MINHA CUNHADA VAGABUNDA

Um conto erótico de valeriobh
Categoria: Grupal
Contém 871 palavras
Data: 29/06/2012 18:49:57
Assuntos: Grupal

Estava no motel metendo de ladinho na minha cunhada Andréa enquanto víamos um filme de gangabang onde uma mulher era fudida por 3 homens, quando perguntei brincando se ela tinha coragem de encarar 3 picas ao mesmo tempo. Pra minha surpresa ela disse que sim, e que inclusive já tinha se masturbado vivendo essa cena. Deixei a cunhada na esquina da minha casa e fui pro boteco fazer hora (não podia chegar junto com ela), e bebendo fiquei imaginando a cunhada sendo currada por vários homens. Ela havia se tornado mais puta do que eu havia planejado. Atendendo ao meu pedido ela já tinha arrumado amigas pra transar conosco e achava justo que ela também pudesse de deliciar com várias picas ao mesmo tempo. O único problema era selecionar os comedores. Tinha que ser um cara discreto e confiável, posto que e a putinha era irmã da minha esposa. Descartei os parentes e amigos próximos, e passei a selecionar alguns homens que conhecia. Também queria que fosse homens picudos para que ela ficasse toda arrombada. Após duas semanas selecionei Luis, Carlos e Fernando, um representante de cada raça (o primeiro loiro, o segundo pardo e o terceiro negro, sendo que os dois primeiros casados e o último noivo). Eles não se conheciam entre si, e dizendo que iria comemorar meu aniversário, convidei os três para uma chopada, onde relevei meu plano. Lógico que não disse que Andréa era minha cunhada, dizendo, apenas, que ela era casada e que a havia conhecido na internet, e que ela tinha a fantasia de ser fudida por vários homens ao mesmo tempo. Mostrei a foto dela pelada e logo os caras aceitaram a empreitada, tendo Fernando oferecido o apartamento dele como matadouro. Tudo acertado, contei a novidade pra cunhada que ficou radiante vendo as fotos dos machos que eu havia selecionado. Na véspera da putaria ela teve uma dia de noiva, com direito a fazer o cabelo, unhas e depilação completa na xana e no cu, e no banho do fatídico dia, ainda se deu ao trabalho de enfiar o chuveirinho no rabo para deixa-lo bem limpo e cheiroso. Comprei uma fantasia de bandida para ela, com direito a uma pequena máscara para dificultar a identificação, e no carro ela se vestiu, chagando ao matadouro devidamente caracterizada. Os três já estavam de cuecas e bebendo quando entramos, e ficaram estáticos vendo a beldade sorrindo ao meu lado. Fiz as devidas apresentações e impus uma condição: todos deveriam meter usando camisinha e que ela não iria beber porra de ninguém. Se quisessem, poderia gozar na cara e no corpo dela. Brindamos e logo Andréa já se encontrava ajoelhada no meio de nós quatro, chupando as quatro picas coladas ao seu rosto, tendo conseguido enfiar duas rolas na boca ao mesmo tempo. Ao ser colocada de quatro no centro da sala, Fernando se postou por baixo e se encaixou num 69, enquanto Luis se abaixou e passou a meter a língua no orificio anal da vadia. Após muito gozar, Andréa se ajeitou sobre o colo do Carlos e desceu suave a buceta no falo do rapaz. Luis, que havia adorado o rabo da vadia, ajeitou a rola e empurrou até fazer desaparecer a pica no furico. Eles passaram a meter cadenciado enquanto a puta chupava a pica do Fernando, e assim os três gozaram pela primeira vez, sendo que Fernando cobriu a cara da Andréa com espessa porra. Fiquei tão maravilhado vendo minha putinha dar conta de três machos, que permaneci sentado no sofá apenas tocando uma gostosa punheta. Logo o trio já estava refeito e dessa vez foi a vez do Fernando sentir a textura da buceta em sua pica. Atrás dele o sacana do Carlos ajeitou a pica na xoxota já preenchida pela rola do Fernando, e sob os gemidos de dor da Andréa conseguiu enfiar a sua também, numa dupla penetração vaginal. Mesmo sofrendo, notava-se a cara de felicidade da putona recebendo duas picas na xoxota e outra na boca, sendo que dessa vez recebeu na boquinha o leite do loirinho, que surpreendentemente foi engolido pela safada. Eles ainda tentaram uma dupla penetração anal, mas mesmo diante da vontade da vadia, os falos não conseguiam entrar juntos, tendo eles, então, passado a meter as rolas no cu da vagabunda de modo alternado até que tiraram as camisinhas e gozaram na cara da vadia. Somente então, após ela se encontrar com o corpo banhado em porra, é que decidi meter na minha puta particular. O cu havia ficado tão largo que sequer fazia pressão no meu pau, e a xoxota estava tão arregaçada e vermelha que ela quase não sentia as metidas, e por ser minha puta, fui o único a encher seu útero com porra. Não deixei que ela tomasse banho, e toda fudida e cheirando a porra voltou pra casa, numa minissaia curta e sem calcinha. Como sabia que naquela hora minha esposa não se encontrava em casa, propositadamente parei o carro duas quadras distantes e mandei minha cunhada caminhar daquele jeito até a casa. Ela não só gostou como caminhou rebolativa, como toda puta deve andar. Gostei tanto da putaria que passei a pensar em repetir com minha esposa. (dickbh@hotmail.com)

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Comentários

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é isto aí. quando fizar da tua mulher uma vadia, conta prá gente. acho que tú quer ser corno

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toda cunhada quando atiçada se torna demoníaca. seu relato está muito bem feito, e coloco-me a disposição para ser o quinto cara.

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