As primas de outra cidade

Um conto erótico de Rogério Moreno
Categoria: Grupal
Contém 1221 palavras
Data: 04/01/2012 19:25:15

Olá, Sou o Rogério e mais uma vez venho expor uma situação que ocorreu comigo.

Como vocês sabem sempre fui fascinado por sexo e nunca tive nenhum tipo de problema para usar artimanhas para levar uma bela mulher para cama, na verdade nem precisa ser tão bela assim, basta ser atraente fisicamente para me deixar louco, quando digo isso quero dizer: basta ser gostosa, rs.

A família de minha esposa sempre foi muito unida a ponto de passarem temporadas de férias uns nas casas dos outros, viajarem juntos para finais de semana e coisas parecidas. No final do ano passado três primas de minha esposa vieram passar as festas em nossa casa, as três são bem bonitas, Kátia, Karen e Karol são três irmãs bem simpáticas conversam bastante, brincam com todos e tem um olhar de malicia que deixa qualquer homem doido, têm certa semelhança física morenas, aproximadamente 1, 65 e cabelos longos, a diferença está em pequenos detalhes. Kátia é a mais velha com 23 anos tem seios grandes, cintura fina e bundinha perfeita, aliás, as três são admiráveis, karen de 21 tem a maior bunda e seios pequenos e tem uma tatuagem nas costas, “ uma Borboleta” e Karol que tem 18 anos tem seios médios e bundinha redondinha e usa saias curtíssimas, deliciosas.

Na primeira noite em nossa cidade, saímos juntos com minha esposa, meu cunhado com a esposa e mais um casal de amigos para uma lanchonete onde passamos uma noite super agradável, bebemos um pouco a mais e com musica ao vivo tocando dançamos bastante, tive o prazer de dançar com as três e quando digo prazer é prazer é prazer de fato, todas as danças que fizemos juntos eu sai de pau duro e fiz questão que elas percebessem, ainda porque quando a gente dançava eu sempre falava piadinhas e elas correspondiam.

Ao chegar em casa ficamos na sala tomando um pouco mais de vinho, minha esposa foi preparar o quarto de hospedes e eu sob a desculpa do álcool perguntei se elas iriam deixar a porta do quarto aberta, as três sorriram e pediram para eu tirar a duvida, minha esposa chegou continuamos conversando e eu disfarçadamente dava mais bebida para minha esposa, Kátia e Karol foram para o quarto, e em certo momento minha esposa não estava mais não estava segurando o sono por causa da bebida e foi para o quarto, no exato momento em que minha esposa saiu, Karen sorriu e me perguntou se era pra realmente elas deixarem a porta aberta, pedi para que ela ficasse um pouco mais e continuamos a conversar sobre a noite que tivemos, na verdade pra ganhar tempo só até minha esposa dormir, Karen levantou-se e caminhou até a cozinha, eu não resisti e a segui, chegando na cozinha ela estava mexendo na geladeira, eu a abracei por trás e dei um beijo em seu pescoço, Karen ficou arrepiada e empinou aquela bundinha deliciosa para trás se esfregando no meu pau que estava duríssimo, coloquei a mão por baixo de sua bluzinha e senti aqueles peitinhos durinhos e apetitosos, aquela bunda gostosa se esfregando em mim me deixou louco, ela fechou a porta da geladeira, porém continuou de costas, desabotoei sua calça e a desci até a altura do seu joelho, Karen colocou a mão por dentro de minha calça e segurou meu pinto o apertando com força, massageava meu mastro me de deixando doido, eu ainda agarrado em seus seios e ela de costas para mim, a conduzi e a debrucei sobre a mesa, tirei sua calça e sua calcinha e coloquei o dedo naquela bucetinha gostosa, beijava seu pescoço, lambia suas costas e acariciava o seu grelinho gostoso, Karen gemia e se contorcia toda, tirei o dedo e coloquei a rola naquela xaninha gostosa, comecei um vai e vem de suave, minha rola ia entrando e ficando lambuzada naquela buceta saborosa, aumentei a velocidade das socadas e ela delirava, rebolando com a minha pica na sua buceta gostosa, ela pedia pra eu enfiar com mais força e eu socava cada vez mais forte, gozamos juntos, lambuzei toda sua bunda com minha porra quente e ela passava a mão pela bunda e espalhava todo o meu esperma pelas nádegas.

Karen saiu da cozinha e eu fiquei sentado na cadeira tomando um copo de água gelada para recompor minhas energias, permaneci por uns cinco minutos foi quando Karol a irmã mais nova entrou na cozinha com uma camisolinha preta transparente, estava sem sutiã e com uma minúscula calcinha da mesma cor, fiquei sem reação quando vi seus seios perfeitos e suas pernas torneadas, eu continuava com o copo na mão e nem me dei conta de que eu ainda estava sem roupa, ela se aproximou de mim e pegou o copo que eu segurava, parada na minha frente deu um gole na água e ajoelhou-se diante de mim e sem dizer uma única palavra colocou o meu pau na boca e começou a suga-lo delicadamente e a lamber o mastro inteiro, Karol se levantou e tirou a calcinha bem lentamente, sentou-se sobre meu pau e de frente pra mim começou a subir e descer me deixando totalmente louco, nos beijávamos e ela rebolava sobre minha pica, enquanto ela fazia esses movimentos eu retirei sua camisolinha e lambia e chupava seus peitos dando leves mordidas nos biquinhos, fodiamos gostoso, ela gemendo de tesão me deixava descontrolado, nesse momento Kátia entrou na cozinha já totalmente nua, se aproximou de nós e segurando minha mão a conduziu até sua buceta que já estava molhadinha de prazer, era alucinante uma em cima de mim e a outra com a minha mão na sua buceta, Karol saiu de cima de mim e ali mesmo na cozinha eu deitei Kátia no chão e deitei sobre ela socando a vara todinha na sua xana, após pouquíssimos minutos ela se colocou de quatro e pediu para que eu enfiasse a vara no seu cuzinho, Karol olhou ela sorrindo e foi até mim, segurou meu pau e o conduziu até o cuzinho da irmã, deixando a rola pronta pra entrar, não pensei duas vezes e soquei com tanta força que Kátia de um grito de dor e tesão, minha mulher só não acordou porque estava literalmente desmaiada, dei várias estocadas no seu rabinho até que gozei dentro daquele buraquinho quentinho e apertado, ao tirar a vara do cuzinho de kátia, sua irmã karol o colocou meu pau na boca e sugou todo resto de porra que ainda saía dele. Levantamos-nos e elas foram para o quarto, fiquei mais um tempinho na cozinha, fui tomar um banho e fui dormir.

Na manhã seguinte quando acordei minha esposa e suas primas estavam tomando café, me juntei a elas e conversamos sobre a noite anterior, mas é claro só da parte que interessava a minha mulher, minha esposa passaram dez dias na minha casa e foram dias maravilhos, transamos mais algumas vezes, estava tão agradável que elas saiam pouquíssimo de casa, minha esposa convidava mas sempre ficava uma delas, transei quase todos os dias sempre com uma ou duas ao mesmo tempo, quando se despediram disseram que voltariam para passar novas férias e eu é claro estou ansioso e torcendo para que não demorem, falamos sempre ao telefone e a promessa de retorno está cada vez mais forte.

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