Garoto arrogante! pt.2

Um conto erótico de TN
Categoria: Homossexual
Contém 1446 palavras
Data: 14/02/2014 22:56:29
Assuntos: Escola, Gay, Homossexual, Rico.

Acordei de bom humor, havia dormido mais do que o normal, fui para o banheiro, tomei um banho e fui para a escola. Me deparei com Daniel chegando.

Daniel- Bom dia. – empolgado, como se estivesse indo para um clube.

Eu- bom dia.

Daniel- Está gostando da escola?

Eu- Até que é legal.

O assunto morreu, não tínhamos nada para falar, caminhamos mais um tempo com um silencio que parecia mais um buraco entre os dois até finalmente nos separarmos.

Daniel- Boa aula.

Apenas acenei e sorri, fui bem devagar até a minha sala, não havia chegado ninguém, decidi dar mais uma volta pela escola, me familiarizar com o território. Acabei esbarrando no amigo do Eduardo, Rafael.

Rafael- Bom dia. – dizendo em um tom bem irônico.

Eu- Bom dia. – disse empolgado, queria provocá-lo

Rafael- Não te entendo.

Eu- O que?

Rafael- Você ontem deixou a impressão de que não foi com a minha cara, hoje me dá um bom dia desses.

Eu- Você não precisa entender.

Rafael- Ai está! – disse rindo.

Eu- Não se engane, não tenho nada contra você, apenas é meu jeito. Peço desculpas por ontem, estava de mau humor e você acabou sendo pego nele.

Deixei ele surpreso, exatamente com queria.

Rafael- Me desculpe por te julgar. – sua cara estava estampada “vergonha”.

Eu- Não tem problemas, minha personalidade não agrada muita gente. Melhor eu voltar para a sala. Desculpa qualquer coisa. – virando correndo.

Estava sorrindo, tinha achado minha diversão, atormentá-lo. As aulas passaram bem rápidas, e no intervalo antes de sair da sala Eduardo estava me esperando do lado de fora.

Eduardo- Izaki precisamos conversar. – sua cara era séria.

Eu- O que foi Eduardo?

Eduardo- Sua mãe me disse que você não anda comendo direito e está emagrecendo demais.

Eu- Vai voltar a bancar o irmão mais velho?

Eduardo- Sabe que eu me preocupo com você, não demonstro muito, me afastei, mas você é um irmão na minha concepção.

Eu- Eduardo, não precisa de tanto, minha mãe exagerou.

Estava com vergonha, Eduardo sempre cuidou de mim da maneira dele, acabamos nos afastando com a separação de seus pais, mas também sempre o considerei um irmão mais velho.

Eduardo- Vamos para a cafeteria, você não tomou café hoje.

Era previsível que ele sabia, me conhecia muito bem, bem até demais. Me deixou na fila da cafeteria.

Eduardo- Se você quiser você pode sentar com a gente.

Eu- Obrigado.

Foi para uma mesa a onde estavam Rafael, Daniel e a Raquel. Comprei qualquer coisa e voltei para a sala. Lá estava a garota que havia me abordado no dia anterior.

Eu- Gabriela, certo?

Gabriela- Você lembrou de mim. – disse ficando corada.

Eu- Por quê está lanchando sozinha?

Gabriela- Ainda não fiz amigos.

Eu- Sério, pensei que já seria amiga da sala inteira depois da forma que falou comigo ontem. - sentando ao seu lado.

Gabriela- Você foi meu tiro no escuro, parecia tímido igual a mim.

Eu- Desculpa. – me senti mal por ela.

Gabriela- Não precisa se desculpar.

Acabei passando o intervalo conversando com ela, até que era divertida, muito tímida. Aguentei até as aulas acabarem, fui para casa, a única coisa que eu queria era deitar. Cheguei em casa meus sonhos foram cortados com meu pai me chamando para treinar tênis. Após o treino tomei uma ducha, decidi dormir, estava cansado. Acordei no meio da tarde, tive um sonho não me lembro sobre o que era, olhei para minha cueca estava toda molhada, a única certeza que eu tive era que o sonho tinha sido erótico, fui para o banheiro tomar uma ducha, tive pequenas visões do sonho, onde eu estava na escola e Rafael me beijava, me abraçava, acabei ficando excitado e me sentindo estranho, nunca tinha tido nenhum interesse em homens, acabei me masturbando para passar aquele tensão. A única coisa que passava pela minha cabeça era o porquê, por que agora, porque aquele menino, cai no sono depois de horas pensando. Perdi à hora no outro dia, minha mãe não estava em casa e meu pai nunca foi de acordar cedo, tinha esquecido o despertador, tomei um banho rápido para acordar e fui para a escola. Já tinha perdido o primeiro horário, sentei em uma mesa do pátio, estava com dor de cabeça e com o corpo fraco.

Daniel- Izaki?

Eu- Bom dia Daniel.

Daniel- Você está bem? – fazendo a mesma cara que o Eduardo fazia quando me perguntava.

Eu- Apenas dor de cabeça.

Daniel- Precisa de algo? Quer que eu te leve para a enfermaria?

Não estava entendendo aquilo.

Eu- Por que está sendo legal comigo?

Daniel- Não tenho nenhum motivo em especifico, apenas fiquei preocupado. Na verdade você é a única pessoa que conhece o Eduardo e ele se preocupa com você, acho que quero te conhecer melhor.

Ele foi bem sincero, bem admirável para uma pessoa.

Eu- Ganhou pontos pela honestidade.

Daniel- Você tomou café da manhã? Às vezes eu fico passo mal quando não tomo.

Eu- Ótimo o Eduardo te contou.

Deveria saber que ele contaria afinal Daniel é seu namorado.

Daniel- Ele me disse que você não gosta de comer, ele estava um tanto preocupado com você.

Eu- Não é que eu não gosto, apenas esqueço.

Daniel- Engordar um pouquinho não faz mal, você ainda vai continuar bonito, acho até que vai ficar até mais. Ficar assim pode causar muitos problemas depois, tenho certeza que você quer aproveitar a vida ao máximo.

Ele realmente demonstrou um ponto de vista diferente, de fato ele acabou me convencendo talvez ele estivesse certo, talvez não. Apenas me levantei e sai dali, fui para a cafeteria comprei um sanduíche, havia me lembrado que minha última refeição tinha sido a mais de doze horas atrás. Acabei matando o segundo horário na cafeteria, quase no horário do intervalo decidi voltar para a sala para deixar meus materiais, encontrei Gabriela.

Gabriela- Você veio! – disse empolgada.

Eu- Não precisa de tanto.

Gabriela- É que você é o único que eu converso, eu sei que ainda é o terceiro dia, mas eu tenho um pouco de dificuldades de me enturmar.

Eu- Vou colocar minhas coisas no meu lugar, já volto.

Gabriela- Podemos lanchar juntos?

Eu me lembrei do Daniel, decidi dar uma chance para o que ele falou.

Eu- Vamos.

Fomos para a cafeteria, estávamos na fila quando Eduardo me cutuca.

Eduardo- Você na fila da cafeteria? Vai lanchar?

Eu- Algum problema?

Eduardo- Nenhum, mas o que te fez mudar de ideia? – espantado

Eu- Seu namorado me disse algo que eu quero ver se é verdade, até tomei café da manhã.

Eduardo- Agora estou impressionado.

Reparei que Gabriela estava sem graça no meio daquela confusão, tinha me esquecido de apresentá-la.

Eu- Eduardo essa é a Gabriela, Gabriela esse é o Eduardo.

Eduardo- Tomando lanche e fazendo amizades. – disse rindo- Muito prazer, por favor não pare de conversar com ele se ele te tratar mal, apenas me avise.

Gabriela- Prazer. – ela estava vermelha

Eu- Está bom não é Eduardo, você já me vigiou por hoje pode voltar para a sua mesa.

Eduardo saiu andando voltando para a mesa.

Eu- Desculpe Gabriela.

Voltamos para a sala e lanchamos lá, conversamos até o professor entrar na sala, por sorte ele estava adiantado.

Eu- Vou ao banheiro Gabriela.

Sai meio apressado, não podia perder mais aulas, chegando ao banheiro me deparo com Rafael.

Rafael- Hey, como está?

Eu- Bem. – caminhando para um dos boxes do banheiro.

Sai e ele estava lá escorado na pia.

Eu- O que ainda faz aqui?

Rafael- Nossas salas ficam bem perto, pensei em te esperar.

Eu- Não era necessário. – indo em direção a pia.

Estava começando a ficar excitado, olhar para sua cara me lembrava do meu sonho. Acabei, passei por ele.

Eu- Não se incomode mais. Não preciso de guarda-costas.

Sai o mais rápido que podia do banheiro, provavelmente ele não deve ter entendido nada. Voltei para a sala, me sentei dei um sorriso para a Gabriela que me olhava e comecei a folhear meu caderno que estava em branco. Não estava me reconhecendo, acabei agindo como um idiota, mas dessa vez foi de propósito, o que não era do meu feito. As aulas acabaram me despedi rapidamente de Gabriela e fui o mais rápido para o carro, estava com medo de encontrar Rafael no caminho, me senti seguro quando me sentei no carro. Voltei para casa, fiz uma coisa que não fazia a tempos, almocei, não tenho a mania de almoçar, pois é um horário que meus pais não estão em casa, felizmente tive a companhia da governanta que ficou feliz por me ver comendo. Fui para o meu quarto, tirei a roupa, deitei na minha cama, e meus pensamentos eram estritamente sobre Rafael.

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Comentários

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Gente nao que eu acertei como comentei no capitulo anterior acho que os dois vai ficar junto rafa e izaki e como comentaram ai encima to adorando dois capítulos um com a visão de um personagem e outro com a do outro muito diferente e original se ta arrazando.

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Estou gostando cara. Manter dois contos em paralelo, com a visão de dois personagens diferentes... não vi nada parecido aqui ainda! Nota 10, claro

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