Casa dos Contos Eróticos

Foda deliciosa com o Marlon, e um desabafo.

Autor: dadomacho
Categoria: Homossexual
Data: 05/04/2014 03:47:41
Nota 9.86
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Comer um cuzinho gostoso de macho as vezes tem seu preço. Tanto monetário, se você sair com um garoto de programa que tope ser passivo, ou de dor de cabeça, se você se envolver, e cair de cabeça numa relação, aí a dor será forte. No meu caso, tem sido a segunda opção.

Me envolvi com o Marlon muito profundamente. Nunca tive um relacionamento tão duradouro com um macho antes. Tenho meu lance com o Carlão, que vocês que acompanham meus relatos sabem, que é intenso, que nos apegamos também, que rolaram momentos de carinho, entrega mesmo, mas ele é centrado, tem sua família, é mais velho. Já o Marlon, é carente, inexperiente, novinho, e de certa forma, inocente.

A "casa começou a cair" há algumas semanas atrás. Sua mãe começou a fazer brincadeiras que me incomodaram. Ela começou a me chamar de "genro". Na primeira vez que ouvi isso, minhas pernas tremeram, ri com ela, mas minha cara fechou. Sorte que falava com ela pelo telefone. Na outra vez, ela disse que já se sentia minha sogra, mas sempre com aquele ar de brincadeira. Que porra tava acontecendo, pensei comigo. Como o Marlon passa quase todo fim de semana comigo, falei pra ele que sua mãe tava falando essas coisas. Ele riu, dizendo que era brincadeira dela, pois ela zoava ele dizendo que a gente era namorado, de tanto que ele vinha pra minha casa. Perguntei se ele não ficava bravo e tirava a mãe dele, pra parar com esses papos, mas ele só riu, de novo.

No começo de fevereiro, fui à casa deles, pois era aniversário de sua mãe. Teve um churrasco, e nessa ocasião conheci o irmão dele. Cara gente boa, que fala com forte sotaque paulistano, cheio de gírias, uns 35 anos, boa pinta, mas nada comparado ao Marlon, e também conheci sua esposa, uns 30 anos, cara de professora, nerd, rsrs, porém uma graça de garota, bem simpática e com um bom humor sensacional. Durante a festa, o irmão do Marlon me chamou pra conversar. Disse que sabia da forte amizade que eu tinha com seu irmão, e torcia pra que eu pudesse fazê-lo entrar na universidade mesmo, pois seria uma realização e tanto pra família, já que ele mesmo não tinha curso superior. Afirmou que torcia pra nossa amizade ser duradoura, que sua mãe já me considerava como alguém da família, que só ouviu coisas boas a meu respeito, que tava me achando um cara gente fina, e selamos nossa amizade com um longo abraço. Nossa, me senti muito bem falando com ele. Ele transpareceu muita sinceridade enquanto falava comigo, e me senti de certa forma aliviado, mas sei que deveria é me sentir culpado pelo tipo de relação que eu realmente tinha com seu irmão, mas repito, me senti leve após aquele papo. Mais tarde, foi a vez da cunhada do Marlon me puxar pra conversar. Aí a coisa começou a despencar, rsrs. Ela veio me abraçando, dizendo que estava louca pra me conhecer, me puxou pra um canto, muito engraçada, cheia de piadas, e eu que sou piadista, entrei na brincadeira. Aí ela solta a bomba:

-Nossa, tava louca pra conhecer meu concunhado, ela disse já caindo na gargalhada.

Eu ri, mas tive vontade de matá-la. Tirei ela, dizendo que ela estava louca, mas ela me abraçou de novo, e disse que só estava brincando, mas que ela achava sim que eu era seu concunhado, porque o Marlon me amava. Sim, ela falou com essas palavras. Perguntei se ela tava de zoeira, e ela disse chorando de rir, que era só brincadeira, mas me deu um beijo no rosto e disse:

-Mas fica sossegado, que esse segredo é só entre nós.

Ela falou isso e saiu. Fiquei atônito. Fiquei com vontade de puxar ela pra me explicar direitinho que história era aquela, mas deixei pra lá, pra não estragar o fervo.

A festa rolou aquele sábado todo. Bebemos muito. A família do garoto é gente pé de cana como eu kkkkk. Havia umas 15 pessoas ao todo. Até a ex-namorada do Marlon e sua família foram à festa. E vi que ele e a garota sumiram durante um certo tempo. Certeza que tiveram um "remember". Melhor ainda, pois poderia aliviar aquela suspeita que tava rolando, pensei no momento. Mas posso afirmar, que naquela festa, me diverti como poucas vezes antes. Ri muito e fiz a galera rir muito. Dancei forró (kkkkk, olha o mico) com todas mulheres da festa, e pra chutar o pau da barraca, tocaram funk, e o Marlon, seu irmão, um tio dele hilário e muito doido, e eu, é claro, dançamos até o chão, fazendo a mulherada ir à loucura. Tenho que dizer, o Marlon dançando funk é a coisa mais sexy desse mundo, ai Jesus, que cara gostoso. Sua bunda grande mexendo ao som da música me tira do sério, rsrs.

A festa rolou até umas 3 da madrugada. Dormi lá na casa do Marlon, no quarto dele, num colchão colocado ao lado da sua cama. Pra não mentir, dizendo que nada rolou ali, confesso que dei uns pegas nele, sim. Mas foi só mão naquilo, aquilo na mão, haha. Nós dois só de cueca, nos esfregamos, nos lambemos, nos chupamos, e meti o dedo naquele cu peludo. Dei umas encoxadas nele e sossegamos o facho, pois eu tava cagando de medo de alguém ouvir alguma coisa. No domingo almocei com eles, e lá pelas 4 da tarde fui embora, recebendo todo o carinho de sua família na despedida.

Passei aquela semana toda, pensando numa maneira de falar com o Marlon sobre aquela história de genro, sogra, concunhado..., pensei novamente em pôr um ponto final em tudo, de prensá-lo e descobrir se alguma coisa além do que eu sabia estava rolando. No sábado ele veio em casa. Peguei ele no terminal e fomos direto pro meu apartamento. Minha intenção era imediatamente ter um papo sério com ele, mas...o cara estava muuuito gostoso. Bermuda jeans justa, formando uma mala tentadora, bunda marcada, bem arrebitada, camiseta preta, travada nos braços fortes e peito estufado. Sua cara era de safado, já sabendo que eu estava lhe comendo com os olhos. Ele já me juntou na mala, apertando, sentindo a vara dura, me abraçou, me falando que tava com saudades, e pronto...tirei a roupa daquele moleque gostoso, deixando-o peladinho no sofá. Caí de boca em sua pica dura, com a cabeça até lustrada de tão tesa. Chupei sua verga, engoli até o talo aquele nervo grosso, pulsante. Lambi sua bolonas depiladas e o coloquei de joelhos no sofá, de bunda arrebitada pra mim. Enfiei a cara naquela bunda cheirosa de macho. Ao sentir minha língua lhe tocar o brioco, ele se arrepiou, travou a bunda na minha cara e dei um tapa pra ele abrir aquele rabo pra mim. Chupei seu furo, lambi prega por prega, esfreguei a cara naquele rabo peludo. Puta que o pariu!! Que rabo delicioso tem aquele moleque. Seu anel piscava na minha língua, e ele gemia. Não aguentei mais, e após encapar a tora, dei pinceladas bem na entradinha. O puto pediu a rola dentro dele. Cuspi na olhota, dei uma dedada única e profunda, sentindo as rugas internas de seu cu, e atolei a cabeça aos poucos, fazendo o safado arfar, gemer, grunhir, mas pediu pica até o talo, rebolando aquela bunda de macho, até que minhas bolas tocassem suas nádegas. Comecei a estocar de leve, mas logo seu cu se dilatou e aceitou a rola com facilidade. Bombei gostoso, fazendo "pof, pof, pof ", daquele jeito que adoro, fazendo o putão olhar pra trás, assistindo eu bombar seu lombo, e me olhava na cara, bem sacana, mostrando o tesão que tava sentindo. Abri seu rabo com as mãos e me maravilhei com a visão da minha tora atolando e voltando quase que por completo, estufando suas pregas, levando suas carnes pro fundo de novo, e o Marlon gemia, como sempre, rouco, com sua voz de garotão macho que eu fico louco de tesão. Naquela tarde, fodi o cu do Marlon, naquela posição, por muito tempo. A gente viajava naquela putaria, falando sacanagens um pro outro, ele se soltou muito, liberou aquela rosca deliciosa pra mim, rebolou na vara do papai, e o fiz gozar, gemendo, falando besteiras, enchendo o sofá de gala. Gozei em seu cu, dando estocadas fundas, fazendo o puto querer fugir, mas enchi seu furo de porra quente. Tirei a vara de seu cu e vi o rombo que ficou. Ele reclamava do ardor, rsrsrs. Fomos pro banheiro, e tomamos uma ducha. Ele me lavou, me massageando, passando a mão na minha bunda, me dedando o cu, deixando minha vara limpinha. Depois eu o lavei, massageando seu corpão, sua bunda, socando o dedo em seu cu estourado e dando um trato legal na sua piroca, com as mãos, e com a boca, hehe, e tirei leite do meninão de novo, ô delícia! Aquilo nos deu um cansaço dos grandes, e me lembro que pegamos no sono, na sala mesmo. Acordei antes dele, e resolvi acordá-lo. Ele abriu os olhos, e me pegou sentado ao seu lado, lhe encarando. Ele esboçou um sorriso, e eu passei a mão em seu cabelo:

-A gente precisa conversar...

Ele me olhou assustado, ainda deitado no colchonete.

-Que foi?, ele disse, já se sentando, passando a mão no rosto. Seu semblante mostrava preocupação.

-Sua mãe já me chamou de genro várias vezes. Me disse que era minha sogra...

-Tá, já falamos sobre isso, já disse que é brincadeira dela, você sabe que ela é piadista mesmo.

-Sua cunhada veio com o mesmo tipo de brincadeiras, me chamou de concunhado.

Ele ficou mudo, me olhando assustado.

-Tô te falando Marlon, tá acontecendo alguma coisa, que eu não sei o que é, e não estou gostando.

De novo silêncio. Ele se levantou e foi pra cozinha. Pegou um copo de água, abriu a geladeira, encheu o copo com água e bebeu. Eu estava atrás dele. Assim que ele colocou o copo na pia, peguei ele pelo braço e repeti:

-Que merda tá acontecendo, que você ainda não me disse, Marlon?

Seu olhar era assustado, mas ele se livrou do meu apertão com facilidade. Peguei nele de novo e o puxei, agora segurando seus dois braços, com muita força. Ele é maior que eu, mais pesado, talvez mais forte, mas o papai aqui também é forte, rsrs, e eu estava com raiva, pois nada me irrita mais que ser ignorado, e eu perguntava e ele nada respondia. Aí vi as primeiras lágrimas rolarem pelo seu rosto.

-Perdão, ele balbuciou.

Nossa, sabia que ali tinha merda.

-Fala, Marlon, o que você fez?

Ele só chorava. Não posso ver ninguém chorar, que choro também, mas ali me mantive forte. Porém, meus olhos já marejavam. Sabia que viria uma bomba.

-Dado, você sabe que tenho uma relação muito forte com minha mãe, cara, nunca consegui esconder nada dela...

Nossa, galera, naquela hora, eu sentei no chão. Veio tudo, raiva, decepção, vergonha, baixei a cabeça e só escutei ele.

-Dado, minha mãe começou a me fazer perguntas, ela disse que queria que eu confiasse nela, pois não há melhor amigo nesse mundo que ela. Que ela me apoiaria em qualquer decisão que eu tomasse, aí quando eu tava querendo largar da (nome da namorada dele), ela me apoiou, mas ela queria saber o porquê de eu terminar com ela, já que eu gostava muito dela. Disse que eu estava gostando de outra pessoa, que eu não conseguia mais ficar com ela. Aí minha mãe foi direta, sem que eu dissesse nada Dado, eu juro, e ela afirmou que essa pessoa era você. Dado, eu quase morri do coração quando ouvi minha mãe falar aquilo. Eu nunca tinha falado nada. Eu sempre fiquei com mulher, aí minha mãe saca que eu tô apaixonado por um cara, Dado, eu caí no choro ali, nos braços dela, e ela me deu amor, não me recriminou, como eu poderia negar a verdade pra ela?

Aí gente, quem chorou como criança fui eu..., ele veio e me abraçou, e choramos juntos, abraçados, sentados no chão. Fiquei tocado com a sinceridade dele, com o amor incondicional de sua mãe, e me solidarizei com sua revolta por sua mãe ter comentado o que ele achava que seria um segredo deles dois, mas ele tinha sacado que sua mãe tinha falado algo pro seu irmão e pra sua cunhada. Era óbvio que ela tinha falado alguma coisa. Agora eu entendia aquele papo do irmão dele comigo, seu abraço, que me dizia, "cara, tô sabendo e aceito". As indiretas, bem diretas, de sua mãe e sua cunhada. Nossa, nosso chão saiu de baixo de nossos pés. Eu estava revoltado também, sério. Estava com muita vergonha, não queria olhar pra cara da mãe dele nunca mais, muito menos pro irmão e pra cunhada dele. Aquele sábado foi tenso. Por volta das 8 da noite, eu pedi pro Marlon ir pra casa dele. Ele me olhou com cara de desespero, mas nada falou. Foi pro quarto, pegou sua mochila, e disse que não precisava levá-lo no terminal. Disse que tudo bem.

-Desculpa, Dado, estraguei tudo, né.

-Acho que sim, cara, mas a culpa não é só sua. Eu alimentei isso mais do que devia. Desculpa se estou te magoando, mas é que isso está além de mim.

-Tô ligado, eu que fui um imbecil mesmo...

Ele me deu um abraço apertado, me beijou o rosto, e choramos de novo, mas fui firme. Fechei a porta do apê, e ouvi o elevador chegar. Sentei-me no sofá, com certo alívio, juro, pensando que eu estava me livrando daquele problema. Muita coisa me passou pela cabeça, nossas transas, os momentos de alegria que tivemos juntos, as bebedeiras, as gatas que pegamos em parceria, o bem que ele me fazia. Então pensei nos momentos que eu estive com sua mãe, e que ela sabia de tudo, da relação íntima que eu tinha com seu filho, que tinha idade pra ser meu filho, pra quem não sabe, recentemente fiz 40 anos, e ele tem 21. Sentia minha cara queimar. Nunca tinha passado por tal situação. Mas, também nunca tinha sentido tal coisa por um homem. Não estava imensamente apaixonado, a ponto de fazer loucuras, mas eu tinha um amor por aquele garoto, um tesão enorme por ele, uma certa preocupação, queria que tudo de bom acontecesse com ele, e eu estava fazendo-o sofrer. Sua mãe estava aceitando, respeitando o desejo do filho, me tratando com carinho, respeito, e eu tinha acabado de expulsar o cara da minha casa. Isso não era o Dado, era um cara cretino, preconceituoso, ingrato, insensível.

Quanto tempo tinha se passado? 15 minutos, 20, meia-hora?

Saí correndo, voltei, peguei o capacete. Desci pelas escadas, pois o elevador estava demorando. Lá na garagem, lembrei que não tinha pegado o celular. Mesmo assim saí acelerando a moto, fazendo o caminho mais provável pro terminal. Não o encontrei. Cheguei no terminal, desci da moto e paguei uma passagem pra poder entrar. Rodei o terminal e não o vi lá dentro.Me bateu o desespero, a culpa, o remorso, a saudade. Saí correndo do terminal e liguei a moto pra voltar pro apartamento, pegar o celular e ligar pra ele. Mas antes de acelerar de vez a moto, vi um cara, de mochila, sentado no banco da praça em frente ao terminal. Pilotei a moto devagar, torcendo pra que fosse o Marlon. Reconheci seu cabelo cortado meio moicano, suas costas largas, e ele de cabeça baixa. Parei a moto, e ele ao reconhecer o barulho, ergueu a cabeça, mostrando seu rosto lavado em lágrimas, e imediatamente comecei a chorar também. Ele abriu seu sorriso lindo pra mim, e eu só fiz sinal pra ele subir na moto. Imediatamente ele subiu, me segurando na cintura. Mesmo com ele sem capacete, o levei pra minha casa. Entramos na garagem, tirei meu capacete, e nos beijamos, atrás de um carro, fugindo das câmeras.

-Não vou deixar você sair assim tão fácil da minha vida garoto, prometi à ele, ali mesmo.

Eu ia contar a trepada sensacional que tivemos depois disso, mas galera, desculpa, relembrar isso tudo... tô digitando esse texto aos prantos aqui, então tá foda. Prometo que logo conto o resto. De novo peço desculpas, mas não dá.

Beijos do Dado.

Visitem meu blog, dadomacho.blogspot.com.br

Fotos e mais contos, lá no blog.

Comentários

12/04/2014 17:50:36
10
06/04/2014 15:09:26
Gosto de teus relatos. Acho interessante a tua história com o Carlão e, agora, com o Marlon. Creio que vocês tem o que se pode chamar de relacionamento aberto. Espero, csinceramente, que tua história co o Marlon prossiga. Relacionar-se com alguém por quem se sente carinho, reseito e, por ue não dizer, amor,é o sonho de todo ser humano.Um beijo carinhoso, para ti, para Carlão e para Marlon,Plutão
05/04/2014 14:16:30
Joseph, aqui só relato o que é real. Abs e volte sempre. Abs do Dado.
05/04/2014 14:15:51
Bruce W, chorou né? Eu tbem kkkk. Valeu por me prestigiar tanto aqui como lá no blog. Bjos do Dado.
05/04/2014 14:13:52
Q nada OliveiraDan, e gente já descomplicou, como vc verá nos próximos relatos, mas foi tenso até que tudo entrasse no eixos novamente. Valeu pelo apoio meu querido. Abs do Dado
05/04/2014 14:11:52
Sim Spider_19, tudo começou num busão kkkk. O que deu início a isso tudo foi mostrar minha piroca pro mlk no banheiro daquele terminal, kkkk. E quem diria que viraria isso tudo né. Vamo ver o qq dá. To deixando rolar. Valeu por comentar . abs do Dado.
05/04/2014 13:59:18
Kalvin4, sim sou decente, rsrsrs. Quase fiz uma besteira, mas acordei a tempo. Essa sua citação foi perfeita. E concordo plenamente com ela. Abs, valeu por comentar.
05/04/2014 10:39:09
Grande, esse conto e ficção ?
05/04/2014 10:38:29
O que já era bom ficou perfeito. Também chorei, muito bonito. Cara, agora tô louco para ler a foda de vocês dois. Sexo com quem ama é diferente, o orgasmo é mais intenso, mais prolongado, mais gostoso. Assim que der conta logo. BOA SORTE.
05/04/2014 10:17:30
Aeeeeee, gostei da sua atitude de voltar atrás e ser decente com o garoto (#guardando a mete-bala# hahaha). Situação difícil essa hein meu amigo. O Marlon gosta muito de você, mas você apenas tem um carinho "paterno" por ele (mesmo que eu ainda ache que ele está confundindo as coisas). Sem contar que ambos também gostam de mulher e não pretendem ter um relacionamento, digamos,"mais sério"... Acho que vou te chamar de Dado complicado haha.
05/04/2014 08:14:16
que foda dado, poxa o muleque entrou de cabeça mesmo...nossa...e do jeito que tu demonstra ser cativante, acolhedor, vai se dificil se desapegar de ti. acho que o carlao nao fez uma besteira pq ele tem muito a perder, filho, mulher. brincar com macho sem se envolver é pra profissa. legal tua decisao de ir atras dele. o muleque iria pirar se voce o abandonasse. com o tempo tudo se resolve. e tudo começou num onibus, nao foi ? parece roteiro de filme do woody allen.
05/04/2014 07:58:09
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05/04/2014 04:28:43
Fico feliz em saber que você é um homem decente. Tem outros meios de sair dessa relação com o tempo sem fazer o leke sofrer. E lembre-se sempre: "você é eternamente responsável por aquilo que cativas" Antoine de Saint Exupèry.

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