FILHINHO DA MAMÃE

Um conto erótico de R. Senna Contos
Categoria: Heterossexual
Contém 1613 palavras
Data: 11/10/2013 15:27:42

Minha mãe tinha uma amiga muito gostosa e fogosa. Joyce era uma mulher simpática que andava por lá, sempre vendendo essas revistas de perfumes e tal. Ela era alta, 1,70m mais ou menos, seios fartos, morena, cabelos cumpridos e uma bunda enorme. Andava sempre de calça colada no corpo, realçando seus dotes.

Um belo dia ela passou por lá e tocou a campainha. Eu estava sozinho em casa, ainda de short que costumava usar pra dormir. Fui ao portão e abri do jeito que eu tava. Ela olhou pra mim meio que assustada, mas a convidei para entrar. Então fomos para a cozinha que tinha um balcão com alguns bancos. Pedi pra que ela se sentasse e ficamos ali batendo papo.

Eu sempre fui louco por ela, sempre achei ela muito tesuda. E não poupei elogios pra ela enquanto conversávamos. Até que ela disse que me achava muito legal por sempre puxar assunto, por ser bem comunicativo. Com isso, fui me soltando ainda mais. Até que começamos a falar de relacionamentos. Eu disse que tava solteiro, que só ficava com algumas meninas e nada mais. Ela disse que tinha um namorado, mas que as coisas não estavam muito boas entre eles. Então soltei a indireta:

- Com uma mulher assim, o cara tem que ser muito besta pra não ficar de quatro por ela!

Na hora ela ficou corada, apesar de ser morena. Logo minha mãe chegou e eu vazei dali, deixando as duas conversando como de praxe.

No outro dia cedo a campainha toca novamente. Fui atender o portão do mesmo jeito, mas ainda de pau duro por não ter ido ao banheiro. Então ao abrir o portão, me escondendo por conta do volume formado no short, vi que era Joyce.

- Você? Minha mãe não está.

- Ah, que pena. Posso esperar aqui por ela?

- Claro!

Pedi que ela entrasse, me escondendo pra que ela não me flagrasse daquele jeito. Foi em vão! Ao entrar, ela olhou pra trás, esperando que eu fechasse o portão. Quando me virei, achando que ela já tinha entrado, ela estava parada, virada pra mim e me olhando de cima até o meu pau. Como tava muito duro, era indisfarçável o volume. Ela deu um leve sorriso de canto de boca e disse:

- Isso tudo é pra mim?

Não disse nada, apenas entrei dentro de casa. Deixei ela sentada no sofá da sala e pedi licença pra ir ao banheiro. Tomei um belo banho, fiz minha higiene bucal e quando abri a porta pra sair do banheiro, lá estava Joyce em pé, me esperando na porta. Nem percebi quando ela me agarrou e começamos a nos beijar.

Os beijos eram safados e molhado. A respiração de ambos era ofegante, cheia de tesão. Nossas línguas brincavam, se digladiavam entre elas. Ora ela chupava minha língua, ora eu chupava a dela. Fui tirando sua blusa, tirei seus seios de dentro do sutiã e caí de boca nos seios grandes e suculentos. Os bicos eram duros, moreninhos e firmes. Passei a ponta da língua neles e depois abocanhei o máximo que pude. Enquanto a boca cuidava de um, a mão direita cuidava do outro. Joyce gemia baixinho, cheia de tesão.

Fui descendo pela sua barriga, encontrando um piercing pequeno e brilhante. Enfiei a língua no umbigo dela, enquanto ela puxava meus cabelos, me chamando de safado.

- O safado você já vai conhecer! - disse a ela.

Então fui tirando sua calça colada. Difícil foi passar pela bunda enorme. Mas depois que passou, o resto foi fácil. Joyce usava uma calcinha bem pequena, enfiada no rabo. Pedi pra que ela se sentasse no sofá, abri bem suas pernas e apenas tirei de lado o tecido da calcinha. Beijei suas coxas e fiquei lambendo sua virilha. Ela gemia mais alto agora. Então cravei minha língua na sua boceta.

Era uma boceta bem cuidada, pouquíssimos pelos. Do jeito que eu gosto. Ela tinha lábios carnudos e seu grelinho estava inchado de tesão. Suguei seu grelinho, enfiando um dedo na boceta. Depois coloquei mais um e senti sua boceta morder meus dedos. Que boceta apertada!

Fiquei lambendo da boceta até seu cuzinho. Ela pegou minha mão e levou até a sua boca, lambendo seu mel que escorria com abundância. Depois ela devolvia e eu colocava dentro da boceta de novo. Lambi bem o seu cuzinho, enquanto ela levantava ainda mais as pernas pra que eu lambesse tudinho. Seu cuzinho piscava querendo mais. Então coloquei devagar um dedo, depois outro e passei a foder sua boceta com um dedo e o cuzinho com outros dois. Enquanto minha boca cuidava de manter sua boceta mais molhada ainda. Joyce urrava e gozava sem parar na minha boca.

Então fiquei de pé com o cacete duro como pedra. Ela sentada, passou a mamar no mastro. Deixava ele completamente molhado e babado. Ela punhetava maravilhosamente bem, me deixando muito excitado. Segurava o pau pra cima, lambendo as bolas, enquanto eu olhava pra ela e ficava chamando ela de puta, safada e outros impropérios. Ela adorava, olhando pra cima, enquanto mamava minha rola dura.

Coloquei Joyce de quatro no sofá, com os seios no encosto. Abri bem suas pernas e ela ficou toda empinada. Era uma visão maravilhosa! Então voltei a lamber seu cuzinho, indo até a boceta. Pincelei bem o pau na entrada da boceta dela e quando ia colocar lá dentro, ela pediu:

- Come logo meu cú safado, come!

Não pensei duas vezes. Salivei bem a boca e deixei um fio de saliva cair no seu cuzinho. Pincelei, deixei o pau bem melado e fui atolando no rabo dela bem devagar. Depois que a cabeça inchada passou, o corpo do pau deslizou pra dentro dela. Comecei a bombar devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Logo minha cintura baita no quadril dela com força, enquanto ela gritava de prazer pedindo mais. Passei a dar tapas na bunda dela, xingando ela. Primeiro foram tapas leves, até que ela pediu pra bater mais forte. Logo ela começou a me instigar ainda mais.

- É só isso safado? O filhinho da mamãe só sabe bater assim é?

Na hora o sangue ferveu e o tesão triplicou. Então passei a dar tapas mais fortes, tanto que sua bunda ficou vermelha na hora! Peguei seus cabelos compridos e puxei eles com força, chamando ela de potranca, puta, safada e mais. Joyce gozou loucamente com meu pau dentro do cuzinho dela.

Joyce saiu do pau e voltou a mamar nele. Eu segurei seu rosto com a mão esquerda e enquanto ela chupava, dei um tapa na cara dela com a mão direita. Ela olhou pra mim extasiada, cheia de tesão.

- Isso, bate na puta! Mais forte veado! Anda...

Aí sim os tapas fora mais e mais fortes. Seu rosto já tava um pouco vermelho, mas sua pele morena disfarçava bem. Eu ainda não tinha vivido uma experiência assim, mas eu tava gostando de dominar aquela vadia.

Deitei ela no sofá de barriga pra cima, abri bem suas pernas e enfiei meu pau na sua boceta. Começou um delicioso vai e vem. Ela pedia mais, me apertava e cravou suas unhas nas minhas costas. "Vadia!", eu xinguei. Então dei um tapa bem servido na cara dela. Ela riu e colocou minhas duas mãos no seu pescoço.

- Isso, aperta sua puta. Anda safado, aperta!

Fui apertando seu pescoço, vendo ela ficar vermelha. Quando vi que ela tava ficando sem ar, eu afrouxei e ela gozou loucamente no meu pau. Eu tava todo molhado por causa do gozo dela, que mais pareceu ter mijado em cima de mim.

Então ela ajoelhou na minha frente e colocou meu pau dentro da boca.

- Fode minha boca, fode puto!

Então comecei a foder sua boca, como se eu tivesse fodendo a boceta dela. Ela pedia mais e já engasgava com meu pau. A baba dela tava mais espessa, mais volumosa. Eu tava com um puta tesão, segurando a cabeça dela, enquanto meu pau ia até o fundo da garganta dela. Não resisti e segurando a cabeça dela, gozei como um touro amarrado! Meu pau explodia dentro dela, pulsando naquela boca gulosa. Logo ela começou a engasgar de novo, mas não tirou o pau de dentro, engolindo todo o meu esperma. E enquanto meu pau não parou de ejacular, ela não tirou ele pra fora, deixando-o completamente limpo. Dei mais um tapa na cara dela, mais leve agora e disse:

- Gostou puta?

- Gostei, mas eu quero mais!

Infelizmente a hora não permitia, pois logo minha mãe chegaria. Então ela se arrumou rapidamente e fomos para o banheiro. Lá dentro, ainda nus, começamos a nos beijar. Logo meu mastro tava duro de novo. Ela caiu de joelhos e mais uma vez deu uma mamada daquelas! Com o pau bem molhado, ela pediu:

- Arromba meu cuzinho, anda safado!

Sem pestanejar, ainda comi o cú da safada antes de tomarmos um banho. Ela gozou mais ainda e eu pude encher o seu rabo de porra. Então saímos e alguns minutinhos depois, minha mãe chegou. Disfarçamos o quanto pudemos. Ainda transamos outras dezenas de vezes, sempre cuidando pra que minha mãe não desconfiasse. E o sofá molhado que ela deixou, foi apenas um refrigerante que eu derramei. Pelo menos foi o que contei pra minha mãe no dia.

Depois de alguns anos, voltamos a ter contato. Hoje estou casado e ela também. E apesar dos seus 42 anos de idade, Joyce continua um mulherão. E confessou que o maridão não dá conta do recado. Acho que tá na hora de alguém dar a ela o prazer que ela tanto merece. Vou marcar hoje com ela. Depois conto aqui. Grande abraço a todos! Espero que curtam e votem.

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