Bolinação na fila do banco

Um conto erótico de cristiano rufino
Categoria: Heterossexual
Contém 533 palavras
Data: 19/07/2013 19:22:44
Última revisão: 20/07/2013 12:01:59

Todo emprego era a mesma coisa. Apenas alguns meses e rua. E la estava eu, novamente tristíssimo indo sacar dinheiro pra pagar alguma corrida de ônibus pra alguma dessas desgraçadas entrevistas. Pois bem, me encontro numa enorme fila no único banco bradesco do bairro. É a fila do caixa eletrônico. A fila mais impiedosa do mundo. Na minha frente tinha uma loirinha com aquelas calças de lycra super colada. Estilo academia. Ela era um tesão. E como eu nunca uso cueca a barraca começou a armar daquele jeito. Como sempre eu não estava nem ai se o meu pau tava duro ou não e se alguém iria reparar ou não. Mas teve uma única pessoa que reparou. Dentre várias, a loirinha foi a única. Não sei como, ela estava de costas, não tinha como ver. Acho que a ponta da lança cutucou aquela maravilhosa bunda empinada. Sem querer? Talvez, isso importa? Então sou pego de surpresa. Lentamente ela ergue sua mão num gesto lateral e faz um fraterno carinho em meu caralho. Fui a lua. Que sorte! Ela tava afim. Então tratei de colocar minha mão por cima de sua mão e fiz ela apertar com força, como se fosse uma teta de vaca tentando retirar leite. Que bom. Então ela ficou ali com a mão no meu pau. E ninguém tava prestando atenção. Como quem não quer nada, tratei de arrastar a parte interna do meu dedo indicador discretamente por debaixo de sua xota. Era como se eu tivesse tocado uma xota nua. Só podia ta sem calcinha. Muito prazer. E ela continuou a apertar meu pau. Fiquei roçando meu dedo naquela xota. Vai e vem, vem e vai. Ficamos uns 7 minutos naquilo, e a fila não andava e todo mundo tava mais era preocupado em pagar contas, ora, que se fodam. Voltamos a bolina. Abri minha bermuda com o maior cuidado pra não fazer muito barulho, e coloquei sua mão ali dentro. Deu pra perceber sua surpresa. Acho que não esperava que eu tivesse sem cueca. E ficou ali, dessa vez me masturbando. Bom, eu tava com minha mão atritando naquela xota, era o máximo que eu podia fazer. Naquela altura um guardinha miserável de banco se ligou na cena. O safado tratou de se tocar. E ficou ali, num canto, se tocando. E continuamos a sacanagem, percebi que tava bom demais, ia gozar. Porém, a insanidade tem limites, não dava pra sair na rua com a bermuda toda molhada de porra. Então tirei sua mãozinha de meu caralho e de repente do nada a fila andou. Chegou a vez dela e logo a minha. Saquei uns trocados e meti o pé. Minha sorte não podia ser maior. A gostosa tava do lado de fora. Me esperando.

- Gostei do seu caralho. - disse ela.

- Sério? - disse eu sem conter minha alegria.

- Aham - prosseguiu, - seria o maior barato se fizéssemos algo realmente safado.

- , me liga, te fodo a qualquer hora.

Ela anotou meu número e foi embora com aquele cuzão e aquele bucetão que mais parecia um hambúrguer. As vezes to de bobeira em casa e ela me liga. Já sei que é pra foder. Que legal ser vagabundo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive cristiano rufino a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários