TUCUNAKAU SABE VIVER..(Com foto)

Um conto erótico de Abdul
Categoria: Heterossexual
Contém 2635 palavras
Data: 24/02/2014 16:11:13
Última revisão: 12/07/2014 22:10:18

Para entender melhor este conto, bom ler antes: "Cabocla das ilhas", "Jandira" e "O Paranakau e o Xibiu-Açu".

TUCUNAKAU, sabe viver.

Um ano depois de conhecer Jandira, pude ver e sentir que tudo tem algo diferente por traz, oculto, mais simples; até o sexo que praticamos, pode ser lido e vivido de outra forma, mais natural e prazeroso.

Fomos passar um final de semana inteiro no litoral paraense, no município de Marapanim, praia do Crispim e dai até a ilha de Algodoal em Maracanã, ficamos em um hotel de turismo com chalés, simples e aconchegante. Almoçamos frutos do mar: caranguejos, camarões de agua salgada, peixes de escamas diversos, mexilhões e ostras. Tudo fonte de zinco, fundamental para a libido.

Depois do almoço deitamos nus em uma rede, na varanda do nosso chalé, abraçados, curtindo a brisa do litoral e namorando, eu fungava por traz de sua orelha, que cheirinho bom de mato, a pele macia como de bebê.

Conversando, sobre nossas vidas, fiquei sabendo mais sobre sua família. Ela nasceu enquanto sua mãe era adolescente, bem novinha, e foi criada pela avó, seu pai era marítimo e trabalhava, na época de seu nascimento, em um regatão, uma espécie de comercio fluvial, um barco que viajava pelos rios vendendo e comprando de tudo. Nunca teve muito contato com o pai, e fazia mais de quinze anos que não o via.

Seu seio, firme, macio e gostoso de acariciar, preenchia a palma da minha mão, fiquei brincando com o biquinho generoso enquanto minha outra mão alisava seu ventre.

- Janda, tu tem uma pele gostosa, adoro esse teu cheirinho...!

Perto dela, sempre fico com o menino assanhado, impaciente, vibrando. Ela é meiga e carinhosa, se entrega toda, de corpo e alma, gosta de dar prazer, se sente realizada quando eu gozo com o seu corpo, sabe o poder que tem sobre mim. Temos uma sintonia perfeita. Não sei por quanto tempo isso ainda vai durar, mas vivo intensamente cada minuto em que estamos juntos.

Jandira é de outra cultura, não tem compulsão por comprar, gastar dinheiro, é uma mulher simples e por isso mesmo, encantadora, vive sorrindo, não precisa de luxo nem nada disso.

Sua mãe mora em Belém, no bairro do Guamá, é instrutora de higiene e limpeza geral, em uma firma prestadora de serviços, tem trinta e oito anos, mas segundo Janda, parece ter bem menos. Minha morena foi morar com a mãe quando tinha nove anos, por causa dos estudos. Isabel, sua mãe sempre foi muito namoradeira e seus namorados sempre foram homens maduros, de cabelos grisalhos dai Jandira ter uma certa fixação por homens maduros, tal qual a mãe. Depois de ela me contar essas coisas todas, deitada comigo, balançando em uma rede perguntei-lhe:

- Alguma vez, algum namorado de tua mãe tentou se aproveitar de você...?

- Não nunca, mas espiei varias vezes eles namorarem pelas frestas da parede de madeira da nossa casa quando menina...!

- Etâ, menina curiosa... e o que eu tu viu...?

- Tudo...!

- Ummmm, tudo, o que...?

- Para Henrique...! coisas parecidas com o que fazemos...!

- Tua mãe sabe de mim...?

- Sabe, e minha avó também, aliás todos nas ilhas sabem...!

- Caralho, e o que pensam...?

- Nada...!

- Como nada...?

- Apenas que tu é um Paranakau...!

- E isso é bom ou ruim...?

- Nem bom, nem ruim. Só eu que sei, só diz respeito a mim, ninguém se importa muito com a vida dos outros. Minha avó confia em mim, se estou feliz ela fica satisfeita...!

- Simples assim...!

- Pra quê complicar...!

- É, mas Jaci falou que tu comia paranakau como se isso fosse ruim...!

- Não é bem assim... ela, talvez quis dizer que eu poderia mudar por estar namorando um estranho...!

- Como assim...?

- Que eu perdesse a minha identidade tucunakau, o meu jeito de ser e de viver...!

- O que significa isso...?

- Assim como paranakau significa, quem não é das ilhas, não vive como o povo das ilhas, tucunakau é quem nasceu nas ilhas e ou vive como o povo das ilhas...!

- Como é viver como o povo das ilhas...?

- Livre, ter apenas o que precisa usar, simplesmente o essencial e ser feliz...!

Nessa altura, minha mão já estava entre a sua virilha, bolinando, toda molhada na generosidade de seus fluidos. Já estava louco para sentir essa delicia na minha boca, é muito louco sentir o gostinho de seu xibiu, chupar e chupar até me fartar, que coisa louca, essa mulher é incrível, me deixa maluco.

- Janda, tu é maravilhosa, às vezes penso e tenho duvidas que tu é real...!

- Como assim Henrique...?

- Tu gosta de verdade de me entregar o que tu tem de precioso...?

- Tu tá falando do meu xibiu...?

- Sim...!

- Gosto de verdade, sinto muito prazer. Tu és um homem maduro e bonito, de muita vivencia. E te ver maluco chupando o meu xibiu, com tanta gana, me faz sentir que posso tudo, que tenho poder, que sou especial. Por isso me entrego, para te ver assim, perdendo o juízo com uma caboclinha do mato, com uma índia simples. Tantas mulheres lindas na cidade, e essa cabocla aqui te domina...!

- É verdade, tu me domina mesmo, tu sabe como me encantar...!

- Sem exageros querido...!

- É verdade, fico absolutamente encantado contigo. Encontrei em ti o que sempre procurei em uma mulher...!

- Que bom, muito bom mesmo, pra que mais serve um xibiu se não para fazer o nosso homem feliz, e te vendo feliz sou feliz também, tenho o que quero...!

- Tomará que isso nunca mude...!

- Se depender de mim, não vai mudar querido...!

- Então vem me deixar maluco, estou querendo muito beber do teu xibiu lindo...!

Ela não se fez de rogada, e prontamente se levantou e montou sobre o meu rosto, me oferecendo o seu tesouro molhado para o meu deleite. A principio eu fiquei apenas observando aquela maravilha na minha cara, toda minha, linda e cheirosa, afastei com os dedos as bochechas e vi minha perdição, o meu encanto, com todos os detalhes, lustrosa rica, de cheiro inebriante, a coisa mais linda do mundo, ali bem ao alcance dos meus lábios. Provei com a ponta da língua aquele mel, como não gostar, deliciosa, - O que mais poderia ser melhor neste mundo...? Nada...! Perdi a razão, me entreguei ao chupetão, provei de todas as formas o paladar doce da minha morena. E quando estava perdido de amor e tesão ela se perdeu também, virando bicho, esfregando desvairada o seu xibiu no meu rosto, me lambuzando.

- Toma seu safado, chupa o meu xibiu ate te fartar...!

E eu chupava tudo, tudo mesmo o xibiu e o cuzinho, o cheiro de mulher gostosa tomou conta do meu ser, quase perco o juízo e mordo, mas me controlei a tempo e só apertei com os lábios, ela deu um gritinho do mais puro tesão.

- Vou gozar na tua cara...!

- Goza sua danada, que vou mamar tudinho...!

Ela gozou mesmo, rebolando o xibiu no meu nariz, quase fiquei sem ar, delicia, baba de xibiu é bom demais. Não tava aguentando mais, meu gozo veio vindo, feroz, puxei o seu corpo para acomodar o meu menino faminto dentro dela, cravei com força e volúpia o que foi possível no fundo da morena do mato e despejei lá dentro a minha seiva sagrada, ela olhava nos meus olhos, um olhar felino do mais puro êxtase, me segurando com a buceta poderosa para eu não sair, me acabei, fiquei entregue, entorpecido, envolvido por pura magia até parar os espasmos, preso no xibiu encantador da tucunakau.

- Ohhhh mulher, tu não existe, é bom demais para ser verdade...!

- Henrique, larga de disso, eu que nunca pensei que teria um homem como tu...!

- Não tenho nada demais, sou apenas um homem que gosta de mulher...!

- Um homem maduro, de boa aparência, inteligente e carinhoso que gosta verdadeiramente de me comer, nunca ninguém me comeu com tanta vontade, com tanto tesão, não sabia que eu era tão poderosa antes de te conhecer. Eu que fico encantada quando te vejo me chupar, ficar maluco com o meu xibiu...!

- Aposto como tem muitos carinhas querendo te comer...!

- Muitos já comeram o meu cuzinho...!

- Bandida..., muitos mesmo...?

- Sim, o primeiro, eu só tinha treze anos. Nas ilhas as meninas brincam muito de sacanagem e só dão o cuzinho, porque o xibiu é coisa mais seria, pagam favores assim...!

- Me explica melhor isso...!

- Já te falei que o cu é para brincadeiras de mato e para pagar favores...!

- Sim, tu já falou isso, mais quero mais detalhes...!

- Dando o cu, a gente não corre tantos risco, se diverte e tem como pedir favores para os meninos, que sempre atendem, fazendo um roçado, remando, carregando, levando encomendas e recados, consertando um telhado e tudo o mais...!

- Todas meninas das ilhas dão o cu...!

- Todas, até as casadas...!

- Mas Jaci não me deu o cu...!

- Tu não fez favor pra ela, quem fez foi eu, eu que te mandei secar o peito dela, e ela fudeu contigo por mim e por curiosidade também afinal tu é um paranakau bonito...!

- Mas ela sendo casada, pode fuder com outro homem...?

- Não deveria mas pode quando quiser muito sem que isso seja considerado traição...!

- Tu já deu o cu para alguém da universidade...!

- Não, só para tucunakau, os paranakau não compreendem isso de liberdade, e isso é algo muito pessoal, só diz respeito as meninas, mas estou abrindo uma exceção para ti, porque gosto e confio em ti...!

- E tu gosta de dar o cu...?

- Mentiria se falasse que não, mas é diferente, não envolve sentimento, não é intenso como o que a gente faz...!

- Como assim...?

- As vezes gozo, as vezes não, mas o bom é saber que dar prazer é recompensar é tudo, que outra forma poderíamos contar com a simpatia e devoção dos meninos das ilhas...?

- Entendo..., e as mais velhas como fazem para contar com essa devoção...?

- Fazem a mesma coisa, pois temos meninos mais velhos também...!

- Sei, tem lógica...!

- Na época de avó da minha tataravó já era assim...!

- Hummm esse papo me deu muito tesão. Saber que você dá com frequência o cuzinho...!

- Calma lá, não é bem assim, na comunidade não sou tão popular, nem considerada tão desejada deste jeito, Jaci é muito mais que eu, e outras também...!

- Jaci tem aquele diferencial, mas não chega perto de você...!

- É porquê nós dois temos algo mútuo, de pele, como um casal verdadeiro, já sou ate conhecida como Jandira do paranakau...!

- E um marido pode proibir a mulher de dar...?

- Acho que não, ele não é dono dela. Um tucunakau jamais faria isso, ele respeita a sua mulher, bem como nenhuma mulher proibiria seu marido de fazer favores ou de se divertir. É assim que funciona...!

- Então quer dizer que nas ilhas ninguém usa o termo corno...!

- Não como vocês usam. Se uma mulher casada, dorme com outro homem, cozinha pra ele e tem filho com ele ela é adultera e o marido é corno, mas isso é muito raro, ela perde a moral, é rejeitada por todos assim como o marido que abandona o lar ou não come a sua mulher. Nas ilhas quase não há divorcio, os casamentos, quase sempre, duram por toda a vida. Os homens mais velhos e mais vividos são os que mais tem capacidade de fazer favores e são os que mais recebem paga...!

- Bom ouvir isso, tu acha que podem pedir favores para mim...?

- Se tu te tornares um tucunakau, tenho certeza que sim...!

- Então vem me ensinar a ser um homem das ilhas meu tesão, que meu menino tá assanhado...!

- Esse menino vive assanhado quando esta comigo...!

- É porquê tu é danada e fode muito gostoso...!

Ela pegou no menino para ver o quanto ele estava assanhado e foi caindo de boca, chupando gostoso, como ela sabia fazer, mesmo sem caroço de açaí, logo ele ficou como pau cumaru, muito duro e vibrando. Meu desejo de comer-lhe o cu estava imenso, fui buscando com os dedos o seu buraquinho e acariciando, ela sorriu de um jeito maroto, adivinhando as minhas intenções e começou a rebolar e arrebitar a bunda com muita pratica, fiquei maluco e deitei ela de costas nos punhos da rede, de modo que sua bundinha ficasse ao alcance da minha boca, abri sua nádegas e comecei a beijar e lamber a morenice enrugada e cheirosa que ela possuía, chupei e enfiei o dedo e a língua diversas vezes, que coisa gostosa, quando ela estava relaxada e dava para ver a cor que era por dentro, com meu dedo indo fundo sem resistência, levei o menino para ver de perto aquela maravilha, cuspi e ele foi se esgueirando para dentro, devagar e eu admirando, como era lindo ver ele sumir, a respiração dela já estava acelerada e arfava me engolindo, delicia, de repente ele se escondeu inteiro dentro dela, meus pelos pubianos encostavam na sua bunda, lindo, lindo de ver.

- Aiiii, Jandirinha, isso é muito gostoso e lindo de ver...!

Ela começou a me apertar, me expulsar e me sugar para dentro novamente

- Come o meu cuzinho Henrique, sou sua e adoro isso...!

Comecei a tirar e pôr, devagar, curtindo o visual do ato cheio de tesão, o cuzinho começou a fazer espuminha e cada vez mais entrava melhor, ela rebolava cadenciada, me engolindo pela bunda, delicia pura, no seu ritmo fui acelerando as estocadas e ela o rebolado até que o menino já saia todo para entrar novamente, voraz e cheio de desejos malucos.

- Adoro dar meu cu, querido. Come essa tua cabocla como você sabe comer, bem tarado...!

- Sim, morena linda, é uma delicia te comer assim...!

Fomos perdendo o juízo juntos, ela já murmurava o tempo todo rebolando e pedindo para eu enfiar no seu rabo, que mulher maravilhosa. Quando estávamos quase gozando eu pedi possesso:

- Querida, amorzinho, estou morrendo de tesão para ver tu dar o teu cuzinho para outro homem, queria muito te ver fuder, você é linda e vai ser lindo te ver...

Ela gozou antes de mim, muito intenso, me apertando com força com a sua musculatura anal.

- Tu quer mesmo ver...?

- Sim, muitoooooo...!

Gozei loucamente, enfiei tudo com força, até o talo, imaginando a possibilidade.

- Aiiiiiii que loucuraaaa benzinho, gostosa, égua do cu maluco...!

Fiquei socando, muito, ate acalmar e ainda deixei-me ficar dentro por um tempo, sentindo ela rebolar devagarzinho que lindo, Jandira era absolutamente fantástica.

Cai de costas na rede extasiado com o menino flácido e satisfeito. Ela veio deitar-se por cima de mim, nos beijamos muito, chupei sua língua cheio de ternura e pousei mil beijos em sua face, ela me olhava nos olhos, o momento era de pura magia, afaguei seus cabelos macios, era tão bom acariciar seu corpo jovem, uma paz infinita, seu hálito gostoso perto de mim, ainda cheirava sexo.

- Querido, tu falou na vera que quer me ver dar para outro...!

- Falei sim...! essa possibilidade me excita muito, te acho linda e queria te admirar de longe vendo a beleza do momento, seria como se fosse comigo e eu me afastasse do meu corpo para te admirar...!

- Tu é muito doido...! - Mas a ideia me agrada também, só não sei como seria para realiza-la...!

- Deixe isso comigo...!

- O que tu prefere, meu cu ou o xibiu...?

- Teu cuzinho é fantástico mas o que me enlouquece verdadeiramente é o teu xibiu, nada se iguala...!

- Jura amor...?

- Sou um pouco voyeur, gosto de ver, não só a ti mas todas as mulheres que me dão tesão, é apenas uma tara, um fetiche como dizem os franceses...!

Ela me beijou e eu me entreguei à paixão do momento, de toda alma. Ficamos abraçados, aqueles seios miúdos e durinhos encostado em meu peito, pele macia e a brisa soprando, um cheiro de maresia e sexo, adormecemos no balanço da rede.

FOTOS DE JANDIRA:"https://d4swing.com/photos" - obs: tem que fazer cadastro para ver.

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Comentários

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Palmas Abdusido! Nossa...para eu comentar um texto ...O enredo envolvente, me prendeu do começo ao fim...Parabéns. Desculpe não ter te reconhecido no CE....Agora que estou associando o Henrique ao abdusido....Mancada! Sou sua fã! Nota 100000

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PQP, Abdul! Assim não vale! Depois de mulheres, a coisa que eu mais adoro degustar são frutos do mar: caranguejos, camarões, ostras, mexilhões, peixes com e sem escamas. Quase morri de inveja porque você tinha tudo isso e mais Jandira numa ilha. Mas, ainda bem que faltou a lagosta (a lagosta assada com maionese, shlup, ui, engoli a baba da saliva). Aí eu ia pirar de vez! O conto está espetacular, amigo. É para ler e reler várias vezes. Em especial quando se come o cuzinho e o xibiu dessa maneira. Abração!

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adorei seu conto, você é muito bom, continue escrevendo, beijos da Geralda. Da uma olhadinha no meu conto sobre o diario de uma menina que viveu no tempo da escravidão no brasil, acho que ficou bom, da uma olhada sua opinião é importante pra mim. nota dez

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Olá meu caro Heliel, obrigado pelo seu comentário. Amigo, no entorno de Belém, tem dezenas de ilhas com muitas comunidades organizadas. Acredito que de maneira geral as pessoas destas comunidades tenham a mesma origem e a mesma cultura, não só nas ilhas mas no interior do grande estado do Pará, as margens dos rios gigantescos. Abrçs.

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Gostaria mesmo de cConhecer essa ilha talvez Nessa ilha as mulheres valorizam mais os homem como deve ser tratado mande seu telefone para meu mail

Para saber desse paraiso

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Gostaria de visita essa ilha em minhas ferias como poderia chegar ate ai poderia mandar indicacao pelo meu mail. Helielsonsilva12@hotmail.com. gostaria de conhecer lugares assim

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Valeu newton19, para ver as fotos tem que fazer um cadastro e criar um login depois e ir ao perfil de Abdusido e ver fotos. Abrçs.

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Que bom que você gostou Mallu, como falou que aprendeu algo, não faça o Moacir sofrer tanto. O sexo é algo natural que a natureza criou para melhorar o mundo, não para trazer tormentos.

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