VIRANDO PUTINHA DAS MINHAS DUAS AMANTES - 2

Um conto erótico de valeriobh
Categoria: Heterossexual
Contém 1380 palavras
Data: 18/12/2012 19:24:50
Assuntos: Heterossexual

Um ano após me envolver com Dora, já estando essa casada, conheci Regiane por intermédio de uma outra antiga putinha que havia comido. Regiane, embora tivesse os mesmos 24 anos da Dora, era muito diferente, já que era casada e tinha um filho de 8 anos. Além disso, fazia o tipo “mulherão”, porque era uma loira (tingida) de 1,75, 65kg, siliconada, com coxas grossas e bunda grande, e que gostava de se vestir estilo piriguete, com vestidos curtos e justos, calças apertadas que entreabriam os lábios vaginais, decotes que possibilitavam ver até as aureólas dos seios. Porém só se produzia assim quando o marido caminhoneiro estava viajando, principalmente nas quintas e sextas-feiras quando ia pra faculdade de direito. Como a putinha que me apresentou a ela também era formada em direito, foi um happy hours após a faculdade que Regiane foi especialmente apresentada pra mim, porque havia pedido pra essa amiga que me apresentasse outra amiga safada. Regiane era tão safada que na primeira noite que a conheci rolou além de beijos, um boquete completo com direito a chupar os grandes seios. Na segunda saída, ao pegá-la direto em sua casa,, ela não agüentou o tesão e me convidou pra entrar, apenas pedindo que não fizesse barulho porque o filho estava dormindo com a empregada. Dentro do quarto ela, a putinha fez um striep tease e se postou de quatro na beirada da cama, escancarando a bunda grande e a xoxota depilada e carnuda. Na semana seguinte nos encontramos na porta da faculdade e ao chegarmos no motel metemos sem sequer tomarmos banho. Embora não gostasse de chupar xoxota com gosto e cheiro de mijo e bunda com cheiro de bunda, aquela situação foi tão excitante que nem me importei com o cheiro e ajoelhado me esbaldei naquelas carnes, antes de ajeitar a rola e cravar a na buceta depilada. Regiane mordia o travesseiro para impedir os gemidos e também gemendo enchi seu útero de gala. Ela se virou e olhando pro meu pau perguntou pela camisinha, e só então me dei conta que havia transado sem camisinha. Falei que aquela tinha sido minha primeira vez sem camisinha (lógico que tive que mentir), tendo ela falado menos mal, e que tinha anticoncepcional implantado no corpo. Ainda com a pica dura, a puxei pelo cabelo e a mandei limpar a rola com a boca, o que ela fez com vontade. Somente então tirei a roupa e deixei que ela me lambesse e chupasse. Via pelo brilho dos seus olhos que ela tinha tesão em lamber o saco fedido e a bunda suada, e quando a rola voltou a endurecer, ela se ajeitou sobre mim e a fez sumir dentro da xoxota. Conforme ela me cavalgava eu apertava os seios com vontade, e quando ela começou a gemer, ela mesma levou os peitos para que eu lambesse e mordesse moderadamente, e assim gozamos novamente. Acordei no dia seguinte arrependido por ter comido Regiane sem camisinha. Se ela havia sido tão fácil pra mim, certamente também o era pros outros homens. Liguei pra putinha que havia nos apresentado, tendo a mesma dito que embora parecesse ser safada, eu havia sido o primeiro homem com quem ela Regiane havia transado além do marido, e que tudo que ela sabia era vendo filmes de putaria pela internet. Disse, ainda, que foi ousada comigo porque sabia que eu gostava de mulher bem puta, e que sabia de algumas aventuras minhas. Menos mal, pensei. Passado algumas semanas recebi uma ligação da Regiane dizendo que estava passando perto do meu escritório. Educadamente a convidei pra tomar um café comigo. Como eram quase 17h, dispensei a secretária e fiquei aguardando a chegada da Regiane. Ela apareceu coberta com um sobretudo, embora o dia não estivesse frio. Assim que fechei a porta, ela se dirigiu pro meio da sala e olhando pra mim com cara de puta faminta por rola, foi lentamente abrindo o casaco, relevando aos poucos que abaixo dele nada possuía, estando nuazinha. A safada havia saído de casa com um casaco e totalmente nua por baixo. Quase babando caminhei em sua direção, tendo ela me empurrado e dito que naquele dia quem mandaria seria ela. Tirou minha roupa, dando uma longa cheirada no meu saco e após de deixar nu, me mandou ficar de quatro, apoiado no sofá, e com minha gravata ela amarrou meus braços, me deixando imobilizado. Depois me vendou e me deixou imóvel naquela posição até que senti suas mãos abrindo minha bunda e sua língua explorar meu cu. Sua língua serpenteava do cu ao saco, enquanto sua mão massageava minhas bolas e pau. Ela ficou brincando desse jeito até me deixar bem extasiado e quando passou a enfiar os dedos no meu rabo não agüentei de prazer e gozei em suas mãos. Só ouvi sua risada e seu caminhar em minha direção. Encostou seus lábios aos meus e quando estávamos nos beijando de língua, ela enfiou em minha boca seus dedos melados com minha porra e segurando meu cabelo me obrigou a chupa-los até deixa-los limpos. Estava um pouco assustado com o ocorrido (nunca havia provado minha gala), quando senti ela novamente enfiar os dedos dentro do meu cu, como se estivesse passando algo viscoso. Logo senti um objeto duro ser empurrado pra dentro do meu rabo. Como minha reação natural foi contrair a bunda e fechar o esfíncter, ela deu um forte tapa na minha bunda e me chamando de putinha me mandou relaxar porque senão iria ser pior. Fiquei puto com aquela atitude dela e mandei que me desamarrasse e quando a estava xingando ela pegou minha cueca e a introduziu em minha boca, impedindo minha fala. Ao sentir novo tapa na minha bunda, mandando que relaxasse, obedeci minha dona e como uma putinha empinei a bunda e abri o Maximo que pude, para em seguida sentir o objeto ser empurrado pra dentro de mim. Após romper a inicial resistência (meu rabo era virgem), o restando do falo deslizou suave até o final, passando Regiane a se movimentar como se estivesse me comendo (na verdade estava). Me dava tapas na bunda e me chamava de putinha safada, que meu cu agora ela dela. Já refeito do susto e curtindo aquela nova forma de prazer, relaxei e já rebolava na pica como uma puta rampeira. Regiane segurou minha rola e a punhetou até que eu gozasse novamente. Tirou a rola de dentro de mim e enfiou os dedos sujos de porra dentro do meu cu arrombado. Puxou a mesa e a colocou a poucos centímetros do sofá onde me encontrava amarrado, e após me desvendar e tirar a cueca da minha boca, se postou sobre a mesa e esfregando a xoxota na minha cara me mandou chupa-la até que gozasse, o que fiz em seguida. Somente então ela me desamarrou e com a cara mais sonsa do mundo me perguntou se eu havia gostado. Pior foi ter que admitir que sim. Havia adorado ter sido enrabado por ela. Após um merecido descanso, ela falou que sempre teve a fantasia de comer um macho, e como o marido era muito frio na cama, que nem comer o rabo dela ele comia, viu em mim a homem ideal pra ser seu amante. Voltamos a nos beijar e quando minha rola novamente endureceu ela encaixou a buceta na pica e passou rebolar, me chamando de putinha do cu gostoso. E ao saber que ela não havia sido a primeira e me penetrar no rabo (minha outra amante Dora já havia enfiado o dedo dentro de mim), Regiane me deu um tapa no rosto me chamando de puta safada, querendo saber quem era Dora. Disse que tinha um relacionamento de ano com Dora e que ela era muito gostosa, mas diferente dela, Dora era mais recatada. Regiane deu uma mordida no meu lábio no exato momento em que gozamos juntos, e antes de desencaixar a pica da buceta, falou que queria me comer na presença da Dora, e que depois também iria comer o cu da outra. Durante quase seis meses continuei saindo com Dora e Regiane, sendo que com esta eu me transformava em sua putinha, e tentando convencer a primeira a sair comigo e outra mulher, o que finalmente ocorreu. (dickbh@hotmail.com)

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