A estupradora de homens 2

Um conto erótico de Marqueza
Categoria: Homossexual
Contém 1008 palavras
Data: 15/02/2013 14:06:29

Esta é uma historia ficticia. Com personagens e acontecimentos ficticios. Qualquer semelhança com personagens e/ou acontecimentos reais é mera coincidencia.

Eu gosto de ser chamada de Marqueza. Meu nome de batismo é Marcos, mas des de que eu virei "mulher" eu prefiro Marqueza.

Des de que eu assumi minha sexualidade, minha vida sempre foi um sofrimento. O sofrimento só diminuio depois que eu fiz o tratamento ormonal, agora que todos acham que sou mulher de verdade, ninguem me trata mais com desrespeito, ou pelo menos ate que alguem de com a lingua nos dentes e conte que eu sou homem.

Eu tive que estudar muito, e fiz a prova do vestibular três vezes, mas em fim entrei na faculdade.

Todo mundo lá pensava que eu era mulher, então eu não era vitima de preconseito, mas eu tinha colegas gays, e eu via como eles eram tratados.

Tinha um cara na faculdade, na turma de agronomia. Minha turma era de historia. Aquele cara era o maior homofobico que eu já tinha visto. Mas adivinha só. Ele não sabia que eu não era mulher, e como eu era uma T-gata, ele começou a dar em cima de mim.

Eu jamais teria um relacionamento com um cara que bate e maltrata gays, mas eu não tinha coragem de contar que eu era um garoto, pois eu gostava de não ser alvo de nenhum ataque. Eu tive que aturar equele cara, o nome dele era Adolf, dando em cima de mim durante varias semanas. Mas o pior mesmo era que ele era bem bonito. Como um homofobico filho da puta como aquele podia ser tão bonito.

Um dia eu resolvi dar um pouco de atenção a ele. Ate que ele tinha um bom papo. Eu tava quase caindo na dele. Mas então eu perguntei o por que ele tinha aquele raiva todas dos gays, e a resposta dele me deichou puta da vida. Eu não podia mais aguentar, eu tinha que fazer ele pagar, vimgar a honra de todos os gays do mundo.

Eu fiz uma cara de safada, fingi que realmente estava na dele, eu ate beigei ele na boca. Fiz tudo isso para leva-lo para uma armadilha. Nos mascamos de nos encontrar na casa dele para uma festinha particular.

Eu fui com uma roupa provocante e uns acessorios. ele estava muito gato todo arrumado para mim. A gente se pegou na sala mesmo. Ele tinha uma otima pegada. Tive que me esforçar para ele não notar minha ereção, pois isso arruinaria o meu plano de vingança. Eu tirei a parte de cima da minha roupa. Ele chupava os meus peitos de um geito delicioso.

A gente entrou no quarto dele. Ele foi logo tirando a roupa. Eu me ajoelhei e fiz um belo boquete nele. Tenho que adimitir que eu gostei de fazer aquele boquete. Depois eu me levantei e disse a ele que eu tinha um fetiche, e convenci ele a me deichar algema-lo de brusos na cama. Tambem coloquei uma mordassa nele. Depois eu peguei meu celular, liguei a camera dele e coloquei em cima da escrivaninha. Eu queria gravar a cena toda.

Foi então que eu decidi que estava na hora. Eu tirei o resto da minha roupa. Quando ele vio o meu pau duro apontado na direção dele, ele só foltou pular de cima da cama.

Com um sorrizo perverso no meu rosto eu disse:

"Você adora maltratar os gays, não é verdade? Pois agora eu vou transformar você em uma mulherzinha".

Eu segurei ele pelo cabelo e comecei a passar meu pau duro na cara dele. Eu ate dei umas pauladinhas na cara dele, só de maudade. Depois eu peguei um chicotinho e bati nele pra valer. Eu queria que ele sofresse.

Depois eu fui para traz dele, subi em cima da cama, eu me abaixei, abri o cu dele e comecei a dar umas lambidinhas. Depois eu enfiei meus dedos e fiz um fio terra nele. Depois eu comecei a passar meu pau no cu dele, e tambem deis umas pauladinhas. E então a festa realmente começou. Eu enfiei meu pau no cu dele. Se ele não estivesse amordassado, o grito que ele deu naquele momento teria encomodado todos os visinhos. Eu comi o cu dele com vontade. Não dei um minuto para ele relachar. O cu dele era bem apertadinho, com serteza ele nunca tinha dado o cu antes.

Enquanto eu comia o cu dele, eu peguei de novo o chicote e dei varias chicotadas nas costas dele. Eu queria que ele sofresse muito. Depois eu parei com o chicote e me deitei em cima dele. Eu ainda comia aquele cuzinho deliciozo que ele tinha, e enquanto isso, eu dei uma lambidinha na orelha dele, e depois uma mordida. E então eu disse:

"E então esta gostando? É assim que é ser um homo. Agora você é como nos".

Eu me levantei e continuei comendo o cu dele com vontade. O Adolf gemia muito, e pela cara que ele fazia, acho que ele estava gemendo de prazer. Quando eu senti que ia gozar, eu me levantei da cama e fiquei na frente dele. Me puetei um pouco e despegei todo o meu esperma na cara dele. Eu passava meu pau na cara melada dele enquanto eu dizia:

"É isso que você ganha por ser um machão. Quando você mache com um de nos, você meche com todos nos".

Eu vesti a minha roupa, peguei meu celular e disse:

"Se você estiver pensando em fazer alguma coisa contra mim, eu aconcelho a não fazer. Eu gravei todo o nosso sexo com o meu celular e eu adoraria colocar tudo na internete".

Eu fui embora e deichei ele pelado amorrado e amordassado, e com a cara cheia de esperma. Depois daquele dia ele nunca mais foi o mesmo. Ele não chingava mais ninguem, não batia em ninguem, na verdade ele nem falava com ninguem, ele só andava meio triste pelos cantos. Mas eu sei que no fundo ele queria mais. Bem lá no fundo.

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Comentários

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Kkkk..amei!!

Tem msm q fazer isso com os homofobicos....

Bjo, e continua!

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