Lucas, o moreninho por quem me apaixonei (1)

Um conto erótico de Joseevan
Categoria: Homossexual
Contém 1839 palavras
Data: 11/08/2012 18:28:31
Assuntos: Gay, Homossexual

Relato de um amigo:

“Antes de começar o meu relato vou me apresentar: meu nome é Sandro, sou negro, tenho um corpo trabalhado sem exageros, cabeça raspada e um cacete que faz sucesso tanto com as mulheres quanto com os homens.

Eu estava com 25 anos quando conheci Lucas, um moreninho de 19 anos, cabelos cacheados e dono de um sorriso cativante. Ele me conquistou de cara, eu o conheci na casa de uma prima que ele estava namorando. Eu adorava aquele jeito de machinho marrento que ele tinha. Meu desejo no moleque aumentou num fim de semana que passamos na Ilha, na casa de meu tio. Ele dividia o quarto comigo e, no primeiro dia, quando depois sair do banho o moleque veio trocar de roupa na minha frente. Foi inevitável ficar de pau duro vendo aquela pele morena, a bundinha redonda e um cacete roliço coroado de pentelhos pretos. Sem falar na marca da sunga que destacava ainda mais sua bunda.

Passei aqueles dias me segurando para não agarrar o moleque. O namoro dele com minha prima durou uns oito meses. Durante esse período o encontrei algumas vezes com minha prima, tomávamos umas geladas ou caiamos num pagode no Pelourinho. Duas ou três vezes o encontrei sozinho e ele sempre falando da minha prima, que gosta muito dela, essas coisas de moleque apaixonado. As coisas tomaram outro rumo ha três meses atrás. Eu estava voltando da academia, no Rio Vermelho, quando o vi sentado sozinho num barzinho. Lucas não parecia bem, estava abatido. Eu me aproximei e ele me convidou para sentar. Quase chorando ele me diz que minha prima tinha terminado o namoro, que fazia uma semana que ele não conseguia fazer nada, só pensava nela.

Ficamos bebendo, eu tentava mudar de assunto mas ele sempre retornava ao mesmo tema, o fim do seu romance com minha prima. Sua voz estava embargada, as cervejas estavam fazendo efeito. Tentei convencê-lo a ir pra casa mas ele insistia em beber mais. Aquela delicia de moreno, sofrendo de amores perdidos, despertou meu lado mais sacana.

- Vamos lá pra casa... assim você aproveita toma um banho e a gente continua o papo e bebe mais...

- Obrigado, Sandro... você é mesmo um amigão...

Assim que chegamos em casa abri uma cerveja e depois de dois copos ele perguntou se podia tomar um banho. Eu mostrei onde ficava o banheiro e lhe entreguei uma toalha. Fiquei na sala bebendo enquanto ele se banhava. Lucas voltou enrolado na toalha e eu lhe ofereci um calção. Como fazia sempre na casa da Ilha, ele tirou a toalha ali mesmo e vestiu o calção. Era tudo que eu precisava para aumentar meu tesão, ver aquele moleque pelado na minha frente. A fera que o negão estava escondendo acordou. Abri mais uma cerveja e Lucas continuou bebendo como se não existisse nada no mundo além daquele liquido que eu despejava no seu copo.

Fui tomar um banho e retornei para a sala vestindo apenas um calção, ficando vestido como ele estava. Emocionado, ele continuava falando do fim do seu namoro. Sentado no sofá ao seu lado, eu pequei na sua mão e disse que aquilo não era o fim do mundo, que ele logo arranjaria outra namorada. Ele olhava para mim dizendo que gostava muito da minha prima, que não queria ninguém mais, que a amava. O moleque dizia isso com lágrimas nos olhos. Sei que é escroto o que vou falar, mais ele ficava ainda mais bonito naquele estado, sofrendo de amor. Eu acariciava sua mão, apertava suavemente sua perna, ele nem se importava com nada disso, não reagir a nada.

- Fica de boa, cara, tudo vai melhorar, acredite...

Ele me olhava com uma cara de cachorro sem dono. As lágrimas escorriam no seu rosto, passei a mão nelas e o abracei. Quase encostando meu rosto no dele e olhando nos seus olhos fui aproximando lentamente minha boca da sua. Lucas estava estático, continuei a aproximar meu rosto do seu. Quando meus lábios tocaram os dele, ele me olhou sem saber direito o que fazer. Com calma, comecei a beijar boca, quase um selinho. Segurando seu rosto com as duas mãos beijei sua testa, e desci novamente para seus lábios. Lucas respirou fundo e abriu um pouco a boca correspondendo ao meu beijo. Puxei seu corpo de encontro ao meu, sua respiração estavas ofegante.

Meus braços envolveram seu corpo que era alvo de minhas caricias. Eu beijava sua boca e minhas mão percorriam seu corpo, Lucas se deixou levar. Ele estava um pouco tenso, mas também excitado, quando levei a mão até o meio das suas pernas senti sua rola dura. Beijando seu pescoço fui descendo a língua até atingir seu mamilo enquanto minha mão percorria seu corpo malhadinho. Lucas gemia baixinho, segurei seu pau, dava pra ver que era uma rola grandinha. Fui descendo a boca pelo seu corpo até chegar na sua barriga. Lucas só gemia de olhos fechados. Fui abaixando o calção e o cacete saltou durão diante dos meus olhos. Segurei a pica que pulsava na minha frente e caí de boca.

Lucas pareceu perder o controle quando minha boca envolveu sua pica. Seus gemidos se intensificar, o moleque arfava de prazer. Ajoelhei entre suas pernas, ele sentado de pica dura me olhava sem acreditar que o negão, primo da sua ex-namorada, estivesse ali, ajoelhado e lambendo seu pau. Lucas segurou meu rosto e me puxou, me deu um beijo e disse:

- Cara, isso é uma doideira...

- Curte essa doideira...

Falei e me abaixei novamente, segurei sua rola e olhando pra ele passei a língua na cabeça rombuda. Comecei a chupar a pica fazendo barulho e o moleque começou a gemer de prazer. Chupei a cabeça e ele delirou, lambi o tronco e chupei suas bolas. Era uma delicia curtir cada parte de seu corpo e tocar em suas coxas ao mesmo tempo em que brincava com suas bolas, sugando. Lucas segurava minha cabeça jogando os quadris para frente, me fazendo engolir cada centímetro de sua rola. Seus 19cm tocavam minha garganta e eu mamava gostosamente aquela pica engolindo cada centímetro dela.

Levantei e fez ele também ficar em pé. Abracei seu corpo, beijei sua boca. Lucas olhando pra mim lambeu meu queixo. Quando ele lambeu meu pescoço fui fazendo sua língua deslizar para baixo. Enquanto ele lambia meu mamilo eu levei sua mão até meu pau. Quando seus dedos tocaram a jeba ele olhou o que tinha entre eles.

- Nossa, seu pau é grande...

- Pega nele com gosto...

- Nunca segurei um pau que não fosse o meu...

Timidamente Lucas se abaixou e segurou meu pau, acariciando de leve. Ele ficou acariciando sem saber direito o que mais fazer.

- Chupa...

- Nunca fiz isso...

- Faz como eu fiz no seu... vai... beija meu pau...

Lucas começou beijar meu cacete, lambia a cabeça e sugava a pontinha. Segurei meu pau e passei a cabeça nos seus lábios e em seu rosto. Enfiei o pau na sua boca, com jeitinho, deixei a cabeça dentro e falei:

- Vai... chupa...

Lucas foi fazendo o que eu pedia, e eu orientava, dizendo:

- Isso... mais devagar... assim... agora mais depressa... lembra de como você gosta de ser chupado e faz igual...

Depois de um tempo não havia mais necessidade de explicações, Lucas me chupava gostoso. Eu gemia com as duas mãos na sua cabeça. Devagar fui fazendo um entra-e-sai na sua boca. Às vezes, ele perdia o fôlego, tirava meu tronco da boca e começava a mordiscar e lamber todinho. O moleque estava se saindo melhor do que eu esperava. Ele dava leves lambidinhas na cabeça passando suavemente os lábios por ela, depois esfregava o rosto contra meu pau. Colocando uma das pernas sobre sofá, pedi:

- Lambe meu saco e depois meu cu...

Ele não resistiu a visão da minha bundona sua cara, e logo esticou a língua e deu pequenas lambidelas no seu rego. Eu gemi gostoso e ele enfiou a língua com vontade no meu cu e ficou ali durante um tempão, lambendo sem parar. Era minha vez de dar um trato na sua bunda. Levantei o moleque, beijei sua boca e deitei com ele no tapete da sala.

Beijei mais uma vez sua boca e fui descendo pelo seu corpo. Fui beijando ele todo, descendo pelo seu pescoço, barriga, ate que chegar ao seu pau. Ele abriu as pernas e eu chupava o pau dele todinho. Metia na boca, passava a língua na cabeça, e chupava com forca. O pau dele invadia minha boca toda, e eu sentia o gosto da babinha que saía. Eu fui descendo a boca até sua bunda. Quando linha língua tocou em volta do botãozinho ele gemeu e abriu a bunda com as mãos. Passei a lamber seu cuzinho todo. Lucas gemia descontrolado, falando:

- Cara, que gostoso.... lambe mais...

Minha língua começou a brincar naquele cuzinho rodeado de pelinhos negros. A cada linguada que recebia ele rebolava na minha cara e gemia. Lucas estava com o corpo todo arrepiado e eu devorando seu cuzinho com minha língua safada. O moleque cada vez mais arreganhava a bunda para melhor sentir minha língua lhe fodendo.

- Não para, Sandro, não para... eu estou adorando... continua me comendo com a sua língua maravilhosa...

Girei o corpo e deixei meu mastro de frente para o seu rosto. Ele segurou a vara abocanhou. Eu gemia e lambia seu cuzinho enquanto ele mamava meu pau com vontade. Eu comecei a passar um dedo nas preguinhas, Lucas rebolava a bunda na minha cara. Voltei a abocanhar seu pau enquanto esfregava meu dedo no cuzinho. Lucas gemia e chupava meu pau. Quando comecei a enfiar o dedo na bundinha ele gemeu mais alto e gozou enchendo minha boca de porra. Ele arfava jogado no tapete. Com a boca melada com seu gozo eu beijei sua boca. Depois ajoelhado, com as pernas em torno do seu tronco, eu me punhetei e gozei, direcionando a vara para seu peito e seu rosto. eu me curvei e lambi minha porra no seu rosto antes de beijar sua boca.depois caí ao seu lado.

Ficamos deitados por um tempo. Chamei ele para tomar um banho. O moleque parecia desconfortável com tudo que tinha acontecido, não falava nada. Quando saímos do banho ele continuava cabreiro. Abri uma cerveja e perguntei se ele estava bem.

- É muito estranho tudo isso que aconteceu...

- Mas você gostou?

- Aí é que tá... gostei...

- Então não tem nada de estranho...

- Cara, eu nunca tinha ficado assim com nenhum homem... e você é primo da...

Eu interrompi suas palavras com um beijo e disse:

- Esquece minha prima... agora somos nós dois...

Lucas me olhava sem saber o que fazer ou falar. Abracei seu corpo, acariciei seus cabelos e falei:

- Vamos dormir um pouco... você precisa descansar... amanhã a gente conversa...

Ele me acompanhou até o quarto sem dizer uma palavra. Eu o coloquei na cama e deitei ao seu lado. Naquela noite não aconteceu mais nada. Eu não quis forçar a barra e perder futuros encontros com aquele moreno gostoso.”

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Comentários

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Beleza. Beleza de conto. Bora continuar cara, vamo ver o desenrolar dessa história e a narração desses futuros encontros e futuras foda. Valeu. Grande abraço.

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adorei seu conto.e a maneira como vc desenvolveu a história, agardo anciosa a continuação.

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