Casa dos Contos Eróticos

Japonessa Vingativa

Autor: CCW
Categoria: Heterossexual
Data: 14/12/2012 03:12:45
Última revisão: 14/12/2012 11:18:54
Nota 8.67
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Esse relato ocorreu essa semana, meu nome é Carlos, sou moreno, 30 anos, 1,90mts e em forma, trabalho numa empresa de informática.

Estava em minha mesa e atendo o telefone, era uma cliente reclamando de um problema num nobreak, que havia queimado e que ela precisava muito, eu entediado falei no “modo automático” da garantia, que ela poderia trazer e bla bla bla, não sabia quem era e nem dei atenção...

Algumas horas depois chega à cliente, uma japonesinha linda, magrinha, com peitinhos pequenos, bundinha deliciosa, numa roupa bem coladinha, na casa dos 20 anos, chega ela com o nobreak todo pesado na mão, corro para atender, já que ela chegou procurando pelo meu nome, nessa hora já estava arrependido de ter sido tão seco ao telefone, atendo ela super bem, era só um fusível queimado, nada de complicado, e durante o atendimento passei a secar a japinha de uma forma desumana, nunca havia saído com uma, e estava com um tesão louco, tudo resolvido me disponho a levar o nobreak até o carro, todo solicito, e continuo a secar a japa, no carro na hora de ir embora me arrisco e dou um beijo no rosto, já ultrapassando os limites atendimento-cliente e dou meu cartão, me oferecendo a ajudar caso desse qualquer problema.

Na volta a empresa os caras que não são idiotas nem nada, falam que mais um pouco a japinha ia sumir de tanto eu a secava, bem essas coisas de homens idiotas juntos.

No dia seguinte um recado na minha mesa para eu ligar para a cliente X, liguei e era a japonesinha, estava com um problema na máquina e se eu podia ir até sua residência, nunca atendo clientes assim, sempre passo para outros, pois é sempre um saco, mas essa fiz questão de ir, estranhei ela ligar no outro dia com problemas, pensei ai tem coisa...

Peguei o carro e fui, não era longe da loja e cheguei rápido, subi para seu apartamento e ela estava sozinha, trabalha em casa com projetos, estava vestida com um roupa normal, nada demais, mas levinha, está um calor insuportável em são Paulo.

Cheguei e fui recebido com um beijo no rosto, bom sinal, fui olhar o micro e tudo normal, ai brinquei: “acho que o micro só queira me ver”, ela olhou para mim e falou: “ele eu não sei, mas eu queria, você acha que eu não percebi o quanto você me secou ontem”, nisso eu pensei “bem agora foda-se, se ela me chamou até aqui, não foi para rezar”, e já a peguei ela pela cintura e dei um beijo, a japinha me beijou forte, eu segurando ela pela cintura e apertando contra meu corpo, meu pau essa hora estava mega duro, porra nunca havia ficado com uma japonesa e nem sonhava que ia ocorrer assim tão rápido.

A menina já foi tirando minha camisa e eu tirando a dela, foi abrindo minha calça, tirando sua roupa, quando meu pau sai da cueca ela para e olha, meio com medo, meio assustada, tenho um pau com 20cm e grosso, acho que ela nunca tinha visto um pau assim, ela fala: “Nossa...” Nem deixei tempo para ela terminar a frase, gentilmente fui direcionando sua cabeça para minha rola, ela abria a boca, tentava engolir minha pica, mas não cabia, ela ria, engasgava, tentava novamente, socava a rola na boca até sair lagrimas dos olhos, não tinha muito habilidade, mas deixou meu pau super babado, acho que ela nunca se divertiu tanto com uma rola...

Deitei ela no sofá e abri suas pernas, ela tinha uma bucetinha linda, pequenininha, bem depilada com poucos pelos, mas esses eram pretos e grossos, passei minha língua pela sua bucetinha e ela gemia, eu lambia seu grelinho e ela se contorcia, coloquei um dedo na sua chaninha, era muito apertada, uma delicia, ela super melada, me pede: “mete essa vara em mim”, não precisou pedir duas vezes, na posição que estávamos meti, o meu pau entrou bem devagar, dava para ver que ela não estava acostumada com uma rola dessas, ela rebolava o quadril para a pica entrar mais, mas eu segurava queria sentir cada centímetro daquela buceta apertada e molhada sendo rasgada pela minha piroca, ela pedia, “soca essa rola em mim” e eu segurando a entrada, mas ai não aguentei e soquei tudo de uma vez, ela solta um gritinho de dor/prazer e começo a socar cada vez mais forte e rápido, ela geme, meche, rebola pedindo mais rola, a japonesa era doida eu pensei, sinto que ela vai gozar, viro ela rápido para ficar de 4 no sofá e começo a socar forte com ela de 4 e acariciando sua bocetinha, seu grelo, não demora e ela grita de prazer e goza...

A menina caiu no sofá ofegante, com cara de puta, toda mole, acho que a mistura de calor, muito rola e gozo, derrubou a pressão da menina, mas eu estava de rola dura e queria gozar também...

Ela percebeu a situação e falou: “deixa eu tomar uma ducha que eu já volto” pensei “eu também preciso de uma ducha” e fui...

No banheiro com a água geladinha ela melhorou e eu com a pica dura pedi “me dá seu cuzinho, ontem não tirei os olhos da sua bundinha” ela responde toda sacana “você acha que eu não reparei, mas eu nunca dei a bundinha na vida, e seu pau vai me rasgar toda”, homem não presta e usa sempre a mesma desculpa, “só um pouquinho", ela toda marota vira e fica na ponta do pé, pede para ir com calma e devagar, com a água nas minhas costas e ela com a bunda arrebitada era a visão do paraíso, abaixo e passo a linga eu seu rego, ela não tem um pelinho no cú, nada lisinho, enfio a língua no seu cuzinho e sinto os pelos do braço dela arrepiarem, era o sinal que nunca haviam passado a língua por ali...

Deixo o cuzinho bem salivado, punho um dedinho no cu enquanto a outra mão brinca com o grelinho, ela se arrebita mais e pede: “coloca devagar...”

Missão dada é missão comprida, coloco a cabeça na portinha e vou empurrando, bem devagar, não adianta, cuzinho se come com paciência e sabedoria, ela reclama que dói, eu paro para ela acostumar e vou colocando bem devagar, é possível sentir as pregas do cuzinho virgem dela irem se abrindo, se rasgando todo, sempre parando e brincando com seu grelo, ela pede mais, vou colocando..

Quando olho minha rola já está quase que totalmente dentro do seu rabo, fico parado para ela acostumar e não traumatizar seu cuzinho e ela começa a rebolar, era o sinal que eu poderia começar os movimentos, tudo muito devagar e calmo, ai meu amigo acho que algum botão da loca foi acionado, ela rebolava e pedia rola, falava: “come o cú dessa puta” juro que não acreditava que uma japonesinha daquelas poderia ser tão vagabunda, soco com mais força, meu pau já está entrando e saindo do seu cú com facilidade uma delicia, um cú apertadinho e eu socando, uma hora a pica saiu completamente e deu para ver o buraco no cú dela, que visão, coloco para dentro novamente, mas a visão daquele buraco é mais forte e eu segurando sua cintura gozo, gozo muito dentro do seu cú, muito mesmo a ponto de escorrer pelas pernas a porra, só quem já comeu um cú sabe que essa visão é linda, ver a porra escorrendo do cú não tem preço.

Acabamos o banho e fomos para o quarto eu não aguento e pergunto: “serio me explica o que foi isso?” ela fala com a cara mais natural do mundo: “meu namorado me traiu com uma garota, eu descobri e só devolvi na mesma moeda, na verdade não foi na mesma moeda porque ele é japonês e seu pau é 3 vezes maior e mais groso que o dele”, me troco e volto para a empresa pensando duas coisas, “as mulheres estão cada vez mais loucas e nunca mais atendo telefone de forma automática, nunca se sabe quem está na outra linha”. gine.carlos@gmail.com

Comentários

21/12/2012 10:48:01
Bom conto
15/12/2012 01:29:40
Gostei!Um pouco de pontuacão não faz mal nenhum,mas o que enteressa e a qualidade do conto.O cara cobra mas não tem a menor nocão de pontuacão,quando digitamos uma pergunta usamos (?)! Parabens pelo conto.
14/12/2012 23:13:45
Ainda encontro uma pra mim. Nem que viaje ao japão!
14/12/2012 05:56:43
parágrafos, parágrafos. cadê os parágrafos meu amigo. dê uma pçhada nos jornais e repare que se escreve em parágrafos. ]se puder editar... voltarei para ler teu relato. abraços

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