Casa dos Contos Eróticos

A Honra da Nossa Casa - (Série completa)

Autor: Estefânio
Categoria: Grupal
Data: 06/04/2014 16:46:18
Última revisão: 03/08/2017 00:26:28
Nota 9.13
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>> A HONRA DA NOSSA CASA

Meu nome é Helena, tenho 22 anos, sou loira, tenho olhos azuis, 1,70 de altura e meu peso normal é 56 kg. Já usei cabelo curto, mas atualmente tenho cabelos longos e cacheados. Quando vou à praia, gosto de ficar com a marquinha do biquíni, que me deixa ainda mais sexy quanto estou nua. Não vou ser modesta, sou uma gata de fazer qualquer um babar... Tenho uma irmã que se chama Cristina, de 19 anos que é tão gata quanto eu e um irmão, Thiago, de 26, que também é gato. Moramos todos com o nosso pai, Celso, que tem 49 anos e a nossa mãe, Érica, de 42. A minha mãe é uma mulher muito bonita, loira, daquelas que não aparentam a idade que tem e, facilmente, se passa por uma moça de pouco mais de trinta, é alta, magra, não tem nada de barriga e é dona de belas pernas. Meu pai é castanho claro, estatura média, mais ou menos da altura da minha mãe, e já tem uma barriguinha meio saliente, mas é um homem bonito, eu acho. Somos uma família muito religiosa e fomos criados todos numa disciplina muito rígida. Meu pai não quer que eu e a minha irmã sejamos como essas moças que andam pela rua, namorando hoje um, amanhã outro... E também o meu irmão é bem controlado pra não ficar por aí se esfregando em qualquer uma. Neste relato, é claro, estou trocando todos os nossos nomes por nomes fictícios, e também não vou dizer o nome da minha cidade e nem o estado em que moramos, para nos preservar, pois poucas pessoas entenderiam a nossa forma de viver...

Desde criança fomos ensinados que roupa suja se lava em casa e que se tivermos algum problema, temos que resolvê-lo dentro de casa...

É por isto que eu nunca dei nenhuma liberdade pra namorado, porque sempre antes de sair pra namorar, eu descarrego a minha vontade dentro de casa, com o meu irmão ou com o meu pai... É, é isto mesmo, antes de sair com um namorado, eu dou pro meu irmão ou pro meu pai ou até pra minha mãe, às vezes... Depois que eu gozo, então saio pra namorar, aliviada e me comporto direito, fazendo com que todos me respeitem como uma santa. Como sou muito bonita, eles não se importam muito se eu não faço sexo com eles, querem apenas estar do meu lado... Isto mantém a honra da nossa casa e a imagem da nossa família perante os parentes, vizinhos e amigos, pois é só isto o que é mesmo importante, segundo os meus pais nos ensinaram desde pequenos... Mas eles não nos ensinaram sexo desde criança, isto não... Isto só começou quando entramos na puberdade, ou até um pouco depois... Primeiro foi o meu irmão, quando tinha uns 17 anos, que a minha mãe tratou de ensinar logo a se descarregar em casa, com ela mesma... Primeiro ela olhava se ele estava de pinto duro e, se estivesse, ela mesma tocava uma punheta nele até ele gozar e só então deixava ele sair para a rua... Com o tempo ela começou a provar o esperma dele, lambendo as mãos depois que ele gozava, depois começou a fazer ele gozar direto na boca dela, depois de dar uma boa chupada no pinto dele e, mais ou menos uns seis meses depois, começou a transar com ele, deixando ele gozar direto dentro da boceta dela... Tudo isto com o conhecimento do meu pai. Muitas vezes ela chupava o meu irmão na frente do meu pai mesmo... Na primeira vez que ela quis chupar o pinto dele na presença no nosso pai, ele quase nem conseguiu levantar o pinto, mas com o tempo se acostumou com a liberdade que percebeu que havia dentro da nossa casa... Às vezes a minha mãe chupava os pintos do nosso pai e do Thiago juntos, só de festa, e os dois se masturbavam ao mesmo tempo na boca dela... Não era raro ela ir ao quarto do meu irmão no meio da noite, cheia de tesão, para dar pra ele. Às vezes ela ia ao quarto do meu irmão dar para ele logo após transar com o nosso pai, e ainda com a boceta ou o cu cheios de porra dele, ou então dava a boceta pro Thiago no quarto dele e depois ia pro quarto dela para dar o cu pro meu pai... Ela preferia o cacete do meu pai no cu porque ele era bem mais grosso que o do Thiago, e ela adorava agasalhar aquela coisa enorme no rabo. Enquanto eles tinham toda essa liberdade entre eles, eu, com 13 anos, e a minha irmãzinha, com 10, não sabíamos de nada e nem imaginávamos que havia tanta liberdade sexual no seio da nossa família... Mas a nossa hora também iria chegar e os nossos cabacinhos já estavam com os dias contados... Uns dois anos depois da iniciação do meu irmão eu havia acabado de completar 15 anos e tinha chegado a minha vez... Quem me pegou primeiro foi o meu irmão, orientado pela minha mãe... Eu lembro bem daquele dia... Os dois entraram no meu quarto, eu estava na escrivaninha fazendo a tarefa da escola, usava um vestidinho simples apenas, por cima da calcinha... E a minha mãe me disse que eu precisava aprender uma coisa, mandou eu tirar a roupa, o que eu fiz sem a menor vergonha, pois desde criança fomos acostumados com a nudez uns dos outros... Mas naquele dia, ela pediu para eu segurar no pinto do meu irmão, que já estava nu, e dizer o que sentia... Eu já tinha visto o meu irmão nu muitas vezes, mas nunca tinha nem pensado em pegar no pinto dele... Eu segurei no pinto dele pela primeira vez e me assustei quando senti que ele endureceu de repente na minha mão... Senti que ele estava com tesão e comecei a sentir um calorão no corpo, sentindo tesão também... Levei a mão na minha pombinha virgem e esfreguei ela forte... A minha mãe me disse que este era o problema, que este tipo de vontade eu tinha que aprender a resolver dentro de casa, e não na rua... Ela me mandou me deitar e mandou o meu irmão fazer comigo do mesmo jeito que fazia com ela. Ele veio pra cima de mim, pediu pra eu abrir as pernas, cheirou a minha bocetinha, abriu os lábios da minha xaninha com os dedos e começou a lamber o meu cabacinho... Senti cócegas no começo, e tentava evitar a língua dele, mas logo comecei a adorar aquilo. Eu ardia de tanto tesão, gemia baixinho e rebolava os quadris na cara dele... “Também quero fazer...” eu disse. Ele olhou pra minha mãe e ela fez que sim com a cabeça, então ele se levantou, sentou encima de mim, que estava com a cabeça apoiada no travesseiro, colocando o pau na altura da minha cara. Eu abocanhei tudo e comecei a chupar, sentindo aquele cheiro gostoso de pau entrando pelo meu nariz e me mostrando que era disso mesmo que eu gostava... Chupei forte, engolindo o pinto dele inteirinho até a garganta e depois soltando-o até a cabeça, voltando a engoli-lo de novo... Senti quando ele gozou na minha boca. A minha mãe ficou furiosa: “Não era pra gozar aí...” Ele ficou sem jeito e pediu desculpas, dizendo que não conseguiu se controlar... Enquanto os dois discutiam, eu engolia a porra gostosa do meu irmão e lambia o restinho que ficou pingando na cabeça do pau dele... “E agora?” disse a minha mãe, “como vamos ensinar ela a transar?” O meu irmão, já de pau mole, saiu do quarto se sentindo culpado... Eu fiquei ali, deitada, sentindo o gosto da porra dele na minha boca e ardendo de tesão. A minha mãe disse: “Espera aí que eu vou te ajudar, filha”. Veio até a cama, abriu as minhas pernas e começou a chupar na minha bocetinha virgem. Fiquei louca de tesão e não pude evitar de gozar sentindo a língua áspera da minha mãe deslizando sobre o meu cabaço... A minha mãe também parecia estar muito excitada, pois lambeu toda a água que saiu da minha bocetinha, até deixa-la seca. Depois ela saiu do meio das minhas pernas e disse: “Viu, filha, como é fácil de a gente se descarregar? A gente só precisa de uma ajudinha...” Eu olhei para ela e sorri... Estava me sentindo aliviada... E ela disse: “Este teu irmão é muito apressado, ele só pensa nele mesmo. Mas deixa, ainda tem a mamãe e o papai pra quando precisar... “

A essa altura eu já me imaginava dando pro meu pai... Isto me excitava muito...

Saímos as duas e fomos tomar um banho juntas... No chuveiro, a minha mãe começou a esfregar a própria boceta, se masturbando... Eu perguntei: “Mãe, quer que eu ajude?” e ela fez que sim com a cabeça, então eu me abaixei e ela, de pé, abriu as pernas, levantando uma delas e apoiando-a na pia, deixando a boceta toda arregaçada bem na minha cara. A minha mãe tinha uma boceta bem pentelhuda, com pentelhos castanhos claros bem grossos... Eu enfiei a minha língua na boceta dela... Ela soltou um grande gemido e, imediatamente, eu senti um jato de líquido e um gosto diferente na boca, da água que jorrou de dentro da boceta dela... Levantei, olhei para ela e ela sorriu para mim... “Obrigado, filha...” E eu respondi: “De nada...”, sorrindo. Terminamos o banho, nos vestimos e fomos para a sala ver TV. Lá estava a minha irmã e o meu irmão, já vestido... A minha irmã estranhou um pouco o nosso jeito e perguntou o que tinha acontecido. Eu e a minha mãe nos entreolhamos com um sorriso de cumplicidade e eu respondi: “Nada!...”. O meu irmão nem olhou para nós...

Toda esta situação me deixou muito excitada, e eu queria mais... Então convidei o meu irmão para ir ao meu quarto, que eu queria mostrar uma coisa para ele, mas ele fez que não com a cabeça... A minha mãe entendeu o que eu queria, e sorriu...

Logo chegou o meu pai, que naquele dia tinha ficado no trabalho até um pouco mais tarde... Ele e a minha mãe se entreolharam e ele olhou para mim... Deu boa noite a todos e disse que ia tomar um banho... Ele se dirigiu ao andar de cima e, logo em seguida, eu disfarcei e fui atrás... Ele estava no quarto, tirando a roupa para tomar banho, quando eu entrei, já sem roupa... “Pai, eu quero...” Ele entendeu o que eu disse, veio na minha direção, me abraçou e passou a mão na minha bocetinha... “O teu irmão ainda não fez nada?” Ele disse meio que sentindo um pouco de raiva do meu irmão... Eu expliquei o que tinha acontecido, mas que ele não se conteve e acabou gozando na minha boca, então a mãe tinha me ajudado a gozar, depois eu ajudei ela também, no chuveiro, mas que agora estava com muita vontade de novo... E queria ele. Ele falou: “Tá, espera eu tomar um banho...” Eu disse: “Não, pai, eu te quero assim mesmo...” E me aproximei dele, que já estava nu, me ajoelhei, peguei o pau dele nas mãos, e dei uma boa cheirada nele... Ele logo levantou e ficou duro como ferro. Fiquei com mais tesão ainda me imaginando sendo penetrada por tudo aquilo... Abocanhei o cacetão dele, sentindo o cheiro de suor do pinto sujo do meu pai, que ainda não tinha tomado banho... Era bem maior que o do meu irmão, e muito mais grosso... Eu acho que era por isto que eles queriam que o meu irmão fizesse o serviço primeiro, para eu não sofrer muito... Mas eu não queria nem saber, com o tesão que estava, eu queria mesmo era sentir o pau do meu pai todo enterrado na minha bocetinha...

Comecei a chupar o pau do meu pai com força, mas eu não conseguia engoli-lo todo, como fiz com o pau do meu irmão, só ia até a metade e já encostava no fundo da minha garganta. A cabeça daquele pau era tão grande que eu tinha que abrir a minha boca no máximo para ela entrar... O meu pai, sentindo que não ia aguentar muito tempo, me mandou ficar de pé e deu uma chupada deliciosa nos meus peitinhos durinhos, me fazendo gemer de tanto tesão, e depois me mandou ficar de quatro na cama... Eu fiz o que ele mandou, ele veio por trás e começou a chupar o meu cu e a minha xaninha virgem... Minha nossa, a língua dele era ainda mais áspera do que a da minha mãe! Eu fiquei louca sentindo aquele linguão percorrendo o meu cabacinho e o meu cu... Ele tinha que me comer, senão eu acho que ia morrer ali mesmo de tanto tesão. Depois ele parou de me chupar e eu estremeci quando senti que ele encostou a cabeçona daquele pau enorme na entradinha da minha bocetinha... Gozei um gozo longo e intenso, que deixou a minha xaninha ainda mais lubrificada... Ele, sentindo o meu gozo, ainda ficou com mais tesão e começou a fazer força, socando para frente e pra trás, me segurando forte pelos quadris e fazendo pressão sobre o meu cabaço... Senti quando a minha bocetinha começou a se esgaçar devagar e o meu cabacinho começou a se esticar, tentando dar espaço para aquela cabeça enorme do pau do meu pai que queria entrar a todo custo... Prendi a respiração até que, num determinado ponto, o meu cabacinho não resistiu mais e se rompeu num estalo... A cabeçona do pau do meu pai entrou de repente, me fazendo soltar um gritinho de dor e de tesão... Ele continuou a fazer pressão para que o pau entrasse mais, mas estava difícil, eu acho que ele era grosso demais para a minha bocetinha... Mas ele continuou bombando, cheio de tesão e fazendo força, até que eu senti o saco dele bater na minha xaninha... Tinha entrado tudo... Eu gozei como louca ao sentir que aquele pau enorme estava todinho dentro de mim... Ele começou um movimento de vai e vem rápido, até que disse que ia tirar fora pra gozar... Eu, rapidamente me virei e ofereci a minha boca aberta para ele gozar dentro, ele nem pensou e encheu a minha boca com dois enormes jatos de porra grossa que grudaram na minha língua e no céu da minha boca, eu fechei a boca cheia daquela porra gostosa, que era tanta que estufava as minhas bochechas e vazava pelos meus lábios, mesmo estando fechados, e, de um gole só, engoli tudo... Depois ainda terminei de limpar o pau dele, lambendo os restinhos de porra que pingavam. Tomei um banho com ele e nós dois nos vestimos e descemos pra sala... Percebi que ele e a minha mãe tinham a capacidade de se entenderem só pelo olhar, pois bastou uma troca de olhares entre eles para que a minha mãe entendesse o que aconteceu... Ela pediu pra eu sentar do lado dela, me abraçou, me deu um beijo na testa e ficou acariciando os meus cabelos... A minha irmã mais nova, que ainda não sabia de nada, não percebia o que havia acontecido comigo...

Fomos dormir... Eu dormia no quarto com a minha irmã... Eu estava então com 15 anos e ela ainda com 12, faria 13 dali a 2 meses... Ainda era cedo para ela, mas ela já tinha um corpinho bem definido, cheio de curvas, uns peitinhos pequenos com biquinhos salientes, bundinha arrebitada e umas coxas grossas deliciosas... Eu, ainda com a boceta dolorida do pau do meu pai, estava com muita vontade de chupar na xaninha dela... Sugeri que nós duas, por brincadeira, dormíssemos nuas na mesma cama... Ela achou uma ideia legal e topou... Nos deitamos juntas, peladas, e eu maliciosamente, deslizava a minha mão pelo corpinho dela, notando que ele ficava todo arrepiado... Levei a mão até a xaninha dela, com pentenhinhos ralos, e passei o dedo no valinho... Ela estremeceu, quietinha, fazendo como se nada estivesse acontecendo... De luz apagada, sentei na cama, abri as pernas dela, aproximei a minha cara da bocetinha dela e senti aquele cheirinho gostoso... Como a minha irmãzinha era gostosa, pensei, eu não podia esperar mais, queria ela agora... Ouvi que ela soltou um gritinho quando sentiu a minha língua tocar o clitóris dela... Ela apertou a minha cabeça com as coxas e eu senti que ela gozou profundamente, em espasmos de gozo que pareciam que não iam ter mais fim... Tratei de lamber com gosto aquela aguinha gostosa que saída da bocetinha dela em grande quantidade... Depois deitei novamente do lado dela e ficamos as duas deitadas, quietas, até adormecermos... Pela manhã, não tocamos mais no assunto... Mas eu notei que ela havia mudado... Na noite seguinte ela apagou a luz, veio e se deitou na minha cama de camisola... Eu entendi o que ela queria, enfiei a mão por baixo da camisola dela e vi que ela já estava sem calcinha... Sentei na cama e ela já abriu as pernas... Caí de boca novamente, lambendo o cabacinho dela... Ela rebolava de tesão... Senti quando ela gozou na minha boca e bebi toda aquela aguinha gostosa que jorrava da bocetinha dela... Nossa, como saia água da bocetinha dela quando ela gozava! Parecia um chafariz... Mas eu estava ainda louca de tesão... Deitei na cama e abri as pernas, dizendo: ”Tua vez... ‘” Ela demorou um pouco, mas foi indo devagarinho e aninhou a cabecinha entre as minhas coxas... Ficou uns minutos ali paradinha, só sentindo o meu cheiro e se excitando com ele, depois começou a lamber a minha xana... Senti um arrepio quando ela encostou a línguinha... Segurei a cabeça dela e comecei a esfregar a minha pomba na boquinha dela, sentindo a língua dela me tocar, e gozei... Ela ficou ali chupando o meu gozo, como se estivesse gostando... Depois veio e deitou do meu lado... “Tu não és mais virgem?” Ela perguntou... Eu fiquei sem saber o que dizer, mas ela insistiu em saber, já que eu nunca tinha tido um namorado... Então eu pedi pra ela pra não comentar com ninguém, nem com o pai, nem com a mãe e nem com o nosso irmão, pois ainda não era a hora dela... Ela me disse que sim, não comentaria nada com ninguém... Então eu comecei a contar pra ela o que tinha acontecido... Ela ficou quieta, pensando, e depois perguntou: “E eu, quando vai ser a minha vez?” Eu falei que não sabia, mas que por enquanto eu iria ajudar ela a se aliviar, sem ninguém saber... Ela concordou e nós dormimos abraçadas...

Mas eu estava mesmo era a fim de sentir o pau do meu irmão na minha xana... Até agora só havia sentido o cheiro e o gosto, mas queria ele dentro de mim...

Na noite seguinte, depois de chupar a bocetinha da minha irmã e de ser chupada por ela, esperei ela dormir e fui até o quarto do meu irmão... Ele estava deitado, dormindo de barriga pra cima, só de cuecas... Deixei a porta aberta para entrar um pouco de claridade, me aproximei da cama silenciosamente, tirei o pau dele pra fora da cueca esperando que ele acordasse a qualquer momento, mas ele tinha um sono profundo... Comecei a chupá-lo e vi o pau dele crescer dentro da minha boca... Quando o pau dele estava bem duro, eu, que já estava nua, fui por cima dele e sentei, enfiando aquele caralho gostoso na minha xaninha recém desvirginada pelo meu pai... Ele acordou e se assustou comigo ali, eu, rapidamente, coloquei a mão na boca dele e disse: “quieto, relaxa e goza...” E comecei a cavalga-lo, subindo e descendo... Senti que a minha bocetinha estava ainda um pouco dolorida pela perda do cabaço dois dias antes, mas era uma dorzinha gostosa... Ele me segurou pelos quadris, cheio de tesão, e começou a acompanhar o meu movimento... Não resisti muito tempo e logo gozei... Ele, ao me ver gozar, gozou também, dentro da minha xana... Olhamos um pro outro e eu saí de cima rapidamente... “E agora, vou ficar grávida?” Disse eu assustada. Ele me perguntou se a nossa mãe não tinha me dado a pílula e eu fiz que não... Ele disse, “minha nossa! Tu precisa começar a tomar... Mas não esquenta, amanhã eu vou te dar uma ‘pílula do dia seguinte’ e tu toma, que não vai acontecer nada, mas não podemos mais fazer isto... “Não podemos mais fazer isto oque?” Eu perguntei meio indignada. “Transar sem tu estar tomando a pílula...” Eu entendi: “Ah, pensei que tu não tinha gostado de mim...” e dei uma risadinha... Ele falou: “Como não vou gostar? Tu é minha irmã mas é muito da gostosa... Olha aqui, tu pode até fazer sem precisar tomar pílula nenhuma, se tu quiser...” Eu fiquei curiosa: “Como?” Perguntei. “Eu te mostro outra hora, agora vai dormir...” Eu me aproximei dele, me abaixei, dei um beijo no pinto dele e falei: “Gostoso é tu, maninho...” e voltei feliz pro meu quarto...

No outro dia, estávamos todos reunidos no café da manhã... Quem nos via assim não poderia imaginar o que rolava ali naquela casa...

O meu irmão já estava na faculdade, eu ainda fazia o primeiro ano do ensino médio e a minha irmã estava na sexta série do básico. Nos duas estudávamos na mesma escola... Todo dia pela manhã saíamos juntos, pegando carona com nosso pai até o centro da cidade, e, de lá, cada um ia para um lado...

A minha mãe ficava em casa...

Na noite seguinte, todos nós na sala vendo TV, eu falei pro meu irmão que queria saber qual era a ideia dele, que ele tinha me falado na noite anterior. Ele, na frente do meu pai, da minha mãe e da minha irmã, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele... Disse pra eu tirar a roupa... Eu tirei imediatamente... Ele me mandou ficar de quatro e começou a chupar o meu cu, enfiando a língua... Eu entendi qual era a ideia dele, e fiquei excitada ao pensar em levar aquele pau gostoso do meu irmão no meu cuzinho fechadinho... Ele deixou o meu cu bem molhadinho e começou a enfiar o dedo indicador... Senti uma dorzinha quando ele enfiou, mas o tesão era tanto que eu nem disse nada, para não desencorajá-lo... Ele, então, enfiou dois dedos e eu vi estrelas, gemendo baixinho de dor, mas me contive e continuei firme, eu queria ir até o ponto de sentir o pau dele todinho lá dentro... Ele começou a mexer os dedos pra dentro e pra fora, até deixar o meu cuzinho bem lubrificado... Então veio por trás e encostou o pinto dele na entradinha do meu cuzinho... Eu estremeci ao sentir aquilo... Ele começou a fazer pressão, mexendo pros lados e pra frente e pra trás, enquanto eu tentava ajudar rebolando a bunda, e o pau dele foi entrando, entrando até entrar tudo... “Vai, seu cavalo, me come” eu gemia de prazer. Ele começou a bombar pra frente e pra trás, tirando e botando aquele caralho gostoso no meu cuzinho... Eu gozei na boceta, sentindo o pau dele atrás... E logo ele gozou também, enchendo o meu cu de porra...

Caímos os dois de lado na cama, exaustos... “Viu?” Ele disse, se fizermos assim, tu não precisa tomar pílula anticoncepcional... “É...”, Eu disse, “Mas o problema é que o pau do pai é bem mais grosso... Eu não sei se o dele vai entrar...”. Ele ficou quieto... “Mas o teu pau não é fino não, maninho, é bem gostoso, só que o do pai é mais grosso...” E ele disse: “então eu não sei, mas por mim tu não precisa tomar nada...” E foi tomar um banho... Eu saí do quarto ainda suada e com o cu ardendo, só coloquei o vestido por cima e voltei pra sala sem calcinha mesmo... Notei que o meu cu estava diferente, pois eu podia senti-lo a cada passo que dava. Todos ficaram me olhando, mas ninguém comentou nada...

A minha mãe se levantou e me disse para ir com ela até o quarto... Fui atrás dela. Chegando no quarto, ela me disse: “Você ainda não tomou banho, depois da transa, não é?” Eu fiz que não... Ela me mandou deitar na cama e disse que queria me chupar assim... Que queria sentir a porra do meu irmão na minha boceta... Eu disse: “Não, mãe, não foi na boceta... Foi no cu...” Ela sorriu: “Safadinha, tá aprendendo depressa, hein! Então vou chupar o teu cu...” E me disse pra ficar de quatro... Levantou o meu vestido, deu uma boa olhada no buraco do meu cu aberto, recém desviginado pelo meu irmão, e começou a enfiar a língua no meu cuzinho, tentando pegar a porra que estava lá dentro... Eu entendi o que ela queria e comecei a fazer força para a porra sair... Ela me segurava forte pelas coxas e bebia tudo o que saía... “Que gostoso, ela dizia...” E quando terminou, ela disse: “Agora o teu pai vai querer o teu cu também... Ele tem tara por cu.” Ela falou num tom sério, como quem já sabia o problema que eu teria pela frente, ou melhor, por trás... Eu fiquei meio com medo ao ver a expressão dela... “É, mãe? Mas a senhora dá o cu pra ele, não dá?” Ela fez que sim com a cabeça... “Deixa eu ver ele...” Eu pedi pra dar uma olhada no cu dela... Ela baixou a calcinha, ficou de quatro na cama e eu fui por trás... Abri bem as papadas da bunda dela e vi o buracão que era o cu da minha mãe... “Nossa!” Eu disse, “Ele fez tudo isto?” E ela fez que sim com a cabeça, “Mas eu já estou acostumada agora”, ela disse, “difícil foi no começo, ele quase me matou...” E continuava na mesma posição, de quatro... Eu ali, sentindo o cheirinho gostoso daquela bunda, não resisti e comecei a passar a língua no cu da minha mãe... “Tadinha da minha mãezinha...” Eu dizia, e ela começou a gemer de prazer... Pediu pra eu deitar na cama, veio por cima de mim, colocou a bunda na minha cara e eu continuei a chupar no cu dela, passando a língua na boceta molhada também... E ela se inclinou e retribuiu, chupando a minha bocetinha também... Ficamos ali naquela posição por uns vinte minutos, grudadas e nos chupando até gozarmos uma na boca da outra... Que delícia sentir o gozo da minha mãe na minha cara... Eu adorava água de boceta, descobri... Depois saímos dali para tomar um banho... Quando voltamos pra sala, notei que o meu pai e a minha irmã não estavam lá... Eu, curiosa, subi e fui até nosso quarto, para ver o que estava acontecendo... Quando abri a porta, vi a minha irmã sentada na cama e o meu pai de pé na frente dela com o pau pra fora, ela estava chupando no pau dele... Não me contive e soltei um gritinho de surpresa... “Mas já?” Falei... O meu pai disse: “É o que eu disse para a tua irmã, mas ela não sabe esperar...”, ele falou, e me disse sorrindo: ”Vem aqui, filha, ensina essa tua irmã como é que se faz...” Eu tomei aquilo como uma ordem, sentei na cama ao lado da minha irmãzinha e, com um ar experiente, peguei o pau do meu pai e comecei a chupá-lo... A minha irmã pareceu não gostar, logo tirou o pau da minha boca e abocanhou-o, chupando-o com vontade... O meu pai mandou nós duas abrirmos a boca e começou a tocar uma punheta... Gozou nas nossas bocas e nós duas ficamos ofegantes disputando cada gotinha de porra que o nosso pai nos dava... Depois que os jatos de porra pararam, nós duas lambemos aquele pau enorme até deixa-lo limpinho... O nosso pai colocou a calça e saiu logo em seguida, deixando nós duas olhando uma pra outra ali, cheias de tesão, e com as caras sujas de porra... Começamos a lamber a porra uma na cara da outra e então nos atracamos... Eu ensinei pra minha irmã a posição que tinha acabado de aprender com a minha mãe... E fizemos um 69 gostoso, gozando uma na boca da outra...

No outro dia, novamente tomamos café juntos, na mesa da cozinha...

A minha mãe falou pra mim e pra minha irmã que iria comprar pílulas anticoncepcionais para nós duas... “Eu disse que pra mim não precisava, que eu já sabia como fazer pra não engravidar...” A minha mãe me olhou séria e me disse: “Querida, tu não sabes o que estás dizendo... Tu já viu como eu fiquei...” E eu falei: “Não tem problema, mãe, eu também quero...” O meu pai pareceu ter um orgasmo ao me ouvir dizer aquilo... Acho que ele não via a hora de arrombar o meu cuzinho... “Se ela não quer, eu também não vou tomar”, disse a minha irmã. “Para de dizer besteira, menina, tu não sabes do que estamos falando. Tu vai tomar sim!” Terminamos o café e saímos juntos, como todo dia, deixando nossa mãe tomando conta da casa...

A noite, estávamos todos na sala assistindo TV quando vi a minha mãe e o meu irmão subirem pro quarto... Ficamos ali só eu, a minha irmãzinha, Cristina, e o meu pai... O meu pai, então, ali mesmo na sala, chamou a minha maninha até o sofá em que ele estava. Percebi que ela se arrepiou toda na hora, ficando excitada pelo que poderia acontecer... Ela foi e ficou parada na frente dele... Era uma loirinha linda, parecia uma princesinha de contos de fadas, estava só com um vestidinho leve, que deixava bem à vista as suas lindas pernas bem torneadas e os seus peitinhos durinhos cujos biquinhos empinados denunciavam que ela estava prontinha para se entregar ao nosso pai. De longe eu podia ouvir a respiração dela, ofegante e ansiosa, via o seu rostinho ruborizado e podia sentir o seu coração acelerado... Ela estava ansiosa por este momento e não via a hora de ser possuída pelo nosso pai e assim também se tornar mulher dele e do nosso irmão também... Meu pai começou a tirar a calcinha dela e notou que ela estava com o corpinho todo arrepiado de tesão... Depois ele enfiou a mão por baixo do vestidinho dela e passou a mão naquela xaninha ainda virgem... Notei que ela quase caiu, tendo que se apoiar nele de tanto tesão... Eu também estava muito excitada ao ver aquilo... Ele levantou o vestidinho dela até a altura dos peitinhos, expondo-os e começou a chupá-los... Ela segurava a cabeça dele e gemia baixinho, de olhos fechados. Percebi que ela tinha espasmos de tesão e apertava a cabeça do nosso pai contra o peito. Ele soltou o vestido dela, que voltou a cobrir aquele corpinho delicioso, e pediu para ela ficar de joelhos sobre o sofá e se apoiar no encosto de braço, reclinada para frente, encostando a cabeça no encosto e ficando com a bundinha bem arrebitada... Ela obedeceu, cheia de tesão... Ficou muito sexy naquela posição, eu é que queria cair de boca nela... O meu pai, ficando de quatro sobre o sofá por trás dela, levantou o vestidinho, expondo aquela bundinha gostosa e empinada, exibindo os pelinhos e o valinho da pomba no meio das duas coxas grossas e deliciosas da minha irmãzinha, abriu os lábios da bocetinha dela com os dedos e contemplou o cabacinho da filhinha caçula, que ele logo em seguida iria arrebentar com o seu grosso caralho. Notei que ela já tinha gozado algumas vezes com esses carinhos do nosso pai, pois a xaninha dela estava bem molhada, com aguinha já escorrendo pelas coxas... Meu pai começou a chupar aquela bocetinha cheirosa, lambendo o cabacinho e passando a língua também pelo cuzinho, bem de vagar... A minha maninha rebolava e gemia baixinho, toda gostosinha, acho que estava dando uma gozada atrás da outra... Meu pai, pra já ir adiantando o serviço, enfiava a língua no cabacinho dela, até onde dava. Não resisti e fui também até lá... Meu pai viu quando eu comecei a abaixar o elástico da calça do pijama dele, deixando o seu saco e a sua bunda expostos, e ele continuava a chupar a minha irmã, que rebolava e chorava de tesão, gemendo baixinho... Então eu pensei: se já chupei o cu da minha mãe, tenho que chupar o do pai também... E notei que o meu pai estremeceu ao sentir a minha língua no cu dele... E ficamos ali, o meu pai chupando o cu e a bocetinha da minha irmã e eu atrás dele, chupando o seu cu gostoso... Tudo aquilo me excitava muito e eu precisava gozar de qualquer forma, ou então morreria ali mesmo, de tanto tesão... Comecei a chupar o cu dele e a me masturbar ao mesmo tempo, pois sabia que agora seria a vez da minha irmã conhecer o pau do nosso pai e não queria atrapalhar este momento especial dela... Gozei como louca, com a língua enfiada no cu do meu pai... Depois voltei pro meu sofá...

Ao ver que eu já tinha terminado, ele se levantou, com o pau mais duro do que uma barra de aço, e encostou-o na bocetinha virgem da minha irmãzinha, que esperava por aquele momento ansiosa... E fiquei observando o esforço dos dois, ela empurrando os quadris para trás e abrindo a boceta com as duas mãos para facilitar a penetração, e o meu pai segurando-a pelos quadris e forçando aquele enorme caralho contra o indefeso cabacinho dela... Não aguentei, abri as pernas e comecei a me masturbar novamente olhando aquela cena... De repente ouvi a minha irmã soltar um gritinho e notei que a cabeça do pau do nosso pai entrou inteira na bocetinha dela... Ela estava suando... Depois vi o resto daquele pau enorme, aos poucos, sendo agasalhado inteirinho pela bocetinha da minha maninha, que já sangrava pelo rompimento do cabacinho, e fiquei admirada quando entrou tudo... A minha irmã rebolava feito louca na vara do meu pai, que bombava forte... Ele avisou que ia tirar pra gozar e a minha irmã se jogou de lado, tirando a boceta da reta... Quando o meu pai se deu conta, eu já estava de boca aberta na frente dele esperando pelos jatos de porra... Ele encheu a minha boca com uma quantidade enorme de porra grossa. Tive que fechá-la para engolir tudo, mas era muita porra e eu comecei a babar, segurando as gotas que caiam e levando-as à boca novamente... Enquanto isto, a minha irmã já me empurrava de lado, dizendo: “Deixa que eu pego o resto” E abocanhou o pau do nosso pai, já meio mole, mas ainda todo melado de porra gostosa e meio vermelho com o sangue do cabaço dela... Ela chupava de olhos fechados, parecendo estar em transe, se deliciando com o pau do nosso pai...

Quando terminamos, ficamos os três jogados sobre o sofá, exaustos. Nisso vimos quando a minha mãe e o meu irmão desceram e se sentaram num dos sofás também... Eles também tinham acabado de transar... Estávamos todos satisfeitos e felizes... De repente a minha mãe falou: “Meu Deus, o que vocês fizeram?!!!” Não entendemos direito o que ela queria dizer... “O sofá está todo sujo de sangue, isto não vai sair mais...” E foi correndo até a cozinha buscar um pano para limpar o sofá... O tecido era lavável e o sangue saiu fácil... Foi aí que notei a boceta da minha irmã, que ainda estava sangrando... Falei pra ela ir tomar um banho... Ela tentou se levantar, mas disse que estava doendo muito... Ela era ainda muito novinha e o nosso pai, com aquele caralho enorme e cheio de tesão, tinha mesmo arregaçado a bocetinha virgem dela... Isto iria deixá-la, mais tarde, com medo de dar o cu para ele e, durante muito tempo, o único para quem ela daria o rabinho seria para o nosso irmão, que tinha um pau menor... Então eu ajudei-a a ir até o chuveiro e dei um banho nela, depois levei-a para a cama... Era uma quinta feira e no dia seguinte ela não conseguiu se levantar pra ir à aula... Disse que estava doendo muito. Ficou em casa com a nossa mãe, que passou uma pomadinha cicatrizante na bocetinha destruída dela...

À noite a maninha ainda estava andando de pernas abertas, toda dolorida... Nessa noite eu acho que ninguém transou lá em casa. No sábado a maninha já estava melhor, e eu deixei ela chupar a minha xana, já que a dela estava com pomada e ainda meio dolorida... Ela também gostava de beber a aguinha da minha boceta...

No domingo à noite, como todos os domingos, fomos todos à missa... Na saída da igreja fomos a uma pizzaria e depois voltamos pra casa... No caminho, eu disse na frente de todos, que queria o meu pai naquela noite... “Tudo bem”, disse a minha mãe, “A gente se vira sem vocês, não é, crianças?” E a minha irmãzinha safadinha foi a primeira a dizer: “É, hoje eu vou experimentar outra coisa”, disse abraçando o meu irmão no banco de trás do carro... “E eu?” Perguntou a nossa mãe. “Vem também”, disse o meu irmão... Definitivamente, éramos uma família feliz. Chegando em casa, subi apressada com o meu pai para o quarto, ouvindo a minha mãe dizer sorrindo: “Vão com calma vocês dois”, já sabendo que eu queria levar no cu, “Não quero ninguém gritando...”.

Eles ficaram na sala. A minha mãe tirou a calcinha e sentou no sofá... A maninha, vendo aquilo, perguntou: “Você quer que eu faça alguma coisa, mãe?” E ela respondeu, “Se você quiser... Eu estou aqui...” A maninha então se aproximou e foi, pela primeira vez, conhecer a boceta da nossa mãe... Ficou algum tempo cheirando ela e depois começou a chupá-la vorazmente... O nosso irmão, vendo aquela cena, tirou a roupa e pegou a maninha por trás, enterrando o seu cacete na bocetinha dela pela primeira vez, depois do papai. Ali ficaram os três, a maninha sendo fodida na boceta pelo meu irmão, enquanto saboreava a boceta da nossa mãe...

Chegamos no quarto, eu e o meu pai... Tiramos a roupa e eu olhei para o pau dele com um pouco de medo... “Vai devagar, pai, isto é muito grande...” Ele disse que primeiro queria me comer um pouco na boceta, e eu achei uma boa ideia... Deitei na cama e ele veio por cima, na posição papai e mamãe, só que agora era papai e filhinha... Esta era a segunda vez que ele me pegava... Abri as pernas e ele começou a me penetrar com aquilo tudo... Ainda não estava fácil de entrar, mesmo já sendo a segunda vez... Mas ele colocou devagar, e a minha bocetinha se arregaçou novamente para receber a enorme vara do meu pai até o fundo... Que delícia! Eu tinha mais é que virar puta dele mesmo, pensei, ele era muito gostoso. Eu urrava de tanto tesão sentindo aquele pau enorme entrando e saindo de dentro da minha boceta... Ele me mordia as orelhas, beijava o meu rosto e... Me deu um longo beijo na boca. Que tesão que foi aquele beijo, fiquei louca ao sentir a língua do meu pai dentro da minha boca, e gozei...

Ele saiu de cima de mim... Juntou os dois travesseiros e pediu para eu deitar encima deles de bruços, com os quadris sobre os travesseiros, o que me deixava com a bunda arrebitada para cima... Como eu já havia dado o cu pro meu irmão, ele já não era mais tão fechadinho assim. O meu pai começou a lambê-lo e a enfiar a língua dentro dele... Depois foi até o armário e voltou com um creme, que passou no buraco do meu cu e também no pau dele... Veio por cima, encostou a cabeça do pau na entrada do meu cu e falou baixinho no meu ouvido: “relaxa, querida...” E começou a fazer pressão da cabeça do pau contra o buraquinho do meu cuzinho... Eu estava louca de tesão e com um pouquinho de medo pelo que iria acontecer... Senti que a cabeça do pau travou na entrada do meu cu e tentei ajudar, abrindo-o com as duas mãos para facilitar a entrada do pau enorme do meu pai, que começou a fazer uma pressão mais forte... Eu ainda arrebitava mais a bunda, oferecendo ainda mais o meu cuzinho semi virgem para aquele caralho gostoso... Senti que o meu cu estava cedendo aos poucos e deixando a cabeça do pau do meu paizinho entrar bem devagar... O meu pai fazia pressão e depois aliviava um pouquinho, voltando a fazer pressão de novo. A cada nova pressão que ele fazia, o meu cu cedia mais um pouquinho... Até que senti que a cabeça do pau dele já estava dentro do meu cuzinho, mas não estava doendo tanto quanto eu pensava que iria doer... E ele continuava a fazer pressão para aquele caralho grosso entrar mais... Senti que o meu reto se arregaçava para permitir a entrada daquele pau enorme... O suor escorria dos nossos corpos pelo esforço que estávamos fazendo, até que entrou tudo e eu senti o saco dele bater na minha boceta... Estávamos os dois exaustos. Ficamos naquela posição por uns instantes, recuperando o fôlego, e então ele começou a tirar o pau de dentro, até a metade, voltando a enfiá-lo... Senti um pouco de dor e falei: “devagar, pai” E ele disse: “Não te preocupa que não quero te machucar...” E começou um lento movimento de vai e vem, que foi aumentando de intensidade até que senti que ele estava bombando com toda força aquele pau enorme dentro do meu cu, que a essas alturas, já devia estar largo igual ao da minha mãe... E pensar nisto me meu mais tesão ainda, e eu comecei a rebolar o cu na vara do meu pai, até sentir aqueles jatos de porra jorrando lá dentro... O meu pai caiu de lado, exausto... Eu ainda estava com muita tesão, peguei o pau dele e comecei a lamber os restinhos de porra que ainda saiam... Depois fui até bem perto do rosto dele e disse: “Obrigado, papai...” dando-lhe um longo beijo na boca.

Levantei da cama, sentindo o meu cu doer muito. Passei a mão nele e senti que a borda estava toda esgaçada e em carne viva... A cada movimento que eu fazia ele doía, mas era uma dor suportável. A minha mãe tentou me avisar e agora eu tinha me aguentar, sem deixar que ela percebesse que eu estava me sentindo toda arrebentada... Coloquei o meu vestido, sem tomar banho, e voltei para a sala, onde estavam os três jogados sobre o sofá... A cada passo que eu dava, sentia as carnes na borda do meu cu se esfregando forte. Eu já tinha sentido isto quando dei o cu pro meu irmão, mas agora a sensação era muito mais intensa, porque o estrago tinha sido bem maior. A minha mãe ficou admirada ao me ver chegar andando... “Ué... Já terminaram?” e eu fiz que sim, com a cabeça... “E tu estás bem?” Ela perguntou. “Estou sim, mas tá meio dolorido... Quer ver?” Eu queria mostrar o estado do meu cu para ela ver como eu era forte. Ela fez que sim com a cabeça, eu fiquei de quatro sobre o sofá... Ela veio por trás, levantou o meu vestido e disse: “Minha nossa! Tu tem certeza que não tá doendo? ” Eu fiz que não com a cabeça... O meu cu estava um buracão enorme e avermelhado, o meu pai tinha arregaçado o meu cuzinho virgem, como eu queria, e a dor era apenas uma consequência, eu pensei... A minha irmã e o meu irmão vieram também para ver o estrago que estava o meu cu... “Nossa!”, disse a maninha, parece uma cratera... E deu uma risadinha... “Foi assim que ficou a tua boceta!” Eu disse. A minha mãe, vendo que o meu cu estava cheio de porra, que escorria, começou a lambê-lo... “Que gostoso!” ela dizia... “Deixa eu, mãe” pediu a maninha... chegando perto e já começando a lamber o meu cu também... Comecei a fazer força para a porra sair e as duas, por trás de mim, aparavam com as línguas tudo o que saia... Pelo estado que o meu cu ficou, eu acho que devia estar saindo um pouco de sangue também, misturado na porra que saia, mas não sei se elas viram isto... O meu irmão, cheio de tesão, começou a tocar uma punheta e eu disse: “Goza na minha boca!”, o que ele fez logo em seguida, me deixando engolir tudo... Depois sentamos no sofá e quando eu levantei a minha mãe notou que no meu vestido havia uma pequena mancha de sangue bem na altura do cu... Eu corri pro chuveiro. A minha mãe, experiente, foi atrás de mim e me disse para usar um absorvente feminino no cu quando fosse para a escola no dia seguinte. Eu fiz o que ela me disse, e isto foi o que me salvou... No outro dia, na escola, foi difícil para mim ficar sentada, pois tinha a sensação de estar esmagando a borda inchada do meu cu. O absorvente que eu estava usando aliviou bastante o contato do meu cu contra o banco duro da sala de aula. Graças à saia do uniforme, o volume do absorvente não podia ser visto dentro da minha calcinha... Na primeira vez que sentei na minha cadeira na escola, não pude conter um gritinho de dor "Aiiii!", que chamou a atenção de uma colega, que sentava ao meu lado. Ela perguntou o que era e eu disse que não era nada, que eu só tinha sentido uma fisgada na perna... Ela nunca que iria imaginar que eu, sempre tão certinha, estava ali, linda e com o cu todo arrebentado pelo enorme caralho do meu próprio pai. Depois tratei de ser mais discreta, sofrendo calada e ainda com um sorriso nos lábios, pra não dar na vista...

Na noite seguinte, estávamos na sala assistindo a novela, eu, a Cristina, a minha mãe e o Thiago, quando nosso pai veio da cozinha e sentou-se ao lado da Cristina, passando-lhe o braço em volta do pescoço carinhosamente... Ela ficou contente, olhou para mim e deu um sorrisinho malicioso... Ele enfiou a mão pelo decote do vestido dela e começou a bolinar seus peitinhos durinhos... Depois enfiou a mão por baixo do vestidinho dela, que se jogou para trás no sofá, afastando as coxas para facilitar o acesso dele à sua bocetinha molhadinha... Ele enfiou a mão por dentro da calcinha dela e começou a esfrega-la com força até deixa-la roxa, gemendo baixinho, e ofegante de tesão, depois ele pegou a mãozinha dela, colocou-a sobre o pinto duro dele por sobre o pijama e perguntou: “O papai está pronto, filhinha, e você?” Ela olhou pra ele e disse: “Eu sempre vou estar pronta para o senhor, papai...” Ele se levantou de mãos dadas com ela e os dois subiram para o quarto dele, onde fizeram um 69 gostoso e depois ele comeu a bocetinha dela na posição papai e mamãe, beijando-a na boca e enchendo-a de porra... A penetração daquele pau enorme na bocetinha da maninha ainda não foi fácil dessa vez, mas não sangrou mais nada... Vimos quando ela desceu a escada feliz por ter dado para o nosso pai pela segunda vez, e pela sua bocetinha ter agasalhado o pauzão do papai e ainda estar inteira... É claro que a nossa mãe se apressou a chupar a bocetinha cheia de porra da Cristina, que aprendeu a espremer a porra para fora, na boca dela...

Na noite seguinte, o Thiago pegou a Cristina e levou-a para o quarto... Ficamos todos só olhando mas ninguém disse nada. Passou-se uns 40 minutos, ela voltou sozinha e sentou-se no sofá. Nossa mãe perguntou se ela tinha transado com ele e ela disse que sim. "E não está doendo mais nada?" Perguntou a nossa mãe, querendo saber se a pombinha dela já tinha se recuperado. Ela respondeu: "Na frente não, só atrás..." E nossa mãe perguntou "Como assim, atrás?" Então ela respondeu: "É que o Thiago não comeu a minha pomba agora, mãe, ele enfiou no meu cu. Não está doendo muito, só está estranho quando eu ando, e está meio ardido..." Eu e a nossa mãe sorrimos... "Isto não é nada", eu falei sorrindo, fazendo referência à diferença de tamanho do pau do Thiago e do nosso pai, que eu tinha engolido todinho por trás dois dias antes. Nosso pai apenas ficou olhando para ela sem dizer nada, cheio de vontade de comer aquele rabinho também, eu acho, tanto que uns dez minutos depois me pegou e me levou para o quarto para comer o meu cu de novo, cheio de tesão... O meu cu ainda estava dolorido, pois fazia só dois dias que ele tinha me arregaçado, mas eu adorei ser enrabada com o cu ainda doendo, me deu um tesão muito grande aquela mistura de vontade de ganhar no cu com a dor do estrago anterior. Senti que ele estava mesmo com tesão, pois socava o pau no meu cu com força e nem queria saber se estava doendo ou não. Encheu o meu cu de porra e saiu para tomar banho, me deixando jogada sobre a cama de bunda pra cima, suada e com o cu ardendo... Nas três noites seguintes ele me pegaria novamente para me comer só no cu, que já estava ficando todo esfolado, mas eu não queria dizer não para ele e aguentei quieta enquanto ele destruía ainda mais o meu cuzinho... Fiquei aliviada quando, na quarta noite ele não veio mais me pegar, pois o meu cuzinho já não aguentava mais, a dor já estava ficando quase insuportável, e ele precisava de um descanso... Tive que voltar a usar absorventes femininos no cu para poder sentar até no sofá de casa, pois o meu cu nunca ficou tão inchado... Alguns dias antes eu jamais poderia imaginar que em breve estaria levando tanto pau no cu, desse jeito tão brutal, sem dó nem piedade, até ele ficar esfolado, em carne viva, e do meu próprio pai... Eu adoro levar o pau grosso do pai no meu cuzinho mas, naqueles primeiros dias, eu sofri muita dor, principalmente quando tinha que sentar no banco duro da escola, mas nunca falei isto pra minha mãe, só pra Cristina, que cada vez tinha mais medo de dar o cu pra ele... Mas ela tinha adorado levar o pau do nosso irmão no rabinho...

Na nossa casa, sempre que eles queriam uma de nós era só pegar e levar pro quarto... Ou, se quisessem, podiam nos comer ali na sala mesmo, mas na cama era sempre melhor... Nós nunca nos negávamos e adorávamos quando eles nos procuravam com o pau duro, loucos para nos encher de porra... Já tínhamos nos acostumados a levar pau, e sentíamos até necessidade disto, mas só dentro de casa. Na rua nos comportávamos como se nunca tivéssemos feito sexo na vida, e eramos até apontadas como exemplos de virtude pelas pessoas que nos conheciam.

Assim era a nossa vida, sempre que queríamos, transávamos uns com os outros, e estávamos sempre satisfeitos... Eu lembro um dia, no colégio, quando a minha irmãzinha, vestindo aquela sainha sexy do uniforme, me procurou dizendo que precisava de mim para se aliviar... Eu, então, fui com ela ao banheiro e dei uma longa chupada na bocetinha cheirosa dela até fazê-la gozar... Depois ela, é claro, me chupou também e eu também gozei na boquinha dela. Saímos dali aliviadas... Quem nos via entrar e sair do banheiro juntas, nunca iria imaginar o que nós fazíamos lá dentro, já que éramos irmãs. Depois começamos a usar torpedos uma pra outra quando tínhamos vontade, então ela pedia pra professora para ir ao banheiro e eu também, nos encontrávamos e dávamos umazinha bem gostosa, voltando pra sala de aula uma com o gosto da boceta da outra na boca... Isto era muito legal!

Quando chegávamos em casa, normalmente a nossa mãe estava carente e sempre alguém tinha que satisfazê-la ou chupando a xana dela ou comendo ela, no caso do meu pai e do meu irmão... Normalmente era o meu irmão que dava um trato nela, pois ela queria mesmo era tomar um pouco de porra... Mas às vezes ela queria dar uma chupada em nós também, e também ser chupada por nós, e íamos com ela com prazer...

Um dia uma irmã solteirona do meu pai veio nos visitar depois de muito tempo, ela morava muito longe... A última vez que eu a vi eu era uma bebezinha ainda. Ela era mais velha do que o meu pai, uns oito ou dez anos mais velha, e não era uma mulher muito bonita, já meio gordinha pela idade... Mas eu percebi uma hora que ela e o meu pai subiram pro quarto, e fui atrás, sem que eles me vissem... Espiei pela porta quando o meu pai tirou o pinto pra fora e deu pra ela chupar... Fiquei com um enorme tesão... Me apoiei na porta, que estava entreaberta, e a porta se abriu... Ela ficou sem jeito, ainda com o caralho do meu pai na boca... O meu pai me disse: “Não repara nisto não, filha, a educação que eu e a minha irmã tivemos é igual à educação que estou dando pra vocês...” Então eu entendi tudo... “Devo sair?” Perguntei... E ele respondeu: “Você pode participar, se quiser...” E eu quis. Estava super curiosa para dar uma olhada na boceta da minha tia... Ela pareceu não acreditar quando eu entrei, fechei a porta e comecei a tirar a roupa, exibindo o meu lindo corpinho... O meu pai falou pra ela tirar a roupa também, e ela fez o que ele disse, expondo aquele corpo idoso, sem curvas, e uma boceta enorme, cheia de pentelhos pretos... Eu fiquei louca de tesão ao ver a xana dela, e ela notou isto. Deitou na cama e abriu as pernas, deixando o resto por minha conta... Cheguei bem perto, encostei o rosto nos pentelhos dela e senti o cheiro... Não tinha cheiro ruim... Caí de boca, chupando com força aquela boceta velha, mas nova na minha vida... Ela urrava de prazer. Meu pai veio por traz de mim e começou a comer o meu cu enquanto eu lambia a boceta da irmã dele... Acho que esta visão deixou ele louco de tesão também... Senti quando a minha tia gozou na minha cara, um forte jorro de água que eu recebi de boca aberta, bebendo tudo o que conseguia pegar... Depois chupei bem a xana dela até deixa-la sequinha... Meu pai ainda não tinha gozado, falou que queria gozar no cu da minha tia... Ela ficou de quatro na cama e meu pai foi por traz, enterrando tudo de uma vez só... Ela já deve ter levado esse pau no cu muitas vezes, pensei, e fiquei deitada de pernas abertas na frente da minha tia, deixando ela me chupar à vontade, até que quando percebi que o meu pai ia gozar no cu dela, gozei na boca dela ao mesmo tempo, ela urrava e gemia de tanto tesão, acho que gozou nessa hora também...

Quando desci a escada, a minha mãe me perguntou o que tinha acontecido lá encima, e eu disse que tinha pegado a tia chupando no pau do pai e que eles me convidaram para participar, disse que tinha chupado a xana dela, que era até bem gostosa e que o meu pai tinha comido o meu cu e depois gozado no cu dela enquanto ela chupava a minha boceta... A minha mãe ficou excitada e subiu rapidamente a escada... Fiquei uns minutos parada e em seguida subi também para ver o que é que a minha mãe queria... Quando cheguei lá encima, ela estava chupando a porra do cu da minha tia, que gemia e espremia a porra para ela, tremendo de prazer...

Fui para o meu quarto, onde a minha irmã estava estudando, e não me segurei, disse pra ela que precisava chupar a xana dela, o que ela concordou prontamente...

Essa minha tia ficou uma semana na nossa casa, e nesse tempo transou com todo mundo, inclusive com a Cristina, que adorou chupar a xana dela e levar uma gozada da titia na cara... O meu irmão tocou umas cinco punhetas na boca da titia, que bebia tudo com prazer... Mas então ela foi embora... Ela morava muito longe e, tão cedo, não a veríamos novamente. A família do nosso pai era bem grande e ele tinha também mais três irmãos e outra irmã, mas nunca mais tinha visto eles depois casou e veio morar no nosso estado... Eu pergunte pro meu pai “E se um dos seus irmãos aparecesse aqui em casa, o senhor deixaria ele nos pegar também, papai?” Ele nunca me respondeu esta pergunta, só disse que não foi ele quem deixou a titia me pegar, mas eu é que quis pegar a titia, assim como todos os outros depois de mim... E eu calei a boca. Com a saída da minha tia, a nossa vida voltou ao normal, com a gente transando só entre nós mesmos.

A minha intimidade com a Cristina era muito grande e ia muito além da intimidade física, pois nós costumávamos trocar confidências e até pedir conselhos uma pra outra. Um dia ela me falou que tinha um menino na escola que gostava dela e que vivia tentando 'ficar' com ela, mas ela me disse que não iria dar bola pra ele porque ainda era muito nova para isto. Eu concordei com ela, pois eu, que era dois anos mais velha que ela, achava que ainda era cedo até para mim, imagina para ela... E além disso, nós éramos duas meninas muito bonitas e era normal que os meninos ficassem nos assediando, mas nós não devíamos nos envolver com eles e nem tínhamos motivos para ter pressa de arranjar namorados... Devíamos nos preservar mais e evitar esses carinhas, pois tudo o que nós precisávamos, tínhamos em casa. Ela sorriu e concordou comigo... Essas trocas de confidências eram muito legais e nos uniam muito.

Como já disse, somos muito religiosos... Todo domingo vamos à missa juntos e sempre cumprimos todas as exigências da nossa igreja. Eu, a Cristina e o Thiago fizemos a primeira comunhão, depois o Thiago fez a Crisma e eu também, mas isto antes da nossa liberdade sexual. Aos 14 anos foi a vez da Cristina fazer a Crisma. A igreja ficava a duas quadras da nossa casa, e todo sábado pela manhã ela ia lá para as aulas religiosas, com a bíblia debaixo do braço... Às vezes ela ia com o rabinho ou com a bocetinha cheios de porra do Thiago ou do nosso pai, ou com o gosto da minha boceta ou da boceta da nossa mãe na boca... Muitas vezes ela mesma era quem pedia, pois queria se aliviar antes de ir, outros dias, algum de nós se aliviava com ela antes de ela sair... No dia da Crisma, ela entrou na igreja para receber o sacramento linda, com um vestidinho branco rodado, parecendo uma santinha. Estava bem aliviada, com a xana cheia de esperma do nosso pai e o estômago cheio de porra do Thiago... Nós não víamos nada de errado nisto, pois, para nós, transar era uma forma de demonstrar o nosso afeto. Foi interessante naquele dia, porque eles primeiro esperaram ela se aprontar e ficar bem bonita, então, antes de sairmos para a igreja, nosso pai pediu para ela ficar de quatro sobre o sofá, levantou o vestido e baixou a calcinha e a meia-calça branca que ela estava usando, enterrando aquele pau enorme na bocetinha já acostumada dela, enquanto o Thiago dava o pinto pra ela chupar... Notei que ela gozou umas três vezes antes de o nosso pai encher a bocetinha dela de porra e o Thiago estufar a boca dela com fortes jatos de porra grossa, que ela tratou de engolir tudo num grande e delicioso gole. Depois saímos todos para a igreja, felizes e orgulhosos em sermos a família bonita e unida que éramos...

Assim, passaram-se três anos... Eu já estava com 18 anos, com o cu já bem acostumado ao enorme caralho do meu pai, a maninha com 16 e já levando bastante no cu, só que do meu irmão, que estava com 22 anos. A vontade dela era dar o cu pro nosso pai, mas sempre tirava da reta, na hora h, tomando dele só na boceta e na boca. Sem falsa modéstia, eu e a minha irmã tínhamos nos tornado duas moças lindas... haviam muitos rapazes que cortariam o braço direito para nos terem, enquanto que, lá encasa, nosso pai e o nosso irmão eram os únicos a quem nós nos entregávamos. Eles nos tinham quando queriam e do jeito que queriam... Nós gostávamos de ser sexualmente submissas e satisfazer todas as fantasias sexuais deles, por mais estranhas que nos parecessem.

O meu irmão já tinha uma namorada, muito bonita também, mas jurava que não transava com ela, só com nós, e isto nos parecia muito certo... Às vezes ele levava a namorada lá encasa e nós ficávamos na sala vendo TV... Quando ele sentia que o pau ia ficar duro, saia e ia ao quarto, sempre uma de nós três íamos atrás para aliviá-lo, deixando-o nos comer ou apenas gozar nas nossas bocas. Depois ele voltava aliviado para a namorada, muito respeitador. Ela, como era de uma família muito religiosa também, achava que o respeito era a melhor qualidade dele... Lembro de um dia em que ele estava muito excitado e subiu para o quarto. Fui atrás dele e ele disse que não aguentava mais, precisava gozar de qualquer jeito... Ofereci o meu cuzinho para ele se aliviar em mim e ele me comeu gostoso, enchendo o meu rabinho de porra, muita porra, ele estava mesmo com tesão... Depois descemos para a sala e continuamos a conversar... Eu sentei no sofá e, quando levantei, estava uma enorme mancha de porra dele, que tinha vazado do meu cu... A namorada dele olhou aquilo e estranhou, sem comentar nada, mas nem imaginava o que era... Acho que ela pensou que eu tinha feito xixi sem querer...

Um dia um carinha, o Roberto, começou a me paquerar na escola, ficamos amigos e eu comecei a gostar dele. Ele queria namorar comigo. Como eu já tinha 18 anos, resolvi pedir para o meu pai se ele deixava eu namorar e ele disse que só deixaria se o rapaz viesse ali na nossa casa e me pedisse em namoro para ele... Eu falei para o Roberto e ele topou... Marcamos para sábado. A minha mãe preparou um jantarzinho em família... A namorada do meu irmão também estava lá... Ele chegou lá pelas 8 horas, trazendo flores para a minha mãe... Era um cavalheiro. Eu o apresentei para todos e todos pareceram gostar dele. Eu estava feliz... Ficamos todos juntos sentados na sala conversando. Ele conversava animadamente com o meu irmão... A minha mãe estava na cozinha preparando o jantar. Eu olhei para o meu pai e subi para o quarto... Ele logo subiu atrás de mim... No quarto, eu estava muito nervosa... “Pai, gostou dele?” E ele disse que gostou sim. Eu disse que não iria transar com ele nunca, enquanto não casasse, mas agora precisava me aliviar... Eu estava toda produzida, toda bonita, e o meu pai não queria estragar a minha maquiagem, então pediu para eu me inclinar e me apoiar na parede, baixou a minha calcinha, levantou a minha saia e comeu a minha boceta ali de pé... Ficou bombando o enorme cacete na minha xaninha até eu gozar, então falou que ia gozar também... Eu me abaixei a tempo de receber toda aquela porra deliciosa dentro da minha boca... Engoli tudo em um grande gole e limpei o pau dele com a língua, como costumava fazer... Depois voltamos para a sala, já recompostos e como se nada tivesse acontecido... Ao nos ver chegando, o Roberto disse que queria falar uma coisa pro meu pai... “Fala, meu filho...” disse o meu pai sorrindo, já sabendo do que ser tratava... E então o Roberto, meio sem jeito, perguntou se ele deixava eu namorar com ele... O meu pai disse que deixar, deixava, mas que tinha que ser um namoro com muito respeito porque eu era uma menina direita... Ele sorriu e disse que sim, que só queria ser o meu namorado e que iria me respeitar... Todos ficamos felizes e fomos jantar... À partir daí, todo sábado o Roberto passou a frequentar a nossa casa... às vezes vinha no domingo também. Mas sempre antes de ele chegar eu me aliviava... Muitas vezes beijei ele ainda com o gosto da boceta da minha mãe na minha boca, ou da minha irmã, ou da porra do meu pai ou do meu irmão, mas eu não ligava para isto, pois achava que esses gostos eram normais e não tinha nada de mal nisto. E sempre que ele ia embora, eu precisava me aliviar de novo... Normalmente queria levar a pica do meu pai na boceta e depois no cu... Ele parece até que já ficava esperando eu procura-lo, toda gata, depois que o Roberto saia, e já estava sempre de pau duríssimo, do jeito que eu gostava. Às vezes, depois do meu pai me pegar, o meu irmão queria também, pois eu ficava mesmo muito gata quando me produzia para esperar o meu namorado, então eu dava pra ele também o cu ou a boceta, o que ele quisesse, pois adorava satisfazer as vontades deles, assim como a Cristina, que também sempre estava disponível quando eles a procuravam, e sempre com muito tesão... Esses dois viviam mesmo num paraíso, pois tanto eu, a minha irmã e mesmo a minha mãe éramos três super gatas, mas éramos só deles... Um dia, depois que o meu namorado foi embora, eu quis os dois, pois a namorada do meu irmão não tinha ido lá encasa naquele dia, e ele estava disponível, e fui pro quarto com o meu irmão com o meu pai... Isto mesmo, o meu namorado saiu, eu peguei o meu pai e o meu irmão e levei-os para o quarto pois queria uma dupla penetração... O meu irmão deitou na cama de pau duro, empinado, eu sentei encima, enterrando tudo na boceta, e pedi para o meu pai me penetrar no cu, ao mesmo tempo... Quase fiquei louca de tanto tesão... Gozei umas quatro vezes, então senti o meu pai encher o meu cu de porra... Depois abocanhei o cacete do meu irmão e fiz ele gozar na minha boca, engolindo toda aquela porra gostosa... Acho que, até então, esta foi a melhor foda que tive... Adorei fazer aquilo, e queria repetir mais vezes... Eles toparam. Quando descemos, encontramos na sala a minha mãe a maninha sentadas assistindo TV. O dia havia sido cheio... Fomos todos dormir...

No quarto, contei para a Cristina, a minha irmã, sobre a minha experiência de dupla penetração... Ela ficou excitada e disse que ia querer também, mas ao contrário, o pau do nosso pai na boceta e o do meu irmão no cu... Ela tomava pílulas e podia levar gozadas na boceta sem problemas... Eu só levava porra na boceta quando eles me pegavam menstruada... É, às vezes levávamos pau até quando estávamos menstruadas... Pelo menos uma vez por semana, o nosso pai comia a boceta da Cristina e gozava dentro ou na boca dela, que engolia tudo, nos outros dias ela dava pro Thiago, nosso irmão, ou transava comigo ou com a nossa mãe, que estávamos sempre a fim de beber a aguinha que saia da boceta dela... O meu pai também me comia pelo menos uma vez por semana, ele começava me comendo na boceta e gozava sempre no meu cu ou na minha boca, a menos que eu estivesse menstruada, quando então ele aproveitava para me comer na boceta e enchê-la de porra... Muitas vezes eu levava porra na boceta até uns três dias depois da menstruação já ter parado... Mas eu gostava mesmo era de ganhar no cu e gostava de sair com o cu cheio de porra e dar pra minha mãe chupar e comer tudinho o que eu conseguia espremer de dentro dele... Nos dias em que o meu pai não me pegava, eu me virava com o Thiago, com a maninha ou com a mamãe... O meu pai e a minha mãe não transavam muito, eu acho, talvez uma ou duas vezes por mês... Mas a minha mãe gemia alto quando ele pegava ela, acho que ela adorava ganhar aquele caralho no cu... Mas normalmente quem comia ela era o meu irmão, umas duas vezes por semana, eu acho... Ela adorava que ele gozasse na boca dela, pois acho que tinha viciado em comer a porra dele... Eu e a maninha transávamos uma com a outra quase todo dia, antes de dormir. Então às vezes transávamos mais de uma vez, quando o meu pai ou o meu irmão pegavam uma de nós antes da nossa transa diária... Nesses dias, uma chupava a porra do cu ou da boceta da outra... Tinha dias em que nós duas tínhamos transado antes e estávamos cheias de porra, aí fazíamos um belo 69 e nos lambámos, espremendo a porra uma na boca da outra. Às vezes a nossa mãe vinha ao nosso quarto e participava da transa... Nós fazíamos um círculo no chão do quarto, cada uma grudada na boceta da outra, até gozarmos... Às vezes o tesão era tanto que depois que gozávamos trocávamos de posição, uma pegando uma boceta que não tinha pegado antes... E íamos assim até tarde da noite, nos revezando até mais de três vezes, às vezes...

O tempo passou, e três anos depois o Roberto veio um dia, e me pediu em casamento... Eu havia acabado de completar 21 anos e fiquei surpresa e feliz... Eu gostava dele... Chamei a família toda e disse que o Roberto tinha uma notícia... Ele me pediu em casamento para o meu pai... Que consentiu... Marcamos a data para dali a um ano... E neste mesmo dia, depois que o Roberto foi embora, eu quis uma dupla penetração, mas queria todos presentes... Fomos todos pro quarto, o meu irmão deitou na cama, sentei enterrando pinto dele todo na minha boceta, pedi para o meu pai vir e me penetrar por trás, pedi para a minha mãe ficar de quatro na minha frente para eu poder chupar a xana e o cu dela e disse para a maninha ir lá atrás e chupar no cu do pai... Todos toparam e fodemos como loucos sempre invertendo as posições... Até a maninha teve uma dupla penetração nesse dia, com o pau do mano no cu e o do pai na boceta... Assim comemoramos nós cinco o meu noivado...

Chegou o dia do meu casamento... Eu estava bonita, vestida de noiva e pronta para ir para a igreja... meu pai alugou um carrão enorme, de luxo para me levar para a igreja... Meu irmão ia dirigindo, com a minha irmã no banco da frente, do lado dele. A namorada dele iria esperar ele na igreja, junto com os pais dela... No banco de trás íamos eu, o meu pai e a minha mãe... Eu estava sentada no meio dos dois, feliz e muito nervosa... À caminho da igreja, falei que precisava me aliviar... “Mas agora, minha filha?” Disse a minha mãe. Eu disse que sim, que precisava muito... O meu irmão tomou uma estrada diferente, eu comecei a abrir o zíper do meu pai e, me abaixei e caí de boca... A minha mãe, tentando ajudar, levantou o meu vestido, baixou a minha calcinha e caiu de boca na minha xana... No banco da frente, a maninha vendo aquilo não se conteve e também caiu de boca no pinto do meu irmão... “Eu preciso ser penetrada, pai”, eu disse... Com muito custo, consegui me virar dentro do carro e sentar no colo dele, enterrando aquele grosso caralho inteirinho na minha xaninha, por baixo do vestido de noiva... E comecei a subir e descer... “Pai, goza dentro de mim, por favor...” E ele começou a bombar também... Gozei. Segurei o rosto do meu pai e dei-lhe um longo beijo na boca, sempre subindo e descendo, quando senti que ele encheu a minha boceta com fortes jatos de porra quente... À essa altura, o Thiago já tinha gozado duas vezes na boca da Cristina, que masturbava ele insaciavelmente...

Estávamos muito atrasados... Nos recompusemos rapidamente e tocamos para a igreja, onde todos estavam nos esperando preocupados... Ao chegarmos, começou a tocar a marcha nupcial e eu entrei com o meu pai, andando bem devagar, feliz e com a boceta cheia da porra dele...

Depois da cerimônia, fomos para um restaurante onde faríamos a recepção dos convidados... Todos começaram a chegar e nos cumprimentar... Estava tudo perfeito... Dancei a dança dos noivos com o Roberto, agora meu marido, e depois com o meu pai... A maninha veio uma hora e me disse baixinho... “Agora eu e a mãe sozinhas vamos ter que dar conta dos dois lá encasa... Acho que vou deixar o pai começar a comer o meu cu também... Tadinho dele, vai sentir a tua falta.” Eu sorri e falei... “Se tu tiver coragem de encarar... Mas eu acho que tu tem medo...” Ela não disse nada, apenas sorriu... Mais umas duas horas e nos despedimos para sairmos para a lua de mel...

Passamos em casa para trocarmos de roupa, não deu tempo nem de tomar banho, e seguimos para o aeroporto... Partimos para Lisboa... No avião ele estava muito excitado e disse que não via a hora de me pegar de jeito... Pela primeira vez, colocou a minha mão por cima da calça sobre o pau dele... Era bem grande, achei... Mas eu já conhecia o pauzão do papai e não me assustava mais com isto.

Chegamos ao hotel e fomos para o nosso quarto, que já estava reservado... Ele estava com pressa, não quis nem tomar banho e começou a tirar a minha roupa devagar... Eu não estava à vontade com ele, pois só sabia, até então, transar com o meu pai e com o meu irmão, mas ele era um homem diferente e eu fiquei muito pouco à vontade... Ele percebeu o meu jeito e foi muito carinhoso... Me colocou deitada na cama e começou atirar a roupa... “Nossa senhora” Eu disse ao ver o pau dele... Era ainda mais grosso do que o do meu pai... Muito grosso mesmo, acho que era da grossura de uma garrafa de cerveja... Ele percebeu o meu espanto e disse para eu não me assustar, que ele ia fazer com jeitinho... E assim ele fez, deitou por cima de mim, que estava já a um dia sem tomar banho, e começou a me penetrar a boceta com aquele monstro de caralho... Nem sentiu que eu já estava toda larga, pois para o pau dele nada era largo o bastante... Custou a entrar, mas entrou e ele gozou dentro de mim, misturando a porra dele com a do meu pai, que já estava lá desde o dia anterior... E assim foi todo dia, ele me comia sempre na posição papai e mamãe, e nem falava em comer o meu cu... Eu já estava sentindo falta de levar uma pica grossa no rabo... Que saudades do papai!

Na casa dos meus pais estavam só a minha irmã, a minha mãe, o meu irmão e o meu pai... Eu devia estar fazendo falta. A minha irmã queria a todo custo me substituir, ou, pelo menos fazer com que eles não sentissem tanta falta de mim... Dava assistência à todos o tempo todo... Transava com o meu pai, fazendo ele gozar gostoso na boceta ou na boca dela, depois ia para o meu irmão, fazendo ele gozar também no cuzinho dela e finalmente chupava a minha mãe até fazê-la gozar e depois deixava que ela comesse as porras do seu cu e da sua boceta... Assim iam levando a vida, mas eu acho que eu estava fazendo falta sim.

Quando voltei da lua de mel, meu pai fez um almoço para nos receber... Os pais do Roberto também foram convidados... Um pouco antes do almoço, olhei pro meu pai e subi, dizendo que ia ao banheiro... O meu pai foi atrás... Entramos os dois no quarto e eu falei: “Pai, estou feliz e tudo, mas preciso sentir você em mim por trás...” Ele entendeu, me deu um longo beijo na boca, me mandou deitar na cama, de bruços, e veio por cima, enterrando aquele caralho gostoso, que eu amava, dentro do meu cu... Suspirei ao sentir aquilo de novo, como eu gostava de dar o cu! O meu pai fez gostoso, enchendo o meu cuzinho com toda a porra que ele tinha... Depois perguntou: “O Roberto não faz isto contigo?” Eu respondi que não, que ele só me come na frente e sempre goza dentro da minha boceta... Eu fico sem jeito de pedir no cu ou na boca, já que ele é sempre tão certinho... O meu pai pareceu entender o meu problema. “Não faz mal, filha, o papai pode fazer sempre que tu quiseres...”

E assim está a minha vida hoje, estou grávida de seis meses, moro numa casa próxima da casa dos meus pais e, como o Roberto viaja muito, sempre vou lá encasa tirar o atraso com a maninha e com a mamãe, que adoram me chupar grávida, pois dizem que a água que sai é mais grossa e mais doce...?? Transo também com o maninho, que sempre tem uma porrinha para me dar na boca, no cu ou na boceta, e com o papai, sempre disposto a comer o meu cuzinho carente... E a minha boceta também... Da última vez que estive lá fiz uma dupla penetração com os dois, foi maravilhoso levar dois paus ao mesmo tempo novamente, e ainda por cima estando grávida... E a maninha me contou que já está dando o rabinho pro nosso pai... E está gostando... Ela disse que também faz dupla penetração com os dois, sempre revezando, uma hora leva o pau do pai na boceta e o do mano no cu e outra hora leva o pau do mano na boceta e o do pai no cu... A mãe também participa e eles também fazem dupla penetração nela, que geme muito alto e fica alucinada... Ela adora chupar a boceta da Cristina enquanto é penetrada pelos dois. As duas também transam quase todo dia e ela já está viciada em beber a água da pomba da nossa mãe, e vice versa... Mas ela está pensando em também arranjar um namorado para poder ter uma companhia diferente para passear... Sem transar, é claro! Continuamos sendo uma família feliz...

O meu marido é muito religioso e todo certinho, mas aos poucos vou mostrando para ele o jeito que eu gosto de fazer sexo... Já andei dando umas chupadas no pintão dele, e acho que ele gostou... Logo vou pedir para ela gozar de vez em quando na minha boca e não vejo a hora de levar aquilo tudo no cu...

Eu faço tudo para que ele se sinta feliz... Não considero que traio ele, pois ele já me conheceu assim, ele só não sabe... E o que os olhos não veem, o coração não sente, não é mesmo?... Eu nem olho pra outros homens na rua, sou toda dele (e da minha família também, é claro!).

O importante é que ele tem certeza que foi o meu primeiro namorado e que a minha família é uma família honesta e séria... E é, na minha opinião, pois a vida que temos é o resultado da forma como pensamos, e isto é honesto. Tudo o que fizemos foi sempre com a firme convicção de que tínhamos que manter intacta a honra da nossa casa.

Se você tem uma opinião diferente da minha, deixe aqui o seu comentário que eu prometo pensar no assunto... E se concordar comigo, comente também... Sou grata pela sua leitura deste conto e, se puder, deixe a sua nota. Talvez mais adiante eu venha aqui novamente e conte um pouco mais sobre a minha vidaA HONRA DA NOSSA CASA – II

Os fatos que vou relatar aqui aconteceram nos últimos 13 anos, mas essa história começou muito antes...

Meu nome é Cristina, tenho 32 anos, sou loira, olhos azuis, 1,67m de altura e sou muito gata. Como não sou modesta, posso dizer que sou mesmo uma mulher linda, assim como a minha irmã mais velha, Helena, 36 anos. Tenho também um irmão muito gato, Thiago, de 39. Por questões de segurança, todos os nomes aqui foram trocados...

Recentemente a minha irmã, Helena, me disse que narrou um amigo que temos em comum a história da nossa família para ele escrever um livro. O livro nunca foi publicado mas após ele ter escrito a história e eu me interessei em ler... Percebi que o conto que ela escreveu há 13 anos e teve o título “A Honra Da Nossa Casa” ficou muito bom. Mas nesse conto ela não contou a história toda, por isto resolvi contar a minha história também, que é, na verdade, uma continuação do conto da minha irmã...

Todos nós sempre procuramos manter a imagem da nossa família impecável junto aos nossos parentes e amigos e, por isto, nossos pais sempre nos orientaram dentro de uma doutrina muito rígida na qual eu e minha irmã nunca fizemos sexo durante o namoro, e assim também o nosso irmão, que não deveria praticar sexo antes de estar ungido pelo sacramento do matrimônio. Sempre fomos uma família muito religiosa e unida e sempre íamos juntos à igreja. A nossa forma de viver é um grande segredo de família... Qualquer pessoa normal que nos conhecesse e soubesse como vivemos iria achar que somos uns depravados perdidos e é por isto que esta história só deve ser lida por pessoas que tenham mente aberta e que não nos julguem apenas por sermos diferentes... Este mundo pode ser o nosso céu ou o nosso inferno e isto depende apenas do que sentimos dentro de nós. Posso dizer que, apesar do que possa parecer, tenho vivido no céu, e tentarei explicar o por que.

O primeiro homem estranho com quem a minha irmã Helena foi pra cama foi com o marido dela, e só depois de estar casada. Eu, como nunca me casei, nunca fiz sexo com estranhos e assim também aconteceu com o meu irmão, Thiago, até ele se casar. Você pode estar se perguntando, como assim, sexo com estranhos? É... É que, para nós, fazer sexo só era permitido se fosse dentro de casa, entre nós, nunca na rua. Assim, éramos considerados por quem nos conhecia como uma família muito digna e, para nós, o que importava mesmo era mantermos a boa imagem da nossa família e a honra da nossa casa intacta. Nossos pais sempre nos ensinaram que se houvesse alguma coisa que pudesse atingir a honra da nossa casa, não devemos fazê-la na rua, mas apenas dentro de casa, pois roupa suja se lava em casa, como eles sempre diziam.

Então, como você pode ver, eu nunca fiz sexo com homens estranhos, mas isto não inclui o meu irmão e nem o meu pai, pois com eles eu sempre tive relações sexuais livres, assim como com a minha mãe e com a minha irmã... Assim como eu, todos os membros da minha família sempre praticaram o sexo livre, mas só entre nós...

Começou com o meu irmão, que, quando tinha 17 anos, foi iniciado pela nossa mãe na prática do sexo, com o conhecimento do nosso pai. Dois anos depois foi a minha irmã Helena, que foi iniciada aos 15 anos pela nossa mãe e pelo nosso irmão, mas que perdeu a virgindade mesmo, na frente e atrás, com o nosso pai. Por último, eu fui iniciada pela minha irmã, com 11 anos, e logo em seguida fui desvirginada na frente pelo nosso pai e atrás pelo meu irmão. É importante que eu diga que nenhum de nós foi obrigado a nada, e todos nós aderimos a esse estilo de vida por livre e espontânea vontade. Isto nos permitiu mantermos uma vida irretocável fora das paredes da nossa casa, pois estávamos sempre aliviados sexualmente... Tudo isto está explicado com riqueza de detalhes no conto publicado pela minha irmã Helena... Já dei os parabéns para ela e espero que esta continuação seja tão boa quanto o conto que ela escreveu...

Bem, o motivo pelo qual resolvi escrever esta continuação da história iniciada por Helena, é que o conto dela só vai até 13 anos atrás, mas de lá para cá foram surgindo fatos novos que já são suficientes para um novo conto...

Primeiramente, o nosso irmão Thiago ficou noivo e depois se casou, depois um tio meu, irmão do meu pai, veio morar com a família dele aqui na nossa cidade, eu comecei a namorar e depois a Helena resolveu trazer o marido dela para o nosso estilo de vida... E muitas outras coisas, que vou abordando ao longo desta história. Mas quero começar pelo começo.

Depois que a Helena se casou, há 14 anos, ficamos só eu, a minha mãe, o Thiago e meu pai morando aqui encasa. Eu estava com 19 aninhos, meu irmão, Thiago, com 26, meu pai tinha 49 anos e a nossa mãe 42. Minha mãe sempre foi uma mulher muito bonita, loira e magra, dona de um corpo perfeito. Ela nunca aparentou a idade real que tinha, sempre parecendo ser bem mais nova... O nosso pai, estatura média, é um homem muito bem dotado, ele possui um pinto enorme e que a Helena sofreu muito para se acostumar a leva-lo no cu. Ela não foi obrigada a dar o cu pro nosso pai, muito pelo contrário, a nossa mãe até pediu pra ela não fazer isso, pois que ela (a nossa mãe) já tinha sofrido muito quando o nosso pai resolveu arrombar o cu dela depois que se casaram, e depois ela sofreu muito até se acostumar a levar aquela jeba enorme no rabo. O cu da nossa mãe é uma cratera, de tanto levar a vara do nosso pai, e ela não queria que isso acontecesse com a filha, mas Helena era teimosa e quis levar a vara do nosso pai no cu a todo custo e por causa disso ela teve que sofrer calada quando o nosso pai arrombou o cuzinho dela aos 15 anos, deixando-o todo arregaçado, inchado e sangrando. Mas ela continuou dando pra ele até que se acostumou, e então ela nem tomava pílulas, pois sempre que ia transar com o nosso irmão ou com o nosso pai, ela sempre levara vara primeiro na boceta e depois deixava-os comerem o cu dela para gozarem lá dentro. Assim ela não engravidava... Mas comigo foi diferente, pois o nosso pai me pegou muito novinha, ainda com 11 anos, por insistência minha, e fez um estrago enorme na minha bocetinha virgem, arregaçando o meu cabacinho com aquele caralho enorme e me deixando quase sem poder andar durante dois dias. Tive que passar pomada cicatrizante na boceta para curar o estrago. Isto me deixou meio assustada, pois eu vi o estrago que ele fez com aquele caralho enorme no cu da minha irmã, que teve que usar absorventes íntimos no cu para poder sentar, e isto só dois dias depois de ter tirado a virgindade da boceta dela... Mas isto ainda faz parte do conto da minha irmã, o que eu quero escrever aqui são outras coisas...

Lembro que logo após eu ter tido a minha bocetinha arrombada pelo grosso caralho do meu pai, e depois de já ter me recuperado do estrago, era comum ele ou o meu irmão me procurarem a qualquer hora do dia ou da noite dentro de casa para me comerem e eu nunca recusava nada para eles. Eu e a Helena sempre fomos muito bonitas e sexys, com corpinhos perfeitos e isto excitava muito o nosso pai e o nosso irmão... Às vezes eu estava no meu quarto fazendo a lição da escola e então entrava o meu pai ou o meu irmão, sempre com os paus duríssimos, me pegavam e me comiam ali mesmo, na minha cama. O meu irmão adorava comer o meu cuzinho e o meu pai adorava arregaçar a minha bocetinha com aquele caralho enorme dele... Eu só não deixava o meu pai colocar no meu cu, de medo, mas o resto ele podia fazer o que quisesse comigo. Depois que eles terminavam, eu continuava a fazer a lição da escola normalmente, com a minha bocetinha ou o meu cuzinho cheios de porra... Às vezes eles não me comiam, apenas vinham tocar punheta e gozar na minha boquinha, e eu adorava engolir toda aquela porra grossa que eles me davam... Assim eles faziam com a Helena também, e ela também adorava. Acho que nós duas estávamos aprendendo a ser putas deles e, por incrível que pareça, era isto mesmo que nós queríamos ser, mas só deles...

Eu gostava de chupar o pau do meu pai na sala, enquanto ele assistia TV, na frente da família toda. Muitas vezes nós transávamos ali mesmo. Tinha dias que eu chupava ele e então queria ganhar tudo na minha bocetinha, então só tirava a calcinha e sentava no colo dele toda cheirosinha e cheia de tesão, enterrando tudo na xaninha. Enquanto ele via a novela, eu ficava ali subindo e descendo no colo dele, beijando-o na boca, até sentir ele gozar dentro de mim... Isto a Helena também fazia com ele ou com o nosso irmão Thiago. Quando ela fazia com o nosso pai, normalmente sentava no colo dele enterrando o caralho dele todinho no cu... Ela adorava dar o cu. Eu não, eu só dava a boceta pro meu pai. O cu eu só dava pro Thiago, que tinha um pinto normal.

A nossa mãe adorava nos pegar depois que transávamos com eles e chupar a porra de dentro das nossas bocetas ou cus, e nós espremíamos tudo pra fora, pra ela pegar com a língua e comer... Ela era uma mulher muito bonita também.

Um dia, o Thiago foi na casa da namorada dele e pediu ela em casamento pros pais dela. Assim, ele ficou noivo. Eu adorava transar com ele noivo, isto me dava mais tesão, parece... Mesmo noivo, ele não transava com a noiva, só comigo, com a nossa mãe e com a Helena, quando ela vinha aqui na nossa casa, mesmo ela já estando casada e grávida de 7 meses... Ela morava aqui perto e sempre vinha aqui, principalmente quando o marido viajava, e ele viajava muito... Para a noiva do Thiago, o fato de ele não transar com ela era normal, já que ela também só pretendia transar depois do casamento. Ela era uma moça linda, tinha 19 anos, era virgem e o Thiago foi o primeiro namorado dela... O nome dela era Adriana, pele bem branquinha, cabelos bem pretos compridos, olhos castanhos claros, magrinha, bem acinturadinha e com umas pernas que deixavam o meu irmão louco de tesão só de olhar para elas... Com uma noiva gostosa assim, e como o Thiago, meu irmão, não transava com ela, ele chegava encasa muito excitado sempre, explodindo de tesão, e então eu ou a minha mãe tínhamos que aliviá-lo... Eu era outra gostosa da vida e estava ali à disposição dele sempre pro que ele quisesse, assim como a mamãe, que era outra gostosa... Era comum ele chegar da casa da noiva e me levar pro quarto dele... Lá ele me pegava cheio de tesão e me comia gostoso no cu e na boceta, fazia de tudo comigo, gozando umas duas vezes em mim... Outras vezes ele pegava a nossa mãe, que também é uma gata aos seus 42 anos, e comia o cu dela ali na sala mesmo, na frente do meu pai, que nem tirava os olhos da TV, ou então levava ela pro quarto... Às vezes, quando ele chegava da casa da noiva e vinha nos pegar, nós tínhamos acabado de dar pro papai e já estávamos cheias de porra, e então ele nos comia de novo, misturando a porra dele com a do papai dentro dos nossos cus ou bocetas, mas tinha dias que ele só queria tocar uma punheta e gozar nas nossas bocas... Fazer sexo na sala era normal para nós e eu adorava chupar um pau, podia ser do meu pai ou do meu irmão, enquanto assistia TV. Sempre que o Thiago chegava da casa da noiva e a minha irmã Helena, que estava grávida, estava aqui encasa, ele pegava ela e levava pro quarto para se aliviar nela, e comia ela grávida mesmo... Ela gostava mesmo era de dar pros dois ao mesmo tempo, ou seja, fazer dupla penetração levando a vara do nosso pai no cu e a do Thiago na boceta ao mesmo tempo... O fato de ela estar grávida não mudou nada o tesão dela pelos dois, e ela continuava transando com eles do mesmo jeito que fazia quando era solteira, pois o marido dela viaja muito e ela estava sempre por aqui querendo levar pau... Mas, tirando nós, ela sempre foi fiel ao marido. Ela sempre foi muito bonita e a gravidez não diminuiu em nada a beleza dela, que era mesmo de fechar o comércio. Diziam que eu também era tão linda quanto ela...

Nosso pai, Celso, veio do Amapá para trabalhar aqui no nosso estado, onde conheceu e se casou com a nossa mãe... Após o casamento e após o nascimento do nosso irmão Thiago, ele contou para ela sobre a forma como foi criado lá no Amapá... Eles eram em três irmãos e duas irmãs e foram criados na forma do amor livre dentro de casa. A primeira mulher com quem ele transou, além das duas irmãs dele, foi com a nossa mãe, depois de casado. Com o tempo a nossa mãe se acostumou com as ideias dele e até acabou aderindo a essa forma de pensar... Tanto que, por insistência dele, ela iniciou o Thiago no amor livre e começou a transar com ele aos 17 anos, e depois iniciou a Helena também... Esta é uma forma esplêndida de viver, na minha opinião, pois uma família não pode ser mais unida do que a nossa...

Um dia, alguns meses após o casamento de Helena, um dos irmãos do meu pai veio morar aqui na nossa cidade e trouxe a família junto. Ele era um pouco mais jovem que o meu pai, tinha 44 anos, a mulher dele, Rute, tinha 35 anos, pele clara e cabelos pretos. Era uma mulher magra, com um corpo perfeito e muito bonita. Eles tem tinham três filhos: uma menina que havia acabado de completar 12 anos, um mocinho de 16 e outro de 19...

Eu perguntei pro meu pai se eles também eram adeptos da nossa forma de viver, e ele me disse que não sabia, pois fazia muitos anos que não falava com esse irmão e que eles estavam precisando conversar e por os assuntos em dia...

Eles vieram aqui encasa um dia nos visitar... A Helena e o marido dela também vieram e meu pai fez um almoço para dar as boas vindas ao irmão e à família dele... Achei todos muito bonitos e simpáticos... Não pude deixar de notar os volumes por baixo das calças deles, que mostrava que eram todos muito bem dotados. A titia era uma delícia, uma mulher de pele clara e cabelos pretos compridos, pequena e magrinha, devia ter uma bocetinha que era um show, eu pensei... A priminha Débora, era uma gracinha, muito simpática, linda, havia puxado a mãe dela, pequenina, magrinha e de pernas grossas e devia ser outra bocetuda da vida, assim como a mãe dela... As duas eram deliciosas e poderiam fazer qualquer um subir paredes e, provavelmente, já faziam isto, eu pensei... Mais adiante você vai ver como em breve as nossas famílias acabariam se unindo de forma permanente, o que aumentou em muito as possibilidades de varições sexuais de todos, tornando as nossas vidas muito mais interessantes e excitantes...

O marido da minha irmã, Helena, é muito bem dotado, segundo ela diz, e tem um pinto ainda mais grosso que o do nosso pai, que já é uma coisa meio descomunal e difícil de agasalhar no cu... E não é que a safada anda querendo ganhar a vara do marido no cu também?!! Não sei não... Eu lembro quando ela teve o cu arrombado pelo nosso pai... Ela sofreu muito, mas acho que ainda não aprendeu... O sonho dela era que o marido dela também aderisse ao nosso modo de vida, mas ela achava que isto era muito difícil, pois ele tinha um modo de pensar muito certinho...

Eu, a vida toda, só dei o cu pro Thiago, pois tinha medo da vara do nosso pai, que é mesmo muito grossa, mas depois que a Helena se casou, achei que tinha obrigação de tentar substituí-la e satisfazer o nosso pai com relação a isto também. Eu sempre achei que tinha uma certa responsabilidade em manter os nossos homens satisfeitos sexualmente, pois desde pequena eu gostava se ser objeto das taras deles, gostava de deixá-los excitados e então aliviá-los em seguida, deixando eles depositarem as porras deles em mim, cheios de tesão... Então, num dia que o meu pai estava me comendo na boceta, eu tomei coragem e pedi para ele colocar no meu cu... Meu pai adorava comer cu e nem acreditou quando me ouviu dizer isso... Finalmente, depois de tanto tempo, ele iria poder enterrar aquele caralho enorme no meu cuzinho... Ele tirou o pau da minha boceta, me colocou de quatro e foi com muito cuidado, pra não me assustar de novo, enterrando aquela vara enorme no meu rabinho... Mas não doeu do jeito que eu pensava que iria doer, pois já fazia tempo que eu dava o cu pro meu irmão, e acho que o meu cu já estava bem treinado e agasalhou a naca do papai sem maiores traumas... Só saiu um pouquinho de sangue, mas eu acho que isto é normal já que o pau do Thiago é mais fino e o meu cu estava acostumado só com a grossura do pau dele... E sabe que eu acabei gostando? Hoje eu sempre que vou transar com o meu pai, quero levar a vara dele no cu também... Isto tornou as nossas transas muito mais interessantes... Depois disto, sempre quando faço dupla penetração com o Thiago e com o meu pai eles podem se revezar e eu acabo levando dois paus no cu e dois paus na boceta e com isto acabo gozando como louca duas vezes na mesma transa...

A Helena bolou um plano para tentar trazer o Roberto, marido dela, pro nosso modo de vida... No plano dela, eu tinha que seduzi-lo e fazer ele começar a transar comigo, então um dia ela iria nos pegar transando e iria desmascará-lo, mas ia perdoá-lo na hora e deixa-lo transar comigo quando quisesse. Então quando ele se desse conta ia estar transando comigo e com ela ao mesmo tempo. Depois nós íamos trazer a nossa mãe, depois o Thiago e, por último, o papai... Não sei se isto iria funcionar, ele poderia simplesmente achar que éramos um bando de loucos e se separar dela, e ela sabia que corria este risco...

Eu comecei a pensar no assunto e não sabia como fazer para seduzir aquela cara, sempre tão comedido em tudo, tão educado e cheio de não me toques... Mas eu também tinha o meu plano, se conseguisse seduzi-lo, eu queria ser a primeira a levar a vara dele no cu, antes da Helena, mas isto eu não falei pra ela...

Enquanto eu e a Helena tentávamos bolar um plano, o Thiago apareceu encasa dizendo que tinha aberto o jogo com a noiva dele, Adriana, sobre a nossa forma de viver e que ela tinha terminado o noivado... Faltava um mês pro casamento deles. Ele estava arrasado e, com isto, a Helena resolveu dar um tempo com o nosso plano, pois era quase certo que o Roberto também não aceitaria essa ideia e o casamento dela acabaria indo pelo ralo se ele descobrisse alguma coisa... Passaram-se uns dias e o Thiago continuava arrasado, até que a Adriana telefonou querendo falar com ele. Marcaram um encontro e o Thiago foi, cheio de esperanças de reatar o noivado... Ela disse pra ele que amava ele e que até poderia aceitar esse modo de vida, mas que ela não conseguia se imaginar transando com um filho ou com uma filha... Ele explicou pra ela que não é assim que acontece, as coisas progridem tão devagar que, quando ela se desse conta, já estaria acostumada com a ideia... Assim, eles reataram o noivado... Quando ela foi à nossa casa novamente, ela parecia outra pessoa... Ficava me olhando séria... Então ela disse pra ele que queria ver ele transando comigo. Ele disse que não era assim, que a intimidade existia só entre nós e que ela ainda não fazia parte, mas ela insistiu muito, dizendo que já tinha aceitado fazer parte e que agora ele tinha que mostrar pra ela como é que funcionava, pra ela entender direito... O meu pai e a minha mãe apenas nos observavam, mas não falaram nada. O Thiago chamou nós duas pro quarto dele e fechou a porta... Mandou ela e eu nos sentarmos na cama, então tirou o pinto mole pra fora da calça e se aproximou de nós... “Quem vai querer primeiro?” Ele perguntou... Eu e ela nos olhamos sem jeito, e eu, tentando desinibi-la, passei a língua sobre o pinto dele... Ela olhou pra mim e disse: “É só isto que tu faz com ele?” E eu, já nervosa, disse: “Não, querida, eu faço assim...” E abocanhei o pau do meu irmão na frente da noiva dele e comecei a chupá-lo com vontade, como sempre fiz a minha vida toda... Se ela não gostasse disso, então que fosse embora de uma vez, pensei... Ela olhou pro Thiago e perguntou: “Tu queres mesmo que eu seja assim?” E ele fez que sim com a cabeça. “E tu vais mesmo casar comigo, se eu fizer como vocês fazem?” E ele fez que sim, novamente. Então ela se levantou e saiu do quarto. Eu e o Thiago ficamos olhando um pro outro sem saber o que dizer... Ele estava preocupado “Onde tu vais?” Ele perguntou. “Espera aí...” Ela respondeu saindo do quarto, e logo ela voltou com o nosso pai pela mão... Sentou na cama e começou a abrir o zíper dele, olhou pro Thiago e disse: “Posso? É isto o que tu queres que eu faça?” Havia uma lágrima nos olhos dela... E ele, já meio com medo dela, ficou sem saber o que dizer. Então o nosso pai fechou o zíper e disse: “Minha filha, vamos fazer assim: primeiro vocês dois precisam se entender. É importante que você aceite ou isto não vai dar certo...” E me pegou pela mão me convidando para deixarmos os dois sozinhos... Saímos do quarto. Passaram-se uns 30 minutos e eles também vieram para a sala. O Thiago disse que ela só iria fazer sexo depois do casamento, e todos concordamos com isto, pois esta era a nossa filosofia... Nosso pai e nossa mãe abraçaram a Adriana e a chamaram de filha, dizendo que ela já era parte da nossa família e que nunca iria fazer nada que não quisesse... O fato de ela conhecer a nossa forma de viver não a obrigava a viver assim também, se ela não quisesse... Mas que este era o nosso segredo e que ela não poderia comentar sobre isto com ninguém, nem com os pais dela... Assim, Adriana foi se acostumando aos poucos com a ideia do amor livre, mas continuou virgem. Porém agora ela já sabia que o noivo dela fazia amor comigo, com a minha mãe e até com a minha irmã casada, e que para nós isto era a coisa mais normal do mundo... Acho que ela se esforçou muito para entender e aceitar... Não sei como ela conseguiu superar isto, ela foi muito forte, eu acho que ela amava muito o meu irmão mesmo, e nós passamos a respeitá-la ainda mais por isto... Eles se casaram duas semanas depois e foram morar numa casa próxima a nossa... Mas por algum tempo ela não teve intimidades conosco, só com ele, mesmo sabendo que ele ainda continuava a transar conosco de vez enquanto... Acho que, com o tempo, ela foi se acostumando cada vez mais com a ideia e, passado um mês, ela me pediu para ir à casa dela... Eu fui e lá ela me pediu para ensiná-la como devia fazer, pois ela sentia que o Thiago seria mais feliz se ela mostrasse pra ele que realmente aceitou a ideia de constituir uma família baseada no amor livre, da mesma forma como nós fomos criados...

Ele não estava encasa, então eu teria que ensiná-la a transar comigo, pensei, e foi o que fiz... Levei-a pro quarto e enchi ela de carinhos, deixando-a toda arrepiada, comecei a tirar a roupa dela e ela deixou... Tirei a blusa dela, o sutiã, a saia e deixei ela só de calcinha. Depois me abaixei e comecei a tirar a calcinha dela, deixando-a peladinha na minha frente. Ela não dizia nada... Ela tinha uma boceta com pentelhos pretos, muito atraente. Tirei a minha roupa também e comecei a beijar ela no pescoço, empurrando-a na direção da cama... Ela entendeu o que eu queria e se deitou... Comecei a beijar o corpo dela inteirinho, arrancando pequenos suspiros dela e senti que ela estava toda arrepiada... Chupei os peitinhos dela, durinhos, fui descendo pela barriguinha, abri as pernas dela e caí de boca naquela bocetinha cheirosa... Ela soltou um gritinho quando sentiu a minha língua tocar a xana dela e gozou várias vezes na minha boca, em espasmos de gozo que pareciam que não iam mais parar. Eu também gozei só de chupar a xaninha cheirosa dela... Depois ficamos jogadas na cama, sem dizer nada. Ela me perguntou: “E tu faz assim desde que tinha 11 anos?” Eu respondi que sim e que a vida que nós tínhamos lá encasa era a melhor vida que eu poderia querer... Ela ficava pensativa me ouvindo... “E tu nunca teve namorado, nunca transou com mais ninguém?” E eu disse que não, que isto eu só faria se um dia me casasse... Falei que nós não éramos promíscuos, só tínhamos liberdade entre nós, e só... Depois colocamos as roupas novamente e fomos pra sala. Ela continuava muito pensativa e séria... Então ela me ofereceu um café e fomos pra cozinha... Enquanto ela preparava o café, eu sentei numa cadeira e fiquei debruçada na mesa olhando para ela, sem dizer mais nada... Eu não sabia exatamente o que dizer e muito menos o que ela estava pensando... O silêncio era mortal e eu já achava que tinha ido longe demais com ela... Estava quase me arrependendo pelo que tinha feito quando, de repente, ela me olhou, veio na minha direção e disse: “Eu também quero te chupar... Agora.” Se abaixou ali mesmo, abriu as minhas pernas e enfiou a cabeça debaixo do meu vestido... Eu me levantei, apoiei a perna sobre a cadeira, ela afastou a minha calcinha de lado e enfiou a língua na minha boceta molhada, chupando com força... Não resisti e gozei na boca dela, que continuou me chupando sem parar. Eu tive que afastar a cabeça dela com a mão, pois ela parecia que não ia parar mais... Ela se levantou me olhando séria, linda e meio assustada, e eu não resisti e dei-lhe um beijo na boca, que ela correspondeu... Eu falei pra ela: “Adriana, eu te amo... Amo o meu irmão, amo a minha irmã, o meu pai e a minha mãe...” E ela me disse, com os olhos cheios de lágrimas: “Eu acho que eu te entendo... Eu também amo vocês...” E nos abraçamos e ficamos alguns minutos chorando abraçadas. Eu também chorei, pois entendia o dilema dela e a força que ela estava fazendo pelo amor que sentia... Choramos de soluçar, abraçadas com força. Depois enxugamos as lágrimas e fomos tomar café... Eu sabia que alguma coisa tinha mudado nela e que, depois desse dia, a minha cunhadinha não seria mais a mesma pessoa... Agora ela era um membro de verdade da nossa família... Eu amava ela de verdade, meio como amava a minha irmã.

Cheguei encasa e contei pro meu pai e pra minha mãe o que tinha acontecido e eles ficaram surpresos, pois pensavam que ela nunca iria aderir ao nosso modo de viver...

No dia seguinte ela ligou para a minha mãe pedindo para ela ir lá na casa dela. Ela foi e depois voltou dizendo que elas transaram e que a Adriana parecia que estava se soltando mais...

Conversei com o Thiago por telefone e ele me disse que sabia tudo o que estava acontecendo, que ela falava tudo pra ele e que ele estava de acordo com o novo comportamento dela...

No domingo eles vieram almoçar na nossa casa e ficaram até a noite. Ela parecia estar feliz, mas ninguém tocou no assunto. À noite fomos à missa todos juntos... Depois eles foram pra casa deles e nós viemos pra nossa casa.

Na terça feira a Helena apareceu lá encasa e disse que a Adriana tinha ligado pra ela pra ela visita-la. Ela disse que ficou surpresa quando a Adriana tirou a roupa na sala e começou a beijá-la... Ela disse que elas transaram a tarde toda e que a Adriana não era mais a mesma, era um fogo só... Eu e a minha mãe ficamos contentes, acho que ela estava se encontrando e sendo feliz assim como nós com essa nossa forma de viver...

No dia seguinte, ela ligou pedindo pro meu pai ir a casa dela à noite, quando o Thiago estivesse encasa... Ele foi. Chegando lá eles ficaram na sala um pouco, os três, depois ela foi ao quarto e voltou nua... Ela e o Thiago começaram a transar na sala, na frente do nosso pai... Thiago pediu para ele tirar a roupa também e ele tirou... Depois o Thiago sentou no sofá e disse: “Vai, pai, agora é o senhor...”

Adriana sentou no sofá e se recostou para trás de pernas abertas... Ela tinha uma boceta pentelhuda, com pentelhos pretos, diferentemente de mim, da Helena e da nossa mãe, que éramos loiras e tínhamos pentelhos loiros. Nosso pai, cheio de tesão, olhando aquela boceta gostosa e pentelhuda arreganhada para ele, com aquele valo vermelho e inchado de tesão esperando pelo pau grosso dele, aproximou-se com a jeba enorme e duríssima... Ele nem acreditava que iria comer aquela bocetinha apertadinha da norinha dele... Aquela mocinha inocente que havia frequentado a nossa casa durante tanto tempo e que havia perdido o cabacinho a pouco mais de um mês... Agora é que ela ia sentir o que é uma caralho de verdade... Adriana nunca tinha levado uma vara tão grossa como a do nosso pai na boceta... Meu pai encostou o pau na entradinha da boceta dela e forçou... Custou a entrar, ela gemia e gritava baixinho enquanto abria mais as pernas para ele e segurava-o pelo pescoço, empurrando os quadris para cima contra o pau do sogro, sentindo a sua bocetinha ser esgaçada ao máximo para receber aquele grosso caralho, até que entrou tudo... Ela urrava de tesão na vara do sogro enquanto o marido olhava a cena meio constrangido, pois ela nunca tinha rebolado daquele jeito na vara dele... Pro nosso pai, era mais uma bocetinha que ele arregaçava... Ela segurou a cabeça dele cheia de tesão e deu-lhe um longo beijo na boca, que ele correspondeu enquanto bombava o pau enorme na bocetinha cheirosa da nora gostosa, que agora seria mais uma das mulheres da vida dele, e que, assim como a esposa e as duas filhas, estaria sempre disponível para ele comer a hora que quisesse. Quando ele sentiu que ia gozar, tirou fora e foi em direção à cara dela com o pau quase gozando, ela entendeu o que ele queria e abriu a boca a tempo de receber toda a porra do sogro na garganta, engolindo um grande gole de esperma enquanto o marido observava tudo.

Com isto, Adriana, esposa do meu irmão, aos 20 aninhos e toda gostosinha, recém desvirginada, tornou-se, definitivamente, uma de nós, e agora tinha que nos satisfazer sempre, e nós a ela, sempre que nós ou ela quiséssemos... Depois desse dia, nosso pai ficou uma semana indo direto à casa dela para pegá-la na frente do filho, que aceitava tudo com naturalidade... Adriana mudou da água pro vinho e eles faziam até dupla penetração nela, que adorava ganhar a vara do sogro na boceta e a do marido no cu ao mesmo tempo... Mas eu comecei a reclamar quando meu pai saia a noite para ir lá pegar a nora, pois tinha eu e a mamãe encasa que também queríamos pau e agora só tinha ele de homem encasa para nos satisfazer, e ele entendeu isto e parou de ir lá todo dia, se contentando com nós duas e com a Helena, que volta e meia estava lá encasa querendo levar a vara dele no cu... Ela já estava quase ganhando o neném, mas ainda assim transava com o nosso pai, mesmo com aquele barrigão, e berrava como louca com a vara dele enterrada no cu... Mas essa falta de machos na família para nos satisfazer em breve seria superada, pois a nossa família logo seria aumentada de forma inesperada, como veremos mais adiante...

Logo o neném de Helena nasceu... Era uma menina linda, e ela parou de ir lá encasa com tanta frequência, pois tinha a neném pra cuidar...

Um dia quando o Thiago e a Adriana estavam lá encasa, nós cinco fizemos a nossa primeira suruba... Adriana nunca foi tão chupada como nesse dia, e também nunca chupou tanta boceta... O Thiago e o nosso pai fizeram a primeira dupla penetração dela. Nosso pai deitou no sofá e ela sentou na vara dele, enterrando tudo na boceta, enquanto o Thiago veio por trás e enterrou o pau no cu dela... Nosso pai estava muito excitado, eu acho que ele não via a hora de arrombar o cuzinho na nora também, assim como já tinha feito comigo e com Helena...

Às vezes, quando o Roberto, marido de Helena, viajava, nós todos íamos a casa dela e transávamos lá, porque ela não podia mais sair tanto de casa por causa da neném... Enquanto eu ou a mamãe cuidávamos da neném, ela dava o cu pro nosso pai ou pro Thiago, ou fazia dupla penetração com os dois, coisa que ela adorava fazer. A Adriana ia lá também e já estava se mostrando uma exímia chupadora de boceta... Ela gostava de colocar nós três, eu, a Helena e a nossa mãe peladas e sentadas no sofá e então chupar uma por uma até nos fazer as três gozarmos na boca dela... Depois cada uma de nós chupava a xaninha dela também, e ela gozava três vezes... Fazíamos isto na frente do Thiago e do nosso pai... Ela dizia que adorava dar o cu pro Thiago e que logo iria querer experimentar a jeba do nosso pai no cu também... Nosso pai não dizia nada, mas eu sei que ele não via a hora de arrombar aquele rabinho apertadinho. Nós alertamos ela de que levar aquilo no cu não era brincadeira e que era melhor ela ficar só dando aquele rabinho pro Thiago, mas ela já parecia determinada...

Helena falou pra ela sobre o plano dela de trazer o Roberto pro nosso modo de vida, dizendo que nós iriamos adorar, pois ele tem um caralho ainda mais grosso que o do nosso pai... Ela pareceu se interessar...

Havia um rapaz que vivia me cantando na escola, o Marcos, uma gracinha, e um dia ele me pediu em namoro. Eu aceitei, mas pedi pra ele ir falar com o meu pai. Ele foi lá encasa e me pediu em namoro pro meu pai, que consentiu dizendo que era pra ele me respeitar porque eu era uma menina direita e ele era o meu primeiro namorado, etc., etc. E eu comecei a namorá-lo, mas nunca transei com ele, é claro, pois a nossa filosofia de vida só me permitia transar com o meu irmão, com o meu pai, com a minha mãe, com a minha irmã ou, mais recentemente, com a minha cunhada... Sempre antes de sair com ele eu dava pro meu pai e já saia de casa aliviada... Quando voltava, normalmente estava muito excitada precisava dar pra ele de novo... Agora o meu pai não tinha mais a Helena por perto, que ele gostava de comer quando era solteira, e então vivia me pegando toda hora. Quando eu me arrumava pra sair com o Marcos, eu ficava uma gata, imagine eu loirinha, linda, olhos azuis, toda certinha e gostosinha, toda cheirosa e pronta pra ir namorar... Ele não resistia me ver assim... Quando o Marcos vinha me buscar eu já estava sempre cheia de porra na boceta ou no cu, e com o gosto da boceta da minha mãe na boca... Era uma delícia...

Quando o Marcos ia lá encasa, nós ficávamos na sala vendo TV. Às vezes eu sentia tesão e ia pro quarto dar a boceta e o cu pro meu pai e depois voltava aliviada e muito comportada... Às vezes a minha mãe tinha tesão por mim ali toda gata e me fazia um sinal... Eu ia ao banheiro pra ela me chupar até eu gozar... Nessas horas eu também chupava a boceta dela ou então ela se masturbava enquanto me chupava...

Um dia, estávamos só eu, o meu pai e a minha mãe encasa e o meu pai disse que tinha conversado com o irmão dele e que ele tinha dito que eles também são adeptos do amor livre... Como lá na casa dele eles são três homens e só tinha a minha tia para satisfazer todos, ele teve que apressar a iniciação da minha priminha, Débora, que agora, aos 12 aninhos já estava incluída também. Incluída? Isto para mim era uma maneira elegante de dizer que ela já estava levando vara todo dia... E era isto mesmo, ela estava levando vara dos três todo dia, assim como a mãe dela também... Eles estavam pensando em juntar as nossas famílias de vez enquanto, só pra variar...

Eu fiquei arrepiada só de pensar... O meu tio devia ser um pauzudo, assim como o meu pai, a minha tia, de 34 anos, era uma morenaça muito gata, pele branquinha e cabelos pretos, linda, magra e com um corpo perfeito, e ainda tinha os meus primos de 16 e 19 e a minha priminha, de 12! Imagine eu, o meu pai e a minha mãe transando com aqueles cinco... Ia ser o céu... Eu acho que eles também estavam loucos pra nos pegar, o meu tio devia estar louco pra me comer, pois eu era muito gata, e eu estava louca pra levar a naca dele no cu... Eu fiquei com tanta tesão nessa hora, que tive que abrir o zíper do meu pai, que estava sentado no sofá, e sentar no colo dele, enterrando aquilo tudo na minha boceta, para ver se gozava um pouco, pois já não aguentava mais de tesão... Ele percebeu o motivo do meu tesão e eu também senti que ele não via a hora de enrabar a minha tia e a sobrinha também... A minha mãe começou a se masturbar também... Depois que gozei e senti o meu pai gozar na minha boceta, fui dar uma força pra minha mãe, chupando a xana dela até ela gozar, e depois deixei ela chupar a porra do meu pai de dentro da minha boceta, ela adorava fazer isto...

Eles marcaram uma visita à nossa casa na sexta à noite. Pra mim era o dia ideal, pois no sábado à noite normalmente eu tinha que sair com o meu namorado...

Eles vieram, todos muito simpáticos e bonitos... A minha mãe preparou uns salgadinhos e umas bebidinhas, estava tudo perfeito. Estávamos sentados na sala apenas conversando quando de repente, tocou a campainha... Eram a Adriana e o Thiago que também resolveram nos visitar... Fiquei meio brava, eu não queria dividir aqueles três gostosos com a Adriana, mas acho que não ia ter jeito...

O meu pai serviu whisky e batidinhas, eu coloquei uma música, e a coisa começou... Meu primo de 19 sentou-se do meu lado, muito gato, começou a alisar os meus cabelos, passou o braço em volta do meu pescoço e começou a alisar o meu seio direito com a mão boba... O Thiago começou a conversar animadamente com a minha tia num canto da sala, enquanto o meu tio era todo atenção com a Adriana... Meu pai pegou a sobrinha no colo, uma menina muito bonita, com uns peitinhos pequenos e com umas pernas grossas e gostosas, e começou a acariciar as pernas dela (ele não perdia tempo) e a minha mãe ficou com o priminho de 16, que sentou do seu lado no sofá, sem tirar os olhos das pernas bonitas dela...

Notei o volume enorme do pau do meu primo por baixo das calças e fiquei animada... Sem nenhum pudor, levei a mão e segurei aquele volume, apertando-o forte... No canto da sala, o Thiago já estava aos beijos com a nossa tia gata, enquanto o meu tio já levava a Adriana para um outro sofá que ainda estava vago... Enquanto isto, meu pai já estava enfiando a mão por baixo da sainha da minha priminha e acariciando a xaninha molhadinha dela, por cima da calcinha... E o priminho de 16, sem maiores cerimônias, enfiava as mãos por baixo do vestido da mamãe, que já abria as pernas para deixa-lo à vontade...

Meu primo abriu o zíper e expos um pau enorme e grosso, que eu tratei de agarrar com a mão enquanto beijava-o na boca... Era um pau gostoso que me deixou toda molhadinha, eu não via a hora de sentar encima dele... No canto da sala, a minha tia já estava tirando a calcinha, ficando só de vestido, enquanto o Thiago apalpava os peitos dela... Enquanto isto, a Adriana já abocanhava a enorme jeba do meu tio, começando a chupá-lo louca de tesão e no outro sofá o meu pai já enfiava os dedos na bocetinha da sobrinha, que já estava entregue de tesão e gemendo de pernas abertas no colo dele e sem calcinha... E o priminho levava a minha mãe à loucura de tanto bulinar a xana dela por dentro da calcinha...

Comecei a chupar a vara grossa do meu primo, reclinada sobre ele, enquanto ele alisava a minha boceta com uma das mãos... Enquanto isto, o Thiago já penetrava a minha tia na boceta de pé, apoiada contra a parede. Meu pai já tinha tirado toda a roupa da minha priminha e estava chupando a bocetinha dela com força, enquanto ela chorava de tanto tesão e gozava uma atrás da outra na boca dele... No outro sofá, meu tio comia a boceta da Adriana de quatro, que gemia feito louca com aquela jeba enorme que lhe arregaçava a boceta toda... O priminho tirou o pau pra fora e deu pra minha mãe, que abocanhou tudo e começou a chupar com vontade, já sem calcinha e pronta pra levar aquela vara gostosa...

Tirei a calcinha e sentei com a boceta na vara do meu primo, começando a subir e descer enquanto beijava-o na boca... Enquanto isto, Thiago estava enrabando a minha tia, que urrava de tesão de pé, apoiada na parede... A minha priminha já estava começando a sentar devagar com a bocetinha na vara do meu pai, ela enterrava com cuidado para não se machucar com aquela coisa enorme... Fazia só três semanas que o meu tio tinha tirado a virgindade dela... No canto da sala ouvimos um grito que chamou a atenção de todos: o meu tio tinha arrombado o cu da Adriana de uma estocada só... O enorme caralho dele, que era do tamanho do caralho do meu pai, ou talvez até maior, estava todo enterrado no cuzinho da minha cunhada... Mas ela não quis parar e gritou para ele continuar e ele começou a bombar aquela jeba contra o cuzinho dela, que continuava gritando, mas de tesão... No outro sofá, o priminho de 16 já estava com o pau enterrado na boceta da minha mãe, que urrava de tesão...

Senti o meu primo gozar dentro da minha boceta e gozei junto, enquanto o Thiago enchia o cu da minha tia de porra... A minha priminha parecia alucinada com a vara do meu pai, e não parava de subir e descer, beijando-o na boca e gozando, até que ele encheu a bocetinha dela de porra.... Meu priminho gozou na boceta da minha mãe e se jogou de lado, exausto...

Meu tio encheu o cu da Adriana de porra, deixando-a jogada sobre o sofá com o cu todo arrebentado e já foi pra cima da minha mãe, que acabara de levar porra do filho dele e ainda estava deitada sobre o sofá de pernas abertas... Ele pediu para ela ficar de quatro e caiu de boca no cu dela...

Depois que gozei, fui ver o estrago no cu da minha cunhada... Estava horrível, o anel do cu dela estava dilatado e todo vermelho... Ficou uma cratera... Meu tio tinha arregaçado o cu dela e ela ia demorar pra se recuperar, eu pensei, pois aquilo com certeza ia inchar... O Thiago também veio ver... Ele beijou ela na boca e disse que a dor ia passar... Depois foi pegar a nossa priminha, que o nosso pai havia acabado de comer...

Vi o meu tio começar a comer a o cu da minha mãe, já de pau duro de novo, enquanto o meu primo já partia pra boceta da Adriana, que queria mais...

Eu olhei a minha tia sozinha e convidei-a para vir ao meu sofá, onde ofereci a minha boceta para ela chupar enquanto caia de boca na boceta dela...

O meu primo gozou na boceta da Adriana e não deu nem tempo, o meu pai já estava com o pau enterrado no cu dela, mesmo ela já estando com o cu todo arrebentado, mas ela não reclamou... Eu acho que ele não se perdoava por não ter sido ele a arrombar aquele cuzinho gostoso... Deu umas bombadas ali mas não gozou... Esperou o Thiago largar a priminha e foi pegá-la novamente, mas agora ele queria comer o cuzinho dela... Ele pediu pra ela ficar de quatro no sofá e, antes que ela se desse conta, ele a pegou pelos quadris e começou a forçar o pau contra o cuzinho dela... Ele fez tanta força que começou a entrar e foi até a metade... Ela não reagia, então ele tirou um pouco e depois enterrou de novo, até o fundo, e começou a bombar até gozar... Mas então ele estranhou que ela não se mexia, e foi aí que notou que ela havia desmaiado... Meu Tio falou: “Cuidado, ela não está acostumada...” mas já era tarde, meu pai já tinha feito o estrago e já tinha até enchido o cuzinho dela de porra... Eu corri pra buscar um copo d’ água pra ela, que acordou sem saber direito o que tinha acontecido, só sentindo o cu esgaçado e dolorido... Acho que o meu tio não gostou muito, pois ele era quem queria arrombar aquele cuzinho... Abri o cu dela com as mãos para ver se estava muito machucado, mas não estava rasgado, só esgaçado, igual o cu da Adriana, outra cratera...

Quando eles foram embora, a menina teve que andar apoiada na mãe dela, estava andando com as pernas abertas e bem devagar... Deu pena, coitadinha...

O Thiago e a Adriana também foram pra casa, ela já andando de pernas abertas também, toda arregaçada que estava no cu pelo caralho enorme do meu tio... No dia seguinte ela ia evitar de sentar, tal o estrago que a jeba do titio fez no cu dela...

Ficamos eu, a minha mãe e o meu pai ali sozinhos olhando um pra cara do outro e preocupados com a pequena priminha, que tinha sido arrombada no cu pelo nosso pai... Mas isto não foi nada, pois eles ainda voltariam outras vezes e eu, a Adriana, a minha mãe e a Helena ainda levaríamos muitas outras vezes aquelas varas grossas nos nossos cus e bocetas, e a pequena Débora ainda engoliria a jeba do meu pai no rabo muitas outras vezes e nós ainda faríamos muitas outras surubas deliciosas em família...

Meu tio alugou uma casa mais próxima da nossa e assim nós podíamos nos ver com mais frequência... Pelo menos umas duas vezes por semana eu e a Adriana íamos lá na casa deles para eles se aliviarem em nós... Nós adorávamos isto. O priminho de 16 era um danado, a porra dele parece que não acabava nunca... Ele tinha um pintão grosso e comprido, sempre duro, e comia nós duas no cu e na boceta, a Adriana ficava louca, nunca tinha levado tanto pau na vida. Voltávamos cheias de porra dos três (o meu tio também nos pegava) nas bocetas, cus e estômagos. Quando passávamos na nossa casa, o meu pai ainda dava mais uma enrabada na Adriana, que ia pra casa dela feito um pudim de porra... E ela estava adorando esta nova vida... Aquela moreninha simpática e inocente, toda virgenzinha e puritana que o meu irmão conheceu tornou-se uma safada ávida por levar pau e porra do jeito que fosse...

Com os meus primos morando assim tão próximos da minha casa, eu não tinha mais como manter o meu namoro, pois entre sair para namorar sem transar e ir lá dar pra eles, advinha o que eu preferia fazer? Terminei o meu namoro com o Marcos e resolvi me dedicar a satisfazer as taras dos meus primos e do meu tio... Ele não queria terminar de jeito nenhum, até falou em casamento, eu acho que ele estava apaixonado... Mas eu não estava. Eu não precisava me casar, pensei, pois, na prática, já tenho vários maridos... E era isto mesmo. O meu pai era louco pela Adriana... Ele pegava ela quase todo dia, adorava aquela boceta cabeluda de pentelhos pretos dela e comia ela de todo jeito. O cu dela já estava bem largo e acostumado ao pau grosso dele. O meu irmão Thiago adorava pegar a prima Débora, que era uma gostosinha da vida, parecia uma coelhinha transando e gozava direto uma atrás da outra... Ela gostava também de levar porra na boca e sempre pedia para quem estivesse comendo ela para tirar e gozar na boca dela... E engolia tudo, a safadinha.

A Helena ficou fascinada com a nova situação e também começou a frequentar a casa do nosso tio para levar aquelas varas grossas no cu e na boceta também, e eles sempre estavam dispostos a nos comer sempre que aparecíamos por lá... Sempre que dava, a Helena fazia dupla penetração com o nosso pai e o nosso tio, levando duas enormes jebas no cu e na boceta ao mesmo tempo... Eu e a Adriana também fazíamos dupla penetração com eles, mas a Helena era meio viciada nisso...

Um dia, a Adriana descobriu que estava grávida... Meu irmão Thiago ficou feliz, mas não tinha certeza se ele era o pai... Nem ela tinha certeza de mais nada. O jeito foi recolhermos material de todos os homens da família, inclusive dos primos e do tio, e fazermos um exame de dna. O resultado saiu logo e descobrimos que ela iria ter um filho do nosso pai. Mas o Thiago dizia pra todo mundo que o filho era dele, pra manter a imagem da família... Assim estava tudo certo...

Passaram-se uns dois meses e a menstruação da minha tia começou a atrasar também... Feito exame de dna, o filho era do Thiago. Mas isto não afetou em nada a nossa vida. Meu tio dizia que o filho era dele, e tudo bem...

Como nós tínhamos as chaves das casas uns dos outros, era comum, por exemplo, o Thiago acordar de noite e ver que a Adriana, mulher dele, estava ali do lado dele, na cama, sendo comida por um primo, ou pelo meu tio ou pelo meu pai, ou por até dois homens ao mesmo tempo... Da mesma forma, ele entrava na casa do meu tio e ia comer a priminha Débora, que era uma delícia de menina, aquela gostosinha, lá no quarto dela, ou a titia, que era um espetáculo de mulher, na cama do meu tio e do lado dele, sem pedir... É claro que se o meu tio estivesse acordado o Thiago pediria licença, é claro, apenas por educação, pois o titio com certeza não iria se opor a nada que ele quisesse fazer com a mulher dele, e nem ela se negaria a dar pra ele, assim como ninguém se opunha a nada. As mulheres sempre davam o que os homens quisessem e quando quisessem, e os homens sempre as comiam quando elas queriam também, a menos que a pessoa que ia ser comida estivesse muito doente, esta era a regra... Ninguém negava nada pra ninguém e sempre se entregava com carinho e com tesão. Liberdade total era o que nós tínhamos uns com os outros. Eu também, muitas vezes fui na casa do titio no meio da noite para dar pros meus primos ou pro titio mesmo, cheia de tesão, e sempre voltava pra casa cheia de porra e aliviada, do jeito que queria. E eu também adorava quando algum deles vinha ao meu quarto no meio da noite e me pegava meio dormindo... Muitas vezes acordei com a minha boceta sendo chupada, era uma delícia! Às vezes eu saia com amigas e ia nas baladas para me divertir, mas nunca ia pra cama com ninguém e sempre voltava pra casa sozinha e cheia de tesão... Era nessas horas que eu procurava alguém da família no meio da noite para me aliviar... Eu ia nas baladas, dançava, me divertia e sempre voltava sozinha e sem transar com ninguém, mas sempre ia dormir com o cu cheio de porra...

Adriana teve uma menina linda e a nossa tia teve gêmeos, um menino e uma menina... A nossa vida continuou assim durante anos...

Treze anos depois a nossa vida continuava igual, e nós transávamos só entre nós como sempre fizemos, e fazíamos grandes surubas que entravam pela noite adentro, até estarmos todos completamente exaustos e saciados. Mas agora tínhamos mais quatro membros da família que também iriam aderir ao nosso estilo de vida. Marcamos o dia da iniciação da filha da Helena, Isabela, que tinha 13 anos, da filha da Adriana, Carla, que estava com 12, da menina da titia, Andreza, 12 anos e do irmão gêmeo dela, Pedro...

Fizemos um sorteio para vermos quem faria a iniciação de quem... Coube a mim fazer a iniciação do Pedrinho, filho da titia com o meu irmão, o Thiago iniciaria a Isabela, filha da Helena, o nosso pai teria que iniciar a Carla, filha dele com a Adriana, nora dele, e o primo Mauro, o de 19 anos, iria iniciar a pequena Andreza, irmã dele, que era gêmea do Pedrinho... Eu estava desconfiada que o Roberto, marido da Helena, já sabia de tudo o que acontecia na nossa família, mas fazia como se não soubesse de nada... Ele estava sempre viajando, mas algumas vezes eu notei que ele sabia mais do que mostrava... Talvez ele, no fundo, tivesse até vontade de participar, mas não sei se era tímido ou simplesmente não tinha coragem de aderir abertamente... Mas ele sabia que a filha dele iria aderir, eu tenho quase certeza disso... As crianças já estavam prontas para serem iniciadas e já sabiam tudo o que iria acontecer com elas... Estavam ansiosas, na verdade, para perderem a virgindade.

No dia da iniciação, o Thiago levou a Isabela pro quarto dele... Ela era uma loirinha linda, a cara da mãe, Helena, toda gostosinha, corpinho já cheio de curvas e pernas grossas e deliciosas, toda cheirosinha e ansiosa por conhecer o pau do Thiago... A Helena estava feliz por ser o Thiago e não o nosso pai, por exemplo, pois queria que a filhinha dela não fosse arregaçada logo de cara... O Thiago foi um cavalheiro com ela, deu-lhe um senhor banho de língua deixando-a chorando baixinho de tesão, chupou os peitinhos dela, a xaninha, e ensinou-a a chupar o pau dele... Depois, com toda delicadeza penetrou a bocetinha dela e rasgou o cabacinho, que mais tarde seria definitivamente arregaçado pelo nosso tio... Depois de tirar o cabacinho dela, ele também comeu o cuzinho virgem da menina, sempre com muito cuidado, arrancando dela gemidos de prazer que ela nunca havia soltado antes. Essas sensações ela sentiria muitas vezes desse dia em diante, cada vez com mais intensidade e com todos os homens da nossa família. Isabela passaria a transar todo dia, várias vezes por dia e com vários parceiros diferentes, todos da família, é claro, pois era muito linda e despertava muita tesão em todos, assim como as duas outras meninas que também estavam sendo iniciadas nesse dia. Ela saiu do quarto feliz, se sentindo mulher e pronta pra mais, segundo as palavras dela... Na mesma hora o nosso tio pegou ela e levou-a pro quarto onde arregaçou-a na frente e atrás, deixando-a toda dolorida e andando de pernas abertas, com a bocetinha e o cuzinho destruídos, mas ela estava feliz... Ela passaria a transar todo dia, várias vezes por dia, aliviando as tesões de todos os machos da família... Era uma menina tão bonita e tão gostosinha que era difícil olhar pra ela e não ficar com tesão na hora. Até eu gostava de pegar ela de vez enquanto e dar umas chupadas naquela bocetinha cheirosa, e ser chupada por ela também, é claro... Era uma delícia sentir aquela linguinha ávida dentro da minha boceta, era fácil gozar assim e ela nem precisava me chupar muito tempo...

Enquanto a Isabela estava no quarto como Thiago, eu dava um show de boceta no Pedrinho, que nunca tinha chupado uma xana... Primeiro chupei o pinto dele, que, mesmo aos treze, já era maior que o do Thiago... Depois deitei na cama, abri as pernas e falei pra ele chupar a minha boceta, o que ele fez com maestria, me deixando louca, até gozei na boca dele... Depois ele veio por cima de mim e enterrou tudo na minha boceta, me fazendo subir paredes... Que menino gostoso! Beijei ele de língua enquanto ele bombava aquela pica gostosa dentro da minha boceta até gozar... E depois que o carinha gozou, ainda continuou de pau duro... Virei de bruços e disse pra ele comer o meu cu também, o que ele fez de imediato, enchendo o meu cu de porra gostosa... Finalmente, ainda deixei ele tocar uma punheta e gozar na minha boca... Que porrinha gostosa! Fiquei fã dele. Desse dia em diante, ele ganhou uma admiradora e eu sempre iria procura-lo cheia de tesão para transarmos gostoso... O Pedrinho passou a comer todas as mulheres da família quase todo dia... A primeira que ele pegou depois de mim foi a mãe dele, que estava ansiosa por conhecer o gosto da porrinha do filho...

No outro quarto, meu pai iniciava mais uma filha... A pequena Carlinha, linda como um anjo, feliz e com um sorriso contagiante, estava nuazinha sobre a cama, com os seios começando a brotarem e a pombinha virgem ainda com uma penugenzinha rala mas já pronta para ser arregaçada pelo pai... Ele era experiente nisso, e logo tratou de deixar a menina toda arrepiada de tesão, ofegante e ansiosa por ser penetrada... Mas ele não tinha pressa, primeiro chupou os peitinhos dela demoradamente, fazendo-a gozar várias vezes, depois chupou a bocetinha dela, enfiando a língua no cabacinho e fazendo-a quase desmaiar de tanto prazer, depois ele foi por cima dela, beijou-a na boca, um longo beijo de língua que ela correspondeu... Ele já estava com 62 anos, e ela tinha 12 (meu pai me arrombou a boceta quando eu tinha 11 e ele 49). Ele abriu bem as perninhas dela, encostou a cabeça do cacete enorme na bocetinha molhada dela e começou a fazer pressão... Não entrava. Ele voltou a passar a língua no cabaço, tentando enfiá-la para rompê-lo... Então voltou a tentar enfiar o pau enorme, com muita pressão sobre o frágil cabacinho, que foi aos poucos cedendo e a bocetinha se arregaçando para permitir a entrada daquela cabeçona enorme do caralho do pai... Aos poucos a cabeça do pau dele foi sendo engolida pela pequena boceta da menina, que rebolava de tanto prazer... Os dois estavam pingando de suor, mas ele não parava, até sentir que tinha entrado tudo... Deu uma pequena parada, beijou-a novamente na boca e começou com movimentos de vai e vem, bem devagar, arrancando gritinhos de dor e de prazer da menina, que chorava de tanto tesão, gozando várias vezes seguidas em espasmos de orgasmo contínuos... E ele continuava socando, cada vez mais forte, até enchê-la com fortes jatos de porra grossa na boceta... A sorte dela é que ele já estava velho e não conseguiria dar duas seguidas, senão ela ainda levaria aquilo tudo no cu, se fosse pela vontade dele. Quando ele tirou o pau de dentro, viu o estrago que tinha feito... No lugar do cabacinho estava um enorme buraco cheio de porra que escorria...

Ela sentou-se na cama sentindo dor, e não conseguiu ficar de pé, permanecendo ali. Ele desceu as escadas e falou para a Adriana ir lá para ajuda-la. Eu já tinha visto isto antes, pois aconteceu comigo também quando ele arregaçou o meu cabacinho aos 11 anos, me deixando sem poder andar direito durante dois dias... Mas a Carlinha iria se recuperar logo e já no dia seguinte transaria com quatro homens diferentes: Thiago, titio, primo Mauro e Pedrinho. Papai também pegaria ela muitas outras vezes, quase todo dia... Ela era uma menina muito sexy e sabia mexer um pau na boceta como ninguém, acho que era talento...

A essa altura, o primo já tinha arregaçado a bocetinha da irmãzinha dele, Andreza, uma princesinha, que já havia gozado várias vezes com a pica do irmão enterrada na bocetinha recém arregaçada dela... Mas o primo não parou por aí e fez o trabalho completo, arregaçando também o cuzinho da irmãzinha, mas com muito cuidado para não rasga-la... Andreza, assim como as duas outras meninas que foram iniciadas, ainda nem tinha pelos na bocetinha, nem seios, mas era muito bonitinha e tinha um corpinho muito sexy, pernas grossas e cinturinha fina, e despertava muita tesão nos homens da família, e por isto eles não queriam mais esperar e a iniciação das crianças foi antecipada, pois só deveria acontecer dentro de dois anos, mas não dava pra esperar, segundo eles... Assim, o Pedrinho também seria iniciado aos 12 anos, pois pois as mulheres também tinham tesão nele... Andreza voltou do quarto toda feliz, andando com as pernas meio abertas pela dor que os estragos estavam causando... A titia logo tratou de passar pomada cicatrizante nos buracos arregaçados da menina, que já no dia seguinte teria a sua primeira dupla penetração com o priminho e o pedrinho...

Depois desse dia, tínhamos mais quatro membros da nossa comunidade de amor livre... Quatro lindas crianças cheias de tesão que queriam transar conosco direto... Era uma maravilha. Eu aconselhei a Carlinha a oferecer o cuzinho pro Thiago, pra ele dar uma primeira alargada nele, antes que o nosso pai ou o nosso tio resolvessem arregaça-la de vez, e ela fez isto. Quando o nosso pai procurou-a para comer o cuzinho dela dois dias depois, ela já havia sido enrabada pelo Thiago, e não sofreu tanto ao levar a vara grossa do pai no cu, mas ainda assim o estrago foi muito grande e ela ficou sem poder sentar durante um tempo, com o cuzinho todo dilatado e inchado... Eu percebi que por uns dias o meu pai e o titio só se interessavam em comer as meninas novinhas, se esbaldando naqueles cuzinhos e bocetinhas ainda apertadinhos, que eles tratavam de arregaçar mais e mais a cada dia que passava, mas com o tempo voltaram a nos comer também, como sempre. Se eles não nos procuravam, nós procurávamos eles e eles tinham que estar de pau duro para nós também, então pararam um pouco de gastar tudo nas pequenas... Com o tempo a novidade das meninas passou e eles voltaram a pegar as mais velhas também, com o mesmo tesão, pois na nossa família todo mundo cuidava muito do corpo e da aparência, e não tinha nenhuma mulher feia, muito pelo contrário. Todas nós éramos bonitas e gostosas e queríamos pau, pois éramos fieis aos nossos homens.

Mas a Carlinha, a Isabela e a Andreza tinham sido iniciadas só com os homens, precisavam aprender a chupar boceta também e isto eu, a Helena e a Adriana tratamos de ensiná-las com todo carinho... É claro que elas teriam que aprender a chupar boceta pois nós todas gostávamos disso e não iriamos deixar de fora aquelas bocetinhas cheirosas que ainda iriam ser chupadas muitas vezes por nós e serem chupadas também... Fiquei observando a Adriana chupar a bocetinha da filha e lembrei das dúvidas que ela tinha no começo, quando não sabia se teria coragem de transar com um filho... Ela já não tinha mais essas dúvidas e já nem lembrava mais disto. Chupamos aquelas bocetinhas recém desvirginadas e com pentelhinhos ainda ralos até fazê-las gozarem várias vezes, as meninas adoraram... Depois fomos nós três chupadas pelas três meninas com vontade e tesão e gozamos feito loucas nas boquinhas delas, que aprenderam a gostar de aguinha de boceta também... Elas eram meninas lindas, tão novinhas e já com os cuzinhos todos arrombados pelos grossos caralhos da família, e estariam sempre por porto para nós aliviarmos as nossas tesões com elas... Todas três já estavam aprendendo a levar pau grosso no cu e chupar boceta, já eram mulheres completas e já faziam sexo várias vezes por dia com os homens da família, e a partir de agora agora fariam com as mulheres também... A Andreza, quando chegou encasa, foi mostrar para a titia a novidade que aprendeu, e caiu de boca na boceta da mãe, fazendo-a gozar como nunca... A titia também deu um show de língua na filhinha, mostrando que também sabia e gostava de chupar uma boceta cheirosa... Estávamos todos muito felizes, transávamos toda hora com todos e sempre queríamos mais...

Mas eu ainda precisava resolver uma questão... Eu tinha um enorme tesão por um cara da família que ainda não havia pegado, mas queria resolver isto, afinal o tempo estava passando e aquele gostoso ia ter que entrar no nosso sistema também... Um dia em que o marido da Helena, Roberto, estava encasa dormindo, pedi para ela sair e me deixar sozinha com ele... Ela ficou meio tensa, pois já imaginava que eu iria tomar alguma atitude em relação ao nosso antigo plano, mas fez o que eu pedi, e saiu... Fui até o quarto dele, tirei a roupa e me deitei do lado dele na cama, nua. Eu, como não canso de dizer aqui, sou uma mulher lindíssima, loira, olhos azuis, corpo perfeito, uma maravilha mesmo, assim como a minha irmã, Helena, e não sou modesta... Acho que puxamos a genética da nossa mãe, que mesmo aos 55 anos ainda é uma mulher atraente, magra, sem nada de barriga e aparenta ter uns 10 anos a menos, pelo menos... Eu e a Helena também somos assim e é comum ouvirmos as pessoas dizerem que para nós o tempo parece que não passa... A minha beleza, na meia luz do quarto, assumia ainda algo de mágico, eu acho, eu já tinha tido esse tipo de experiência e sabia que, sob certas circunstâncias, eu me tornava mesmo irresistível para qualquer ser mortal que tivesse um pouco de sangue correndo nas veias. Comecei a beijá-lo na boca... Ele acordou meio perdido e não entendeu o que estava acontecendo... Eu coloquei a mão na boca dele pedindo para ele não falar nada e continuei beijando-o na boca, eu estava cheirosa, toda sexy, e ele começou a corresponder o meu beijo, me abraçou e viu que eu estava nua... Percebi que o pau dele respondeu na hora, ficando duríssimo... Enfiei a mão por dentro do pijama dele e pequei o pau dele na mão, ou tentei, porque o pau dele não cabia na minha mão, de tão grosso que era... Baixei o pijama dele, deixando o pintão dele de pé e fui por cima, tentando enfiá-lo na minha xaninha... Soltei o meu peso sobre aquele pau enorme e ele começou a entrar... Ele parecia não acreditar no que estava acontecendo... A cunhadinha gostosa estava ali, toda cheirosa dando pra ele, parecia um sonho... Ele ficou sem ação, eu notei. Cheguei bem pertinho do ouvido dele e, com uma voz suave, sussurrei... “Você sabe, não sabe?” Ele não entendeu... “Sei o que?” E continuei falando com uma voz bem suave, ao pé do ouvido dele, enquanto cavalgava o enorme caralho dele na minha boceta, aquele tinha sido o caralho mais grosso que eu já tinha levado na pomba... “Você sabe que nós te amamos, não sabe?” Ele ainda parecia não entender... “Vocês quem?” E eu subia e descia no caralhão dele, beijei-o na boca novamente, e ele correspondeu... E eu continuei: “Eu, a Helena, a Isabela, a mamãe, a titia, a Débora, a Adriana, a Carlinha, a Andressinha... Nós te amamos e queremos fazer amor contigo... Sempre.” E fitei ele nos olhos, na meia luz do quarto, sempre subindo e descendo no pau dele, e perguntei baixinho “Você nos ama também?...” Ele respondeu “Amo, claro...” “Como mulheres, eu quero dizer...” Eu falei, e então ele ejaculou dentro da minha xana... E começou a chorar... Não sei porque é que essa situação provocava choro... Foi assim com a Adriana também, antes de ela aderir ao nosso modo de vida... Deitei do lado dele e esperei ele parar de chorar... Voltei a beijá-lo na boca com carinho... “Querido, nós somos assim... E te amamos também... Te queremos...” Ele não se aguentou mais e disse: “Tá bom, tá bom, eu sei do que você está falando, eu sei... Eu acho que eu quero, não sei...” Voltei a beijá-lo na boca com carinho... “A Helena e a Isabela já quiseram... Só está faltando você... Nós te amamos...” E comecei a me vestir sem dizer mais nada, antes de sair ainda dei mais um longo beijo na boca dele e saí, deixando-o ali deitado, soluçando pensativo...

Fui até encasa, onde a Helena me esperava ansiosa... “E então, como foi?” Eu falei pra ela ir lá ficar com ele, mas sem falar nada, apenas devia ficar no quarto junto com ele e deixar que ele falasse, se ele quisesse... E ela foi, meio receosa, mas foi...

Ela entrou no quarto e notou que ele estava chorando baixinho... Deitou-se do lado dele e ficou quieta durante um tempo, depois disse: “Eu te amo...” E não disse mais nada, esperando pela reação dele... Ele perguntou onde estava a Isabela e ela disse que estava na casa dos nossos pais... Ele não disse nada, ficou quieto e pensativo até adormecer... Ela foi na casa dos nossos pais buscar a Isabela e depois voltou pra cama com ele, e dormiram até de manhã...

No outro dia, acordaram e sentaram pra tomar café, os três, e ele ficou olhando para a filhinha, tão linda ali sentada ao lado dele... “Ela foi iniciada?” Ele perguntou para Helena, que ficou surpresa com a pergunta... “Iniciada?” Ela respondeu, fazendo como se não tivesse entendido... “É, com a tua família... Foi?” E a Helena, de cabeça baixa, respondeu: “Foi...” E ele perguntou para a filha: “E tu gostou?” E ela respondeu que sim, que foi iniciada pelo Thiago e que foi como já esperava... “E agora, como fica?” Ele perguntou... “Como fica o que?” Disse Helena, e continuou, “Fica como sempre foi, nós te amamos...” E a Isabela ainda continuou falando, na sua inocência, achando aquilo tudo muito normal: “Papai, agora eu quero fazer com você...” E ele perguntou: “Fazer o que?” E ela respondeu: “Sexo, papai, sexo...” Ele se levantou e foi pro quarto, deixando as duas na mesa... Isabela foi atrás, e depois Helena foi também... Ele estava deitado na cama... Helena deitou-se ao lado dele, depois deu um beijo na boca dele, um longo beijo que ele correspondeu apaixonado, enquanto a Isabela tirava o pinto dele pra fora do pijama... Ele teve uma reação automática de impedi-la, mas se conteve sem saber bem porque, e deixou que a filhinha chupasse o seu pinto enquanto continuava beijando a esposa, que ele tanto amava, sem parar... E continuou beijando-a mesmo quando sentiu que a filha sentou-se sobre o pinto dele e começou a soltar o peso para ser penetrada... E não parou de beijar Helena quando sentiu que o seu grosso caralho estava penetrando aos poucos na bocetinha da filhinha, e continuou beijando a esposa ao sentir que o pau dele já estava inteiro dentro da bocetinha da filha e que ela começou a subir e descer, montada na sua vara enorme, gemendo de prazer... E apertou ainda mais o beijo quando ejaculou dentro da bocetinha da filha... E a safadinha da Isabela ainda começou a lamber a porra do pinto dele depois do gozo, até deixa-lo limpinho... Depois ela veio até bem perto do rosto dele, lindinha como era, com aqueles cabelos loiros como o sol e com os olhos azuis claros que brilhavam na penumbra do quarto e disse: “Eu te amo, papai...” E deu-lhe um longo beijo de língua na boca, que ele correspondeu já entregue à nova situação... Ele sabia que a vida deles havia mudado, mas não sabia se isto seria bom ou ruim... Só não queria perder a filha e a esposa que tanto amava... Era um sábado e ele ficaria encasa o dia todo... Ficaram os três deitados na cama por mais de uma hora, até que Helena lembrou que precisava ir na casa da mãe dela para ajuda-la com o almoço, pois eles iriam almoçar lá nesse dia... Ela saiu com a Isabela e ele ficou só, ali mesmo ainda sentado sobre a cama e admirado pela filha ter conseguido engolir o pau grosso dele naquela pombinha tão pequena, quando ouviu passos dentro de casa e viu na porta do quarto o vulto perfeito de uma linda mulher... Não era eu novamente, ele percebeu, era Adriana, a linda esposa do Thiago, que veio conversar com ele... “Oi, Roberto” Ela disse... “Posso entrar?” E sentou-se na cama onde ele estava deitado... “A Helena me contou o que aconteceu e eu achei que tinha que vir aqui conversar contigo, pois já passei por isto...” E ela contou a história dela, que tinha até terminado o noivado por causa disto, que também não aceitou no início, mas que depois voltou atrás porque estava apaixonada pelo Thiago e sentia que a única forma de ficar com ele era mudando a maneira dela de pensar. Disse que foi difícil só no começo, mas que hoje ela é uma pessoa melhor e se sente mais livre e mais completa... Ele ouviu atentamente a cunhada, tão linda ali, tão entregue a essa nova vida e parecendo sempre tão feliz... O que ele tinha a perder, afinal, ele pensou, que já não tivesse perdido? E pegou a Adriana ali mesmo na cama e fez amor com ela de uma forma que nunca havia feito antes, se sentindo mais livre, mais completo e até mais macho do que nunca se sentiu... Enterrou todo o seu grosso caralho na boceta da cunhada, que rebolava feito louca sentindo aquela coisa enorme entrando e saindo da sua boceta... Era uma coisa descomunal o pau do Roberto, e ela gozou várias vezes na boceta antes de pedir... “Come o meu cu agora, por favor!” Ela ia ser a primeira da família a levar a vara enorme do marido da Helena no cu... Nem a Helena, que adorava ser enrabada pelo nosso pai, tinha levado essa vara antes... Adriana estava ansiosa para agasalhar aquilo tudo no cu e depois sair se vangloriando para nós e dizendo que foi a primeira... Roberto pediu para ela ficar de quatro e foi por trás dela... Deu uma cuspida no cu da moça e enfiou quatro dedos nele... Era um cu bem largo, ele pensou, dava pra tentar... Encostou a cabeça do enorme caralho (que tinha a grossura de uma garrafa de cerveja) na entradinha do cu dela e começou a forçar... Mas não ia... Parece que a musculatura do cu dela expulsava o pau dele de volta, impedindo-o de ir em frente... Então ela teve uma ideia... Pediu pra ele deitar na cama e sentou em cima, começando a soltar todo o peso... Dessa vez foi diferente, pois o anel do cu não conseguia resistir ao peso dela e, aos poucos foi sendo vencido pela fadiga e se esticando ainda mais, permitindo a entrada daquela vara descomunal naquele cu que já havia levado muita vara grossa do sogro, dos primos e do titio, mas nunca uma vara tão grossa como esta... E ela gemia e urrava de tesão, sentindo-se penetrar por aquilo tudo, até que sentiu quanto os pentelhos dele tocaram na bunda dela e explodiu em espasmos de gozo... Sentiu as pernas bambas... Não conseguia subir e descer. Ele, então segurou ela firme e disse pra ela apenas ficar parada enquanto ele fazia os movimentos de vai e vem, subindo e baixando o caralho dentro do cu daquela gata que chorava de tanto prazer... E eles se beijavam na boca enquanto ela era enrabada daquele jeito, e gozava várias vezes seguidas com o pau do cunhado enterrado no cu... Até que ele explodiu num gozo enorme, enchendo o cu da moça com densos jatos de porra grossa... Depois do gozo, ela se jogou de lado suada... Na porta do quarto estava Isabela, a filha dele, que assistiu tudo em silêncio e, mais uma vez, veio lamber o pau lambuzado do pai, sem dizer nada... Ninguém disse nada... Quando a menina terminou, disse apenas: “A mamãe está chamando pro almoço...” E saiu.

Quando o Roberto e a Adriana chegaram na casa nos meus pais para almoçarem, todos já sabiam tudo o que tinha acontecido e estavam todos felizes... Até o Roberto parecia feliz... Papai veio recebe-los com uma caipirinha, que ele pegou e tomou quase metade sozinho... Adriana também estava radiante, pois tinha sido a primeira a levar a maior vara da família no rabo... E isto todos já sabiam também, pois a Isabela já havia contado... É claro que o titio e a família dele também estavam presentes, e todos bebemos e almoçamos felizes... Num dado momento, me aproximei do Roberto e dei os parabéns pra ele, e disse que agora ele poderia me ter a hora que quisesse, assim como qualquer mulher da família, qualquer uma, era só pegar e comer e ninguém iria recusar nada pra ele, nunca, mas que tinha que ser fiel a nós... Acho que ele ainda estava achando tudo meio estranho, mas concordou comigo, e me deu outro beijo na boca ali na frente de todos, já meio sob o efeito da caipirinha... Eu acho que ele tinha uma certa atração por mim e que agora ele iria extravasar... E eu não via a hora de estar levando a vara grossa dele no cu também... Que inveja da Adriana! Agora tínhamos mais um homem para nos comer, e isto era motivo de comemoração para a mulherada... Todas queriam experimentar o novo integrante, e ele, com certeza iria pegar todas, uma por uma, mas agora não, agora ele só queria beber...

Depois do almoço cada um se jogou onde deu, pra descansar, e o Roberto foi se deitar no meu quarto... A minha mãe, curiosa, foi atrás e pediu pra ver o tal pau tão grande de que todas falam... Ele, deitado na cama, apenas disse: “Sirva-se”. Ela não demorou, abriu o zíper dele e já abocanhou tudo com tesão... Depois tirou a calcinha e sentou encima, enterrando tudo no cu... Ele ficou admirado que o pau dele entrou até fácil no cu dela... Não tão fácil, mas foi mais ou menos numa sentada só... E ela ficou subindo e descendo até fazer ele gozar de novo...

Depois ela deixou ele dormindo e voltou pra sala feliz por ter sido a segunda a levar a vara enorme do genro no cu... Débora, uma menina do tipo pequena e toda gostosinhs e que tinha tinha tido o cuzinho virgem arrombado pelo meu pai aos 12 anos e que chegou a desmaiar ao levar a vara dele no rabo, estava animada para encarar a jeba do Roberto também... Nós brincamos com ela dizendo que ela iria desmaiar de novo, mas era só brincadeira, pois ela já estava tão treinada quanto qualquer uma de nós e poderia levar qualquer coisa no cu sem desmaiar mais... O titio comia o cuzinho dela quase todo dia encasa... Ela era uma moça linda e muito sexy e tinha umas pernas gostosas que convidavam ao sexo... E também ganhava vara todo dia, como todas nós, quando o meu tio não pegava ela, os irmãos estavam sempre dispostos e enche-la de porra, e o meu pai e o Thiago também... Ela era uma menina muito querida e feliz também, era muito gata e era comida com muita tesão sempre, como merecia... Um dia, ao saber que eu estava escrevendo este conto sobre nós, ela me disse que também iria escrever um conto assim, contando a história dela... E ela tinha uma boa história para contar, já que foi iniciada aos 12 anos com o pai dela, e, de virgem e ingênua, passou, da noite pro dia a ser usada como objeto sexual dos dois irmãos moços dela e do pai, todos três com enormes caralhos, grossos como o do meu pai, ou até mais, chegando a transar até 12 vezes num mesmo dia com eles, como ela me contou, e em menos de um mês já estava participando de uma suruba familiar onde teve o cu arrombado pelo enorme caralho do titio dela, mau pai... Se ela escrever essa história, deve ser uma história muito excitante e ela disse que também vai publicá-la aqui, e eu vou querer lê-la, pois a história da minha vida é bem parecida. Só que eu tinha só o meu pai e o meu irmão, e o meu irmão nem é bem dotado... No caso dela não, os três são três jumentos e sempre cheios de tesão. Tá certo que a mãe dela também transava com eles e aliviava um pouco o lado dela, mas nos primeiros dias é sempre assim, eles querem usar a novidade o tempo todo... Ela me disse que, como no começo só dava a bocetinha pra eles, ela tinha que passar hipoglós na boceta que já estava toda esfolada, e ardia muito nos primeiros dias por causa daquelas lixas entrando e saindo toda hora... E como ela era ainda muito pequena e novinha, eles deixaram para começar a comer o cuzinho dela mais tarde, mas esqueceram de avisar o meu pai, que arregaçou aquele cuzinho pequeno no dia da suruba levando a menina ao desmaio, e depois disso também começou a ganhar vara no cu direto encasa, dos irmãos e do pai dela, que não davam folga pra ela com aqueles enormes caralhos duros e cheios de porra que eles vinham despejar nela direto, e aí foi o cuzinho dela que ficou esfolado e inchado... Ela, assim como todas as mulheres da nossa família, nunca dizia não quando alguém vinha comê-la, e à vezes sofria em silêncio as dores de levar tanta vara grossa em buraquinhos tão pequenos e sensíveis. Mas, por outro lado, ela disse, dificilmente há neste mundo outra mulher que tenha tido tantos orgasmos num dia só como ela, pois ela conseguia gozar em todas as transadas que dava, mesmo quando estava doendo e mesmo quando ganhava só no cu... Nem sempre eles gozavam na boceta ou no cu dela, muitas vezes ela ganhava na boca, e acabava bebendo muita porra também, todo dia... Pra ela foi uma boa quando a nossa família entrou na roda, pois os irmãos dela passaram a comer nós também, que éramos ávidas por pau, e ela pode descansar um pouco. Hoje ela disse que está transando só umas duas ou três vezes por dia e que este é o número ideal, pois mais que isto deixa a pessoa meio exausta... É, ela tinha uma boa história para contar, sem dúvida...

Com a entrada do Roberto no nosso grupo, a minha vida ficou mais interessante, pois ele tinha uma atração especial por mim, e eu pude provar aquela jeba enorme de todo jeito, era uma delícia...

Meu pai, um velho senhor já com quase 63 anos, adorava pegar as meninas mais novinhas... Às vezes ele pagava até duas e as levava pro quarto onde as chupava fazendo-as gozar várias vezes, depois ele as comia com aquele pau enorme, mas gozava uma vez só em cada transa, normalmente nas boquinhas delas... Muitas vezes ele pegava a Isabelinha, filha da Helena, na sala mesmo e ela parecia uma coelhinha no colo dele, mexendo rápido aquela jeba velha toda enterrada na bocetinha ou no cu... Ver isto me dava tesão e então eu esperava eles terminarem e também pegava ela para fazermos um 69 gostoso... Ela era uma menina muito linda mesmo aos 14 aninhos, parecia a Helena nessa idade...

Ela me disse que quando o pai e a mãe dela iam transar ela ia junto e eles faziam transa a três encasa... Ela adorava chupar a boceta da mãe, Helena, e levar a jeba do pai no cu... Muitas vezes ela levava a Carlinha ou a Andreza lá na casa dela para elas transarem juntas com o pai dela, e ele as comia com tesão... As meninas adoravam levar aquela vara enorme... Eu também ia lá para transar com eles de vez enquanto, quando ele ficava muito tempo sem me procurar... O Roberto estava vivendo no céu, pois nunca teve tanta mulher bonita à disposição para ele fazer o que quisesse e na hora que quisesse...

A nossa casa era um entra e sai de gente, toda hora... Sempre tinha um primo entrando de pau duro, querendo se aliviar com a primeira que encontrasse, era uma maravilha... A minha mãe levava pau toda hora dos primos, e adorava isso...

As meninas mais novas também sempre estavam por lá querendo alguma coisa... Às vezes, quando menos nos dávamos conta, estávamos fazendo uma suruba... O Pedrinho era um comilhão e vivia pegando todas, ele pegava várias de nós por dia, e nós sempre dávamos pra ele quando ele vinha nos pegar, pois ele era um gostoso com um pau que já impunha um certo respeito...

Quando o Roberto entrava na nossa casa e via a filhinha ali dando pra alguém, ele não mostrava nenhuma reação de surpresa... Um dia ele entrou e viu o meu pai enrabando a filhinha dele, sentou no sofá e começou a conversar normalmente com ele enquanto o velho bombava a jeba enorme no cuzinho da menina. Ela, ao vê-lo, só disse: "Oi, pai!" Com a vozinha meio engasgada que estava pelos gemidinhos de prazer, enquanto o avô enchia o cuzinho dela de porra... Ela ainda chupou no pau melado do avô para aproveitar os restinhos de porra e ele espremeu o pinto já mole na boquinha dela, que se deliciava com aquilo. A Isabelinha tinha o hábito de sempre chupar o pau depois da transa e não deixar nada lá dentro... Muitas vezes ela já tinha feito dupla penetração com o pai e o avô ali mesmo naquela sala, na frente de todo mundo... Coisas assim eram normais para nós que vivíamos o amor livre em família, mas que seria um escândalo em qualquer outro lugar. Nenhum homem da nossa família usa camisinha e nem todas tomam anticoncepcionais, preferindo ganhar a porra sempre no cu para não engravidarem. Somos um grupinho fechado de pessoas que se entregam livremente, sem pudores e sem limites, somos limpos e livres de doenças... Não temos este tipo de problema. É por isto que acho que somos pessoas especiais e que vivemos de uma forma especial que talvez não tenha precedentes no mundo... Para nós não existem taras, molestações nem abusos sexuais, pois tudo é permitido, toda forma de sexo é aceita e até incentivada da mesma forma que aceitamos e incentivamos as trocas de carinho e afeto entre as pessoas... E isto nos torna pessoas mais unidas, felizes e livres para vivermos as nossas vidas, realizarmos todas as nossas fantasias e nos sentirmos amados...

Nunca me casei e não pretendo me casar... Com o estilo de vida que temos, sei que não preciso disto e nem sinto falta de marido, pois tenho muitos homens na minha vida que são como maridos para mim, todos eles. Eu e qualquer das mulheres da nossa família provavelmente transamos mais vezes num dia do que qualquer mulher normal transaria em uma semana... Eu posso até ter um filho, se quiser, com qualquer dos homens da família (só tenho que evitar de engravidar do Thiago ou do meu pai, pois dizem que isto pode ser perigoso), mas por enquanto não quero... Se um dia tiver um filho, espero que seja do Roberto, por questões genéticas, mas o que eu quero mesmo no momento é aproveitar essa vida que estou tendo, ser feliz e fazer a felicidade de todos também>> A HONRA DA NOSSA CASA – III

Meu nome é Débora, o motivo de eu estar escrevendo este conto é para dar continuação aos contos publicados aqui pelas minhas primas Helena e Cristina nos contos "a honra da nossa casa" e "a honra da nossa casa - II", respectivamente. Li os contos delas e achei muito legal, então resolvi escrever esta continuação, contando a minha história também, pois também faço parte da família.

Apesar de cada conto ser uma história completa, as histórias são inter-relacionadas, pois tratam do mesmo assunto, ou seja, os detalhes das vidas sexuais dos membros das nossas famílias. Helena escreveu o primeiro conto, que intitulou "A Honra Da Nossa Casa", onde narra em detalhes como foi a vida dela, desde a sua iniciação sexual dentro de casa, aos 15 anos, com a mãe e com o irmão e depois com o pai, e logo em seguida a iniciação sexual da sua irmã mais nova, Cristina, que ainda antes de completar 12 anos, foi desvirginada pelo pai delas, tudo em nome de uma antiga tradição das nossas famílias na qual nunca devemos fazer na rua nada que possa manchar a honra da nossa casa, e, como roupa suja se lava encasa, temos liberdade de fazer dentro de casa tudo o que não devemos fazer na rua. Assim, podemos transar livremente dentro de casa, com os nossos familiares, mas nunca com namorados ou namoradas... Este é o princípio que os nossos pais aprenderam desde crianças com os pais deles e depois repassaram para nós, filhos, filhas, esposas, netos e até mesmo, quando possível, genros e noras...

O relato de Helena vai desde que ela tinha 15 anos até os 22, e depois foi continuado depois por Cristina, sua irmã e minha prima, em "A Honra Da Nossa Casa - II", onde ela relata tudo o que aconteceu nos treze anos que se seguiram após o término da narrativa de Helena. É nesse conto de Cristina que sou mencionada pela primeira vez, quando a minha família veio morar perto da casa dela e nos tornamos vizinhos. Meu pai é irmão do pai delas e assim a minha família também segue os mesmos princípios da educação da família de Helena e Cristina...

Tudo o que Helena e Cristina narram nos seus contos pode parecer fantasia, mas é a realidade da nossas duas famílias e das nossas vidas, uma realidade rara e talvez difícil de acreditar, mas nós somos a prova de que este tipo de vida pode existir...

O que vou narrar no presente conto é a minha história, desde quando me dei conta do que acontecia dentro da minha casa, depois a minha iniciação sexual com o meu pai aos 12 anos e depois a minha intensa vida sexual após a minha iniciação, tendo que satisfazer sexualmente meu pai e meus dois irmãos moços e bem dotados, além da minha mãe, que também me pegava de vez enquanto... Mas, como eu fui educada desde criança dentro dessa forma de pensar, para mim tudo era e é normal e eu me sentia feliz em poder participar de tudo ativamente e de poder satisfazer os desejos de todos que me procuravam em busca de satisfação sexual... A diferença principal entre a minha vida sexual e a vida sexual de Helena e Cristina é que elas eram três mulheres dentro de casa, contando com a mãe delas, para dois homens que eram o pai e o irmão delas e o irmão delas nem era bem dotado, só o pai. No meu caso, éramos eu e a minha mãe para três homens, ou seja, meus dois irmãos e meu pai, todos muito bem dotados. Além disto, Helena e Cristina eram duas mulheres altas, bem maiores que eu e a minha mãe, que somos mulheres pequenas... Eu tenho 24 anos, pele clara, cabelos pretos compridos, olhos castanhos, 1,56m de altura e 46 kg. Como você pode ver, sou uma mulher pequena e sempre fui uma menina franzina e magrinha, apesar de ter pernas grossas, cinturinha de pilão e bundinha arrebitada. Sou o tipo de mulher que os homens chamam carinhosamente de minhon (de filé minhon).

Bem, vou começar pelo início, quando eu tinha 11 anos ainda não tinha idéia do que se passava dentro da minha casa.

Lembro que logo depois que nos mudamos para a cidade onde o irmão do meu pai morava, fomos fazer uma visita para eles. Nesse dia não pude conhecer a minha prima Helena, pois ela já era casada e estava na casa dela, mas conheci a minha prima Cristina, o meu primo Thiago, o meu tio Celso e a minha tia Érica. Eram todos pessoas loiras, altas e muito bonitas... Fiquei impressionada com a beleza da minha prima Cristina, que moça bonita! Parecia uma rainha... Ela tinha 19 anos, cabelos bem loiros, lisos e compridos até bem abaixo dos ombros, olhos azuis, a pele era aveludada com pelinhos loiros também, ela era alta e magra, com um belo corpo cheio de curvas, pernas grossas e cinturinha bem fina... Era uma moça elegante e muito simpática. Lembro que os meus irmãos ficaram babando por ela. A minha tia também era uma mulher muito bonita, parecia bem mais nova do que realmente era, Tinha 42 anos, bem loira e com os olhos bem azuis... Era o tipo de mulher que arrancaria suspiros dos homens nos lugares por onde passasse... Meu primo Thiago era um rapagão forte, loiro e muito simpático. Meu tio era um homem um pouco mais velho que o meu pai, já com uma barriguinha meio saliente, mas muito simpático... Ele tinha 49 e o meu pai 44 anos. Nesse dia que fomos visitá-los faltava um mês para eu completar 12 anos. Meus tios prepararam um belo almoço para nós e passamos a tarde toda lá só conversando e nos conhecendo... Quando fomos embora, lembro que os meus irmãos e o meu pai estavam impressionados com a beleza da minha tia e da minha prima, e elas haviam dito que Helena também era uma moça muito bonita, muito parecida com elas...

Eu era totalmente inocente com relação a assuntos de sexo, mas isto não iria durar muito. Os meus irmãos de 16 e 19 anos já haviam sido iniciados pela nossa mãe, que tinha 34 anos e, assim como eu, era uma mulher pequena mas muito bonita e com um corpinho irretocável... Nós duas somos muito parecidas, temos pele bem clara, cabelos bem pretos, feições delicadas no rosto, e narizinho fino e empinado. Dizem que somos muito bonitas... Era com ela que os meus irmãos e o meu pai se satisfaziam sexualmente dentro de casa. É claro que, no início, os meus irmãos devem ter se sentido um pouco constrangidos em fazer sexo com a nossa mãe, mas como a ideia era manter a tradição da família, ela mesma os incentivava extravasarem os seus desejos com ela e os seduzia para que fizessem sexo com ela e não na rua... Primeiro ela iniciou o meu irmão mais velho, Mauro, quando ele tinha 16 anos, e três anos depois foi a vez do Rodrigo. No começo ela tinha que masturbá-los e quase obrigá-los a ejacularem na frente dela para se aliviarem antes de irem para a rua, mas com o tempo eles passaram a procurá-la cheios de tesão e querendo gozar. Quando ela iniciou o Rodrigo, Mauro já praticava sexo com ela normalmente e então foi mais fácil para ele se acostumar, pois tinha também o incentivo do irmão mais velho.

Meus irmãos se acostumaram a fazer sexo com ela e, com o tempo, como estavam numa idade onde os hormônios é que mandavam, viviam procurando-a toda hora para fazer sexo dentro de casa. Ela, linda e pequena como era, parecia uma menina, tinha um corpinho perfeito e tinha que satisfazê-los e também ao nosso pai, chegando a transar até umas seis vezes por dia algumas vezes. Mas nem sempre ela estava afim, mas mesmo assim eles queriam e ela os aliviava transando com eles na boceta, no cu ou apenas deixando-os se masturbarem na boca dela, e sempre engolia tudo, pois adorava esperma na boca. Com o tempo, entretanto, com os afazeres da casa, ela começou a se sentir meio estressada e aí foi que surgiu a ideia de apressar a minha iniciação para que eu a ajudasse a dividir as tesões dos machos da nossa família de formas que ela tivesse um pouco mais de folga. Pelo certo, eu deveria ser iniciada apenas aos 15 anos, mas muito antes disso e eles resolverem que eu seria iniciada na vida sexual dentro de casa para satisfazer as necessidades sexuais do meu pai e dos meus irmãos, dando um pouco de folga para a minha mãe, que continuaria a transar com eles, mas não tanto...

Como já mencionei acima, tanto o meu pai como os meus irmãos eram muito bem dotados, eu acho que isto era uma herança de família... Os paus deles deviam ter uns 20 cm ou mais de comprimento e eram quase da grossura de uma lata de cerveja, imagine! Eram jebas respeitáveis e não devia ser fácil agasalhar aquelas coisas sem soltar um suspiro tenso na hora da penetração. Os meus irmãos viviam de pau duro dentro de casa e eu é que teria a tarefa de baixar aquelas toras, deixando-os penetrarem todos os orifícios do meu corpinho para se satisfazerem comigo todo dia, várias vezes por dia, sempre que eles quisessem... Eu ainda não havia me dado conta do desafio que teria pela frente, e por trás... Acho que era por isto que a minha mãe já estava aos pedaços, porque não devia ser fácil ficar levando aquelas jebas enormes e cheias de tesão todo dia e em todos os buracos, várias vezes num mesmo dia. Esta era a tarefa que a minha mamãe queria dividir comigo. Como eu já disse, eu sempre fui uma mulher pequena e naquela época eu era um cisco de gente, bem magrinha e franzina, mas com umas pernas grossas que provocavam tesão em quem me via de vestidinho e toda sexy andando dentro de casa... Eu ainda não tinha nem peitos nem pelos na pomba, só umas penugenzinhas ralas, mas isto para eles não fazia diferença e acho que até provocava mais tesão... Meu pai e meus dois irmãos não viam a hora de me pegarem e fazerem tudo o que quizessem comigo dentro de casa, pois eu passaria a ser mulher deles também, assim como a minha mãe já era... Eu seria mulher dos três e teria que satisfazê-los completamente, sem nunca negar nada, assim como eles também não poderiam me negar nada se eu pedisse, esta era a regra...

Quem me explicou isto tudo foi a minha mãe já no dia seguinte ao do meu aniversário de 12 anos... Eu ouvi tudo calada e cheia de tesão, pois não vou negar que a idéia de levar pau dos meus irmãos e do meu pai me deixava babando de tesão e com a boceta toda molhadinha... Mas eu era virgem, e tinha que ser iniciada primeiro.

A iniciação seria a minha primeira transa, e esta honra tinha que ser do meu pai. Era quase uma cerimônia... Antes da iniciação ninguém podia me tocar e nem pensar em fazer sexo comigo, tanto que até então eu nem nunca tinha visto os paus dos meus irmãos e nem do meu pai e não fazia ideia se eram grandes ou pequenos... Eu nem sabia como era o pau de um homem adulto, na verdade, mas em compensação, após a iniciação eu seria um objeto sexual de todos e isto me deixava excitada... A minha mãe me perguntou se eu queria ser iniciada e participar da tradição da família... Isto era importante, pois se eu não quisesse, não teria que fazer nada contra a minha vontade, mas eu quis, é claro! Eu estava louca para levar pau, mesmo sem saber direito como era isto...

A minha iniciação foi marcada para o dia seguinte. Naquela noite fui dormir virgem pela última vez, e também foi a última noite que fui dormir sem fazer sexo antes... No dia seguinte, durante o dia tudo transcorreu normal. À noite, depois que tomei banho e sentei na sala para assistir tv com toda a família reunida, meu pai veio até mim e perguntou "Você está pronta?" Eu disse que sim, então ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele. Na sala ficaram a minha mãe e os meus dois irmãos esperando... A minha mãe estava meio preocupada, pois ela sabia que eu era muito pequena ainda para o tamanho da pica do meu pai...

No quarto, meu pai trancou a porta por dentro e sentou na cama... Pediu para eu ficar de pé na frente dele. Eu estava usando apenas um vestidinho curto e leve por cima da calcinha... Fiz como ele mandou e fiquei parada na frente dele, que estava sentado na cama. Eu era tão pequena que mesmo ele estando sentado eu ainda tinha que olhar pra cima para olhar nos olhos dele. Ele começou a acariciar os meus cabelos compridos, passando as mãos pelo meu pescoço, depois segurou a minha cabeça com as duas mãos e eu senti um arrepio enorme com esse gesto, pois neste simples ato senti uma atitude diferente no meu pai, que me tocava de uma forma que nunca tinha me tocado antes... Ele aproximou o rosto dele do meu bem devagar e eu pude sentir a respiração dele bem perto de mim... Ele tinha 44 anos, era um homem forte e bem bonito... Aproximou os lábios dos meus e me deu um selinho, depois voltou e me olhou nos olhos, eu sorri para ele, ele voltou a aproximar o rosto do meu e me deu um beijo longo, enfiando a língua molhada na minha boca... Correspondi ao beijo dele cheia de tesão, arrastando a minha língua na dele e depois enfiando a minha linguinha na boca dele também... Eu estava com a boceta toda molhadinha e não via a hora de ver o pau dele, que eu nunca tinha nem visto até então... Senti um arrepio quando ele tocou a parte interna da minha coxa enquanto ainda me beijava na boca e começou a subir a mão áspera bem devagar até tocar a minha calcinha... Eu arfava, ofegante de tesão... Estava com o rosto vermelho e o corpinho todo arrepiado, ele podia sentir o meu tesão e isto o excitava ainda mais... Com o dedo indicador ele afastou a minha calcinha de lado e tocou a minha bocetinha molhada... Eu abri mais as pernas para facilitar para ele, e ele passou o dedo pelo valinho até então intocado da minha bocetinha, sentindo o meu cabacinho que latejava de tanto tesão...

Depois ele parou de me beijar e começou a tirar a minha calcinha... Me pegou pela cintura, me levantou e me colocou deitada sobre a cama... Abriu as minhas pernas e contemplou a minha bocetinha peladinha, já vermelha e inchada de tanto tesão... Se abaixou e passou a língua pelo valinho, me fazendo gozar um gozo indescritível, o primeiro gozo da minha vida, que me fez ver que era isto mesmo o que eu queria, essa sensação de orgasmo eu queria sentir cada vez mais, e sentiria...

Meu pai começou a chupar a minha xaninha fazendo com que eu rebolasse em movimentos involuntários cada vez que ele passava a língua áspera no valinho molhado...

Eu gemia baixinho e chorava de tesão enquanto continuava gozando sem parar... Senti que ele começou a forçar o meu cabacinho com a língua, tentando rompê-lo, e senti que a língua áspera e grossa dele entrava cada vez mais dentro da minha bocetinha, rompendo o meu frágil cabacinho... Depois ele parou de me chupar na pomba e começou a chupar os meus peitinhos, me fazendo gozar novamente em espasmos de gozo que pareciam intermináveis... Veio e me beijou novamente na boca. Pude sentir o gosto da minha boceta na boca dele e isto me deu mais tesão ainda...

Depois ele me deixou deitada, ficou de pé ao lado da cama e começou a tirar a roupa... Não pude evitar um espasmo de gozo ao ver o pau enorme e duro do meu pai ali na minha frente, pronto para me arregaçar a boceta de vez... Eu gemia baixinho sem parar de gozar enquanto balbuciava "Vem depressa, pai..." Eu estava que não me aguentava mais de tanto tesão... Ele veio e deitou-se nu ao meu lado, me beijou novamente na boca e disse: "Me chupa..." Eu não entendi... "O que?" Perguntei. "Engole o pau do papai, filhinha, vai..." E não precisou pedir duas vezes... Levantei e aproximei a cabeça do pau duro do meu pai, admirando aquela coisa imensa ali na minha frente, que tantas vezes tinha arrancado orgasmos da minha mãe e que agora iria fazer o mesmo comigo. Segurei -o com a mão, era grosso e os meus dedos não conseguiam dar a volta completa nele, cheguei a cara bem perto para sentir o cheiro... Era um cheiro que eu nunca tinha sentido antes, mas que me enchia de tesão. Esfreguei ele na minha cara, depois esfreguei a minha cara nos pentelhos dele, enfiei a pontinha da língua no buraquinho da cabeça dele e senti o gosto... Abri bem a boca e tentei abocanhá-lo, mas era grande demais, ele não cabia na minha boca, não dava pra engoli-lo, eu só conseguia lembê-lo, e foi isto o que eu fiz... Ele também começou a gemer de tesão... Enquanto eu lembia o pau dele, ele levantou os meus quadris e passou o meu corpo por cima da cabeça dele, encaixando a minha xaninha na altura do rosto dele e começou a chupar a minha bocetinha de novo... Gozei várias vezes na boca do meu pai, eu sentia a água que saía do gozo da minha boceta escorrer pelas minhas coxas, lambuzando a cara do meu pai, que pegava o que podia com a língua e chupava o meu gozo... Senti o pau dele pulsar na minha boca e logo senti um jato de porra na minha garganta... "Bebe tudo, filha, bebe..." Ele falava ofegante enquanto gozava aquela porra toda na minha boca... Eu fiquei com a boca fazendo biquinho no buraquinho do pau dele, por onde saia a porra, e sentia os jatos jorrarem na minha língua até a minha boca ficar cheia e não caber mais nada, quando então começou a vazar porra pelos lados... Eu fechei a boca e engoli tudo... Depois comecei a lamber o resto que caia, e vi o pau do meu pai amolecer... Aí então eu pude abocanhá-lo e senti-lo inteiro dentro da minha boquinha... Fiquei alguns minutos ali brincando com o pau mole do meu pai na minha boca, chupando ele e tomando a aguinha que ainda saia de dentro dele, enquanto ele não parava de chupar a minha bocetinha... Depois ele me pegou e me colocou deitada do lado dele e ficou me beijando na boca longamente, e eu correspondia chupando a língua dele e sentindo a saliva dele na minha boca, era muito gostoso... Enquanto me beijava, ele pegou a minha mão e colocou sobre o pau dele e disse para eu ficar mexendo, e eu fiz como ele mandou... Notei que o pau do meu pai começou a crescer de novo, voltando a ficar duro e enorme... Agora eu ia ganhar ele na minha boceta, pensei... Mas meu pai não tinha pressa e ficava passando o dedo na minha boceta e forçando o meu cabacinho com a ponta do dedo, num movimento de vai e vem, pra dentro e pra fora, até que eu senti que a primeira falange do dedo dele já estava entrando... Ele tirou o dedo e olhou, estava sujo de sangue... Então ele veio por cima de mim, na posição papai e mamãe e disse pra eu abrir bem as pernas... Encostou a cabeça enorme do pau na entradinha da minha xaninha e começou a fazer força... Senti que ia ser penetrada quando a minha bocetinha começou a se esticar para receber o caralho do meu pai... Mas não estava fácil. Ele me colocou de quatro e veio por trás... Colocou o pau na entradinha da minha xaninha e me puxou pelos quadris com força... Senti quando o meu cabacinho se rasgou, deixando a cabeça daquele pau enorme entrar de repente... Não pude evitar um gritinho de dor, pois senti uma fisgada na boceta nessa hora. Ele deu uma paradinha, já com a cabeça do pau lá dentro, e depois começou a me puxar contra ele pelos quadris novamente, fazendo com que aquela coisa enorme fosse entrando dentro de mim lentamente, até que senti os pentelhos dele roçarem a minha bunda... Ele tinha enterrado tudo. Estávamos suados, eu e ele. Eu de tanto empurrar a minha bunda contra o pau dele e ele de tanto me puxar pelos quadris... Coloquei as duas mãos para trás para sentir o pau dele dentro da minha xaninha... Quase não pude acreditar ao sentir que aquela tora enorme estava mesmo todinha enterrada em mim... Um arrepio me transpassou o corpo e eu gozei só de sentir com as mãos o pau dele enterrado na minha pombinha... Então ele começou a mexer devagar, estava doendo um pouco, pois a minha bocetinha estava rasgada. Notei isto quando olhei as minhas mãos, que estavam vermelhas de sangue. Mas ele não queria nem saber, e começou a mexer forte, tirando e botando com força, enquanto eu aguentava a dor quieta, mas cheia de tesão... O movimento que ele fazia era muito gostoso e eu não pude deixar de gozar mais umas três vezes enquanto ele bombava aquela tora para dentro e para fora de mim... Ele demorou a gozar de novo, pois já havia gozado a pouco tempo na minha boca, e isto aumentou muito a dor que eu sentia... Mas num dado momento ele me segurou e me puxou com um pouco mais de força, senti que ele estava gozando dentro da minha bocetinha... Fiquei feliz, finalmente eu era uma mulher... Quando ele tirou o pau de dentro, vi que ele estava todo vermelho, a minha bocetinha tinha sido destruida, pensei comigo... Fiquei admirada pensando como é que uma coisa enorme daquela tinha conseguido entrar dentro de mim, mas logo entendi como quando passei a mão na minha xaninha, era só sangue... Eu estava com as pernas bambas e não conseguia me levantar... Me joguei sobre a cama, de bruços e fiquei ali quieta... Ele saiu do quarto e logo em seguida entrou a minha mãe e os meus irmãos para verem o estrago... A minha mãe passou um pano com agua quente para limpar o sangue e mandou os meus irmãos saírem... Ela disse que era bem capaz de eles quererem me comer assim mesmo, mas que ela não iria deixar enquanto eu não me recuperasse... Eu não disse nada. Ela me levou até o chuveiro onde me deu um banho e depois me levou pro meu quarto e me colocou na cama...

Desceu para a sala, meu pai estava sentado assistindo TV com os meus irmãos... Falou para eles que era para eles me pouparem nessa noite, que eu estava muito machucada, e que ela estava pronta para aliviá-los se eles estivessem com muita tesão, e eles estavam. Ela tirou o vestido ali mesmo na sala, pediu para o meu irmão mais novo deitar no sofá e sentou encima do pau dele, enterrando tudo na boceta, depois pediu pro meu irmão mais velho ir por trás dela e enterrar o pau no seu cu, e eles comeram ela ali e se aliviaram, gozando nela... Mas meia hora depois já estavam de pau duro de novo, e então ela pediu para eles se masturbarem na boca dela (ela adorava beber esperma) e eles fizeram isso, enchendo a boca da bela morena que era a mãe deles de esperma, e ela engoliu tudo... Mais um pouco e foram deitar. E não é que o meu pai ainda estava com tanta tesão que ainda comeu a minha mãe na boceta naquela noite?

Umas duas horas depois que todos foram dormir, percebi um movimento dentro do meu quarto... Era o meu irmão mais novo, Rodrigo, que veio me ver ... Ele se aproximou da minha cama e perguntou como eu estava, eu disse que estava bem. Ele perguntou se estava doendo muito e eu disse que não... "Então eu quero te comer agora..." Eu não sabia se ia doer ou não, mas confesso que me deu tesão ao pensar em levar a vara do meu irmãozinho também... "Tá bem, eu disse..." Ele, imediatamente tirou a roupa enquanto eu tirava a calcinha, e eu pude ver o pau dele duríssimo ali na minha frente, era do tamanho do pau do papai, eu acho, mas talvez fosse até maior... O meu irmãozinho era bem pentelhudo, com pentelhos pretos, e o pau dele tinha a pele bem clara com uma cabeçona vermelha meio arroxeada que pulsava de tanto tesão... Eu tive vontade de pedir pra ele por aquilo tudo na minha boca primeiro, pois já estava babando de vontade de sentir o gosto, mas acho que fiquei com vergonha e deixei apenas que ele fizesse o que quisesse comigo... Ele veio e se deitou por cima de mim, se encaixando no meio das minhas coxas... Estremeci ao sentir o pau dele encostar na minha xaninha recém arregaçada pelo meu pai... Mas eu já estava cheia de tesão novamente e queria mais, estava com a boceta toda molhadinha novamente... Senti que o meu irmãozinho tinha uma vara respeitável também, pois estava esgaçando novamente a minha bocetinha, mesmo depois de ela já ter ganhado a vara grossa do meu pai... Eu pensei que o pau do maninho iria entrar mais fácil, mas ele também era grosso e estava entrando com dificuldades no meu buraquinho... A dor voltou novamente, acho que ele reabriu as feridas, mas eu não disse nada... Fiquei quietinha, só sentindo o cheiro do sexo tomar conta do meu quarto enquanto o meu irmão me penetrava devagar com aquela coisa enorme, tirando e botando e cada vez ia entrando mais... Acho que o pau do meu irmão era até mais comprido que o do meu pai, pensei, pois ele enfiava e enfiava e nunca chegava no fim... Senti quando ele encostou no fundo da minha boceta, no meu útero, e ainda tinha um pedaço de fora, que ele tratou de enterrar de um golpe só, me fazendo sentir os pentelhos dele roçarem a minha xaninha peladinha... Gozei novamente. E ele começou a bombar tirando e botando em movimentos longos que me faziam rebolar de gozo. Que gostoso que era o meu maninho... Agora eu também era mulher dele e podia ganhar aquela vara gostosa sempre que quisesse, e eu ia querer sempre ganhar essa geba gostosa, mesmo porque era responsabilidade minha aliviar o tesão dele, segundo a minha mãe tinha me dito... Isto não ia ser nenhuma tarefa difícil com um pau gostoso desses! E o maninho continuava bombando com cada vez mais força, até encher a minha boceta com um forte jato de porra. Que delícia! Depois que ele terminou eu tomei coragem e disse: "Agora põe ele na minha boca..." E ele me atendeu na hora, me deixando chupar aquela vara deliciosa, que eu ainda chuparia inúmeras vezes durante a minha vida. Que gostoso que era o pau do meu irmãozinho! E era só meu (e da mamãe também, claro). Chupei a pica do meu maninho demoradamente, me deliciando com as gotinhas de porra que ainda saíam quando eu espremia... O pau dele ainda estava duro e acho que ele ainda daria mais uma, mas já era muito tarde... Ele me deu um carinhoso beijo na testa, vestiu a calça do pijama novamente e foi pro quarto dele, me deixando ali deitada na minha cama com a boceta cheia de porra e o gosto daquela jeba deliciosa na boca... Eu estava feliz!

No outro dia, um sábado, minha mãe entrou cedo no meu quarto para ver como eu estava... Eu disse que estava bem, mas que ainda estava doendo um pouco. Ela pediu para ver, tirou a coberta de cima de mim e viu que eu estava sem calcinha... Abriu as minhas pernas e viu que a minha bocetinha havia sangrado de novo, pois o lençol estava sujo de sangue. Eu disse pra ela que o Rodrigo tinha vindo de madrugada no meu quarto e me comeu... Ela ficou furiosa com ele... "Mas esse menino não sabe esperar, parece bicho! Não se controla..." Mas agora, filhinha, quando alguém vier te comer tu diz que a mamãe disse que tu está doente e que é para ele ir procurar a mamãe... Tem eu também encasa, eles não precisam ficar só te pegando... E me levou no banheiro, me deu outro banho e passou pomada cicatrizante na minha bocetinha, que já estava que era um buraco só, toda arregaçada... Ela perguntou se eu tinha gostado da experiência de transar e eu disse que tinha adorado tudo... Ela pareceu ficar mais aliviada. Disse que iria me dar pílulas anticoncepcionais e iria me ensinar a tomá-las também... Depois eu fui para a sala e ela foi para a cozinha para preparar o almoço... Meus irmãos e o meu pai estavam lá vendo TV. A minha mãe avisou eles que era pra eles darem um tempo comigo até eu me recuperar... Notei que eles três me olhavam gulosos de vez enquanto, mas não fizeram nada. Acho que estavam um pouco com pena de mim pela dor quer imaginavam que eu estava sentindo, mas, por outro lado, não viam a hora de me pegarem, principalmente o meu irmão mais velho, Mauro, que ainda não tinha me provado... Ele devia estar mesmo ansioso para enterrar aquela pica enorme em mim, mas por hora tinha que se conter...

Enquanto isto eu, com um vestidinho curto ficava ali espalhada no sofá como quem não quer nada, mas toda provocante... Eu não tinha pressa, pois sabia que de agora em diante esses três eram meus (e da mamãe também) e que se tinha uma coisa que eu não ia sentir falta naquela casa era de pau... Naquela tarde, depois do almoço, notei que a mamãe volta e meia desaparecia com um deles e depois voltava meio descabelada... Agora eu já sabia o que tinha acontecido... Antes da minha iniciação eu havia visto esta cena muitas vezes mas nem imaginava do que se tratava. Notei que ela ia primeiro com um, depois voltava, ficava uns 10 minutos e logo saia com outro, ficava meia hora e logo voltava novamente. Pelas minhas contas, ela foi pro quarto umas seis vezes, transando duas vezes com cada um deles. Mas eles nunca estavam satisfeitos e então ela falou que iria fazer uma transa conjunta ali mesmo na sala, e pela primeira vez eu vi a minha mãe levar três paus ao mesmo tempo. Primeiro o meu pai deitou-se no sofá e ela sentou encima do pau dele, enterrando tudo na boceta, depois o meu irmão mais velho foi por trás dela e enterrou tudo no cu dela. O Rodrigo ficou de pé na frente dela e ela abocanhou o pau dele, masturbando-o com a mão enquanto os outros dois socavam os caralhos nela... Fiquei impressionada ao ver a minha mamãe ali daquele jeito, com aquela boceta cabeluda sendo fodida por um grosso caralho enquanto outro caralho enorme entrava e saía do cu dela... Confesso que fiquei com tesão ao ver a minha mãe sendo fodida assim. Gozaram quase ao mesmo tempo e ela engoliu toda a porra do Rodrigo... Quando terminaram, ela olhou pra mim e disse: "Amanhã é tu, filha... Te prepara..." Então eu olhei para aqueles caralhos enormes e falei: "Mas no cu, mãe?!!!" Eu já tinha visto o estrago que uma jeba daquela pode fazer numa boceta, imagina num cu... E ela disse "É mesmo... Olha aí, rapazes, nada de machucar o cuzinho da Débora. Vamos dar um tempo com o cuzinho dela, por enquanto não." E eles concordaram.

No dia seguinte a noite estávamos todos na sala vendo TV e a minha mãe me perguntou como eu estava, se ainda estava doendo... E eu disse que não, que a dor já tinha passado.

Esta era a notícia que eles estavam esperando. Naquela noite, ali mesmo na sala, eu transei duas vezes com cada um deles e nunca vi tanta porra na minha vida... O primeiro que me pegou foi o meu pai, que encheu a minha boceta de porra, depois veio o Mauro, cheio de tesão me pegar pela primeira vez com um enorme caralho duríssimo, e também gozou na minha boceta... Eles faziam fila e eu só esperava de pernas abertas, depois foi o Rodrigo, que também me encheu de porra na boceta, depois veio o meu pai de novo, depois o Mauro e novamente o Rodrigo. Era tanta porra que escorria pra fora da minha xana, num fio branco e fazia uma poça no sofá... Quando eles deram uma parada, depois de terem me pegado duas vezes cada um, foi a vez da minha mãe, que não resistiu ver eu ali de pernas abertas e com a boceta vermelha e transbordando de porra... Ela veio, aninhou a cara no meio das minhas pernas e começou a chupar toda a porra da minha boceta, eu notei que ela queria mais e comecei a espremer a porra pra fora enquanto ela pegava tudo com a língua... Ela adorava mesmo comer porra.

Mauro, ao ver aquilo, não se conteve, veio por trás da minha mãe, levantou o vestido dela, baixou a calcinha e enterrou o pau dele inteirinho no cu da nossa mãe, que rebolava de tesão na vara dele enquanto continuava chupando a minha xana... Depois que o Mauro gozou no cu dela, veio o Rodrigo e fez a mesma coisa, meu pai não, já estava satisfeito, eu acho, pois não quis mais. Com cada um dos dois filhos eu percebi que mamãe deu uma gozada... Deixaram a minha mãe com o cu cheio de porra também... Acho que, finalmente estavam satisfeitos. Percebi que não seria uma tarefa fácil para eu e a minha mãe mantermos aqueles três garanhões saciados dentro de casa... Depois deste dia eu me acostumei a transar toda hora, eu até já andava sem calcinha dentro de casa, só de vestido, pois já tinha cansado de baixar a calcinha toda hora... A minha mãe também começou a andar sem calcinha, pronta pra eles na hora que eles quisessem... E eles nos pegavam direto, a minha mãe levava na boceta e no cu e eu só na boceta, por isso a minha boceta vivia inchada e meio esfolada, pois os paus deles eram grossos demais e eu não tinha muito tempo para me recuperar entre uma transa e outra... Mesmo assim a minha mãe dizia que estava mais aliviada, pois eles estavam procurando ela um pouco menos... Claro, agora tinha eu, e eles estavam me comendo o dobro do que comiam ela, me deixando com a pomba em carne viva e ardendo direto, mas eu gostava daquilo, pois gozava todas as vezes, e isto para mim era o paraíso... Eu também não via a hora de começar a dar o cu e fazer como a minha mãe, que ganhava na frente e atrás...

Eu também gostava de ganhar porra na boca, e por isso muitas vezes eu pedia para eles gozarem na minha boca, e engolia tudo... O gosto da porra era uma novidade na minha vida e eu logo me acostumei com essa novidade, e até passei a gostar. Tinha dias que eu passava o dia inteiro tomando a porra deles e nesses dias eu quase não comia nada, pois só o esperma já me enchia...

Eu e os meus irmãos estudávamos na parte da manhã e a tarde normalmente ficávamos encasa transando direto... Muitas vezes eles me pegavam de manhã cedo e então eu ia para a escola com a boceta e o estômago cheios de porra. Eu estudava na sexta série num colégio próximo da minha casa e eles não resistiam me ver com o uniforme da escola e então me comiam assim, antes de eu sair e também depois, quando eu chegava encasa... Quem me via na escola, uma menininha tão pequena e com carinha de anjo no meio de outras menininhas, não poderia imaginar que eu já tinha uma vida sexual tão intensa encasa e que a minha boceta já estava toda arregaçada de tanto levar os grossos caralhos dos meus irmãos e do meu pai. Quem me via ali na escola não poderia nunca imaginar que ainda naquele dia eu levaria pau de três homens diferentes e talvez mais de uma vez de cada um... Mas eu adorava essa vida, e acho que não saberia mais voltar a viver da forma antiga, sem levar vara toda hora... Era comum nós cinco ficarmos na sala vendo TV a noite e transando... Eu ia de colo em colo, sentando nas varas deles e mexendo até eles gozarem... Era uma delícia!

Um dia o meu pai disse que nós iriamos na casa do nosso tio Celso, irmão dele, pois eles tinham concordado em fazer uma integração sexual entre as duas famílias... Adorei a ideia, pois lá tinha a Cristina, que era uma moça linda e a minha tia, que era outra gata e elas certamente nos ajudariam a satisfazer as taras dos meus irmãos e do meu pai... Em compensação tinha o meu tio Celso também, que nós teríamos que satisfazer, mas isto seria moleza... O tio tinha também um filho casado que nós não sabíamos se iria ou não participar com a mulher dele, que todos diziam que era uma morena muito bonita...

Chegamos lá e eles já estavam nos esperando, todos muito bonitos e simpáticos... Meu irmão Mauro já foi se chegando na Cristina que era mesmo uma mulher muito linda... O meu tio me puxou pra perto dele e assim todos foram se juntando... Nossa tia Erica serviu uns salgadinhos e umas bebidinhas (eu tomei refri) quando a campainha tocou e entraram o meu primo Thiago e a esposa dele, Adriana. Eles resolveram participar também... Notei que o meu pai ficou encantado com a mulher do meu primo e o meu primo logo se chegou na minha mãe... Meu irmão menor, Rodrigo, se achegou na minha tia...

Assim, poucos minutos depois a suruba estava começando. Meu tio me pôs no colo dele e começou a me bulinar, passando a mão pelo meu corpinho todo e se detendo na minha xaninha, onde ele enfiou dois dedos. Eu abri as pernas para ele poder enfiar aqueles dedões dentro de mim com mais facilidade... Os dedos do meu tio eram grossos e ásperos e me deixavam com a boceta toda molhada... Eu fechava os olhos e gemia baixinho de prazer... Todos começaram a transar e eu sentei no colo do meu tio sem calcinha, enterrando a grossa vara dele inteirinha dentro da minha bocetinha. Entrou tudo numa estocada só, sem problemas, claro, pois se tinha uma coisa que eu já estava acostumada era a levar jeba na franga... Meu tio também não ficou admirado como uma menina tão pequena como eu já conseguia agasalhar uma vara grossa como a dele sem nem soltar um suspiro sequer, pois ele já havia feito isto antes com as duas filhas dele quando eram ainda novinhas, que desde cedo já tiveram que se acostumar a levar pau grosso na boceta (veja "a honra da nossa casa"), assim como eu. E mais, o velho titio Celso ainda comeria as netas futuramente, sendo que a filha da Helena, Isabela, seria desvirginada por ele, que arregaçaria a bocetinha da menina aos 14 anos (veja "a honra da nossa casa - II"), assim como fez com as duas filhas e como o meu pai fez comigo... O velho titio Celso era especializado em arregaçar cabacinhos, e agora estava ali, comigo no colo provando as delícias da sobrinha novinha (eu) e mais uma vez encheria de porra uma bocetinha nova... Mas ele queria mais, gostava de comer cu, e eu ainda era virgem no cuzinho... E ele me cheirava e lambia o meu pescoço, as minhas orelhas e me beijava na boca como quem quisesse me comer com a boca também, tamanha era a tesão dele em poder usufruir do corpinho da pequena sobrinha, ali totalmente entregue a ele, como eu estava, cheia de tesão também... Comecei a descer e subir no colo dele enquanto nós nos beijávamos na boca... Não vou negar que estava adorando a vara do titio, que vara gostosa! Meu titio era um homem já meio velho, tinha uns 50 anos ou mais, mas tinha um pau muito gostoso que a minha bocetinha engolia com prazer a cada sentada que eu dava, e não demorou a me encher com uma quantidade enorme de porra quente que me fez gozar mais uma vez... Foi só ele me largar e o meu primo Thiago, que tinha acabado de comer a bunda da minha mãe já estava enterrando o pau na minha xana... Ele não tinha um pau muito grande, mas era gostoso também, e gozou logo... Em seguida veio o meu tio novamente, depois de comer o cu da nora, Adriana, que tinha acabado de ser arrombado pelo meu pai. O titio me colocou de quatro, encostou o pau na entrada do meu cuzinho e começou a fazer força para me penetrar por trás... Eu nunca tinha levado vara no cu, mas como eu estava suada e o meu cu estava lubrificado, o pau dele começou a entrar, eu senti o meu cu se arregaçar e não aguentei a dor, parecia que eu ia ser partida em duas e ele não parava puxar a minha bunda com força contra aquela pica enorme e dura, senti um arrepio de pavor, a coisa era séria, fiquei desesperada e tentei gritar mas não deu tempo... Desmaiei. Quando eu acordei, ele já tinha arregaçado o meu cuzinho e até tinha gozado lá dentro. O meu cuzinho virgem estava destruído. A Cristina veio ver o estrago, abriu o meu cu para olhar e disse que não tinha rasgado, estava só arregaçado... Mas a dor que eu sentia era como se o meu cu tivesse sido cortado fora com uma faca e tivesse ficado só uma ferida no lugar. Eu quase não conseguia andar... Logo fomos embora para a minha mãe passar pomada cicatrizante... Mas dois dias depois eu já estava recuperada e os meus irmãos e o meu pai começaram a me enrabar direto encasa... Eles não me davam folga e queriam toda hora... O meu cu voltou a ficar inchado e vermelho e eu tive que dar um tempo para passar pomada de novo para cicatrizar, mas passados dois dias eles já começavam novamente e o meu cu voltava a inchar... Assim foi durante um mês, que eu fiquei com o cu doendo direto, de tanto levar aqueles caralhos grossos várias vezes por dia no no cu. Acho que ninguém deu tanto a bunda como eu dei naqueles dias. Eles não tinham pena de mim e parece que a minha dor dava ainda mais tesão neles, que me enrabavam até quatro vezes por dia, cada um deles... Tinha dia em que eu era enrabada 12 vezes! O meu cuzinho já era uma cratera e dava pra enfiar uma mão fechada lá dentro... E eu tinha só acabado de completar 12 anos, tinha acabado de perder a inocência, ainda quase nem tinha pentelhos na pomba e já era uma mulher completa para o meu pai e pros meus irmãos, eu acho que nem uma prostituta tinha que dar tantas vezes por dia como eu e a minha mãe dávamos encasa...

Depois daquele dia, nós fomos várias vezes ainda na casa do meu tio fazer suruba em família e muitas vezes a Helena participou... Ela era linda mesmo, e tinha um corpo magnífico, apesar de já ter tido um filho...

Meu pai resolveu alugar uma casa próxima da casa do meu tio para uma maior integração das nossas famílias e então a Cristina e a Adriana costumavam ir à nossa casa para dar pros meus irmãos e pro meu pai, ou então eram eles que iam nas casas delas para comerem elas... Assim eles começaram a deixar eu e a mamãe um pouco mais folgadas... Eu e a minha mãe passamos a transar só umas três ou quatro vezes por dia, e isto era já um alívio para quem transava em média 7 ou 8 vezes num mesmo dia, como era o meu caso... A mamãe transava um pouco menos, talvez umas quatro ou cinco vezes...

Quando a Cristina e a Adriana vinham à nossa casa elas transavam umas quatro vezes cada uma e saiam de com os cus, bocetas e estômago cheios de esperma, elas adoravam isto. Às vezes Helena vinha junto e nesses dias eles praticamente esqueciam de mim e da minha mãe e só davam atenção para elas... De vez enquanto era o meu tio é que vinha aqui para pegar eu ou a minha mãe (normalmente ele queria eu)... Ele adorava me pedir para sentar com o cu enterrado no caralho dele no sofá da sala... Eu gostava da vara do titio e quando ele aparecia lá encasa o meu cuzinho até piscava de tesão, pois já sabia que ia levar vara...

Para facilitar a vida de todos, todos nós recebemos cópias das chaves das casas uns dos outros. Assim eu tinha uma cópia da chave da casa do meu primo Thiago, outra do Titio e outra da casa da Helena, e assim também os outros receberam suas cópias... Na casa da Helena só era pra ir quando o marido dela não tivesse encasa (ele viajava muito), pois ele ainda não havia sido iniciado... A iniciação do marido era um desejo antigo de Helena, mas ela ainda não sabia como fazer isto...

Com as chaves, podíamos entrar a noite na casa que quem quiséssemos para fazer sexo na hora que quiséssemos... Esta foi uma ideia do titio.

E não demorou para eu ser acordada no meio da noite com o pau do titio na minha cara, duro e querendo ser chupado. Claro que eu chupei e dei gostoso pra ele, pois era assim que tinha quer ser sempre.

Normalmente quem andava pela rua de noite indo nas casas dos outros transar eram os homens. Eu é que não ia sair de casa de madrugada para ir transar com ninguém, imagine se eu fosse estuprada na rua! Quem me quisesse de madrugada tinha que vir no meu quarto. E o titio não perdia tempo, assim como o primo Thiago... Enquanto o Thiago estava me comendo na minha cama alguém devia estar enrabando a mulher dele na cama dele também... Às vezes acontecia de ele estar encasa dormindo com a mulher, Adriana, e então o meu pai aparecer por lá e comer aquela gostosa na cama dela, ao lado do marido... Às vezes, quando isto acontecia, eles até faziam dupla penetração nela, no cu e na boceta ao mesmo tempo.

Era comum os meus irmãos irem de madrugada na casa da Cristina e fazerem dupla penetração nela, que sempre os recebia muito bem e com muito tesão e transava várias vezes com eles até eles ficarem satisfeitos...

Quando o marido de Helena viajava, meu pai ia lá comer ela, e ela adorava levar a vara dele no cu. Muitas vezes iam o meu pai e o pai dela lá na casa dela e faziam dupla penetração nela, que gozava como louca com aquelas varas grossas enterradas nela ao mesmo tempo, uma na boceta outra na bunda.

Mas apesar de todo esse movimento noturno, o movimento sexual maior era mesmo durante o dia mesmo. Meus irmãos continuavam me pegando de manhã, antes de eu ir para a escola, e depois quando eu voltava também.

O titio adorava ir lá encasa quando eu chegava da aula para me comer vestida com o uniforme da escola. Ele era um tarado e gostava de me ver chupando o pau dele vestida de aluninha, para depois enterrar aquilo tudo na minha bundinha. Eu sentava na pica dele com o vestido do uniforme, e dava um trato de cu no pau dele enquanto nos beijávamos longamente de língua, comigo subindo e descendo na vara dele, engolindo aquela jeba enorme com o meu cuzinho até gozarmos... Ele adorava aquilo, e eu também. Às vezes eu fazia assim com o meu pai também... Era um trato especial que deixava os velhos loucos de tesão. Tinha dias que eu chegava da escola e lá estavam eles esperando por mim com os paus duríssimos... Eles até tiravam no par ou ímpar para ver quem me ganharia primeiro... Eu tirava a calcinha e sentava de vestido no colo do ganhador, enterrando a jeba enorme dele no cu e ficava subindo e descendo, toda lindinha e cheirosinha, e beijando-o de língua na boca... Imagine esta cena... Eles chegavam a revirar os olhos de tanto tesão ao sentirem os paus grossos sendo engolidos pelo cuzinho de uma menininha toda gostosinha como eu, e eu mexia gostoso até sentir os jatos de porra dentro de mim... Com o segundo que me pegava eu fazia a mesma coisa, mas, normalmente, na boceta...

Às vezes eu chegava da escola e a mamãe já estava dando um trato nos dois tarados, fazendo dupla penetração com eles e então quem me pegava eram os meus irmãos... Mas uma coisa era certa, eu tinha grandes probabilidades de ganhar vara todo dia encasa quando chegava da escola e já estava acostumada com isto... E se eu chegava e não tinha ninguém pra me pegar, eu ia atrás de alguém, normalmente ia lá no titio, que, se estivesse encasa, com certeza me pegaria, se já não estivesse pegando alguém... Um dia eu cheguei lá e ele estava comendo a Cristina. Esperei eles terminarem e notei que o titio não iria dar mais nada, pois o pinto dele amoleceu e não levantou mais, então a Cristina me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, onde me deu uma grande chupada na boceta, me fazendo gozar como louca sentindo a língua daquela deusa no meu grelinho. Depois ela abriu as pernas e me pediu para chupá-la... Eu, até então, nunca tinha chupado uma boceta. Já havia sido chupada pela minha mãe, mas ela nunca tinha me pedido para chupá-la e eu não tinha nem tempo para isto, pois vivia levando vara direto dos machos da casa... Mas agora eu tinha aquela moça linda ali na minha frente, com um corpo lindo e toda cheirosa, de pernas abertas me pedindo para chupá-la... Aproximei a cara da boceta da minha prima, era uma boceta com pentelhos loiros e dava pra ver bem o valo no meio e os lábios vermelhos entreabertos, pedindo pela minha língua... Eu via também o buraco do cu dela, ainda meio aberto e arregaçado por causa do pau enorme que tinha acabado de ganhar do pai dela. O cu dela estava cheio de porra, lembrei, e lembrei também que ela havia sido iniciada ainda mais nova do que eu, com 11 anos e que, assim como eu, perdeu a inocência muito cedo e foi arregaçada pelo pai dela, se transformando de menina inocente em mulher do dia pra noite pro dia, e passando... Me aproximei mais daquela boceta gostosa, sentindo o cheiro da minha priminha, que me enchia de tesão, e passei a língua no valo da xana dele, arrancando um grande suspiro dela, depois comecei a chupá-la com força, enfiando a minha linguinha lá dentro, chupando o grelinho dela e me entupindo com aquele cheiro gostoso... Ela não demorou a gozar e eu pude sentir na minha boca os jatos de água do gozo da minha prima, que jorravam direto na minha boca e eu bebia tudo com gosto... Fiquei admirada com a quantidade de água que saiu da boceta dela na hora do gozo... Como era gostosa essa minha priminha! Eu comecei a morder a virilha dela, e as coxas, louca de tesão. Pedi pra ela me chupar de novo e mais uma vez gozei na boca deliciosa daquela gata que sabia como ninguém como chupar uma boceta... Eu acho que ainda tinha muitas coisas para aprender com a minha priminha... Depois ela veio e me deu um longo beijo de língua, que eu correspondi ainda ofegante pela experiência nova... Adorei chupar a boceta da minha prima, e desse dia em diante nós duas passaríamos a nos procurar de vez enquanto para maravilhosas sessões de sexo entre primas. Algumas vezes Helena e a titia também participavam, e então o quarto era tomado por um cheiro delicioso de bocetas e de gozo...

A menstruação de Adriana, esposa de Thiago, meu primo, atrasou, ela fez o teste e descobriu que estava grávida... Mas o problema é que qualquer um dos homens da família podia ser o pai, ninguém tinha certeza de nada, já que todos transavam com ela com frequência, assim como transavam com todas nós... O jeito foi recolher material de todos os homens da família e fazer exames de dna para verificar quem era o pai e o resultado indicou que o pai do filho de Adriana era o meu pai... Para manter as aparências perante as pessoas de fora, entretanto, Thiago dizia que ele era o pai, e tudo ficou bem...

Adriana continuava transando com todos mesmo grávida, e a vida seguiu normalmente para todos nós. Passado mais algumas semanas, minha mãe engravidou e o exame de dna indicou que o pai da criança era o meu primo Thiago, mas para todos os efeitos, meu pai dizia que o filho era dele e tudo continuou normal...

Era interessante ver as duas grávidas com aqueles barrigões durante as surubas que nós fazíamos, todos queriam fazer alguma coisa com elas e elas acabavam levando pau um pouco mais que o normal... Meu pai adorava pegar elas grávidas e enrabá-las sem pena, fazendo-as urrarem de tesão no cu... Ele e o meu titio também gostavam de fazer dupla penetração nelas, no cu e na boceta ao mesmo tempo, e vê-las gozarem várias vezes com aqueles barrigões, enquanto eram enchidas de porra em todos os buracos...

Passados nove meses, Adriana teve uma menina, Carla, e logo em seguida a minha mãe teve gêmeos, um menino, Pedro e uma menina, Andressa, lembrando que a minha prima Helena também tinha uma menina, Isabela, que estava com pouco mais de um ano de idade. Com a chegada das crianças, as nossas rotinas mudaram um pouco, e mais ainda a medida que elas foram crescendo, pois não podíamos deixar que elas soubessem o que se passava dentro das nossas casas e entre as nossas famílias antes do tempo, pois no devido tempo essas crianças também deveriam ser iniciadas e passariam a fazer parte da rotina sexual das nossas famílias... Mas por enquanto, tínhamos que ser discretos... A medida que as crianças cresciam, nós já não podíamos transar tão abertamente na sala, como costumávamos fazer... As investidas noturnas tornaram-se cada vez mais frequentes, e era comum meus irmãos irem ao meu quarto no meio da noite para transarem comigo. Às vezes iam os dois e faziam dupla penetração comigo de madrugada... Tinha noites que o meu pai ia junto, e os três me pegavam juntos, na boca, no cu e na boceta ao mesmo tempo... E depois que gozavam ainda se revezavam e me pegavam de novo, me deixando toda lambuzada de porra... Aí eu tinha que tomar um banho de madrugada para continuar dormindo... A minha mãe, que tinha que cuidar das crianças durante o dia, também era abordada depois que as crianças dormiam, e era enchida de porra pelos três, mas eles evitavam de pegar ela de madrugada, já que ela precisava estar inteira no dia seguinte para cuidar das crianças, então quando o tesão batia tarde da noite, era em mim que eles vinham descarregar... Mas às vezes eles saiam e iam às outras casas dos nossos parentes e iam pegar a minha tia ou a Cristina, a Adriana ou a Helena, quando o marido dela viajava. Tinha dias que o titio aparecia querendo se aliviar também comigo ou com a minha mãe, e às vezes pegava nós duas ao mesmo tempo, chupando uma enquanto fodia a outra e depois invertia... Era uma delícia ouvir a mamãe gozar enquanto eu também era fodida ou chupada pelo mesmo homem, eu me sentia mais mulher também, uma mulher completa assim como a minha mãe era...

A Carlinha, filha de Adriana e Andressa, minha irmã por parte de mãe, estavam então com 11 anos, lindas e sexys, e já provocavam o tesão de todos, até eu tinha vontade de chupar aquelas bocetinhas...

Meu tio vivia tarando as pernas das meninas, principalmente de Isabela, que já era mais velha e tinha um jeitinho todo sexy de ser e, sem saber, na sua inocência, despertava fortes desejos no titio, que, como não podia fazer sexo com ela, vinha me pegar, pois eu era a mulher da família mais nova que podia ser usada para aplacar as taras e desejos do titio. As meninas, na sua inocência nem imaginavam a vida sexual intensa que teriam em breve e a quantidade de caralhos que teriam que agasalhar num mesmo dia nos cus e bocetas, que em breve estariam arregaçados... Em breve elas se acostumariam com o gosto do esperma e ficariam ávidas por receber gozadas na boca e engolir tudo, seriam acordadas no meio da noite por homens bêbados (algumas vezes eles vinham bêbados para nos comerem) de pau duro querendo comer o cu delas, e elas dariam sempre, sem nunca questionarem nada... Em breve essas menininhas se tornariam objetos sexuais e seriam usadas de todas as formas pelos homens da família para satisfazerem as suas taras mais obscenas, mas por enquanto eram só menininhas inocentes, que não sabiam de nada... Eu notava que quando as meninas estavam por perto, e o titio logo vinha me pegar com aquele caralho enorme e duríssimo, e me comia como um leão, cheio de desejo... Em breve ele estaria arregaçando as meninas com aquela jeba enorme. Ele foi o primeiro a sugerir que a iniciação das crianças fosse adiantada, e recebeu o apoio de todos... Então a iniciação foi marcada para dali a um oito meses, pois decidimos esperar a Carlinha, a Andressa e o Pedrinho completarem 12 anos. Enquanto isto, as mães teriam a responsabilidade de preparar as crianças, informando-as sobre tudo e verificando se elas queriam mesmo serem iniciadas... Meu tio estava eufórico, pois não via a hora de arregaçar aquelas bocetinhas, mas enquanto isto era para mim que ele vinha cheio de tesão. Eu estava com 22 anos e era uma moça bonita, cheia de charme, cheirosa e gostosa, e sabia deixar o titio louco de tesão... Acho que nesse tempo era comigo que ele se aliviava mais, mas ele também comia as outras mulheres da família, pois se ele não as procurava, elas vinham até ele e ele tinha que comê-las também sempre que elas quisessem... E se já estivesse de pau mole, então ele as chupava até gozarem... Minha mãe adorava ser chupada pelo titio, ela ficava louca de tesão com aquela linguona dele dentro da boceta.

Finalmente chegou o dia da iniciação. Essa iniciação foi relatada em detalhes por Cristina em "a honra da nossa casa - II", quando Isabela teve a bocetinha e o cuzinho desvirginados pelo Thiago e logo em seguida foi arregaçada na frente e atrás pelo meu pai, Carlinha teve a bocetinha arregaçada pelo meu tio (não sei quem foi o primeiro a arregaçar o cuzinho dela, mas sei que poucos dias depois ela já estava levando vara na bunda também, como todas as meninas... Carlinha logo desenvolveu um talento especial, quando sentava num pau, mexia de um jeito que arrancava porra rapidinho, e fazia isto com o pau na boceta ou no cu... Eu até tentei imitá-la, mas não deu certo, ela era talentosa mesmo.). Na iniciação, Andressa teve a boceta e o cu arregaçados pelo meu irmão Mauro e, finalmente, Pedrinho teve um show de cu e boceta com a Cristina, mostrando uma virilidade que deixou a moça impressionada...

Depois desse dia, a nossa vidinha mudou para sempre, pois tínhamos quatro novos membros na nossa pequena comunidade sexual, ávidos por fazerem sexo toda hora, pois estavam com os hormônios à flor da pele, e queriam se satisfazer toda hora com todos...

Uns três dias depois de serem iniciadas, as meninas tiveram uma aula de chupação de boceta na casa de Helena, com Cristina, Helena e Adriana, e passaram a satisfazerem os desejos das mulheres também, com as suas linguinhas ávidas de desejo... Era uma delícia abrir as pernas e ter uma gatinha daquela pronta para cair de boca, cheia de tesão na língua, que nos chupava até gozarmos. Era uma delícia também chupar aquelas bocetinhas gostosinhas e arrancar gemidos daquelas gatinhas... Eu e a Andressa dormíamos no mesmo quarto, e toda noite nos pegávamos numa sessão de chupação deliciosa... A menina ainda quase não tinha pentelhos na pomba e adorava enfiar a cara na minha boceta cabeluda e me fazer gemer de tesão... Eu adorava também ser chupada pela Isabela e pela Carlinha. Isabela era muito linda e logo tornou-se alvo das taras do meu tio, que adorava comer o cuzinho da menina. Eu acho que ele comia o cu dela todo dia... Meu pai também adorava comer a Isabelinha, ela era mesmo uma delícia de menina, linda, simpática e gostosa... Tinha puxado a mãe dela, Helena, que sempre foi uma mulher lindíssima e cheia de tesão. Meus irmãos estavam no céu pois agora havia mulheres o bastante para satisfazerem os intermináveis desejos deles. Os tempos em que eu e a minha mãe tínhamos que nos virar do avesso para satisfazê-los encasa já tinham passado, agora nós normalmente só transávamos quando tínhamos mesmo vontade, ou seja, umas duas ou três vezes por dia apenas... Voltando a falar da Isabela, ela inventou uma moda nova, o chuveiro de porra. Era assim, quando tinham muitos homens querendo comer ela, ela se deitava no chão e deixava que eles se masturbassem e gozassem na cara dela, e ela ainda abria a boca para receber algumas gotas de porra na língua... Eu mesma vi até cinco homens se masturbando encima dela, só de festa, e ela ficava com a cara toda babada, parecia um pudim, era incrível...

Um dia estávamos eu e a Carlinha dormindo, eram umas duas horas da madrugada, quando meu tio Celso entrou no nosso quarto. Eu lodo acordei e notei que ele estava meio bêbado. Pensei que ele tinha vindo me comer, como costumava fazer antes da iniciação das meninas, mas naquela noite ele foi direto para a cama da Carlinha, que dormia como um anjinho... A pequena tinha apenas 12 aninhos e não se acordou com a chegada do titio, mas eu fiquei observando quando ele tirou o pau para fora e começou a esfregar na cara da menina, que continuava dormindo. Então ele tirou a coberta de cima dela, tirou a calcinha dela, abriu as perninhas da menina e começou a chupar a sua bocetinha... E a garotinha não acordava... Eu assistia a tudo com muita tesão. Ele, então, deitou-se por cima dela e começou a penetrá-la com aquela jeba enorme na boceta, e foi enterrando tudo, até o fim... Quando ele começou a mexer, tirando e botando, ela se acordou e, sem querer, soltou um grito alto de susto que acordou todos encasa. Meu tio apenas continuou comendo ela enquanto meu pai, minha mãe e meus irmãos chegavam para ver o que tinha acontecido... Eles ficaram parados olhando e então eu disse que ela tinha sido pega pelo titio ainda dormindo e que tinha levado um susto quando se acordou e viu ele ali encima dela. Todos entenderam e voltaram pros seus quartos, e o titio continuou a comer a bocetinha da menina tranquilamente, depois ainda virou ela de bruços e enterrou o pau na bocetinha dela nessa posição, socando forte o pau contra a bundinha da menina, que apenas empinava a bunda pra ele e gemia baixinho a cada estocada que levava daquela jeba enorme... Depois ele tirou o pau da boceta dela e enterrou tudo no cu, de uma vez só, fazendo a menina soltar um suspiro ao ser estufada no cu pela grosso caralho do titio, estando ainda meio com sono, eu imaginava, e ele começou a socar novamente, cada vez com mais força, tirando e voltando a enterrar o pau inteirinho dentro do cu dela, socando com força, até gozar e encher o cuzinho dela de porra. Saiu de cima dela com o pau todo melado e pediu para eu chupá-lo, o que eu fiz com prazer. Meu titio tinha vindo bêbado de madrugada abusar da sobrinha, e ainda queria mais... Acho que se ele não estivesse tão bêbado eu tinha ganhado vara também. Depois ele voltou pra casa dele e nós duas voltamos a dormir... Este tipo de situação parece bem estranha, mas era comum coisas assim acontecerem, pois nós não éramos perfeitos e se o meu tio veio bêbado e até um pouco violento, isto não era motivo para negarmos nada pra ele... Da mesma forma, muitas vezes quando íamos chupar um pau e percebíamos que ele não estava muito limpo, também não dizíamos nada e chupávamos mesmo assim ... Quantas vezes na minha vida eu já havia chupado o pau do meu pai mesmo vendo que ele estava sujo e até com um pouco de sebinho? Mas até disto nós aprendíamos a gostar, assim como eles também caiam de boca nas nossas bocetas independente do cheiro que tivessem... É claro que todos tomávamos banho todos os dias, e às vezes até várias vezes por dia, mas lá uma vez ou outra acontecia de não estarmos exatamente limpos e isto nunca foi impedimento para praticarmos sexo completo, do jeito que sempre costumávamos fazer. No dia que o titio foi ao nosso quarto comer a Andressa, parecia que ele não tinha tomado banho há uns dois dias, mas mesmo assim eu cai de boca no pau dele e deixei-o limpinho depois de ele ter comido a bunda da minha irmãzinha... Eu sei que se eu quisesse, ele chuparia a minha boceta também, mas eu queria mesmo era dormir.

Coisas incríveis estavam acontecendo... O marido de Helena, que passou a vida toda sem saber do tipo de relação que ela tinha com a família, acabou aderindo ao novo sistema de vida depois de saber que a sua filhinha, Isabela, também já havia sido iniciada... Não sei direito como aconteceu, mas sei que foi um trabalho da Cristina e da Adriana que trouxeram o Carlos, marido de Helena, para o nosso meio... Fiquei sabendo depois que primeiro foi a Cristina quem fez amor com ele e a segunda a pegar ele sabe quem foi? Foi a própria filhinha dele, a Isabela, de 14 anos, que se aproveitou de um momento de fragilidade dele enquanto chorava nos braços de Helena, e sentou encima da vara do pai que estava deitado na cama, ganhando uma gozada na boceta... Depois foi a Adriana, que foi a primeira a ganhar a jeba enorme dele (a maior que eu já vi na minha vida) inteirinha no cu... O Carlos tinha um caralho realmente grosso. Era mesmo muito mais grosso do que os paus de qualquer dos homens da nossa família. Nem na internet eu vi um pau tão grosso quanto o dele! O comprimento estava dentro da média dos paus dos demais machos da família, de 18 a 20 centímetros, mas era muito mais grosso... Tanto que a Adriana, mulher do Thiago, que primeiro foi arrombada no cu pelo meu pai e depois já havia levado todos os paus da família no cu várias vezes, ficou contente que não cabia em si, se sentindo uma heroína só por ter conseguido engolir a vara do Roberto no rabo... Isto deixou a nós todas muito curiosas... A minha tia, que tinha fama de ter o cu mais largo da família, não se aguentou e foi conferir aproveitando uma hora em que o Genro se deitou para descansar depois do almoço. Tirou o pau dele pra fora e sentou encima... Aí foi ele quem se admirou ao ver que a titia conseguia engolir a jeba dele todinha de uma estocada só... Era incrível! Agasalhar o caralho do Roberto no cu passaria a ser um desafio para todas nós, inclusive para as meninas mais novinhas, que haviam acabado de aprender a dar o cu e já estavam cobiçando a vara enorme do Roberto, inclusive a Isabelinha, filha dele, não via a hora de ser enrabada pelo pai... Na boceta ele já tinha ganhado, mas a menina era gulosa e queria ganhar tudo no cu mesmo. Por falar na Isabela, ela achou legal quando soube que eu estava escrevendo este conto. Ela leu os contos de Helena e Cristina e disse que logo vai escrever um também, contando a história da vida sexual dela dentro da nossa família... Acho que vai ser bem interessante, pois ela se destaca das outras pela extrema beleza (apesar de as outras também serem muito bonitas) e também pela safadeza... Ela adora satisfazer as taras dos velhos da família e deixá-los loucos de tesão... Isabela não tem limites e faz de tudo com um homem ou com uma mulher, a menina é fogo, e só tem 14 aninhos! Não que nós outras tenhamos algum limite, mas Isabela tem um fogo a mais, ela provoca o tesão nos outros para depois aliviar. Ela adora deixar os homens de pau bem duro para depois dar a bundinha pra eles e aliviá-los, é uma gatinha deliciosa, linda, uma simpatia de menina...

A Isabelinha também adora chupar uma boceta e eu fico louca quando ela chupa a minha... Assim como a Carlinha tem o talento de mexer pau na boceta deixando os homens loucos, a Isabelinha tinha o talento da língua... Ela me faz revirar os olhos de tanto tesão quando gruda a cara na minha xana com força e me faz gozar várias vezes na boca dela... Ela diz que gosta de fazer assim comigo porque quanto eu gozo sai bastante água da minha xana e ela adora isto... Claro que eu sempre retribuo e deixo a xaninha dela toda babada e inchada de tanto chupá-la... Esta minha sobrinha me saiu melhor do que eu pensava, a safadinha...

Acho que por agora é isto o que eu tenho pra contar. Não sei o que a Isabela vai nos revelar no conto dela e já estou ansiosa para lê-lo. Ela disse que o conto vai ser uma continuação desses nossos contos e vai se chamar "a honra da nossa casa - IV". Ah, o Pedrinho também disse que vai escrever a história dele, quem sabe>> A HONRA DA NOSSA CASA – IV +++

Meu nome é Pedro, irmão gêmeo de Andressa, e tenho 12 anos.

Se você já leu os contos anteriores desta série, você já sabe como é a vida sexual dos membros da minha família... Eu, na verdade, não sou filho do meu pai, mas sim do meu primo com a minha mãe, mas o meu pai assumiu eu e a minha irmã gêmea como filhos dele, sem problemas, e a filha do meu primo é, na verdade, filha do meu pai com Adriana, mulher do meu primo... Parece confuso isto, mas é assim que as coisas são na nossa família, onde temos total liberdade de fazer sexo entre nós, membros da família, mas só entre nós e nunca com pessoas de fora...

Faz uns seis meses que eu, a minha irmã Andressa, 12 anos, e as minhas primas Isabela, 14 anos e Carla, 12 anos, fomos iniciados como membros ativos da vida sexual das nossas famílias... De lá para cá a nossa vida mudou completamente. Eu, aos 12 anos, transo livremente com todas as mulheres da família, até com a minha mãe e com a minha irmã, e isto para nós é muito normal. Confesso que nos primeiros dias eu fiquei meio perdido no meio de tanta boceta... Eu, que antes chegava a tocar até oito punhetas num dia, de repente não precisei mais me masturbar, pois podia comer bocetas de verdade na hora que quisesse. Na verdade, eu nem precisava procurar, pois as minhas tias, primas, a minha irmã e até a minha mãe me procuravam toda hora para transarem comigo, pois sabiam que eu sempre estava com o tanque cheio de porra... E elas até me elogiavam, pois eu não apenas comia os cus e as bocetas delas, mas também chupava aquelas bocetas gostosas também... Eu adoro enfiar a cara numa boceta cabeluda e ficar chupando até sentir a aguinha do gozo na minha boca... Isto tudo é uma delícia. Nem acreditei na primeira vez que comi a minha priminha Isabela. Eu sempre tive um enorme tesão por ela e vivia tocando punheta pensando nela. De repente, quando eu me dei conta ela estava chupando o meu pau e me dando a bocetinha e o cu, isto foi inacreditável para mim, foi um sonho realizado. Pena que quando eu comecei a pegá-la ela já estava meio arrombada, pois o meu pai e o meu tio pegaram ela primeiro com aquelas picas enormes e deixaram a menina toda larga na boceta e no cu... Mas ela é uma gostosa e eu adoro fazer sexo com ela também... Eu posso sair e ir na casa das minhas tias para comer elas e as filhas delas, minhas primas. E eu fazia isto direto, e ainda faço... Todo dia eu ia numa casa diferente pra comer a mulherada de lá... Às vezes eu ia na casa da Helena e comia ela ou a Isabela e, às vezes, as duas ao mesmo tempo... Elas têm bocetas bem carnudas e eu adoro isto... Eu sinto algo especial pela minha priminha Isabela e por isto sempre vou na casa dela para comer aquela bocetinha gostosa e apreciar aquele corpinho que me deixa louco de tesão... E se a mãe dela está encasa, então eu pego as duas... Mas eu vou também nas outras casas, como na de Cristina, minha prima gata, que sempre está pronta para mim, e pego também a minha tia Érica, mãe dela, que adora comer a minha porra. Também como a minha mãe e a minha irmã encasa e outros dias vou na casa da Adriana pra comer ela ou aquela gostosinha da Carlinha, filha dela... Assim como eu, os outros homens da família também vão nas casas e pegam quem encontrarem pra foder à vontade, e elas nunca nos negam nada, pois é assim que tem que ser...

Um dia a minha tia Adriana estava dormindo de tarde na casa dela... Eu cheguei lá e não tinha ninguém encasa, ela estava sozinha dormindo... Eu fiquei excitado ao vê-la dormindo nua com aquele corpo perfeito e já caí de boca naquela boceta deliciosa... Que boceta gostosa que ela tem! É bem carnuda e naquele dia estava com um gosto especial, que eu não ainda não havia provado em nenhuma das bocetas que já havia chupado antes... Ela acordou, ficou surpresa ao me ver ali e disse que o meu pai tinha acabado de sair dali e que tinha comido ela no cu e na boceta e tinha gozado na boceta dela e que ela nem tinha tomado banho... Então eu me toquei que o gostinho delicioso que estava sentindo na minha boca era o gosto da porra do papai... E agora? Mas a verdade é que eu tinha adorado o gosto da porra dele, e daquele dia em diante eu sempre que sabia que uma mulher tinha acabado levar porra eu me fazia de bobo e caía de boca na boceta ou no cu dela, onde tivesse porra, não dando nem tempo de ela me avisar... Até que todos acabaram percebendo esse meu gosto por porra... E eu assumi que gostava mesmo, e daí? Então ninguém mais estranhava quando eu chupava uma boceta recém comida. Às vezes eu até ficava esperando que elas acabassem de transar só pra chupar a porra...

Um dia o meu tio estava comendo a minha mãe e eu estava esperando para chupar a boceta dela depois que ele gozasse e então ele me chamou e disse para eu ficar com a cara bem perto, eu fui e fiquei bem perto da boceta da minha mãe enquanto meu tio bombava o pau grosso lá dentro... De repente ele tirou o pau e disse pra eu pegar com a boca. Nem pensei e caí de boca no caralho do titio, que me encheu a boca de porra grossa. Engoli tudo e percebi que a porra direto na boca parecia mais gostosa. Depois ainda fiquei lambendo o pau enorme dele enquanto a minha mãe me olhava surpresa, vendo que eu estava gostando de chupar a pica do titio... Mas ela não disse nada. Até então, pelo que eu soubesse, não havia nenhum gay na família, só homens machos e viris. Eu era o primeiro a gostar de chupar pau. Então comecei a ficar esperando quando alguém ia gozar pra levar porra na boca... E assim comecei a sentir tesão por pau também e não só por cu e boceta de mulher... Comecei a ter inveja delas quando as via sendo penetradas por aqueles caralhos enormes. Eu ficava admirado como elas conseguiam agasalhar aquelas picas inteirinhas no cu, e senti que o meu cuzinho também se piscava, querendo ganhar vara também. Então resolvi assumir para todos o meu lado gay, mas deixei bem claro que ainda gostava de mulher, só que também queria dar o cu, assim como elas... Isto provocou algumas mudanças na família, pois agora tinha um gay no meio e esse gay também queria transar e levar vara... De todos os homens da família! Quem seria o primeiro? Foi feito um sorteio entre eles para ver quem seria o primeiro a comer o meu cu... Eu estava torcendo para que fosse o Thiago, que era o meu pai de verdade, porque ele tinha um pinto menor, mas o sorteado acabou sendo o meu tio Celso. Confesso que fiquei com medo na hora, pois ele tinha fama de arrombador de cu e que não tinha pena. Ele arrombou o cu da filha dele, Helena, aos 15 anos e depois arrombou o cuzinho da minha irmã mais velha, Débora, aos 12 anos, e ela chegou a desmaiar ao levar a enorme vara do titio no cu sem dó nem piedade... Acho que comigo não ia ser diferente, ainda mais porque eu resolvi assumir o meu lado gay, na verdade gilete, porque eu ainda gosto de comer a mulherada, só que queria começar a dar o cu também...

Ao saber que foi sorteado, titio ficou excitado, pois esta seria uma experiência nova para ele, que já tinha arrombado cus de mulheres mas eu seria o primeiro homem que ele arrombaria. Ele me disse para tomar um banho e ficar bem cheiroso, que a noite ele ia me visitar no meu quarto... Ele pediu para a minha irmãzinha gêmea, Andressa, estar junto, pois ele ia querer pegar eu e ela juntos... Eu a Andressa temos 12 anos e o titio 63! Andressa já estava acostumada a levar no cu, pois desde a iniciação, quando perdeu o cabaço do cu e da boceta para o nosso irmão Mauro, não parou mais de levar pica no rabo de todos os homens da família. Eu mesmo já tinha enrabado a minha irmãzinha inúmeras vezes, e o titio, então, nem se fala, pois teve um tempo que ele pegava ela todo dia só pra comer o cuzinho da menina... Ele é tarado por cu, todo mundo fala isso. Dizem que quando ele se casou com a minha tia Érica, que ainda hoje é uma loira belíssima, ela era virgem de cu e de boceta, e ele ficou dois meses só comendo ela no cu, esgaçando o rabo da mulher e deixando a boceta virgem durante todo esse tempo, para só então tirar o cabaço da boceta dela. Quando ela perdeu o cabaço da boceta, já estava com o cu todo escancarado pela vara enorme do titio... Hoje ela tem a fama de ser a mulher da família que tem o cu mais largo, pois conseguiu enterrar a jeba do genro, Roberto, inteirinha no cu de uma vez só. Roberto é o marido de Helena e é o homem da família que tem a pica mais grossa... Mais tarde eu conto como foi a minha experiência com a pica do Roberto, mas agora quero contar como perdi o cabaço do meu cuzinho pro caralho enorme do titio Celso.

Andressa, minha irmã gêmea, é uma menina linda. Ela é quase da minha altura, tem cabelos pretos compridos e a pele bem branquinha. Tem as feições do rosto delicadas, é magrinha, perninhas grossas e cinturinha fina, parece uma princesinha dessas de desenho animado... Quem a vê andando na rua, toda lindinha, não imagina que ela já está acostumada a levar tanto pau grosso em todos os buracos todo dia... A bocetinha dela está com poucos pentelhos ainda, e fica toda vermelha e inchada quando ele está com tesão... Ela adora transar e ganhar pau grosso na boceta e no cu... Adora dar pro nosso pai e pro nosso tio e já fezer dupla penetração com eles várias vezes, tomando um no cu e outro na boceta ao mesmo tempo... Ela costuma também fazer dupla penetração com os meus irmãos mais velhos... Pelo pouco tempo que ela já transa, eu acho que já levou muita vara tanto no cu quanto na boceta e deve ter muita mulher casada por aí que não transa em cinco anos o que a minha maninha já transou nesses poucos meses que começou a praticar sexo...

Eu sou um menino franzino, acho que tenho o tamanho certo para a minha idade, ou seja, 1,45 de altura e peso uns 36 quilos. Meu pinto é grande para o meu tamanho e vive duro... Eu sempre sou uma boa opção para as mulheres da família que me procuram querendo ganhar porra, pois estou sempre com o tanque cheio... Mas agora eu também iria me tornar uma das mulheres da família, eu acho, depois de começar a dar o cu e aliviar o tesão dos machos também... Mas era isto oque eu queria...

A noite eu e Andressa tomamos banho, passamos perfume e fomos pro meu quarto esperar o titio... Não sei porque é que ele queria que a minha irmão estivesse junto... Ela ia ver o titio arregaçar o meu cuzinho... Mas tudo bem, eu não via a hora de estar com a pica do titio inteirinha dentro do meu rabinho fechadinho...

Era uma sexta feira e no dia seguinte não teríamos aulas. Ficamos eu e a minha irmã no quarto esperando pelo titio, que viria para arrombar o meu cuzinho. Eu estava ansioso, sabendo que não sairia daquele quarto com o cu inteiro... Enquanto isso, pedi para a maninha aliviar um pouco a minha tensão chupando o meu pinto, o que ela começou a fazer com muita presteza... Eu tirei toda a roupa e fiquei completamente pelado, mas a maninha não, ela continuou de vestido e de calcinha. Assim estávamos nós, ela sentada na cama e eu de pé na frente dela, sendo chupado... Quando o titio entrou eu estava gozando na boca da maninha, que bebia tudo com vontade... Mas o meu pinto nem amoleceu, pois quando olhei pro titio já fiquei cheio de tesão de novo, mas era um tipo de tesão diferente, no cu...

Titio chegou de pijama (ele mora perto da nossa casa), fechou a porta do quarto e eu notei que ele já estava com o pau duro. Veio, sentou-se na cama ao lado da Andressa e ficou olhando pro meu pinto duro... Depois deu um longo beijo na boca da minha irmã, que retribuiu o beijo dele cheia de tesão... Eu estranhei, pois o titio viu que eu havia acabado de gozar na boca dela e mesmo assim beijou ela na boca... Depois ele começou a esfregar a boceta dela por cima da calcinha e começou a tirar a calcinha dela enquanto continuava beijando-a na boca... A maninha ficou só de vestido. Titio ficou de pé e tirou a roupa também, exibindo aquele enorme caralho que eu já tinha visto tantas vezes fodendo a mulherada e que já tinha chupado tantas vezes também, mas que agora iria arrombar o meu cu. Depois o titio pediu para a maninha chupar o pinto dele também... Eu fiquei parado ali, de pé, pelado, ao lado dele sem saber o que fazer... Ele pediu para eu me aproximar e dar o mau pau para ela chupar também... Assim, a minha irmã começou a chupar os nossos dois paus ao mesmo tempo. O titio de vez enquanto roçava o pau dele no meu, era um pau enorme, o dobro da grossura do meu e muito mais comprido... A maninha continuava chupando os nossos paus, se detendo mais no do titio, que era maior, a safadinha...

O titio disse para eu sentar na cama também e eu obedeci, então ele começou a colocar o pau dele na minha boca e depois na boca da minha irmã, tirando da boca de um e colocando na boca do outro, e nós chupávamos aquele pau com vontade... Ele perguntou se nós dois estávamos com tesão e nós fizemos que sim com a cabeça... Então ele deitou-se na cama e pediu para a maninha sentar encima do pau dele com a boceta, o que ela fez de pronto, e eu fiquei só olhando enquanto a maninha subia e descia no pau do titio, cheia de tesão... Era gostosa a minha irmã... Aos 12 aninhos, com aquele corpinho perfeito e os peitinhos começando a crescerem... Enquanto a maninha dava um trato no titio, ele disse para eu pegar no bolso da camisa do pijama dele um tubo de vaselina... Eu peguei e ele me disse para passar aquela vaselina no cu e depois fechar o tubo e sentar encima dele... “Encima do que?” eu perguntei, e ele respondeu “Encima do tubo... Quero ver se tu consegues enterrar esse tubinho no cu”. O tubo de vaselina tinha a tampa arredondada e eu achei interessante a ideia do titio. Na verdade eu já tinha enfiado algumas coisas no meu cuzinho antes... No início eu enfiava coisinhas como lápis, caneta, coisinhas fininhas assim... Mas isto foi antes da minha iniciação porque depois, quando eu comecei a ver o tamanho dos caralhos dos outros homens da família, comecei a enfiar coisas mais grossas como cenouras pequenas e coisinhas assim, mas de qualquer forma esse tubo de vaselina ainda era muito grosso pro meu cuzinho...

Meu tio, que ainda estava deitado na cama com a minha irmã encima, pediu para ela tirar da boceta e enterrar o pau dele no cu, enquanto eu tentava sentar sobre o tubo de vaselina no chão... Eu tentava soltar o meu peso sobre o tubinho, mas doía muito e então eu parava, descansava um pouquinho e recomeçava novamente. Enquanto isto a minha irmãzinha sentava devagar sobre a jeba do titio e, em um só movimento contínuo, enterrava tudo aquilo no cu de uma só vez... E eu não estava dando conta nem daquele tubinho fino de vaselina...

Ficamos assim por uns cinco minutos, eu sentando no tubinho sem ter coragem de enterrá-lo de vez no meu cu e a minha irmãzinha subindo e descendo com a vara do titio toda enterrada no cuzinho dela... Eu considerava aquilo uma humilhação, mas logo eu estaria fazendo igualzinho a ela, ainda não sabia como, mas se ela tinha conseguido, eu também iria conseguir... Mas no momento o meu cuzinho já estava ficando meio dolorido com essas tentativas de enfiar aquele tubo de vaselina e eu resolvi que ou enterrava tudo ou iria parar de tentar, então resolvi enterrar tudo de uma vez só e sentei... Os dois olharam pra mim quando ouviram o gemidinho que eu soltei quando o tubinho entrou “Ahmmmm”, e a minha irmã deu uma risadinha, sentando tudo na pica do titio e escondendo o caralho enorme dele dentro do cu dela, e me olhando com um ar de superior...

Então o titio me disse para trocar de lugar com a minha irmã, ou seja, agora era eu quem iria sentar de cu na pica enorme dele, que ainda não tinha gozado...

Andressa saiu de cima do titio e ele disse para ela colocar a boceta na cara dele, eu encostei o cu na pica do titio e fiquei de frente para ela... Titio falou para eu começar a soltar o meu peso e beijar a maninha na boca, e nós obedecemos. Comecei a beijar a minha irmãzinha na boca enquanto ela era chupada na boceta pelo meu titio e comecei a soltar o meu peso sobre a vara dele, tentando fazer do mesmo jeito que fiz com o tubinho de vaselina, mas não entrava... Ficamos nisso uns dois minutos, então o titio resolveu fazer diferente. Perguntou: “Tu quer mesmo perder o cabaço do cu, moleque?” Eu achava que já tinha perdido o cabaço do meu cu com aquele tubinho de vaselina, mas então dei uma boa olhada no pau ereto do meu tio e entendi que aquilo não tinha sido nada... Tremi nessa hora, pois sabia que se eu dissesse que sim o meu cu estaria perdido... Fiquei com medo, olhei pra minha irmã que continuava me olhando com aquele olhar superior, hexitei por uns momentos, mas depois tomei coragem e fiz que sim com a cabeça, sem olhar meu tio nos olhos. Eu precisava ir em frente... Se a idiota da minha irmã tinha aguentado, porque é que eu não ia aguentar também? “Fica de quatro aqui”, disse o titio apontando para a cama, “E tu fica de quatro na frente dele”, disse ele pra minha irmã, “E tu vai chupar ela no cu e na boceta, enquanto eu te enrabo, tá certo?”, disse ele, e eu novamente concordei...

Andressa ficou de quatro, expondo o cu e a boceta que tinham acabado de levar a grossa vara do titio... Pude ver aqueles dois enormes buracões ali na minha frente, o cu dela parecia uma cratera, todo vermelho e meio inchado pela vara que acabara de levar. Eu fiquei de quatro por trás dela e comecei a chupá-la, ela abaixou a cabeça no travesseiro e ficou paradinha, sentindo a minha língua indo e vindo para baixo e para cima entre o cu e a boceta dela... Titio passou um pouco de vaselina no pau e foi por trás de mim... Estremeci quando senti ele encostar a cabeçona enorme do pau dele na entradinha do meu cuzinho que ainda estava lambuzado de vaselina, e começar a fazer pressão... Ele foi até um certo ponto em que a cabeça do pau dele esgaçou um pouquinho a bordinha do meu cu e então travou... Pensei comigo que agora ele iria começar a enterrar devagar, até entrar tudo... Senti quando ele me segurou forte pelos quadris, prendi a respiração e me preparei para a próxima etapa, quando ele me puxou com força e empurrou o pau com tudo... Soltei um grito “AAAAiiii!” e estava feito, o titio tinha acabado de arrombar o meu cuzinho, enterrando aquele enorme caralho até a metade. Eu tentei sair daquela posição, mas ele me segurou e continuou enterrando, me levando ao desespero, pois doía demais e eu queria parar, já estava arrependido de querer dar o cu, mas não adiantava, ele não parava de enfiar até que eu senti os pentelhos dele encostarem na minha bunda... Então ele parou, mas não soltou os meus quadris. Ficamos assim, entalados. A maninha saiu da posição em que estava e foi ver o pau do titio enterrado no meu cu... “Nossa!” Ela disse, “foi até o talo! Tá doendo muito?” Ela perguntou para mim com um sorriso idiota no rosto, mas eu não disse nada, estava muito ocupado tentando não desmaiar com aquela tora enterrada no rabo. Pensei que o titio iria me soltar, quando ele começou a tirar o pau, mas logo ele voltou a enterrar tudo com força de novo, e continuou tirando e botando, e eu já estava chorando de dor, mas ele não queria nem saber... E a minha irmã ficou olhando o pau dele entrar e sair do meu cu enquanto eu não conseguia esconder aquela expressão de desespero no rosto... Com o tempo o meu cu parece que ficou meio anestesiado e eu já não sentia tanta dor, só não podia evitar de soltar um gemido baixo “Ahmm, Ahmm, Ahmm” quando ele estufava com força aquela jeba no meu cu... E a Andressa ainda falava “Aguenta, maninho, tu não quer ser mulher? Pois é... É assim...” Então eu senti um calor dentro do meu cu, era um forte jato de porra do titio que enchia o meu reto... E o titio parou, tirou o pau pra fora e me mandou chupá-lo... Eu não conseguia me virar na cama para chupar a vara do titio, estava com as pernas moles... Ele percebeu isto e veio colocar o pau na minha boca, todo sujo de sangue, pra eu poder chupá-lo. Enquanto isto a puta da minha irmã foi olhar a minha bunda e ficou escancarando o meu cu pra ver o tamanho do buraco... “Chupa aí”, mandou o titio, e ela começou a chupar o meu cu arrombado, que era uma mistura de sangue e porra que saia e a nojenta da Andressa tinha que lamber... Depois que o pau do titio já estava limpinho de tanto eu chupá-lo ele, sem dizer nada, vestiu o pijama e saiu, me deixando jogado sobre a cama sem nem poder me mexer de tanta dor... Eu só pensava em como iria sair dali, se nem conseguia mexer as pernas... Logo entrou a minha mãe, já com uma toalha e uma bacia de água quente, e começou a limpar o meu cu arrebentado. “Minha nossa! O teu tio não teve pena mesmo, né?” disse ela ao ver o estado que ficou o meu cuzinho... E continuou: “Mas foi tu que procurou por isto, não foi? Tu devia ter deixado essa parte pra nós que somos mulheres, filhinho, nós sim temos que passar por isto, mas tu não precisava...” E eu não dizia nada, só gemia baixinho enquanto sentia aquela aguinha morna no meu cu... Que gostoso! Mas agora eu estava pronto, pensei... E dois dias depois já ofereci o meu cu pro meu pai de criação, que era outro caralhudo da família... Eu tinha tesão por ele e queria sentir o pau do meu pai dentro do meu cu... Ele, seguindo a tradição da família de sempre atender a quem pedia, me enrabou sem dó nem piedade e o meu cu voltou a sangrar que nem antes, quando foi arrombado... Mamãe passou pomadinha cicratrizante... Eu, com o cu todo arrebentado como estava, resolvi esperar um pouco até ele cicatrizar e nesse meio tempo continuei comendo a mulherada... Querendo provar que ainda era homem, dei um trato na minha mãe, chupei bem a boceta dela e depois comi a boceta e o cu dela, fazendo ela gozar... Era estranho comer uma mulher tendo o cu arregaçado do jeito que o meu cu estava... Mais três dias e eu já estava novamente andando atrás dos machos da família para levar vara, mas pegava direto a mulherada também... Eu adorava ser o recheio do sanduiche, ou seja, comer uma boceta enquanto um macho me enrabava por trás... Era uma delícia! E com o tempo eu acho que eles começaram a gostar de me comerem também, pois começaram a me procurar e me pedirem para chupá-los e para depois me enrabarem... Comecei a perceber que, às vezes, eles até preferiam eu ao invés das meninas... O Thiago, meu pai verdadeiro, gostava de me comer enquanto bulinava o meu pinto com a mão até eu gozar na mão dele... Um dia eu vi que ele disfarçou e provou o gosto do meu esperma... E nas vezes seguintes ele sempre lambia as mãos depois que eu gozava... Eu já tinha passado por isto e já sabia qual era a dele... Logo o Thiago já estava dando o cu pra mim que nem uma puta, e não demorou muito para virar uma puta para os demais machos da família, ele tem um pinto meio pequeno e sabe que a mulherada sempre prefere ganhar os caralhos maiores, até as meninas novinhas, que acabaram de ser descabaçadas, já preferem ganhar as jebas maiores tanto na boceta como no cu. Assim, eu acho que é por isto que o Thiago resolveu mesmo é dar o cu. Ele adora ganhar vara grossa no rabo e sentir o que as mulheres sentem, e pra isto ele sempre dá uma boa chupada nos cus dos machos para deixa-los de pau duro e então agasalhar tudo no rabo... Adriana, mulher dele, parece que não ficou muito chocada com isto, pois já estava acostumada com tantos homens na vida dela, que o marido já era apenas uma figura decorativa, pois quando ela queria levar pau mesmo, sempre ia procurar os bem dotados, e fazia isto várias vezes por dia e na frente dele mesmo... Tudo havia se tornado normal para ela, se o marido queria dar o cu, que desse e fosse feliz...

Mas o problema é que a moda de dar o cu não parou por aí e logo os meus dois irmãos mais velhos também já estavam transando entre eles, apesar de já terem até namoradas (lindas por sinal), e depois começaram a me comer e dar o cu pra mim também, e começaram a transar com o Thiago também, e chupar pau e tomar porra, até irem pedir para o nosso pai e o titio também começassem a comer eles, pois eles tinham tesão nos velhos, que eram quem sabiam mesmo como foder um cu... A viadagem se espalhou e logo até os mais velhos já estavam querendo ganhar vara no rabo também... Nunca vou me esquecer do dia em que o meu pai arregaçou o cu do tio Celso na sala... Ele falou que ia botar devagarzinho e enterrou tudo de uma vez, do mesmo jeito que o velho titio Celso havia feito com a minha irmã Débora quando ela tinha só 12 aninhos, durante uma suruba, fazendo a menina desmaiar (veja “a honra da nossa casa III”). Acho que foi vingança, o irmão mais novo (meu pai de criação, 58 anos) arregaçou o cu do irmão tarado mais velho (titio Celso, 63 anos). O velho arrombador de cus, titio Celso, teve, finalmente, o que merecia... O cu dele, como era mais velho, eu acho, se rasgou e ele teve que levar cinco pontos no cu... E quem costurou o cu dele foi a Helena, filha mais velha dele, que teve o cu arrombado por ele aos quinze anos... Depois ainda deu uma inflamação na costura do cu e o velho ficou uns dois meses tomando antibióticos e anti-inflamatórios e chorando baixinho na hora de fazer coco.

Assim, tornou-se comum o homossexualismo masculino na nossa família, mas todos os homens, apesar de começarem a apreciar vara no rabo, tinham que continuar satisfazendo a mulherada, pois esta era a regra... Agora era comum, por exemplo, o titio ir na casa da Helena, filha dele, para comer a filha e a netinha, Isabela, e também dar o cu pro genro, e também comer o cu dele... Cada vez que isto acontecia, virava uma suruba particular. Isabela adorava ver dois homens se comendo e gostava de beijar o pai dela na boca enquanto ele era enrabado... O problema é que ela também queria ganhar vara e pra isto tinha que competir com o pai dela, pois quando tinha dois homens juntos numa mesma transa com uma ou mais mulheres, eles também queriam se pegar, pois começaram a sentir tesão no cu também... Isto se tornou um problema que logo precisou de uma solução... Foi eleita a casa de Adriana como área homossexual masculina, ou seja, só lá os homens podiam se enrabar a vontade. Fora de lá, o que tivessem de porra tinha que ser despejado nas mulheres... E aí a casa de Adriana vivia cheia... Mas em compensação as mulheres sabiam que quando fossem transar com dois machos em outro lugar, eles não iam se pegar e esquecer delas...

Agora quero contar o dia que consegui agasalhar inteirinha a vara mais grossa da família no meu cuzinho, a vara do Roberto, pai de Isabela, a priminha mais linda e mais gostosa que eu tenho...

Um dia eu estava na casa dela transando com ela no quarto quando o pai e a mãe dela chegaram... Roberto logo quis participar e disse que iria fazer um sanduiche comigo, ou seja, eu ia comer a filha dele, Isabela, na posição papai e mamãe e ele ia me comer por trás... Ele nunca tinha comido o meu cu... Eu logo topei, louco para levar aquela jeba enorme no meu rabinho... Meu cu já estava bem acostumado a levar vara e então eu achava que levar uma pica mais grossa não seria nada demais... Mas não foi bem assim, o pau do pai da Isabela era mesmo grosso demais e eu me senti rasgado quando ele começou a enterrar aquilo tudo em mim... Eu só empinava a bunda e beijava a Isabela com força na boca, sentindo a lingua molhada dela na minha, suspirando e suando enquanto o pai dela enterrava aquela vara enorme no meu cuzinho até o talo... Isabela ficou louca de tesão ao ver o meu sofrimento, e me abraçava e me beijava com força, com a respiração ofegante como se fosse ela quem estivesse no meu lugar, eu acho que ela estava lembrando a primeira vez que levou aquela vara grossa do pai dela no cu também... Comecei a admirar a coragem das mulheres da nossa família... Não era fácil a vida delas, pois comer uma mulher é uma coisa, mas ser penetrado no cu é muito mais desafiador quando a pica é muito grossa e comprida, pois a gente se sente invadido e violentado, às vezes, com certa brutalidade até... Mas é gostoso, isto eu não posso negar. Depois que ele gozou no meu cu, deitou na cama e começou a chupar a boceta da filha... “Agora é a tua vez...”, ele disse para mim, e eu comecei a comer o pai da Isabela enquanto ele chupava a bocetinha da filhinha de 14 aninhos... Tudo parecia normal, quando senti um movimento atrás de mim, era Helena, a mãe da Isabela chupando o meu cu... Ela acompanhava os meus movimentos com a cabeça e conseguia manter a língua enterrada no meu cu sem perder o ritmo... Eu nunca tinha transado desse jeito, sanduiche duplo foi o nome que demos a essa nova transa... E depois que gozei no cu do Roberto, pai da Isabela, a menina caiu de boca no cu do pai para lamber a minha porra que escorria do cu dele... E depois de tudo eu ainda dei uma chupada na bocetinha da Isabela, que é deliciosa! Eu gostava de chupar a boceta da mãe dela também, Helena, que era toda cheirosa e carnuda, igual a da filha, só que com pentelhos mais grossos...

Daí por diante a moda pegou, sanduiche duplo, triplo e até quádruplo... Era uma maravilha... Os homens pararam de se pegar na frente da mulherada, só se pegavam em ocasiões especiais como nesse caso em que o pai da Isabela quis me comer lá na casa dele e a Isabela e a mãe dela participaram da transa... Eles pararam de se pegar, mas em compensação passaram a pedir para elas chuparem os cus deles na hora da transa... Era comum ver, por exemplo, o meu pai de quatro no sofá e a Andressa ou a minha mãe chupando o cu dele... A vantagem disto é que eles ficavam com os paus duríssimos e o rendimento sexual deles aumentava, pois era só dar uma chupada no cu para por qualquer um de pau em pé na hora... Isabelinha vivia levando a vara do pai dela no cu e na boceta toda hora, pois ele adorava sentir a linguinha da menina no rabo e então comer todos os buraquinhos dela com prazer... Helena, mãe de Isabela, também usava o mesmo artifício e tinha dias que ele passava só encasa, comendo a filha e a mulher dele, sem sentir falta de mais nada. Mais então sempre aparecia a Cristina, a Adriana, a Débora, as titias ou as priminhas (não todas de uma vez, é claro) loucas de saudade da pica grossa dele, e então ele as comia também, tentando satisfazer a todas. A única coisa que ele pedia era uma linguada no cu. Nessas horas Isabela e Helena saíam e iam procurar os tios ou os primos para transarem, cheias de tesão e querendo também variar um pouco de vara...

Os homens, quando iam transar entre eles na casa da Adriana (e o pai de Isabela também ia lá de vez enquanto), começaram a fazer trenzinho, ou seja, um enfiava o pau no cu do outro, mexendo em sincronia até gozarem... Era preciso ter pelo menos seis para fechar o trenzinho em círculo... Quando eles conseguiam fechar o trenzinho, a transa era perfeita e todos ficavam com os cus cheios de porra praticamente ao mesmo tempo. Quando tinha menos de seis, eu não me importava em ser a locomotiva e ir na frente... Nessas horas a Adriana me dava uma força e me chupava gostoso enquanto eu era enrabado... Na verdade ela sempre ganhava alguma coisa, pois quando os homens iam lá para transarem sempre acabavam pegando ela também e ela adorava ser usada de todo jeito por aqueles bem dotados... O marido dela, Thiago, havia virado puta de vez e já quase nem comia mais ela, só queria saber de dar o rabo... Mas o casamento continuava e, de alguma forma, eles ainda pareciam ser felizes... Eu acho que o sexo passou a ser coisa secundária na relação deles, pois isto eles tinham toda hora... O que mantinha eles juntos era um tipo de amor que eu não consigo entender, mesmo vivendo do mesmo jeito que eles e tendo as mesmas liberdades... Eu acho que ainda sou muito novo para entender certas coisas...

Bem, por enquanto era isto que eu tinha pra contar... Sei que a minha prima Isabela está também escrevendo o conto dela, que deverá se chamar “a honra da nossa casa - V”, onde ela vai contar tudo isto sob o ponto de vista dela, que foi iniciada aos 14 anos e sempre foi muito cobiçada por todos os homens da família por ser realmente muito linda, gostosa e extremamente sexy... Eu mesmo, apesar de ter descoberto este meu lado gay, ainda sinto um enorme tesão por ela e sempre quero transar com a minha priminha linda... Acho até que sinto algo especial por ela, mas não preciso fazer nada para tê-la para mim, pois ela já é minha a hora que eu quiser... Ela já é minha mulher, assim como todas as demais mulheres da nossa família, já estamos casados. Agora eu estou plenamente feliz, pois estou como quero: sou macho e tenho muitas mulheres, inclusive a mulher que gosto, e também sou mulher na hora que quero, e tenho muitos homens pra satisfazerem as necessidades do meu cuzinho carente...

Eu acho meio estranho é o fato de que os meus dois irmãos mais velhos têm namoradas lindíssimas, não transam com elas (porque as regras da nossa família não permitem isto), e agora começaram a dar o rabo encasa... Não é raro eles trazerem elas aqui encasa, deixarem elas na sala e depois darem uma fugidinha até a casa da Adriana pra darem o cu pra quem estiver lá ou então um comer o cu do outro aqui encasa mesmo, no quarto, e depois voltarem para as namoradas com os cus cheios de porra como se nada tivesse acontecido... Não sei bem o que eles querem... Talvez tenham a intenção de trazer essas gatas para a nossa família também, depois de casarem com elas, é claro... Se eles fizerem isto, vamos ter mais duas gatíssimas para foder à vontade... Isto é que é vida!A HONRA DA NOSSA VASA - V

Meu nome é Isabela e tenho 14 anos. Sou uma menina muito religiosa, pois desde criança tive o exemplo dos meus pais, que sempre me levavam à igreja todo domingo. Sempre gostei de ir à igreja. Quando fiz a minha primeira comunhão, eu sempre era a primeira a chegar e a última a sair. Gostava de ficar depois do horário conversando com a minha catequista sobre as histórias da bíblia e sobre como era o mundo nos tempos bíblicos. Eu adoro falar daqueles tempos e admiro a forma como as mulheres se vestiam, com aqueles vestidos compridos e bem discretos. Também gosto de usar roupas discretas, vestidos mais compridos e sem decotes. Não gosto de chamar a atenção dos homens sobre mim. Todos dizem que sou muito bonita, pois sou bem loira, cabelos compridos, alta e tenho olhos azuis claros. Já fiz a minha primeira comunhão e agora estou frequentando a crisma. Adoro participar das nossas reuniões. Tem meninas no nosso grupo, da minha idade, que já pensam em namorar e ficam se insinuando para os meninos, mas eu não. Quero distância desses garotos bobos que só querem mesmo é ficar se esfregando nas garotas e se aproveitando delas. Eu não sou assim, não dou corda pra eles, apesar de eles viverem se insinuando para mim e me elogiando o tempo todo. Na escola também, é a mesma coisa… Tenho amigas que já namoram, apesar da pouca idade, e tem uma que até já ficou grávida de um menino. Não sou assim, sou mais conservadora e gosto de me preservar… Acho que sou diferente das outras meninas da minha idade tanto na maneira de me vestir como de me comportar, pois sou muito recatada e isto deixa os meninos loucos, pois isto é raro hoje em dia. As minhas aulas de crisma são aos sábados pela manhã. No último sábado, como de costume, acordei bem cedinho, tomei um banho e me arrumei para ir à igreja, que é bem perto da minha casa. Antes de sair fui ao quarto dos meus pais me despedir e, como sempre, dei um beijo em cada um deles mesmo eles estando ainda dormindo, pois aos sábados eles gostam de acordar mais tarde… Tomei um copo de nescau com bolo e saí… Da minha casa até a igreja não dá nem 10 minutos a pé. Cheguei cedo, como sempre, e aproveitei para ler um pouco. Eu gosto muito de ler e no momento estou lendo um livro lindo: A Vida de Nossa Senhora de Fátima. Já estou quase no fim… Mas logo começaram a chegar as minhas amigas e não pude mais ler, então fiquei só observando o movimento… A nossa catequista chegou e tudo foi como sempre, com muitos bons ensinamentos… Às 11 horas a nossa aula terminou e voltei pra casa, mas antes quis dar uma passada na casa da minha avó, que é caminho da minha casa… Faço isto todo sábado. Meu avô estava na sala me esperando e assistindo TV. Ele sorriu quando entrei e me chamou para sentar do lado dele. Fui… Estava passando um show desses de sábado de manhã, meio sem graça. Ele perguntou como foi a aula de crisma e eu respondi que foi boa, como sempre. Ele se aproximou mais de mim, passou as mãos pelos meus cabelos e me disse que eu estava ficando cada dia mais linda… Gostei do elogio. Meu avô, pai da minha mãe, é um homem velho, já tem uns 65 anos, eu acho, e eu gosto muito de conversar com ele. Mas hoje ele não queria conversar, estava carinhoso, me olhando fixo, admirando a minha beleza, alisando meus cabelos, se aproximou e me deu um beijo na boca, um beijo quente… Eu abri a minha boca para deixar ele enfiar a língua dele dentro, sentindo o hálito do velho, que ofegava e puxava o meu rostinho contra a boca dele com força… Eu correspondia ao beijo dele abraçando-o com força… Ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e começou a enfiar o dedo na minha bocetinha, que já estava molhada… Depois pediu para eu ficar de pé e tirou a minha calcinha, baixou as calças dele também expondo o enorme caralho duro e empinado, sentou-se no sofá e pediu para eu sentar encima. Perguntei: “O senhor quer na frente ou atrás?” e ele respondeu “atrás, querida”. Sentei encima do pau do meu avô e enterrei-o inteirinho no meu cu… Comecei a subir e descer, tirando o pau até a cabeça e voltando a enterrá-lo todo novamente no meu cuzinho, enquanto beijava o meu avô na boca, cheia de tesão… Quando estávamos assim, no auge da transa, chegou a minha avó lá da cozinha: “já chegou, querida? Depois vem aqui na cozinha me ajudar, seus pais vêm almoçar aqui hoje…” E voltou para a cozinha, deixando eu e o vovô continuarmos a nossa transa ali no sofá da sala… Eu continuava subindo e descendo com o caralho dele no meu cu, entrando e saindo, até que senti quando ele gozou dentro do meu cuzinho, enchendo-o de porra quente… Rapidamente, saí de cima, abocanhei a pica do vovô e espremi o restinho de porra na minha boca, eu adoro sentir o gosto de porra na boca… Depois dei mais um longo beijo na boca do meu avô, coloquei a calcinha novamente, peguei a minha bíblia e fui para a cozinha ajudar a vovó… É sempre assim, todo sábado eu gosto de ir à casa do vovô depois da igreja para dar o cu pra ele, ele adora isto e eu também, pois ele tem um pau enorme, não tão grande quando o do meu pai, que eu também adoro ganhar, mas é bem gostoso… Se você está achando estranha esta minha narração, então é porque precisa ler os contos anteriores desta série, que explicam em detalhes toda a história da minha família até chegarmos neste ponto… Na cozinha, vovó estava preparando o almoço e perguntou: “foi bom?”, se referindo a transa que eu acabara de ter com o vovô, e eu respondi: “claro, vovó, como sempre…” E ela pediu, “então me dá”. Eu já sabia o que ela queria, baixei a calcinha, subi em cima da mesa e fiquei de quatro. Ela veio por trás de mim e começou a lamber a porra do vovô que estava dentro do meu cu, enquanto eu espremia para a porra sair. A vovó é a tomadora de porra oficial da família, pois adora beber porra, venha de onde vier… Ela é uma mulher ainda muito bonita, magra, alta e loira, deve estar perto dos 60 anos, eu acho. Ela também tem fama de ter o cu mais largo da família, pois consegue agasalhar a pica do meu pai, que é grossa como uma garrafa de cerveja, inteirinha no cu de uma estocada só sem nem suspirar… Nós, as demais mulheres da família, também damos o cu pro meu pai, mas isto nunca é fácil. Lembro da primeira vez que levei a vara dele no meu cuzinho… Eu já estava acostumada a levar a vara do vovô no cu e também as varas dos meus primos e dos meus tios e o meu rabinho já estava ficando viciado em levar vara, tanto que eu andava já querendo levar a vara do papai, mas ela era muito grossa e eu confesso que tinha um pouco de medo… Foi um dia em que a minha mãe foi dormir na casa do meu tio para dar pra ele e eu fiquei sozinha encasa com o papai… Claro que fomos dormir juntos e transamos normalmente na posição papai e mamãe nos beijando muito na boca, como sempre… Depois dormimos pelados… No meio da noite eu acordei ainda com tesão e comecei a chupar o pau do meu pai, que acordou… Eu pedi: “papai, me come no cu…” Ele relutou um pouquinho, mas eu acho que o tesão dele aumentou ao pensar em comer o cuzinho da filhinha… E foi assim que levei a vara do meu pai no cu chorando de dor e de tesão… Nunca vou esquecer daquele dia, parecia que o meu cuzinho ia explodir com tudo aquilo lá dentro… Esta é a minha vida, fora da nossa família sou uma menina recatada e cheia de pudores, mas com os meus familiares não tenho nenhum limite e posso fazer sexo à vontade… É assim que somos todos nós na minha família. Muitas vezes eu transo com as minhas primas também, e com as minhas tias, com a minha avó e até com a minha mãe… Adoro chupar uma boceta… A boceta da minha mãe é bem pentelhuda e eu adoro enfiar a cara no meio das pernas dela e chupá-la enquanto meu pai me pega por trás… Isto é uma delícia, levo duas gozadas ao mesmo tempo, uma do papai no cu ou na boceta, e outra da mamãe, na cara… Tenho duas primas mais novas que eu, a Carla e a Andressa, que têm 12 anos. Elas são até mais puritanas do que eu, eu acho, quando estão na escola ou na igreja… Nem olham para os meninos na rua… Vivem criticando as amiguinhas que já pensam em meninos, são lindas e parecem duas princesinhas… Meu avô gosta de pegar as duas ao mesmo tempo e chupá-las até fazê-las gozar, e depois ser chupado por elas, que parecem duas coelhinhas e adoram levar a vara do vovô no cu também… Todo dia elas lavam vara no cu ou na boceta, pois são duas gostosinhas, se não for do vovô ou do meu tio é dos primos ou irmãos delas, que são todos moços formados já, e tem caralhos enormes… Só o Pedrinho, irmão da Andressa, ainda é menino, tem só 12 anos, mas tem um pau respeitável e come elas quase todo dia. Todas as mulheres da nossa família levam vara quase todo dia ou então levam chupadas na boceta ou chupam uma boceta, pois para nós é comum a transa entre duas mulheres… Até pouco tempo era um tabu na nossa família o sexo entre homens, mas não sei bem como, de repente começou a sacanagem entre eles também. Isto foi bem narrado pelo meu primo Pedrinho no conto que ele escreveu “a honra da nossa casa – IV”. Nunca vou me esquecer do dia em que o meu tio arregaçou o cu do meu avô na frente de todo mundo, na sala da casa dele… A putaria já havia tomado conta e o meu avô já tinha levado a vara do Pedrinho, 12 anos, no cu, mas a vara do Pedrinho é muito mais fina que a do meu tio, irmão do meu avô… Ele disse que ia botar devagar e enterrou tudo de uma vez só, rasgando o cu do vovô, que ficou dois meses cagando sangue… Dizem que isto foi merecido, pois ele fez o mesmo com as duas filhas dele, a minha mãe e a minha tia Cristina, quando elas ainda eram meninas… Não sei, só sei que o vovô tem uma pica muito gostosa e eu adoro dar pra ele. Às vezes eu dou pro meu pai logo de manhã cedo, antes de sair, mas tem dias que, para variar, eu passo na casa do vovô para levar aquela pica gostosa antes de ir para a crisma ou para a aula, ou então vou até a casa do meu tio e ganho vara até cansar dos meus três primos e do titio, e depois vou para a crisma ou pra aula com o cu e com a boceta pingando porra… Adoro fazer isto, principalmente porque todos lá na igreja e na escola me veem como uma santa pelo jeito como me visto e me comporto, mas eles nem imaginam que quase sempre eu estou cheia de esperma de vários homens diferentes… No cu, na boceta e no estômago. Mas isto não é pecado para mim, pois fui criada assim e esta é a vida que conheço. Posso fazer de tudo com os meus familiares, mas na rua tenho que ser uma menina de comportamento exemplar e ganhar sempre o respeito de todos para continuar mantendo a honra da nossa casa… Eu tenho um primo, o Rodrigo, que disse que está apaixonado por mim e quer namorar comigo… Não posso namorar com ele, pois somos primos e isto não é certo. Tentei explicar isto para ele, disse que não precisamos namorar pois ele já pode me ter na hora que ele quiser, sou como se fosse mulher dele e deixo ele fazer o que quiser comigo na hora que ele quiser, mas ele quer que eu dê amor para ele, amor de namorada, e isto eu não posso dar. Sou muito nova para namorar e ter um relacionamento sério, posso apenas entregar o meu corpo para ele, gostosa do jeito que sou, mas não o meu coração… Sinto que apenas me comer não é o bastante para ele, pois ele sofre quando vê outro homem me pegando, ele tem ciúmes… Ele sabe que o pai dele, os irmãos dele, o meu tio e o meu pai vivem me comendo quase todo dia e não suporta isto. Ele quer exclusividade, mas isto eu não posso dar pra ele… Acho que foi por este motivo que ele apareceu com uma namorada… Muito bonita, eu achei, mas ele não gosta dela, gosta de mim… Ele não transa com ela, pois as regras da nossa família não permitem sexo antes do casamento, e por isto ele gosta de deixar ela esperando na sala e me levar pro banheiro ou pro quarto dele para me comer sempre que apareço na casa dele e ela está lá… Ele me beija com força na boca e enrosca a língua dele na minha enquanto me come no cu e na boceta, goza dentro de mim e depois volta pra namorada, triste e contrariado, pois a vontade dele é de ficar comigo… Tudo o que eu posso fazer é dar pra ele e satisfazer os desejos sexuais dele de todo jeito, mas nunca transformar isto numa coisa mais séria que envolva sentimentos… Isto não, e eu acho até que o meu pai nem deixaria, pois, como disse, sou muito nova pra namorar… Um dia ele estava com a namorada na sala, na casa dele, e eu cheguei… Antes que ele pudesse arranjar uma desculpa para ela para me levar pro quarto, o pai dele me pegou e me puxou pro quarto dele. Fiquei lá com o pai dele por mais de uma hora transando de todo jeito… Quando saí, pude ver a expressão de quase choro que ele estava ao me ver e saber que eu havia acabado de ser fodida pelo pai dele… Mesmo sabendo que eu estava cheia de porra do pai dele, ele pediu licença pra namorada dele e disse que queria me mostrar uma coisa no quarto dele… Fiquei abismada quando ele pediu pra eu tirar a roupa e deitar na cama e depois caiu de boca na minha boceta que estava cheia de porra do pai dele… Ele chupava e engolia a porra do pai dele… Perguntou se eu tinha dado o cu também e eu disse que sim e então ele começou a lamber a porra do meu cu também, depois veio e começou a me beijar na boca com força… Senti que havia paixão naquele beijo, ele enterrou o pau dele na minha boceta, na posição papai e mamãe e começou a bombar com força, enchendo a minha boceta de porra quente… Depois disse que era pra eu não esquecer nunca que ele me amava, e voltou pra sala, pra namorada. Vesti a roupa e fui para a minha casa… Tinha acabado de levar vara do meu tio e do meu primo. Quando cheguei encasa meu pai estava pelado andando pela casa de pau duro, ele havia acabado de tomar banho e ainda não tinha se vestido… Quando ele me viu, me pegou e me levou pro quarto, tirou a minha roupa e caiu de boca na minha boceta que estava cheia da porra do Rodrigo, mas ele não quis nem saber e chupou a porra toda, depois veio por cima de mim e me fodeu gostoso na posição papai e mamãe, enterrando aquela vara enorme de grossa inteirinha na minha boceta enquanto me beijava na boca com tesão… Meu pai é um homem muito gostoso. Ficamos assim grudados por uns cinco minutos, até ele gozar. Eu gozei também. Depois dei uma chupada especial no pau dele para limpar toda a porra… Quando terminamos, tive vontade de conversar com ele sobre namoro, eu queria falar pra ele sobre o Rodrigo e dizer que ele estava apaixonado por mim, mas fiquei com medo de ele não gostar, pois ele não me deixaria namorar aos 14 anos, muito nova, e muito menos com o meu primo… Fui tomar um banho. Quando saí do chuveiro, meu pai estava ainda nu deitado sobre a cama e eu notei que o pau dele já estava meio duro de novo… Fui lá e dei uma chupada nele, que ficou duro na hora. Sentei encima e enterrei tudo no cu… Papai bombava aquela coisa enorme pra dentro e pra fora de mim e demorou uns dez minutos pra gozar de novo… Nós tínhamos toda essa intimidade sexual, mas eu não podia me abrir mais com ele e falar o que estava se passando comigo… Tem coisas que não tem jeito, pai é pai e sempre vai querer proteger a filhinha… Meu pai nunca iria me deixar namorar aos 14 anos… Talvez mais tarde… Mas nunca com o meu primo. A questão é que, mesmo quando eu arranjar um namorado, mais tarde, ainda assim vou continuar dando pro meu pai e pra todos os homens da minha família, mas nunca pro meu namorado antes de casar. E mesmo depois de casada, vou continuar assim, sendo comida por todos da minha família sem o meu marido saber… Mas serei fiel pro meu marido, nunca olharei pra outro homem na rua, serei só dele (e dos demais homens da minha família também, é claro!). Foi assim com a minha mãe, que se casou e continuou dando pro irmão e pro pai dela sem o meu pai saber, e depois quando o meu tio veio morar aqui perto, ela dava pros meus primos e pro titio também, escondida do papai, até que um dia, não sei como, a irmã dela, minha tia Cristina, conseguiu trazer o meu pai pro nosso lado e ele começou a seguir os costumes da nossa família também. Isto deixou a mulherada louca, pois ele tem uma pica enorme, muito mais grossa que as picas dos demais homens da nossa família… Isto foi um desafio geral, pois todas nós queríamos levar a pica do meu pai no cu… Hoje eu já consigo agasalhar a vara do meu pai no cu, mas sempre tenho que lubrificar bem, prender a respiração e então enterrar tudo de uma vez, soltando um suspiro… Eu sou uma menina relativamente grande e aguento legal a vara grossa do meu velho no cu, mas foi uma judiação, eu achei, o dia em que o meu pai arregaçou o cuzinho da minha priminha Andressa. Ela tem só 12 aninhos e é bem pequena ainda, não tem nem peitos, mas já andava dando o cu pra todos, até pro pai dela, mas o pau do meu pai era um desafio para ela e ela andava falando pra todos que queria levar a vara do meu pai no cu, até que um dia ele pegou ela lá na sala da casa dela, na frente do pai e da mãe dela… Eu nunca havia visto Andressa chorar, mas naquele dia ela chorou de sair lágrimas, mas dizia para ele não parar e assim ele foi até enterrar tudinho no cuzinho dela, coitadinha… Saiu um monte de sangue, mas ela se sentiu como uma heroína, e ficou feliz. Ela era a última que faltava levar a vara do meu pai no cu e isto já estava se tornando um peso para ela… Hoje ela já leva a vara do meu pai com mais facilidade, mas naquele dia ela sofreu muito, eu acho… Quando os homens da minha família começaram a transar entre eles, o meu pai também começou a dar o cu logo em seguida, e isto nos pareceu bastante normal a todos, já que não temos nenhum tipo de preconceito quando o assunto é sexo… É interessante ver meu pai sendo enrabado… Eu gosto de beijar ele na boca quando vejo ele dando o cu pra alguém da família… Fico beijando ele até ele levar gozada no cu e depois ainda gosto de chupar no cu dele pra comer a porra que ele espreme pra mim… Seja como for, todo domingo de manhã estamos todos na missa como tem que ser, e quando voltamos pra casa, normalmente fazemos uma baita suruba geral antes do almoço em família… Somos felizes com a vida que temos, sexo para nós é uma forma de carinho e de aproximação. Adoro a vida que tenho… Tem um menino que é apaixonado pela minha prima Carla e parece que ela gosta dele também… Na escola ela fica conversando com ele sozinha e eu até já peguei os dois andando de mãos dadas… Ela tem 12 anos e o menino tem 16… Não sei como foi que o pai dela ficou sabendo e não gostou nada disto, pois 12 anos não é idade pra namorar, ele disse. A Carlinha é filha de sangue do irmão do meu avô, mas foi criada como filha pelo meu tio, Thiago, já que a mãe da Carlinha é a mulher do Thiago, Adriana, que engravidou do irmão do meu avô… É tudo muito complicado nessa nossa família, não é mesmo? Mas o fato é que eu vi o meu tio Thiago explicando para a Carlinha que ela era muito nova para namorar, pois só tinha 12 aninhos e que ainda era cedo. Ele estava dando esses conselhos para a menina enquanto ela era enrabada pelo meu avô na sala da casa dele… Foi uma transada moral, pois enquanto a menina, de quatro no sofá, dava o cu pro avô o pai dela dava lição de moral nela, dizendo que ela não podia namorar um moleque de 16 anos na escola e que ela só tinha 12 anos e que o moleque era muito velho para namorar uma menina da idade dela… E a Carlinha escutava tudo muito séria, de quatro no sofá da sala e levando estocadas do caralho do avô no cu e soltando um pequeno suspiro a cada estocada que levava… Quando o vovô gozou no cu dela, o Thiago, pai dela, foi quem se abaixou e chupou a porra do pau do vovô, pai dele, pois ele foi o segundo que se assumiu como gay na nossa família. Todos os homens da nossa família dão o cu, mas também comem as mulheres e todas as mulheres da nossa família adoram chupar uma boceta, mas adoram levar pau também… Então é isto, a Carlinha foi proibida de namorar o menino na escola… Fiquei triste por ela, mas falei para ela que isto é só até ela ficar mais velha, por que um dia ela vai poder namorar e ninguém vai dizer nada, eu expliquei para ela que ela só tem que crescer mais… Nós duas somos muito amigas e sempre confidenciamos tudo uma pra outra… Falei para ela sobre o Rodrigo, que está apaixonado por mim… Eu disse pra ele que sou toda dele, tudo o que ele quiser fazer comigo eu deixo, só não posso amá-lo, mas ele não se conforma com isto… Acho até que ele também virou gay só de revolta. Ele foi pessoalmente pedir pro meu pai arregaçar o cu dele, e o meu pai fez isto, deixando o Rodrigo com o cu todo arregaçado, mas continuou namorando aquela coitada que nem imagina o que se passa com o namorado… O meu avô, 65 anos, e o meu tio, irmão dele, 61 anos, são dois tarados e não podem me ver… Eu acho que estou ficando muito gostosinha e eles sempre adoram me pegar e me comer na boceta e no cu, às vezes eles me pegam os dois ao mesmo tempo, Adoro levar vara dos dois velhos no cu e na boceta ao mesmo tempo, eles dizem que é sanduiche de gostosura. Uma coisa que eu aprendi com a Carlinha é que é só enfiar a língua nos cus dos velhos para eles levantarem os paus na hora. Eles adoram ficar de quatro e me mandar lamber os cus deles… Eles já estão com os cus bem largos, de tanto se enrabarem, e eu às vezes até chupo porra de dentro dos cus daqueles dois safados… Eles fazem isto com as minhas priminhas Carla e Andressa também… Adoro também chupar a boceta da minha avó… Eu consigo enfiar a minha mão inteirinha dentro da boceta dela e ela fica louca de tesão com isto e até goza… Tem dias que aparecem vários querendo me comer ao mesmo tempo e então eu gosto que eles se masturbem e gozem na minha cara. Eles dizem que eu fico linda com a cara toda babada de porra… E sempre tem quem queira lamber a porra da minha cara depois, até a minha mãe já lambeu porra da minha cara depois que os meus primos e o meu tio ejacularam em mim num almoço que fizemos na casa do meu avô outro dia… Sou meio que viciada em chupar a boceta da minha mãe… Adoro pegar ela enquanto ela está dormindo e fazê-la acordar sentindo a minha língua na boceta. Ela adora isto. Depois ela também me chupa gostoso, claro, até eu gozar na boca dela… Às vezes fazemos umas festinhas meio estranhas… Os homens gozam nos salgadinhos e depois servem para a mulherada comer os quitutes, que delícia! Um dia fizemos uma suruba diferente, homens eram mulheres e mulheres eram homens. Foi legal, pois todos os homens se vestiram com vestidos de mulheres e todas as mulheres estavam usando pintos de borracha amarrados na cintura. Eles compraram uns caralhos enormes de borracha para essa nossa brincadeira, e acabaram levando tudo nos cus. Nesse dia eu comi o meu pai no cu e depois comi o Rodrigo também… A mulherada adorou enrabar os machos da família. Foi uma putaria só, mas foi muito legal. Claro que no final nós mulheres acabamos comidas por eles, como sempre… Bem, a minha história é assim, não tenho muito mais pra contar aqui que já não tenha sido contado nos contos anteriores pela minha mãe, pelas minhas tias e pelo meu primo, Pedro. Talvez a Carla ou a Andressa também escrevam aqui as histórias delas, não sei… A única coisa que sei é que vou continuar levando a minha vida assim, transando com todos da minha família, sempre com muito carinho e procurando fazer todos felizes… Sou ainda muito nova para namorar, mas quem sabe volte a escrever aqui mais tarde, quando arranjar um namorado… Enquanto isto continuo indo à igreja, para as aulas de crisma sem dar bola pra esses meninos bobos que só querem ficar se esfregando nas meninas, prefiro me preservar... Ah, já estou quase terminando de ler aquele livro… Muito linda a história.

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