História com minha mãe parte 1

Um conto erótico de Felipe
Categoria: Heterossexual
Contém 2636 palavras
Data: 30/12/2013 17:34:50

Bom...

Me chamo Felipe. Como na maioria dos contos, estarei usando nomes fictícios para essa situação. Meus contos serão de certa forma longos,pois vou procurar ser o mais fiel possível aos detalhes, essas histórias que me aconteceram, histórias com H mesmo, pois são verídicas se passaram a pouco tempo atrás. Comecei a ler contos eróticos com pelos 12 ou 13 anos talvez, e acredito que esses contos acabaram me causando uma vontade diferente, que começou, apenas, em uma vontade de provar do proibido. Esses fatos não são para deixar ninguém excitado, tão pouco gosto de falar sobre isso, é apenas mais um desabafo mesmo.

Hoje tenho 24 anos, nasci e fui criado em uma cidade do sul do país, com meu avô e sobrinha, e com minha mãe, já que o meu pai eu não conheci, pois foi embora quando eu nasci. Meus avós, sempre foram pessoas integras, literalmente, daquelas honestas e trabalhadores, do tempo antigo, que souberam passar o valores para seu filhos e netos. A minha família sempre foi conservadora, até as gerações atuais, que apesar de serem mais abertas, conservam algumas tradições, entre elas o respeito familiar. Minha mãe, uma mulher de 42 anos, 1,74, não vou mentir como todos em seus outros contos, é uma mulher que aparenta a idade, pelo menos eu sempre achei isso, e nunca, jamais, pensaria em nada com ela, a não ser uma relação, que apesar de ser muito aberta as vezes, sempre foi relação de mãe e filho. Pelo menos na minha ideia seria assim. Eu digo na minha ideia, vamos ver se vocês me entendem, a relação aberta a que me refiro, são a de falar palavrões, besteiras de cunho sexual, brincadeiras normais, já que minha mãe sempre foi aberta a isso, mas tudo longe dos meus avós. Na casa dos meus avós, as vezes dormíamos juntos, tive uma infância tranquila, todos os aspectos baseados naquilo que já mencionei anteriormente. Minha mãe, funcionária pública, conseguiu, a todo custo (somos pobres, mas temos uma condição média salarial), construir uma casa, próxima a dos meus avós, para começarmos uma vida diferente. Nos mudamos quando eu tinha cerca de 12 anos. Uma casa pequena, mas bem ajeitada para os padrões, confortável e tudo mais. Casa com 2 quartos, uma para cada um de nós, sala, cozinha, 2 banheiros, lavanderia etc. Isso me deu mais liberdade, podia passar noites na internet, as vezes chegar mais tarde em casa. Apesar de ter meu quarto, muitas vezes dormia com a minha mãe, sem nunca cogitar nada, mas absolutamente nada mesmo, se caso eu pensasse em tal coisa naquela época, sentiria nojo de mim mesmo.

Em uma bela dessas noites, que passava mais tempo na internet a noite, após conversas no msn e tal, umas visitas em sites pornôs eram normais para minha idade. Já devia ter quase meus 15 anos, quando entrei nesse site de contos, e acabei lendo um titulo de conto de incesto, como já havia lido vários outros, pensei em ler esse, que eu achava uma coisa anormal, de louco mesmo, mãe e filho, pai e filha, sexo com animas, coisas sem pé nem cabeça. Pois bem, li um conto, o primeiro, totalmente forçado, coisa que de longe se vê ser uma situação mentirosa, mesmo para minha idade, que estava entrando na adolescência, e não tinha tido nenhuma experiência sexual até os 15 anos. Me prestei a ler o segundo conto, um conto entre mãe e filho, conto esse, cheio de detalhes, um relato que me pareceu verdadeiro, e achei muito interessante.

Alguns dias se passaram, acabei me lembrando desse conto lido alguns dias, ou meses atrás, foi aí que voltei a ler sobre o assunto, e outros contos também, que acabaram iniciando a minha história. Os relatos apresentados, apresentavam fatos parecidos com o meu (situação de vida), filhos que moravam com a mãe, sozinhos, na adolescência, etc e tal. Comecei a ver algumas coisas diferentes, por mais que eu não quisesse, e achava que estava ficando louco, Como já escrevi anteriormente, minha mãe aparentava a idade que tinha, mas como, com esses contos, foram me abrindo os olhos para algumas coisas, comecei a perceber minha mãe no aspecto físico. Não era gorda, era cheinha, não tinha muito peito, mas tinha pernas grossas, grossas mesmo, e uma bunda bem grande. Ela sempre andava com roupas agradáveis em casa, e sempre via isso, mas sempre com olhar de filho. Mas após isso comecei a reparar. No início, não tinha uma vontade de fazer e acontecer, comer, e o diabo a quatro como na maioria dos contos todo mundo fala. Como era início, achava uma situação errada, mas tinha curiosidade, começou a me chamar a atenção, literalmente as pernas e a bunda da minha mãe, que eram grandes, e chamavam a atenção realmente. Vendo contos, sites pornôs, com 15 anos, a punheta que é normal um adolescente tocar, já não adiantavam, e entre uma punheta e outra, comecei a pensar na minha mãe, não em beijos e chupar os peitos dela, mas apenas na sua bunda. Foi em uma dessas que eu pensei em tentar alguma coisa diferente, mas só em pensamentos, uma imaginação que me excitava, que em uma dessas noites que dormisse com ela (noites que não aconteciam mais com frequência) de repente eu poderia fazer alguma coisa.

Uma vez, um dia muito quente, levantei pra ir ao banheiro, o quarto dela ficava ao lado do meu, e ao ligar a luz do corredor, percebi ela de bruços, com uma calcinha fio dental, menor do que a do biquíni que ela costumava tomar banho de sol, deixando a marquinha bem destacada, e uma calcinha preta bem enfiada. Nessa noite quase enlouqueci, a vontade era de chegar sorrateiro e tirar uma casquinha, fiquei admirando, mas o medo me deixou fazer apenas isso, fui ao banheiro, e voltei pra cama, extremamente nervoso, pelos meus pensamentos, e pelo que acabava de acontecer.

Certo dia, um sábado, ela passou o dia todo de limpeza na casa, com um shorts cinza, que marcava bem suas pernas e bunda, foi nesse dia, que fiquei pela primeira vez de pau duro olhando, sem ela perceber, tive trabalho pra disfarçar, e não ter o risco de ela perceber que estava com tesão por causa dela. Ao final do dia, cansada, por ter passado de limpeza, o que eu percebi que poderia ser bom pra mim quando ocorresse isso, pois cansada, acabava tendo o sono pesado. Nesse dia, se armou um temporal, e ela como tinha medo, mas não admitia, falou pra mim:

- Felipe, dorme aqui no meu quarto hoje, não tenho confiança nessa casa quando se arma o tempo.

Nesse momento, me subiu um frio na espinha, aquele misto de ruim com bom, inexplicável, apenas respondi:

- Mas nem vem temporal nenhum mãe.

Logo que ela respondeu.

- Não importa, você sabe como eu não gosto quando esta assim.

Retruquei:

-Sem problemas então, e dei uma risada.

Nem preciso dizer, que dessa hora, até a hora de deitar, todo tipo de pensamento passou pela minha cabeça. Mas ao final e decidi, já que acabei ficando assim, se tiver oportunidade, posso tirar uma lasquinha, apesar de no fundo, achar que não teria coragem.

Chegou a hora, fomos dormir, minha mãe não tinha roupa certa pra dormir, dormia as vezes com uma as vezes com outra, nunca cuidei, pois nunca tive desejo, mas essa noite, claro, fiquei cuidando. Fui o primeiro a deitar, fingi estar cansado, e logo fechei os olhos e virei para o lado que ela ia se trocar, me tapei, e deixei apenas um vão para conseguir enxergar. Notei que ela colocou uma camisa normal de ficar em casa, e uma calcinha, verde, nem pequena, nem grande. Eu estava tremendo de nervoso, uma situação daquelas me deixava assim, apesar de ser só pensamento, e achar que dormiria, e não aconteceria nada. Ela se deitou na cama, virada pra cima, como era acostumada, e eu, virado para o outro lado, assim, adormeci. Não sei a que tempo certo, acordei, no meio da noite, e logo me veio a realidade a cabeça. Minha mãe ao lado, dormindo de blusa, e calcinha, e a chance de eu tirar uma casquinha, matar curiosidade de adolescente. Logo comecei a tremer de nervoso de novo, era minha mãe, mas naquela hora, todos os valores vão por agua abaixo, era só ir com cuidado e ninguém saberia de nada. Pois bem, não sabia em que posição ela estava, por isso, fui de costas mais para o meio da cama, logo encostando na sua bunda, ou seja, realmente bunda com munda. Nessa hora, o coração era um bate estaca, enlouquecida. Foi um tempo, e tomei coragem, levei a mão, com todo o cuidado, junto a minha perna, até encostar nela, bem de leva, com o dedo toquei em um tecido liso, logo imaginei que era sua camisa, com todo o cuidado fui descendo, e controlando a respiração dela, que dava pra ver que estava em sono profundo, até pq estava cansada de um dia logo de trabalho. Cheguei até a bora desse tecido, e finalmente encostei na pele, bem quente, nessa hora, já estava de pau totalmente duro,perdendo os sentidos, levei mais dois dedos, com todo o cuidado, para evitar uma tragédia, e percebi que estava encostando no meio das suas coxas, mas eu queria mais, na minha imaginação, se pudesse encostar na bunda, estaria no paraiso. Como estava de costas pra ela, virei de barriga pra cima, os dedos que estava nas coxas, sentindo aquela pele quente, subiram pra borda da camisa, e ali, comecei a levantar. Devagar, devo ter levado algum tempo, sentindo aquela camisa levantar, cada vez me dava uma agonia maior, cheguei a um ponto que estava mais ou menos no meio das costas dela, e larguei. Não sabia mais o que fazer, ela parecia estar em sono profundo, já que estava nessa situação, me deu uma repentina coragem e virar para o lado dela, como se fosse de conchinha, mas afastados um pouco. Pouco a pouco fui criando coragem, e levando a mão aos poucos para o lado dela na cama, até, finalmente encontrar aquela pele quente novamente, dessa vez mais macia ainda, pensei comigo, que bunda maravilhosa, pq perdi tanto tempo, tanto tempo dormindo juntos, poderia me divertir, sei la eu mais o que me veio a cabeça.

Subi mais a mão, até encontrar uma coisa áspera, era sua calcinha. No começo eu estava passando o dedo, como forma de cuidado, mas como ela estava em um sono profundo fui indo, até encostar a mão inteira, no rego, bem no meio da sua bunda, sentindo todo aquele volume, parte da mão na calcinha, e parte na bunda limpa, já que a calcinha não era tão pequena. A sensação era indescritível, o que eu estava fazendo era na minha própria mãe. Nunca havia pensado em tocar ela assim, por outro lado, aquela “casquinha” que eu tinha certeza que não ia ter coragem, eu estava conseguindo.

Naquele sono profundo, pensei: Posso ir mais longe, se caso ela fizer menção de acordar, até ela entender o que estava acontecendo, e pelo próprio cansaço, levaria algum tempo, e eu poderia disfarçar. Já estava pensando até no que falar caso ela acordasse, hoje a situação me parece engraçado, mas nesses dias que passei não eram.

A coragem eu já havia criado, a vontade era maior, apenas fui devagar, encosteis toda a palma da mão e sua bunda, devagar, sem pressionar muito, encostei um dos dedos na borda lateral da calcinha, e fui puxando, para o meio da sua bunda, levei mais um bom tempo, quase gozando, fiz isso nos dois lados, deixando a maior parte da calcinha no meio do rego, e dois dedos fui pressionando pra dento, até deixar uma calcinha fio dental. Estava em outro planeta já, peguei o celular, levantei com cuidado as cobertas, e acendi a sua luz. Que cena! Uma bunda grande, com uma calcinha relativamente grande, totalmente atolada na bunda, deixava as bandas da sua bunda com uma certa abertura pelo volume da calcinha, que não era propriamente fio dental. Tirei o pau pra fora da bermuda que estava, e comecei uma punheta olhando aquilo, meu pau, ao contrario da maioria dos contos esta na média, cerca de 15 cm, mas logo pensei: “O sono ta pesado, da pra ir mais longe.” Raciocínio a essa altura?não existia mais. Diferença entre o certo e o errado, e o risco? Tão pouco. Me aproximei, encostando minha barriga nas costas dela, aquele calor que sempre senti sendo de mãe, e agora me atiçava outro desejo, misturava meus pensamentos. Fui chegando meu quadril cada vez mais perto, devagar, a cada parada na respiração ofegante dela eu me afastava, caso ela se mexesse, apenas me virava para o outro lado e pronto.Quando voltava a sua respiração, me encostava novamente, ate que encostei a cabeça do pinto sua bunda, sentia o saco cheio já, uma sensação impar. Comecei a encoxar, até que me grudei, totalmente de conchinha, fazendo movimentos leves para não acordar, com o pinto encostado na posição vertical, de fora a fora na sua bunda, para não dar muito na vista, e ela não se sentir desconfortável. Aquelas bandas da sua bunda, bem separadinhas como já havia descrito, estava me levando a fazer uma loucura. Sem pensar muito, levei 4 dedos, no rego, e fui entrando no meio de sua bunda, até encosta na sua calcinha bem atolado, apalpei, e segurei o mais “firme” que pude, e levantei a parte de cima de sua bunda, ou polpa como vcs queiram, o posicionei meu pau na entrada dela. Pensamento? A cabeçao do meu pau esta no meio da bunda da minha própria mae, nunca pensei que poderia chegar a esse ponto, tão pouco que ia ser tão bom, pq perdi tanto tempo? Com estava com a polpa dela levantada, sua bunda estava bem aberta, com isso, dei uma forçada pra frente, a cabeça entrou raspando, devagar até onde deu, e essa hora vi que ia gozar, não tinha jeito soltei a polpa de cima, que caiu toda sobre o meu pau que já devia estar metade atolado na sua bunda, mas sem penetração, nem perto disso, vcs sabe do que falo. Com isso, aquela bunda gostosa abraçou todo meu pau, fui aos céus, nunca tinha senti algo parecido, e ela com o sono pesado, sem menção de acordar (dessa vez, na outras teria algumas dificuldades a mais), comecei a fazer um vai e vem, meu pau, sem lubrificação nenhuma ali, raspava no meio do rego, aumentando cada vez mais meu prazer, quando senti que ia gozar, abracei minha mãe pela cintura, pensei em não fazer nela, pq se acordasse, e visse aquilo, não sei o que aconteceria. Mas o desejo era maior, quando senti q estava saindo, empurrei devagar para frente, e com a luz do celular pude ver que meu pau estava totalmente no meio da bunda dela. Gozei que nem louco. Fiquei ali, abraçado um tempo, esperando tudo sair. Depois que terminou, veio aquela sensação que todo homem tem, depois que goza, em uma situação que não era pra acontecer. Arrependimento, e medo. Terminei, limpei com todo o cuidado, e fui dormir. No outro dia, já estava com vontade de fazer isso de novo, penetração? Não tinha vontade, apenas tinha uma vontade de encoxar até gozar, e claro, o fetiche do sexo anal com minha mae me fazia a idéia, mas sabia que talvez era surreal.

Deixem a avaliação de vocês, esse é um fato real, se caso gostarem, tenho mais hístorias, coisas bem interessantes que aconteceram, diferente de contos mentirosos que estão por aí, que não se ve realidade nenhuma. Caso queria, continuarem, essa foi apenas a primeira história que eu tenho com minha mãe.

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Comentários

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Adorei deveria continuar a história seria legal pensa nisso ok

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Caramba fiz um comentário e saiu várias palavras erradas hoje estou no trabalho mal consigo digitar agora não consigo editar o comentário nem apagar

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Ei sei exatamente angústia de estar quase comendo um rabo de uma mulher dormindo pois já comi minha esposa várias vezes dormindo e muito gostoso as primeiras vezes o gozo vinha antes da cabeça do meu pai se quer entra no cu dela várias vezes quando a cabeça entrava eu já gozava ali mesmo é uma delícia gozar dentro de um cu de uma mulher dormindo e enquanto ela dormia eu fodia o cu dela e imaginava estar comendo o cu de uma das irmãs dela

Aí como eu queria comer o cu de todos nas irmãs da minha esposa comer somente o cu e gozar dentro do cu de todas elas e fala Agora vá pra casa sua puta com seu cuzinho cheio de porra quente sua vaca

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Muito bom- continuaçao!!!

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Parabéns, felicidades a vocês. Logo vou ler a continuação, se for consentido o amor de vocês, te passo meu e-mail para trocarmos relatos.

abraço

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Parabéns, felicidades a vocês.Abraço

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Um belo conto de incesto, continue. Deu vontade de ver sua gostosa mãe sendo encoxada com todo desejo. Vou ler os demais.

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Hummm Que delicia de conto. Eu e meu marido Beto ficamos morrendo de tesão. Nós também publicamos nosso conto aqui. É verídico e se chama: "A Procura de um Amante". Montamos um blog só pra falar de sexo. Tem muitas fotos e também relatamos nossas aventuras. O end. é: www.rubiaebeto.comunidades.net Visitem-nos...Beijos molhadinhos

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a angústia tanto de quem lê, como a do autor é exasperante. espero a consumação dos fatos de modo consensual.

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Começou, termina. Estou esperando o restante da história. Abraços e obrigado pelo conto.

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