Descobrindo prazeres com o sogro - Parte II

Um conto erótico de JDsempre
Categoria: Homossexual
Contém 2142 palavras
Data: 20/01/2014 13:40:42

CONTINUAÇÃO:

Como vinha relatando a vocês, depois de anos reprimindo meus desejos e acabar engatando um namoro meia-boca com o Matheus, acabei me interessando pelo seu pai, Seu Aquiles, meu sogrão gostoso:

- Por quê? - perguntei, entrando no jogo - Posso tocar também? - arrisquei.

- Claro... Sinta se eu sou forte como parece... - respondeu Aquiles, na lata.

Antes que eu acordasse daquele sonho, tratei de pegar naqueles braços. Primeiro de leve, depois pressionando meus dedos. Que sensação diferente, que homem gostoso! Ele não saía de sua pose narcisista, nem deixava de me encarar com seus lindos olhos. Já sem medo, passei minhas mãos com gosto por aqueles brações e então fui pro peitoral.

- Ah...

Era ele, fechando os olhos e abaixando os braços, parecendo estar com tesão:

- E aí, o que me diz?

- Você é tão forte como eu imaginava... Seria incrível ter um corpo que pareça, pelo menos, um pouco com o seu... - continuei esfregando as mãos em seu peito.

- Fico lisonjeado.

Cínico, meu sogro parecia estar curtindo aquele ritual mais do que eu.

- Deixa eu te ajudar...

Para minha loucura, ele se livrou de sua camiseta, exibindo um peitoral e uma barriga coberta de pelos, em boa parte grisalhos. Voltei a tocá-lo, admirando e observando cada centímetro daquele corpo tão diferente do que eu já havia experimentado. Nisso, aquele macho me puxou com tudo pela nunca, me encostando na altura do seu pescoço e falando baixo no meu ouvido:

- Aproveita vai... Sei que você deseja isso tanto quanto eu!

Eu não conseguia me mover! Não sabia se me entregava de vez, ou se relutava. Com as mãos encostadas nele, mas sem mexê-las, falei:

- Cara, isso é loucura! Eu namoro o seu filho...

- Justamente por conhecer o Matheus que quero te ensinar umas coisinhas... Ouço as conversas dele com a mãe e com as amigas, sei que ele é meio "parado" na cama!

Fiquei constrangido, mas excitado ao mesmo tempo:

- Você tá querendo disputar com o próprio filho?

- Claro que não! Não seja besta, garoto... Depois do que a gente fizer você vai se soltar mais e o Matheus vai até me agradecer.

O Aquiles começou a me pressionar contra seu corpo:

- Anda, relaxa... Não queria sentir se eu era forte mesmo?

Voltei a acariciar aquele homem, agora de forma muito mais ousada. Passei a lamber seu peitoral e ele gemeu grosso no meu ouvido. Me empolguei e fui me agarrando àquele corpo peludo, sentindo o cheiro dele... Quando percebi, já estava lambendo suas axilas. Ele ergueu o braço, facilitando aquele contato.

- Hmm! Ah! - era eu, gemendo alto, sentindo aquele prazer novo.

- Isso... Delícia! - gemia Aquiles, parecendo curtir muito tudo aquilo.

Lambi com gosto seus bíceps também. Então, meu sogrão pediu pra tirar a camiseta e eu obedeci. Começou a me alisar:

- Delícia... Branquinho, gostosinho... Só falta malhar mesmo!

Então ele passou a lamber meus mamilos, me levando à loucura! Aquilo eram sensações que eu estava desacreditado de ter na vida real. Passei a alisar suas costas com força. Ele salivava muito meu peitoral, se inclinando e gemendo baixo. Aí, invertemos e eu passei a lamber e a mordiscar seu peitoral inteirinho, com muito mais tesão e empenho que da primeira vez. Fui descendo pela barriga e o Aquiles não parava de gemer e se contorcer, se alisando. Foi aí que ele empurrou minha cabeça pra baixo com uma mão e foi tirando o shorts com a outra... Seu pau devia medir uns 17cm, grosso, um cabeção gostoso. Estava duro e ele ficou alisando, me provocando e claro que eu mamei. Mamei gostoso, como nunca havia feito na vida. Engolia e ficava esfregando a língua na cabeça. Depois ia pro saco, enfiando minha língua naquele monte de pentelhos, aparados, mas grossos e que me davam um tesão ainda mais lascado. Eu não estava só conhecendo um corpo de homem maduro e macho, mas me conhecendo, descobrindo onde eu era capaz de chegar com aquilo tudo. Aquiles alisava meu rosto, dava uns tapas de leve e esfregava as mãos no meu cabelo, gemendo forte e me dizendo algumas sacanagens.

Em seguida, ele foi me afastando e tirando seu pau da boca e então me puxou pra cima, me pegando na altura da barriga e me carregando, fazendo eu me segurar nele pelas minhas pernas. Sem mais, colocou a língua dentro da minha boca, me beijando com um tesão animal. Foi tudo muito rápido, e tentei acompanhar os movimentos da língua dele o mais rápido que pude, enquanto me prendia na cintura dele com as pernas. Ele me segurava forte pela bunda com uma mão e com a outra, me segurava pela nuca, sem deixar de me beijar. Páramos e ele continuou lambendo meus lábios e mordiscando meu queixo e falando baixo:

- Que tesão você...

- É...? - perguntei extasiado.

- É... Quer me dar essa bundinha aqui?

Nisso, ele começou a dedar de leve meu rego com a mãos, sem deixar de me segurar. Fiquei louco! O tesão me fez esquecer quem era aquele macho e onde estávamos por alguns minutos e respondi que sim, que queria que ele me fizesse ali e naquele momento mesmo. Aquiles voltou a me beijar de língua e me colocou no chão. Ordenou que eu ficasse de quatro e eu obedeci prontamente. Puxou minha bermuda e minha cueca com tudo, deu uns tapas na minha bunda e disse:

- Delícia de bundinha... Meu filho tá bem servido!

- Pena que ele não aproveita como deveria...

Agora, me sinto meio podre em lembrar que dei essa resposta, mas whatever. Aquiles deu uma risada safada, se agachou atrás de mim e sussurrou no meu ouvido:

- Vou te ensinar como se faz... Depois, você mostra pra ele.

Nisso, senti aquela língua gostosa no meu rego. Tremi e gemi ofegante de prazer... Eu sentia uma mistura de sensações que eu jamais havia experimentado. Aquiles era meu sogro, meu amigo... Era o pedreiro gostoso da obra, era o engenheiro casado pra quem eu batia punheta... Era o macho com que eu tinha sonhado por tanto tempo! Ele parou de me chupar, e então tirou uma camisinha sei lá de onde, colocou no pau e foi se ajeitando atrás de mim. Quando senti ele encostando a cabecinha no meu buraco, dei uma reboladinha pra excitá-lo. Foi quando ele me segurou forte pela cintura e forçou a entrada, bufando igual um animal, sem falar nada. Delirei, sentindo dor e prazer ao mesmo tempo e Aquiles soltou um gemido grosso de prazer, quando, do nada, ouvimos o barulho do portão da garagem se abrindo.

- Merda! - resmungou Aquiles, se levantando com tudo e me derrubando.

- Meu Deus! - respondi, tremendo de medo, e me levantando.

Tratamos de nos vestir, enquanto Aquiles, com uma frieza admirável, me instruía a me vestir e ir ao banheiro dos fundos me limpar de qualquer vestígio do que (quase) fizemos. Ele foi direto pra suíte dele, e logo pude ouvir o alvoroço das minhas cunhadas, brigando com o Matheus por alguma bobagem, misturado com um som de chuveiro. Enrolei o quanto pude até me recompor. Mais calmo, fui caminhando em direção da sala e dei de cara com meu namorado, que disse:

- E aí, já tá saradão?

- Ha, ha, ha - debochei - Como se fosse fácil assim...

- Bom, suado você está. - disse o Mat, me beijando. Mal sabia ele que meu suor era de nervosismo.

- E vocês, por que voltaram tão cedo?

- Ai, aquelas pirralhas começaram de mal-criação! Não sou obrigado...

"Saco!", pensei. Fomos pra sala e fui cumprimentado pela dona Lucinha, que indagou onde estava seu marido. Por alguns segundo gaguejei sem saber o que responder, quando Aquiles surgiu belo e formoso, de bermuda, camiseta normal, enxugando os cabelos, respondendo:

- Tava tomando uma ducha pra relaxar...

Engoli seco!

- Pelo visto a aula foi produtiva, hein! - respondeu dona Lucinha, com um sorriso no rosto.

- E como... não é, Thiago?

Aquiles parecia ter cinismo correndo pelas veias, e a verdade é que aquilo me deixava ainda mais excitado.

- Muito bom pra um começo! - comecei a passar a mão nas minhas costas - O duro vai ser a dor até acostumar com os exercícios.

Consegui ser cínico também, o que ajudou pra que aquele dia terminasse bem. Tomei uma ducha também, mas meu cu piscava só de lembrar que cheguei a sentir o Aquiles dentro de mim. Aquele macho gostoso! Todo o meu pudor e princípios ficaram pra trás. Eu precisava do serviço completo!

Anoiteceu. Durante o jantar, troquei muitos olhares com meus sogrão. Na hora da despedida, um pouco afastados dos demais, demos um abraço onde a mão do Aquiles deslizou maliciosamente pelas minhas costas.

- Na próxima, a "aula" será completa! Não sou de deixar serviço pela metade...

Apenas mordi meu lábio, discretamente, indicando que eu deixaria ele terminar o que quisesseE então...?

- É, Aquiles... Realmente... não vejo nada de errado com você!

Era eu, alisando e admirando o peitoral peludo do meu sogro.

- É mesmo? - ele mordia o lábio e parecia conseguir me fuder só com aquele olhar penetrante - Porque eu tenho me achado caído... velho.

- Então eu quero ser velho como você!

Ele ria e apertava meus mamilos, me levando à loucura. Estávamos só de shorts, marcando nossas barracas já armadas. Supostamente, estávamos em aula de novo, enquanto dona Lucinha estava a passeio com as filhas e Matheus estava no estágio. Aquiles e eu repetimos boa parte do ritual exibicionista do outro dia.

- Você também tem seus atributos... - disse ele, se curvando até mim e lambendo meu peitoral.

- Hmmmm! Hmmmmmmm! - gemi alto.

Eu ainda não conseguia acreditar que aquele macho reprodutor queria me satisfazer. Depois deu dar uma boa mamada naquela pica que estava me deixando doido, Aquiles me abraçou com muita força e me beijou deliciosamente.

- Uhhh, uuuh! - eram os seus gemidos, abafados pelas nossas bocas, que pareciam não querer se desgrudar mais.

Todo nosso desejo era revelado naquele contato. Eu esfregava minhas bolas e minhas coxas numa das pernas do meu sogrão, e quando ele deixou minha boca para lamber meu pescoço, soltei um gemido digno de uma puta e pedi por pica. E ele me deu! Aquiles me arrastou pra um quartinho dos fundos de sua casona. Lá, havia um colchão de solteiro no chão, onde consumamos aquela loucura.

Aquele macho praticamente me jogou no colchão, e veio por cima de mim arrancando meu shorts. Caiu de boca no meu pau, lambeu, chupou e ainda me elogiou:

- Que pinto bonito! Não é gigante, mas aposto que o Matheus se delicia nele...

- Se delicia mesmo... E se você quiser, também pode, Aquiles!

- Antes você vai se deliciar no meu pinto, seu safado! Vamos terminar o que começamos aquele dia...

Sorri maliciosamente e obedeci quando ele me mandou ficar de quatro. Aquiles enfiou a cara na minha bunda e me chupou de um jeito tão gostoso, que minhas pernas tremiam. Quando ele colocou a camisinha, pedi para ficar de bruços, pois de quatro eu sentiria muita dor, mas ele relutou em aceitar. Incrível como meu sogro gosta das coisas sejam só do jeito dele! Porém, o convenci. Senti uma puta dor mesmo assim, quando aquela pica me adentrou por completo:

- Ah! Aaah! Vai mais devagar, Aquiles!

- Devagar você vai sentir mais dor, muleque!

- Aaah, mas assim você vai me matar! Uhh...

Meus olhos se encheram de lágrimas, tamanha foi a dor ao sentir aquela pica grossa na minha bunda.

- Vou é te matar de prazer, sua puta!

Toda e educação e cordialidade daquele, que um dia eu vi apenas como pai do meu namorado, se transformaram naquele macho viril e tarado, que agora me fodia com todo o prazer. Meu macho! Foi assim que o chamei quando a dor passou e comecei a sentir só o prazer de ter aquele homem atolado no meu cu. Aquiles metia com força, ritmado, falava sacanagens num tom de voz irresistível, e vez ou outra, dava mordidinhas nas minhas costas e no meu pescoço, me fazendo relaxar e me entregar por completo.

- Vai... Mete! Isso! - era eu, também transformado.

- Ah, sua puta! Eu sabia que era disso que você precisava desde a primeira vez que o meu filho te trouxe aqui em casa!

- Era! Era isso que eu queria! Um macho me fodendo de verdade!

Meu pau estava duro, cheio de baba saindo, marcando aquele colchão... Nunca na minha vida eu tinha dado com tanto prazer!

- Então toma, viado!

- Aaah! Isso, sogrão! Mete...

Aquiles parecia ficar ainda mais louco quando eu o chamado de sogro. Gozei gostoso, sentindo aquele homem delicioso me fuder, e ele ficou doido quando sentiu meu cu piscando. Gozou dentro do meu rabo, e por um minuto, desejei que ele estivesse sem camisinha, só pra eu sentir sua porra dentro de mim.

Terminamos dando muitos beijos cheios de desejo, e ainda desfrutei mais um pouco daquele corpo forte e peludo, lambendo, chupando e cheirando.

E esse foi só o começo, pois logo, novas vontades invadiram meus pensamentos.

CONTINUA...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 25 estrelas.
Incentive JDever a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Agradeço os comentários, em especial do MACHOFUK, que escreve contos pra lá de ousados e fico lisonjeado de você ter curtido esta minha história. Em breve, o capítulo final!

0 0
Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Nuss...to amando...e exitante e esse seu sograo em...que delicia...espero pelo proximo...bjs

0 0

Listas em que este conto está presente

Sogro
Todos os contos de sogro e nora.