A amiga que não gosta de homens com pêlos

Um conto erótico de Primo Aventura
Categoria: Heterossexual
Contém 2173 palavras
Data: 27/11/2012 03:09:52
Assuntos: Heterossexual

Através de uma amiga da juventude, tive a oportunidade de conhecer a ACS em dois ou três momentos profissionais, mas foram suficientes para que eu prestasse certa atenção nela, e senti que alguma observada ela também teve a minha pessoa.

Certo dia acordei e tinha sonhado com a ACS, o que me fez ligar e saber como ela estava. Minha sensação comprovou que ela estava muito mal por causa de uma atitude de certa pessoa, que não vem ao caso.

Nossa conversa em nível de desabafo de ambas as partes (porque eu também estava me sentindo mal como ela) terminou em um convite para nos encontramos a noite para falar besteira e dar risadas para melhorar o astral.

Encontramo-nos em Santana e fomos para um barzinho na rua Dr. Cesar. Ele acelerada como sempre, já foi logo pedindo uma jurupinga e eu uma Schweppes Citrus.

Ela sentada na minha frente, me deu a primeira oportunidade de admirar aquele rosto belo. O contorno preto que circundava metade dos olhos dava grande destaque aos lindos olhos verdes, cujo brilho que me prendia a minha atenção e somente a beleza do sorriso daqueles lábios com um lindo batom vermelho conseguia desviar meu olhar.

Pelo telefone surgiu o assunto de que ela detesta pêlos enrolados nos peitos e em qualquer parte do corpo do homem. Relatou que adora passar a língua em cada curva do corpo do homem que está se entregando e os pêlos incomodam e ela prefere a pele lisinha para saborear tudo o que tem direito.

Eu por ser negro, tenho os cabelos do peito enrolados e ela falou que não queria nem imaginar. Logicamente, que para provoca-la eu deixei um botão da minha camisa aberto justamente para ela ver meus pêlos e ainda para ajudar eu chamava a atenção dela para meu peito. Ela fazendo uma cara de nojo, falou para eu fechar a camisa e eu abrir mais dois botões expondo quase que totalmente meu peito peludo. A cara que ela fez até me assustou, pois pensei que ela fosse vomitar encima de mim.

Mesmo essa reação de rejeição da parte dela foi engraçada e nós riamos com vontade. Suas risadas espontâneas me fazia admirar mais ainda aquela baixinha (imagino que com pouco mais de 1 metro e 60 de altura), com a pele avermelhada pelo Sol, a qual coçava um pouco. Por mais de uma vez ela levantou a blusinha branca e semitransparente, me deixando ver uma pequena parte da tatuagem em seu corpo que me dava a impressão de uma pele macia.

Em determinado momento, ACS começou a me contar sobre o amigo surfista que ela havia conhecido pela Internet e como o jeito dele despertou interesse que resultou em um encontro dos dois.

Um dos motivos pelo o surfista conquistou o interesse dela e que ele escrevia que ia fazer e acontecer, que ia chama-la de vadia, que até daria uns tapas durante a relação sexual entre eles. O jeito como ele escrevia despertou a taradinha que existe dentro dela. Até coisas que ela repudiava estavam se tornando possíveis de realizar com aquele homem, algo do tipo gozar na boca e até sexo anal.

A vontade sexual de ACS pelo surfista era tanta que ela comprou uma lingerie, acredito que um corpete, todo cheio de detalhes, uma calcinha muito pequena especialmente para o encontro, e para reforço uma maquiagem bem feita e sensual acompanhada de um perfume delicioso.

Ela me relatou que o surfista ficou tão embasbacado com ela, que não falava que ela era muito linda, gostosa e que tinha imaginado uma outra mulher, mas ela superou qualquer expectativa que ela havia formado. A reação dele dentro do motel foi completamente diferente do que ele falava. Os tapas que ela esperava eram quase um carinho e ACS tinha que comandar o homem para bater com mais vontade em suas nádegas sedenta pelo sexo intenso que o mesmo prometera. Até os xingamentos de vadia e safada não foram expressos como ansiava ACS.

Porém, o surfista inconscientemente, diz as palavras exatas para salvar o encontro e a noite. Ele ainda admirado pelo todo conjunto que ACS era (corpo, beleza, sorriso, roupas, perfume e vontade) dá-lhe autorização para ela fazer quisesse com ele. Que ele seria seu escravo sexual. Essas palavras soaram magicamente e ACS manda ele deitar, colocar as mãos na cabeça e que deixasse que ela cuidaria de tudo.

Os detalhes íntimos do ato ela não me contou, mas disse que ela se lambuzou, como uma criança comendo bolo de chocolate.

Nossa conversa vira e mexe mudava de um assunto para o outro sem concluir nada, mas isso era deveras divertido. Eu não sei como chegamos nesse ponto, mas ela me falou que uma amiga havia indicado para ela ler contos eróticos, e isso rendeu assunto e risadas, pois me contara que gostou do que leu na Internet.

Percebendo o interesse dela nesse assunto, claramente estampado naquele rosto risonho, eu não me contive e mostrei algumas mensagens no meu celular que havia recebido da amiga KP com quem às vezes me encontro para uma transa casual muito gostosa. Nas mensagens a amiga KP falava que queria sair comigo para reviver comigo as taras que ela me confessou pelo facebook semana anterior.

ACS lia e tinha uma reação mista de risadas e espanto pelas declarações. Resolvi então ir mais além e liguei meu notebook, onde estão gravadas quase todas as minhas conversas pelo Messenger. Escolhi aleatoriamente uma conversa com uma colega do litoral Sul que gosta de troca de casais, que eu conheci pela internet, mas nunca tive a oportunidade de conhecer pessoalmente.

Nessa conversa eu contava para a colega do litoral uma aventura minha com a colega RA de São Bernardo. Na conserva eu relatava para a colega do litoral com foi a transa com a RA, dos gemidos altos que quase era gritos, de como a RA gozava gostoso e dos vídeos e fotos que tirei durante todo o ato. Em um dos vídeos que citei na conversa, a RA louca de tesão e com orgasmo eminente me pedia para gozar junto. Ela estava de quatro e eu a penetrava intensamente acompanhando os gemidos e pedidos dela “goza comigo, meu lindo... me dá sua porra...”. Isso é assunto para outra história.

Esses meus relatos estavam sendo detalhadamente lidos pela amiga ACS, que ainda apresenta reações mistas de espanto, admiração e interesse.

Em certo momento, enquanto eu procurava outra conversa não muito explicita para deixar ACS ler, entrei numa pasta com fotos e pequenos vídeos que fiz quando sai com a amiga DC. ACS empolgada com os relatos ficou curiosa e repentinamente pressiona a tecla ENTER sobre uma foto e que DC estava chupando meu pau vigorosamente rijo, e essa foto ficou em tela cheia no notebook dentro do bar. A minha reação foi imediata e baixei a tampa. Esse ocorrido arrancou muitas risadas nossas, que até chamou a atenção dos demais fregueses do bar. Foi quase um malabarismo para fechar a foto sem que ninguém visse.

Em meio aos assuntos, ACS recebe mensagem de um rapaz que foi o primeiro menino que ela beijou na vida, que namoraram, mas nunca transaram. As vidas de ambos se distanciaram, e quando se encontraram, todas as tentativas deram erradas pois geralmente ela estava menstruada. Foram mais de 16 anos de espera, e naquela sexta-feira ela novamente estava menstruada, mas no finalzinho. Ela não queria transar com o rapaz por causa desse detalhe. Expressei minha opinião, dizendo que ela deveria aproveitar a oportunidade, pois o rapaz a estaria esperando na residência dela. Falei também que não precisava transar já que ela se sentia encabulada, mas que aproveitasse para tomar um banho os dois, trocar carícias durante o banho, mas sem a necessidade de penetração e consumação da transa.

A excitação despertada pelas nossas conversas era visível em ACS e em meu interior também, e mesmo eu me contendo acredito que transpareceu e ACS notou um pouco. Foi muito difícil para eu me conter, haja vista que essa mulher mexia com a minha imaginação com seus relatos. Me senti como Léo Jaime na música “Preciso dizer que te amo” e lembrava de alguns trechos:

“Quando a gente conversa. Contando casos, besteiras

Tanta coisa em comum. Deixando escapar segredos

E eu não sei em que hora dizer. Me dá um medo

...

E até o tempo passa arrastado. Só pra eu ficar ao teu lado

Você me chora dores de outro amor. Se abre e acaba comigo

Nessa novela eu não quero ser o teu amigo...”

Um dos segredos que ela me revelou era que adorava ser depilada por um homem, que achava até romântico um homem passa um creme, uma espuma ou algo parecido e com todo carinho raspando seus pelos com um aparelho de barbear.

Meu desejo de ter um momento de prazer com ACS esta aumentando. É obvio que quero penetra-la e fazê-la atingir o orgasmo numa relação sexual caliente, que confesso ainda ter dúvida de como proceder: se um sexo mais selvagem, daqueles que encosta na parede, de prender os braços, vira de um lado para o outro, com tapas nos glúteos, apertos vigorosos nas coxas e os braços fortemente passado pela cintura na intenção de não deixa-la fugir enquanto a penetro com vontade em movimentos rápidos; ou fazer amorzinho calmo, com muitos beijos, as mãos deslizando no corpo todo com suavidade e firmeza para sentir aquela pele branca e macia exalando o calor da vontade, e os dedos entrelaçados entre minhas mãos e as dela.

Fomos embora, e ela resolve me dar uma carona até o metrô Santana. Dentro do carro, tive a oportunidade de observar suas pernas, pois ela usava um shortinho de cor verde. Percebi que era uma coxa roliça e lisinha. Como se tivesse vontade própria, minha mão se manifestou e quase se foi acariciar aquela pele com aparência de textura suave e macia. Contive-me e fiquei segurando o meu notebook sobre minhas pernas para disfarçar o volume que começa a se destacar dentro da minha calça.

Aproximadamente duas horas após nos despedirmos, ele entra no facebook e me conta com essas exatas palavras:

“abusei dele ...ahhahahahah

uma delicia e eu mocinha

aff mas nem fiquei com vergonha

valeu a pena esperar

vc ficou falando besteira pra mim ...viu

peguei ele

me deixou na vontade ...”

Essas palavras me foram suficiente para que eu tivesse uma ereção, imaginando o que poderia ter ocorrido, mas principalmente na vontade deles sendo realizadas, na entrega que um fez para o outro, após tantos anos, e principalmente no fogo que aquela mulher carrega e que precisa ser devidamente libertado.

Minha mente entrou numa busca delicada de alguns itens que pudessem despertar naquela mulher cheia de vontades íntimas, o desejo de degustar um momento de entregas e prazer comigo, como se fossemos um vulcão preparado para expelir seu calor interior.

O pensamento constante nela criou uma ligação maior entre nós, pois eu pensava e ela me ligava nos dias seguintes e para saciar essa minha vontade dela, decidir arriscar, me abnegando dos meus pelos do peito na intenção que ela pelo menos reserve um momento íntimo para nós, mesmo que a penetração não seja concretizada. Imaginei que se eu me entregasse aos domínios dela, e que todos os pelos do meu corpo fossem raspados por ela, e que eu seria naquele momento seu dominado, que ela aceitaria e assim teríamos algumas horas de prazer juntos.

Não fantasiei muito, pois quero ter a surpresa do momento, mas não me sai da cabeça a cena onde estou deitado na cama, na posição que ela adora com a mão atrás da cabeça, e ela passando algum creme ou espuma de barbear e raspando meus pelos. Imaginar aquele corpo macio sobre mim, as mão me tocando e acariciando e ela se enchendo de prazer é algo que me excita e me deixa com um volume acentuado dentro das cuecas.

ACS comentava que o surfista foi um tolo em jogar fora uma mulher que seria sinônimo de prazer, e eu no meu intimo pensando que eu poderia ter as sorte do surfista e aproveitar.

Confesso que o medo de que ela encare essa pequena fantasia com repúdio me assusta, mas no caso de ela se interessar em participar, me deixa confiante que o prazer será certo.

A situação me faz lembrar a música do Pedro Mariano intitulada Só chamar que eu vou, onde há os seguintes trechos:

“...Perdido vendo o tempo não passar.

Quanto mais espero, mais eu quero.

Só chamar que eu vou

...

É ela quem diz um sim, é ela quem diz adeus,

Mas ela me faz viver, ela me faz tão bem.

Só chamar que eu vou

...”

Preciso encontrar o jeito certo de conta-la dessa minha decisão e vontade, e descobrir se alcançarei o júbilo ou se ficarei vexado diante dela, haja vista que ela não conheceu ainda o prazer de um corpo coberto por melanina.

Mas independente do resultado, meu apreço por ela se manterá intacto, para seguirmos nas conversas, desabafos, risadas e contos...

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