Casa dos Contos Eróticos

A história de nós dois 62

Autor: Toshy
Categoria: Homossexual
Data: 11/05/2013 01:28:20
Nota 9.94
Assuntos: Homossexual, Gay
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Véspera de Ano Novo e acordei muito louco, liguei e pedi um café da manhã delicioso e tomei um banho pra limpar a baba da cara, sim eu babo, tomei um banho revigorante eliminando tudo quanto é futum ( fedor, nhaca, essas coisas) da noite anterior e acordei o Nando me deitando sobre ele do mesmo jeito que ele faz comigo todos os dias. Hora de me vingar, pensei eu esfregando as mão com cara de malvado, hahaha. Deitei sobre seu corpo devagar e ele se mexeu, era sinal que ele estava acordando, incrível era olhar pra e ver aquele rastro de baba saindo do canto da boca, que nem lesma, hahahah, nojento mas engraçado.

- hahaha, també te amo meio quilo. – disse ele acordando.

- porra, meio quilo o caralho amor, olha o respeito. – disse mordendo seu ombro.

- kkkkk, não morde porra. Mas é sério você é muito leve, nem ta doendo. – disse ele zuando da minha cara.

Saí de cima dele e me joguei na cama fazendo beiço, Nando veio por cima de mim e me beijou. – você ta de bafo, e tem rastro de lesma na sua boca, hahahaha – disse e ele mordeu minha boca.

- vou enfiar a língua na tua boca. – disse ele tentando me lamber.

- para com isso Fernando, que nojo hahahaha. – disse

Mentira! Ele nem acordava com bafo, eu falava só pra ver ele bravo, mas o rastro de lesma era evidente, já que ele babava a noite toda.

- vou tomar um banho, vem junto? – disse ele.

- já tomei, mas posso te ensaboar se você quiser. – disse eu me levantando.

- claro que eu quero, assim você aproveita e me examina. – disse ele me puxando pro banheiro.

- examinar tipo exame retal? Kkkkk. – disse e ele me estapeou nas costas.

- hahaha, seu idiota claro que não né, a psoríase seu cretino, olha pra mim como ta isso. – disse ele tirando a roupa.

Examinei a psoríase e tava tudo certo, sem sinal de bolhas ou vermelhidão, dei um beijinho, um tapinha na bunda dele e dei um banho caprichado nele. Abusei daquele corpo todo e ele me dando bronca, mas eu nem estava ligando, o macho é meu e faço o que quiser com ele. De banho tomado Nando trocou de roupa pedi que ele esperasse um pouco. Cinco minutos depois o café da manhã chegou e tinha tudo que ele gostava.

- te amo, e você vai se alimentar direito hoje porque ultimamente você anda me enganando. – disse ele me enfiando um pedaço de pão goela abaixo.

- sim senhor capitão, me dá um beijinho só. – disse eu de boca cheia.

Nando me deu uma bitoca e tomamos nosso café tranqüilamente. Meu celular tocou e era meu pai nos convidando para darmos um passeio pela cidade, enviei um sms pro meu irmão e outro pro Renato avisando. Eu tava animado e radiante por ser meu primeiro Ano Novo com o Nando, antes eu achava que ia passar mais um ano sozinho, mas dessa vez eu estava muito bem acompanhado. Terminamos nosso café e quando saímos do quarto demos de cara com Renato no corredor, o cumprimentamos e bati no quarto do meu irmão, ele abriu a porta e entramos todos.

Amanda se arrumava no banheiro e meu irmão ainda tomava café. Sentei no seu colo e dei um beijo na bochecha dele e um abraço.

- oxi, ta feliz assim por quê? – disse Celo.

- ora, to feliz não pode? – disse me levantando e sentando na cama.

- senta aqui amor. – disse ao Nando.

- no seu colo? O que você tem hoje Bruno? – disse Nando se sentando na minha perna esquerda.

- tenho nada meu pai, só to feliz poxa, é véspera de ano novo, as cosas vão mudar daqui pra frente, e é isso. – disse me abraçando ao Nando.

- só pode ser maconha hahahah. – disse Renato zuando.

- que maconha que nada, nem cigarro eu fumo hahaha. Só to feliz mesmo. – disse eu.

Amanda finalmente estava pronta e fomos encontrar nossos pais. Demos uma volta pela cidade, minha irmã estava com uma cara boa e tava se divertindo mais com a gente sem o imbecil do Rodrigo junto. Eu não sei o que me deu aquela manhã, mas eu estava ligado no 220, eu não parava de falar nem um minuto e minha mãe ria muito ela disse que nunca me viu falando tanto. Eu nunca fui de muita conversa mesmo, era meio quieto, na minha e a única pessoa que eu desabafava era o meu irmão, às vezes eu conversava com meu pai, mas era mais o Marcelo, coisa de irmão. Paramos numa loja de souvenir e compramos um monte de bobagens pra levarmos pra casa. Eu adoro conchas e queria ir até a praia pegar algumas, gosto estranho eu sei, mas gosto é igual a cú né?

Passamos uma manhã incrível todos nós, voltamos para o calçadão e ficamos no mesmo quiosque de sempre, Nando foi até o banheiro e Renato se aproximou de mim querendo saber se estávamos chateados com ele. Expliquei a ele o que Nando e eu havíamos conversado e ele ficou aliviado achando que estávamos bravos com ele ou qualquer coisa desse tipo, o que não fazia o menor sentido, além do mais o que havia acontecido não era razão para uma amizade tão bonita como a nossa acabar. Renato levou numa boa e tudo continuou como estava. Nando voltou e sentou-se ao meu lado me cutucando a costela ( sorri de canto), disse a todos que íamos dar uma volta e fomos caminhar só nós dois.

Estávamos distantes de todos e resolvemos entrar no mar, mas havia avisado a ele que se ele ficasse de sunga eu entraria no mar pelado.

- deixa de ser ciumento, hahahha, credo, até parece que não confia em mim. – disse ele.

- em você eu confio, não confio nos outros, ou outras, vai saber né? – disse eu.

Entramos na água e nos refrescamos, digamos que eu seja meio branquelo, e eu não sou do tipo do cara que fica bronzeado – eu fico vermelho igual um camarão. E isso é constrangedor, pois tenho que passar litros de protetor solar no corpo principalmente no rosto. Eu bem que tentava pegar uma corzinha, mas a única cor que eu conseguia era aquele vermelho desgraçado de queimadura – paciência ninguém é perfeito.

- to ficando com fome. – disse Nando me olhando dando risada.

- e qual a hora que você não está com fome? – disse eu.

- logo depois que eu como, kkkkkk. – disse ele me mostrando a língua.

- você anda ouvindo aquelas piadas do meu irmão né, engraçadinho. – disse eu jogando água em seu rosto.

Nando resolveu sair da água e fomos para areia. Uma senhora vendendo refrigerantes passou e pedia ela se tinha guaraná. Ela estava vestida com aquelas saias tipo cigana e uma camisa branca com as mangas enroladas até a altura dos cotovelos. Peguei o refrigerante ela me perguntou se éramos irmãos, disse a senhora que éramos namorados e ela sorriu dizendo que toda forma de amor é válido. Agradecemos sua gentileza e ela ficou cerca de uns quinze minutos em pé ao nosso lado conversando com a gente. Eu me simpatizei com aquela mulher que nunca havia visto antes daquele momento e me chamava à atenção sua eloqüência e sabedoria por diversos assuntos. Peguei-me imaginando o que havia acontecido na vida daquela senhora tão rica em conhecimento que fizera com que ela se tornasse vendedora ambulante. Ela era simples demais, uma pessoa pobre mesmo, sem luxo, mas se expressava mito bem, alguma cosa não se encaixava. Ela despediu-se de nós desejando Feliz Ano Novo, o mesmo dissemos e ela simplesmente desapareceu entre a multidão. Não a vimos mais depois desse dia.

Voltamos para o hotel e fomos para o quarto tomar um banho e em seguida íamos almoçar, Nando queria dormir um pouco a tarde e assim fizemos, almoçamos e voltamos pro quarto tirar um cochilo. Ele como sempre discursou dormindo e eu acordei – aquilo tinha que parar, ele falava demais hahahah, peguei no sono outra vez e acordamos já era cinco e meia. Descemos e fomos tomar uma cerveja na praia enquanto assistimos a uma partida de vôlei, Renato apareceu e nos chamaram pra jogar. Eu jogava até que mais ou menos, mas o Nando tava me matando de vergonha, hahaha, antes que aquele pessoal todo nos expulsassem a ponta pés, decidi parar e voltamos pra mesa.

- eu jogo tão mal assim? – disse Nando.

- hahaha, você nem joga amor, pelo amor. – disse eu.

Nando ficou puto ficou de mal comigo por dois minutos fazendo Renato pagar outra cerveja a ele por pura pena. Nando era chantagista, meu Deus como ele era birrento e sempre me enrolava com aquela cara de cachorro que acabara de cair da mudança.

Ficamos mais um pouco na praia e voltamos pro hotel para nos arrumar pro jantar. Ainda deu tempo de tirarmos um cochilo antes de encontrarmos meus pais e minha irmã. A noite prometiaObrigado pelos comentários !! Boa noite!

=) Abraços.

Comentários

12/05/2013 22:49:51
massa
11/05/2013 20:56:54
Muito bom esse capítulo,bem agitado,gostei muito continua logo
11/05/2013 18:27:41
Adoro seu conto...não tenho conseguido pelo celular comentar e dar nota, mas é 10 mesmo. To contente que não tenha rolado nada com o Renato. Sou do tipo amor a dois! <3
11/05/2013 18:24:25
Linduh demaisS... continua :)
11/05/2013 17:47:57
maravilhoso como sempre
11/05/2013 16:49:44
amei como sempre,mas esperava uma transa a trÊs com o renato
11/05/2013 13:03:54
Mto bom. http://x-tudotudotudo.blogspot.com.br/
11/05/2013 08:38:03
U.u eu tbm so fico vermelha. Da é verdonha quando vo a praia porque o povo fica me chamando de branquela ou diz q a "luz" ficou forte e se eu pego uma corzinha me chamam de tomate. --' amei seuu conto.. S2 espero que você conte a historia até os dias de hj.. :D
11/05/2013 07:00:26
Lindo como sempre seu conto contagia á quem lê nos encanta á cada capítulo amei tá esperando o próximo
11/05/2013 06:02:46
MUITO BOM. DEMAIS...
11/05/2013 04:26:57
Como sempre fantastico,cada capitulo é uma descoberta pra min,amo vcs tudo,ah e eu tambem gosto de conchas,pedras e etc hehe
J's
11/05/2013 02:04:20
*---* (cutucão hj) kkkkk Sensacional.
11/05/2013 01:45:45
Boa noite, lindo. A história de vcs eh mega linda. Parabéns. Todo o sucesso do mundo eu desejo. Bjs...

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