O Dia do Orgulho Negro - Parte 3

Um conto erótico de Feschiavo
Categoria: Heterossexual
Contém 1133 palavras
Data: 22/01/2013 14:15:53

Ola taradinhos, pra quem não me conhece, sou a Fernandinha, viciada e tarada por caralhos pretos, e voltei aqui pra escrever mais alguma coisa pra voces.

Pra quem nao conhece, segue o endereco do meu blog, onde escrevo sobre as minhas curras por la

http://os50tonsdenegro.blogspot.com.br/

e o meu Facebook, pra quem quiser add

http://www.facebook.com/fernanda.schiavo.75

Mas seguindo no conto...

Voltando ao cenário em que parei no relato anterior...

Lá estava eu, uma pobre ninfetinha filhinha de papai, na mão de 3 negros mal intencionados, em território inimigo, indefesa, prestes a ser devorada, e o melhor, para a alegria de todos, afim e empolgada pelo desafio que se encontrava diante dos meus olhinhos de pidona...

3 pirocas só pra mim, melhor, 3 pirocas PRETAS só pra mim... Não sei se pelo álcool, se pelo tesão, ou por pura piranhagem minha, mas já estava feliz e saltitante no meio da matilha de lobos que se cercava em minha volta, sentindo toda a tensão sexual que se alastrava no ar...

Estava sentada na cama, com os 2 novatos em pé na minha frente, e Zé, que estava sentado ao meu lado, já se levantava e estendendo a mão na minha frente, oferecia ajuda pra me levantar, como se fizesse o convite pra subir no bonde, mas no caso eu sabia que seria o bonde que subiria em mim hehehehe

Aceitando o convite, segurei em sua mão e fui me levantando, ficando de pé no meio dos 3 tarados, com meu vestidinho todo amassado e embolado na altura da minha cintura, com a bunda praticamente toda de fora devido a minha micro calcinha toda enterrada no rabo, levei um tapa-apertão na traseira, de fazer barulho e encher a mão do meu peguete, apertando com vontade e sorriso orgulhoso na cara: "Essa é a minha loirinha!"

Mas como alegria de pobre dura pouco, ja fui interrompendo a gritaria e felicidade geral ao reparar o que o safado do Luisinho tinha nas mãos, uma coleirinha de cachorro, provavelmente do cãozinho da festa, e mais provavelmente cheia de pulgas e outras porcarias anti-higiênicas locais... ja fui logo perguntando o que e pra que era aquilo, e um semi barraco quase começou:

- O que que é isso ai eihn?

- É o seguinte nenem, cachorra aqui tem que usar coleira...

- No seu cu que eu vou usar isso! - Levantei o tom de voz, saindo da postura de putinha e voltando a posição de patricinha imponente

- Não loirinha, você vai usar isso sim, e é no SEU cu que a gente vai botar...

Quando tudo caminhava para um MMA no meio daquele quarto, Zé foi se metendo no meio de nos dois, mandando todo mundo calar a boca, e num gesto que não deixou mais duvidas quem era o Alpha ali, se virou para o cabideiro, pegou uma calça jeans que estava pindurada, retirou o cinto da calça enrolando no meu pescoço, afivelando e fazendo do cinto uma coleira; "Pronto, a cadela já está encoleirada... Agora ajoelha e chupa o meu pau pq eu to de saco cheio ja"

Não sei o que acontece comigo, mas toda vez que recebo ordens assim de forma tão enfática de um negão pauzudo, alguma desfunção na minha cabeça é ativada que eu obedeço sem pestanejar, como se ativasse um botão de submissão, viro uma putinha obediente de negros tarados e aproveitadores...

Como uma boa cadelinha obediente, me ajoelhei na sua frente, e ja fui segurando o seu caralho que todo esse tempo estava de fora, meia bomba e triste por falta de compania. Me ajeitei na sua frente, ja colando meus labios na cabecinha do seu pau, dando beijinhos e selinhos para acordar a fera adormecida, com o Zé em pé na minha frente, me segurando pelo cinto-coleira com uma das mãos e a outra posicionada na minha nuca empurrava a minha cabeça na direção da sua rola. Se ele falou que estava de saco cheio, era hora de esvazia-lo rs.

Já não deixava mais duvidas quem mandava por ali, e não digo só em mim, enquanto desfrutava do meu boquete guloso, Zé ia cordenando e autorizando os amigos a tirarem a roupa pra participar da brincadeira também, não demorou muito e eu já me encontrava numa rodinha de rolas negras na minha cara, se aquilo era um sonho eu não tinha a menor vontade acordar hehehe

Ajoelhadinha com 3 caralhos pretos na minha cara, ia girando tal um rodizio de pizza chupando a rola dos meus negões, recebendo pirocadas na cara e escutando toda a farra que os tarados faziam... Eram risadas e xingamentos soltados como metralhadoras ao vento, e a minha dignidade e pose voando janela a fora indo pra bem longe dali...

Se a minha moral ja havia ido pra PQP, e todos ali estavam se divertindo, e MUITO, então era a hora de meter o pé na jaca e saborear o meu banquete, 3 caralhos so pra mim, papai noel chegou mais cedo nesse ano...

Anos de pose, paparicos, melhores escolas, roupas de marca, todo conforto e carinho, para uma pequena loira burguesinha como eu terminar no meio de uma favela, ajoelhada, AJOELHADA, pra 3 pretos que se não tinham luxo e escolaridade, me ofereciam grossas pirocas quentinhas na minha boca, delirando e rindo da minha cara e da minha fome de chupar todos aqueles cacetes.

A loirinha dondoca que chegou cheia de pose na comunidade, agora se mostrava uma bela de uma boqueteira de esquina, devorando sem a menor vergonha tudo o que enfiavam na minha boquinha, me babando toda e borrando a minha maquiagem...

Num determinado momento, Zé me pegou firme pela coleira, e dando uma surra de pica na minha cara, me xingava e me humilhava, numa atitude clara pra se mostrar pros amigos... Botando ordem na casa, determinou que estava na hora da festa seguir para o proximo passo...

"Gosta de apanhar de pau na cara né cadela? Ta ai toda se tremendo que nem uma puta! Patricinha boqueteira... Sabia que você ia gostar da festinha que eu preparei... Vai ser a nossa cadelinha vai? deixar a galera te foder todinha? eihn cadela? tira a porra da roupa pq se alguem rasgar essa merda vc vai ter que voltar pelada pra casa..."

Isso tudo taradinhos, debaixo de uma bela surra de pica na minha carinha de filhinha de papai, esfregando o pau todo na minha cara, e me botando no bolso, na coleira, me deixando mansinha e sem poder de raciocinio e decisão... Dali por diante eu estava entregue... Mais obediente impossivel...

Mas o resto da historia fica pra depois...

pra quem quiser ler o final desse relato e outras curras minhas, segue o meu blog

http://os50tonsdenegro.blogspot.com.br/

um beijo a todos,

feschiavo@globomail.com

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