A prisioneira (Parte 1)

Um conto erótico de LadyFat
Categoria: Homossexual
Contém 505 palavras
Data: 30/08/2012 15:07:36

(Este conto é puramente fictício incluindo os nomes e as ações nele descritos.)

Por vezes basta um momento, um simples e único momento para que tudo na nossa vida mude para sempre….

O meu nome é Filipa e tinha acabado de fazer os 19 anos quando nessa noite resolvi ir até a praia fumar um cigarro com o meu namorado Ricardo. Se há coisa que adoro fazer é sexo na praia. Sentir o cheiro do mar e a adrenalina de podermos ser apanhados dá-me ainda mais prazer.

Depois de uma secção de sexo intenso ricardo olhou-me nos olhos:

R: -Sabes que cada vez que uma onda rebenta significa as vezes que penso em ti?

Eu:- Oh então são poucas as vezes em que pensas em mim…

R:- Cala te eu amo totó…mas temos de ir embora já é tarde. Hoje vais deixar-me conduzir.

Eu:- Donde tiras-te essa ideia? Não tens carta! Nem penses!

R:- Se vir-mos a polícia eu paro logo o carro prometo!

Eu:-Só te deixo conduzir dois quilómetros!

R:- És mesmo má mas ponto!

Foi ai que tudo mudou…o simples gesto de ter dado a chaves do meu carro mudou o mundo por completo.

Abri os olhos lentamente procurando alguém. A minha mãe sorriu de alegria deixando cair lagrimas pelo seu rosto.

-Filha finalmente acordaste como te sentes? Lembraste-te do que aconteceu?

Por momentos fechei os olhos e sim recordei-me de tudo. Visualizei o Ricardo a conduzir e a minha mão marota a procurar o volume do seu membro fazendo ele desconcentrando-se na condução. Ele desviou o olhar da estrada durante 3 segundos para me dar um beijo mas isso foi fatal. Ele desviou-se para a faixa contraria embatendo no camião. Lembro-me da luz dos médios….e mais nada.

Eu:- O Ricardo?

A expressão dela mudou, levantou-se e foi embora entrando o doutor.

Ele fitou-me seriamente e quando ele abriu a boca, não só senti um vento na barriga mas sim a junção de milhares de desastres da natureza…

Dr:- O senhor Ricardo não levava cinto de segurança por isso sofreu graves traumatismo e mutilações e acabou por não resistir. Lamento.

Não conseguia mexer-me! Os meus músculos paralisaram, os meus olhos não piscavam e o meu coração batia lentamente….a minha boca abriu simplesmente..

Eu:- A culpa foi minha! A culpa foi minha! A culpa foi minha! A culpa foi minha! A culpa foi minha!

Eu nunca mais disse nada sem ser esta frase. Tive de ir a tribunal e ai esta frase até deu jeito visto que a culpa realmente foi minha. Fui condenada a 12 anos de prisão pela morte dele. A minha vida tinha acabado mas eu não pensava nisso estava com a consciência limpa e ia pagar pelo que fiz. Matei a pessoa que amava e nada a trará de volta.

Quando entrei na prisão senti paz mas arrepiei-me toda devido aos olhares das outras prisioneiras. Eu agora era carne fresca…e isso traria tudo menos paz….(continua)

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Comentários

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Seu conto é bom,vc escreve bem o texto.Mas não precisa falar que é ficticio.Deixe a cargo dos leitores o suspense em achar se é real ou não.A partir do momento que vc publica um conto,ele não é mais seu,e sim dos leitores,afinal de contas,cada um tem as fantasias que desejar imaginando o que pode ser falso ou verdadeiro no relato em questão.

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Mesmo sendo fracionado, não precisa ser tão curto.

Fiquei curiosa pela continuação, espero que não demore!

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