EU E O GRINGO ( ARGENTINO)

Um conto erótico de DIRETOR
Categoria: Heterossexual
Contém 895 palavras
Data: 09/05/2012 13:41:46
Assuntos: Heterossexual, Sexo

Sou gaúcha, cabelo comprido, ondulado e castanho, olhos também castanhos, 1,70 de altura, 60 kg, seios médios, quadril e cintura bem distribuídos, enfim, um corpo bem definido por academia e controle alimentar. Na época do ocorrido, eu estava noiva há 2 anos e minha relação já tinha dado uma boa esfriada. Um dia eu ia fazer um trabalho numa cidade que ficava mais próxima da fronteira com a Argentina, ia passar o fim de semana lá, e quando estava na rodoviária acabei conhecendo um argentino. Começamos a conversar, um pouco sobre o que cada um fazia ali, outro pouco sobre nossas vidas, tentando nos entender. Ele não era um deus, mas tampouco era feio. Fomos dar uma volta, conversamos, lanchamos, mas sentados em uma praça ele acabou me beijando, e eu gostei do beijo. Me senti meio culpada, mas àquelas alturas já estava muito envolvida pra pensar em qualquer coisa. Saímos a andar pela cidade, anoiteceu, e a cada lugar mais deserto eram mais e mais beijos. Os beijos e as mãos iam ficando mais avançados, ele pegou gosta de roçar no biquinho do meu peito, parecia coisa de adolescente se pegando pela rua, mas tava muito bom mesmo assim. Mas eu não queria ser a fácil, recusei o convite pra ir pro hotel dele e fui pro meu dormir, pois no outro dia cedo tinha trabalho. No dia seguinte, após terminar o que tinha que fazer, ele me ligou convidando pra almoçar. Aceitei, claro, e passei no hotel dele pra irmos juntos. Ele me fez entrar no quarto dele, sob pretexto de me mostrar umas fotos. Os argentinos são comportados, não chegam chegando, preferem nos seduzir lentamente, até que a gente fique querendo demais ter algo com eles. Ele me mostrou as fotos, mas claro que acabamos nos beijando assim, contra a parede. Ele lentamente começou a esfregar o pau duro contra o meu quadril, e começou a baixar a alça do meu vestido. Eu fiquei hesitante, pois o meu noivo até então era o único cara pra quem eu tinha dado, e não tô acostumada a ficar pelada com qualquer um. Escurecemos o quarto e eu fui pra debaixo das cobertas e aí a coisa começou a esquentar. Ele com muito carinho tirou meu vestido, beijou meu pescoço, chupou meus peitos, e ficava me elogiando, falando coisas tipo ?que ricas tetas?, tetas em espanhol não é uma palavra assim tão vulgar, e foi tirando a roupa também. Na penumbra eu consegui ver que ele não tinha um pau muito grande, devia ter uns 15 centímetros, mas era grosso, com veias e tinha um cheiro delicioso que inundou o ambiente. Mas, apesar do tesão, estávamos muito tímidos e partimos pra penetração, sem chupadas, ele ficou por entre minhas pernas, colocou aquele pau gostoso lentamente na minha buceta encharcada, e começou um papai e mamãe delicioso. Ele ficava cochichando coisas em espanhol no meu ouvido, tipo, quieres que te coja, (coger é fuder), e que rica cajeta (buceta), e isso me enlouquecia tanto quando o vai e vém gostoso. Ele quis que eu ficasse por cima dele, e não sei se as argentinas são tímidas ou o que, só sei que senti que ele ficou bem surpreso, mas gostando muito, comigo pulando feito louca naquele pau que estava ainda mais inchado do que o normal, tri a fim de gozar. Fiz ele gozar gostoso e gozei eu também depois de uma boa sessão de samba naquele pau argentino. Hahahahahaha. Cada um tomou seu banho, e passados uns 20 minutos fiquei doida pra dar uma chupada naquele pau gostoso. Peguei o gorducho, dei aquelas lambidas delicadas na cabecinha vermelha, nas bolas, e logo comecei a punhetar e enfiar até o fundo da garganta, primeiro devagar e depois bem rápido. O castelhano já tava quase se acabando, e pediu que eu parasse, pois queria ?se acabar? dentro de mim. Foi a vez dele me chupar, mas ele pediu que eu ficasse de pé, me colocou contra a parede, e agachado atrás de mim começou a chupar minha bucetinha, dava linguadinhas no grelo, e depois enfiava a língua lá dentro, eu gemia alto de tanto tesão, ele lambiscava o cuzinho também, tava impressionado com a minha bunda, beijava e lambia toda, dava tapinhas, e voltava na buceta, até que não se agüentou e me enfiou o pau gostoso de novo ali de pé contra a parede, enquanto me apertava os peitos, eu comecei a chamar ele de argentino filho da puta, o que deixou ele mais maluco ainda, e me chamava de ?brasileña putita, te voy a coger más fuerte?, eu não acreditava como isso era enlouquecedor. Logo, logo gozei de novo e ele pediu que eu fizesse ele gozar com um boquete, me agachei aos pés dele e comecei, ele perguntava ?te gusta mi leche?, eu de boca cheia dizia que siiii.. Em seguida ele teve um espasmo no corpo todo e me jateou a boca com um esperma muito gostoso, sem um gosto muito forte, fiquei realmente maravilhada. Nesse dia ainda fizemos muitas e muitas vezes, ele ficou me pedindo pra eu dar o cu, ficava chupando toda hora, mas eu não to acostumada e preferi deixar pra uma próxima vez, disse pra ele que seria um presente caso ele cumprisse o combinado de nos encontrarmos de novo... Essa história fica pra uma próxima vez.

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