Retiro, Um conto de Incestos

Um conto erótico de Marujá
Categoria: Heterossexual
Contém 12479 palavras
Data: 06/04/2014 23:08:47
Última revisão: 14/06/2014 13:19:48

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[ ROBERTO]

A vida é capaz de nos surpreender sempre. Me chamo Roberto, 36 anos, tenho uma esposa da mesma idade, Karina e duas filhas adolescentes, Raíssa a mais velha, e Sandra, a mais nova.

Recentemente resolvemos tirar férias em família, atendendo a pedido de um primo, acabei optando por levar a família pra um retiro, uma especie de comunidade isolada. Era quase como um condomínio, onde eles tinham algumas regras próprias, eu não sabia que regras eram estas, mas nem me incomodei em perguntar, sabia que estávamos indo pra uma especie de sítio.

Para entrar na comunidade era preciso uma autorização, meu primo nos esperava na entrada da comunidade, garantindo nossa entrada. Quando chegamos lá, era mais ou menos como eu esperava, 2hs de estrada de chão e as casas eram cerca de 500 metros longe uma das outras, no caminho meu primo tentava explicar um pouco o que era a comunidade, explicando que eles eram auto suficientes, que tinham suas próprias escolas, creches. Com exceção dos hospitais, falava com empolgação das cascatas e piscinas naturais da região.

Para nos acompanhar, ele pediu 5 dias de descanso na comunidade, afinal, cada família tinha suas obrigações, era como uma cooperativa, onde todos trabalhavam para o sustento de todos.

Quando chegamos na casa, fomos muito bem recebidos. Era uma casa boa, bem espaçosa, a Mulher do meu primo nos esperava na porta, juntos com seus filhos. Daniel e Sara, aparentando a mesma idade das minhas filhas.

Passamos o dia conhecendo a casa e o lugar próximo, e aprendendo seus hábitos, o banheiro e o chuveiro eram fora de casa, ambos separados. O chuveiro era bem rudimentar, um cercado, onde quem estava do lado de fora, poderia ver a cabeça de quem estivesse tomando banho, e dependendo da altura, quem sabe até um pouco mais. A água era fria, mas meu primo me garantiu que isso não seria problema, pois fazia calor o tempo todo.

No dia seguinte já veio a primeira surpresa, meu primo nos convidou pra ir em uma reunião de confraternização que aconteceria em um recanto natural, porem ele nos alertou que o povo da comunidade era bastante liberal a respeito de certas coisas, ele nos disse que era bem provável que algumas mulheres usassem só a parte debaixo do biquíni.

Claro que eu fiquei surpreso, apesar de eu e minha esposa não termos nenhum tabu sexual, pois já havíamos feito muitas visitas a casa de swing antes. Mas eu não sabia o quanto nossas filhas estariam abertas a isso. Mas verdade elas adoraram a novidade. Estavam mais preocupadas como bronzeado que qualquer outra coisa.

Em pouco tempo, Karina e Raíssa já estavam enturmadas com Sara.

[SANDRA]

Estranhei quando chegamos, não era bem oque eu e Raíssa queríamos, por nós tínhamos ido pra praia como todo ano, mas era algo novo e fomos bem recebidos, Sara era muito gente boa, e Daniel era bem gatinho.

Quando o primo do nosso pai disse que as mulheres faziam topless, não achamos ruim, nós mesmas já tínhamos feito, mas claro que nosso pai nunca soube disso. Fomos com Sara escolher alguns biquínis que ela ia nos emprestar, tudo ali era feito na região, e ela não tinha muita coisa diferente, ela era um pouco maior que nós, e tive que escolher um que tapasse bem a minha xana, a parte de cima não ia precisar mesmo.

Quando chegamos no local, era realmente lindo, existiam um lago que recebia água de uma cachoeira, e em torno dele era todo forrado de um gramado bem verde, cheio de quiosques bem construídos ao redor. Era um paraíso, ao longe sentia-se o cheiro da carne sendo assada, e pessoas tomavam banho no lago, a comunidade não era grande, tinha cerca de 35 pessoas lá no momento, e fomos apresentados a todas.

Não demorou muito pra que Sara nos convidasse pra tomar banho no lago, sempre fazia calor por lá, esperamos pra ver se Sara ia entrar sem a parte de cima, como outras mulheres já estavam fazendo. E foi o que ela fez, e fomos atrás, orgulhosas do que tínhamos pra mostrar.

[ROBERTO]

O lago da comunidade era coisa de outro mundo, Karina ficou ao meu lado, mas as meninas logo desapareceram da minha vista, eu só podia pensar no cheiro da carne, e logo apareceram algumas cervejas, umas das poucas coisas que entravam de fora na comunidade, mas de forma bem controlada.

Depois de ser apresentando formalmente pra todos ali, resolvi entrar na água com meu primo, Karina achou melhor ficar na grama. Raissa e Sandra já estavam na água com Sara, quando me aproximei, meus olhos foram diretos nos peitos de Sandra e Raíssa, dois melõezinhos lindos e duros, a ultima vez que os tinha visto, eles ainda estavam crescendo. Sara por sua vez não ficava atrás, tinha um corpo muito bonito. Estranhei ver minhas filhas semi nuas, mas a estranheza passou logo e logo estávamos nos divertindo bastante.

[RAISSA]

Foi no mínimo engraçado ver a cara do nosso pai olhando pros nossos peitos, mas acho que todo mundo olhava pra todo mundo, eu mesma, sentia meu bicos ficarem duros quando olhava pra Daniel, eu e Sandra nos perguntávamos o quão gostoso ele era. Mas não tivemos muita coragem de chegar, ele estava sempre ao lado de Sara, tinham um intimidade muito bacana. Alias, nosso pai também comia ela com os olhos, ainda mais que nossa mãe não estava presente, e ela tinha um corpão mesmo, tinha a nossa idade, mas era um mulherão.

Depois de um tempo, tudo parecia muito natural, acho que por sermos carne nova no pedaço, recebíamos a maioria dos olhares, eu estava adorando, gostava de ver os homens babando, eu e Sandra tínhamos um corpo muito parecido, duas morenas de um metro e setenta na flor da idade. No meio de tantos olhares, era como se estar pelada, comentei isso com Sandra e rimos.

Quando a noite chegou, já nos sentíamos em casa, nos demos muito bem com Sara, era como se já nos conhecessemos a muito tempo.

Perguntei a Sara como eram os homens da região, mas ela rapidamente entendeu o recado.

-Você quer saber do meu irmão não é? Disse Sara, Sandra que estava do lado riu.

-Ele é um gostoso mesmo, eu sei. Disse Sara. Mas muito mulherengo. Só que nós somos orientados a não ter muito contato com o pessoal de fora, a menos que nossos pais deixem.

Conversamos muito, a tarde toda, e a noite finalmente chegou. A casa não era preparada para visitas, apesar de grande, não tinha muitos quartos, sendo que nossos pais ficaram no quarto que era de Daniel, e nós ficamos no quarto de Sara, enquanto Sara e Daniel, dormiam em um pequeno quarto nos fundos da casa.

No dia seguinte, a vida continuava para as pessoas que moravam na comunidade, elas tinha que cuidar da criação, da plantação e das tarefas que cada um tinha. Sandra e eu decidimos que íamos nadar no lago.

Quando lá chegamos, não havia aquela gente toda do dia anterior, a água estava uma delicia, e era muito om poder tomar banho quase sem roupa, ou até sem roupa se quiséssemos. Resolvemos sair da água e dar uma explorada ao redor, Sara tinha dito que perto da cacheira da lagoa, também tinha outra cachoeira, um pouco maior ali perto.

Achamos a cachoeira, era linda, tinha uma queda de uns 15 metros, nos aproximamos pra sentir a agua, estava bem gelada, a medida que nos aproximamos, dava pra ver que por trás da queda existia um vão, que fazia uma pequena curva, o barulho era alto e resolvemos explorar aquela pequena caverna.

Eu estava na frente, quando o que eu vi, me fez parar e dar 2 passou pra trás. Sandra quis saber o que era, e fiz sinal pra ela não fazer barulho. Lá estavam, Sara e Daniel.Sara com as mãos apoiadas sobre uma pedra, totalmente nua, e Daniel estava atrás, metendo nela, ficamos chocadas, uma olhando pra outra, sem saber se ficávamos olhando, ou se interrompíamos. Sara gemia e se contorcia, Daniel tinha um pau razoável, nem pensei em me mexer dali, passado o susto, eu estava gostando de ver e acho que Sandra também.

Foi quando fomos surpreendidas, o primo do nosso pai, que chamávamos de tio, apareceu por trás da gente.

Foi constrangedor, Sara e Daniel se deram conta do ocorrido, e por alguns segundos, um clima estranho ficou no ar, acho que todos estavam envergonhados, até que o Tio resolveu falar.

-Sinto muito meninas, que vocês tenham que ver isto, isto é uma coisa que eu esperava não ter que falar pra vocês. Vocês sabem que temos algumas regras próprias aqui na comunidade, também temos algumas coisas em comum, e por esta razão que fundamos esta comunidade, uma das coisas que pregamos aqui, é sexo livre, isso inclui incesto. Eu sei que isso vai parecer muito errado pra vocês, mas pra nos, é algo relativamente simples.

-Nosso pai não sabe?

-Não, eu esperava que isso fosse passar desapercebido.

-Eu não sei quanto a Sandra, mas se é isso no que vocês acreditam, eu não tenho nada contra, na verdade, acho mais curioso e estranho.

-Incesto quer dizer, que é irmão com irmão, não é? perguntou?Sandra.

-Pode ser com qualquer membro consanguineo, irmão, irma, filho, tia, pai…

-Pai também???? você e Sara???

-Sim, as vezes. A única regra que temos, é que tem que ser consentido e nunca com criança.

-Tô besta tio.

Por um instante esqueci que estava de topless, e não conseguia tirar o olho do pau de Daniel, que ainda estava duro, fiquei com medo, estávamos ali no meio do mato, com 3 pervertidos. Mas aos poucos, com as conversas fomos ficando mais a vontade. Era algo estranho pra gente, muitas perguntas surgiram. Tipo, como foi a primeira vez, etc.

-Eu não consigo imaginar nosso pai sentindo tesão pela gente. Eu disse

-E porque não? vocês são muito atraentes. Pra um homem sentir tesão por uma mulher, ela só precisa despertar tesão nele. A questão é, vocês querem que ele sinta tesão por vocês ou não, são sempre as mulheres que estão no comando.

-Bom, antes de hoje eu nunca pensei nisso.

-Não estou dizendo que vocês devam fazer isso, mas eu não o culparia por isso. São situações diferentes, meus filhos foram criados assim. Sexo pra gente é uma forma de carinho, como um abraço mais demorado.

-Bom, eu e Sandra vamos tomar um banho de lago agora.

-Só peço que vocês não contem pro seu pai o que viram aqui, ele pode ficar muito bravo se ouvir da boca de vocês, vou pensar em um modo de dizer a ele.

Nos afastamos, totalmente surpresas

-O que você achou Sandra?

-Que o pau do Daniel é muito gostoso.

-hahaha, não é bem disso que estava falando, mas tenho que concordar.

-Você já pensou no nosso pai sentindo tesão pela gente?

-Não, mas agora eu estou confusa, lembra como ele olhou pros nossos peitos? será que era tesão?

-Não sei, pode ser, pode não ser. Você não esta pensando bobagem né?

-Sei lá, mas se eu tivesse um irmão como o Daniel, dava pra ele todo dia;

-Hahahaha, você é uma tarada Sandra.

[ROBERTO]

Já era quase hora do almoço, e as meninas tinham sumido, Karina me disse que elas iriam tomar banho no lago. E lá estavam elas, quando vi aquela agua não resisti, pulei no lago, dez minutos a mais ou a menos não ia atrasar o almoço.

-Oi pai.Falou Sandra

-Gostaram de fazer topless então?

-E não é bem melhor?

-Eu não sei, acho que eu ficaria constrangido no lugar de vocês.

-Só que você disser que nossos peitos são feios.

-Não foi isso que eu disse, só que eu me sentiria nú. Mas tudo bem, só vim chamar vocês pra almoçar.

-Ta bom. Disse Sandra. Então pega nossas calcinhas lá na beira do lago.

-Não acredito que vocês estão peladas?

-E o que tem pai? você ta vendo alguma coisa? não, então da no mesmo.

Quando saí do lago pra pegar a parte de baixo do biquíni, Sandra vinha logo atrás, como uma deusa saindo do mar, depois que as meninas cresceram, eu nunca mais as tinha visto nuas. Enquanto segurava sua calcinha na mão percorri seu corpo com os olhos, algumas coisas não da pra se fazer de cego, Sandra era uma bela mulher, peitos firmes e robustos, cintura fina e quadril largo, cochas grossas, mulher que despertaria desejo de qualquer homem. Mas o que mexeu comigo foi ver sua buceta. Totalmente lisinha e raspadinha, com um grande sorriso no meio. Sem jeito entreguei a peça de roupa pra ela.

-Que foi pai? viu um fantasma?

-To vendo sim, minha filha pelada na minha frente.

-Ai pai, la vem você de novo, relaxa. Se eu não estou com vergonha, não sei porque você esta.

[SANDRA]

Depois do almoço, nossos pais combinaram de ir ao lago, conhecer a tal cachoeira que falamos, David e Sara iriam terminar seus afazeres no campo e depois iriam pra lá. A mulher do tio ia nos acompanhar até lá. Inventei uma desculpa qualquer pra ir depois, queria resolver uma questão antes.

A casa estava quase vazia, apenas o tio descasava na sala, tomei um banho e coloquei um vestido, era a melhor roupa a se usar diante daquele calor todo.

Fui até a sala pra conversar um pouco com o tio.

Puxei alguns assuntos sem importância até criar coragem pra peguntar aquilo que queria saber.

-Tio, sobre aquele assunto que conversarmos na cachoeira. Você acha mesmo que meu pai poderia sentir alguma coisa?

-É como eu disse, Sandra. A questão é, você quer que ele sinta? Você é uma menina irresistível, por mais que um pai ame a sua filha, ainda é um homem, e pode ser tentado.

-Eu não sei se teria coragem, eu queria só saber mesmo. O que você acha que eu podia fazer?

Eu não devia fazer isso, mas vou te ajudar, espero que isso não sai daqui.

-Bem, como você se veste em casa?

-Normal, nunca reparei, mas acho que normal.

-Então comece por aí, tente uma saia mais curta que essa, use blusas com decote, de preferência transparente, você tem peitos lindos, e não use soutiem.

-Mas e minha mãe vai achar estranho.

-Então faça isso soh nas horas que ele estiver em casa.

-Use bermudas curtas, que mostrem um pouco da sua bunda, e calças legging que deixe bem amostra sua buceta.

-É, acho que vou tentar isso.

-Outra coisa importante, é comportamento, você tem que mostrar o que você tem. Por exemplo, com esta saia, o que você faria pra chamar a atenção dele?

-Não sei, talvez cruzar as pernas na frente dele.

-Não, muito errado. Fica em pé aqui na minha frente que eu vou te ajudar.

Fiquei em pé na frente dele, ele estava sentado, segurou na minha cintura e me puxou pra perto, meu coração gelou, não sabia o que ele ia fazer. Ele deu uma olhada, como quem esta analisando uma situação e disse:

-Olha, esta sua saia é muito comprida, mas a gente pode fazer uma coisinha.

Ele puxou um pouco minha saia pra baixo, de modo que ficou a alça da minha calcinha aparecendo.

-Melhorou. Homem sente prazer no que vê, e no que esta por ver, ao ver uma parte da sua calcinha, certamente ele vai imaginar como é o resto.

-Agora comportamento. Vamos fingir que eu sou seu pai. Eu estou sentado aqui no sofá e você quer chamar minha atenção, o que você faz?

- Eu sento do seu lado e converso?

-Não, claro que não. Por exemplo, se ele estiver assistindo TV, você vai até o lado da TV e finge pegar alguma coisa. Agora vá até ali na comoda e me mostre.

Caminhei até a comoda tentando ser sexy e fingi pegar alguma coisa.

-Como fui?

-Não muito bem, lembre, você tem usar as armas que você tem, no caso agora, sua saia comprida, que não ajuda muito. Vá até la de novo...ótimo, agora finge que tem alguma coisa no chão e pega… . não assim, você tem que ser sensual, vou aí te mostrar

Ele me pediu pra ficar de joelhos, que assim minha saia ia levantar um pouco, e isso ia chamar a atenção com certeza.

-Isso, agora eu vou no sofá e você faz como te ensinei.

Fiz como ele me pediu, mas quando fiquei de quatro me senti vulnerável, olhei pra trás pra saber se ele ainda estava lá, se não tinha levantado. Me senti uma vadia, mas também me senti com poder nas mãos, se pode se dizer assim.

-Ótimo, o que você acha que ele iria fazer?

-Não sei, talvez fazer algum comentário, dizendo que minha saia estava um pouco curta.

-Então tá, volta la que vou falar alguma coisa, vamos ver como você reage.

Voltei lá e fiz de novo, tinha a impressão que minha bunda toda estava aparecendo, então o tio falou, fingindo ser meu pai.

-Sandra, minha filha, estou vendo sua bunda daqui, isso são modos.

-Ai, pai, não pega no meu pé, estou procurando um negócio importante, você nunca viu minha bunda de certo?

-Muito bom Sandra, você não pode entregar o jogo de primeira, finge que não é com você e que seu comportamento é normal, vamos continuar.

-Outra coisa que você pode fazer, é por exemplo se fingir de descuidada. Me mostra como você faria se seu pai estivesse aqui no sofá e você fosse sentar no chão da sala pra ler um livro, ou fazer uma tarefa por exemplo, usando esta saia? Me mostra.

-Não, errado. Não sente de costas ou de lado, sente de frente, mas não abra totalmente a perna, deixe só um pouco da calcinha aparecer, ele tem que fazer um esforço pra encontrar o premio. Me mostre.

Fiz como ele pediu, sem abrir muito as pernas.

-Muito bom, você aprende rápido. mais uma coisa, essa é sem duvida a mais forte. Eu sou seu pai, e estou entrando na sala, o que você tem a fazer é deitar no sofá e fingir que esta descansando, o jeito que você vai ficar que é a chave do segredo.

Ele me pediu pra ficar de bruços no sofá, e deixar uma perna levemente flexionada, pra me mostrar, ele segurou pela parte interna da minha cocha, e arrumou minha perna, senti um calor percorrer o meu corpo, e meu coração disparar. Empina a bunda, ele disse, passando a mão por baixo do meu ventre e erguendo, quase tocando minha xana, enquanto a outra mão segurava minha coxa no lugar.

-Bom, agora eu sou seu pai, e vou chegar na sala, você finge que dorme....

-Sandra, acorde filha, ele falou colocando a mão no meu ombro. Virei e olhei pra ele.

-Não, não eh isso que você deve fazer, você tem que dar um tempo pra ele poder olhar sem culpa, e pode ter certeza que ele vai conferir. Vamos de novo.

Desta vez fiquei quieta. Ele chegou e colocou a mão no meu ombro e balançou. - Sandra, acorde. Papai quer falar com você, continuei na minha, estava nervosa, la com a bunda empinada, mas fiquei com tesão quando imaginei que era meu pai lá, olhando pra minha bunda. -Acorda querida, eh o papai. Continuei imóvel, fez-se um momento de silencio e ele falou.

-Olha, minha filhinha esta dormindo, acho que vou cobri-la.

Mas invez disso senti minha saia levantar e sua mão tocou minha xana, menti pra mim mesmo que foi sem querer, mas na minha imaginação era meu pai ali. Senti sua Mao abraçar minha xana, e depois puxar minha calcinha de uma só vez. Fui tomada pelo panico, olhei pra trás e disse:

-Que isso tio???? Mas não consegui mexer nada alem da cabeça, em um instante ele já estava sobre as minhas pernas com o seu pau pra fora.

-É o papai querida, você esta indo muito bem.

Quando pensei em falar alguma coisa, ele estava com a língua na minha xana e as palavras não saíram, invez disso empinei ainda mais minha bunda pra ele e cai na fantasia.

-Então me come papai. Ele me colocou de quatro e começou a meter e a falar coisas que me deixavam ainda mais exitada.

-Então agora você já sabe, quer que o papai coma sua bucetinha?

-Sim, come.

-Come o que filhinha

-Come minha bucetinha.

-Então geme pro papai, mostra que você esta gostando.

Eu gemia feito uma prostituta, sentia ele entrando e saindo, hora rápido, hora devagar, e as vezes parecia que ele crescia ainda mais dentro de mim, depois de me comer bastante de quatro, ele me colocou sentada com as pernas bem abertas, e começou a me chupar, era delicioso, me sentia sendo comida literalmente.

-Sua buceta é linda, e deliciosa ele falou, ainda melhor que de Sara. Ele abriu minhas pernas e voltou a meter, enquanto chupava meus peitos.

-Seu pai vai adorar te comer, pode ter certeza. Ele tirou da minha xana e levou na minha boca, enfiava tão fundo na minha garganta que as vezes me afogava. Fiquei pensando que se meu pai me visse ali ali naquela hora ia me achar uma vadia, porque era o que estava parecendo. Ele ainda me colocou de quatro, as vezes no braço do sofá, ou no chão varias vezes. Eu já estava cansada, minha xana estava inchada e minha bunda ardida de tantos tapas.

-Vou te ensinar uma coisa que teu pai vai adorar, alem de comer teu cuzinho.

Ele colocou seu pau na minha boca e pediu pra eu segurar chupando máximo de tempo que eu pudesse, ele deitou minha cabeça no braço do sofá e meteu seu pau inteiro na minha boca, eu podia senti-lo na minha garganta, nem eu achei que pudesse engolir tanto, ele fez isso três vezes, e na terceira ele gozou e segurou minha cabeça, não pude fazer muito, a não ser engolir tudo. Ele me olhou com satisfação e disse que agora eu estava preparada.

Não consegui dizer nada, fui direto me limpar antes que alguem chegasse, adorei a transa, nem me importei por ele ser mais velho, e agora eu tinha certeza que eu queria dar pro meu pai também.

[ROBERTO]

Só faltava estar ali Sandra, ela não sabia o que estava perdendo,a água parecia cada dia mais agradável, eu estava adorando, muitas jovens com seus peitos durinhos de fora, mas o corpo mais gostoso era sem dúvida do de Sara, suas curvas eram perfeitas e sinuosas, sua pele uniforme e jovem, eu tinha que me conter pra não ficar com o pau duro, apesar de Karina ser muito liberal, ela detestava que eu sentisse prazer com alguem mais jovem que ela.

Meu primo, fazia questão de ressaltar o quanto ela era perfeita, mas pra quem eles deslizava os olhares era pra minha filhas, mas acho que todos os homens comeriam elas se tivessem uma chance, alem de serem bonitas, também eram carne nova.

Resolvi nadar um pouco perto de Sara, pra ficar mais próximo daquela belezura, além de bonita, era esperta e muito simpática. Sara tinha a idade da minha filha mais nova, mas parecia bem mais, já era uma mulher formada, sempre que dava olhava pra sua buceta e tentava imaginar como era. Parecia bem lisinha, da forma como sua seu biquíni colava nela.

Depois de um tempo Sandra apareceu, se juntou-se a nós na água, assim como Raíssa. Fiquei por mais dez minutos, e resolvi sair da agua pra tomar uma cerveja. Sentei no gramado sozinho, acho que só nós estávamos de ferias mesmo, porque o lago estava vazio.

Sandra veio logo atrás, ajeitou a toalha logo a minha frente, e deitou-se pra pegar um sol, me peguei olhando pra Sandra, o primeiro pensamento que tive, foi que sua bunda parecia maior, sua buceta estava reta na minha visão, e não tive como não lembrar da cena do dia anterior, quando ela estava nua na minha frente. Tentei afastar os olhos, mas não dava, estava muito na minha frente pra deixar de ver.

Derrepente quem aparece do meu lado foi meu primo, a primeira coisa que ele fez foi grudar os olhos na bunda de Sandra, me senti desconfortável de ficar ali com ele olhando pra buceta dela. Podia apostar que ele estava pensando em como seria bom comer aquela bucetona.

Inventei qualquer desculpa pra sairmos dali. Vamos olhar pra sua filha,não pra minha. pensei.

A tarde passou rápido de mais, e a noite logo veio, nos reunimos na sala pra contar histórias, já era tarde quando o pessoal começou a ir dormir.

[RAÍSSA]

Não acreditei quando Sandra me contou o que rolou la na sala, mas com a riqueza de detalhes que ela deu, meu tesão ficou enorme. Acho que ela estava decidida a dar pro nosso pai, estava tão exausta que logo estava dormindo. Como eu estava sem sono, fui até a varanda pra ler um pouco. Depois de alguns minutos lá, Sara apareceu e disse que tinha uma surpresa pra mim. Fomos até o quarto dela, Daniel estava lá, no chão do quarto tinha uma garrafa de uísque. Sara disse que era difícil conseguir uma destas e me convidou a beber com eles. Foi a primeira oportunidade que tive de conversar melhor com Daniel, ele era bem tímido e a conversa não foi fácil.

Quando vi, Sara já estava de calcinha e soutiem, ela disse que era assim que ela dormia, Daniel estava sem camisa, e de bermuda.

Depois de alguns copos, a conversa de sexo apareceu, o assunto principal era o incesto. Eu quis saber quando começou. Sara respondeu.

-Bom, o assunto nunca foi tabu aqui em casa, a diferença é que quando descobrimos a sexualidade, as coisas acontecem na pratica, primeiro meu pai ensinou pra mim e minha mãe pro Daniel.

-Seu pai tirou sua virgindade?

-Sim, e até agradeço que foi ele, porque ele fez com carinho sem me machucar.

-Mas meu mano também é carinhoso. Sara falou pegando no pau dele por cima da bermuda.

-Relaxa Raíssa, Sabe o que deixa vocês envergonhados? a Roupa. Quando se tira a roupa e fica a vontade, vem a liberdade.

-Eu não consigo.

-Mentira, ou vai dizer que você não se sentiu a vontade na lagoa, quase nua.

-Senti, mas é porque eu estava sendo igual a todo mundo lá.

-Aqui também, pra provar eu e o Daniel vamos tirar a roupa primeiro

Sara puxou a bermuda de Daniel, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, seu pau pulou pra fora, quase duro já, eu não tinha perdido a razão, mas a bebida já tinha me deixado mais solta e comecei tirando a blusa.

-Deixa que eu tiro a calça disse Sara. Concordei, por que não.

Olhei pro pau de Daniel, e minha mente já estava no automático, quando dei por mim, estava de joelhos em frente a Sara, e ela baixando minha calça.

-Esta sem calcinha,sua safada. Sara falou em tom de deboche.

Procurei Daniel a minha frente e não vi, só senti uma cutucada na minha bunda, dei um gritinho de surpresa e logo senti as suas mãos na minha cintura, e sua respiração no meu pescoço, ele deu uma estocada forte, seu pau entrou de uma vez, o que me levou a dar outro gritinho. A única coisa que consegui falar, com a voz já tremula, foi, oque você esta fazendo Daniel. A resposta veio seca.

-Fica de quatro.

Achei muito grosseiro, mas ele já estava dentro de mim e obedeci, Daniel metia forte, parecia uma criança se lambuzando com doce. Sara, disse que ia no banheiro, e saiu só de calcinha mesmo. Daniel já estava a uns dez minutos me pegando de quatro, não estava sendo tão bom quanto imaginei a princípio. Foi quando ouvi a porta abrir, Sara voltou. pensei.

[ROBERTO]

Já era bem tarde, e eu já estava adiando minha ida ao banheiro a horas. Como era chato ter que sair la fora pra estas coisas, mas era preciso. Karine já estava no quinto sono.

Naquele fim de mundo, a noite a escuridão era realmente densa, eu nem lembrava mais onde era o banheiro, e eu não ia ficar procurando também, procurei um lugar ali por perto mesmo.

Na volta pensei ter ouvido a voz de uma das minha filhas, o único lugar com luzes acesas era, no quarto dos irmãos do meu primo, de qualquer forma, resolvi dar uma passada e ver se estava tudo bem.

Ao me aproximar ouvi gemidos, e fiquei confuso alem de curioso, sempre gostei de assistir uma foda, as vezes até da minha esposa, nas trocas que fazíamos. Eu só não esperava que ao abrir a porta, fosse ver minha filha Raíssa.

Daniel estava montado nela, como um animal, ambos de costas pra mim, não perceberam minha chegada, olhei atordoado por alguns instantes, minha filha de quatro sendo metida daquela forma, aquilo me gelou a alma.

Mas o que é isso Raíssa??? No momento que falei, ela levantou tão rápido que o guri caiu pra trás, ela tentou achar suas roupas mas não conseguiu. Suas palavras não saiam de sua boca, e o guri, não tinha boca pra nada. Eu estava a ponto de dar um cascudo em Raíssa e manda-la pro quarto, quando Sara chegou.

Não entendi a razão de ela estar só calcinha, mas foi ela quem tomou a frente da situação.

-Me desculpe seu Roberto, a culpa foi minha, eu que chamei Raíssa aqui.

-A culpa não é sua querida, ninguém dá a buceta se não quiser, desculpe o palavreado.

Sara, me serviu um pouco do uísque que estava no chão e pediu pra me acalmar.

-Por favor seu Roberto, se acalme, se meu pai ficar sabendo o que houve aqui, ele não vai gostar nada, e vai nos punir. Sara fechou a porta do quarto.

-Vamos conversar, com calma. Nós quatro.

Raíssa ainda estava no canto, coberta, assustada, eu tinha sentado sobre sua roupa, e o rapaz, parecia não se importar em se vestir. Sara sabia como deixar um homem calmo, eu já tinha a visto semi nua na lagoa, de biquíni, mas uma pela diferente já era suficiente pra mudar todo o contexto. No lugar de um simples biquíni, ela usava uma calcinha minuscula, que se fosse mais transparente não precisava existir. Depois que fechou a porta, ela se aproximou de mim, de forma que minha visão ficasse bem rente a sua buceta.

-Sentou do meu lado e disse:

-Por favor seu Roberto, não conte pro meu pai, e não brigue com Raíssa. Ela falou, levantando uma das pernas.

-Não sei, eu ainda estou chocado com o que vi.

-E o que você viu? duas pessoas fazendo sexo, eu achei que você não fosse quadrado, aquele homem que falei na lagoa, agora parece um velho cheio de preconceitos.

Aquilo foi um tapa na cara, ela estava certa, logo eu, que sempre me achei tão liberal, aquilo acabou me acalmando, mas eu queria ficar ali, olhando pro meio das pernas dela.

-Então? Ela falou. A gente pode chegar em um acordo? Ao mesmo tempo que afastava sua calcinha pro lado com a mão. Meu pau ficou visivelmente duro, e meu coração disparou.

-Quem sabe, Sara.

-Seu amigo já tinha dito que sim, ela falou pegando no meu pau. Mas agora eu tenho uma condição. Pra você aprender a não ter preconceito, tem que ser aqui, na frente da sua filha, com meu irmão comendo ela.

Aquilo foi mais um tapa na cara

-Tudo bem Raíssa, seu pai e eu já chegamos a um acordo, vocês podem continuar.

Sara levantou e virou de costas pra mim, e se curvou, seu rabo cresceu na na minha frente, e devagar ela tirou a calcinha. Depois virou pra mim e disse.

-Não era isso que você queria, ela é toda sua, mas tem que vir pegar.

Naquele momento não vi mais ninguém no quarto, só Sara e sua linda buceta. Comecei a chupar imediatamente.

[Raíssa]

Acho que se não fosse pela Sara, eu estaria perdida, fiquei atordoada, tudo que eu queria era sair correndo e me esconder pra sempre, nem me vestir eu podia, minha roupa estava do lado do meu pai. A medida que o tempo passava, percebi que Sara ia contornando a situação, ela era firme e muito hábil com as palavras, acho que isso colocou meu pai no chão. Além disso, ela soube usar muito bem sua sedução.

Não demorou e ela o tinha não mão, de joelhos no chão, lambendo sua pepeca como se nunca tivesse visto uma na vida. Ela se apoiou com as duas mãos na comoda, sua bunda ficou empinada como nunca vi ninguém fazer, suas pernas estavam retas, mas sua coluna fazia uma curva em U, deixando sua bunda bem redonda, mas sua pepeca fechadinha. A partir daquele momento fiquei fã de Sara, ela era muito atrevida, e tremendamente sensual, fiquei com vontade de fazer o mesmo.Ouvi ela dizer: - Será que a Sarinha vai ter que implorar um por um pau na sua bucetinha?.

Meu pai tirou a roupa tão rápido como nunca vi ninguém fazer, seu pinto era grande, eu pensei, a cabeça estava vermelha e parecia um cogumelo, assim que ele o colocou em Sara, ela começou a gemer, tentando não fazer muito alto, ela ergueu uma perna, e agora eu podia ver seu pinto entrando e saindo dela, enquanto ela me olhava com uma cara de satisfação, era obvio quem era o dominador lá, Sara, ela sabia o poder que tinha.

Aquilo me deixou com tesão com certeza, mas a vergonha também era grande, só quando Daniel chegou perto e colocou o pinto na minha cara, que me dei conta o que realmente acontecia, só lembro de pensar, eu não vou chupar na frente do meu pai, Mas Daniel segurou minha boca e colocou ele la dentro, segurou minha cabeça e manteve ele lá, dei uma olhada de canto de olho e vi que meu pai estava ocupado demais pra me notar.

Daniel me colocou de joelhos com a cabeça na cama, e agora eu estava de frente pra Sara e meu pai me olhou, no momento em que Daniel me deu uma estocada e eu soltei um grito involuntário. De alguma forma aquilo o afetou, porque ele deu uma estocada em Sara, que quase a jogou por sobre a cama, ele tirou de dentro dela então se virou e começou a chupa-lo, ela estava de quatro, com a bunda virada pra mim, sempre com a bunda bem empinada, mesmo que não fosse ter ninguém para pega-la por trás naquele momento. Sua pepeca estava bem vermelha agora, e inchada, talvez ela estivesse feito aquilo pra provocar Daniel, que começou a enfiar mais forte em mim. Tentei imitar Sara, e empinei minha bunda o mais que pude, como ela fazia, me senti sem jeito a principio, mas parece que minha pepeca tinha ficado mais apertada, porque eu podia sentir melhor Daniel dentro de mim.

Daniel me fez chupar mais um pouco, sentou-se no chão com as pernas abertas e eu tive que ficar agachada de joelhos, com minha bunda levemente empinada, virada para Sara e meu pai, se ele não tinha visto minha pepeca, agora isso estava acontecendo, me senti com a bunda levantada pra um estadio naquele momento, mas o uísque e o calor do momento fizeram com que tudo fosse mais fácil, era como se tudo depois pudesse ser esquecido, sem pudor depois.

Quando olhei pra trás, meu pai estava deitado, com Sara sobre ele, lhe pagando um boquete, enquanto ele a chupava, mas ele estava tao perto da minha bunda, que tinha certeza que ele estava olhando pra ela, e pro que estava no meio dela. Quando pensei nisso, senti minha pepeca escorrer, acabei empinando um pouco mais minha bunda do que eu gostaria. Mas por incrível que pareça, me senti até bem, e mantive minha bunda empinada, mas sem coragem de fazer qualquer outro movimento mais ousado. Lembrei de Sandra, e pensei o que ela faria no meu lugar mas eu não era Sandra.

Daniel me colocou de lado deitada, sempre virada pra Sara, segurou minhas pernas abertas e começou a enfiar de novo, Sara se posicionou da mesma forma, virada pra mim. Agora minha pepeca estava escancarada, o pinto de Daniel entrava e saia, enquanto via o de meu pai entrar e sair de Sara, a cabeça dele parecia maior agora, de vez em quando ele deixava escapar pra fora, e esfregava por fora da pepeca de Sara, e dava umas batidinhas nela com ele, depois voltava a colocar até entrar tudo. Sara não ficava quieta um momento, sempre falando alguma coisa como: -Come a bucetinha da Sarinha, você gosta da minha bucetinha, gosta? arromba ela então.” E ele então enfiava com mais força.

Enquanto eu sequer tinha coragem de falar aquela palavra, preferia chamar a minha de pepeca. Ainda bem que Sara era grande, pensei, e mesmo não querendo pensar, pensei também que coitadas de mim e de Sandra se fosse com a gente.

Eu até queria ficar olhando um pouco mais, mas Daniel tirou o pinto e gozou na minha barriga. Acho que quando meu pai viu sua filha gozada acabou se empolgando também, mas invez de gozar na barriga de Sara, ele levou o pinto na boca dela, que já sabia o que esperar, abriu a boca, colocou a linguá pra fora e ficou esperando.

Ela ficou muito lambuzada, não só na boca, mas no rosto todo.

-Não foi um bom trato pra todo mundo? Sara disse.

Meu pai concordou, disse que precisávamos ir antes que alguem desse falta. No caminho de volta, não dissemos uma palavra. E nem voltaríamos a falar daquela noite por um bom tempo.

Quando contei pra Sara, ela não acreditou, quis saber todos os detalhes, e ficou me pentelhando a noite toda, quando disse o pinto do nosso pai era grande ela quase teve um orgasmo.

-Não acredito Rai, sua sortuda, não é justo, era pra eu estar lá também. Isso só me deixa com ainda mais vontade.

-Você não desistiu dessa ideai ainda?

-Não.

-E por que você acha que ele vai querer fazer parte disso?

-Eu não sei, mas eu to com muito tesão Rai.

[SANDRA]

Na manha seguinte acordei e fiquei pensando e tentando imaginar as coisas que Rai me disse, me enchia de tesão só de pensar.

Depois do café, sai pra dar uma volta pela região, não se tinha muito o que fazer por ali, depois de alguns dias as coisas ficavam meio monótonas. Eu estava distraída quando senti uma mão no meio de minhas pernas, me virei assustada e vi o Tio com o pau duro atrás de mim.

-O que é isso, perguntei assustada?

-Oi querida, o titio veio te dar mais algumas dicas.

-Obrigada, mas eu vou dispensar hoje

Ele se aproximou de mim e tentou colocar a Mao nas minhas pernas de novo. Eu disse que não, que não queria.

-É rapidinho Sara, cinco minutos a gente termina.

-Já disse que não, e se você continuar insistindo eu grito.

-É? E você quer que eu conte para o seu pai o que você fez?

-Primeiro tio, que tem mais a perder é você, meu pai ia arrebentar a sua cara, e eu não vou cair em chantagem barata. E depois é minha palavra contra a sua, e você se meter a bobo comigo, eu arranco seu pau fora a mordidas.

-Calma Sara, é claro que não vou te forçar a nada.

-Acho bom. Eu não sou nenhuma vagabunda que você pode comer a hora que quiser.

Ele se desculpou e se afastou, confesso que fiquei com muito medo, mas acho que agi certo, não sou vagabunda. Logo depois meu pai acabou chegando onde eu estava e conversamos um pouco. Fiquei tentada a perguntar pra ele sobre a noite anterior, mas não tive coragem. Oportunidade melhor viria, pensei. Então ele me disse que estaríamos partindo na manha seguinte, fiquei aliviada, pois não queria um novo encontro com o Tio, eu tinha medo que ele me forçasse a fazer alguma coisa. Ainda dava pra ver a alegria dele em razão da noite anterior, e eu queria deixar ele ainda mais feliz, ficava tentando imaginar o tamanho do pau dele, baseado no que a Rai me disse. A vontade era muita, mas o que eu ia dizer, olha pai, deixa eu ver o seu pau, quero ver se é grande. Confesso que até seria engraçado ver a reação, mas eu também ficaria sem graça, ainda mais se invez de ter o que eu queria eu levasse um sermão, ou até um tapa.

Dei uma abraço gostoso nele, com cuidado pra encostar bem os meus peitos nele, mas ele me deu um abraço gostoso de volta, mas nada que mostrasse algum interesse diferente.

[ROBERTO]

A noite anterior foi inesquecível, fazia muito tempo que eu não comia uma ninfeta, ainda mais tão safadinha como Sara, colocava muita mulher madura nos pés. A parte ruim foi ver minha filha sendo fodida por aquele moleque desajeitado. Eu poderia ficar ali por mais alguns dias, pra comer Sara de novo, mas Karina deveria voltar ao trabalho, apesar que eu ainda teria pelo menos um semana de férias.

Estava de pau duro ainda, nem esperei Karina acordar, coloquei o pau na sua boca e acordei ela na marra, ainda sonolenta virei ela de costas e meti direto no seu cú, enquanto comia Karina lembrava de Sara, mas lembrava de Raíssa também, tentava pensar em sara, mas era a buceta da minha filha que vinha na minha cabeça, tão delicada, tão jovem, pensei que era um desperdício dar pra um pirralho inexperiente. Era estranho, não é coisa que um pai possa pensar, querer que sua filha seja bem comida. Desisti de tentar não pensar em Raíssa, e foi o que bastou pra eu gozar rapidinho. Enchi o cú da minha mulher, pensando na minha filha, e depois que eu gozei, aquilo me pareceu muito ruim.

De volta em casa, as coisas começavam a voltar a rotina, exceto pelo fato de que apenas minha esposa voltou a trabalhar, eu ainda tinha uma semana de férias, e as meninas mais 2 meses. Aproveitamos os dias de descanso que ainda restavam pra aproveitar a piscina, que em outras épocas do ano era muito pouco usada.

Pra minha agonia, toda vez que via as meninas de biquíni, eu lembrava de Sandra no lago,, e pra meu maior desconforto, elas adotaram a ideia de só tomar sol de topless. E quando olhava pra Raíssa, eu só conseguia me lembrar da bucetinha dela sorrindo pra mim. Cada vez mais eu percebia o quanto minhas filhas eram bonitas.

[SANDRA]

De volta em casa, eu só pensava em uma coisa, aproveitar os dias em que nosso pai ia estar em casa pra tentar alguma coisa. Andar de biquíni em casa não ia ser o suficiente. Vesti meu biquíni com a parte de cima, e coloquei uma saia, levei uns vinte minutos pensando no que ia falar e criando coragem pra tentar alguma coisa.

Nosso pai estava na sala, sem perder tempo pra não perder a coragem, sentei do lado dele e perguntei.

-Pai, quero te perguntar uma coisa, posso confiar em você?

-Claro filha, é só dizer.

-É que estou com um probleminha, meu ginecologista ta de férias e eu acho que to sentindo um caroço no meu seio, eu já fiz o teste do toque, mas to com dúvida, to preocupada.

-Você quer consultar outro ginecologista?

-Não por enquanto, eu só queria uma segunda opinião, será que você não pode ver se sente alguma coisa pra mim?

Ele ficou me olhando, sem saber bem o que dizer, e antes que ele dissesse não, eu insisti, até que ele concordasse.

-Não sei se vou ser útil querida, não sei como fazer essas coisas.

-É só tocar de leve e dizer se sente algum caroço.

Tirei a parte de cima do biquíni, ele estava muito sem graça. Peguei a mão dele e coloquei a ponta dos seus dedos no meu seio. Ele foi apalpando com a ponta dos dedos,fingindo que sabia o que fazia, e eu incentivava a continuar.

-Não tem nada filha

-Testa a consistência pai.Inventei

-De que jeito?

Peguei sua mão e puxei pra cima do meu peito, de um jeito que ele segurou meu peito todo com a mão e deu uma apalpada.-No outro também falei, me diz se eles estão iguais

Era engraçado ver o quanto ele estava nervoso e sem jeito, me senti no poder, agradeci, lhe dei um beijo rápido no rosto e sai fora, enquanto ele fazia uma cara, de: “Ei espera, espera, deixa eu entender.”

No fim do dia, Raíssa propôs um jogo de cartas, sentamos no chão da sala pra jogar, decidi aproveitar algumas dicas do tio, testar o que funcionava melhor, e ficar atenta as reações do nosso pai. No começo estava todo mundo relaxado, estava calor e Raíssa usava uma bermuda feita por ela mesma de uma calça legging, nosso pai estava a vontade com uma regata e uma bermuda confortável, enquanto eu tinha escolhido a dedo uma bermuda bem curta e larga, cheio de pequenas flores, por baixo uma calcinha rosa bem simples, mas eu acho que ele ia gostar mesmo assim quando visse.

Eu me divertia jogando, e mais ainda vendo a reação sem jeito do nosso pai, hora eu ficava de pernas cruzadas, hora abria as pernas e balançava, certamente ele via minha calcinha pelo vão da bermuda, que cuidadosamente eu direcionei a ele, com o cuidado de deixar as cartas no meio das minha pernas, pra que ele pudesse dar uma espiada sem culpa. Raíssa também roubava a atenção com aquela bermuda colada, mas acredito que ela estava inocente naquele momento. Fiquei atenta ao volume da sua bermuda, mas ele mantinhas as pernas bem cruzadas, porem seus olhos acompanhavam cada movimento da minha, eu já tinha puxado tanta minha bermuda pra cima que era possível ver minha xana dividindo a bermuda, e essa era a ideia, eu queria me sentir gostosa e desejada, mas também sentia muito medo das consequência que eu não sabia quais eram até o momento.

Depois de algum tempo, Raíssa teve que sair do jogo pra tomar banho, aproveitei pra conversar com meu pai sobre um assunto que a muito me deixava curiosa, resolvi ir direto ao ponto.

-Pai, a Raíssa me contou o que aconteceu no outro dia com vocês. Ela disse que você transou com a Sara na frente dela. E não acredito que você foi capaz de trair a mamãe assim na nossa frente.

Surpreso com o questionamento ele disse:

-Eu sinto muito querida, não queria envolver vocês nisso, aquele foi um momento de fraqueza meu. A Rai te falou que eu peguei ela transando com o rapaz, não foi. Fiz que sim com a cabeça. Fui seduzido por Sara sim, me envergonho disso. Ela tinha um corpo jovem e bonito, e estava seminua se insinuando pra mim. Me desculpe querida, e por favor, não conte pra sua mãe, por favor.

-Então quer dizer que o paizinho gosta de um corpo jovem, hahahah. Achei engraçado pai.

-Qualquer homem que diga que não é um hipócrita filha.

-A Sara realmente era muito bonita, foi bom pelo menos, espero.

Você esta me deixando sem jeito Sara, isso não é assunto que se converse com uma filha.

Claro pai, transar na frente da filha não da nada, mas conversar é pecado. Falei com coragem, mas esperando uma repreensão, mas ele ficou quieto, refletindo por alguns segundos. E falou.

Você tem razão filha, não estou sendo um bom exemplo pra vocês, e respondendo a sua pergunta, foi bom sim.

-E não foi estranho fazer com a Rai ali do seu lado?

-Você sabe que vocês duas são minha princesas, me chocou ver uma de minhas filhas ali, daquele jeito, até então eu não tinha percebido que vocês cresceram, se eu pudesse escolher não teria sido desse jeito.

Eu ainda estava com as pernas abertas, com as cartas no meio das pernas, peguei uma carta pra colocar no jogo, bem lentamente, sabendo que seus olhos não ia estar realmente nas cartas e falei.

-Pai, eu queria te pedir uma coisa, mas estou sem graça de falar.

-Se você não falar não sei se vou poder ajudar.

-Quando a Rai me contou essa historia, eu fique muito curiosa com uma coisa, ela me disse que o seu pinto era bem grande, é verdade?

-hahahaha, sou obrigado a rir Sandra, cada palavra que sai da sua boca me surpreende. Bom, mas já que chegamos nesse assunto, não vou fugir. Acredito que Rai, assim eu espero, não conheça muitos pra fins de comparação.

-Você enrola e não responde, deixa eu ver que eu digo se é ou não.

-Ta doida filha? que tipo de pai seria eu?

Claro, eu já tinha criado coragem pra puxar o assunto e não ia desistir fácil assim, tive que apelar pra uma voz mais meiga, e insistente, enquanto balançar de leve as pernas, abrindo e fechando.

-Por que não pai, vai, deixa. Eu só quero ver, a Raissa já viu, por que eu não posso?

Ele parou pra pensar por segundos, e antes que ele decidisse, fiz uma carinha de coitada e insisti um pouco mais.

-Deixa eu ver pai, rapidinho, prometo que ninguém vai saber, é um segredo nosso, além disso você me deve, eu vou guardar o seu segredo da mãe.

-Isso é chantagem ein, eu não devia fazer isso, tem que ser rápido antes que a Rai saia do banho.

Deu certo pensei

[Roberto]

Isso não é certo eu pensei, eu estava muito nervoso, enquanto Sandra parecia estar calma. Eu não estava conseguindo resistir as tentações com Sandra com as pernas abertas pra mim, com a bermuda dividindo a buceta no meio, ao mesmo tempo que dava pra ver o volume da sua buceta, que a calcinha segurava firmemente.

A verdade é que tive vontade de propor mostrar meu pau se ela tirasse aquela bermuda pra mim, mas coragem não era muito o meu forte. Dei uma espiada na porta pra ver se estava limpo, me ajoelhei, puxei a bermuda um pouco pra baixo e ele já pulou pra fora, duro, na verdade já estava duro a muito tempo. Sandra arregalou os olhos com um sorridinho no rosto.

É grande mesmo pai, mas por que já ta duro?

-Já viu? já posso guardar.

-Não, espera. Clara saiu do lugar onde estava e se aproximou e segurou a cabeça com as mãos como se fosse uma pinça e olhou como se procurasse alguma coisa anormal. Depois abraçou ele com a mão e apertou. -Como a cabeça ta vermelha pai.Comentou.

Fiquei quieto, esperando que a qualquer momento ela irai dar uma chupada, de tão perto que estava dele.

-Acho que isso não caberia em mim não.

Em um reflexo rápido e mal pensado, eu disse.

-Quer tentar?

Acho que pela primeira vez eu a surpreendi, apesar de eu ter apenas pensado alto, me arrependi de ter falado.

-Não. Ela disse secamente.

-A Rai já deve estar saindo do banho, e você tem que buscar a mãe no trabalho.

-Desculpa filha, não quis dizer aquilo

-Tudo bem pai, me da um abraço pra mostrar que esta tudo bem.

Ela nem esperou eu guardar o pau e se atirou sobre mim, me abraçou forte, meu pau se encaixou no meio de suas pernas macias, e ambos fingimos que isso não aconteceu. Me deu um beijo no rosto e disse pra eu ir buscar nossa mãe.

Eu daria qualquer coisa pra ficar um pouco mais ali, com o pau no meio das suas pernas, mas de fato eu tinha compromissos e tinha de cumpri-los, o que lamentei profundamente.

[SANDRA]

Raíssa estava cada vez mais assustada com as minhas investidas, dizia que eu estava ficando louca, mas riu de mim quando soube que eu dei pra trás, de fato eu fiquei com medo na hora, nosso pai tinha um negócio muito grande, a cabeça era enormemente vermelha e minha mão não se fechou quando tentei segurar, e eu estava gostando daquele jogo de gato e rato, tive vontade de mostrar a minha xana pra ele, se ele tivesse pedido, certamente eu mostraria. Mas eu não queria me oferecer, não queria parecer mais puta do que já estava me sentindo.

-Rai, e se por acaso, nosso pai me comer? o que você vai fazer?

-Que jeito mais vulgar de falar, Sá. Eu não parei pra pensar nisso.

-Você quer que eu fale como irmãzinha? Não te dá nenhum tesão de pensar? ou sou só eu a pervertida aqui.

-Acho que só você mesmo. Falou rindo.

-sem mentir, além do mais, eu acho que ele estava olhando no meio das suas pernas no jogo, ou vai mentir que não viu.

-Deixa de ser boba Sá.

-Boba é, boba é exatamente o que você não é, senão não tava dando pro Daniel.

A noite chegou, eu conseguia me distrair por alguns momentos, mas sempre voltava a lembrar do pau do meu pai, as vezes me arrependia de não ter metido a boca nele, era minha vontade quando vi aquela cabeça enorme e brilhante, me lambuzei toda soh de pensar. Avaliando a situação foi bem positiva, não fui rejeitada, o que já era meio caminho andado, agora era soh uma questão de tempo e oportunidades, e oportunidade eu iria criar.

Já era tarde da noite, levantei pra tomar agua, e nosso pai estava na sala assistindo, quase dormindo na frente da TV.

-Oi pai, posso assistir um pouco com você?

-Claro filha.

Ele estava deitado no sofá maior, então sentei no sofá menor, que não ficava totalmente de frente pra TV como o outro. Eu usava uma camisolinha transparente branca, e a calcinha rosa por baixo, nos primeiros cinco minutos me comportei, mas a ansiedade começou a bater. então levantei uma de minhas pernas, pra que a camisola caisse um pouco. Achei que agora seria mais fácil, mas meu coração batia forte e cada movimento era feito com cuidado, na esperança que meu pai estivesse me notando, depois uns três minutos me sentindo muito tensa, abri um pouco mais a perna, pra que a camisola descesse mais e mostrasse minha calcinha.

Eu queria mesmo era afastar a calcinha de lado e dizer. Paizinho, olha pra ela, sabia que seu primo entrou aqui, você não quer também? Mas eu não conseguia.

Já tinha se passado meia hora, o filme já estava no fim, e eu sentia que ficar ali deitada não daria resultado, então sentei novamente no sofá até pensar em algo. Nosso pai não parecia mais tão sonolento, e quando chegou o intervalo ele saiu da sala.

Aproveitei e sentei no sofá grande.Quando ele voltou, sentou ao meu lado. Depois de alguns minutos, resolveu falar.

-Filha, queria te pedir desculpa pelo que te disse outro dia?

-Pelo quê pai? oque você disse que não lembro.

-Acho que dei a entender que….. que…, você sabe, quando perguntei se queria tentar.

Tive que pensar no que ia dizer, tinha que deixar claro que queria dar, sem parecer oferecida.

-Tudo bem pai, eu que te pressionei de mais. eu só estava curiosa pra ver pelo que a Rai disse.

-E matou a curiosidade?

-Um pouco. Eu disse, e me aproximei dele em um momento súbito de coragem eu sussurrei.

-Posso ver de novo pai?

Ele olhou pro meio de minhas pernas que estavam entre abertas, olhou pros lados, pra ter certeza que não havia mais ninguém e sussurrou de volta.

-Por mim tudo bem filha, só cuida pra ninguém ver, ta?

Ele abriu o zíper da bermuda e seu pau saltou pra fora já duro.

-Por que já ta assim duro?

-Pega ele, me disse, sem responder a pergunta.

Peguei no seu pau, e comecei a fazer movimentos leves, aquela cabeça vermelha me hipnotizava.

-Vou dar um beijinho pai, falei baixinho, ele concordou com a cabeça, sempre olhando pros lados. Dei um beijinho na cabeça, e depois mais dois, e derrepente me peguei com ele na minha boca, até a metade, quando ouvi ele gemer, chupei com força. Ele me dizia: Filha por favor, não faz isso com o pai, por favor. Mas eu sabia que ele não queria parar, e nem eu queria. Estava muito bom sentir aquela cabeça grande na minha boca, sentir seu pau macio tocar o céu da minha boca era ótimo.

Senti a sua mão correr pela minhas costas, e procurar minha bunda, mas ele não alcançava e puxou minha camisola pra cima, até minha bunda ficar descoberta, dei uma empinada nela. mas uma vez ele tentou passar a mão, mas sei inclinar mais sigficaria ficar sem poder ver se alguem aparecesse.

-Deixa eu ver sua bucetinha filha? Ele sussurrou pra mim.

-Não pai, pode chegar alguém.

-Só um pouco, ele insistiu

-Tá, mas é só pra ver. Ele fez que sim com a cabeça.

Sentei e abri as minhas pernas, ele segurou o pau na mão e começou a punhetar, com o olhar fixo nela, esperando eu afastar a calcinha.

Afastei a calcinha um pouco, e rapidamente recoloquei.

-Mais um pouco filha.

Não falei nada, apenas afastei a calcinha de novo. Mas quando ele tentou tocar eu neguei, tinha medo que alguem aparece, mas eu também estava com medo daquele negocio perto da minha xana, não me sentia preparada.

-Deixa o pai dar um beijo nela então.

-Não pai, alguem pode chegar.

-Ta, então chupa mais um pouco

-Ta, mas não goza na minha boca.

Quando abaixei ele tentou novamente pegar na minha bunda, mas em vão. Então começou a empurrar minha cabeça pra baixo.

[Raíssa]

Acordei a noite e não vi Sandra no quarto, algumas luzes da casa estavam acesas e levantei pra ver, apenas a luz do corredor estava apagada, mas quando meus olhos se voltaram pra sala, vi Sandra e nosso pai no sofá, me escondi na penumbra do corredor e fiquei olhando. Sandra estava com pinto dele na boca, e estava mais duro e maior do que eu lembrava, sua mão direita estava sobre as costas dela, sua camisola totalmente levantada.

Eu não queria pensar nisso, mas não pude deixar de sentir tesão ao ver, e derrepente me peguei com a mão na minha pepeca, me escondendo na penumbra do corredor pra não ser vista, não podia ouvir o que diziam, porque eles sussurravam, mas passei a imaginar na minha cabeça, o que acabou me deixando com mais tesão ainda, e logo estava torcendo pra coisa ficar mais quente, me peguei pensando que eu queria ver minha irma sendo comida pelo nosso pai, talvez até mais que isso, pela primeira vez eu tinha me imaginado ali.

Eu já estava ensopada, Sandra sentou com as pernas abertas e afastou a calcinha, pensei que agora as coisas ficariam quentes, mas eles falaram alguma coisa e ele continuou apenas olhando e mexendo no seu pinto. Fiquei desapontada ao ver, deu vontade de entrar e perguntar por que eles não estavam se pegando, mas esta não era eu, e fiquei ali no canto, até ela voltar a chupar ele. Meu tesão estava maior e tentei me ajeitar ali, mas acabei fazendo barulho, e eles perceberam e pararam o que estava fazendo. Passei correndo e fui até a cozinha e peguei um copo de agua pra disfarçar e fui até a sala.

Apenas disse um oi, e saí da sala na esperança que eles continuassem, mas acho que sentiram muito ameaçados, quando Sandra veio em minha direção, eu corri para o quarto.

Alguns minutos depois, Sandra entrou no quarto, ansiosa pra me contar a novidade que eu já sabia.

-Já sei. Eu disse antes que ela pudesse falar.

-Eu estava vendo vocês dois.

-Ah sua danadinha, viu tudo?

-acho que quase tudo

-Tenho que confessar que desta vez senti alguma coisa.

-Safada,que bom que gostou, porque eu tenho uma novidade, ele vai vir aqui depois.

-Você ta doida Sá, isso já ta passando dos limites, se nossa mae acorda, vai dar BO.

-Relaxa, não vai dar nada. Quer participar?

-De jeito nenhum, não sou doida como você.

-Mas você mesmo disse que gostou.

-Uma coisa é gostar, outra é fazer uma loucura destas.

-É só você fingir que esta dormindo e deixar o resto comigo.

-Só que não.

Os próximos dez minutos foram com Sandra tentando me convencer, e a cada vez que ela falava eu acabava, cedendo um pouco, até concordar no fim.

-Mas oque você quer fazer exatamente mana.

-Não se preocupe Rai, eu não vou dar pra ele, só quero chupar e derrepente deixar ele me chupar.

-Você fala com uma naturalidade que me assusta, até esquece que é de nosso pai que estamos falando.

-Por isso mesmo mana, ele não vai nos fazer mal, ele sempre foi carinhoso com a gente, soh estou retribuindo.

-Eu to com medo.

-Faz o seguinte, deita aqui na minha cama, e finge que dorme, deita virada pros pés que aí você pode dar uma espiadinha.

-Eu vou mandar uma mensagem pra ele vir, esta pronta?

-Não.

-Deita, deita, ele ta vindo.

-Mas eu ia trocar de roupa.

-Ta bom assim, deita e fica quietinha, vou deixar a luz da luminária acesa pra você conseguir ver.

[ROBERTO]

Recebi aquela mensagem com ansiedade, meu pau já latejava. Sai com cuidado do quarto pra não acordar Karina. Coração disparado, por saber que estava fazendo algo muito errado, mesmo assim eu fiz. Cheguei até o quarto das meninas e uma luz estava acesa, tratei de trancar a porta e fui até a cama.

Não sei porque, estavam as duas na mesma cama, era uma dificuldade a mais. Raíssa dormia nos pés, e estava só de calcinha virada de ladinho, o que já fez minha mente suja pirar, Sandra estava de bruços com os olhos fechados, mas eu sabia que ela estava acordada. ela estava com a mesma camisola, mas agora com uma calcinha muito mais transparente. Desta vez cheguei enchendo a mão na buceta dela, o que fez com que ela abrisse os olhos com um espanto, e por reflexo tirasse minha mão dela.

-Para pai, sussurrou.

-Vamos pra outra cama. Sussurrei de volta.

-Não, se quiser tem que ser aqui, cuidado pra não acordar a Rai.

Tentei pegar na bucetinha dela de novo, mas ela não deixou. Tirei o pau pra fora e perguntei se ela queria chupar um pouco, e ela fez que sim com a cabeça.

Me ajoelhei ao lado da cama e ela imediatamente começou a chupar, desta vez estava ainda melhor, ela sugava a cabeça do meu pau, e eu podia sentir ele tocando sua garganta. Nos pés da cama estava Raíssa, toda gostosinha, encolhidinha com sua bucetinha querendo siar da calcinha, tive vontade de tirar o pau da boca de Raíssa e esfregar na bunda dela. Abaixei até o ouvido de Sandra e sussurrei no seu ouvido.

-Deixa o pai ver a bucetinha um pouco, deixa.

-ta bom.

Sandra tirou a calcinha e abriu as pernas

-Ela é bonita pai?

-Linda, deixa eu beijar.

-Hoje pode, mas soh beijar.

Fui na direçaõ dela e abri bem suas pernas, eu não estava mentindo, era uma coisa linda, cuidadosamente lisinha, cheia e de lábios rosadinhos, que já brilhavam de úmidos, antes mesmo de eu cair de boca. Assim que passei a linguá, ela já começou a se contorcer, ver ela com tesão me deixava com um apetite ainda maior, sua buceta era tão macia e suculenta que eu tinha vontade de arrancar um pedaço com a boca. Tive que me conter um pouco, pois certamente ela gozaria rápido naquele ritmo. Pedi pra que ela virasse de bruços, ela ficou meio receosa, mas dei uma boa lambida e era não resistiu mais.

Comecei a chupar o seu cuzinho, e ela começou a empinar a bunda, sua bunda era perfeita, sua buceta escorria, e seu cuzinho ia se abrindo a medida que ela ia subindo. Eu tinha que punhetar meu pau devagar, pra cama não balançar muito, sempre de olho em Ráissa. Enfiei um dedo na sua buceta, e era realmente apertada, ia ser difícil comer, e claro ela não ia deixar tão fácil.

Pra evitar qualquer reação contraria, me joguei sobre o corpo dela e meu pau ficou entre a sua bunda.

-Não pai, não. Ela começou a falar preocupada, mas com meu peso sobre ela mal conseguia se mexer.

-Calma, shiii!!!! papai não vai te machucar.

-Não pai, ele é muito grande, não cabe em mim.

-Olha, quietinha, eu não vou te comer, só deixa ele ali pra sentir o calorzinho, se você quiser tentar a gente tenta, senão não.

Fiquei bolinando ela com meu pau até ela se acalmar, eu queria meter, mas tinha medo de a machucar.

-Fica de quatro pro papai chupar,fica.

Quando ela ficou de quatro, coloquei meu pau ali e dei uma forçadinha, mas ela recuou, então puxei a de volta e comecei a chupar. Ela rebolava e se retorcia, enquanto chupava acariciava sua buceta com a mão, até sentir que ela estava perto de gozar e parava, pra depois recomeçar.

Sugeri que ela fizesse um meia nove, fiquei para o lado da cabeceira, ao lado, Raissa ainda parecia dormir, imóvel desde que cheguei, as vezes pensava em passar a mão, mas recuava por medo de por tudo a perder, Sandra estava dando conta do recado, eu podia ficar chupando aquela buceta linda a noite toda, seu cuzinho piscava e se retraia a cada lambida na sua bucetinha.

Derrepente Raissa se mexeu, e eu parei de súbito.

-Por que parou pai?

-shii!!! Acho que sua irma esta acordando.

Com receio, tirei Sandra de cima de mim e me preparei, pra me esconder, ou sair.

-Calma pai, a Rai tem um sono pesado. Vem cá, deita atrás de mim.

Raíssa ficou deitada de lado, virada pra parede, e Sandra deitou logo atrás dela, enquanto eu me encaixei atrás de Sandra, de conchinha com o pau no meio das suas pernas, com o maior cuidado do mundo pra não fazer movimentos bruscos ou barulho.Enquanto Sandra tocava a cabeça do meu pau pela frente, aproveitei pra tocar seus lindos peitos, tão perfeitos e durinhos que eu podia dormir ali abraçadinho neles.

-Você gosta dos meus peitos pai?

-Eu amo eles querida

-E da minha xaninha?

-Sua bucetinha? amo também.

-Quer me comer pai?

-Quero, quero muito.

-E a Rai, você comeria também?

-Porque essa pergunta agora filha?

-Por nada, é que eu vi você olhando pra ela no jogo de cartas, e fiquei com ciumes.

-Eu amo vocês duas igual, querida, quietinha, vai acordar sua irma, sussurrei.

-Você esta olhando a bunda dela agora não tá?

Enquanto Sandra falava, sua mão desceu até a bunda de Raíssa, e ela puxou sua calcinha pra cima, fazendo com ela entrasse totalmente na sua bunda, sumiu, e agora sua bunda tinha ficado mais apetitosa, meu pau deu um pulo que Sandra pode sentir.

-Você ta doida, ela vai acordar.

-Ela tem sono pesado pai, vai dizer que não te da tesão olhar a bunda dela, não precisa mentir que eu senti.

-Da sim, mas não brinca com a sorte

Sandra começou a se divertir com meu nervosismo, e começou a puxar a calcinha de Raissa devagar para baixo, enquanto isso eu esfregava meu pau nomeio de suas pernas, passando por sua bucetinha até sair a cabeça pela frente.

-Pai, consegue encostar seu pau na bunda dela assim?

Sandra se encaixou em Raíssa, e me puxou pra junto dela, fazendo um sanduíche, empurrei meu pau o máximo que pude, e consegui encostar a cabeça na bundinha dela, mas estava muito desconfortável, apesar de bom.

-Pai, você quer me comer agora? Sandra falou com uma voz doce e macia no meu ouvido.

-Quero.

-Ta bom paizinho, mas eu quero que você faça uma coisa antes.

-O que quiser querida.

-Eu quero que você encoste seu pau na bunda dela

-Não da querida, ela pode acordar.

-Tem certeza paizinho. Sandra falou meigamente, enquanto empurrava bundinha pra trás. -Você não quer comer minha bucetinha né? Não assim que você gosta de ouvir, minha bucetinha? Ela não vai acordar pai, ela tem sono pesado.

Sandra estava pressionando meu pau contra sua buceta e rebolando, enquanto Raíssa na minha frente, com a metade da bunda de fora, não tinha mais como dizer não.

-Ta, mas tem que ser rápido.

[Sandra]

Raíssa nem se mexia, devia estar cheio de medo como ela é, é por isso que eu sabia que ela não ia acordar, terminei de tirar sua calcinha, ele se aproximou da bunda dela com pau molhado da minha xana, e a cabeça super vermelha, antes dele colocar no lugar, peguei no seu pau dei uma chupada.

-Não vai desistir né pai?quer ver o seu premio?

Virei pra ele fiquei de quatro, empinei minha bunda o mais que pude, senti na hora um de seus dedos atravessar minha xaninha, e soltei um gritinho.

-Não faz isso com seu pai querida, por favor.

-Vai pai, faz nela o que você fez em mim, quero ver ele sumir na bunda da minha maninha.

Raíssa estava com as pernas bem fechadinhas, e aquela cabeça vermelha foi sumindo devagarinho e com dificuldade no meio dela. Corri pra olhar do outro lado, pra ver a cabeça, mas Rai estava com as pernas muito encolhidas.

-Continua pai

Devagar puxei as pernas dela, até ficarem retas. Agora sim, eu podia ver a cabeça aparecendo e sumindo pela frente. Coloquei a mão pra segurar.

-Ta gostando paizinho. Falei cochichando, ele só balançou a cabeça.

Deitei bem na frente, e fiquei olhando bem de perto, depois de alguns instantes olhando, coloquei minha linguá pra que ele batesse nela quando aparecesse, então ele já estava colocando bem mais fundo e mais rápido, e quando dei por mim, eu já estava com a boca la, esperando ele aparecer pra chupar a pontinha. E como eu já estava com o nariz na xana da minha mana, experimentei dar uma linguadinha. Nunca tinha feito tal coisa, mas vi que Raíssa começava a se contorcer, e gostei. Nosso pai começava a bombar cada vez mais rápido, e fiquei com medo que ele fosse gozar ali.

Passei minha mão pelo meio das pernas de Rai e levantei, deixei que metade do pau dele entrasse na minha boca, e depois pressionei levemente a cabeça do pau dele contra a xana de Rai, sempre que ele chegava nela, Rai estava cada vez mais molhada.

Ele diminui o ritmo, e agora seu pau vinha e voltava devagar, e cada vez que chegava eu pressionava um pouco mais ele contra a xana, até a cabeça começar a encontrar a entradinha. Então ele parou ali, e eu comecei a empurrar pra dentro devagar, a pontinha tinha encontrado a entrada, então eu abri um pouco mais a perna de Rai, e com os dedos abri a xana de Rai, um buraquinho pequeno, se comparado aquela cabeça, no meio dela se abriu, e ele se ajeitou pra entrar definitivamente. Ele deu uma empurradinha e eu vi metade da cabeça sumir. Quando ela saiu, eu dei uma chupada e coloquei de novo lá, desta vez a cabeça entrou toda, e quando ele tirou, o buraco havia ficado maior.

-Enfia tudo pai, eu quero ver. Eu disse cheia de tesão. Ele se calou, e apenas ficou lá,metendo enquanto eu olhava, e quando ele saía, eu deixava entrar na minha boca.

-Não goza pai. Alertei.

-Não sei como Rai ainda podia fingir que dormia, com aquela coisa enorme dentro dela, mas ela era assim, meio presa quando o assunto era sexo. Eu não estava mais aguentando de tesão.

-Paizinho, vem pra dentro de mim agora, vem.

Quando ele saiu de dentro dela, ela se virou de bruços, mas ele já não se importava mais, no fundo sabia que Sandra não dormia naquele momento.

Deitei ao lado dela e abri minas pernas o máximo que pude, ele se ajeitou no meio das minhas pernas e começou a me chupar muito, eu já gemia como uma puta, e cada vez que eu usava as palavras come e filhinha na mesma frase, ele chupava mais gostoso. E respondia dizendo, papai come sim, bem gostoso nessa bucetinha gostosa.

Ele parou de chupar, e deixou seu pau sobre minha xana e barriga, como quem estava medindo o caminho, e era enorme. Ele deu umas batidinhas com a cabeça nela, e depois, foi esfregando no meio, até achar a entrada. Senti aquilo ir me alargando e procurando cada vez mais espaço e quando percebi ela já estava dentro de mim, debruçado sobre meus peitos.

Depois de vários minutos me comendo assim, ele me mandou ficar de quatro. Eu fiquei, a pressão agora era ainda maior, eu sentia ele sair totalmente, pra depois entrar com força, e foi assim varias vezes, as vezes sentia ele procurar o meu cuzinho com a cabeça, e eu tinha que recuar.

Raíssa ainda estava de bruços na minha frente, pelada e com a xana inchada e ainda molhada. Peguei um travesseiro e coloquei por debaixo dela, deixando sua bunda empinada, senti as estocadas ficarem mais fortes em mim. Então sai e deitei sobre ela, olhei pra trás e fiquei esperando pra levar mais um pouco.

Senti as lambidas, e Rai também. Ele tentou colocar em Rai, mas não conseguiu,então segurei pela cintura dela e levantei um pouco, ela não ofereceu resistência. Quando ele bombava nela, suas mãos procuravam minha xana e as vezes sua barriga batia nela, até chegar a minha vez, até uns tapinhas na bunda eu ganhei.

Ele voltou a chupar Raíssa, até ela começar a se contorcer toda debaixo de mim, foram alguns minutos até ela parar derrepente e relaxar, amolecendo seu corpo.

Então senti ele grudar em mim, me segurando com força com as duas mãos pela cintura e me puxando pra si, comecei a me tremer, e chegar em um estado de êxtase que nunca havia sentido, minhas pernas ficaram moles e comecei a ficar tao úmida que tinha a impressão que estava mijando.

-Olha que coisa linda. ele me disse. A minha filhinha esta gozando.

Eu já estava mole quando ele tirou de cima de mim e trouxe seu pau de encontro a minha boca, colocou la dentro, e puxou minha cabeça, e então lembrei do tio, e juntei forças e deixei ele colocar o mais fundo que dava, até quase me afogar. Não precisou muito pra sentir minha boca ensopar totalmente.

Ele deitou do nosso lado por uns instantes, exausto também.

-Vocês são de mais meninas. Acho que o papai vai se acostumar mal Sandrinha.

Eu apenas ri, e relaxei

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Comentários

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Parabéns contos perfeitos já bati muita punhenta, pensando nessas safadeza todo, gostaria de participar de uma...

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Vc me faz ficar toda molhada com seus contos ,tbm quero um papai para me comer assim

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Conto top sensacional, muito bem articulado.

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Bom conto e com potencialidade para continuacao

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MARUJÁ, TU ÉS FODÁSTICO, QUE ESTÓRIA EXCITANTE, COM O TEMPERO DE EROTISMO QUASE SUFOCANTE, E QUE TEM TUDO PARA SER UMA SAGA, AGUARDO ANSIOSO AS PRÓXIMAS ESTÓRIAS. PARABÉNS!

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