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Cabaço quase arrebentado - Conhecendo a jeba do namorado

Autor: Nath
Categoria: Heterossexual
Data: 05/01/2013 12:12:45
Nota 9.75
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Comecei a namorar muito nova, e logo vieram às relações sexuais, meu namorado também era novo. Eu tinha quatorze anos e ele tinha treze anos. Meu corpo era muito mais desenvolvido que o dele, tinha um corpão bem avantajado pela idade (um cabaço de xana). Eu tinha na época um corpo magro normal, cabelos castanhos lisos, um belo par de seios, coxas torneadas e uma pele bem macia e polida. Já Ricardo seu corpo era forte muito definido, um abdome de querer chupar todinho, tinha poucos pêlos, somente nas axilas e em outras partes que depois conto como era. Ele era pardo, cabelos lisos pretinhos, uma boca carnuda rosadinha e uma estatura de 1,66 m, muito lindo mesmo um desejo de garoto, além de ser uma pessoa finíssima.

Nossa primeira vez foi em uma cachoeira onde freqüentamos, muitas vezes íamos com os amigos, mas para dar uma incrementada no romance, em um certo, decidimos irmos sozinhos. Na manhã de sábado, o sol estava já ardente, coloquei em minha bolsa uma toalha, protetor solar e alguns sanduíches, então minha mãe disse:

- Querida você vai demorar tanto assim na cachoeira, ta levando o que comer.

- Talvez não irei voltar para o almoço mãe, meus amigos vão levar lanche, vai ser um piquenique.

- Cuidado então minha filha, ao juízo hein.

Então sair de casa e fui em direção à estrada, Ricardo já estava me esperando.

- Como você demorou!

- Tava ajeitando umas coisinhas para nosso passeio.

Na cachoeira deixamos nossas coisas atrás de uma imensa rocha, lá tirei minha roupa e fiquei só de biquíni, um corpo sensual se apresentara. Ele tirou a camisa e ficou só de bermuda como o de costume, na verdade nunca tinha visto ele de sunga na cachoeira.

- Amor só está nós dois aqui pode tirar a bermuda.

- To bem assim, mais já que você quer.

Ele tirou a bermuda e ficou só de cueca branca, seu corpo era muito atraente, retinho com músculos naturais, um maravilhoso par de coxas e braços. Mas um, porém, não apresentava um volume desejado na cueca, mas pensei deve ser por que estava mujo. Aquele corpão com tudo em cima, até um par de bunda grandinho e redondinho ele tinha, não podia faltar o cacete enorme (era virgem, mas queria um cacete avantajado para arregaça o meu cabaço e apagar o fogo da minha bucheta).

- Vamos entrar, disse Ricardo.

- Vamos.

- Então vem cá meu amor, vamos entrar juntinhos.

Entramos na água e começamos a brincar de jogar, água na cara do outro.

Até que nos aproximamos e começamos a nos beijarmos e a nos esfregarmos. Ele começou a me cariciar nas costas e foi descendo até minha bunda e foi apertando-a com as mãos, eu pressionava fortemente seu corpo ao meu, ele deixou de beijar meus lábios e foi percorrendo com a boca meu pescoço, roçando meu colo e com a mão desvencilhou o biquíni dos meus seios e logo chupou os mesmos, nossos tesão estava aflorando e cada impulso e iniciativa dele me deixada excitada, enquanto chupava meus seios ele começou a acariciar minha barriga até minha cintura e mais uma vez foi percorrendo com a boca meu corpo e chegou na minha barriga próximo a minha bucetinha e chupava com muito prazer e tesão, instantes depois ele roçava minha xana com seus dedos e puxou minha calcinha para baixo e caiu de boca na minha buceta e lambia meu clitóris e penetrava a língua na minha racha, com tesão eu fui acariciando com força seu corpo, passava a mão em seu ombro, rosto e por fim o pressionava contra minha buceta, não agüentei e disse a ele:

- Vamos sair da água?

Então deixamos a parte rasa da cachoeira e fomos para trás da rocha, aos beijos e caricias. Era tanta emoção e alegria estar naquela situação com a pessoa amada que parecia que nós estávamos sozinhos no mundo não nos dávamos conta de mais nada, o prazer e a emoção tomava-nos por completo. Atrás da pedra gigante, começamos nos agarrar de novo, tirei o biquíni por completo e nesse resquício de segundo me fez lembrar de observar o cacete de meu amado, ele estava durinho dentro da cueca mas mesmo assim não apresentou nada de excepcional, continuava o mesmo voluminho, então agachei de frente para Ricardo e tirei sua cueca, agora sim a decepção tinha sido total ( eu com a xana louca de tesão e causando, estava querendo engolir um pau enorme para deixar ela toda regaçada e acalmar minha excitação) me deparei com um pintinho de uns oito centímetros e ainda por cima fino, um tremendo alfinete e com bagos acanhados e pequenos, deve ser causa dele sempre não tirar a bermuda na cachoeira, tinha vergonha daquela miséria, mas vamos levar em consideração que o garoto era novo, mas o seu corpo gostoso me fazia imaginar uma pica grande.

Mas depois de ajoelhada tem que rezar, ou melhor, neste caso mamar, comecei a boquetear aquela pombinha nanica, até que estava gostosa conseguia engolir ela toda e encostar o nariz em seus pêlos pubianos, ela estava vermelhinha, a chupava ao mesmo tempo em que eu pegava naquelas nadegas gostosas do Ricardo, ele com muito tesão e um pouco envergonhado do seu cacete não esboçou conversa.

Agora que tinha mim deliciado com aquela rola na minha boca queria que ela me comesse, estiquei a toalha no chão e deitei e logo e veio, tive que abrir bem as pernas para que ele conseguisse colocar o máximo dentro da minha xana, então começou a socar, não teve nem que colocar a cabeça primeiro e depois empurrar de vagar, sangue, um pouco de dor, infelizmente não teve nada disso, aquela piquinha não deu pressão nenhuma em minha xana, ele continuando a socar e cochando minha buceta, era o que eu sentia.

Então pensei que poderia dar o cú para ele numa boa, seria até melhor começar com aquela rola pequena, seria menos dolorido.

- Ricardo vamos mudarmos de posição.

- De que jeito você quer me dá.

- Por trás, quero que você come meu cuzinho.

- Huuum!! O cuzinho também, então faz desse modo, vem.

Ele inclinou o meu corpo levemente para baixo, apoiando minhas mãos num respaldo da rocha, nisso minha bunda ficou apontando para ele, com as mãos ele acariciando meus seios e meu corpo por inteiro chegando ao meu cu ele abriu o meu rego e começou a lamber em volta meu anelzinho (aí que delicia, que gostoso) e se fez a chupar todo o meu cu, nossa sua boca linda era fresquinha, logo veio à rolinha devagarzinho ele foi colocando não demorou muito e já estava toda dentro do cuzinho, agora tinha dado um pouquinho de pressão, começou o soca, soca. No cu até que foi mais gostoso ele foi me comendo por trás, dizendo:

- Meu amor você é muito gostosa, te amo muito.

- Eu também te amo, meu lindinho.

E continuou a chocar, não posso dizer estava dolorido, até que no cu o prazer foi bom, enquanto eu estava levando o cacete no meu rabo comecei a me masturbar com o dedo, fui batendo, batendo com os dedos até que golfei um gozo maravilhoso fiquei com os dedos lambuzados de porra, não demorou muito e ele também gozou, esguichou pouca porra e rala em meu rego e carinhosamente ele me reergueu com muitos beijos em minha boca.

- Espero que você tenha gostado dessa nossa primeira vez.

Então disse a ele que tinha gostado muito, primeiro porque era com ele e depois por tinha sido muito gentil e carinhoso.

- Que bom que você gostou, eu também adorei.

- Vamos dar um mergulho? Disse Ricardo, já mim pegando pelas pernas e me carregando em seus braços até a água.

Molhamos e voltamos a nos agarrar dentro d’água ele com suas mãos em um gesto de caricias limpou meu corpo e o mesmo fiz com ele, saímos e fomos até a rocha nos vestirmos e em seguida lanchamos e conversamos um bom tempo até voltarmos para a cidade que ficava a uns cinco quilômetros.

Minha transa com Ricardo não tinha sido somente por farra, mas por amor, que também nos propaga tesão. Apesar de não ter sido totalmente satisfeita e o fato de gostar muito do garoto e de ele ser uma pessoa maravilhosa me fez ver que compensaria a falta de satisfação na relação sexual.

Confesso que na cabeça fantasia minha primeira vez diferente, do jeito que acontece com as amigas nas quais algumas relatavam que o rapaz era dotado e que tinha que empurrar o pau com delicadeza e que havia sangue e um pouco de dor, mas que logo se transformava em prazer, isso vai criando uma fantasia em nossa cabeça e quando acontece diferente de que a gente imagina torna-se decepcionante. Mas o tempo foi passando e as coisas vão crescendo.... Contarei depois as próximas transas e como é nosso relacionamento nos dias atuais.

Comentários

06/02/2013 10:55:50
Quem quizer ver uma rola grossa e só add berfontes2@hotmail.com
05/02/2013 23:43:00
pela seu conto 10
01/02/2013 12:52:12
querendo um negro gostoso , que chupa gostoso e tem uma rola preta e quente e só me add, negrolee.ramilo@hotmail.com,
05/01/2013 16:11:14
gOSTEI, achei muito interessante e sincero, realmente a primeira vez é sempre idealizada com muita fantasia...pena que a sua tenha sido decepcionante.. mas achei o conto interessante... beijos visita o meu blog e se gostar me manda alguns contos...http://cfantasias.blogspot.com.br

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