvete derretido e servi mais. Eu lambia o sorvete do umbigo passando a ponta da língua na cabeça do pau até terminar tudo, finalmente servi em cima do pau, ele estava tão quente que derretia e escorria até as bolas, que foi por onde comecei. Colocava uma depois a outra na boca sugando com suavidade, sua pica latejava de tesão, coloquei mais sorvete e subi lambendo, ele segurou minha cabeça e forçou contra sua pica e lá fiquei eu chupando no ritmo por ele comandado! Até que num certo momento ele disse ofegante:

_ Não aguento mais!

Achei que ele ia gozar, mas não, ele soltou minha cabeça, segurou meus braços, girou meu corpo me fazendo deitar na cama, se posicionou entre minhas pernas, colocou o pau na frente da minha bucetinha e começou a colocar devagarzinho, com muito cuidado! Meu tesão recolhido há dias me fazia vibrar! Ele entrava e saia lentamente, gemiamos baixinho e trocando juras de amor até gozarmos ao mesmo tempo!

Ficamos na cama, toda melada de sorvete, recuperando o fôlego, levantamos, tomamos banho juntos com muitas carícias, mas quando seu pau começou a subir de novo, escuto o som do chorinho de Bruno! Saí correndo, enrolei uma toalha no cabelo, outra no corpo e fui amamentar meu filhote!

Quando voltei, Marcos estava deitado com um enorme sorriso:

_ Como pode, minha esposa sai correndo, me deixando de pau duro pra deixar outro homem chupar seus peito e eu acho natural e termino na punheta!

_ Ooooh dó! Vida de pai é assim mesmo!

_ Te amo!

_ Também te amo!

No dia seguinte, liguei pra minha médica, contei o ocorrido, ela me perguntou se tinha sentido dor, disse que não, então ela disse que se sentisse alguma coisa era pra eu ir ao consultório dela, mas me deu um esporro pra não fazer de novo! Mas quem disse que consegui!

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