Amiga do trabalho

Um conto erótico de Garoto dos Contos
Categoria: Heterossexual
Contém 3308 palavras
Data: 25/05/2013 02:21:26
Assuntos: Heterossexual

Tenho 34 anos e vou contar uma aventura que estou tendo com uma amiga do trabalho.

Rosane é o que se pode dizer de uma mulher fiel, com seus princípios religiosos, madura, amiga, bem humorada e acima de tudo muito gostosinha.

Casou há pouco mais de 2 ano, após um longo namoro. Seu marido até então desconhecido, a não ser por poucas ocasiões de encontros esporádicos, nunca me pareceu alguém capaz de conduzir aquela delicia de mulher ao altar, mas conseguiu.

Trabalhamos há cerca de 6 anos juntos, sempre tive uma queda por ela e apesar das insinuações e até mesmo de algumas provocações, ela sempre se esquivava no final e disfarçava levando tudo na brincadeira.

Ela é magrinha, pequena, com seios grandes, o que chama muito a atenção dos homens, que são loucos para apertar e chupá-los. Tem uma bundinha pequena, porém de salto ficar super arrebitada, pele branquinha, cabelo castanho claro até a altura dos ombros e um belo sorriso.

Há exatos 4 anos que eu dou em cima dela, sem obter sucesso algum. Somente fico nas provocações e insinuações e logo ela fala do marido, da vida de casada, de religião o que acaba broxando.

Porém há cerca de 4 meses atrás, pela primeira vez nesses anos, surgiu o convite para que eu fosse ao seu aniversário. Na sexta-feira fomos em grupo, com o pessoal do trabalho, para um barzinho e ficamos bebendo e jogando conversa fora. Nada pude fazer ali, mas como é caminho para a minha casa ofereci uma carona e ela aceitou como já havia feito inúmeras vezes.

Em frente ao seu prédio nos despedimos, senti o beijo dela em meu rosto mais demorado, como se quisesse ficar ali mais tempo e logo em seguida ela me perguntou, quero você aqui amanhã para comemorar a minha festinha, você vem não vem?

Eu confirmei que iria sem falta e ela saiu do carro.

Já estava de pau duro, louco por uma mamada.

Cheguei em casa e parti pra cima da minha mulher, imaginando estar com a delicia da Rosane.

No dia seguinte, após uma leve discussão com minha mulher, ela decidiu não ir ao aniversário, por achar que não tinha roupa decente e por eu ter avisado muito em cima ? na quinta-feira.

Nem liguei, falei que ia sozinho então e ela não reclamou. Ao menos ela tem isso de bom.

Não sei se faz isso por pura confiança em mim, ou porque já está de saco cheio mesmo e está dando pra alguém, mas isso não vem ao caso. Kkk

Cheguei por volta das oito e vinte da noite e já havia algumas pessoas. Logo percebi que não era bem uma festinha, mas sim uma pequena reunião de amigos. Dei uma desculpa qualquer pra Elisa não ter ido e ninguém falou nada.

Logo o marido dela apareceu e fez questão de me apresentar a todos, sendo muito gentil e amigo, até estranhei, por me conhecer muito pouco.

Aos poucos foram chegando mais pessoas e familiares. Percebi então que a única pessoa do trabalho ali era eu. Quis perguntar se alguém mais iria, mas fiquei na minha, acreditando que seria deselegante expor algo do tipo.

Por volta das onze, quase todos já tinham ido embora e eu decidi ir também. Foi quando a Rosane me pegou pela mão e disse; você não. Fica quieto ai que ainda tem muita bebida e você não vai trabalhar amanhã.

Ok. Fiquei sentado na varanda, conversando com um primo dela que por estar com um bebê foi embora cinco minutos depois. Ali da varanda não percebi quem ainda estava no apartamento, mas quando levantei para ir ao banheiro, senti uma leve tontura e percebi que o último casal estava indo embora.

Olhei no relógio e já era onze e vinte. Fui ao banheiro e quando retornei a sala disse que ia embora. Só estava o Fernando ali, a Rosane não estava.

Ele disse que não, que eles não estavam com sono e que era para eu ficar mais. Mesmo assim falei que ia embora, por causa da hora e tal, daí ele falou, espera então que vou falar com a Rosane.

Voltei pra varanda e fiquei olhando a paisagem, quando um tempinho depois, ouvi a Rosane falar, quem é que vai embora aqui?

Quando me virei, ela havia trocado de roupa e estava com um vestidinho branco, bem soltinho o que a deixava com aparência de bonequinha.

Ela estava no banheiro do quarto do casal tomando banho e pude sentir aquele perfume delicioso que sinto todos os dias, quando chego perto dela.

Logo atrás veio o Fernando com uma garrafa de vinho aberta, que ela adora tomar, por sinal.

Ele me entregou uma taça e voltamos a bater papo sobre tudo, trabalho, vida de casado, etc.

Fernando então falou pra gente sentar na sala, pois conversando na varanda, poderíamos perturbar os vizinhos.

Estranhei o fato de ele ligar o ar-condicionado e fechar as portas e a cortina da varanda. Mas pelo papo e pelo vinho fomos conversando.

Pedi licença e fui novamente ao banheiro, pois estava ficando de pau duro ao ver o belo contorno dos seios da Rosane pela lateral do seu vestido. Quando voltei o Fernando não estava na sala e a Rosane estava em pé na cozinha.

Sentei em uma cadeira e ela passou por detrás de mim, para pegar algo na geladeira. Nisso ela se virou colocando as mãos em meus ombros e perguntando se estava acontecendo alguma coisa, pois eu estava muito quieto e não costumo ser assim.

Eu ri e disse a ela que estava tudo bem, que o momento estava sendo maravilhoso. Perguntei pelo Fernando e ela falou que ele havia ido tomar um banho e começou a apertar os meus ombros de leve, meio que fazendo uma massagem.

Ela perguntou se estava bom, podia sentir as suas mãos geladas e meio trêmulas. Eu disse que estava maravilhoso, mas ela teria que parar senão o marido dela podia ver.

Ela então me chamou para a sala e pediu para eu sentar na poltroninha que ficava de lado e assim eu só conseguia ver a varanda e mais nada atrás de mim.

Continuou a massagear e o meu pau estava totalmente duro. Ela então me perguntou se eu tinha hora pra chegar em casa e se não teria algum problema se eu chegasse bem tarde. Perguntei o quanto ela considerava tarde, já que era quase meia noite.

Ela disse que o tarde só dependia de mim.

Levantei a cabeça olhando pra trás e ela me deu um leve beijo na testa. Ai comentou, nossa, acho que estou ficando bêbada.

Eu ri e falei pra ela que achava lindo ela bêbada.

Ela então falou que apesar do aniversário ser dela, ela queria me dar um presente. Um presente pela nossa longa e gostosa amizade.

Sem entender muito bem, ela me pediu um minutinho e saiu. Eu estava super excitado, mas não acreditava que fosse rolar alguma coisa, não ali, não com o marido dela em casa.

Menos de um minuto depois ela voltou e perguntou se eu queria ou não o presente. Disse a ela que dependia do que era e ela disse que eu iria gostar.

Pediu que eu fechasse os olhos e eu sem conseguir ver nada atrás de mim obedeci. Suas mãos que estavam em meus ombros desapareceram.

Logo depois senti a sua mão pegando na minha pedindo para eu levantar. Eu já não conseguia mais controlar e com certeza de pé, meu pau estava aparecendo super duro pela calça.

Ela foi me conduzindo devagar e eu pude perceber que estávamos indo pra frente. Ela me sentou novamente e percebi que era no sofá e logo depois ela sentou em meu colo.

Nossa, a excitação era máxima. Levei minhas mãos diretamente a sua bunda apertando e forçando ela contra o meu corpo.

Senti ela começando a me beijar, bem de leve passava a língua pela minha boca, meu rosto. Senti que ela tirou o vestido e abri os olhos. Ela então mandou voltar a fechá-los, pois fazia parte do presente.

Senti a minha camisa ser tirada, minhas mãos percorriam o seu corpo, que agora só vestia uma calcinha. Pegou minhas mãos e levou até seus seios. Nossa, meu pau quase explodiu nessa hora. Ela veio em meu ouvido e sussurrou, sinta eles, pois eu sei que você os come com os olhos.

E realmente são demais. Duros, firmes, cheios, pele lisinha, passei a chupá-los igual um bebe. Nem sei quanto tempo fiquei ali, só sei que ela gemia baixinho, dizendo que era maravilhoso tudo aquilo, perguntando se eu estava gostando do presente.

Foi então que ela levantou e pediu que abrisse os olhos. Ela estava de pé apenas com uma calcinha amarela, bem pequena. Ela então sorriu e falou que este era o outro presente. Ela falou, lembra que uma vez você me disse que adorava mulher de calcinha amarela? Eu falei que sim, mas não lembrava. Mas realmente eu adoro mulher de calcinha amarela, azul ou branquinha.

Falei que ela estava linda. Pude enfim vislumbrar aqueles seios grandes, perfeitos, a poucos centímetros de mim. Foi quando me dei conta do marido dela e fiz menção de levantar.

Ela falou para eu sentar e eu perguntei pelo marido dela. Ela falou pra eu relaxar, que apesar de tudo, eles descobriram que isso era o que sempre quiseram realizar. E que não era para eu me preocupar, pois ele queria muito que isso acontecesse e com certeza ele estava vendo e adorando.

Tentei olhar, mas ela disse para não procurar por ele, pois ele não queria que eu o visse e ela queria apenas curtir o momento, como se estivéssemos a sós.

Pedi então que ela se virasse e pude ver a sua bundinha com a calcinha toda enterradinha. Comecei a passar as mãos e a beijar, ela então se curvou pra frente e pude enfiar minha cara no meio da sua bunda, enfiando a língua em sua bucetinha e seu cuzinho.

Sempre fui louco pra comer o cuzinho dela, pois imaginava com seria gostoso meter nela com os peitões balançando e a carinha dela de mulher feliz e casada gemendo gostoso.

Podia sentir o calor e o quanto a bucetinha dela estava encharcada. Ela gemia e forçava seu corpo pra trás, como se quisesse que eu enfiasse ainda mais a cara ali.

Ela então levantou, me colocou acomodado no sofá e tirou minhas calças de uma só vez, com a cueca e tudo. Meu pau totalmente em pé ficou a poucos centímetros do seu rosto e ela o abocanhou.

Falou que estava louca por aquilo fazia tempo. Seu marido fantasiava isso e eu aquela altura nem queria mais saber se ele olhava ou não.

Ela mamou muito, as vezes sentia até um pouco de dor, pois ela esfregava os dentes tentando engolir tudo. Me punhetava e mamava muito gostoso e eu não via a hora de gozar na sua boca.

Ela então se levantou, afastou a calcinha e perguntou se podia confiar em mim. Eu disse que podia confiar sempre. Ela então foi sentando no meu pau sem camisinha mesmo.

Meu pau entrou super apertado, apesar dela estar totalmente molhada, o que me fez pensar que o pau do marido dela deveria ser menor. Senti meu pau rasgando ela e ela gemia agora sem pudor algum.

Pulava cada vez mais rápido no meu pau, hora subindo e descendo, hora enterrando tudo e mexendo pra frente e pra trás.

Eu sugava seus seios, apertava, puxava seu cabelo, apertava sua bunda. Parecíamos dois famintos por sexo, ali em pleno sofá, metendo como dois namorados, sem se importar com o marido.

Estava prestes a gozar, quando ela segurou as minhas mãos e gemendo mais alto e se esfregando com mais força em mim, falou que ia gozar. Deitou a cabeça no meu ombro e ficou ali ronronando e gemendo baixinho.

Fiz com que ela se levantasse, ficamos nos esfregando de pé, virei-a de costas e fiquei roçando o pau no meio das suas pernas. Ela empurrava a bundinha pra trás e fazia meu pau deslizar no meio dela.

Tirei a calcinha dela e a posicionei de 4 no sofá e fui metendo novamente. Delicia demais. A bunda pequena, marquinha de biquíni bem leve, fui segurando pela cintura e fui empurrando o pau pra dentro.

Comecei devagar e ela agarrada ao sofá gemia gostoso.

Percebi de relance o Fernando olhando, mas não pude ver exatamente o que ele fazia. Só sei q ele estava sentado no chão, um pouco mais atrás da gente, quase no corredor.

Acelerei os movimentos e era demais ver aqueles fartos seios balançando. Agarrei com as duas mãos e passei a socar o pau com mais força. Estava louco pra gozar e dei uma parada.

Depois voltei a empurrar novamente, segurando em seus cabelos, enfiando os dedos na sua boca, agarrando seus seios. Não sabia o que fazer, estava totalmente descontrolado de tesão. Era algo que sempre sonhei em fazer e agora estava ali. Delicia de mulher, toda branquinha, bucetinha rosinha, molhada, toda lisinha, fodendo gostoso comigo.

Fiz com que ela deitasse no sofá de bruços, empinei a bundinha dela e passei a meter nela deitadinha, mas toda empinada.

Coloquei uma almofada por baixo dela, para que pudesse ficar mais alta e passei a puxar a sua cintura pra cima e pra baixo escorregando fácil no meu pau.

Fiquei assim por uns 7 minutos até que não agüentei mais e falei q ia gozar. Tirei meu pau pra fora e pedi que ela sentasse no chão, pois eu era louco pra gozar nos peitos dela.

Ela mal agachou e já foi saindo vários jatos de porra molhando completamente o seu peito, caindo um pouco no rosto e no sofá. Era a melhor sensação do mundo, ver aquela delícia toda gozada.

Sentei na poltrona, de costas para o marido dela que levantou e foi para o quarto. Ficamos ali uns minutinhos, rindo do que fizemos, nos roçando e beijando, mão naquilo, aquilo na mão.

Ela pediu para eu esperar um segundo e saiu da sala.

Depois de uns 5 minutos ela retornou enrolada em uma toalha. Podia ver que ela havia tomado uma ducha, me estendeu as mãos e me levou até o quarto. Lá o Fernando estava deitado na cama e meio sem graça falou para eu me refrescar para recuperar as energias.

Entrei no chuveiro e ela saiu para o quarto, mas deixou a porta entreaberta. Tomei uma rápida chuveirada, pois não queria perder mais tempo e queria comer aquela delícia de novo.

Me enrolei na toalha e saí do banheiro. Me deparei com ela de 4 na cama, propositalmente virada com as pernas bem abertas e a bucetinha a mostra virada para a porta do banheiro. Curvada, ela chupava o marido e podia ver a mão dele entre suas pernas, acariciando a sua bocetinha. Meu pau ficou duro de novo. Era maravilhoso demais ver aquela mulher branquinha, toda empinadinha e lisinha me esperando. Cheguei por trás dela e ela se ajeitou empinando mais ainda. Não largou o marido, que agora colocava a mão em sua cabeça, administrando o ritmo da sua mamada.

Caí de língua naquela bunda. Lambendo cada parte dela desde o cuzinho até a boceta.

Podia ouvir seus gemidos abafados com o pau do marido dela na boca. Fernando só gemia, e suas mãos não paravam, não sabia o que fazia com a sua esposa.

Tirei a toalha puxei ela um pouco pra trás e fui metendo novamente na sua boceta até o talo. Ela gemia mais alto, tirando o pau da boca pra falar que estava gostoso, muito bom, delicia, soca. Nessa hora o Fernando não agüentou e começou a gozar.

Passei a meter com mais força e mais rápido, fazendo a cama bater na parede e ela quase gritar. A sua bunda batia com força contra o meu corpo e ela falou que estava bom que ia gozar. E comecei a sentir suas contrações. Ela então se jogou pra frente saindo do meu pau e caindo deitada sobre o marido.

Sem perder tempo, fui pra cima da cama e com ela deitada de bruços com o rosto na barriga toda gozada do marido, comecei a meter novamente. Desta vez ia mais devagar, mas ia mais fundo, jogando o peso do meu corpo em cima dela.

Ela alisava o marido e não desgrudava o rosto de sua barriga, pedia pra eu meter nela, passou a me xingar e falava que tinha valido a pena esperar pelo melhor.

O Fernando nada falava, também não se mexia. Continuei metendo devagar, porém ia bem fundo empurrando seu corpo contra a cama.

Saí de cima dela e pedi para que ela me cavalgasse. Ela veio e sentou em cima de mim, e segurando meu pau foi fazendo ele sumir dentro dela.

Seus peitos pulavam na minha frente. É maravilhoso demais vê-los tão duros, rosadinhos e grandes saltitando perto da minha boca.

Passei a apertá-los e a chupá-los com força, que chegava a estalar quando tirava da boca.

Agarrei sua bunda e fiz co quem ela subisse e descesse mais rápido. Rosane gemia, apertava meu peito arrancando os cabelos.

Tirei ela de cima de mim e a deitei de costas, fiquei em pé na frente da cama e a puxei para a beirada, abri bem as suas pernas e meti novamente. Já sentia meu pau ficando assado e vermelho de tanto meter. Cara vez que ele entrava e saía mais molhado ele estava.

Ela com a mão procurou o pau do marido e ficou segurando ele, logo ele se posicionou de lado para que ela o metesse na boca.

Puxei mais as suas pernas e coloquei esticadas pelos meus ombros, assim meu pau ia mais fundo e ela falou q gozaria de novo.

O Fernando passou a se masturbar e começou a gozar em seu rostinho, ela de olhos fechados, agarrava o lençol e retorcia o rosto anunciando que gozava de novo. Não agüentei e tirei meu pau de dentro dela gozando tudo em sua barriga.

Eu suava, tremia, tentava ficar em pé, quando ela sentou na beira da cama e começou a mamar meu pau, querendo as ultimas gotas.

Deitei na cama e ela continuou mamando no meu pau, que aos poucos amolecia.

Já eram 1:30 da manhã. Fui para o banheiro para uma ultima ducha. Logo ela veio atrás. Ficamos nos ensaboando e se esfregando e ela falou que agora ela estava livre pra fazer o que quisesse comigo. Perguntou se eu aceitava que fossemos amigos coloridos e que o Fernando falou que ela podia sair comigo quando ela quisesse.

Claro que eu disse que sim e que ela podia ficar tranqüila que seria o mais discreto possível no trabalho, para que ninguém desconfiasse de nada e nem falasse nada.

Saímos do banheiro e o Fernando estava na cama bebendo vinho, perguntou se dava pra rolar mais uma. Eu infelizmente tinha que ir, já era quase 2 da manhã e já estava assado de tanto meter com força nela.

Disse que adoraria que eu ficasse para curtirmos a noite juntos. Rosane riu e falou que também não estava mais agüentando de sono e que estava toda inchada.

Prometi tentar voltar no domingo mesmo, pois minha esposa iria pra casa dos pais e de repente conseguiria inventar algo.

Fernando apertou minhas mãos e pediu que tudo ficasse entre a gente, com sigilo e a maior discrição possível.

Coloquei a roupa que estava espalhada pela sala, Rosane e eu ficamos um tempo nos beijando e me despedi do casal.

A partir Dalí, minha vida deu um UP. Nunca pensei que eu ainda teria um fogo tão grande, desde a época que me casei.

Horas mais tarde, já no domingo eu voltei a casa deles.

Mas isso eu falo depois.

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