Minha Vida Adolescente ~ Capítulo 8

Um conto erótico de Yuri :)
Categoria: Heterossexual
Contém 843 palavras
Data: 08/10/2012 15:28:20

- Desde que você chegou lá na sala eu quero dar para você - Ela se levantou e começou a tirar o top juntamente com o sutiã, revelando aqueles seios perfeitos - Nós dois somos virgens - Disse ela, já tirando o short juntamente com a calcinha, ficando completamente pelada - E adolescentes, com os hormônios à flor da pele - Falando isso, ela começou a massagear seus seios - Então tira essa porra desse calção - Ela falou, olhando para mim, com os dedos fazendo movimentos circulares nos mamilos - e vem me foder.

Aline foi até uma mesinha e me mostrou uma pacote de camisinha, jogando ele em cima do sofá. Aquela cena me deixou louco, tudo o que eu queria fazer naquele momento era avançar em cima de Aline e foder ela até eu me cansar. Quando eu me levantei e tirei a camisa, ela ficou olhando fixamente para o meu calção e veio até mim para me dar um beijo. Um beijo com muito tesão. Ela se encostou em mim e fechou suas coxas no meu pau, pressionando ele na sua vagina, seus seios esfregavam em mim e nossas línguas brincavam em nossas bocas.

Não demorou muito para eu fazer uma coisa que eu sempre tive vontade de fazer: uma espanhola. Aline se deitou em cima do sofá, toda arreganhada, massageando seu clítoris com as duas mãos. Eu subi por cima dela, e coloquei meu pau entre seus seios, puxando-os com a mão para deixar bem apertadinha a passagem. Aline botou a língua para fora e abaixou a cabeça, de forma que no meu vai e vem nos peitos dela, eu acabava passando a cabeça do meu pau em sua língua.

Meu saco ia e vinha naquela barriguinha gostosa, até que Aline puxou minha bunda em sua direção e engoliu meu pênis. Aí eu comecei a foder a boca dela, que não tirava os olhos dos meus em nenhum momento. Aline só parou de me chupar para falar:

- Goza, goza na minha boca que eu quero tomar esse leitinho faz tempo.

Eu não estava afim de gozar tão cedo, pois como eu já havia ejaculado hoje na escola, não sabia se ia sobrar alguma coisa pra uma futura transa com Aline. Então, eu tirei meu pau de dentro da boca dela e me sentei no sofá.

- Calma, não quero gozar ainda - Falei.

- Você acha que manda aqui é? - Falou ela, já aproximando sua cabeça da cabeça do meu pau, com uma cara de safada.

- Não, er.. sim, enfim, está cedo para eu gozar - Eu disse.

Aline botou os peitos no meu pau novamente, fechando-os com a mão e fazendo uma espanhola perfeita. Eu simplesmente não aguentava mais, eu ia gozar. Quando anunciei, ela prontamente caiu de boca no meu pênis e recebeu os vários jatos de porra bem caladinha. Eu fiquei estendido no sofá, sem forças, e ela ficou lá sem abrir a boca, com a minha gala lá dentro ainda, ela bebeu um pouco, e depois abriu, deixando escorrer pelo seu queixo, indo para os seios. Depois de uns dois minutos, ambos em silêncio, Aline passou os dedos nos seios, onde minha porra estava, melecou todos os dedos e os levou para a buceta, onde ela esfregou gemendo bastante.

Eu fiquei olhando para ela, e ela virou no sofá, ficando de costas para mim, meio que de quatro, apoiada no braço do sofá, com o cu e a buceta na minha direção. Ela passava meu esperma na região toda, e parecia estar indo ao delírio.

- Dizem que é um ótimo lubrificante - Ela falou.

- Será? - Falei - Dizem que saliva também é ótimo.

- É? - Ela disse, começando a ir para trás, insinuandoEntão me chupa bastante que eu não quero sentir muita dor.

Quando eu comecei a chupar a buceta de Aline, ela já estava com a boca no meu pau, e ficamos ali nos chupando por um bom tempo. Ambos gemíamos de tesão. Aline babava bastante no meu pau, deixando-o bem molhadinho. Não sei onde ela e Gabriel aprenderam, mas os dois sabiam como chupar um pau. Eu também fazia bem o meu trabalho, deixando Aline muito molhada, quando eu vi que ela começou a intensificar seus gemidos, eu a puxei pela bunda e comecei a mover minha língua freneticamente dentro de sua vagina, com um dedo de leve na entrada de seu cuzinho, e aí ela teve o seu primeiro orgasmo comigo.

Sentir Aline se tremendo todinha no meu rosto foi demais, agora só faltava eu finalmente comer ela, e quando eu parei de chupar sua buceta, ela entendeu o recado. Sem nem se virar para mim, Aline foi indo um pouco para frente e começou a tentar se sentar no meu pau, esfregando-o na porta da sua vagina

- Espera eu botar a camisinha - Falei.

- Olha, eu acho que você não tem doença, eu muito menos, então não há problema - Falou ela.

- Sim, mas e se você engravidar? - Perguntei. Aline estava rebolando com apenas a cabeça do meu pau dentro dela.

- Aí nós teremos um filhinho lindo - Respondeu ela.

Eu fiquei em silêncio. Era sério?

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Yuuri a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários