O namoradinho de minha Lu 1

Um conto erótico de Carioca Feliz
Categoria: Heterossexual
Contém 1421 palavras
Data: 10/05/2013 09:33:37
Última revisão: 27/10/2020 19:25:38

A minha noiva é uma baianinha morena do tipo gostosa que chama a atenção. Ela tem 38 anos e veio recentemente para o Rio. Lucy, que chamamos de Lu, é a mulher que arrebatou o meu coração dado o seu jeitinho fiel, sincera, amiga, acolhedora, muito meiga e carinhosa. Depois de muitos anos sem me apaixonar, por Lu não tive como escapar, sou completamente apaixonado pela minha baianinha, como a chamo. Quando nos conhecemos o nosso namoro seguia o padrão normal da maioria dos casais, com trocas de juras de amor, muitos planos e um tesão maravilhoso.

Lu, depois que veio da Bahia, conseguiu um bom emprego em uma grande empresa no shopping center da cidade. Logo Lu foi adotada por todos como sendo uma mulher maravilhosa, meiga e muito sensual. Eu sempre pedia a Lu para ir para o trabalho com a calcinha bem enfiadinha e roupas sensuais. Ela relutava envergonhada e sempre equilibrava a roupa, mas algumas vezes ela atendia ao meu pedido e ia com uma calcinha safadinha, para nos instigar mutuamente. Ela é muito austera contudo, é também um pouco safadinha na nossa intimidade, o que a torna uma mulher deliciosa, um sonho.

No trabalho, Lu logo tornou-se musa de um rapazinho estagiário. Roberto via em Lu uma colega de trabalho acolhedora e muito bondosa. Com esta aproximação ele tornou-se confidente dela relatando o seu relacionamento com a sua namorada. A minha linda Lu sempre chegava à noite contando as conversas que havia tido com o Roberto. Ela relatava os casos com um olhar bondoso e feliz, mas eu percebia um certo tesão e admiração dela em relação a ele. Eu, como tenho uma fantasia definitiva, que é de ver a minha mulher com outro homem, logo comecei instigá-la a envolver-se em um affair amoroso e erótico com o menino, contudo sem consequências reais.

Lu no início resistia dizendo que os seus conceitos não permitiam este tipo de coisa. Nas nossas transas, no entanto, quando eu falava que Roberto a queria comer ela gozava loucamente pensando nele. Lu, também, tem um hábito que muito me encanta, que é o de se masturbar. Ela já fazia isto desde criança e é especialista no assunto, ou seja, sempre que se sentia só e com tesão, antes de me conhecer, sabia como logo chegar ao orgasmo. Eu, agora, a incentiva a se masturbar pensando no Roberto, ela, depois de alguma resistência, passou a aceitar e isto tornou-se uma rotina saborosa em nossa relação. Enfim, adotamos o Roberto como o macho de Lu em nossas fantasias, e ela começou a gostar da ideia. Antes de ir para o trabalho eu escolhia a sua calcinha e escrevia nela, "sou puta do Roberto", ela então ia para o trabalho e, durante o dia, quando me ligava, dizia que ficara toda encharcadinha ao se aproximar do menino, pensando na calcinha dedicada a ele.

No trabalho ela sempre recebia um abraço apertado do Roberto e um beijinho no pescoço, o que a deixava toda arrepiadinha. Esta semana a coisa progrediu para melhor, ela chegou na cozinha do trabalho, que é uma salinha pequenina, e encontrou o seu menino sozinho, sentado comendo um sanduíche, ela entrou e lembrou do meu pedido insistente para que roçasse o seu corpo nele de forma casual. Ela, então, tomou coragem e sentou-se em sua perna abraçando-o pelo pescoço. Ele levou um tremendo susto e até deixou o sanduíche cair, sujando a roupa de Lu, quando foi envolvê-la pela cintura. Ele deu-lhe um beijo demorado no pescoço ficando logo de pau duro, como Lu me contou à noite. Ela, então, safadinha, ajeitou-se mais, simulando que iria cair de seu colo, sentando-se bem em cima do pau do menino e esfregando discretamente o peitinho durinho, por debaixo de sua da blusa, no queixo do rapaz. Segundo Lu contou, o rapaz nao sabia o que falar, respirava ofegante enchendo-lhe de beijinhos no pescoço e alisando a sua cintura por debaixo da blusa, contudo sem ir além. Lu sentia a pauzão do menino cutucando a sua bunda e a perna direita, e isto a deixou encharcada. Logo eles ouviram passos e desfizeram o flagrante. O menino abaixou-se e simulou que estava limpando a sujeira do sanduíche que deixara cair.

À noite, quando fomos transar, ela me contou esta situação. Eu tive que me conter para não gozar logo no início da transa. Custei a acreditar que fosse verdade, dada a sua timidez natural. Neste momento, quando estávamos na cama falando sobre o assunto (a Lu estava só de camisola vermelha, cheirosinha, com a bucetinha raspadinha, sem calcinha e com o peitinho bem durinho) o seu celular tocou. Ela conferiu e falou, "Amor, é o Roberto, não sei o que ele quer, mas vou atendê-lo". Ela, então, de barriguinha para cima, apoiou a sua cabecinha no meu peito. Dobrou as pernas como uma adolescente e atendeu o telefone. O perfume do xampu de seu cabelo e a visão de suas pernas torneadas, agora desnudas com a camisola caída sobre o seu ventre, deixava-me inebriado de tesão e com uma sensação maravilhosa de felicidade. Eu somente ouvia as suas respostas sem entender bem o ruído da voz de sua paquera. Ela estava muito carinhosa no telefone e dizia que o desculpava sim, ou seja, ele estava pedindo desculpas por ter deixado o sanduíche cair em sua roupa e ter ficado excitado molhando um pouco a calça de minha mulher. Na verdade, ele queria mesmo é conversar com a sua musa.

Confesso que fiquei um pouco ciumento ao vê-la tão carinhosa com o Roberto. Lu pediu um tempinho ao seu menino, cobriu o telefone com a mão, e me relatou isto, eu fiquei imediatamente super excitado. Ela então, como para me acalmar pela espera, iniciou, com a mão direita e em câmera lenta, uma carinhosa punheta no meu pau, e com a esquerda segurava o telefone no ouvido voltando a conversar com o seu pupilo. Ficaram uns dez minutos neste papo meloso enquanto ela passeava a sua mão por minha barriga, meu pau, que estava uma pedra, e saco. Despediram-se com um beijinho carinhoso e um até amanhã.

Ao terminar a conversa Lu jogou o telefone para o lado e pulou na minha pica super excitada. Ela cavalgava como eu nunca havia visto antes. A minha linda mulher estava, agora, completamente envolvida com este affair. Ela me beijava, rebolava no meu pau, cavalgava exageradamente e jogava a cabeça para traz com os olhos cerrados. Agradecia-me, entre os gemidos, por deixá-la ser a putinha do Roberto. Eu confesso que nunca a tinha visto deste jeito. Foi uma das transas mais gostosas de toda a minha vida. Ela se liberou completamente, a partir desta noite, e gozou duas vezes me beijando, ora falando o nome do Roberto, ora me agradecendo e dizendo que me amava muito, olhando profundamente em meus olhos... Esta transa marcou a nossa história o que nos animou ainda mais nesta curtição da entrega da minha linda baianinha ao seu Roberto.

Neste momento estamos vivendo esta aventura. A minha linda baiana me ama muito e eu sou super apaixonado por ela e a amo mais que tudo, no entanto, ela tem um namoradinho sexual no trabalho, que é um estagiário novinho, que, por sua vez, deve estar vivendo um conflito amoroso, entre a sua namorada e a minha saborosa Lu, como me relatou a Lu.

O nosso sexo tornou-se infinitamente mais excitante e o nosso dia-a-dia, por mais que tentemos não exagerar neste assunto, gira em torno dos rápidos e disfarçados pegas que a minha linda noivinha tem com o seu namoradinho no trabalho. Temos conversado de como fazer para mantermos o Roberto em nossa relação para sempre, sem, contudo, atrapalharmos a sua vida com a sua namorada. Sonhamos vê-lo amadurecer mais e um dia podermos ter ele e a sua namoradinha como nossos amigos afetuosos que visitem a nossa casa, quem sabe, até passando finais de semana conosco. Por ora isto é apenas fantasia, muita água tem de rolar até isto acontecer.

Eu e a minha Lu combinamos que não seremos promíscuos, pois ela não terá outros machos e nem eu outras mulheres, queremos nos reservar para o Roberto como seu comedor fixo, além de mim, claro.

Ao transformar a nossa aventura em um conto, a minha Lu não acreditou quando o enviei para a sua caixa de e-mail. Ela ficou confusa, no primeiro momento, temerosa da exposição contudo, logo percebeu que estava protegida e se deliciou em uma siririca maravilhosa, ao ler este conto.

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Comentários

Foto de perfil de Morfeus Negro

A estória tem início e desenvolvimento da narrativa muito bom, mas quando chega o momento do autor descrever a primeira vez com o estagiário ele dá um salto no tempo já relatando que sua noiva mantém um namoradinho. Decepcionante!

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