Tinha que ser logo ele? P.6

Um conto erótico de Sarin
Categoria: Homossexual
Contém 932 palavras
Data: 09/01/2014 03:07:43

Continuando....

Mãe: quem era aquela pessoa que você tava se agarrando?

Eu: oque?

Putz... Agora o bagulho ficou feio.

Minha mãe havia me visto com o Fernando.

Eu: é... O que?

Ela me olhava curiosa, esperando uma resposta como se fosse um premio da mega-sena.

Eu: mãe, eu... Ai mãe oque a senhora ta fazendo acordada à essa ho...

Ela: não foi isso que eu perguntei.

Minhas mãos estavam suando muito, meu coração estava a ponto de sair pela boca. Meus olhos percorriam toda a sala tentando não encara-la.

Ela: e então?

Eu: à, sei lá mãe!

Ela me olhava sem humor. A coisa que mais me intriga na minha mãe é que ela mesmo que morrendo de raiva, felicidade, despreso, ou qualquer outro sentimento que fosse, ela conseguia não transparecer. Mesmo que estivesse a ponto de explodir de odio, ela conseguia parecer calma. E isso era o que me preocupava. Eu não sabia o que ela estava sentindo... E isso me desesperava.

-Você é gay...

Foi isso que eu ouvi sair da boca dela naquele momento.

Fiquei atônito.

Eu: o... oque?

Ela: vo..cê..é..gay.

Eu: o que é isso mãe? Eu não sou não.

Ela: é, é sim.

Eu: para mãe!

Eu fui ate áo sofá e me sentei nervoso. Logo após ela se ajoelhou em minha frente.

Eu: mãe... Por favor...

Ela: você é gay.

Eu: mãe, de uma vez por todas, EU NÃO SOU GAY.

Ela ficou parada, me observando calmamente. De repente ela se levantou.

Ela: que pena.

Nessa hora eu arregalei os olhos que ambos só faltaram pular do rosto.

Eu: o que?

Ela: eu disse que é uma pena você não ser gay. Adoraria se você fosse.

Eu: mãe, você ta dizendo que...

Ela: sim. Eu sempre achei que você fosse, mas ja que não é...

Ela pôs o primeiro pé no degrau da escada.

Eu: mãe, espera! Eu sou gay... Eu sou sim, muito, muito, mas muito gay...

Ela sorriu anjelicalmente para mim.

Ela: que bom... Eu sempre soube. Boa noite filho.

Eu: boa noite mamãe...

Ela subiu as escadas, e quando ouvi o som da porta se fechando, desabei no sofa. Um sorriso de criança iluminava meu rosto. Pensava comigo mesmo "Sem duvida, essa foi a melhor noite da

minha vida! Maluca e tensa. Mas incrivel!!!"

Ouço a porta se abrir. Era meu pai.

Ele fechou a porta calmamente. Quando ele me viu, ficou imovel.

Ele: oi filho, acordado ainda?

Eu: não, sou sonambolo mesmo.

Disse tirando uma com a cara dele. Agente sempre tira essas brincadeiras um com o outro.

Ele sorriu.

Ele: palhaço! Cadê a sua mãe?

Eu: ja foi deitar.

Ele: cedo assim?

Eu: cedo? Ja vai dar 01:00 da manha.

Ele: serio? Droga, perdi o horario de novo.

Eu: é, e é bom achar logo, se não ela te despela todo.

Ele sorriu novamente. Eu estava sentado no sofá, e ele deitou, apoiando sua cabeça em meu colo. Eu e meu pai sempre fomos assim tambem. Eramos muito carinhosos.

Acariciei seu cabelos loiros, e ele fechou os olhos.

Não sei se ja descrevi meu pai. Mas se não, aqui vai: olhos azuis bem escuros, cabelos loiros, que iam escurecendo a medida que iam chegando na raiz, corpo malhado de jovem de 25 anos, sem pelos, e 1,82, rosto de galã de novela, que deixava as vizinhas todas doidas pra pedir um copo de açucar emprestado quando minha mãe não estava em casa. E como ja devo ter dito antes 32 aninhos. Realmente, meus pais são lindos!

Depois de alguns minutos, persebi que meu pai ja estava dormindo. Então o acordei e ambos fomos para nossos quartos. Tomei um bom banho, e ao sair me deparo com uma tempestade horrivel la fora. Fiu para a cama e tentei dormir. Só tentei, por que conseguir, nada. Fiquei ouvindo atentamente os trovões e o barulho quase imperceptivel da forte chuva. As imagens dele não me saiam da cabeça. O beijo, o abraço, o cheiro dele... Corri ate o banheiro e peguei a camisa que havia acabado de tirar. A peguei e inalei o restante do cheiro que ele tinha deixado em mim com seu corpo contra o meu.

Depois da minha cena de drogado, voltei para a cama e dormi.

No outro dia(domingo), acordo e fico olhando para o teto, pensando coisas e coisas. De repente me assusto com o celular avisando que havia chegado mensagem. Peguei o celular e la estava(vou descrever do jeito que estava) "Oi meu principe. Espero q tenha dormido bem, eu por outro lado ñ consegui. Passei a noite em clro pensndo nessa sua bok linda. Bjo. Qndo vc puder me liga. Te amo.

Do seu gostoso.".

Liguei pra ele na mesma hora, não conseguia aguentar a ansiedade. Demorou um pouco e alguem atendeu.

-Alô.

Definitivamente não era a voz dele. Era uma voz femenina, uma voz aguda e extridente.

Eu não falei nada, não conseguia.

-Alô, quem é?

Eu calado.

-Olha aqui idiota, eu sei quem é. E se você continuar correndo atraz do meu namorado eu vou acabar com você. (outra voz enterrompeu)

-me da esse telefone Andreia!

-não. Larga...

Ouvi um barulho de estrondo, e logo após a ligação caiu.

Continua...

Me desculpem se nesse capitulo não teve muita acão. Mas eu prometo que no proximo o bicho vai pegar. Esse foi mais pra dar destaque aos meus pais, que tambem logicamente farão parte da historia.

Bjjos e ate a proxima parte. Obs: não esqueçam de comentar e VOTAR, pois algumas pessoas estão comentando mais esquecem de votar. Obrigado:)

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Comentários

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Muito bom tenta postar todo dia !

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Adoro esse conto. Publica logo o próximo, hein!

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Affs queria seu pai pra min kkkkkk sqn. Affs ele tinha que ter namorada? affs

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MUITO BOM. NÃO ACREDITO QUE ELE TEM NAMORADA.

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Comecei a ler seu conto hoje e estou adorando, sério continua logo!

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