A pernambucana cavalgou no ônibus

Um conto erótico de Poeta Safado
Categoria: Heterossexual
Contém 941 palavras
Data: 13/03/2013 10:43:30

Estava hospedado em Recife, mas passei o dia trabalhando em Caruaru. À noite, fui até à rodoviária comprar a passagem para voltar a Recife, e quando eu estava na fila do guichê, eis que ela surgiu: morena, cabelos cacheados, magra, com peitos médios e uma bunda gigante, linda. Nem me viu, ficou ao meu lado na fila mexendo em sua bolsa. Quando chegou a minha vez, disse a ela que poderia passar na minha frente. A morena pediu desculpas por não ter ficado atrás de mim na fila, que não tinha me visto, respondi que era um cavalheiro e que na minha terra, quando vemos uma menina linda assim, sempre damos passagem, e além do mais é muito melhor ficar olhando para ela do que o contrário. Ela riu, comprou a passagem e ficou por ali. Comprei a minha e ela veio conversar comigo.

Chamava-se Juliana, morava em Recife, mas trabalhava em Caruaru. Tinha 27 anos, era solteira e não tinha namorado (perguntei de cara isso). Ela também quis saber de onde eu era, o que eu fazia, essas coisas. Ficamos conversando até a chegada de nosso ônibus, quase à meia-noite.

Ao embarcarmos, não ficamos lado a lado, mas nossas poltronas eram próximas, permitindo que mantivéssemos contato durante a viagem. Havia mais duas pessoas no ônibus, e uma delas desceu quando chegamos a uma cidadezinha próxima de Caruaru.

Estava calor, mas o ar condicionado do ônibus estava a mil, e eu que estava de camisa e terno sentia um pouco de frio. A Ju tinha uma blusinha totalmente cavada, e dizendo ser muito friorenta, tremia, coitadinha. Ofereci meu paletó a ela, ela aceitou, e veio até a minha poltrona para pegar. Disse a ela que poderia fazer melhor: que ela sentasse ao meu lado que eu a esquentaria. Ela deu um sorriso e aceitou a minha proposta, sentando-se ao meu lado, e eu logo a abracei e comecei a cumprir com aquilo que eu havia prometido.

Fazia carinho nela, cheirava seu cabelo, a elogiava muito, dizendo que era linda e que tinha um cheiro muito bom. Comecei a dar uns beijinhos em seu rosto, e não demorou até eu beijar aquela boca carnuda que ela tinha. Comecei a passar a mão nos peitos, ela estava com uma blusinha, sem sutiã, e logo eu já tinha baixado as alças da blusa e chupava aqueles peitinhos deliciosos. Ela estava curtindo muito, e começava a se empolgar também, passando a mão por todo o meu corpo, em especial no meu pau, que estava duro feito pedra, e ela podia sentir isso, já que eu estava de calça social.

Como ela passou a mão no meu pau, foi a senha para que eu passasse agora a assediar sua bucetinha, mas sem imaginar o que ainda iria acontecer. Sem perder tempo, desabotoei sua calça, e pedi que ela tirasse e ficasse somente de calcinha para mim. Ela fez uma cara de assustada e olhou para o ônibus, eu disse que só tinha uma pessoa lá atrás dormindo e que ninguém iria ver. Ela sorriu e fez o que eu pedi, e ficou só de calcinha, que logo foi arrancada por mim e revelou uma bucetinha com alguns pelinhos negros, e um cheiro delicioso exalou dela.

Sem pedir licença, me ajoelhei no espaço entre bancos e comecei a chupar aquela xereca, me deliciando com o gostinho que ela tinha. A Ju se contorcia, se esforçando para não gritar, puxava meu cabelo, me arranhava, até que deu um espasmo e parou: tinha gozado gostoso na minha boca. Lambi mais um pouco aquela racha, sentei no banco, tirei a calça e disse que agora era a ver dela. Não se fez de rogada e abocanhou meu pau, a menina sabia o que tava fazendo e chupava com conhecimento, mamando a cabeça, passando a língua no meu cacete, com gosto. Perto de gozar, mandei ela parar com o boquete e a peguei no colo, encaixando a bucetinha no meu caralho.

Ela cavalgava no ônibus, rebolando na minha pica com vontade, e eu chupava seus peitos, puxava seu cabelo, xingava e elogiava ela ao mesmo tempo no seu ouvido. Ficamos nessa deliciosa e confortável posição por um bom tempo, e era uma delícia o que tava acontecendo! Aproveitava para passar a mão naquela bunda maravilhosa que ela tinha, elogiando muito. Ela começou a aumentar o ritmo das reboladas até que gozou.

Ficamos encaixados, imóveis durante algum tempo, em que eu beijava sua boca, seu pescoço, preparando o terreno para seguir metendo. Quando ela começou a se animar novamente, coloquei-a sentada no banco, com as pernas abertas, quase um franguinho assado, e comecei a meter em pé na sua buceta. Não sabia quanto tempo havia se passado, mas as luzes da cidade começavam a se fazer notar, e temia que a viagem estivesse chegando ao fim.

Acelerei o ritmo das estocadas, e meti violentamente naquela bucetinha. Ela mordeu minha camisa para ninguém ouvir seus gritos, e depois de alguns minutos nessa grande intensidade, disse para ela que iria gozar. Ela rapidamente largou a camisa e disse para eu gozar na sua boca, que ela adorava porra, e que não poderíamos sujar o ônibus. Eu ri disso, aumentei ainda mais a força, e logo jorrei generosos jatos de porra na boca daquela pernambucana gostosa. Descansamos um pouco, nos vestimos e ficamos conversando até chegar ao nosso destino. Trocamos telefones e marcamos de nos ver em outra oportunidade, já que no dia seguinte eu já iria embora. Uma pena, mas espero voltar logo a essa terra maravilhosa para encontrar a minha pernambucana safada!

Tem alguma boa história de viagem? Me conta: poeta_safado@hotmail.com

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Comentários

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Uma delicia!!!!Espero que nessas andanças passe por aqui, temos ônibus, táxis, mototáxis kkk. PARABÉNS

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Que delicia de conto... Eu me chamo Rubia e meu marido se chama Beto, ficamos com muito tesão após ler este conto... Temos um conto publicado neste site, o nome é: A procura de um amante" e é real. Temos um blog onde publicamos nossas aventuras, muitas fotos e assuntos relacionados a sexo. O endereço é: (www.rubiaebeto.comunidades.net) delicie-se com nossas fotos. Beijos molhadinhos... Rubia

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Sonho em viver uma aventura dessa aqui em natal, ou ate mesmo comer uma mulger na frente do marido dela.

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continuando: também não tenho frescuras com o peso, inclusive já comi uma com mais de 100 quilos, que me deixou maluco de tesão. também não vejo problema se for casada/separada/viuva/solteira/enrolada pois o sexo gostoso é bom sempre. membrudo.18@gmail.com

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olá, belo conto! também ja bulinei uma coroa numa viagem, mas não cheguei a comê-la, po´r ter várias pessoas no mesmo ônibus. mas tenho essa mesma tara, e toda vvez que viajo fico observando para ver se surje uma oportunidade semelhante. Agora também já comi uma pernambucana fogosa la em caruaru! Trocamos contatos aqui na casa e aproveitei um fim de semana para degustar as carnes da pernambucana. Metemos muito durante o sabado e domingo. Deixo meu contato para as leitoras que estão afim de encontros picantes. Não tenho frescura com a idade, (a pernambucana tinha mais de 40)

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