EU SOU A LARISSA

Um conto erótico de DIRETOR
Categoria: Heterossexual
Contém 3456 palavras
Data: 06/02/2012 15:33:35
Assuntos: Heterossexual, Sexo

Meu nome eh Larissa, sou gaucha, loirinha, com olhos bem azuis, tenho 19 anos, 1,70m, 55 quilos, tendo sido criada pelos meus avós numa pequena cidade do RS, educação muito conservadora...ainda era virgem e praticamente não tinha contato com pessoas do sexo masculino. Minha experiência sexual era restrita a transas com minhas colegas do colegio. Especializei-me em teologia e para fazer um seminario de extensão nos meus estudos no Rio de Janeiro, tive que ficar hospedada na casa de uma prima que morava no Rio ha bastante tempo Minha prima Isabel, tinha 30 anos, estudava artes cenicas e era uma mulher independente desde muito jovem. Quando cheguei na casa da Isabel, logo impressionei pela minha beleza e jeitinho angelical, e passei a ser o comentario principal entre os vizinhos da Isabel...na verdade sou o que chamam de falsa magra, pois sou relativamente alta, mas com seios fartos e bundinha bem saliente. Quando cheguei, ela logo me avisou que levava uma vida bem liberal e tinha relacionamento aberto com seus amigos e que não iria mudar seus habitos por minha causa. Assim me colocou em um dos quartos, mas recomendou que eu não atrapalhasse sua rotina normal de vida. Jah no primeiro dia fiquei impressionada com a Isabel, pois ela passou a noite inteira fodendo com dois de seus amigos, Marcio e Vitor, numa fantastica sessão de sexo, onde minha prima, engolia pica por todos os buracos, principalmente no cú, onde foi comida a maior parte do tempo. Não havia como não acompanhar tudo do meu quarto, e logo entrei no clima deles, me masturbando durante todo o tempo. Lamentei muito ainda ser virgem, pois senão teria invadido o quarto da Isabel e participaria daquela suruba, fodendo com eles. Vitor era o mais bonito deles, 1,90m, 80 quilos, moreno, olhos verdes e eu tinha certeza que ele tinha ficado babando por mim. No dia seguinte a tarde, vibrei quando ele me ligou pedindo que desse uma passada no seu apartamento, que ficava no edifício ao lado, pois ele precisava muito falar comigo, sem a presença da Isabel. Ao mesmo tempo em que fiquei com algum receio, tambem fiquei imaginando euforica que poderia ser uma boa oportunidade de ficar a sós com ele. Chegando lá, ao abrir a porta levei um choque, pois Vitor estava pelado e ouvindo uma música em volume alto, pensando logo que estava com alguem, mas para minha surpresa não havia ninguém em sua companhia e estávamos apenas eu e ele. Ele agiu como se nada estivesse acontecendo e perguntou se eu me importaria dele continuar a vontade. Respondi que apesar de eu não estar acostumada com aquelas modernidades, eu não me importaria. Eu que nunca tinha visto um caralho, tive que me controlar, mas fiquei vidrada olhando ele meio ereto e jah revelando que era bem grande. Perguntei qual era o motivo de tanta pressa em me ver e ele se levantou e foi até o bar. Ele ali pelado daquele jeito, andando naturalmente, a pica balançando entre suas coxas grossas e peludas me deixaram perturbadissima. Sentou-se ao meu lado e disse que tinha me visto me masturbando repetidas vezes na noite passada e curto e grosso foi falando, mas eu só prestava atenção no caralho crescer...e sem muita cerimônia ele virou para mim entre um gole de cerveja e perguntou se eu tinha vontade de curtir um pausão. Ele não me deixou nem responder e já foi dizendo que aquela função de masturbação tinha sido alucinante para ele e que havia me chamado ali para poder me experimentar sem pressa. Disse-me sem pudor nenhum que adorava boca, boceta e bunda de mulher. Como percebeu que eu era inexperiente, não gostaria de forçar a barra, mas que tinha passado a noite inteira pensando em me foder. Eu não conseguia falar nada, apenas olhar para ele e notar sua pica já dura feito uma barra de ferro...aí ele sorriu sacanamente e pediu para eu tirar a roupa e chupar seu pau sem pressa. Pensei comigo que, era a oportunidade de conhecer a fundo um corpo de homem, cheira-lo, chupa-lo e sentir novas sensações proporcionadas por um macho. Como eu realmente achava que precisava desencantar, decidi que tinha chegado a hora e tirei a roupa começando por chupar aquele pau duro...ele só disse que tinha sido uma boa decisão e que ele ia fazer nascer uma nova putinha. Ele alisava minha cabeça e fazia a pica sumir em minha boca. No inicio senti dificuldade para engolir a pica, que não entrava nem a metade em minha boca. Ele rindo disse-me que até a hora de eu ir embora, ele ia entrar inteiro em minha boca e na minha bocetinha. Dando um tapa em minha bunda me chamou para um banho em sua companhia, fui pega no colo por aquele homem forte e viril, com a bunda no ar e jah me senti totalmente dominada. Tomamos um banho de ducha, onde nos esfregamos e nos beijamos, nunca havia beijado um homem na boca, senti sua língua invadindo minha boca, sua barba arranhando meu rosto e fui enlaçada entre seus braços fortes. Suas mãos alisavam minha bunda, separavam minhas polpas e passava o dedo no meu cuzinho, me lambia o pescoço e me dava leves tapas na bunda. Comecei a chupar seu peito e ele fechou os olhos e pediu que chupasse seus mamilos, o que fiz prontamente, mordendo devagar e arrancando suspiros daquele macho. Ele continuava a alisar minha bunda e brincar com meu cuzinho e acariciar minha bocetinha que nestas alturas já estava toda arreganhada e encharcada. Aos poucos fui descendo com a língua pela barriga bem definida de Vitor, ele suspirava forte e então passou a apertar meus seios. De forma natural deslizei em seu corpo me ajoelhando na frente daquele macho, com sua pica dura de mais de 20 cm de carne e músculo à minha frente. Olhei para ele, que estava encostado na parede, de olhos fechados me dizendo que chupasse sem pressa, pois queria sentir minha linguinha em todo o pau, no saco, no cu, que era para lambe-lo e faze-lo gozar. Que eu bebesse sua porra todinha e deixasse seu pau limpinho, para depois irmos para a cama, onde me faria gozar muito. Aquilo me deixou alucinada, e iniciei uma chupeta como sempre sonhei em fazer. Já que ia dar prazer a um homem, queria que fosse inesquecível e comecei a chupar a cabeça daquele caralhão duro e vermelho. A pica entrava até a metade de minha boca e por precipitação minha queria abocanhar ele inteiro, mas não conseguia. Então ia para as bolas e mamava gostoso, ele gemia alto e não parava de falar coisas sem nexo e palavras desconexas. A única coisa que eu entendia era putinha gulosa, o que me deixava louca. Olhava para ele se contorcendo na parede com os olhos fechados e caprichava mais e mais para engolir cada pedaço daquele caralho. Mamei de forma deliciosa, deixava a boca frouxa e molhava todo o caralho, ele gemia alto e forçava minha cabeça contra seu pausão. Segurava sua bunda e a pica não saia de meus lábios, chupei aquele macho desta maneira por um longo tempo, até que ele disse para terminarmos na cama. Nos enxugamos rapidamente, ele novamente me pegou no colo, eu tentei protestar, mas ele disse que ficasse quieta, que ele era o macho e eu devia obedecer. Fui levada no colo para o quarto onde ele dizia que eu ia foder e beber muita porra de macho. Chegando na cama ele pediu que eu sentasse na beira da cama que ele ia foder a minha boca primeiro, pois estava muito excitado e ia gozar fartamente na minha boca. Na primeira gozada certamente ia jorrar mais porra e ele queria poder ve-la jorrando em minha boca. Sentei-me na cama conforme ele pediu, apertando meus seios e iniciou a penetração. Pediu que ficasse com a boca mole e semi aberta, para o caralho entrar fundo e ao mesmo tempo fazer a fricção desejada para excitar o pau na penetração. Enquanto a pica deslizava em meus lábios, ele ia falando que adorava possuir ninfetinhas como eu, feminina, angelical, mamando uma picona de um macho, como uma puta. Apertando meus seios disse para ficar olhando para ele, e que deixasse os movimentos que ele ia cadenciando dentro de minha boca, relaxei tanto olhando para aquele rosto de macho, que quando dei por mim via o caralhão de 28 cm entrar e deslizar até minha garganta. Não conseguia acreditar que conseguia engolir tudo, mas foi só prestar atenção neste detalhe para engasgar com a pica na garganta, ele tirou rapidamente e eu comecei a tossir engasgada. Para satisfação dele que mantinha a pica dura punhetando, disse-me para relaxar e tossir bastante até ficar boa, que era muito legal me ver engasgar com sua picona. Afinal nenhuma mulher havia conseguido chupar tudo sem dar uma engasgadinha, e poucas conseguiam engolir como eu estava engolindo. Logo voltei a sentir aquela vara dentro de minha boca novamente, me pediu para relaxar e deixar a boca frouxa de novo, pois ia começar a bombar, como se estivesse fodendo uma boceta. Logo comecei a sentir seu saco batendo em meu queixo novamente, e ele dizendo para eu engolir e chupar gostoso, que ia dar leitinho na boquinha da putinha. Que adorava ver uma boca de femea mamando o pausão, chupando safada...eu fechava os olhos e ele me pedia para olhar para ele, pois queria olhar nos olhos da femea que fodia. Novamente o cacete tocava minhas amígdalas, ia fundo, curtia engolir tudo, estava me realizando em conseguir engolir aquele macho inteiro. Ele alisava meu rosto, passava a mão pelas minhas bochechas, batia o saco no meu queixo e eu sentia o pulsar da pica dentro de minha boca...ouvia-se apenas o estalar melado da minha chupada, comigo ali ajoelhada no chão com a boca cheia de carne. Ele então começou a foder mais forte, me chamava de putinha e mandava engolir a pica dura, me incentivando a abrir mais a boca, dizendo para abrir minha boquinha de femea para engolir a picona do seu homem. Puxava meus cabelos com força e enfiava o cacete duro até o talo...o caralhão de Vitor deslizava em meus lábios, sentia a força de seus braços em meu rosto e suas mão já puxavam meus cabelos de forma a me dominar por completo. Eu engolia a picona e não oferecia a menor resistência, que entrava e saia com facilidade jah sentindo ela meio inchada. Ele não parava de meter, disse que ia tirar um pouco antes de gozar e que eu ficasse de boca aberta pois ele queria que eu engolisse todo o leite de macho que iria sair dele. Ainda de joelhos e sentada em cima de minhas própria pernas não fazia movimento algum, deixava o controle para Vitor que explorava cada pedaço de minha boca. Eu fechava lentamente a boca para que a rola deslizasse em meus lábios e aquilo foi fazendo uma pressão na pica de Vitor, que logo tirou a pica de minha boca e iniciou uma punheta forte e se posicionou bem próximo de minha boca. Me afastei o suficiente para poder ver o jato, pois tinha o tesão de ver a porra sair da cabeça e esguichar. Me chamando de gostosa e fechando os olhos veio o primeiro jato de porra de um creme denso e viscoso, que foi direto dentro de minha boca. Nem mesmo havia chegado em minha língua e o segundo jato esguichou maior ainda e mais forte foi no céu de minha boca. Ele gritava e o terceiro e quarto jato já me deixaram de boca cheia e ele pedia para não engolir ainda. Segurando meu queixo e ajeitando a picona nos meus lábios soltou mais um jato de porra, ainda com bastante porra e apertava o pau dizendo para segurar firme, pois queria que eu engolisse tudo de uma vez. Com o caralhão já no interior de minha boca, gozava o restinho de porra em meus lábios, apertava cabeça e ainda saia umas gotinha que eu lambia para delírio dele. Aquele homem de 1.90m de altura ficava ainda maior se olhando de joelhos...suspirava e carinhosamente percorria com os dedos meu rosto recolhendo as gotas de porra que haviam escorrido nos primeiros jatos, recolhia e com o próprio dedo colocava a porra em minha boca. Então ele pediu para eu mostrar a porra toda dentro da boca e mandou que eu a engolisse, dizendo que a partir de hoje eu beberia muita porra do caralho dele. E disse que ia dividir sua pica entre minha boquinha e minha bocetinha. Aquilo me deixou maluca, engoli tudo, aquela porra viscosa e salgada e comecei a alisar o pinto, mas ele tirou minha mão da pica e disse que agora ele ia me foder de verdade. Fomos nos lavar novamente em outra ducha e ele pediu para chupar sua pica de novo, pois ao voltar para cama ia comer minha bocetinha. Abaixei e comecei a chupar meu homem de novo, logo a pica já estava dura feito ferro de novo, levantei-me nos beijamos deliciosamente e ele enfiou a língua com gosto dentro de minha boca, me dando um tapa na bundinha e dizendo para irmos para a cama. Sentamos na cama com ele me olhando nos olhos dizendo que quando tinha me visto linda e maravilhosa e inocentinha me masturbando, logo sacou que eu estava no ponto e que teria que me iniciar. Falou que eu jah tinha bebido a porra e que agora ia dar a bocetinha...me dizendo para ficar relaxada e que se tivesse vontade de gritar, gritasse, pois ia colocar uma música alta. Iam ser mais de 20 cm de penetração até que eu entregasse o cabacinho para ele, queria que eu ficasse treinadinha, pois eu ainda ia chupar muita porra e dar a bundinha na frente de muitos outros...que daí para frente ele seria meu homem. A minha boceta já estava pegando fogo e nos colocamos na posição de meia nove e iniciamos uma chupeta um no outro. Ele tambem se mostrava hábil na arte de mamar uma bocetinha e eu engolindo novamente os mais de 20 cm de pica, deixando minha bocetinha pingando. Logo ele passou a lamber tambem o meu cuzinho...com a língua no cu, fiquei mais louca de tesão ainda e ele lambia tudo, molhando meu grelhinho, chupando com vontade. Minha bocetinha já estava mais que pronta, pois estava alucinada para ser penetrada...implorei que ele me penetrasse e começasse a meter e que deixasse eu me acostumar logo com a pica. Depois queria que ele metesse mais forte do que meteu em Isabel, queria uma primeira vez em grande estilo, queria alucina-lo...jah que estava fodendo, queria que fosse de forma selvagem e minha bocetinha já implorava por pica. Quando a pica começou a deslizar em minha entradinha, pensei comigo, que toda minha educação conservadora estava indo embora com meu cabaço, que finalmente eu ia gozar numa pica e deixei a bunda bem empinada. De quatro e olhando o rosto do macho que me penetrava, que segurava forte minha bunda, que me deu um tapa e disse que agora eu ia saber o que era um macho fodendo uma femea. Com isso a pica foi entrando, senti um pouco de ardencia, mas não queria mostrar fraqueza...percebendo ele segurou minha bunda e pediu para morder a fronha do travesseiro. Perguntei para que aquilo e ele disse para morder logo...mordi, mas não deu tempo para olhar para traz e dei um grito descomunal pensando que estava sendo partida ao meio. Vitor enfiou a pica com força e me segurou...pulei feito uma vaca para escapar daquela estocada, mas ele não deixava eu me afastar dele. Quanto mais eu mexia e pulava mais a pica entrava dentro da minha vagina...ele ria e dizia para eu pular para o seu macho me remechendo para a dor passar. Tentava escapar, mas sentia a pica entrando cada vez mais dentro de mim, até sentir os pentelhos dele tocarem na minha bundinha. A dor ainda era grande, mas a pica já tinha entrado toda...aí ele jogou o peso do corpo em cima de mim e ficou completamente dentro de mim, dizendo que ele tinha forçado porque minha bocetinha era muito apertadinha. Disse ainda que minha boceta ia ficar em chamas...que depois eu ia ficar viciada em gozar e que nunca mais eu ia querer parar de foder. Enquanto ele falava eu fui me acostumando com aquele volume dentro de mim, e minha boceta foi acomodando aquele pau, sentindo uma boa sensação de estar totalmente preenchida. Aí ele disse que ia começar a se mexer e que a partir de agora eu ia me sentir uma fêmea e que curtisse bastante aquele momento...e que ia fazer com que eu gozasse logo, começando a bombar em minha bocetinha. Parecia um sonho...eu com um cara de 32 anos moreno claro 1.90m, 20 cm de pau duro completamente enterrado na minha bocetinha e sendo possuída de forma selvagem. Apoiei as mão na cama e empinei mais a bunda e ele dizia para relaxar e dar a bocetinha para o seu macho, que queria foder muito minha bocetinha deliciosa. A pica ia fundo em mim, eu quase já perdia as forças quando olhei entre as pernas e vi minha bocetinha completamente arrombada...fiquei com mais tesão ainda, pois neste momento vi que estava sendo penetrada de verdade. Seus tapas na minha bunda intercalavam as estocadas na minha boceta que já estava vermelha...comecei a gemer de forma incontrolavel, pois a pica me rasgava no meio e meu cabaço já era. Eu estava em êxtase sentindo uma grande euforia em ser penetrada pela primeira vez...era um prazer de outra dimensão, com uma tesão enorme, muito diferente de quando me masturbava. Gozar com um pau era muito mais intenso, com varios orgasmos, proporcionando um prazer muito mais intenso. Ele não parava de bombar, pois ele era um macho viril e forte e socava a pica no fundo da minha vagina, sempre me chamando putinha. Eu encostei a cabeça no travesseiro e avisei que meu grande orgasmo estava chegando, então ele aumentou as estocadas e pediu para gritar seu nome e pedir para enfiar mais fundo. Eu ficava louca com a forma sacana com que ele estava me fodendo...sentiu que ia gozar e ele pediu para não fechar os olhos e gritar seu nome, eu o chamava de meu macho e gritava para ele foder sua femea, que metesse tudo. Foi quando senti aquele caminho sem volta, como se estivesse caindo de um penhasco e ele continuou, com toda a força até fazer eu quase perder os sentidos, caindo na cama com as pernas molhadas de porra. Fiquei numa alegria incontrolavel me aconchegando no corpanzil de Vitor...e ele punhetando a pica direcionou em minha boca e disse para engolir tudo. Foi aí que vi Isabel, que tinha assistido a tudo e ainda sem entender o que de fato acontecia recebi jatos de porra na boca...ele gozou fartamente novamente e quando me dei conta, Isabel tinha se pelado e deitado junto, me beijando ardentemente. Vitor saiu e foi se lavar e eu e Isabel ficamos ali nos beijando, eu de olhos fechados para não encara-la, mas ela logo quebrou o gelo dizendo que sempre achou que eu precisava de uma boa iniciação, e que ela achava aquilo normal. Disse ainda que incentivou Vitor a me comer logo para eu poder curtir um sexo mais liberado e jah começar a participar das suas orgias. E avisou que não via a hora de ver eu dando a cuzinho, a bocetinha e chupando pica ao mesmo tempo...e que depois desta iniciação, eu sempre iria beber a porra dos nossos machos. Diante de tanta sacanagem perdi a vergonha e a beijei sacanamente. Ela então disse que dali frente eu não ia mais deixar de dar, pois aquilo vicia e que era fantastico gozar ate quando se quizesse. Fui tomar um banho e deixei Isabel no quarto, enquanto isso Vitor voltava pelado e pronto para comer o cuzinho de Isabel,que pedia para eu voltar logo, pois ela queria nós dois com ela. E assim foi mais uma noite de sexo selvagem e quente, pois Marcio tambem chegou e eu e Isabel fomos fodidas varias vezes comigo sempre bebendo a porra que Vitor gozava. Terminamos a noite em grande estilo, comigo chupando a boceta de Isabel e eu tomando no cuzinho e na bocetinha, numa dupla penetração. Depois desta iniciação maravilhosa, virei uma deliciosa putinha.______________________________

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive DIRETOR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Gostei. Leia o meu conto: Minha primeira pulada de cerca e dê o seu voto e por favor comente

0 0
Foto de perfil genérica

nossa e que putinha hein...me add no msn heliopicasso@hotmail.com.br

0 0