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O prenúncio de uma French Maid

Autor: Amanda
Categoria: Homossexual
Data: 13/02/2012 19:48:32
Nota 10.00
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Não sei exatamente quando minha mãe começou a trabalhar naquela casa. Sei que eu era muito novo, se é que já tinha nascido, pois eu sempre estudei na mesma escola que o filho dos nossos patrões, algo que a esposa fez questão de oferecer, para que meu futuro fosse diferente do costumeiro na comunidade em que eu vivia.

Nasci quando minha mãe tinha doze anos. Ela largou os estudos para poder me sustentar, quando meu avô a tocou de casa. Não cheguei a conhecê-lo e minha mãe não fala nada a respeito. Foi pela indicação de uma senhora já falecida, que trabalhou na mesma casa, antes de se aposentar com artrose, que minha mãe conseguiu um trabalho naquele lar. Eu não sei como fui sustentado durante este período transitório e nem onde vivemos, mas minha imaginação já deu conta também deste assunto tabu.

A vida seguiu relativamente em paz até o início da minha adolescência. Eu sou negro, mas o preconceito era combatido rigorosamente, em nossa escola. Embora franzinho, nunca fui o alvo favorito do bulliyng, que normalmente era destinado a um rapaz com sobrepeso. Nunca participei, mas nunca o ajudei também. Minha mãe sempre me disse para ficar fora das confusões, dada a nossa condição.

Ela, aliás, aos 24 anos era linda apesar do trabalho árduo e, contudo, não a via com nenhum namorado. Não pensava nisso, na época, mas hoje faz um inacreditável sentido. Sempre bem-cuidada, cheirosa, estampando um lindo sorriso, mas sozinha. Certa noite o Eduardo, filho do casal que estava em seus 15 anos, me acordou para ver uma coisa. Ele parecia muito nervoso e apressado, embora tenha me tratado com educação. Segui o herdeiro da casa, me esgueirando pelos corredores escuros, até chegar no quarto de hóspedes. Não havia, mesmo lá, nenhum barulho e uma porta fechada nos impedia de ver o que estava acontecendo. Eduardo, contudo, me sugeriu olhar por baixo da porta.

A visibilidade era péssima, mas podia ver uma silhueta de cabelos longos e crespos, sendo furiosamente enrabada de quatro. Segundo ele, eram seu pai e minha mãe. A princípio, não quis acreditar, mas a verdade é que cheguei no quarto e me dei conta de que minha mãe visivelmente não estava nele. Lembro claramente das palavras que ouvi, naquele exato momento:

"Minha mãe está sendo feita de trouxa por causa da puta da sua mãe. A minha vontade é acabar com essa palhaçada agora, mas aí você teria que sair da escola e eu gosto de você, então vou propor uma coisa. Você vai fazer comigo igualzinho à sua mãe com o meu pai e assim tudo continua como é. Vai pensando e, se quiser, amanhã à tarde te quero de calcinha no meu quarto."

Fiquei sozinho novamente, no quarto, pensando sobre o que eu tinha acabado de ver e o que eu tinha acabado de ouvir. Ainda hoje, penso que seja assustador o maquiavelismo de uma ainda quase criança. Ainda assim, peguei no sono antes de ver minha mãe retornar. Acordei com ela me chamando para o café, antes de ir para a escola. Eu não consegui comer nada, mas tomei um enorme copo de café. Estava nervoso. Tinha poucas horas para ser expulso da casa em que vivia e perder a escola, na qual minha mãe depositava suas maiores esperanças.

Eu o vi apenas no intervalo, no qual me deu um sorriso malicioso, antes de sair com seus amigos para outro canto. Passei o resto da manhã sem me concentrar na aula e voltei a ver Eduardo apenas na saída. No banco de trás do carro, eu suava frio, enquanto ele alisava minha coxa sem que o motorista percebesse, ou se manifestasse. Chegamos em casa, comemos e fomos cada um para o seu quarto, mas não sem antes eu ouvir um "estou te esperando em meia hora".

Deitei na cama e olhei para o teto... Me parecia absurdo o que havia sido proposto. A bem da verdade, eu nunca tinha pensado em sexo como uma possibilidade real, até então. Nunca tinha, sequer, me masturbado. Ainda estava nos primórdios da puberdade. Resolvi não ir.

Fiquei durante a tarde inteira chorando na cama, pensando no conforto que perderiamos, assim como as esperanças de uma vida melhor. Quase vomitei de nervoso. Não conseguia parar de soluçar, mas não podia aceitar que aquele garoto me comesse. Ele era forte, tinha um rosto bem-alinhado, com traços um pouco rústicos. O sonho, provavelmente, de muitas garotas, que fatalmente se apaixonariam pelo loirinho rico. Por que, então, eu? Por que ele fazia isso comigo? Nunca fiz nada para ele...

Ouvi batidas na porta e o meu coração disparou. Pensei que estava, enfim, tudo acabado. Senti um alívio ao ver que era o Eduardo. Ele entrou e sentou ao meu lado, na cama, oferecendo um lenço. Pediu para que eu me acalmasse. Abriu o armário de minha mãe e após uma boa vasculhada, retirou uma calcinha branca, rendada, muito menor até mesmo do que as cuecas que eu usava aos cinco anos de idade, provavelmente. Ele disse "Não precisa chegar. Vista isso e vá para o meu quarto. Prometo que não vai ser ruim".

Jogou no meu colo e saiu. Eu ainda temia, mas de alguma maneira estava mais calmo. A calcinha estava na minha mão e eu comecei a me despir. Tomei um demorado banho, que me reconfortou, de alguma maneira. Vesti a calcinha e coloquei por cima uma bermuda. Ela era curiosamente confortável, possivelmente por causa do tamanho dos quadris de minha mãe. Ajeitei meu pauzinho dentro dela e fui para o abatedouro. Vi minha mãe, no meio do caminho, limpando a sala. Ela me sorriu, antes de se voltar para suas tarefas, ignorante de meu destino.

Lá, o Eduardo me esperava pelado. Foi até mim e abriu minha braguilha. Fiquei só de calcinha, antes de ser envolvido em seus braços para um beijo. Era inacreditável o quão pequenina eu ficava em seu abraço. Pensava nisso, quando ele me colocou em seu colo e continuávamos nos beijando. Era meu primeiro beijo e eu não sabia fazer aquilo direito, mas me esforçava para fazer certo. Quanto mais carinho houvesse, menos eu sofreria e foi assim que eu deixei suas mãos pousarem em minhas coxas, enquanto eu sentia os pelos das suas nas minhas nádegas nuas.

Sob suas ordens, me posicionei de quatro. Ele puxou minha calcinha de lado e começou a lamber os arredores. Brincava com sua língua, explorando o meu cu. Às vezes, parava para elogiar minha bunda, mas eu mal prestava atenção no que dizia. Estava entorpecido pela sua língua, que me tirava a razão e os pudores. Eu sabia que não podia fazer barulho, então enfiei a cara no travesseiro para gemer. Com isso, acabei empinando ainda mais a bunda, enquanto agarrava furiosamente os lençóis. Senti seu rosto se afastar, de repente e olhei para trás. Ele se posicionou atrás de mim e começou a enfiar a cabeça. Não era muito grande, mas estava doendo. Fechei os olhos e enfiei a cara mais uma vez no travesseiro, mordendo a fronha para suportar a dor, mas a cabeça continuava entrando.

Quando terminou de entrar, senti um alívio e olhei para trás novamente. Aquele garoto lindo sorriu para mim e colocou suas mãos em minha cintura, para começar um vai e vem firme, ainda que lento e eu mais uma vez enfiei a cara no travesseiro. Estava suando pela dificuldade de não gemer. Era inconcebível suportar aquela dor, mas de alguma maneira, comecei a suportar, de tal maneira que instintivamente comecei a rebolar quando o Edu me puxou pelo cabelo e mandou, sussurrando, olhar para o meu macho.

Continuamos por pouco tempo, pois rapidinho ele ficou alucinado e me encheu o cu de porra. Caiu ao meu lado na cama e voltamos a nos beijar, enquanto suas mãos brincavam com minha calcinha e minhas nádegas, para as quais sobrava um tapa às vezes. Eu o abraçava com toda a minha força, aliviado por ter terminado.

Mas precisava voltar para o meu quarto, senão iam desconfiar. Antes do último beijo naquela tarde, Edu me disse que não faria nada para me prejudicar, mas se eu quisesse, adoraria me comer vestida por inteiro. Isso fica para outra história.

Comentários

13/02/2012 23:12:13
muito bom. fico no aguardo da inuação
13/02/2012 21:01:14
otimo mas e o fim? aguia-negra3@hotmail.com

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