Casa dos Contos Eróticos

A esposinha do Neto berrou!

Autor: Yuzo
Categoria: Heterossexual
Data: 26/04/2013 14:23:37
Última revisão: 15/12/2016 08:49:13
Nota 9.77
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Noite agradável. Dalí do saguão do predio, dava para escutar o arranca rabo que vinha da garagem. Pelo vozerio, era um casal se ofendendo a altos brados. Olhei para a cara do João, o vigia. Ele impassível, como se nada estivesse ocorrendo.

Quando abriram a porta envidraçada, ao dar de cara conosco, emudeceram de imediato. Eram os novos moradores do 42. Ela passou de cabeça baixa, célere, em direção dos elevadores. Ele ainda cumprimentou com um ¨-boa noite¨, meio sem graça.

Depois que subiram, João me perguntou:

- O doutor ficou sabendo da outra noite?

Nem bem meneei a cabeça negativamente, fazendo com a garganta o som ¨uhn uh¨, João prosseguiu:

- De madrugada, esses dois aprontaram a maior. A dona Yone do 41 reclamou da barulheira. Eles estavam furunfando e a mulher berrava sem parar. Foi maior baixaria! O sindico vai falar com eles pra maneirarem na próxima vez.

Era um casal que não despertava atenção. Na faixa dos trinta, chamavam ele de Neto, professor universitario. Ela, loira, magrinha, estatura mediana, cabelos curtos e não diria feia, tampouco bonita. Alguém por quem meus olhos (e da maioria dos homens), não se arregalariam, batendo palmas, bradando ¨bravo!¨ pedindo bis.

Se ela não tinha atrativos físicos, sua histeria na cama bastou para suscitar o interesse e a curiosidade deste ¨japanisis brasilienses taradus¨. São esses detalhes imperceptíveis que fazem o predador eleger sua presa. Todo homem, ao apreciar uma fêmea, se põe a imaginar como ela se comporta, durante o ato sexual.

No sabado de manhã, estava retornando da padaria quando a encontro no hall dos elevadores, com um cãozinho yorkshire no colo. Me saudou sem olhar para mim. Estava deliciosa com um vestidinho estampado. Não pude avaliar os seios, porém, fiquei ali estático, olhando-a ir.

Dizem que quem procura acha. E eu descobri na sua bundinha apetitosa, um rebolado sensual ao caminhar. As nádegas redondas não eram volumosas, todavia, fantasiei como seria a sensação de encoxá-la por trás. O meu ¨secretário¨ já aprovou, ficando ereto, me obrigando a disfarçar.

Nem tomei café direito. Coloquei a guia na minha cadelinha e saímos voando do edifício, rumo à pracinha. Ao descer minha amiguinha no chão, olhei-a bem nos olhos, enviando telepaticamente a mensagem: ¨- Xuxinha, preciso da tua ajuda para quebrar o gelo. A moça pelo jeito adora animais e você é a chave que vai abrir as portas, tá neném?¨.

Xuxinha é da raça ¨Banzé¨. Não conhece? Bem, ela é a unica da espécie, porisso seu valor é incomensurável. Apareceu no condominio, ainda filhote, coberta de sarna, faminta e tiritando de frio. No começo, pensei em tratá-la, para depois arrumar alguém que a adotasse. Mas ela nos conquistou com aquele olhar lindo, sua inteligência e amor incondicional.

Na primeira vacinação, fiquei revoltado com o veterinario classificando-a como ¨SRD¨ (sem raça definida). Um jeito politicamente correto de dizer ¨vira-latas¨. Xuxinha jamais viraria lata alguma, ainda que morrendo de fome. Assim, na nova carteira, exigí que na raça constasse ¨Banzé¨ (ela parece com aquele cãozinho da Disney).

No passado, os cães eram treinados para auxiliar na caça de pombos, raposas e outros bichos. No presente, são ótimos ajudantes na caça às gostosas. É só estar com um e se aproximar da dondoca com seu pet. É tiro certeiro! Até mesmo a cantada infame, tipo ¨- Posso saber o telefone do cachorrinho?¨ funciona.

Na pracinha, avistei a caça, ou melhor, a mulher do Neto:

- Oi, você aqui? (Como se ela não pudesse estar alí, sentada num banco).

- Oi.

Respondeu lacônica, sem tirar os olhos da Xuxinha. Minha filhota já se aproximou do cãozinho dela, farejando e sendo farejada. Por instantes o ambiente ficou tenso, nós dois preocupados, esperando a reação deles.

Foi um alívio ver que se deram bem. Apesar de castrada, Xuxinha se dá bem com machos. Já com fêmeas é hostilidade na certa. Instinto natural de competição, tanto nas caninas como nas humanas (Ih, vou levar zero de um monte de mulheres. Rss.).

Ficamos alí conversando. Helena é seu nome. Ela contando como ganhou o yorkshire do Neto. Eu narrando a história da Xuxinha, aumentando a carga de dramaticidade. Me sugeriu sua veterinária para remover o tartaro da minha cadelinha.

Enquanto ela mostrava a alvura dos dentes do seu pet, eu reparando nos dela, que nada ficava a dever. Imaginei quão saboroso seria, beijar aquela boca apetitosa. É, quem procura acha.

A vontade de conquistar Helena cresceu. Nem que acabasse numa guerra de Tróia. Se o Neto era o Menelau da história, eu tinha o ¨Paris¨ no meio das pernas, desperto, ereto, provocando aquela deliciosa inquietação por desejo de transar.

Levei Xuxinha na veterinária indicada para limpar os dentes com ultra-som. Na volta, passei na floricultura e pedi um ramalhete de rosas. A florista já catava as vermelhas. Rubras como volta e meia presenteio minha esposa. Não, era ousadia demais para uma aproximação. A presa poderia se assustar com o presente de grego. Troquei pela cor do nome: rosa.

No bilhete escreví: ¨Obrigado pela indicação da veterinaria. Eu e os dentes da Xuxinha agradecemos. Yuzo¨. Subi ao quarto andar, pressionando a campainha do 42. Sabia que naquele horario, Neto, marido dela, estava lecionando. Percebi que ela me observou pelo olho magico.

Abriu uma fresta na porta sem esconder a surpresa.

- Oi, desculpe. Me dá só um minutinho?

Fechou de novo. Eu ali, plantado defronte a entrada dela, com flores na mão. Rezando para que a dona Yone, a fofoqueira do predio não saisse do apartamento da frente. Foi demorado o minutinho dela, aumentando minha aflição.

Finalmente, abriu a porta.

- Entre, só não repare na bagunça, tá?

Entrei rapidinho, encostando um pouco a porta, me escondendo atrás dela, fugindo da visão do corredor. Dei o ramalhete de flores dizendo:

- Só vim agradecer. A Dra. Elisa nos atendeu muito bem, com ótimo resultado. Ela é um amor de pessoa e pelo jeito, adora animais.

Dessa maneira ficamos conversando sobre nossos pequeninos. Ela contando das peripecias do filhote dela, quão gracioso e querido ele era. E sobre pessoas cruéis que abandonam animais pelas ruas, tão comum em nossa vizinhança.

De repente, sem mais nem menos, envergonhada, ela falou sobre aquela noite em que chegou discutindo com o marido:

- Sabe, aquela noite na portaria? Desculpe o papelão, mas, é que o Neto andou se engraçando com uma vadia. Há tempos que ele saia de perto para atender o celular. Naquele dia, desceu para comprar cigarros e fiquei no carro, quando tocou o celular. Atendí e uma mulher já foi dizendo ¨- Oi, benzinho¨. Quando eu disse ¨-Alô¨, desligou na minha cara! Olhei as ligações recebidas e ví que tinha um monte desse tal de ¨diretor¨. O safado tentou negar, dizendo que era engano. Engano? Daí a razão da briga.

O tema abordado era por demais conveniente. Demostrando a (mal intencionada) solidariedade masculina, o defendi:

- Bom, Helena, só ligações não quer dizer nada. Pode ser uma aluna e...

- Chamando ele de benzinho? E porque cadastrar como diretor? O FDP anda me traindo!

Me interrompeu elevando o tom da voz. Reparei na boca aberta de indignação e só pude pensar em meu ¨Paris¨, duro e inchado dentro dela, com a chapeleta deslizando por aqueles labios.

Acabei conseguindo seu e-mail, ficando de conversar pela net. Aquele surrado papo de amigo para trocar idéias. Já tinha colocado o cavalo de madeira dentro da fortaleza.

Assim começou nossas conversas pelo Skype. Enquanto minha mulher assistia novelas, eu fazendo ¨pesquisas¨ na Net sobre jurisprudências de casos ¨complicadérrimos¨ (se não existe, passa a existir). Helena, na solidão do seu apartamento, enquanto o Neto batalhava dando aulas na faculdade.

Quem estava lucrando com a história era a Xuxinha. Íamos passear todos os dias na pracinha em frente ao condominio. Era eu acordar, fazer a higiene matinal, tomar café e lá estava minha banzé, já com a guia na boca, me intimando. Eu fazendo charminho, dizendo ¨-Não, Xuxinha, hoje não¨ e a esposa ordenando: ¨-Você acostumou ela mal, agora trate de levá-la já para passear!¨.

Eu me devotava em elevar o astral da Helena, sem perder nenhuma deixa para elogiá-la. Estavamos já tão íntimos que comentei sobre meu hobby secreto: o de escrever contos eróticos. Acabei enviando um e-mail com endereços do navegador para ela acessá-los. Foi a flechada certeira no calcanhar do Aquiles.

No dia seguinte, notei que Helena estava mais interessada. Um tanto excitada, até. Já no cumprimento, o beijo na face, por ¨acidente¨, virou um selinho. Deu impressão que na hora, ela ficou trêmula. Nossa conversa girou mais em torno de sexo. Me confidenciou até que gostava de fazer anal. A caçada estava chegando ao seu climax. Precisava de um local mais reservado, discreto.

Passei num pet-shop, comprando duas roupinhas. Uma rosa com babados e outra preta com dizeres ¨Police Dog¨ bordados em branco. No encontro seguinte, no meio da conversa, disse a ela:

- Ah, tava me esquecendo. Fui sorteado na loja de rações e ganhei duas roupas para cães. Uma é bem feminina e serve na Xuxinha. A outra, acho que é para macho. Talvez sirva no seu. Quer ver?

Caminhamos para o prédio, eu puxando a Xuxinha, Helena e seu cachorrinho me seguindo. Me arrepiei ao passar pelo hall do predio, ambos com os bichinhos no colo e cruzar com Dona Yone. Ainda bem que a megera só reparou em Helena, lançando um olhar fulminante. ¨-Está no carro¨, disse enquanto descia a escadaria de acesso à garagem.

Na penumbra do estacionamento no sub-solo, peguei a vestimenta preta e ela colocou no yorkshire dela.

- Nossa, serviu direitinho!

Exclamei denotando surpresa (Grande surpresa. O tamanho tinha sido escolhido para servir como uma luva, he he he). Ela veio beijar a face para agradecer e dessa vez, o encontro dos lábios ¨acidental¨ não se limitou a um simples selinho estilo Hebe. Foi um beijo holiwoodiano, de língua, profundo, sôfrego, molhado.

Nos agarramos, soltando as guias dos animalzinhos. As mãos naquilo, aquilo nas mãos. Bocas no pescoço, nas orelhas, amassos dignos de dois adolescentes em frente ao portão da casa dos pais dela. Sua respiração arfante denotava toda excitação. Desassossegada, ela me convidou:

- Alguém pode nos ver. Venha à noite no meu apartamento.

Voltei para casa, soltando a Xuxinha. A danada subiu correndo e se acomodou na minha cadeira do papai. Dei uma olhada na minha mulher que continuava a dormir, o sono dos justos, alheia à injustiça que o pilantra aquí estava prestes a perpetrar. Fui trabalhar.

O dia transcorreu modorrento, aumentando minha ansiedade. Depois de muito tempo, ia ¨afogar o ganso¨ em outra lagoa. A expectativa maior era de ouvir, ao vivo, os berros da Helena. Que cara ela fazia nesse momento? Fecharia os olhos? Apertaria os lábios? Contrairia os músculos da face ou da vagina? Teria orgasmos multiplos? Eu passei o dia inteiro de pau duro, como acometido por uma crise de priapismo.

Em casa, depois do banho, inventei uma rodada de caxeta (jogo que a esposa detesta), na casa de um amigo imaginário (na minha cabeça, o detetive Sujiro Nakama). Esperei o horário do nobre Neto sair para lecionar aos universitarios. Descí correndo ao quarto andar.

Helena me recebeu com um roupão. Pressionado pelo tempo, querendo aproveitá-lo o máximo possível, já fui seguindo o roteiro, interrompido na garagem. Quando tirei aquele roupão, apareceu por baixo uma camisola cor de pêssego, curta e transparente. Os biquinhos dos seios enrijecidos, espetavam o tecido fino, fazendo aparecer as auréolas rosadas.

Não usava sutiã. Pelo decote libertei um dêles. O peitinho redondo e pequeno, cabia certinho na palma da mão. Depois de acariciar aquela preciosidade, abocanhei de leve o bico, fazendo suave pressão com os lábios, enquanto a língua se apresentava, umida e aspera, aquecendo com seu calor.

Lambí, beijei e chupei, tudo de forma contínua, intensa e insinuante, aguçando seus sentidos. Helena arfava, suspirando alto às vezes. Repentinamente, abri bem a boca e tentei envolver o monte inteiro, com a lingua trabalhando sem parar.

Erguí a camisola e ataquei o colo, beijando o vale entre os seios, descendo até a barriga. Já agachado, segurando as pernas finas e torneadas de Helena, cheguei na zona genital. A calcinha era da mesma cor da camisola. O contato da lycra lisa e brilhante na boca era delicioso. E por cima dela, avancei até a bocetinha, aspirando nela o hálito quente. Ela gemeu e percebi que suas pernas tremeram.

Fui me despindo, sem deixar de trabalhar com a boca. Para tirar a calça, tive de me levantar e aproveitei para beijá-la novamente. Ao tentar abaixar a calcinha, Helena me deteve, segurando-a, enquanto dizia:

- Não, não. Não posso. Nunca traí o Neto. Vamos parar, tá?

Helena estava pronta. Mas numa duvida atroz de dar ou não dar. Shakespeare pôs na boca do principe Hamlet, a frase célebre: ¨Ser ou não ser, eis a questão¨. Quase cinco séculos depois, ainda atual, o dilema shakesperiano serve aos gays e bisexuais não assumidos.

Na boca da Helena, colocaria o dilema yuzoriano ¨Dar ou não dar, eis a questão¨, dúvida essa que atormenta as casadinhas com o Ricardão e também as virgens em relação ao ficante.

Filosofia à parte, o que eu queria mesmo, na boca da Helena era o meu heróico ¨Paris¨, já rijo, inchado, explodindo de tesão. Nessa hora em que o homem, sob o comando da cabeça de baixo, promete tudo que pode e não pode, eu falei:

- Tudo bem, Helena. Vamos só brincar, tá? A gente faz só um oralzinho. No máximo, a gente esfrega ali. Sem penetração, eu juro! Sem colocar dentro, não é traição. Vai continuar do jeito que tá. Só o Neto te comeu e tá acabado!

Nessa hora, a parte de baixo se socorre da inteligência da cabeça de cima. Maldosamente lembrei:

- Garanto que o sacana do teu marido meteu o pinto na outra. Com certeza até gozou dentro dela. Mas, você não. Você não vai fazer isso! Só vamos brincar. Isso não arranca pedaço, viu?

Ao relembrar da infidelidade do marido, voltou a indignação. Ela deixou que tirasse a calcinha. Mais do que depressa, caí de boca na xaninha, lambendo, chupando, mamando, usando e abusando de todas técnicas que dispunha em meu arsenal. Era uma guerra e eu precisava vencer!

Não sei quantos orgasmos ela teve, gemendo e dando gritinhos:

- Delicia! Ahh, delicia! Tô gozando na tua boca! Uuuii, vou gozar de novo! Ahh, delicia, delicia!

Aproveitei sua comoção, deitei-a de costas no sofá, continuando o trato oral, agora com a cabeça no meio das suas pernas. A cada novo orgasmo, ela as fechava com força. Suas virilhas esmagavam minhas orelhas.

Subi encima e aproveitando a bocetinha toda melada, descumprindo o incumprível (esta também, passa a existir), enfiei o cacete naquela gruta, quente e gulosa. Quando se deu conta, já estava com a rola enterrada até o talo na sua rachinha. Ela protestou:

- Mas, mas, você prometeu não meter! Tira, vai, tira!

Pôs as mãos abertas em meu peito, empurrando sem muita força. Saboreando a delicia daquela xota apertada, afastei um pouco o tronco, firmando o quadril. E disse um monte de coisas, tipo:

- Puxa, é mesmo! Entrou sem querer! Ia só esfregar, mas, escorregou! Agora deixa, só um pouquinho mais, tá? Tá gostoso, não tá? Só mais um pouquinho, já tiro! Juro que eu tiro! (Outra das incumpríveis que todo macho faz com a tora enterrada em alguém).

- Ó, vê lá, hein? Só um pouquinho mesmo, tá? Não goza dentro não, viu? Ó, vê lá, hein?

Meti gostoso, alternando o ritmo, de ora tirar e por lentamente para, ora estocar à toda, como uma britadeira. Estava gostoso demais. Pelos gemidos e mexidas no quadril, Helena estava adorando a foda, sem deixar de perguntar a toda hora se eu estava para gozar. Um filete de suor já escorria nas minhas costas, descendo pela linha das vértebras.

Enquanto bombava, mamei nos seios, fiz contorcionismo para ao mesmo tempo bolinar o grelhinho. Ela tinha orgasmos seguidos, porém, nada de berrar! Nessa hora, o complexo de inferioridade me atiçou. Eu não conseguia fazê-la gritar como o marido dela. Seria o tamanho do cacete? Seria eu pior que o Neto na cama? Seria o...?

Atormentado pelas dúvidas, nem precisei me concentrar em segurar o gozo. Estava sem camisinha e havia o risco de gerar um Neto Junior de olhos puxados. Quando ela perguntou pela enésima vez se eu estava para gozar e me lembrando para tirar e ejacular fora, eu disse:

- Deixa eu meter atrás? Se gozar no cuzinho não tem perigo de gravidez.

Me surpreendeu a facilidade com que ela concordou em deixar-se enrabar. Normalmente, as mulheres recusam e quando dão, só liberam atrás depois de muita saliva (literalmente). Ficou de quatro e com as duas mãos para trás, abriu as maçãs da bunda, ordenando:

- Vai, mete!

Sem qualquer preparação, no seco mesmo, apontei a cabeça do pau em direção ao botãozinho. Tentei ser delicado, empurrando com cuidado.

- Põe logo, mete duma vez!

Contrariando todas minhas experiências anais, ela pedia para sodomizá-la sem mais delongas. Forçei a metida, sentindo a cabeça passar com dificuldade pelo anelzinho, abrindo as pregas. E a cada avançada, ela colaborava rebolando e respondia com um urro, soltando todo ar dos pulmões. Uhh, uhh, uhh.

Senti que tinha enfiado tudo e nem precisei esperar o buraquinho apertado se acostumar com a piroca. Ela mesmo jogava o traseiro para trás, querendo ser empalada ainda mais profundamente. Iniciei o vai-e-vem ritmado. Helena então, começou a dizer palavrões e coisas desconexas:

- Vai, mete, seu puto! Come o meu cu, cachorro, come! Mete mais, mete! Vai, me rasga toda, cachorro! Come meu cu, seu puto!

Me marcou ver suas mãos crispadas, como garras de um felino cravadas no tecido do sofá. Minha rola ia e vinha com dificuldade naquele orifício estreito. Aumentei a velocidade das bombadas, atendendo seu pedido. Helena então gritou. Ou melhor, ela começou a berrar:

- Ahhhhhaaaiiiiii, seu puto! Ahhhhaaaaiiii, desgraçado! Vou gozar, cachorro, vou gozar! Ahhhhaaiiii, puta que pariu!!!! Ahhhaaaaaiiiiiii.

Não aguentei mais, o cuzinho quente de Helena piscando, ¨mastigando Paris¨. Gozei também. Enquanto ejaculava, enchendo o cuzinho dela de porra, procurava com a mão tapar sua boca, abafando os berros que eu tanto queria ouvir. Ainda agora, fecho os olhos e ouço os berros lascivos de Helena, ferindo meus tímpanos.

No dia seguinte, o porteiro comentou que não só a Dona Yone, mas também, o pessoal dos andares de baixo e de cima reclamaram da gritaria no 42...

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POST SCRIPTUM: Vários leitores me perguntaram se eu sou o ¨Abduzido¨. Apesar disso não me chatear, muito pelo contrário, já que ele é um excelente autor, devo esclarecer que não somos a mesma pessoa. Eu, Yuzo, sou eu e ele, Abduzido é outro. As semelhanças em alguns dos nossos contos são meras coincidências. E para achar outros contos de minha autoria, é só clicar no meu nome, em autor, logo abaixo do título. Abraços a todos e muito obrigado.

Comentários

13/11/2017 07:18:16
Acordei e ler teu conto me encheu de tesão... Que delicia! Quando for dar o cuzinho, vou te chamar pra me fazer berrar tb. Rs. Vc é um mestre na arte de escrever. Obrigada pela visita e incentivo. Um beijo!
12/11/2017 09:31:09
DENTRE MAIS DE CENTO E TRINTA MIL CONTOS, ESTE É O CENTÉSIMO (100) MAIS COMENTADO DO SITE, COM 96 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
04/06/2017 00:05:01
narraçao perfeita sua descriçao e notavel levou dez
24/01/2017 07:00:55
Excitante.
27/12/2016 20:01:33
Sem palavras. Um dos melhores contos que já li. Eu e como a maioria das mulheres adoramos textos assim, com pitada de humor aliado à sensualidade. Além de tudo, divinamene carregado de erotismo. O enredo envolvente me prendeu do começo ao fim... Minha nota é. Advinhe né. Bjus da tua fã incondicional.
25/12/2016 08:59:12
Caramba eu gostei muito, o desenvolvimento do conto é a melhor parte, a história de como chegamos lá e eu sei muito bem o valor de fazer um escândalo com um homem na cama, principalmente para enlouquecê-lo mais, nota máxima... PS: estou gostando bastante de fazer este tur pelos seus contos.
15/12/2016 00:04:59
Você é muito espirituoso! Encontra a palavra certa em alguns trechos. Consegue surpreender com muito estilo. Adorei! Beijos!
18/06/2016 04:41:31
Excelente domínio da língua, em vários sentidos. Parabéns!
09/06/2016 19:31:06
Como sempre, excelente conto! E super real! Já peguei algumas putinhas casadinhas com duas dúvidas, como esta; "Dar ou não dá, eis a questão?!" e Daquelas que adoram dar o cuzinho e chegam a hurrar de prazer e dor! Cara, fácil gozar com contos assim!
04/03/2016 10:13:16
Karacás, Japurunga!!!... Não sei como não tinha lido ainda este PRIMOR de relato. Fiquei de BOCA ABERTA com a sua história... Essa analogia com a Guerra de Tróia foi GENIAL. Mas vamos ao que interessa... Pela dona Yone - Nota: ZERO (detesto fofoqueiras que se metem na vida dos outros. É falta de rola)... Pelo Yorkshire da Helena e a sua Xuxinha - Nota: MILL (adoro os bichinhos também, ajudando na ¨caça¨ melhor ainda)... Pelo relato maravilhoso - Nota: ???? Que nota posso dar para o MELHOR conto que li nos ultimos tempos? Tem ONZE?... Aproveito pra mandar um beliscão na tua BUNDA e na do Neto... Uma METIDA de cacete duro no rabo da D.Yone e aquela MAMADA na XOTA da Helena para depois enrabá-la até ela BERRAR... Valeu... e XAU!!!
01/03/2016 12:30:15
Caro colega, fiquei curioso acerca da esposa do Neto, vim ler e me surpreendi com a resolução que ela deu ao dilema yuzoriano: dar é para os fracos. O negócio é berrar, num anal insano! Conto excelentemente escrito, delicioso de se ler. Abração!
27/02/2016 08:12:57
Excelente
08/01/2016 12:12:26
Tesão de conto, original e excitante com magnífica analogia da guerra de Tróia. E a Helena sempre gostosíssima! Meu dez com louvor.
06/12/2015 11:25:15
Demais, cara, demais. Muito massa este conto, um dos melhores. Essa tua cachorrinha vale ouro, mano. Vou passear com a minha pra ver se cato uma Helena dessas. Valeu!
26/11/2015 18:14:21
Achei legal, bem excitante.
12/11/2015 19:59:01
Mestre, como sempre agradando a tds aki, inclusive a mim, sua meres aprendiz. PS: Adoro qdo diz: "se ñ existe, passa a existir agora" kkk... M identifiquei c/ a Helena, mas isso, t conto em off, rs... Bjs...
21/10/2015 22:10:24
Me surpreendi pelo que li, meu lindo. Quando penso que já li o seu melhor, encontro outro magnífico. Gostei da sua inteligência e cultura. Seus textos são impecáveis, deliciosos, divertidos e eróticos. Nem preciso dizer que virei sua fã. Deu vontade de estar no lugar da Helena. Beijinhos.
18/09/2015 08:49:59
BOM PRA DEDÉU ESTE CONTO. OUVIR ESSA HELENA BERRANDO DEVE TER SIDO O MÁXIMO. VC É MESMO O CARA, SÔ.
11/08/2015 09:44:38
Hmmmm, conto incrível! Um dos melhores que li. Foi excitante demais, imaginar essa Helena berrando. Parabéns.
13/07/2015 08:27:08
Mto massa. Amei a Xuxinha!
12/07/2015 10:10:23
Yuzo meu caro, vim retribuir sua visita e encontrei esse primor de conto que ainda não tinha lido. Parabéns como sempre, você é um dos melhores aqui na Casa, volte a escrever!!! Precisamos nos deliciar com suas histórias. Bjokas da fã.
12/06/2015 00:13:43
Um baita conto, acho que o melhor que li aqui. Como disse num outro comentário, tu escreves tão bem que me lembra o Luiz Fernando Veríssimo. Barbaridade! As tiradas humorísticas e a forma excitante que narras a foda, tudo perfeito. Escrevi meu primeiro conto. É modesto, mas, se puderes ler, eu ficaria honrado. Abs.
30/07/2014 07:06:20
Adorei teu conto, muito bem escrito, me fez viajar na imaginação e confesso me excitou!
01/07/2014 14:17:35
Yuzo, vim aqui agradecer pelos seus comentários generosos. Aproveitei pra dar uma olhada neste conto. À medida que fui lendo, percebi que estava sendo uma ótima leitura. Sua linguagem é excelente, coisa de profissional. E essa trama também é muito bem elaborada, com ótimos motivos, tudo muito bem desenvolvido. Sem contar o realismo que você consegue imprimir à história, assim como as cenas mais excitantes, atendendo plenamente à expectativa erótica do leitor. Realmente, um dos seus melhores contos. Parabéns sinceros! Nota maior: 10!
04/02/2014 07:02:17
sem muitos comentários caro amigo, uma deliciosa aventura revivendo um dos maiores chifres da história, Helena, seu marido Menelau e, é claro o seu Páris, deve ter sido uma batalha épica contra a indecisão de "Dar ou Não Dar" de Helena. ... muito boa história!!!! Curti seu último comentário num de meus contos, Paulinha é uma fêmea gulosa, fique atento , relatos deliciosos hão por vir!!!!Abraço
03/02/2014 11:12:27
Delicioso conto de uma casada que adora berrar fazendo sexo. Escrito de forma primorosa, um dos melhores publicados aqui. Outro detonado pelo invejoso debilóide ¨picon¨, que deu nota um.
29/01/2014 22:53:32
Muito bem escrito, no ponto justo e sem perdoar o rabinho da mulher... Vale 10, claro!
27/01/2014 16:21:32
Sensei conto muito bom ,bom pra mais de metro kkk
17/11/2013 12:27:51
Grande Yuzo! Sempre bom ler teus contos e rever a Elite da Casa...
13/11/2013 16:28:47
Já estou cansado de dizer que teus contos são irados, Brother! Um melhor que o outro. Também tenho um au-au SRD. Nas azarações, vou usar ele nas caçadas. Valeu!
07/11/2013 16:33:58
muito bom! Mas seria melhor se o marido assistisse a transa!!!
16/10/2013 20:59:06
voce escreve bem ! - têm noções claras de começo-meio e fim. isso é bom pra caralho e facilita muito a leitura. nota 09
09/10/2013 10:50:12
uma narrativa repleta de detalhes me senti olhando a Helena gritar rsrsrs
03/10/2013 20:25:14
Estou novo aqui e este foi o mais longo que eu li até agora mas é o melhor que eu li, muinto bom mesmÔÔÔ! Dou nota dez
19/09/2013 15:30:41
A excelência de sempre!
16/09/2013 22:50:36
Yuzo, vim agradecer o comentário no meu conto. Deixo aqui os meus agradecimentos e a satisfação de ter lido um conto muito bem construído, com pormenores que fazem a diferença. Já o começo desperta a atenção, queremos saber o motivo dos berros da mulher do Neto, e o narrador nos faz percorrer o conto todo, em busca desse segredo simples: porque uma vizinha distinta grita tanto durante o sexo, a ponto de chamar a atenção da vizinhança? O conto finaliza com a seguinte lição: "Benditas são aquelas que berram, pois serão cobiçadas pelo próximo". Um abraço, nota 10.
11/09/2013 14:05:37
Quem mandou a mulher do neto fazer tanto barulho? A gente tem que investigar a nossa vizinhança, tem que saber de onde vem os sons, de que forma eles são estimulados.
09/09/2013 17:12:39
O importante são as preliminares. Gostei muito do seu conto e não me importei com os finalmentes pouco narrativos.
27/08/2013 21:48:59
Caro Yuzo! Excelente é pouco para a forma como você descreveu essa aventura, meus parabéns e espero que continue a ter aventuras frutíferas, mesmo no curso de pesquisa de jurisprudências (!).
24/08/2013 06:31:11
Vim ler os tops do ranking, bom texto e bom conto! Poderia ter desenvolvido o final. Justo na transa ficou curto, mas excelente texto e bem redigido.
24/08/2013 05:08:24
Adorei a Xuxinha. Ótimo conto, muito bem escrito. Nota dez!
23/08/2013 22:25:29
Li outros dois contos seu, inclusive os comentei, e esse é o melhor. Está mais bem articulado, mais coeso; deixou de lado aquele pedantismo de querer colocar palavras difíceis em que nada contribuíam para trama; vocabulário está mto bom; soube fazer e utilizar associações com histórias e citações famosas, dando um ar erudito ao conto, sem parecer pesado; conto mto divertido. O que me incomoda é que seus contos são apenas divertidos; falta profundidade, densidade, reflexão, inovação, criatividade, surpresa. Se eu estive procurando apenas diversão era nota 10; o problema é que procuro mais, nota 9.
23/08/2013 10:54:46
Grande mestre Yuzo. Irrepreensível do começo ao fim....delicia de vizinha!!! nota dez!
23/08/2013 08:22:13
oi meu eu adorei teu conto,peninha k so pude ler um porfavor m envie mais alguns vaiiii,,aki xta meu email Orlando190@live.com.pt,agradeceria mesmo cara....
A&M
22/08/2013 22:07:04
Conto espetacular, sem palavras, acho que encontro rei da cdc.
21/08/2013 16:49:45
Depois de ler seu conto , fiquei tentada a fazer anal rsrs sua maneira de detalhar os fatos me fizeram por segundos te fantasiar cmg ... por favor me mande todos outros contos teus , quero me deliciar com os mesmo . rose7mary_@hotmail.com
17/08/2013 19:20:44
O enrabamento, que para muitas ainda é um tabu, provoca sensações deliciosas em algumas mulheres. É uma arte que adoro.
17/08/2013 12:41:33
Como você disse no início o conto é um pouco extenso mas a qualidade dele é muito maior. Otimo conto amigão. estavamos com saudades .
17/08/2013 11:09:02
Acho que aqui, o ditado teria que ser invertido. Quem não tem gato, caça com cão. Rss. Pelo jeito vc é não só o melhor escritor do site, como também, o mais persistente. Gostaria de morar nesse prédio para ouvir os berros da garota. Parabéns!
17/08/2013 11:01:50
Anjinho/Capetinha e KKchupador.. Enviei este conto do Yuzo com um vídeo para o email de voces, pois vocês ou deixaram o email aqui ou já tinham me enviado o email antes. QUem mais quiser este conto com vídeo e outros tambem, é só pedir para: fantisland@gmail.com
16/08/2013 21:20:32
Muito gostoso, amei, exitante e envolvente,parabéns
16/08/2013 19:23:26
Para mim e para muitos escritores e leitores, vc yuso e o melhor escritor da CDC. E se esse cara nao gosta dos contos de ninguem do site q va para outro site procurar oq busca...
11/08/2013 08:52:39
Excelente. A associação com a mítica história grega foi muito bacana. Sou seu fã.
28/07/2013 19:10:33
Caramba, Yuzo! Voltei e não estou encontrando fôlego para ler todos os seus contos, contos que perdi por ter me afastado por um tempão. Não comentei os anteriores pois ficaria com tendinite de tanto digitar mas saiba que você é um dos grandes escritores da Casa dos Contos, um daqueles pertencentes ao meu grupo pequeno de preferidos. Parabéns. Você continua surpreendente e fantástico.
25/07/2013 17:13:31
Excelente conto, parabéns
21/07/2013 20:50:23
Nossa Yuzo, amei o conto! vc é d+ beijos, 10 pra vc.
14/07/2013 07:06:55
Adoro a forma que escreve! Consegue nos prender sem dificuldade! Bjs
07/07/2013 01:43:37
Parabéns! Chegou, investiu e comeu.
27/06/2013 20:37:48
Olá amigos lindo conto, sou de Porto Alegre/RS ; como mulheres casadas, solteiras com ou sem a presença do marido, chupo bucetas, mijadas, com sebinho ou com porra sem envolvimento algum contatos para Carlos pelo e-mail kakachupador@gmail.com aguardo
21/06/2013 17:41:10
Olá Yuzo. Parabéns pelo seu conto. Achamos ele tão bom que o postamos para toda a comunidade da Fantasy Island por email. Gostaria que voce entrasse em contato conosco para postar teus contos com a gente também, e lesse/recebesse os nossos. Nosso email: fantisland@gmail.com . Achamos e editamos um vídeo para o teu conto no link abaixo, que se voce gostar, transcreva para o final do teu conto assim todo mundo vai poder ver: http://www.xvideos.com/videodeu_um_trabalhao_comer_a_mulher_do_neto . Beijoka da Carla Zéfira (Fantasy Island) (Email: fantisland@gmail.com)
17/06/2013 19:05:21
http://www.juniorsilvablogs.blogspot.com/ responda a enquete e ajude-nos com a pesquisa!!!!
17/06/2013 02:21:02
Yuzo, adoro os seus contos, pública mais... Fico louca os lendo e eles sempre merecem nota 10. Já li todos, quero mais hahaha fico só te imaginando em ação NOSSA, fico toda molhada. Enfim, parabéns :*
04/06/2013 21:55:38
Yuzo, nada como uma indicação para encontrar ótimos textos. Vi seu nome citado em um texto do Peristilo e resolvi conferir. Ri do início ao fim, simplesmente hilário, lógico que também achei muito excitante, escrito num ritmo gostoso de ler, perfeito, só pode ser 10! Beijos.
22/05/2013 14:51:10
Menino, outra obra surpreendente. Teus contos sempre excitantes, divertidos e que envolvem quem lê. E quanto à Xuxinha, é por isso que dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem. Parabéns!
20/05/2013 13:16:37
Ahi,,,,,,,,,, Meu tesão "japanisis brasilienses taradus", que deliciaVc é o meu escritor favoritoSabe disso não é?? Q bom que voltou.... Parabéns pelo conto, marivilhoso!! * Vc mete tão gostoso que é impossivel.. não berrar!!! rs.. Beijosss
19/05/2013 11:28:06
Acabei de viver esse dilema yuzoriano, de ¨Dar ou não dar¨. Acabei dando também. Rss. Como sempre sensacional. Amei. Beijinhos.
16/05/2013 10:13:46
Demais cara!!! Vc é o melhor escritor do site!!! Queria tbem um dia berrar assim como a mulher do Neto. Vale mil!!
14/05/2013 21:26:38
Kkkkk desculpas as risadas, mas to ouvindo umas pa da capetinha kkkk 1 pq tbm adoro levar os dogs pra passear kkkk e outra pq ela ta uma arara que vc provoca mas nao manda e-mail pra ela (palavras dela) kkkk mas vamos ao conto. Que aula de historia e que apelido maneiro para o “secretario“... so vi um problemao no conto: Se vc continuar fasendo-a berrar a coitadinha vai ser despejada kkkk putts nem sei oq comentar... seus contos sao sempre perfeitos e vao muito alem do simples conteudo erotico, nos fazendo aprender sempre novas coisas. bjs e abraços anjinho e capetinha (anjinhocapetinha69@gmail.com
12/05/2013 18:25:26
Que susto! Ao ler o titulo, imaginei que vc já fosse avô e não tivesse nem perdoado a mulher do filho do filho. Rss. Como sempre, seus contos são show e uma aula de como escrever. Qual mulher iria resistir à tanta obstinação em possuí-la? Amei a leitura. Bjs.
12/05/2013 15:27:20
Rapas essa mulher deve ter berrado muito pra incomodar a vizinhanca toda 10 pra vc yuzo. E galera se possivel comentem meu conto acabei de postar
12/05/2013 13:28:04
em especial para vc. Querido. em homenagem. Quer uma foto da minha"bundinha". Manda seu email em meu conto. Terai prazer em envia-la. beijo. quem quiser...
09/05/2013 12:57:09
http://x-tudotudotudo.blogspot.com.br/
08/05/2013 23:59:56
Querido Yuzo! No cuzinho é sempre mais gostoso e disso posso falar por experiência! Seus contos da mesma forma. Fiquei com uma pontinha de ciume da helena! Beijos querido!
dmm
08/05/2013 12:54:01
Realmente continua em forma
08/05/2013 10:13:00
Da proxima usa aquela famosa frase "nao vou fazer nada que vc nao queira" maravilhoso seu conto
07/05/2013 09:50:29
EXCELENTE.
07/05/2013 05:23:26
Sou sua fã!!!
03/05/2013 23:00:33
Meu caro e indecoroso Japa, como sempre uma aula de conto cheio de tesão. Oooo Helena! 10 muito bem merecido.
30/04/2013 10:28:12
Já estava com saudade dos teus contos. Porque tu desapareces assim? Tudo bem que estavas em plena Ilíada, conquistando Helena. Só não faças como Ulisses e vá viver uma Odisséia. Prefiro-te no papel de Homero. Não preciso dizer que amei a narrativa! Beijocas.
29/04/2013 23:53:22
adorei vc me dar muito tesao so de pensar oq nois dois poderiamos fazer n cama.. nota 10 bjs!!
29/04/2013 20:25:36
sensacional
29/04/2013 16:42:06
Poderia entrar em contato comigo? docecomomel2011@hotmail.com
29/04/2013 12:54:17
Vc escreve d+++++! Nunca vou acreditar nas tuas promessas. Kkkkkkkk.
28/04/2013 15:54:44
Essa paródia de Shakespeare, com o ¨Dar ou não dar, eis a questão¨, foi simplesmente genial. Como sempre excitante, divertido e envolvente. Admiro muito o teu talento na arte dos contos.
26/04/2013 18:23:05
Ótimo conto.Como aprendiz de contista não consigo deixar de acompanhar seus textos parabéns.Aplausos
26/04/2013 17:51:27
Muito bom, fácil e rápido de ler. Continuo teu fã. Abs.
26/04/2013 17:01:47
Nossa, Yuzo, a cada conto teu que leio, me encho de tesão e vontade de ser enrabada pelo delicioso "japanisis brasilienses taradus". Parabéns, e como smp, merece um dez.
26/04/2013 16:34:36
Nota 10 colega! Muito bom, bem escrito e excitante! Vou aguardar a continuação...
26/04/2013 14:58:31
Como todos os seus outros contos esse nao fica pra traz, otimo! Muito bom mesmo, prende a atençao do leitor ate o final, parabens yuzo' nota 10, beijos

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