Um caminhoneiro em meu caminho.

Um conto erótico de sabrininha_1979
Categoria: Heterossexual
Contém 2265 palavras
Data: 23/10/2013 10:46:26
Última revisão: 23/10/2013 10:52:59

Como a maioria dos condutores de final de semana, não tenho muita prática de direção nas rodovias. Ricardo me levou na casa dos meus pais(na zona da mata mineira) num final de semana e do nada recebeu uma ligação do seu serviço. Era a secretária do seu chefe, pedido que ele estivesse em Vitória na segunda bem cedo. Ele me deu a notícia e perguntou o que eu achava melhor, se eu queria que ele me levasse de volta para casa ou se eu queria ficar com o nosso carro e ele fosse de ônibus. Já que estávamos só eu e ele, pedi para ficar com o carro. Ricardo ficou com a gente até as 4 horas e foi para a rodoviária, pois queria chega na capital capixaba de noite para descansar e assim ter uma boa reunião na manhã seguinte.

Meus pais já estão bem velhinhos e como todos o pessoal do interior, dormem cedo. Resolvi dar um passeio e visitar a minha cidade natal(Fervedouro). Depois do meu passeio, resolvi passar logo no posto para abastecer, na intensão de sair bem cedo no outro dia na volta pra casa. Chegando no posto, que ficar a margem da BR 116, vi que a lanchonete estava com muito movimento e resolvi olhar o movimento, quem sabe não achava alguém conhecido para bater um papo. Estava uma noite calorenta e eu usava uma saia uns 4 dedos acima do joelho, usando um salto alto que dava uma boa erguida nas minhas pernonas e arrebitava minha bunda, uma camiseta bem justinha,sem sutiã, estava bem provocante.

Cheguei para a garçonete e pedir uma cerveja sem álcool, pois estava dirigindo e não queria problema com a policia. De repente, percebo que apesar de todos homens que se encontrava naquele local me admirava, pude perceber que havia um loirinho que não disfarçava e não tirava os olhos de cima de mim. Sabia que ele poderia vi até aonde eu estava sentada, então resolvi pagar a bebida e sai. Más antes de eu sai ele me abordou e disse:

-Se o problema for comigo, você não precisa sai correndo. Eu não mordo, apenas que você peça.

A voz dele era goza, firme e muito sex. Mexeu bastante comigo, más resolvi sai. Peguei o carro e fui em direção a casa dos meus pais. Como já tinha relatado, não sou uma condutora experiente, no meio do caminho havia um buraco e não consegui desviar. Bati como pneus em cheio nele, onde veio furar o mesmo. Parei o carro e fui trocar o pneu, já estava escuro e apesar de estar perto da cidade, estava numa rodovia federal e com muito medo. De repente para tirar a pouca paz que eu tinha naquele momento, vi que se aproximava um caminhão e ele estava parando. Como não havia mais a fazer, mantive a calma e para minha surpresa, era o loirinho da lanchonete.

- Mundinho pequeno, hein? Posso lhe ajudar?

Sem voz, só balancei a cabeça de forma positiva, e ele começou a trocar o pneus para mim. Retirou a camisa, só de short, com um corpo forte, não malhado, mais sem barriga, braços fortes e mãos grandes, sempre com um sorriso no lábios e com uma cara de sem vergonha que estava me conquistando.

-Qual o seu nome?

-Sabrina... e você como chama?

-Me chamo Luciano. Você mora por aqui perto?

-Não, sou do norte do estado do Rio. Meu pais que moram aqui na cidade.

-E o seu marido, aonde está?

-Como sabe que sou casada?

- Percebi por causa da aliança. kkkk...

-Ah,é! Ele estava comigo aqui, só que precisou ir para Vitória e acabou indo de ônibus.

-Sei... Por que você saiu correndo do posto? Perturbei você?

Sem querer dar mole para aquele cara, me encontrei numa enrascada, pois desde que percebi na lanchonete que ele me devorava com os olhos, eu já tinha balançado, agora tendo mais tempo para observa-lo, vi que estava correndo um risco enorme de não dormi na casa dos meus pais naquela noite.

-Não foi por sua causa, não. É que não gostei muito do ambiente. Más também você já está indo viajar, não está?

-Sim, mais se você quiser, eu volto e a gente pode conversar mais um pouco,que tal?

Estava realmente balançada por aquele rapaz e não resisti o convite.

-Só não quero ir mais naquela lanchonete,aonde podemos conversar?

-Deixa comigo, podemos conversar aqui na boleia do meu caminhão mesmo,pode ser?

Uma boleia? Sonho de toda a mulher. Só não disse, para ele não ver que que já estava afim de ser daquele homem desconhecido. Disse que por mim estava tudo bem, ele acabou de trocar o pneus e estando pronto, manobramos o carro e o caminhão e voltamos para o posto. Chegando lá, parei o meu carro perto da entrada, aguardando aonde ele estacionaria. Ele parou num local aonde havia pouco carro e fez sinal para eu estacionar perto da sua cabine. Quando eu cheguei, ele já havia fechado a cortina e me disse que era só par termo mais privacidade para conversarmos. Até parece que eu já não sabia em que iria acabar aquele conversa. Ele pediu licença e foi na lanchonete, trouxe duas cerveja, agora comum e me disse que se eu não quisesse, tudo bem, ele tomaria as duas. Fui logo falando para ele relaxar e que não precisaria de dois copo, eu iria beber no copo dele mesmo.

Conversamos por mais ou menos uns quarenta minutos, ele contando de sua vida e eu da minha(sem relatar que era liberada por meu marido), foi quando ele se mexeu e caiu do bolso de seu short um pacote de camisinha. Ele ficou vermelho e eu para não deixar as coisa esfriar, peguei e comecei a ler o verso da embalagem.

-Aqui diz que é bem lubrificada.

- Posso apostar que você, gostosa como aparenta ser, não precisa de lubrificação extra.

Paramos de frente um para o outro e o beijo foi inevitável. Senti aquela boca quente, com uma língua gostosa que parecia querer sugar a minha. A coisa esquentou tanto que quando dei por mim, já estávamos completamente nus. Luciano me posicionou deitada, veio descendo beijando todo a área até chegar na minha xotinha, que a essa altura, já estava encharcada. Ele chupa muito bem e me prendia deitada, eu só conseguia rebolar me posicionando para melhor receber aquele deliciosa língua. Não demorou e aquele homem já estava com sua arma em pé e pronta para se chupada. Ele saiu da posição que estava, pude ver um cacete não tão grande ao qual eu estava acostumada, mais lisinho e aquela visão tirava minha paz. Empurrei ele, fazendo com que ele sentasse e não me fiz de rogada, cai de boca engolindo todo o cacete daquele homem, que em momento algum tirava os olhos de mim. Teve vezes que ele segurava minha cabeça com sua rola todinha na minha boca.

-Assim você vai me fazer engasgar garoto. kkkk...

-Quero goza dentro da sua boca, sua gostosa. Quero ver você tomar todo a minha porra.

-Mais se você gozar agora, vai ter mais depois? Não entro em uma transa só pra chupar uma piroca,apesar da sua ser uma delicia. Quero te dar todos os meu buraco. Você vai comer?

-Chupa minha piroca e pára de conversa, minha delicia.

Obedeci como uma boa putinha, já que ele mandou, eu fazia o que ele queria. Foi quando, ele pegou uma camisinha e abrindo,me deu e falou.

-Quero ver se você é profissional agora, coloca com a boca gatinha;

Com medo de passar vergonha, fiquei meio preocupada, mais fiz o que me foi solicitado. Me saindo bem, Luciano veio e me deu outro beijo bem gostoso e me virando de 4, pincelou seu cacete na minha xota que a essa altura já escorria meu caldo e de uma vez só penetrou bem gostoso. Comecei a rebolar naquela piroca, entrando e saindo num movimento louco. Ele agarrou meus cabelos e como um verdadeiro cavaleiro, começou a me cavalgar, puxando com força, chegava até doer um pouco, más aquilo me dava muito tesão. Ele tirava a sua piroca, apontava a cabeça na porta da minha bucetinha e sem dó, metia de uma só vez. Cada vez mais gostoso, trocamos de posição, agora ele por baixou e eu por cima, podia ver sua cara e sua vara entrando e saindo.

-Que bom que o teu marido precisou viaja, assim eu pude te encontrar. Você é maravilhosa.

-Cala a boca e come gostoso. Quero que você coma meu cuzinho também. você gosta?

Sem me responder, ele continuou mais um pouco naquela posição que estávamos, foi quando ele arrancou a piroca da minha bucetinha, fez com que eu sentasse com meu rabinho em sua rola. Como eu gosto de levar uma rola no rabo. Obedeci novamente e sentei. Ele gostou tanto que mesmo deitado, me fodia com força, me segurou pela bunda, fazendo que eu não me mexesse e começou sucar. Era tão forte as estocada que ele dava que foi subindo um calor surpreendente, gozava cada vez mais, meu caldinho escorria da minha minha xota e chegava até seu membro que cada vez mais lubrificado, Luciano socava mais e mais. Numa manobra espetacular, Luciano saiu de baixo de mim, me colocando deitada de bunda para cima, me fazendo abrir minha bunda com as mão, voltou a comer meu rabo. Estava maravilhoso, foi quando meu celular tocou. Luciano sem tirar sua vara de dentro de mim, disse pra eu atender e deitando na minha costa beijava minha nuca, pescoço e rosto.

Era ricardo. Disse a Luciano quem era, ele iria tirar seu cacete de dentro de mim, más não deixei. E disse para ele ficar tranquilo e dentro de mim.

-Oi amor, já chegou em Vitória?

-Olá Sabrina. Que demora pra atender. Está deitada?

-Deitada, sim. Em casa não.

-Você está aonde mulher? Já está aprontado, não?

-Ah amor, estava tão quente e meus pais dormem cedo, resolvi dar um passeio. kkk....

-Estou entendendo. E esse passeio está bom?

-Bom?? Você nem imagina.

Nesse momento, já tinha voltado a rebolar com o cacete do Luciano encravado dentro de mim.

-Coloca no viva voz e deixa o telefone por perto então. Pediu Ricardo(meu marido).

-Capricha Luciano, que de agora em diante temos um espectador.

Luciano não entendeu nada mais ele não estava ali para entender nada e sim para foder bem gostoso. Liguei o viva-voz e coloquei o telefone perto, em cima do painel. Aquilo a certo ponto mexeu com Luciano também, que passou a falar algumas palavras xulas.

-Toma sua puta, toma toda minha piroca no teu rabo, sua gostosa.

-Ai Lorinho, come esse cuzinho dessa puta, come. Come, que meu marido está muito longe e ele não gosta que fique carente.

Luciano ficou tão louco de tesão com o que estava acontecendo, transando comigo e sabendo que meu marido escutava tudo. Mudamos varias vezes de posição, ora comia minha bucetinha, ora o cuzinho e ora me colocava pra chupa-lo. Foi quando ele pegou o celular e fez questão de falar.

-Chegou a hora de lhe dar o leitinho... Vem cá sua safada, me chupa, que quero encher sua boca de porra e faço questão que o teu corninho escute, já que ele não pode ver.

Me ajeitei para receber toda porra daquele marcho, que por mais de hora estava me comendo e ainda não havia gozado. Com sua piroca na minha boca, olhei na cara dele e pude ver sua satisfação que sentia.

-Ahhh... Toma sua safadaaaa...

Recebi toda a sua explosão de porra na minha boca e cara, escorrendo, passei a mão e espalhando por tudo meu rosto, deixando o meu novo amigo muito satisfeito, que ainda fez questão de falar perto do meu celular para o Ricardo ouvi.

-Você é maravilhosa Sabrina, feliz é o teu marido por teu uma gata deliciosa como você ao lado dele.

Nessa hora, peguei o celular, me despedi do Ricardo, dizendo que ligaria para ele logo logo. Coloquei Luciano deitado, fiz questão de deixar sua rola limpinha, lambendo toda sua extensão, ele me empestou uma toalha para que eu pudesse me limpar um pouco, pois não tinha coragem de ir até o banheiro do posto para me lavar. Me pediu que terminasse a noite com ele, eu disse que seria impossível, pois meu pais acordariam de madrugada e ficariam super preocupado comigo. Trocamos os números de telefones, nos beijamos calientemente e fui, parecendo uma garotinha saindo do seu primeiro encontro, pisando em nuvens.

Tentei ligar para meu marido, para informá-lo que já estava indo para a casa dos meus pais, más,não consegui falar com ele. Pode ver que o coitadinho havia se acabado na punheta, ouvindo os gemidos e gritos meu e do Luciano e depois que desliguei o celular, ele apagou. Chegando na casa dos meus pais, vi que estava tudo escuro lá dentro, o que indicava que eles estavam dormindo mesmo, pois também, já se passava da meia noite. Fui paro o meu quarto, tomei um banho maravilhoso, guardando bem guardado a roupa suja, com aquele aroma de sacanagem que não saía das minhas narinas, para não dar a percebe aos meus pais a putinha que me tornei, com consentimento o Ricardo. Acordei por volta das 8 da manhã, tinha na mesa da varanda dos fundo, um café da manhã mágico que minha mamãezinha havia preparado para sua filhota. Parece até que ela adivinhou que sua filhinha estava fraquinha, fraquinha, por causa da noite que teve na boleia de um caminhão. :)

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Comentários

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Cinco meses depois, não sentiu mais vontade de relatar suas aventuras?

Continua vai. Nota 11

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DELÍCIA DE CONTO, SABRININHA...

ATÉ TE ADD... E MANDEI RECADINHO NO SEU E-MAIL...

AGUARDORESPOSTA, ANSIOSO...

GOZEI DUAS VEZES, COM ESTE CONTO...

BEIJINHOS E NOTA MIL 1.000

AGUARDO CONTATO...

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Oi Sabrininha... Nota 10.. Muito bom mesmo.. Estou com a calcinha enxarcada... Você não gostaria de entrar em contato conosco na Fantasy Island e postar teus contos lá também (e receber os nossos com fotos/video ?). Nosso email é: fantisland@gmail.com. Beijoka da Carla Zéfira

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confeço que gozei mesmo antes de terminar seu conto adorei me adc skype dotadocvel@hotmail.com

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confeço que gozei lendo seu conto antes mesmo de terminar delicioso skype dotadocvel@hotmail.com

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