meu primeiro gang-bang

Um conto erótico de SóSexo
Categoria: Heterossexual
Contém 2502 palavras
Data: 12/01/2013 00:19:33

Sou do tipo que mantém a aparência de mulher respeitável, mas por trás desta máscara está a verdadeira mulher, ou melhor, a vadia despudorada que habita meu corpo. Dona de minhas vontades e de minha liberdade de ser mulher, tenho buscado realizar minhas fantasias sem arrependimentos, afinal só se lava da vida o que se vive.

Dando asas aos desejos decidi que era a hora de conhecer uma casa de swing e penetrar ainda mais neste mundo de sexo sujo que tanto me atrai. Enfiei-me num vestidinho preto justo curto e bem decotado, bem de 5ª categoria, que comprei numa destas lojas populares mais de 5ª ainda, tipo feira-shop, especialmente p/ a ocasião, botas de salto agulha, maquiagem pesada e parti p/ o ‘crime’.

Chegando na porta da boate, sozinha, meu coração quase saía pela boca. Medo, curiosidade, insegurança, mas não recuei; respirei fundo e entrei. Achando tudo muito novo e totalmente sem jeito, sentei-me sozinha e pedi uma bebida pra ver se relaxava a tensão. Os frequentadores não pareciam de bom nível não, mas, para o objetivo isso era o que menos importava.

Enquanto tomava minha 2ª dose veio um cara puxar papo. Quando falei que nunca tinha estado ali, se ofereceu logo para me levar para conhecer a casa. Falei que já havia estado em outras casas do ramo (mentira), mas ali, nunca. Saímos para me mostrar os ambientes. Entramos em vários, daí ele me sugeriu irmos p/ uma cabine a sós, respondi que não, que preferia ficar na sala do grupal. Ele falou:  Noooossssa! A moça tá querendo mesmo se divertir hein!

 Sim, vim aqui pra isso.

Os ambientes são todos muito escuros, mas logo a gente se acostuma com a escuridão e começa a ver os vultos.

Sentamos num grande sofá redondo e ele começou a me beijar. E passar a mão por todo meu corpo, me expondo ainda mais. Ciente do que pretendia já saí de casa sem calcinha, para facilitar ao máximo minha diversão. Ele começou a massagear minha xoxota e a lamber meu peito e eu me pus bem à vontade, de pernas bem abertas p/ quem passasse diante da gente pudesse ver na penumbra. Tirei seu pau para fora da calça e comecei a mamá-lo já duro de tesão. O pau dele não era lá essas coisas de grande não, mas também não era pequeno. Ele gemia alto enquanto me masturbava e eu engolia seu cacete e lambia suas bolas.

Pouco depois, quando olhei p/ o lado percebi três caras de pau p/ fora se masturbando e nos olhando. Adorei! Não perdi tempo: alcancei a rola do cara com a mão e comecei a punhetar aquele caralho grosso, grande e de cabeça pequena. Puxei o cara p/ o nosso lado e meti o cacete dele na boca. Com a mão livre peguei o cacete do outro que não era muito grande, mas duro como ferro. Outros caras foram se aproximando percebendo que a sacanagem iria correr solta. Meu ‘conhecido’ cochichou no meu ouvido:  vou dizer que é minha mulher e chamar os caras p/ gente se divertir.

Dei meu ‘ok’ e ele começou: ‘minha mulherzinha gulosa quer esses paus todos na rachinha? Gente, ela tá afim, pode chegar, tá liberado.’

Naquela hora já era cacete p/ todo lado. Arrancaram meus 2 peitos pra fora e mamavam neles, um de cada lado; chupavam apertavam, mordiscavam, metiam o dedo na minha xoxota, no meu rabinho e eu só gemia e ouvia nego me chamando de vadia deliciosa, de cachorra, de gostosa, de tesuda....

Meu ‘conhecido’ não perdeu tempo: ‘ Nossa, amor! Que buceta meladinha, da minha putinha! Vou meter nela e depois quem quiser pode vir.’

Mandei por camisinha, ele pôs e foi introduzindo devagarinho, aos pouquinhos enquanto eu mamava em todas as picas possíveis. Quando vi, os pelos dele já roçavam minha xana e cacete atoladinho no fundo dela. Tirava tudo e metia aos poucos me deixando louca de tesão, com um pau na racha, mãos e bocas nos peitos e 2 picas se revezando na mamada. Não demorou nada senti um dos caras esporrando na minha boca, mas não engoli; soltei e larguei pro lado. Virei e peguei outra grande e muito grossa, chupei com vontade.

De repente senti uma língua no meu grelinho, enquanto minha buceta ainda levava vara do ‘conhecido’. Era uma mulher me chupando, enquanto ele me fodia. Em volta de nós havia um círculo de machos, tanto no sofá quanto no chão em pé. A vadia que chupava meu grelo começou a lamber a pica que entrava e saia. Numa dessas ela abocanhou o pau dele, dando chance aos outros rapazes.

Abri mais as pernas e falei p/ um cacetudo que estava chupando: ‘ Tem camisinha aí?’ Antes que ele terminasse de encapar a tora, ouvi um magricela que instantes antes quase arrancara meu peito: ‘ já to com camisinha e vou te fuder, piranha!’ Só senti a estocada na xana e o menino já estava todinho dentro. Gemia alto e dava estocadas curtas e com vigor. Levei porra na boca de novo, desta vez de um de um cara meio barrigudo, mas com cacetão duro de fazer inveja, enquanto um mais novinho: ‘ Sai, deixa eu agora’. Socou uma rolona cabeçuda e grossa na minha boca que quase engasguei. Alguém me arreganhou mais as pernas e eu sentia a língua quente de alguém no meu rabo. O magricela que metia na buça gritou alto: ‘ Vou gozar, puta! Aiiiii, buceta gostosa, puta!’.

A esta altura, eu já estava com metade do corpo sobre o sofá e o resto pra fora a mercê das rolas. O cacetudo que esperava, já foi se posicionando em cima de mim e me carcou a vara dura, gemendo e arfando. Nooooossa! Que delícia! Cacete grande e duro, entrando e saindo. Ele metia feito um animal, gemendo. Sentia o saco batendo na portinha e ele falando: ‘ Dá gostoso, pro papai, dá... dá a bucetinha, tem uma fila de macho esperando pra te comer’ nesta hora não aguentei, gozei na pica dele, gemi alto e ele continuou metendo e ocupando todo meu espaço com aquela pica deliciosa. Um barbudinho que se masturbava ao fundo pediu: ‘ eu quero no cu’. O cacetudo com camisinha molhadinha com meu gozo metia sem parar, metia rápido e fundo. Não demorou nada ele anunciou que ia gozar. Nesta hora eu já estava sem controle, era pica entrando e saindo da minha boca, pica de todo o tamanho e cheiro. Era metida na boca, na buceta e dedo no cu. Mas, tinha um que estava na boca e que eu queria na racha. Um puta caralho cabeçudo, muito grosso e comprido. Mas, os caras não estavam dando espaço, todos queria meter em qualquer buraco.

Puxei o cabeçudo e mandei ele ir pro chão fuder minha periquita. Abri bem as pernas e chamei. Com a buceta molhadassa o pau encostou e passou só a cabeça, o safado ajoelhado no chão me puxou pelos quadris e arregassou minha perereca com aquela jeba, me fazendo ver estrelas. Tirava e punha até o saco bater no meu rabo. Louca e invadida por um tesão alucinante eu pedia p/ ele meter tudo e me arrombar. Ele obedecia, me xingando de vaca, bucetuda, vadia, puta safada e gozei de novo naquela jeba cabeçuda.

Com uma pica na boca pedi: ‘Me come de quatro! Quero tudo dentro! Ele me virou e meteu a vara. O pau do cara era um fenômeno, duro e grosso. Via estrelas sentindo ele arregaçando minha buça com a aquela tora grossa. Ele meteu com vontade, sentia entrar cada centímetro da pica deliciosa dele, até o talo. Depois de várias bombadas a pica pareceu inchar ainda mais e ele passou meter com mais força até o fundo falando: ‘ Tô gozando, to gozando!’. Senti o pau pulsar dentro da racha, era ele gozando gostoso, depois de ter me arrombado. Ficou parado por uns 40 segundos, depois tirou a vara mole e sumiu dali.

Com meu rabo exposto, só ouvi: ‘ vou comer o cu dela.’ Devia ser o barbudinho. Outra voz: ‘ Deixa eu abrir o caminho então’. O cara veio socando minha xana, deu umas 4 ou 5 metidas e falou: ‘Se eu não por no cu eu gozo. To quase gozando.’ Tirou da xana e começou a pincelar meu rabo: ‘ Rabo gostoso! Meu pau tá molhado, vai entrar facinho.’ Mas, não era o barbudinho, era um homem mais velho. O cara pincelou meu cuzinho e começou a forçar a entrada, empurrou, devagar, empurrou de novo até a cabeça entrar, deu um tempo e foi introduzindo aos poucos no meu cuzinho, esperando meu buraquinho se acostumar com o ferro. Depois mais um pouquinho, mais, mais e eu já estava com pau todinho dentro e já rebolava na vara doida de tesão pedindo pra ele socar tudo. Estava delicioso aquele pau. O velho me puxava pelos quadris e falava: ‘ Toma, potranca! Cu gostoso! Rebola p/ teu macho te encher o cu de porra! Rebola!’. O cara gozou acho que em 2 ou 3 minutos tirou o pau e saiu pra lá.

Olhei pra trás e haviam 3 punhetando os cacetes. O barbudinho era o primeiro deles. Naquela hora pude ver que ele tinha um cacete não muito comprido, talvez uns 18 cm, mas era bem grosso. Pensei: ‘ Ainda bem que o outro já laceou!’ Sem nenhuma cerimônia falou: ‘ Vai levar pica no cu, putinha! Abre a bunda, abre. Puta gosta de dar o cu, então abre’. Abri as nádegas com as mãos, mas p/ minha surpresa levei uma socada gostosa na racha e antes que eu pudesse raciocinar, ele enfiou de uma só vez no meu cu, que caí de deitada no sofá de dor. ‘ Tá amarelando? Quero fuder esse cu, levanta.’ Respondi: ‘ Não. Vem de ladinho’. Ele mais que depressa se encaixou e sem cerimônia cravou tudo! Vi estrelas, com aquele pauzão me arregassando as pregas, mas estava muito bom.

Nesta hora eu já nem estava vendo mais o que acontecia, só sentia o rabo preenchido por uma pica grossa a faminta. Comecei a massagear meu grelo quando alguém veio tirou minha mão e tentou introduzir a vara na minha xana, eu estava meio anestesiada de tesão. O barbudinho devia ter uns 18 anos e mesmo meio desajeitado, metia muito gostoso e com força. Muito rapidamente senti o pau dele inchar e ele anunciar o gozo. O cara que tentava me comer a frente não tinha conseguido introduzir por causa da posição, mas me masturbava o grelo com o próprio pau molhado. O pau duro no cu e outro tentando comer a frente, gozei gostosamente pedindo pra meterem. Senti jatos de porra quente no cu e aí me dei conta que o barbudinho safado estava sem camisinha. Gozou e tirou fora deixando minha bunda escorrendo porra. No que ele saiu o outro, aproveitou e atolou tudo na buceta, mamando meu peito e metendo feito doido, meu deu um tapa na cara e falou: ‘Tem quase 1 hora que estou esperando pra te comer. Pede rola, pede’. Eu gemendo pedi: ‘Come minha periquitinha, come, seu gostoso. Mete tudinho’. Ele parecia uma máquina de entrar e sair. ‘Toma, filha da puta!’ – ‘Que delícia de cacete, mete, come minha periquitinha!’ – ‘Toma rola, rebola. Rebola, senão te meto porrada. Rebola pra teu macho gozar nessa buceta arregaçada’. Rebolei gostoso apertado o pau dele com a xana. ‘Vou encher de porra nesta buceta arregaçada.’ Só senti o safado me inundando a buceta e me dando mais tapas na cara. O safado também me comeu sem camisinha. Tirou o pau da buceta pôs p/ dentro da calça e me deixou lá, escorrendo porra.

Nesta hora eu já estava cansada. Ainda tinha mais 2 com pau na mão. Um deles era careca, pareceria ser muito feio, era baixinho, mas com um cacete gigante, mas eu não tinha mais fôlego p/ aquilo tudo. Ele insistiu, dizendo que seria só uma pinceladinha, o outro veio acariciando meu peito. Falei: ‘ok.’ Deixei que outro mamasse no meu peito e eu deitada pedi ao cara que pegasse um papel higiênico que deixam lá p/ essa finalidade e com as pernas abertas limpei o que deu e o careca passando o pinto no meu grelo. Este pôs a camisinha e ficou pincelando, pincelando por um bom tempo e eu adorando. O que me mamava veio empolgadinho pondo o pinto na minha boca, era um pintinho bem pequeno, mas bem duro. Chupei aquela coisinha, metia até na garganta e ele gemia. Ele pediu p/ por no meu cu, mas me recusei falando que estava morta por hoje e que não aguentaria, ele insistiu dizendo que gozaria rápido. Então, fiquei de quatro, tirei a camisinha do que me pincelava e passei a chupar gostoso aquela tora que mal cabia na minha boca. O do pintinho pôs a camisinha e cravou na minha bunda, com o rabo esporrado e arregaçado entrou fácil, fácil e nem senti dor, eu mal sentia o pinto entrar e sair, tb um pintinho de nada... O cacetudo não gozava, só metia na boca como se fosse uma buceta enquanto o outro esfolava meu rabo, já mais do que comido. Me pediu p/ meter de frente, me virei e ele me currou de frango assado, mas só no cu. Eu até comecei a siriricar o grelinho e daí pensei: ‘ masturbar com uma rolona desta aqui na boca? Que nada, vou esperar e gozar com ela’. Deixei o do pintinho comer meu cu mais uns 10 minutos até que gozou.

Falei com o cacetudo: ‘ Mete aqui, deixa eu gozar nesta delícia, põe camisinha, põe’. Na mesma posição de frango assado fiquei. Ele segurou nos meus joelhos começou a me comer. Como é bom um cacete duro na racha! Que pau delicioso e duro. Ele me dava tapas e me xingava: ‘ A vagabunda não tem macho em casa não? Vem dar na rua? Aqui tem macho e tem pau duro. Teu macho agora vai comer teu cu’.

‘ Nãooooo, mete na minha buceta que vou gozar no seu pau, mete! Mete! Mete gostoso, assim, mete tudo!’

‘ Vou comer seu cu agora, essa buceta já tá larga, todo mundo já meteu nela hoje, quero seu apertadinho para eu gozar.’

Falou assim e nem se importou p/ as minhas súplicas, foi enfiando no meu rabo, sem a menor cerimônia: ‘ Hummmmm, que cuzinho gostoso!!!!! Entrando tudo, delíííícia de cu!’ Metendo tudo no cu e massageando meu grelinho. ‘ Goza, goza, puta! Goza com pau duro comendo teu cu, goza!’ Acelerou as metidas, cada vez mais forte. ‘Goza, puta, goza, vadia!’ Gozei naquela deliciosa siririca com um pau maravilhoso no cu, foi um dos gozos mais prolongados que já tive. Meu corpo não parava estremecer.

E puta que é puta atende até seu último cliente, não é? Então, cumpri minha função . Deixei os vários machos satisfeitos. Saí com a buceta inchada e cu arregaçado, mas plenamente satisfeita!

O meu conhecido? Nos encontramos mais tarde na saída. Ele estava com uma mulata e não sei que rumo tomou.

Que noite!!!!! Que noite!!!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive SóSexo a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Adorei seu conto, adoro mulher vadia. Tanto que quero que a minha fique assim também... é o meu sonho ter minha esposinha currada bem gostoso.

0 0
Foto de perfil genérica

Este conto é verídico, assim como os demais que lerão aqui. Quando estou na minha "fase de tesão" faço coisas que depois até eu mesma duvido - rsrsrs Mas tá valendo! Não tenho frescurinha e nem pudor. Por tras da minha cara de mulher santinha, faço a alegria da machaiada e a minha principalmente.

Valeu pelos coments!

Beijão a todos!

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom seu conto! Nota 10 pois não da pra dar uma maior.

0 0