Com minha amada

Um conto erótico de Mr Natural
Categoria: Heterossexual
Contém 677 palavras
Data: 25/07/2013 19:57:45

Eu te envolvi em meus braços e com firmeza a trouxe para junto de mim, senti sua boca junto à minha, a textura da sua língua... As alças do seu vestido se renderam docemente, acompanhando a queda do vestido foi descendo meu rosto passando pelos teu pescoço, beijando o vão entre tuas tetas e senti o contato dos seus seios no meu rosto, seu corpo quente aquecia o meu, mas não era apenas o calor que irradiava de você, era a chama que a sua simples presença sempre fez queimar dentro de mim. Suguei seus seios sentido a aspereza delicada dos teus mamilos, que foram se entumecendo enquanto minha língua os envolvia hora um, hora outro. Suas mãos agarravam meus cabelos, e puxavam minha cabeça para junto do seu corpo. Seu corpo foi se deixando cair sobre a cama e, contigo deitada, fui saboreando sua pele, descendo pelo seu peito, sua barriga...

No meio das suas pernas, você envolveu minha cabeça entre suas coxas, e o perfume do seu sexo emudeceu todos os outros sentidos; um cheiro de mar, de pimenta fresca, castanhas, mel; o mel que eu sorvia certo de que se houvesse um paraíso era esse o gosto do néctar que brotava das suas fontes.

Minha língua percorria cada mínima reentrância do seu sexo, descendo até seu ânus, se deliciando com os diferentes sabores e texturas que seu corpo me oferecia.

Como meus lábios envolvendo seu clitóris e minha língua brincando alegre com ele, sentia pressão das suas pernas crescendo na minha cabeça, minhas mãos deslizavam por suas coxas apalpando seus músculos que enrijeciam, enquanto você murmurava, um gemido quase inaudível. Meus dedos delicadamente exploravam teus orifícios numa antecipação do que meu membro já dolorido de tão rijo sentiria em breve.

Quando senti que seu corpo relaxou, suas pernas se abriram e seus joelhos foram subindo ao nível das suas ancas eu me deitei sobre você; nossos lábios novamente se tocaram e eu recebi sua língua dentro da minha boca para se enrolar na minha.

Quando deslizei lentamente meu sexo para dentro do seu senti o intenso calor úmido de caramelo, de vulcão que parecia querer me consumir e consumido eu seria com todo prazer. Depois de saborear cada milímetro dessa penetração eu comecei a me mover dentro de ti, ajustando o ritmo à pulsação do seu quadril que crescia em tempo e intensidade.

Nossas bocas, nossos sexos, nossas peles que se esfregavam, seu cheiro que me levava para fora da minha consciência; nenhum entorpecente altera minha consciência como teu cheiro; quantas vezes eu não fiquei atrás de ti, massageando seus ombros apenas para poder me embriagar com o aroma quente que subia dos seus cabelos.

Antes que o gozo inevitável encerra-se aquele momento em que eu e você éramos um só, obedeci a um sutil movimento seu que me colocou de costas sobre a cama e enquanto seu corpo se elevava. Com a coluna ereta, os joelhos firmes de encontro à minha cintura você estava grandiosa, normalmente pequena e delicada, de gestos sutis, naquele instante você se portava como minha dona; suas mãos nos meus ombros, o movimento da sua anca, tudo me imobilizava, somente minhas mãos acariciavam seus seios. Seu rosto radiante se contraia a cada vez que você jogava seu corpo de encontro ao me enterrando meu pênis profundamente no teu corpo, sem nunca deixar de portar um leve sorriso.

Esse sorriso me matava, mais do que a sensação que o movimento ritmado e intenso do seu corpo produzia nos nervos que saiam do meu membro, esse sorriso que mostrava o quando você se deleitava com aquilo, que mostrava todo o prazer que você extraia do meu corpo, era esse sorriso que transformava a mecânica do sexo em sublime deleite. Para conquistar esse sorriso eu mataria e morreria, venderia minha alma e seria escravo do teu desejo por toda eternidade.

No momento do gozo você deixou seu corpo cair sobre o meu e, ainda sentido as contrações da sua vagina, nos beijamos como se não existisse mais vida antes ou depois disso.

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