DESPEDIDA DE SOLTEIRO – Capítulo Especial – A Primeira Vez de Jonas

Um conto erótico de Manu Costa (Manolo Fernandes)
Categoria: Homossexual
Contém 3072 palavras
Data: 05/04/2013 20:59:03

Narrado por Jonas

Apresentarei-me de novo. Sou Jonas Santiago Costa, o Jojô, um cara que sempre foi brincalhão, descolado e que gostava de chamar atenção, mas eu era apenas um rapaz virgem. Toda aquela aparente espontaneidade e alegria eram pra disfarçar a minha timidez. Claro que tive umas experiências pequenas, mas na hora do vamos ver, eu corria do pau (literalmente), no auge dos meus 26 anos ainda não tinha transado com nenhum homem e tinha decidido que a minha primeira vez teria que ser com um homem especial.

Dizem que eu pareço com aquele ator loiro e gatíssimo, o Marcos Pigossi, eu tenho 1,72m, 70 kl, cintura fina, bunda grande e pernas grossas, tenho olhos verdes e o corpo sem pelos e sem nenhuma marca. A malhação me fez um bem tão grande que eu não consegui mensurar. O treinamento com meu melhor amigo Fernando me fez ver que eu não era sem graça como eu pensava e que meu jeitinho de menino carente atraia sim alguns homens.

Eu estava meio enrascado, pois conheci dois bofes lindos, um se chama Brunno (Playboy Jiu-jiteiro) e o outro era o Cláudio, um delegado quase quarentão, mas que realmente é o sonho de consumo de muitos homens por aí. Sentia atração por ambos e teria que me decidir. A grande diferença era que enquanto Brunno se mostrava cafajeste e sensual, Cláudio se mostrava viril e gentil. Duas faces sedutoras. Eu com a ajuda de meu amigo Cristiano lancei um concurso de bofe, ou seja, quem tivesse mais afinidade comigo e que me transmitisse segurança ficaria com o prêmio, ou seja, euzinho, hahahahahaha.

À tarde saí do trabalho e fui direto para a casa do Brunno, que tentou me seduzir e quando viu que não iria conseguir nada, tentou me comer à força. Eu consegui sair ileso (e leso também kkk). Chorei muito com esse episódio, até pensei em dar um bolo em Cláudio, mas ele me ligou “oi Jonas, quero saber se eu posso passar em tua casa às 20 horas?”. Eu respondi “não precisa se preocupar, eu vou até você”. Ele falou “não é preocupação é prazer, eu passo aí às 20 horas, então iremos jantar”. Concordei com tudo e minha cabeça rodava, lembrando-me do quase estupro que eu tinha sofrido à tarde.

Ele chegou pontualmente e minha mãe me avisou que tinha um carro parado na frente do prédio onde eu moro, olhando pra onde estávamos. Vi que era ele, dei um beijo em minha mãe e desci de imediato. Devo dizer que eu caprichei na produção: camisa azul clara em gola V, calça jeans escura e um tênis novo preto, acessórios, cordão de ouro, um brinco discreto em uma das orelhas e o cabelo tinha recebido massagem. Modéstia à parte, eu caprichei pro bofe.

Entrei no carro e ele foi logo me dando um selinho e dizendo “caramba Jonas, como você consegue ficar mais bonito ainda?”. Devo dizer que ele também estava um gato camisa social dobrada no punho e por fora da calça. Quando ele me beijou senti seu hálito e seu perfume. Tá gente, eu tenho que admitir, ele era rústico, truculento, quase quarentão, mas eu estava caidinho por aquele bofe, ele era gostosão de mais. Meu único empecilho era minha virgindade e o tamanho da rola dele, que eu já sabia que era descomunal, rs.

Ele me levou em uma casa muito chique que ficava no centro da cidade, que tinha nome de mafioso e a decoração era toda no estilo do filme os intocáveis. Eu já tinha ouvido falar no recinto, mas ainda não conhecia. Percebia muita gente fina e era uma mistura de público gay e hétero, sem ninguém se importar com os outros. Estava tocando roque (nacional e internacional). Ele tinha reservado uma mesa um pouco afastada, mas que dava pra ver o ambiente e curtir a música.

“Gostou do local meu príncipe?”.

“Eu amei, parece mesmo a sua cara. Tudo a ver com tua profissão de delegado federal e a máfia, hahahahah”. Ele riu muito do meu jeito.

Ele pediu uma comida italiana maravilhosa e um espumante caríssimo. Fiquei preocupado e disse “vamos rachar a conta, não vou deixar você pagar tudo isso sozinho”.

Ele sorriu e falou “por favor, me deixe ser cavalheiro, tua companhia é um tesouro e nada é caro pra estar com você”. Eu concordei, mas fiquei um pouco sem jeito.

Conversamos muito e claro que eu sempre me atrapalhava nas palavras e ele ria. Eu o chamava de bofe, dizia que ficava rosa, e outras bobagens e ele ria muito, a maioria das coisas eu tinha que traduzir do gayês para o português. Entramos no assunto sobre o trabalho dele e então fiquei sabendo de várias aventuras suas, do combate ao tráfico de drogas e de animais silvestres. Ele me contou cada coisa e eu parecia que estava assistindo um filme de ação.

Depois fomos amenizando o assunto e falamos de nós. Eu disse a ele da minha amizade por Fernando e Cristiano, das peripécias de adolescentes do Nando e sobre meu trabalho no ramo de publicidade. Ele falou sobre seu casamento e divórcio e de seus três filhos, um de 17, outro de 15 e outro de 13. Nossa, quanto mais falávamos, mais tínhamos assuntos. Comecei a beber e a relaxar, parecia que estávamos sozinhos ali, eu ria, lagrimava, olhava em seus olhos. Meu coração foi ficando apertado e eu percebi que era ele realmente o escolhido.

Era com Cláudio Mattos que eu queria ficar, era pra ele que eu queria entregar minha virgindade. Peguei-me apaixonado e comecei a lagrimar. Ele preocupado falou “você está triste amor”.

Eu respondi com dificuldade “não, eu estou feliz, na verdade eu estou tão encantado por você que eu pareço uma criança na tua frente. Eu ainda não havia saído com um homem de verdade e agora estou com um maravilhoso bem aqui na minha frente”.

“Ah! Jonas! Eu sonhei tanto com isso. Sonhei tanto com o dia em que você olharia pra mim como homem”.

“Mas o que você viu em mim Cláudio? Eu pareço tão comum na tua frente.”

“Eu vi tudo meu príncipe. Eu estou completamente apaixonado por você. Desde quando eu te vi eu me apaixonei por ti. Mesmo achando que você era namorado do Fernando eu não consegui tirar você do meu pensamento”.

E continuou “Você me fez esquecer todos os problemas, todo o meu passado e encheu minhas manhãs de alegria”. Ele falou isso se aproximando de mim e me deu um beijo suave.

Eu tremi da cabeça aos pés e ele falou “sabia que você está me fazendo descobrir que eu sou gay? Eu nunca tinha sentido isso por nenhum homem e por nenhuma mulher. É como se minha vida começasse agora Jonas”.

Sabe aquela sensação de amor, de paz, de encantamento? Era assim que eu sentia com ele. Eu me sentia protegido, desejado, respeitado. Agora eu estava realmente entendendo o que Fernando e Cristiano sentiam um pelo outro. “Era como se eu e aquele homem tivéssemos a mesma alma, separada por corpos diferentes, mas que se completavam”. Depois do jantar eu implorei “me leva daqui, por favor”. Ele entendeu o recado e respondeu “vou te levar pra tua futura casa, pro nosso ninho de amor”. Eu apenas sorri e consenti.

Ele rapidamente pediu a conta e saímos quase que correndo de lá, tínhamos pressa. Ele deu a partida e saiu feito louco pro seu apartamento. Mal chegamos, ele abriu a porta, me colocou no colo e entramos. Eu me pendurei em seu pescoço, ele fechou a porta com os pés. Eu olhei fundo em seus olhos e disse “Eu tenho que te dizer uma coisa amor. Eu ainda sou virgem”. Ele sorriu e me falou “eu vou te dizer outra: eu também sou” e me beijou. Nossa, parecia que eu estava flutuando no corpo daquele macho tão másculo e carinhoso.

Ele me levou pro quarto dele, todo arrumado e perfumado. Colocou-me-me na cama. Eu fiquei de joelhos e ele em pé. Começou a tirar minha roupa, me dando beijos e me cheirando. Ele soltava frases “amor, você é lindo, você é perfeito” e eu respondia “sou todo seu meu garanhão”.

Ele me pegou nos braços de novo e começou a dar-me beijos fortes. Eu comecei a tirar sua camisa e sentir seu peito peludíssimo. Nossa, era adorável sentir aqueles músculos e aquele cheiro de macho. Eu afoguei meu nariz no seu peito peludo e me acabei nele. Lambia, mordia, cheirava, gemia. Ele colocou a cabeça pra trás e gemeu.

Ele arrancou minha roupa toda e me deixou nu em seu colo. Me beijava, me beijava, me beijava muito. Eu consegui me desvencilhar dos seus braços e fiquei em pé, agarrado em seu pescoço. Comecei a descer e mordi seu tórax, suas coxas e tirei sua cueca. A tora gigantesca veio direto em minha cara, com aquele cheiro que eu já conhecia. Não sei como eu consegui, mas abri tanto minha boca que eu consegui abocanhar tudo.

Cláudio começou a gemer forte e eu suguei muito seu cacete. Lambia, mordia, metia tudo em minha garganta profunda. Chupei seu saco que estava com aquele cheiro delicioso de homem. Tinha pelos aparados e eram bolas enormes, que mal cabiam na minha boca. Eu nunca tinha dado, mas com a boca eu mostrei pra ele toda a minha habilidade.

Ele me virou de costas e falou “agora eu quero descobrir meu tesouro”. Veio me dando beijos, lambidas e mordidas em toda a costa, descendo com sua língua e abrindo caminho. Chegou até minha bunda e beijou muito, deu mordidas de leve, me abriu e meteu a língua. Eu me abri todinho e ele começou a alternar lambida e mordida em meu cu. Eu delirei e comecei a urrar. Ficamos nessa delícia por vários minutos quando eu pirei de tesão e implorei “amor, eu estou pronto, me possui, quero perder meu cabaço agora”. Essas palavras o encorajaram e ele me pegou no colo de novo e me jogou em cima da cama, deitado de frente pra ele e ele em cima de mim.

Com muito cuidado ele colocou a camisinha em seu pau e foi me lubrificando com um gel geladinho, me dizendo “amor, eu vou fazer tudo com muito cuidado, mas se doer eu paro”. Eu respondi “eu confio em ti, me guardei a minha vida toda pra você Cláudio”. O clima era tenso, romântico e sedutor.

Ele me deflorou de frango assado. Massageou meu ânus com os dedos e eu fui relaxando, até que apontou a cabeçorra do seu pau na entrada do meu anel e forçou um pouco. Abri-me todinho e entrou a cabeça. Ele fez movimentos de entra e sai com a cabeça e a dorzinha foi passando, até que eu mesmo peguei em suas nádegas e com força meti tudo dentro de mim. Soltei um grito de dor e prazer e ele urrou. Deixamos um tempo pra eu me acostumar com aquele delicioso invasor.

Aos poucos eu mesmo fui rebolando e ele sentindo segurança foi metendo e tirando devagar. Eu comecei a chorar e ele falou “amor, eu vou tirar, você deve estar com dor”. Eu peguei em seus braços e disse “não, eu estou chorando de alegria Cláudio, por que eu estou sentindo meu homem dentro de mim, eu estou muito feliz, me come vai, mete com tudo”.

Ele foi intensificando as metidas, também lagrimando e olhando em meus olhos. Eu encaixei minhas mãos em sua bunda grande e o forcei a meter mais forte “vem amor, arrebenta teu putinho, sou todinho teu Cláudio” ele ouvindo isso assumiu sua posição de macho e começou a meter com força e muito rápido. Eu esqueci a dor, só gritei de prazer, pedindo pra ele meter tudo e ele realmente metia. Ficamos por mais uns minutos e eu fui sentindo meu corpo tremer e anunciar meu gozo “ahhhhhhhh, amor, vou gozar”. Apertei seu pau com meu anel e ele também urrou “Jonas amor, eu estou gozando” ele tremia todo, deu um beijo em minha boca e caiu em cima de mim, sem tirar o pau de dentro.

Ficamos assim abraçados, suados, cheirando a sexo. Ele me disse que nunca mais queria sair de cima de mim. Eu comecei a chorar copiosamente e ele preocupado falou “que foi amor, eu te machuquei muito?”. Eu sorria e chorava ao mesmo tempo, até que disse a ele “eu esperei isso a minha vida inteira, eu estou chorando de felicidade, foi melhor do que eu esperava, amor você foi perfeito, minha primeira vez foi perfeita” e dei um beijo sugando todo seu lábio e bigode. Ele depois de uns instantes falou “meu príncipe você foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Você é meu herói, meu amor, meu tudo a partir de agora”.

Ele saiu de dentro de mim e escorreu um pouco de sangue e esperma. Ele ficou super preocupado, eu sorri e falei “você esqueceu que eu era virgem? Não se preocupe eu estou bem e muito orgulhoso de ter aguentado esse cacete, eu estava morrendo de medo de dar vexame”.

Ele riu e falou “você é que foi perfeito amor e eu te confesso, nunca senti tanto prazer, agora eu vou querer isso todo dia, você é meu vício agora”. Eu ri muito e disse “eu serei teu a hora que você quiser, quero praticar muito e fazer todas as posições, quero recuperar o tempo perdido”.

Ele me pegou pelo colo e me carregou para o banho. Lavou-me todo, principalmente meu cuzinho deflorado. Banhou-se também e me levou novamente para a cama. Cláudio foi à cozinha e voltou com um balde cheio de gelo e champanhe e me propôs um brinde “amor vamos brindar a nossa primeira vez”.

Eu o olhei sério e perguntei “você planejou isso não foi Cláudio? Você já tinha em mente me levar pra cama?”.

Ele muito sério respondeu “sim, eu não iria te forçar a nada, mas você tem que entender que eu sou homem, tenho minhas necessidades e estava louco desejo, já faziam meses que eu não transava e não estava mais aguentando esperar pra fazer amor contigo. Fiz mal?”.

Respondi de imediato sorrindo “Nunca. Eu gosto de homem de atitude mesmo e você foi perfeito”.

Ele explicou “desculpe amor, mas eu tinha pressa, o Fernando me falou que tem outros caras afim de você e eu não vou entregar meu homem de bandeja pra ninguém, tem muito gavião em cima de ti e eu sei disso por que já observei na academia como os caras te olham”.

“Sério amor? Eu nunca percebi isso”.

“Jonas você é um príncipe cara, uma jóia rara. Você é lindo, é doce, é tímido e ao mesmo tempo espontâneo. Você não se vê assim, mas todos te veem. Eu demorei muito pra chegar junto de ti, mas, agora que eu consegui, não irei deixar você escapar”.

Eu comecei a rir e ele perguntou “por que você está rindo? Eu falei alguma besteira?”. Respondi com graça “é que você se aconselhou com o Nando e eu com o Cris, o mais novo se aconselhando com o mais novo e o mais velho com o mais velho, hahahhaah, como é a vida”. Ele riu também e disse “ainda bem que deu certo”.

Ele foi atender um telefonema do chefe dele na Polícia Federal e percebi que eles falavam em código. Pensei comigo “putz eu tinha que me envolver com um delegado federal?”. Enquanto eu ainda estava pensando meu celular vibrou e eu li uma mensagem do Brunno, que dizia “amor, me perdoa pela forçação de barra, eu sei que eu errei, mas não adianta fugir de mim, eu vou te achar e vamos ser felizes, eu te amo e sei que você ainda será meu, do sempre teu, Brunno”. Senti um frio na espinha e um medo, pois eu já havia percebido que ele não iria desistir tão fácil, achava até que eu tinha me tornado uma obsessão pro Brunno e isso me deixava muito temeroso, mas resolvi silenciar.

Claudio retornou e perguntou “tudo bem amor? Parece que você está nervoso”. Eu respondi “tudo bem, só recebi uma mensagem com uma brincadeira de mal gosto, mas não quero falar disso”.

Ele me beijou de novo e continuamos nosso clima romântico. Brindamos, rimos, beijamos e depois eu falei “amor, chama um táxi, eu preciso ir pra casa”.

Ele falou de imediato “negativo, você vai dormir aqui comigo hoje, você só tem que avisar teus pais e amanhã eu te levo pro trabalho, vou te buscar e te deixar em tua casa”.

“Mas amor, eu nem tenho roupa e eu preciso ir por que justamente amanhã eu trabalho cedo”.

Ele sorriu e me chamou até o guarda roupa dele, mostrou-me uma parte que ele havia preparado pra mim. Havia calças, camisas, cuecas, bermudas, regatas e tudo. “Essa parte do guarda roupas é pra você, tá tudo novinho, só esperando você usar. Tudo caberá em você, eu sei, por que você tem o mesmo manequim do meu filho mais velho”.

E tudo estava perfeito mesmo, mas eu questionei “Meu deus Mattos, isso é meu? Você pensou em tudo. Você não está exagerando amor? Nós mal nos conhecemos”.

“Eu não sou mais nenhum garotinho Jonas, eu tenho pressa. Caramba, já ia esquecendo um importante detalhe”. Foi em uma gaveta, pegou um anel e me disse “Jonas, amor, aceita namorar comigo?”.

Nossa eu comecei a chorar e respondi “aceito amor, é claro que eu aceito e irei sim dormir contigo, já sei que você é o homem da minha vida”.

Liguei para minha mãe e avisei que iria dormir fora. Ele me pegou novamente no colo, me colocou na cama, apagou as luzes e me colocou pra dormir de conchinha com ele, me dizendo “dorme meu príncipe, teu homem vai velar teu sono” e dormimos abraçadinhos. Foi a melhor noite de toda a minha vida...

Continua...

Olá meus amados e amadas, passando pra homenagear vocês e agradecer pelo carinho, dessa vez não irei citar nomes, pois eu dedico a todos os leitores que torciam para o Jonas e o

Cláudio Mattos ficarem juntos. Gostaria sim, de saber a reação de vocês. Esse capítulo é especial para cada um e cada uma que torce por esse amor.

Agradeço também de coração aos que lêem, mas não comentam e votam,

Obrigado a todos e todas, meus amados e amadas!!!!

Manu Costa

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Comentários

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Espero que Cláudio não fique bravo com Jonas quando ele contar a história com Brunno. Se bem que namorar um policial vai ser adrenalina pura hahaha. Ótimo como sempre

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Foi incrivel a primeira vez do Jonas foi lindo demais muito fofo o claudio, adoreii.

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Perfeito. A primeira fez deles foi linda, espero que o bruno não atrapalhe esse amor . O jonas realmente acertou na escolha. Continua logo. Até o próximo.

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Foi maravilhosa a primeira vez do Jonas,que bom que encontrou a pessoa certa... Só espero que esse Bruno não venha causar transtornos mais pra frente....

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Maravilhoso, espero que o Bruno não dê muitos problemas ao Jonas e ao Claúdio.

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Interessante!! em uma serie de contos duas histórias paralelas com seus respectivos protagonistas, otimo merece uma nota em dobro, perfeito casal to vendo uma pedra no sapato, mas sinceramente tem homem que nao aceita acha que o parceiro é como um objeto vendido a apenas um e pra sempre dele, mas a a decisão nao depende do outro e sim de si mesmo!

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Perfeito Manu!! Adorei a primeira vez do Jonas!! Nota 10!!!

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Obrigado pelo carinho Grimm. Também gostei dos dois ficarem juntos.

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essa primeira vez foi perfeita e linda muito feliz por ver esses dois concretizarem o amor deles.

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