História com minha mãe parte 2

Um conto erótico de Felipe
Categoria: Heterossexual
Contém 3768 palavras
Data: 03/01/2014 17:26:26

Seguindo a continuação do inicio da minha história relativa a incesto, gostaria de agradecer aos comentários e as notas em primeiro lugar. Como combinado, vou dar seguimento no que começou a me acontecer a partir dos primeiros fatos. Novamente, torço pra que gostem, mas a idéia não é somente essa, é continuar um desabafo, já que tudo isso é verdadeiro, acreditem ou não.

Passada aquela noite, acordando no outro dia, sabia que havia feito uma coisa totalmente errada, mas a sensação era de que, já que havia feito, e gostado, sem ninguém fora eu, ter percebido o que tinha acontecido, poderia continuar. Tinha sido muito bom, um segredo meu, que me dava uma satisfação enorme, de repente o proibido realmente havia se tornado o mais gostoso.

Procurei, a partir daquela noite, dormir no quarto da minha mãe, quantas vezes fossem possíveis. Mas o meu controle permanecia, não estava que nem louco, transparecendo isso, era só quando a oportunidade aparecesse, pra ela não desconfiar. Assim, passavam 2 ou 3 dias, talvez mais, até que conseguisse. Repetia tudo da mesma forma, e assim, noites foram se passando. Não tão boas como a do primeiro conto, pois, aquela noite dei sorte em todos os aspectos, ela cansada por um dia de trabalho no serviço e em casa, dormindo de calcinha, etc... Outras noites surgiram, em todas, a mesma tensão, do mesmo jeito, planejando tudo, mas como falei antes, nenhuma foi tão tranquila. Ela dormia as vezes com uma calça de tecido fino, dificultava, podia apenas dar umas encoxadas por cima, pois sempre quando acontecia isso, eu não dormia direito, sabendo do que me esperava, dava umas cochiladas, e logo acordava, pra colocar meus planos em ação. Acordava, e me deparava com ela virada pra cima, pro meu lado, o que me impossibilitava, já que o meu desejo inicial, literalmente, era encoxar, bolinar minha própria mãe. Certo dia, foi deitar, e percebi, que ela estava com uma espécie de shorts, de seda, bem pequeno, que deixava suas polpas a mostra, aquela noite seria boa. Como sempre, fui deitar primeiro, fiz o mesmo de sempre, demorei pra dar uma cochilada, quando acordei, notei que ela estava virada para o outro lado, como sempre, fui chegando bem devagarinho pro seu lado, ela com a respiração lenta, de que esta dormindo, me balancei um pouco na cama, e notei que estava dormindo mesmo. Fingi que estava me virando normalmente na cama, e encaixei bem de leve, de conchinha, como sempre foi minha fantasia. Voltei a fazer o que sempre fazia, ir levando as mão, calmamente, até encostar sua bunda, por cima da sua roupa, no caso esse shorts, que era bem folgado, o que me facilitava, pois ia enfiando bem devagar em seu rego. Apesar de nessa etapa da situação, eu não ter começado a tocar na as bunda limpa, isso me excitava muito, muito mesmo, pois a cada centímetro que eu conseguia ir puxando pra cima, e ver entrando na sua bunda aquele tecido, sem ela acordar, era fenomenal. Depois começar a empurrar com os dedos, e sentir seus pelos por fazer no final, pra deixar sua bunda o mais descoberta possível, e depois começar a roçar meu pau até eu não aguentar mais, em uma situação de risco, me deixava fora da realidade. No auge disso tudo, começava cada vez a apertar mais sua bunda, a abrir mais ela, pra que meu pau se acomodasse melhor, passar a mão em suas coxas com mais força, foi aí que levei o primeiro susto grande. Numa dessas, sua respiração ofegante acalmou, e logo ela deu um pulo na cama, pra se virar. Como já havia dito no conto anterior, ela levaria um tempo, até se situar na realidade,e não perceberia. Mas logo que ela começou a se virar, eu prontamente, no susto, disfarce e virei de barriga pra cima, tranquilamente, pois tinha a certeza que ela não perceberia, mas logo veio a indagação:

-Felipe, vá mais pro lado, tu ta em cima de mim, me de espaço.

Logo veio o misto de ruim com bom novamente. Percebi que estava na metade dela da cama, só me virar não adiantou muito pra disfarçar, mas olhando por outro lado, pelo positivo, ela não percebeu, caso contrario, seria feia a coisa pra mim. Nessa hora, me deu um súbito de tranquilidade, fingi estar dormindo, e ela começou a me balançar, chamando pelo meu nome. Me senti o rei da safadeza nessa hora, balbuciei, e fingi estar acordando com ela me balançando, e logo perguntei na “sonolência”:

“- humm...o que é mãe?” ..... mal dando pra entender claro.

“- Vai mais pro lado, tu ta me deixando na beirada da cama guri.” Falou isso em tom de desaprovação. Fingi estar na “meia fase”, e me afastei um pouco, logo fiquei tranquilo, e vi que aquela táctica dava certo. Mas e se algum dia ela desconfiasse? E fingisse que estava dormindo da mesma forma que eu, e me pegasse no flagra? Depois desse susto, me acalmei por alguns dias. Ela muitas vezes, quando eu tentava tirar minhas casquinhas noturnas, se acordava e se virava, ou se movimentava na cama, mas eu notava que ela não percebia nada, mas esse dia ela acabou falando comigo, o que me deixou assustado, apesar de saber que ela não sabia do que se tratava eu estar do lado dela na cama. Até pq, depois do susto, me lembrei que antes de ter esse desejo além de mãe e filho, ela já tinha reclamado que eu tinha o sono movimentado, o que me fazia não parar quieto durante a noite. Fiquei mais tranquilo um pouco, pois ela com certeza, achou que era isso. No dia seguinte o susto foi maior, bem maior. Era um sábado, ela estava saindo do banho de sol, era um dia quente, eu estava sentado no sofá, e ela foi para o seu quarto, que ficava na diagonal a sala onde eu estava, portanto, me dando uma excelente visão. Sempre disfarçando, fiquei cuidando, tirou o biquíni, como de costume, foi pelada para o banheiro, e eu, disfarçando e dando umas olhadas, pelo menos achando que estava disfarçando. Ela saiu do banho, e voltou para o quarto, e começou a passar um óleo no corpo, eu olhando, fingindo que estava vendo tv, tranquilo e bem acomodado com a situação, até que veio a indagação:

- O que houve felipe? Esta olhando pra cá pq? Tá se excitando com a tua mãe agora?

Me escureceu a visão na hora isso que ela falou. Já havia comentado que nossa relação é aberta, falamos besteiras e tudo mais, mas ela falou isso em tom relevante, como se tivesse literalmente um ponto de curiosidade na pergunta. Mil pensamentos me vieram a cabeça, em um segundo, vocês já devem ter passado por situações que ocorreu isso também. Pensei em falar tudo que pensava, falar que tinha tal e tal desejo. Tal e tal vontade. De repente, em meus pensamentos, ela como tinha um pensamento liberal, talvez pensasse na situação, e eu pudesse fazer algumas coisas interessantes. Talvez ela me encheria de coisas na hora, mas depois sabendo dos meus desejos, pensasse em alguma coisa, me deixaria fazer algo, sei lá. Mas logo a realidade, felizmente me bateu na cachola, se eu revelasse isso, estragaria tudo, além de não saber a desgraça que me esperava, não poderia mais dormir junto, nem teria outras oportunidades, então, depois de pensar tudo isso em menos de 1 segundo, mais ou menos, apenas disse, procurando uma desculpa rapidamente.

- Enlouqueceu? Só pode ter fumado alguma coisa, to só olhando essa toalha molhada em cima da cama, quero ver tu vim reclamar comigo quando eu fizer isso.

No que ela respondeu.

“- Bem, se sujar ou qualquer coisa, sou que limpo não é?”... Apesar da pancada nos dedos, percebi que saí da melhor forma possível. Mas também fique com a dúvida. Vai que eu tivesse falado, e ela deixasse??????? Mas duvidava disso, e não quis arriscar.

Com isso, fui obrigado a ser mais cuidadoso e disfarçado, passei alguns dias sem ir dormir com ela. Mas a vontade logo veio novamente. Lendo contos, pesquisando sobre isso, logo pude ler sobre algumas pessoas, não sei se foram relatos verdadeiros ou não, que doparam suas mães, irmãs, sei la eu o que mais. A meu desejo já estava aumentando, só me aproveitar daquela forma não era mais suficiente, comecei a pensar em penetração, a fascinação que eu tinha pela sua bunda e coxas eram muito grandes, mas pra conseguir isso, sem ela perceber, só assim mesmo. Mas era só em pensamento, minha mãe dopada, e eu podendo fazer o que quisesse. Mas logo, com meu pensamento, já estava buscando remédios na internet, efeitos, boa noite cinderela, e outras coisas, para que a pessoa não lembrasse o que havia ocorrido no outro dia, ou realmente apagasse durante a noite. Coragem me faltava, até que um dia, o desejo foi maior. Acordei um belo dia(alguns dias já sem dormir com ela), resolvemos fazer dedetização na casa, minha mãe, sempre com suas precauções, disse que teria que dormir cerca de 3 dias no quarto dela, por causa do cheiro, intoxicação e tal, apesar de eu saber que meio dia seria suficiente pra fazer a tal dedetização, prontamente concordei. No inicio da tarde, me veio o pensamento maldoso, entre tantas coisas que procurei na internet, pensei no Dormonid, remédio que é um pré-anestésico, e segundo informações, derrubava a pessoa em meia hora. Procurei um amigo meu, que trabalhava eu uma farmácia, pra não precisar de receita, paguei caro aquela merda, já estava trabalhando na época, quase na faculdade. Levei pra casa, e comecei a moer um daqueles comprimidos, até deixar realmente um pó, imperceptível, levei tempo pra isso.

A noite, fomos assistir um filme, e eu já preparado, mas novamente a desgraça da consciência me bateu nos pensamentos. Sou leigo, como vou dar um remédio forte desses pra minha mãe? Não sei os efeitos, não sei se ela pode tomar alguma coisa assim, por um desejo meu causar uma desgraça dessas na minha vida? Melhor não. Parei meu plano. Fomos deitar, ela dessa vez, com uma calça comprida fina. A noite que tinha começado promissora, terminou numa completa merda. Acordei no meio da noite, e pude perceber, que além da calça, estava de calcinha, terminei frustrado, totalmente. Como poderia ir além? Pegar um pouco mais pesado, me aproveitar mais? Consultar um profissional, saber dos efeitos de algum remédio que eu pudesse ocupar, não tinha como, ia dar na vista. Nesses pensamentos, comecei a me perguntar: O que eu to fazendo?Virei um psicopata? Sim, pq isso que eu estava pensando, no calor do momento, se eu tivesse a oportunidade, e viesse a penetrar minha mãe, seria um estupro. Eu estaria estuprando minha própria mãe. Eu estava fora da realidade. Caduco mesmo.

No outro dia, passou tudo normalmente, até que a noite era páscoa, churrasco em família na casa da minha avó e tudo mais. Começou tudo bem, tudo legal. Caipirinha, cerveja, até que perebi, que minha mãe estava bebendo um pouco. Voces devem estar se perguntando: “Ele pensou em dopar a mãe com remédios fortes, e não tentou o mais simples, embebedar?”... Pois é, não pensei, minha mãe não bebia. Alias, bebia, mas era controlada, começava a ficar faceira, parava. Nunca havia visto ela bêbada. Mas essa noite ela deu uma caprichadinha. Pensei até que no final, quando voltássemos pra casa, o assunto poderia surgir, e eu tocar no assunto com ela, abrir o jogo, mas foi algo diferente disso. Quando fomos embora, ela já tinha tomado umas caipirinhas com nós, e tomado algumas cervejas.Estava alegre, esperta. Eu sou leigo em remédios, mas de trago eu entendo bem. Ela era fraca pra álcool, pois não bebia, já havia passado do limite dela, uma forcinha a mais, e poderia virar o balde de uma vez, sem nem ficar perto de uma coma alcoólico por exemplo, que seria perigoso.

Chegamos em casa, e logo convidei pra assistir um filme bom que eu tinha baixado, ela falou que estava começando a ficar com sono, e tinha bebido demais. Comecei a tentar convencer ela, de que no outro dia era feriado, e tudo aquilo mais. Logo ela aceitou, e já fiz outra caipirinha, que ela recusou no inicio, mas com o inicio do filme, puxou um gole ou outro. Pela primeira vez, vi ela dar algumas enroladas na língua, e eu já com o tesão da situação que poderia vir mais adiante, procurei não ficar bêbado. Joguei metade do que tinha sobrado da caipira fora, sem ela perceber claro, e logo falei que não tinha mais pra fazer.

Fingi estar bem faceiro, bêbado quase e falei.

- Mãe, não tem mais vodka, vamos tomar uma dose de whisky?

Logo ela respondeu, meia enrolando

- Ta louco, nunc bebi assim, ainda mais misturando.

E eu:

-Amanha é feriado, deixa de besteira, de vez em quando é bom.

Logo ela aceitou, mas antes pediu pra tomar um banho antes de continuar. Era meus desejos se tornando realidade. Mais um pouco de álcool pesado e ela capotava. Seria tranquilo. Logo ela saiu do banho, com uma camisa longa, e suas cochas de fora, logo eu imaginei uma calcinha minúscula, o pau estava pulsando já. Mas estava com aquela mesma calcinha do primeiro conto. Ali começamos, sem ela perceber, tomava muito pouco, e ela foi indo, devagar tomou uma dose, e partimos pra outra. Ela estava irreconhecível, cambaleando sentada, se é que é possível. Perguntei: - Quer deixar o filme pra amanha mãe? Logoela respondeu positivamente. Levantou, mal, e foi pra cama, oferecia ajuda, mas ela foi, daquele jeito, puxei as cobertas e ela deitou, de barriga pra cima. Não era o que eu queria, no estado dela, se ela deitasse de lado, com a bunda pro meu lado da cama, seria facil, afinal, bêbado capota rápido, então não poderia demorar muito, se algumas horas se passassem, ela começaria a recuperar os sentidos. Ela atirada la, e eu, já meio cabisbaixo, fui escovar os dentes.Esperei um tempo, uns 15minutos eu acho. Nisso eu pensei, minha mae bêbada? Nunca aconteceu, só pode ser um sinal. E eu já estava bem alegre tbm, tudo era mais fácil.

Voltei para o quarto, peguei ela por um braço, fingi que estava ajudando ela a se acomodar, apesar de meio bêbado, meus cuidados permaneciam, não queria que alguma coisa desse errado e viesse tudo por agua abaixo. Comecei a puxar ela pelo braço, se ela voltasse a consciência, eu apenas estava ajudando.kkk...Ela mal e mal dava uns resmungos. A noite será longa como as outras. Com ela de barriga pra cima, logo fui puxando sua camisa longa pra cima, até chegar na barriga, sem muito cuidado. Fique admirando, admirando não, pq a minha vontade e fetiche era pela parte de trás, falando claramente. Um cena que é até engraçada, minha mãe na cama, e eu arrodiando, pensando no que fazer, com o pinto duro. Como ela estava no meio da cama, novamente puxei por um braço, segurei pela parte de baixo da camisa e comecei a fazer força, até deixar ela virada na cama. Deu tudo certo, o tesão foi a mil. Desliguei a luz, e me deitei, o tesão foi a mil.Deixei já o pote de ole na cabeceira do meu lado da cama. Naquele agito, eu deitado, já totalmente encostado e encoxando minha mãe, me veio uma idéia a cabeça. Levantei novamente, comecei a puxar ela pelo braço novemente, pro lado oposto onde eu deito, deixando ela bem curva, e vendo que ela não ia esboçar nenhuma reação, segurei nas dobras do joelho, e fiz a mesma coisa, se é que me entendem. Com isso, ela ficou totalmente curvada, ou pelo menos o máximo que eu pude, de lado, com as coxas quase encostando a barriga, e aquela bunda que era o meu desejo, mirando totalmente pro eu lado. Como se fosse uma pessoa encolhida na cama com frio. Só isso já fez com que e calcinha entrasse um pouco em sua bunda. Novamente desliguei a luz, e deitei de novo, de barriga pra cima, pensando no que tinha coragem de acabar de fazer, tinha ido longe de mais, mas essa oportunidade era impar. Em um soco só, virei pro seu lado, e tirei o calção por inteiro dessa vez, ficando pelado, e já encaixei, encoxando bem gostoso. Sem demorar muito, comecei a empurrar sua calcinha no meio da bunda....Apertei o máximo que deu...Passei um pouco daquele olho no meu pau, e encostei no seu rego, aquela bunda bem dividida, não precisava forçar, ele entrava como uma luva, mesmo estando meio alcoolizado, senti que poderia gozar logo. Queria aproveitar mais. E então, pensei, já que ta, que vá! Segurei na borda de cima da calcinha, e comecei a baixar, o mais rápido que pude, não sei se estava forçando demais ou o que, ela começou a baixar rápido, logo, segurei na outra borda, na que ela estava deitada em cima, e comecei a baixar, tive que forçar, e ir aos poucos, pra ela não perceber. Mas eu nem estava ligando muito nessa hora. Se ela acordasse, não ia ter o que falar. Nem ligava mais.

Chegou na metade da bunda, liguei a luz do celular, e vi aquilo, comecei a tocar uma punheta. Pensei em me contentar com uma punheta com aquela visão, que já seria bom demais, mas fui adiante. Baixei ela até ficar no meio das coxas. Pela primeira vez, minha mãe estava com a bunda limpa, virada como eu gostava na cama. Aquela posição de encolhida de “quem esta com frio”, deixava os caminhos abertos, era tudo mais fácil. Ela já estava um pouco ressonando, um pouco resmungando. Percebi que não estava dormindo. Estava inconsciente mesmo. Era tudo uma maravilha. Eu podia fazer o que quisesse. Naquela hora eu já havia me perdido, nem eu sabia mais o que queria. Então, com a luz do celular, coloquei bem devagar 3 dedos da mao direita no seu rego e pressionei pra dentro, até entrar metade na sua bunda, e forcei, sem muito cuidado pra cima aquela polpa. Adivinhem? È...isso que estão pensando. Eu não acreditei. Ela estava com a bunda totalmente inclinada pra tras, facilitou demais aquela posição, pude ver aquela cena. Seu anus, ou melhor, cu mesmo, totalmente exposto na minha direção. Não era um cu muito pequeno, era uma delicia de se ver, tinha muitos pelos naquela região,o que me deixava cada vez mais louco. Não tive duvidas. Encostei o dedo e comecei a massagear em volta, as vezes dava uma apertava como se fosse colocar o dedo e já soltava, pra ver sua reação. Reação? Nenhuma. Então, era isso, não aguentava mais, tinha que ser ali, outra oportunidade dessas não cairia no meu colo. Era uma situação melhor do que a qualquer outra que eu tivesse imaginado. Passei bastante óleo no pau, não me encostei nas suas costas como das outras vezes pq ela estava muito curvada, era só a bunda mesmo que tava pra mim..Me encostei nela, e novamente, dessa vez com a mão toda, comecei a alisar sua bunda, apalpando de tudo que era jeito, apertando uma polpa inteira, colocando a mao inteira no rego apalpando as duas polpas, era o paraiso. Sem reação nenhum, eu estava tranquilo pro que queria. Apenas enfiei a mao em seu rego e puxei a polpa pra cima, como já havia dito, naquela posição era fácil, não tinha resistência nenhuma. Coloquei meu pinto em sua bunda, dessa vez, até o final da sua bunda, encostando no cu. Pela primeira vez, sem calcinha, bunda nua eu pensava, era demais. Soltei a polpa, deixando a bunda dela abraçar meu pau, movimentava pra frente e pra trás. Com aquele óleo, era uma sensação louca. Até que depois que me aproveitei bastante, novamente, segurei a nádega de cima, e levantei um pouco, com extrema facilidade, minha sorte foi que ela estava apagada mesmo. Não percebia o que acontecia, nem trocou de posição, como acontecerá em outras noites. Com a luz do celular, tremendo de nervoso, pela situação, pois estava próximo, a rigor falando, de fazer sexo anal com a minha mae, praticar incesto, ela estava bêbada, era um estupro, eu estava prestes a estuprar minha mae, isso deveria fazer eu parar, mas só me dava mais gás pra realizar minha vontade. Voltando ao fato, com a luz do celular posicionei a cabeça do meu pau na entrada do anus dela, e comecei a forçar, naquela posição, ele naturalmente já ficava mais aberto, pq estava bem exposto, e com aquele óleo escorregadio, meu pau foi entrando, rapidamente entrou a cabeça. Eu já estava como diz o ditado “virando o zóio”. Naquele momento novamente liguei a luz do celular, coisa que eu nunca imaginei, a vontade que começou de realizar uma fantasia, inicialmente que era de encoxar minha mae dormindo, naquele momento, eu vi meu pau dentro do cu da minha mão. Eu estava comendo minha própria mae. Segurando sua nadega pra cima, comecei a empurrar, bem devagar, ela naquela respiração de sempre, bêbada, sem sinal de consciência, até que atolei tudo. Sentia os gomos da sua bunda grande encostando minhas virilhas. Quem tem desejo pela mae, já fez isso,ou algo parecido sabe que é muito melhor do que com a namorado ou esposa. Eu totalmente dentro da sua bunda, comecei os movimentos naturais, eu tinha 15 anos. Foi minha primeira experiência as vias de fato no sexo, sexo anal com minha mae, isso vai me acompanhar pro resto da vida. Aquele movimentos não duraram muito, só de pensar no que estava acontecendo, que eu havia começado apenas encoxando ela durante a noite, e que estava comendo ela bêbada inconsciente, estoquei um vai e vem devagar, acelerei um pouco os movimentos vendo que ela não acordaria, ou pelo menos na hora eu achava isso, e nem me importava também, cheguei a uma gozada que acho que vai ser única, aquela que é extrema, esperei até o ultimo momento, e tirei o pinto, naquela ânsia de gozar, e tirando o pinto que estava atolado no cu dela, aquela sensação maravilhosa, tirei e gozei na mão, que nem louco. Nunca soltei tanta porra. Não podia arrisca, fui longe, muito longe, tudo deu certo, não gozaria dentro da bunda dela pra descobrir tudo. Me limpe, puxei sua calcinha pro lugar, e dormi até o meio dia.

Deixem sua opinião sobre esse segundo fato marcante que me aconteceu. Caso tenham gostado, vou poder compartilha algumas outras coisas. Obrigado e abraços.

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Comentários

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Ótimo Conto, fiquei com muito tesão lendo. Espero outras aventuras com sua Mãe.

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Pra mim ela percebeu e gostou e ficou na dela, para não passar ao filho a ideia de que ela era uma safadona fazendo incesto com ele. Acho que deve er uma continuação. Já pensou se acorda no dia seguinte e diz ao filho: "Ô filhão, adorei a enrabada que você me deu e fique esperando que você voltasse pra comer minha xoxota" (rsrsrs) Muito bom o conto!

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Melhor conto, parabéns. Tem que reler o texto antes de mandar pra ver se não tem erros, mas tá..simplesmente demais. Se tiver continuação, continue, por favor.

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mto bom adorei, foi uns dos q, mas fiquei de pau duro ,sou fisurado em incestos d ,,!

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Estamos aguardando a continuação dessa história com sua mãe. Muito bom.

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muito bom. bem excitante.

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