A Sauna - Primeira parte

Um conto erótico de CH453R
Categoria: Homossexual
Contém 3378 palavras
Data: 02/02/2014 23:19:55
Última revisão: 06/02/2014 22:53:56

Olá, meu nome é Diego. Tenho 35 anos e sou um cara estilo chubby. Tenho 160kg e 1,87m. Sou bem gordão e não tenho muitos pelos no corpo, só alguns no peito e coxas. As vezes uso barba e outras deixo um cavanhaque. Quando o calor tá demais não uso nada, e agradeço por não ter tantos pelos. Durante 4 anos eu namorei o Fê, um caçador (aquele tipo físico normal ou pouco gordinho que ama ursos e chubbies). Ele morava no Rio de Janeiro, e eu em Sampa. Nos víamos a cada 15 dias, ou sempre que tinha um feriadão. Um dia ele se mudou pra Sampa e começamos a morar juntos. Vivemos pouco mais de 2 anos sob o mesmo teto, e infelizmente com o tempo, o tesão dele foi diminuindo, ao passo que o meu só aumentava. Ele é 5 anos mais velho que eu, loirinho, bem parrudo, gostava de usar cavanhaque e tinha uma voz grossa que sempre me deu muito tesão.

Como tinha dito, já no quarto ano do nosso relacionamento, o Fê estava muito focado em trabalho e mal tinha tempo pra mim. Vivia cansado e poucas vezes me procurava para sexo. No Carnaval do ano passado, havíamos planejado de passar no Rio de Janeiro, e curtir algo diferente pra ver se melhorava nossa relação. Ele me propôs irmos numa sauna e fazermos uma espécie de troca de casais. Bem, no começo eu não curti muito, pois o que queria mesmo era com ele, mas como já tinha me conformado com a situação que estávamos vivendo, até no dia da viagem eu fui amadurecendo a ideia e por fim aceitado e até pensei que quem sabe, isso pudesse resolver ou minimizar o "problema".

Chegou o feriado e fomos curtir o carnaval no Rio, com muitos passeios em mente, claro, mas com a ideia da sauna também nos planos. E no segundo dia do Carnaval nós fomos para a tal sauna. Nos "preparamos" bem. Eu lembro que estávamos de barba nesse dia, então deixamos ela bem feita, eu fiz uma limpeza completa, pois sou passivo e gosto muito disso. Chupamos pastilhas, compramos 1 pacote com 12 camisinhas, e tudo mais de exagerado que se pode imaginar para quem vai pra sauna com o propósito que íamos (se não consegue imaginar, tente. Ou leia até o fim. Rs).

Chegamos cedo na sauna localizada no Catete. Muito bacana o local, principalmente pra mim, pois eu adorava chasers, e lá eu vi vários no dia. Já o Fê não deve ter ficado muito feliz, pois ele curte chubby e o único na sauna aquela hora era eu.

Bem, nós entramos e fomos pro local onde tem os armários para guardamos a roupa. Começamos a nos despir e nessa hora tinha 2 rapazes lá, os dois ficaram me encarando. Eu sempre fui um gordo bonito mesmo, minha auto estima é boa e fica ainda melhor quando sinto que alguém sente atração por mim, imagina só ali que tinham dois. Os rapazes ficaram sem graça porque viram que eu estava acompanhado e ficaram com receio de continuar me encarando. Eu percebendo isso, fui puxar assunto pra quebrar esse gelo bobo e não perder a chance com os dois. Me apresentei e apresentei o Fê. Ele me surpreendeu, pois disse aos rapazes que éramos amigos (Depois as sós ele me explicou que assim seria mais fácil e não assustaria o povo. Confesso que fiquei perplexo, mas concordei com o que ele disse).

Já enrolados na toalha, o Fê pediu licença pra ir pra sauna a vapor e eu fiquei com os rapazes no vestiário, conversando. Os rapazes foram dando mais detalhes de si. Eram amigos, e adoravam ursos e chubbies. Um deles disse que se chamava Filipe (tinha aproximadamente 1,80m, era moreno claro, liso, corpo definido tipo de atleta corredor, um pau generoso mole, duro então ficou um espetáculo. Tinha 24 anos), o outro disse que se chamava Willian (era mais baixo, uns 1,75m eu diria, era clarinho, tinha uns pelos lisinhos no peito e barriga e também tinha um corpo bem definido, de repente até praticavam esportes juntos. Ele disse que tinha 25 anos).

Eu comecei a elogiar os meninos, e eles retribuíram o elogio. O Willian pediu para eu tirar a toalha e mostrar a bunda. Eu meio sem graça o fiz (porque na hora só tínhamos nós 3 no vestiário), eles aproveitaram a passaram a mão na minha bunda. Cada um apertou uma nádega. Quando me virei pra me enrolar na toalha, vi os dois apalpando o pau, e notei, pelo volume, claro, que estavam ficando excitados. Os dois propuseram pra mim de fazermos um sexo a 3. Eu os lembrei do Fê, o então "meu amigo" e o Filipe então sugeriu, que os dois fossem ativos comigo e que o meu "amigo" bancasse o Voyeur. Eu achei que ele não fosse topar, mas como tinha ficado com muito tesão nos rapazes, eu fui lá falar com ele.

Cheguei na sauna sa vapor e ele estava falando com um rapaz também. Estranhei demais, pois não fazia o tipo dele. Ele pediu licença ao rapaz quando o chamei para conversar. Já fora da sauna eu contei pra ele da ideia que tive com os rapazes, e eu nem acreditei em duas coisas. A primeira, foi que ele topou. A segunda foi que ele sugeriu um quinto integrante para a brincadeira. Ele estava falando do Cleiton, o rapaz com quem estava conversando na sauna. O Cleiton tinha 28 anos, era bem alto, quase minha altura. Era branco, cabelo e olhos escuros, bem forte, e com uma rola muito grossa. Linda!

Na hora eu fiquei sem saber o que fazer. Olhei pros lados pra pensar, e com medo perguntei pra ele se ele queria mesmo fazer aquilo (já que fugia dos nossos planos iniciais). Ele disse que não tinha problema algum, que se eu topasse ele faria numa boa. Eu sorri e balancei a cabeça fazendo que sim, que topava. Ele voltou na sauna a vapor e chamou o Cleiton. Eu cumprimentei o rapaz. Em seguida o Fê explicou pra ele que tinham mais 2 na brincadeira e se ele toparia. E ele disse que sim também.

Fomos então nós 5 pra parte superior da sauna, onde tinham os quartos privativos. Fomos para o final do corredor onde tinha o maior quarto e que pra nossa sorte, estava vazio. Até porque ainda era cedo, eu acho. Entramos, e todo mundo foi tirando as toalhas e pendurando onde dava. Eu fiquei louco. Vi aqueles 4 cacetes ali, todos pra mim (sim, eu contei com o do Fê também, pois sentia um prazer enorme com o pau dele, e queria muito ele dentro de mim naquele dia).

Entretanto, não foi bem como pensei. O Fê veio me beijar, me deitou na cama e disse:

- Pronto, rapazes. Ele é todo de vocês. Quero que vocês dêm um trato no meu gordo!

Confesso que fiquei meio sem graça num primeiro momento. Mas a graça chegou depois, rs! Assim que o primeiro pau desconhecido se aproximou de mim, aquele meu fogo reacendeu e eu entrei no clima da brincadeira imediatamente.

Primeiro veio o Willian, o mais baixinho. Já chegou pegando e chupando meu peito. O amigo dele, Filipe, veio me beijar. O Cleiton passou por trás subindo na cama e começou a passar a mão nas minhas costas.

Nossa! Fechei o olho e gemia de prazer. Quando abri, vi o Fê encostado na parede alisando o pau, que estava ficando bem duro. Os três rapazes se revezavam no meu corpo. Ora um me beijava, outro me mordia a nuca, outro alisava minha barriga, outro esfregava o pau em mim, e depois tinha um pau na minha cara, na minha boca, dois paus na minha boca. Eu rolava na cama, me acomodando e mudando de posição e os rapazes vinham atrás. Eu sentia paus duros encostando em todas as partes do meu corpo. Tudo ia bem, até o Fê perder a paciência e dizer:

- Vamo, lekes. Quero ver vocês fuderem meu gordo, porra!

Os rapazes se assustaram. Mas obedeceram, por incrível que pareça. Parecia que o Fê era um diretor de filme pornô e comandava toda situação. E eu então era a ninfeta que dava pra todos. Rs

O Cleiton saiu de cima da cama e me puxou para a beirada, de frango. Pegou uma camisinha e encapou o pau, que como eu disse, era bem grosso. E para meu desconforto, levaria rola no cu logo do mais grosso primeiro. Ele era um cara bem forte. Abraçou minhas coxas com minhas pernas para o alto e foi esfregando o pau na porta do meu cuzinho. O pau dele era bem reto, mas devido a grossura eu sabia que não entraria tão fácil. Imagina só, eu estava acostumado com o pau do Fê, que era bem diferente daquele. Era curvo, comprido e cabeçudo. Ele olhou para baixo, deu uma cuspida. Senti o cuspe escorrer pelo meu saco e descer para o meu rego. Quando o cuspe chegou no cuzinho e foi forçando o pau. Senti o cacete grosso dele escorregando para dentro de mim. Ele foi me alargando aos poucos. Fazia movimentos curtos e com força. A cada movimento entrava um pouco mais. E eu sentia aquilo como se fosse um vibrador daqueles bem grotescos me penetrando. Eu gritava. Ali na sauna já tinha percebido que o povo gostava de gritar, pra se libertar e chamar atenção. No meu caso era de dor mesmo. Enquanto isso, os outros rapazes me acariciavam pra tentar me acalmar. O mais baixinho se curvou e começou a me beijar e o moreno me fazia carinho no cabelo. Eu fui relaxando e o Cleiton começou a enfiar mais o pau dentro de mim, foi entrando mais fácil, mais rápido, até estar todo dentro de mim. Senti as coxas dele encostadas na minha bunda, as minhas coxas encostando na barriga dele, e ele segurando agora as minhas pernas pelo calcanhar, e as abria pro pau poder entrar mais, até o talo, nem que fosse 1 centímetro a mais.

Nossa, como foi bom sentir aquela rola toda dentro de mim. Fazia tempos que não tinha aquela sensação gostosa de ser penetrado com prazer. Ele ficou um tempo parado, sentindo meu cu morder o pau dele. Quando eu parei ele começou a me bombar. Cada estocada que eu ganhava eu dava um grito, o que atrapalhava a beijar um dos rapazes. Daí esse mesmo rapaz se ajoelhou na minha frente e colocou o pau na minha boca, pra eu chupá-lo. O outro veio para o meu peito e começou a lamber meu mamilo. Caramba! O que foi aquilo!? Um rola no cu, outra na boca e uma mamada no peito, tudo ao mesmo tempo. Eu estava num transe tão grande que nem lembrava onde estava o Fê e o que estava fazendo.

Algumas vezes eu tirava o pau do Willian da boca pra poder gritar e expressar minha dor e prazer, mas o danado voltava com o pau pra minha boca pra continuar chupando-o. Enquanto isso o amigo dele revezada entre um mamilo e o outro, as vezes lambia a pontinha, outras vezes chupava o peito com toda força. Eu adorava aquilo. Sinto muito tesão no mamilo. E o Cleiton não parava de bombar meu cu. Ele socava forte, fazia até barulho do meu corpo batendo no dele. E ele que até então estava calado, começou a gemer. Imaginei que estava prestes a gozar. E acertei. Ele começou a gemer cada vez mais alto. O rapaz que estava me mamando parou para ver e eu parei de chupar o amigo dele para poder ver também. Achei que ele tiraria o pau pra gozar em mim, mas não o fez. Estava num ritmo tão intenso que foi me bombando até gozar. E quando o fez socava o cacete até o fundo, cada socada eu sabia que era uma jatada de porra. E foram 6. Fiz questão de contar e memorizar. Depois ele ficou fazendo um movimento bem calmo, até que o pau amolecesse e ele pudesse tira-lo de dentro de mim.

Quando o Cleiton tirou o pau do meu cu, senti um vazio enorme. Estava largo! Ele tirou a camisinha e me mostrou o quanto tinha gozado. Era muita porra! O Willian, que eu estava chupando, saiu da cama e pediu para que eu ficasse de quatro. Ele era muito baixinho, então disse pra ele que não daria. Então eu desci as pernas da cama e fiquei de bruços na beirada, com as pernas de pé para fora, como se tivesse me deitado apenas com a parte da barriga na cama. Assim, deu altura praquele baixinho safado me comer. Por que safado? Ora, porque antes dele enfiar a rola em mim, ele ficou brincando com meu cu. Ele enfiava um dedo, dois, três, e chegou a enfiar até os cinco dedos no meu rabo. Acho que só consegui porque havia acabado de ser enlarguecido pelo Cleiton. Eu me contorcia todo, porque ele girava os dedos dentro do meu cu. Ninguém nunca tinha feito isso comigo. E foi assim, até o Fê dar um novo comando:

- Vai, cara. Para de brincar. Você não quer meter a rola nesse gordo gostoso não? Vai desperdiçar essa oportunidade com dedinhos?

O rapaz ficou sem graça. Eu virei pra trás e vi a expressão no rosto dele. Ele parou na hora. Colocou uma camisinha no pau, passou saliva por cima e mais um pouco no meu cu. Como já tinha dado uma vez, nessa agora foi tranquilo. A rola dele era mais curvada e comprida, parecia um pouco com a do Fê. Foi muito gostoso porque ele entrou todo de uma vez. Senti a cabeça do pau dele encostando na minha próstata. Meu pauzinho até latejou, veio uma vontade parecida com aquela de mijar. Um friozinho gostoso. Eu dei um grito de “ai que delícia”. O rapaz deve ter ficado todo cheio de si com isso, porque imediatamente começou a me socar. Ele me segurava pela cintura e vinha me fodendo cada vez mais rápido. Fazia barulho das coxas dele batendo nas minhas bem gordas. O amigo dele, Filipe veio por cima e se deitou na minha frente para que eu o chupasse. Eu abaixei a cabeça e comecei a mamar aquela rola morena gostosa. Que era inclusive maior do que a rola que estava dentro do meu rabo naquela hora. Já imaginava o prazer que sentiria quando chegasse a vez dele.

O Willian ia me socando cada vez mais gostoso. Eu rebolava na rola dele. As vezes seu pau saia do meu cu, ele ajeitava rapidamente com a mão e enfiava todo até o fundo novamente. E eu gritava alto quando ele fazia isso. Era assim, ou eu gritava ou eu chupava o amigo dele. Minha boca estava cansada, foi quando o William me comeu tão rápido que parecia uma máquina. Também sabia que aquela era a hora dele gozar. Ele não gemeu nem fez barulho, apenas bufou, como um touro. E assim como o Cleiton, cada jatada de porra era uma estocada forte no meu rabo. Quando terminou de gozar ele deitou por cima de mim e foi tirando o pau bem devagar. A camisinha ficou presa no meu cu e ele puxou com a mão. Fez cócegas (sinal que eu ainda tinha pregas e sensibilidade no cu).

Ele subiu pra cama e disse para o amigo: “vai lá, agora é você!”

O Filipe se levantou, mas antes que ele terminasse de vestir a camisinha eu perguntei se podia trocar de posição. Eu quis ficar de ladinho. Como o pau dele era bem maior que os outros dois eu sabia que ele conseguiria me comer bem nessa posição. Eu me virei deitado na cama, ficando de frente para o Fê. Ele ainda estava ali parado, de pau duro. Procurei Cleiton no quarto mas ele não estava. Ele tinha saído e nem ouvi. Já com o pau encapado, o Filipe se deitou por trás de mim e veio esfregando o pau na minha bunda, caçando meu cuzinho. Não demorou muito pra achar.

Ele foi mais generoso que os outros dois, foi introduzindo a rola em mim com jeitinho, bem devagar. Eu sentia a rola dele entrar e parecia que não tinha fim. Era bem lento e bem gostoso, ele ia abrindo caminho dentro de mim e cada vez entrava mais um pouco do seu pau. Eu fazia cara de prazer. Olhava para o Fê e o via batendo uma punheta. Alisando aquele pau que eu amava. Confesso que foi a trepada que mais me deu tesão das três. Embora eu já estivesse todo largo e começando a ficar assado, agora era possível ver o Fê se masturbando, olhando pra mim. Era pra ser uma situação constrangedora, mas como senti que ele estava gostando e tendo um tesão que há tempos eu não via, eu deixei rolar. O Filipe me segurou por um ombro, e pôs a outra mão na minha cintura. Vinha me comendo bem gostoso. As vezes descia a mão e apertava minha bunda. O tesão nessa transa aumentou ainda mais quando o Willian voltou, se agachou na beirada da cama e começou a chupar meus peitos novamente.

Caramba! Que tesão. Eu achei que o Filipe gozaria rápido depois de tanta chupação e punheta, mas o danado parecia que não gozaria nunca. Eu já estava ficando numa situação desconfortável. O pau dele era muito grande e ia muito fundo, mesmo estando de ladinho. Mas a dor sempre passava quando eu olhava pro Fê e o via com uma cara de tesão enorme. Eu sentia o tesão dele e me entregava de novo ao sexo.

Eu não cronometrei, mas acho que o Filipe ficou uns 15 minutos me comendo. Sempre na mesma posição, só mudava o ritmo e a posição das mãos no meu corpo. O amigo dele também, continuava ali me chupando e se masturbando ao mesmo tempo. Ora um peito, ora outro. Eu pensei em bater uma punheta para gozar e o Filipe se tocar e gozar logo também. Levei a mão no meu pau, passando o braço por cima da cabeça do Willian, e comecei a socar meu pau, que estava meia bomba. O Willian olhou pro lado e foi com a boca pro meu pau. E ele nem me pareceu do tipo que faria isso. Mas que bom que fez, porque foi ótimo.

Eu aproveitava o movimento das estocadas do Filipe e segurando a cabeça do Willian eu socava meu pau na boca dele. E o Fê estava lá, na parede, se masturbando no mesmo ritmo. Meu pau já estava duro, e com total sensibilidade. Sentia a língua do Willian passando nele. E meu cu implorava para que o Filipe gozasse logo. Já estava ardendo.

Por um milagre do bom senso ele chegou perto do meu ouvido e disse:

- “Quer que eu goze, cara?”

- “Quero. Goza, vai!” – Respondi aliviado.

Ele tirou o pau do meu cu. Parece que o FDP estava segurando a porra e se divertindo no meu rabo. Depois tirou a camisinha e começou a bater uma punheta. Nem demorou muito e ele gozou nas minhas costas. Eu senti aquela porra quente nas minhas costas e rego. E ele ainda a espalhou com o pau, passando na minha bunda. O Willian parou de me chupar e eu continuei a punheta que havia começado. Fui batendo até gozar. E que gozada!!! Eu gozei muito forte, cada jato de porra que saia do meu cacetinho ia longe. O primeiro acertou a parede onde o Fê estava encostado. Nossa! E eu gemia de tesão com o leite saindo do meu pau.

Fiquei ali, todo bambo. Relaxado em todos os sentidos.

Os rapazes se levantaram, pegaram suas toalhas e se enrolaram nela. Eu estava estirado na cama, nem me mexia. O Fê parou de se punhetar e veio pra cama. Me deu um beijo longo e gostoso na boca. Depois pediu para os rapazes saírem do quarto.

Eles o obedeceram (de novo). Ele fechou a porta e veio se deitar do meu lado na cama.

Ainda tinha muito pra acontecer naquela sauna... E eu contarei em breve o que mais aconteceu lá nesse dia.

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Comentários

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Adoro gordos. Se desejar estarei a disposição. Sou negro e musculoso.

negromod76@yahoo.com.br

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Adoro sauna e curti sua estória. Quando em Sampa, aproveite para conferir a Wild Thermas. Eu tô sempre por lá e é sempre agitada! Se tiver tempo de ler, escrevi sobre duas ocasiões quando fui para lá.

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