Casa dos Contos Eróticos

Feed

Seu Antenor Chupou e Comeu Meu Cuzinho Cagado! Delícia...!

Autor: Neyzinho
Categoria: Homossexual
Data: 29/01/2012 21:49:04
Última revisão: 15/04/2014 19:57:29
Nota 5.79
Ler comentários | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Olá pessoal!

Narrarei, a seguir, situações e circunstâncias sexuais reais que iluminaram minha vida na adolescência (isso lá nos longínquos anos 70), período aludido mais profícuo em matéria de prospecções, descobertas e realizações ao longo da minha existência, sem dúvida nenhuma. Alerto que encontrarão práticas eróticas, digamos, aparentemente inusitadas, insólitas, nutridas por fetiches e parafilias, as quais não costumam ser relatadas, mas, advirto, são muito mais comuns do que se pensa! Permitam-me ciceroneá-los entre meandros de sabores e dulçores, de desejos exóticos, prazeres excêntricos e vontades encobertas, latentes, extraídos a fórceps do compartimento mais recôndito do inconsciente, como também levitarmos aos suntuosos céus de luxúrias sublimes e paradisíacas, e/ou mergulharmos até os abissais infernos de lascívias escaldantes e satânicas!

Aos que queiram me conceder o privilégio em viajar ao passado comigo nessas vívidas reminiscências, eu agradeço!

Boa leitura!!!

Os fatos aconteceram mais ou menos assim:

SEU ANTENOR CHUPOU E COMEU MEU CUZINHO CAGADO! DELÍCIA...!

Um profundo e afetuoso sentimento nostálgico remete-me às lembranças de quando era adolescente, fase essa, aliás, que eu era feliz e não sabia! Naquela época, em meados da década de 70, havia muitos terrenos baldios e casas abandonadas pela cidade. Sempre quando ia a algum desses lugares, dava-me vontade de evacuar. Interessante! Aquele cheiro de terra... Aquele cheiro de mato... Sei lá! Principalmente depois da chuva. Desde moleque (etapa da minha vida que não fazia muito tempo, à época!) frequentava (pode-se dizer assim) um desses terrenos localizado na esquina da quadra em que eu morava. Ele era bem extenso.

Meu nome é Ney e nasci, cresci e vivo até hoje numa cidade no litoral de São Paulo. Atualmente, passei um pouquinho dos cinquenta anos. Quando aconteceu a coisa toda, eu era um adolescente de 15 anos recém-completados, com a mente incendiada por esperanças e sonhos, corpinho franzino, mignon, magrinho, frágil, imberbe, cútis lisinha (mais tarde, mais velho, ganhei alguns pelos), bundinha arrebitada e atrevida, não tinha muita estatura, alegre e jovial. Acreditava que mudaria o mundo. Santa ingenuidade! Era um tempo de aventuras, atitudes, coragem, criatividade, emoções, paixões, ideologias, ilusões sociais, sociedade alternativa, engajamentos, militâncias, idealismos, arbitrariedades, paranoias, ditaduras, traições, resistências, terrorismos, subversões, guerrilhas, revoluções, contestações, intolerâncias, radicalismos, patrulhamentos ideológicos, contracultura, convulsões sociais... "É proibido proibir!", título de composição musical de Caetano Veloso que representava totalmente aquela época cuja qual transpirava esse espírito! Aliás, período conturbado, não só no Brasil. Quem não viveu os efervescentes e psicodélicos anos 70, desculpem-me, mas perdeu o melhor da festa! Há muito tempo não se vê mais essas inquietações no estrato social; hoje é só uma desoladora horda de zumbis, alienada, bovina, anencéfala, oligofrênica, condicionada e feliz com a pasteurização consumista! É realmente devastador constatar o ser humano reduzido a uma amorfa e rastejante massa de manobra, a adubo, a marionete, totalmente manipulável, lobotomizado, público-alvo dos opressores indutores de consumo de subprodutos absolutamente desnecessários e supérfluos à vida, através de uma pérfida estratégia de mercado (marketing!), dolosa e predatória, cuja propaganda é abusiva, enganosa e discriminatória, alimentando, isto sim, ao restrito, escuso e crudelíssimo interesse desses abutres, dessa corja insidiosa e doentia de vampiros de consciência, que nada mais é do que: cifrões! A propaganda cria desejos, estes criam necessidades, porém, ilusórias e artificiais (status), e não racionais, e não reais! São 'verdades inventadas', isso para quem acredita nelas, é claro! Esses psicopatas vendem aos incautos a falsa ideia de superioridade - sob o disfarce de "exclusividade" - para quem comprar determinado subproduto. O processo todo é sordidamente pensado, sadicamente estudado e repugnantemente engendrado, revestido com uma paleta de cores emocionais e roupagem legal. A vileza desses safardanas é tamanha, que eles tentam (e conseguem!) interferir, corromper e determinar a sequência de decisão mental do cidadão; senão vejamos: a vítima acredita que adotou o seu livre arbítrio quando optou, escolheu, comprar o subproduto "x"; porém, na realidade, sua ação - ou melhor: sua reação - foi apenas a resposta ao estímulo da propaganda subliminar prévia perpetrada por esses canalhas, a qual se utilizou de abjetas estratégias de venda para sugestionar e manipular o subconsciente dela, vítima, direcionando-a para, especificamente, aquele item "x" ou a subprodutos afins! Isto é: decidiu a compra por ela!!! O fator indutor é totalmente inconsciente. E o(a) "otário(a)", embotado(a) mentalmente, vai todo(a) feliz para casa ostentando aquele "elefante branco" que adquiriu nem sabe por quê! O cidadão é marcado a ferro em brasa e posto no curral da propaganda! Isso é persuasão sub-reptícia! Quando se trata de indução infantil, então, configura-se crime de lesa-pátria! A criança é desprotegida, frágil e vulnerável, tanto física quanto psicologicamente. Esses mentecaptos são requintados charlatães, vigaristas, trapaceiros, falsários e estelionatários da pior espécie! Enfim, toda essa orgia, é patrocinada pela negligência criminosa de quem deveria incansavelmente coibi-la, sob as cumplicidade e conivência, cínicas e sorridentes, de quem deveria fiscalizar esse câncer, e de maneira nenhuma ser condescendente a ele, jamais ser sócio dessa patologia! Mas, deixa isso pra lá! Curiosidade: para se ter uma ideia de quando ocorreram os fatos, foi no tempo em que o saudoso Michael Jackson ainda era negro, usava cabelo "black power", era adolescente como eu, e conquistava o mundo 'pop' sendo "crooner" (hoje se diz vocalista) cantando e dançando junto com seus irmãos no conjunto (banda, atualmente) Jackson Five; ah, ia me esquecendo: ele ainda tinha nariz!

Seu Antenor, viúvo e aposentado de 65 anos que vivia sozinho morando a duas casas depois da minha em direção à esquina onde se encontrava o dito terreno, era bem espirituoso, simpático e bonachão. Todas as vezes que eu ia ao terreno dar uma defecadinha, tinha de passar em frente a casa dele, sempre com o meu vizinho me oferecendo um sorridente e cordial alô da varanda. Até que num marcante dia quando eu me encontrava de cócoras dando aquela solitária cagada gostosa, notei que havia perdido o papel higiênico, pois sempre levava comigo um pedaço generoso do mesmo, e aquela vez não foi diferente. Olhando ao redor, não o encontrei. Não entrei em pânico, afinal, havia muitas folhas de vegetação por ali que serviam para o fim proposto. Daí, dei de ombros e continuei me aliviando deliciosamente. Absorto em meus pensamentos, passou-se uns instantes, foi então que me espantei ao escutar uma voz forte e carinhosa, a qual me arrancou daqueles devaneios e vestiu-me de realidade:

- Está procurando por isso, filho!

Eu fiquei abismado! Era o seu Antenor com o pedaço de papel higiênico que eu havia extraviado na mão, o calção arriado e um avantajado e hipnotizante cacete duro a poucos centímetros da minha boca. A cabeça do próprio parecia um cogumelo. Lindo! Instantaneamente, senti todo meu corpo queimar, arrepiar e estremecer de tesão. Em tempo: pelo susto, meu cuzinho cortou o corpulento e endurecido tolete que lhe alargava como se fosse uma afiada guilhotina! // - Não se preocupe comigo, não! - justificou ele, e continuou: - Já acabou? Eu acho que não terminou ainda, não é? Eu tô gostando muito do que estou vendo! Muito, muito mesmo...! // Fiquei perdido! Fiquei sem chão! Não podia acreditar naquela situação bizarra! Eu estava passado e, porque não dizer, à primeira vista, sentido! "Como é que aquele senhor que eu considerava tanto iria ter esse tipo de intimidade comigo? E me falar aquelas coisas que ele me falara? O que o faz pensar que eu desejaria compartilhar esse tipo de privacidade? Será que a surpresa no meu olhar combinada com um brilho indisfarçável de atração pelo seu caralhão me denunciou, me traiu? Será que, inconscientemente, eu lhe enviei algum tipo de sinal - e ele o leu - para se comportar com esse nível de segurança? Será que eu tinha sido tão transparente assim?", pensara. Bom, é possível! Tudo é possível! Contudo, não lhe disse nada, apenas prossegui com o que estava fazendo (se ele queria ver, que visse, ora!). Entretanto, estava definitivamente capturado pelo visgo que a visão daquela coisa espantosa me provocara, sobre a qual me borbulhava o olhar. E o seu Antenor sabia disso! Sabia do efeito que a sua megaferramenta me causara. Intuição baseada na experiência de seis décadas e meia de vida! Não obstante, dissera que já fazia algum tempo que ele me via passar em direção ao terreno, e sempre ficara intrigado em saber o que eu iria fazer lá. Até que um dia resolveu conferir, matar a curiosidade, e que ficara deveras encantado com o que havia descoberto, com o motivo da minha ida ao terreno. Falara, também, fazer duas semanas, aproximadamente, que ele me espreitava, porém não tinha coragem de se aproximar por não saber qual seria a minha reação, e que isso o consumia. Entretanto, não aguentando a angústia que aquela situação vinha lhe causando, pensou: 'É hoje! Ou vai ou racha!' . Armou-se de coragem extraída não sabe de onde, e ali estava ele! Uma parte de mim ficou realmente indignada com a invasão de privacidade por parte dele, mas a outra estava radiante e excitada com aquela atitude audaciosa e corajosa do seu Antenor. Seu enorme nervo, levemente envergado para a esquerda, era coalhado de empoladas veias que pareciam querer explodir, e estava pulsando no ar, balançando e babando! O embriagador perfume de macho no cio exalado por aquele exuberante pedaço de perdição difundia-se pelo ambiente, invadia minhas narinas, envolvia-me o cérebro e me entorpecia, enchendo-me a boca d'água e os olhos de lágrimas, sequestrando-me a atenção e os sentidos! Transbordava de feromônios aquele gigantesco, rombudo e vibrante falo. Encontrava-me sob o efeito de uma poção mágica, ou, talvez, de um narcótico natural! Mesmerizado, cintilavam expectativas! Encantado e extasiado eu estava, decididamente! Era animal! Era visceral! Era magnético! Era impactante! Ainda me lembro disso como se tivesse acontecido ontem.

Findo o meu sofrido e delicioso despejar, não me fiz de rogado, meio zonzo, ante o novo, excitante e promissor horizonte que se descortinava à minha frente, maneei e abocanhei febrilmente aquele grande e grosso ferro teso que nem parecia que eu estava fazendo aquilo pela primeira vez, tamanha era a minha desenvoltura (por certo eu estava sendo guiado por forças inconscientes, as quais sabiam muito bem o que deveria ser feito!). Tinha dificuldade até de mantê-lo na boca, devido as suas dimensões superlativas. Parecia que eu estava mamando num bastão de beisebol. Apesar do tronco dele estar extremamente rijo e quente, preservava uma maciez e suavidade comoventes. Afigurava-se a uma barra circular de aço revestida de um tênue e sedoso almofadado. Incrível! Entretanto, não queria nem saber, minha mente estava tão assaltada por um sem-número de flamejantes e ofuscantes desejos que cai de boca lambendo e chupando muito, achacando feito um sandeu, aquela desmesurada excrescência, e os grandes colhões do meu paizinho também (cada bago dele era do tamanho do meu saco escrotal inteiro!).

A tarde caía preguiçosa, sonolenta. Lufadas de uma brisa suave e morna traziam o doce aroma amadeirado do seu caibro. Abria a boca no ponto máximo que podia (se a abrisse um mícron a mais, pressentia que deslocaria o maxilar, acreditem!), e ia suavemente engolindo a gigantesca vara, recheando totalmente a minha boquinha com aquele extenso e massudo naco de um saboroso filé, até minha úvula, no início da garganta, até quase engasgar (pela grandeza e grossura daquele tronco, isso compreendia um terço do tamanho dele). Fascinado, eu sentia que estava me equilibrando na linha limítrofe entre a sanidade e a histeria, pois por enésimas vezes tive a aloucada vontade de simplesmente cravar os dentes naquela cavalar peça de carne que ocupava minha boca e dava-me tanto prazer. Até porque seria um pecado venial, não? Brincadeirinha!!! A seguir, retirava a boca daquele sarrafo, seguido de um longo e grosso fio de saliva o qual ligava meus lábios àquela cabeçorra, tomava fôlego, suspirava (simultaneamente a tal pausa, eu o punhetava, lentamente, maravilhado, a olhar para cima, procurando seus olhos), contornava com a língua (várias vezes) o enorme cogumelo, dava muitos beijinhos no próprio, lambia e esgrimava (novamente com a língua igual a um florete), por inteiro, os quilômetros daquela verga, desde a cabeçona até o pesado, grande e enrugado saco, de um lado a outro, circulando-a, repetidas vezes, e tornava a engoli-la. Como era belo aquele imantado tronco entalhado de pulsantes veias e envernizado pela minha baba. Logo depois, era a vez do escroto do seu Antenor ser submetido às minhas peripécias bucais e linguais. Minha língua embrenhava-se na vasta floresta de pelos púbicos até localizar e agasalhar um único grande bago dele na minha boca (o qual ocupava todo o espaço dela) e o lambia e chupava com ânsia, sugava com fervor, isso durante alguns instantes; na sequência, soltava-o e meus lábios iam se ocupar do outro testículo, revezando o mesmo ritual. Aplicava à felação um ritmo sutilmente feroz, com alguma emergência. Delícia! Ele gemia de prazer! Era uma festa e uma farra a mescla de cheiros/gostos de pica, saco, saliva, baba, melaço (líquido viscoso lubrificante pré-ejaculatório que fluía pela uretra dele), que minhas narinas e boca experimentavam. Aquele coquetel de aromas e sabores era verdadeiramente inenarrável!

- Oooohhhh!... Isso, filhinho, chupa gostoso o cacetão do papai, chupa! Aaahhh, delicioso!... delicioso...! Mas, calma, meu neném! Mama devagarzinho, meu anjo. Pra que tanta pressa? Você tem todo o tempo do mundo, tá bom, filhinho? Cuidado com os dentinhos pra não machucar o papai, tá bom, minha criança? Eu sei que você nunca fez isso, tá empolgado, que o meu pau é muito grande e grosso e tal, mas calma, tá? Sem desespero, tá certo, hein? - orientou-me com uma voz paternal, firme e metálica, mas amena e tranquila. // Dei uma pausa na sucção do seu caralhão e olhando para o rosto dele, falei: - Tá certo, papai! // E voltei a me deleitar com aquele robusto e grande pirulito, porém, com afoita serenidade. // - Aaahhh... uuuuhhhh... ooohhhhhh!... Você tem a boquinha tão pequenininha, tão graciosa, tão suave, tão delicada... que mal cabe meu pintão! Chupa mais o pauzão e o saco do papai, chupa, filhinho! Você mama tão gostoso... tão gostoso...! Ihsssshhhhhh... uuuuhhhh... aaaahhhhh... que delícia!

Após um tempo, ele me pediu para levantar e insinuou que iria limpar meu cuzinho com o papel higiênico. Assim, virando de costas para ele, eu, instintivamente, afastei as pernas, empinei mais ainda a bundinha, abrindo gentilmente as maçãs das nádegas com as duas mãos, mostrando ao homem meu tímido debutante, e fiquei aguardando, morrendo de aflição (e tesão!). Porém, qual não foi minha surpresa, quando ele enfiou a língua no meu anelzinho cagado. Eu fiquei pasmo e incrédulo, entretanto, como gosto não se discute (aceita-se ou não!), logo... E chupava de maneira bastante ávida. Fazia da sua língua um dardo tendo como seu ponto de mira (o alvo) o meu desolado rabinho, espetando-o, certeiramente, no núcleo, inúmeras vezes, chegando até a me machucar. Meu cuzinho estava sendo vítima de um verdadeiro linchamento! Parecia um estupro lingual! Minhas pregas gritavam! Era impressionante! Mas, o que realmente importa, é que era um prazer sem-fim sentir a língua áspera e molhadinha dele bailando, dardejando e penetrando no meu rabinho sujo! Reafirmo que a língua do meu paizinho, dançarina, fazia uma autêntica folia no meu botãozinho o qual lhe servia como pista de dança. Ai, até hoje sinto um gostoso arrepio só de me lembrar disso!

Quando dei por mim, o seu Antenor já havia dado umas três fartas cuspidas na sua graúda vara dura, e mais duas no meu apertado anelzinho (era tanta gosma que me escorria pelas pernas), o qual, de suspense, começou a latejar involuntariamente. Ao escutar o som mucoso das cuspidas e sentir duas delas emplastrar minha afogueada rosquinha, eu olhei para trás de rabo de olho e me assustei quando vi aquela coisa monstruosa que ele pretendia enfiar dentro de mim. O meu paizinho estava só ensebando o vasto cacetaço, com as duas mãos, fitando ameaçadoramente meu amedrontado cuzinho com ar de predador! Sentia aquele genuíno olhar de rapina, investigativo, denso, intenso, abrasador, lambendo minha bundinha, meu reguinho, esgueirando-se sorrateiramente através dele, até encontrar e beijar sem parar meu perseguido, o qual pulsava de maneira incontrolável. Ardendo em chamas, meu rabinho estava impaciente para ser o anfitrião e mostrar ao grande investidor os segredos e mistérios do prazer que uma virgindade pode conter. Ele salivava a mil desejos, contrastando comigo que experimentava uma secura bucal antes jamais sentida, diante da ansiosa e prazerosa expectativa de dar a bunda pela primeira vez. Meu coração estava aos saltos! Fez-se uma pausa massacrante e interminável. O silêncio era ensurdecedor! A atmosfera estava carregada de dúvidas e salpicada de promessas. Trovões rugiam; relâmpagos serpenteavam e iluminavam o céu de desejos. O inesperado compelia-me a ir adiante.

Apavorado, rompendo aquele pesadelo erótico, exclamei com voz asfixiada: - Eu nunca fiz isso seu Antenor!!! // - Eu tô sabendo! - dizia ele - Mas você quer fazer o que nunca fez antes, não quer? - perguntava. // Encontrava-me com um medo absurdo, mas respondi afirmativamente com a cabeça, e exclamei: - Nossa! O seu pinto é muito, muito grande e muito grosso! Será que eu vou aguentar? Estou morrendo de vontade de fazer isso, mas eu tenho medo que vá doer. Não vai doer muito, não é? // Eu continuava extasiado, meu olhar se fez prisioneiro da atração que aquela coisa animalesca irradiava. // - Fica sossegado. Eu sei como fazer, tá bom? - tranquilizava-me ele , e prosseguiu: - Vou ser sincero com você, vai doer o necessário. Mas eu lhe prometo que vou ser carinhoso e gentil com você, tá bom? Não se preocupe, tá? Se você não aguentar, eu tiro e a gente tenta em outra oportunidade, tá bom assim? Quando você quiser. Sem problemas, tá? Não confia em mim? Vamos tentar, hein? // Ele falou o que eu queria ouvir! Eu confiava no seu Antenor, e respondi: - Tá certo, paizinho, vamos! // Ação seguida, eu me curvei ainda mais, afastei totalmente as pernas e arrebitei a bundinha o máximo que pude deixando meu indefeso rabinho totalmente aberto e exposto, e me preparei para o abate! Advertiu-me sobre mais uma coisa: - Quando eu for colocar, faça força de dentro para fora com o cuzinho, igual quando você vai cagar gostoso, e relaxe o máximo possível, tá bom? // Eu respondi: - Tá bom!

Conforme o prometido, habilmente, ele debruçou aquele imenso e roliço eixo sobre a minha assombrada argolinha, cutucando, pincelando e esfregando-o devagarzinho nela, com a mão direita comprimiu a cabeçona da sua tora, e forçou sutilmente a entrada, pelo que, por ação reflexa do organismo motivada pelo medo, o meu lastimoso cuzinho involuntariamente trancou-se. - Calma! Relaxa! Esqueceu o que eu falei para você? - ele ponderou. // Eu suava em bicas! Trêmulo de excitação, a garganta seca, minha respiração estava tão forte e acelerada que dava até para ouvi-la. Essas alterações são produto da ansiedade! // - Vamos tentar de novo? Tudo bem? Vamos lá? Pronto? // - Tô pronto, paizinho! // Aquela situação de angústia só fazia era atiçar ainda mais o meu fogo. Meu sangue fervia. Meu coração estava quase saindo pela boca. Minha pressão arterial disparou! Pulsante, meu rabinho se fazia parecer a entrada de uma fornalha, onde a temperatura era escaldante, a qual calcinava todo o meu corpo! Desejos pululavam em minha pele como se ela fosse um campo minado. O seu Antenor reiniciou a enfiar sua soberba espada no meu pregueado buraquinho, lentamente, aproveitando ainda minha lubrificação natural. Entre escapadas (várias) e reiniciadas, foi um parto para entrar no meu sofrido a intumescida glande. Eu tinha a impressão de que aquela acromegalia devastaria o meu apavorado anelzinho, sinceramente. Queimava, queimava muito! As minhas pregas estavam aos prantos, suplicantes, inconsoláveis! // - Pronto, a cabeça já entrou! Agora é só empurrar! - disse tentando me alentar // E ele, então, colocou aquelas rudes e enormes mãos uma de cada lado do meu quadril, segurando-me firmemente para não me deixar escapar, e empurrou aquele corpulento lingote, através daquela vereda apertadíssima, vagarosamente, sem parar, até seu vasto saco encostar na minha delgada e pequenina bundinha. Eu me retorcia todo! Lágrimas vertiam do meu cuzinho por estar totalmente engatado nele, até as bolas, uma peroba dura, muito grossa e imensa, causando-me uma dor excruciante. Calei um soluço de resignação. Súplices, meus olhos se esmaeceram, lacrimosos. Doía, doía muito, mas (querem saber?) eu estava adorando! Nossa, que encanto! A sapiência do meu paizinho afirmara: "vai doer o necessário". Isso, teoricamente, é claro! Porém, eu retifico que ele estava, quase, certo: doeu, digamos, um pouquinho mais do que o necessário, entretanto era uma dor perfeitamente suportável. Mesmo assim, eu ululava, emitindo gemidos tristes e chorosos. Eu estava em transe ao sentir aquele caralhão petrificado alargar e invadir meu orifício virgem que impunha muita resistência, mas, com muito custo,... finalmente, entrou! Ufa!

Realmente me surpreendi ao aguentar por inteiro aquele verdadeiro caibro na minha frágil bundinha arrebitada, magrinha e lisinha. Agradeço a perícia e maestria do seu Antenor para eu não ficar traumatizado, afinal, meu anelzinho tinha tomado conhecimento de um porrete daquelas dimensões apenas por comentários, filmes e literatura. Detalhe: quando eu cagava grosso, bem grosso, seco e gostoso, a minha argolinha dilatava-se, aproximadamente, o mesmo calibre da tora do seu Antenor, e, aí, se o meu rabinho alargava-se naturalmente deixando aquelas delícias sair, logicamente havia de ter a mesma elasticidade ao deixar entrar outra delícia, sob determinadas condições, é claro! O diâmetro era praticamente o mesmo. Simples assim! Logo aprendi a mordiscar, que consiste em comprimir e relaxar o ânus. Tal movimento com o cuzinho recheado por um cacete colossal igual o do seu Antenor, é enlouquecedor para ambos! O meu paizinho deixou toda sua imponente tora agasalhada dentro do meu cu por alguns minutos, para eu me acostumar com o delicioso drama de ser enrabado. Só ficava pausadamente mexendo o inflado cacetaço e pedindo para eu rebolar e mordiscar gostoso. É difícil expressar em palavras a gama sensações por ambos experimentada! A seguir, começou um enlouquecedor vaivém, devagarzinho. O meu afogueado anelzinho moldou-se ao diâmetro daquela ignorância de pau, e quando o seu Antenor tirava quase todo seu caralhão do meu cu, ele dava novas cuspidas na parte dele que estava para fora e voltava a enterrá-lo, permitindo, com isso, que ele acelerasse o entra-e-sai em função da lubrificação extra.

- Isso, me come gostoso paizinho, vai! Fode com esse pintão delicioso esse cuzinho virgem que o senhor chupou gostoso! Fode paizinho, mete paizinho, soca paizinho... ai... ai... de-lí-cia...! Ai, que tesão mais gostoso...! Que tesão mais louco...! Ai, arranca o meu cabacinho, paizinho, vai... isso! Ooohhh... Dói... Dói mas eu gosto!!! Ai, paizinho, faz o que quiser comigo! Oooohhhh... uuuiii... aaaiii... que dor mais de-li-ci-o-sa!!! Ai, tá me arrombando! Ai, ai, ai, ai...! Eu quero sempre tomar no cu com o senhor, viu? Viu meu amor de paizinho? Eu queria que esse momento nunca acabasse, viu meu papai lindo? Ai, põe tudo... ai, põe tudo...! Ai, põe tudo, por favor! Põe todo esse pauzão no meu cuzinho cagado, por favor, paizinho, vai!? No-nossa, que tesão! Ai, ai, ai... que gostoso! Ai, eu não vou aguentar! Aaaaiiiiiii...! Como isso pode ser tão gostoso!!! Quer que eu... r-rebole? Ai, eu vou re-rebolar gos... gos-to-so! Ai, isso... arromba meu cuzinho, arromba, paizinho, vai! Me-te mais!... me-te ma... aaaiii... mais, paixão... me-mete vai!... mete mais m-meu macho gos-to-so, isso... vai! Fode o cuzinho do teu filhinho, vai, papai, isso!... oooohhhh...! Me chama de veadinho safado, me chama, vai!? Ai, eu sou teu putinho gostoso, tua putinha safada... Tá bom, hein, paizinho? Aaaaiiii... sei lá! Ai, eu sou o que o senhor quiser que eu seja! O importante é que o senhor não pare de me foder! Isso, come esse cuzinho que é só seu, é só... aaaiii... seu, paizinho, viu, escutou isso, hein? N-Não vo-vou dar a minha bundinha, o meu cuzinho, pra m-mais ninguém! J-Juro pro se-senhor, tá? O meu rabinho é propriedade sua. Pronto! Isso, coisa louca, atocha no meu rabo esse pauzão delicioso! Enterra, enterra mais, dono do meu cuzinho! Vai... vai... isso...! Ooooohhhh...! A-ai, que pinto duro! Ai, que pinto grosso! A-ai, que pinto grande! Nossa, que loucura! Nossa, que delícia! Eu não fazia ideia de que dar o cu fosse tão de... aaaaiiiiii.... de-delicioso! Juro! Juro! Ju... juro! Ai, tá machucandoooo...! Aaaaaaaiiiieeeee... Ai, machuca meu cuzinho, paizinho, machuca! Machuca com esse pauzão gos-to-so!!! En-enfia e-esse pauzão todo em mim... no meu cuzinho cagado, vai... ai... e-enfia... tu-tudo... vai... isso... m-machuca, vai... isso... isso... m-mete tudo!... Isso... vai... ma-machuca... isso... mete... mete... ai, ai, ai, que gos-toooooooo-so...! Ai, eu vou gritaaaaaar! Ai, não faz isso comigo, por favor, paizinho! Isso, isso, soca gostoso esse cacetão de jumento no meu cu, seu safado, vai! Meu safado gostoso! Delícia... Delícia... Isso, isso, loucura!!! Ai, eu não vou aguentaaaaarrr! Ai, que delíciaaaaaaa...! Ai, minha bunda! Ai, meu cuzinho! Mete, m-meu homem, mete minha vida, mete meu marido, mete meu dono, mete tudo vai, me come gostoso, meu papaizinho lindo, mete o ferro em mim, vai paizinho, mete, a-ai, isso, que delícia... ai, tá machucandooooo... aaai, seu bruto... meu bruto...! Nossa... que tesão! Nossa... que delíciaaaa...! Aaaaiiiiii, eu vou morrer de tanto tesão! Juro! Juro! Não dá! Não dá mais! Ai, aai, aaai, uui, uuui... Vai, isso, isso... ma-machuca mais, machuca mais o meu cu, isso, va-a.. vai, me arromba, vaaaiiiii, meu bruto, me-meu gostoso! Seu safado! Aiii, me-meu safado gostoso! Aaaaiiiiii... aaaaiiiiiieeee... oooohhhh...! - com a expressão crispada, murmurava, choramingava e gritava de olhos fechados e rebolando - Me dá umas palmadas na bunda, me dá paizinho, hein!? - implorei num fio de voz.

E o seu Antenor me dava muitas palmadas e me deixava com a bundinha vermelha. Para estimulá-lo ainda mais a me dar ardidos tapas na bunda, eu falava com inflexão infantil: - Ai, paizinho, eu fiz malcriação hoje! Eu mereço ser castigado, não mereço?... hein paizinho? Ai, papai, demora pra gozar, demora, vai, por favor! // Ele intensificava as palmadas tanto na frequência como na força. A cada palmada que levava, eu pedia mais! Era uma delícia aquela surra erótica! // - Bate, bate mais, paizinho! (Plaft!) Ai, (Plaft!) ai, (Plaft!) ai, (Plaft!) ai... isso, bate mais, (Plaft!) ai, (Plaft!) ai, bate ma-is, (Plaft!...) ai, meu macho gostoso! Eu sou totalmente sua, meu homem! (Plaft!...) Ai, ai, ai, ai... que gos-to-so... (Plaft!...) ai, ai, ai... que gostoso...! Eu sou tua criança! O senhor quer, hein, que eu seja a criança do papai? (Plaft!...) Ai, ai, ai... bate mais forte papai... (PLAFT!) aaaiiii... Nossa!. Mais forte... (PLAFT!) aaai, mais... (PLAFT!...) aaai, aaai... delicioso, meu papaizinho! Continua... vai... isso...! Bate na minha bundinha, vai... (PLAFT!...) Aaai, aaai, aaai... Isso... vai... mais forte, paizinho, vai... (PLAFT!) aaai, (PLAFT!) aaaiii, parece que eu vou morrer de tanto tesão! Continua! Não para mais!... minha paixão de paizinho! (PLAFT!...) Aaai, aaai, aaai...! // Os prazeres embaçavam-me o olhar, mas aguçavam-me a visão. Mas, infelizmente, meu pedido não fora atendido: logo ele inundou meu rabinho com a porra gostosa saída daquele avolumado pênis, urrando bastante:

- Uuuooohhhh...! Uuuooohhh...! Uuuoooohhhh...! Tô go-zan-do!!! Tô gozando no teu cuzinho, meu neném!!! Que cuzinho gostoso, filhinho!!! Tão apertadinho...! Tão macio...! Tão gos-to-so!!! Rebola essa delícia de bundinha, tão pequenininha, rebola, minha criança!!! Uuuooohhh...! Uuuoooohhhh...! Morde com o cuzinho, morde, filhinho!!! Morde o cacetão do papai, morde, meu anjo!!! Vai... isso... mais... mais... isso...rebola e morde... isso... isso meu tesãozinho... vai... vai... isso... ai que gostoso... ai, que de-lí-cia!!! Oooohhhhhhh...! Huh! Ohh! Uuuuoooohhhh...!

No ato do seu orgasmo, o meu paizinho abraçou-me fortemente pela cintura, puxou-me para si com energia chacoalhando-me sem parar, e suspendeu firmemente o meu corpo levantando meus pés do chão, dando-me pelo menos cinco poderosas estocadas, até violentas, nas quais me cortou a respiração por alguns instantes, virando-me e revirando-me os olhinhos, e me fez dar vários gemidos surdos, plangentes, melancólicos, numa sinfonia de lamúrias, enterrando-me totalmente a sua imensa vara, concomitantemente a fartos espirros de porra, lavando-me o rabo por dentro e deixando-me com afasia momentânea. Eu procurava onde me agarrar e senti cada um dos abundantes esguichos de sêmen dentro da minha afogada rosquinha, estes parecendo que chegavam à minha garganta! Fan-tás-ti-co! Esse inefável deleite, jamais esquecerei! Todos esses fatos citados juntos, foram demais pra mim: gozei, gozei muito, como jamais gozara na minha vida, punhetando-me ensandecidamente, exatamente sincronizado àquele oceano de porra injetado no meu rabinho pelo meu paizinho. // - Aaaaaiiiiii... Paizinhooooooo....!!! Não... dá... mais! Eu vou mo-morrer d-de tanto pra... p-pra-zer, ju... j-juro!!! Oooohhhh... Oooooohhhhh... T-Tá gos... gos-to-so de... de-ma-is! Adoro! A-A-do-ro! Aaaaiiiiii.... que te-são!!! - falava em tom alto, quiçá gritasse, rebolando descontroladamente, e com o meu cuzinho açoitando o bastão dele pois o mordia fortemente num ritmo espasmódico.

Após o grande derramamento do esperma cremoso do meu papai (principalmente!), e meu (uma reles fração do seu despejar), ainda com todo seu tronco deliciosamente atolado no meu cu, o seu Antenor gentilmente meneou-me a cabeça de lado até meus lábios ficarem acessíveis, e me aplicou um repentino e ardente beijo de língua, no qual eu pude sentir, na sua boca, o aroma picante e o sabor acre do produto da minha dejeção. Tonteado pelo prazer, desprevenido, eu estava terminando de rebolar, como, também, ao mesmo tempo, o meu latejante anelzinho ainda mordiscava gostoso seu grosso cacete. A princípio, eu me assustei com aquele beijo roubado por ser a primeira vez que beijara um homem! Ele aproveitou-se de mim, aquele bandido! Ahhhh... meu doce e saudoso bandido!

Porém, notando a avidez dele, sua enorme pressão que fazia com a língua (cujo movimento parecia os estalos de um chicote!) tentando abrir meus lábios que permaneciam fechados, fui me entregando, abrindo a boca, deixando-me invadir por aquela sôfrega língua (igual a uma serpente sinuosa e sedenta!), e correspondendo ao seu ardor. Passado o susto inicial, era por demais interessante sentir o odor e o gosto do próprio rejeito na boca de outra pessoa. No calor do momento, não me pareceu algo repulsivo. Era excitante (e muito!). Mas, enfim... Foi a primeira vez que beijei um macho, chupei um cacete e dei o cu, sinceramente! Foi um divisor de águas na minha vida! Meu, digamos, "avant-première". I-nes-que-cí-vel!!! Merecia um espocar de fogos, não?

Aaaahhh...! Aquelas encoxadas...! Aqueles fortes e demorados abraços por trás...! Naquelas circunstâncias eu rebolava muito, lenta e sensualmente, com a minha pequenina, empinada e sedenta bundinha e o meu cuzinho piscando enlouquecidamente, ambos espremidos deliciosamente contra aquele pulsante e enorme tarolo que quase lhe rasgava a calça (ainda estávamos com roupas e em pé), asfixiado por um ávido, babado, quente e embriagador beijo de língua que o meu paizinho me suplicava. Dava até para sentir a trama das latejantes e colossais veias entalhadas naquela imensa tora. Seu belo e reluzente caralho realmente abaloava sua calça com um volume inacreditável! Incrível mesmo! Poxa... estou morrendo de saudades daquela gostosura...! Que saudade...! Vocês nem imaginam!! Transcorrido não sei quanto tempo, com o olhar turvo envenenado pelo desejo, minha boca se afastava dos lábios do meu paizinho e vinha descendo lentamente pelo seu corpo, beijando, mordiscando e lambendo seu pescoço, mamilos, barriga, umbigo até chegar a região do púbis, com aquela elevação gigantesca que a calça impunimente proibia. Beijava-a muito e ia vagarosamente tirando seu cinto, descia o zíper, abria a braguilha, e continuava arriando sua calça deixando-a nos tornozelos. Então, concentrava-me na sua cueca, beijando-a, mordiscando-a e lambendo-a também por todo o imenso inchaço. A seguir, enfiava os polegares por dentro da cueca, um de cada lado da sua cintura, e ia abaixando-a e vendo pouco a pouco pular aquele saltitante e melado caralho de dimensões assombrosas. Eu ficava paralisado, sem fôlego, estupefato, salivando, a punhetar e admirar como era formoso aquele vibrante cacetão encravado de veias. Passado os instantes de pura inveja, febrilmente eu caía de boca naquele verdadeiro obelisco erótico, devagarzinho, chupando-o, sugando-o, mamando-o... Nossa! E como era doce!!! E como eu babava! E como era gostoso!!! E como eu babava...! E como era saboroso! E como eu... Ai... Que delícia!... que delícia!... que delícia...!!! Simultaneamente, meu delicado e fogoso buraquinho róseo-amendoado incontrolavelmente palpitava em estado famélico! Era demais... demais... demais...! Profundamente toca-me a nostalgia, quando nos encontrávamos em pé, nus, corpos juntos, a extrema delicadeza e ternura com que o meu paizinho acariciava minha bundinha arrebitada e meu cuzinho, ao mesmo tempo em que eu me atinha aos tenros cuidados manuais com aquela imensa maravilha que entre as pernas ele possuía, enquanto nós dois suspirávamos num intenso e demorado beijo de língua que trocávamos. Ai, ai...

Ele me comeu inúmeras vezes naquele terreno devoluto, e outras tantas na sua casa também. Nela, assim que entrávamos, eu já lhe lançava um olhar molhado, com um brilho malicioso e fervoroso, e arrebitava minha bundinha ainda mais. Havia um elo mental que nos conectava e, observando meu olhar de súplica, o seu Antenor já sabia o que eu estava ardentemente sugerindo. Então, em silêncio, ele sentava na cama ou no sofá ou na privada, e batendo com a mão na sua coxa dizia, com uma voz paternal: - Quando é que você cagou gostoso pela última vez? Hoje, ontem... quando? // - Hummm... ontem, pela manhã... - respondi. // - Como é que saiu? Grosso e seco? // - É... E grande também. // Ele começava a apalpar e apertar seu pauzão por cima da calça com uma mão, e com outra, acariciava meu rabinho que estava latejando por debaixo das roupas. // - Mas... muito grosso e muito grande, meu anjo? - continuou. // - Na verdade eu fiz dois troços... Um de mais ou menos uns vinte centímetros, o primeiro, e um outro menor, de aproximadamente dez centímetros. Mas todos muito grossos e bastante ressecados, do jeito que o senhor gosta papai! Eu gemi muito, suei muito e até me fez ficar com o rostinho todinho vermelhinho, deixando-me com o cuzinho bastante dolorido. Nossa...! // - É...? Coitadinha da minha criança. Que judiação! Me mostra aí com as mãos a grossura deles, mostra...? // - Grossos assim... ó... (eu fiz um círculo com os dedos mostrando-lhe um diâmetro de uns 6 a 7 centímetros, por aí.)! // O meu paizinho fez uma expressão de admiração e exclamou: - Poxa, grossos mesmo! Você pensou em mim quando estava fazendo, filhinho, hein, pensou? // - Claro que pensei, papai! Inclusive, quando estava passando o papel higiênico, imaginei como se fosse sua língua lambendo e chupando gostoso meu cuzinho cagado. // - Ahhhhh... gostoso! Hmmm hum... me promete uma coisa, meu anjo, hein? // - Claro papai! É só dizer! // - Todas as vezes que você for no banheiro, seja para o que for fazer lá, tomar banho, fazer xixi, etc, e, especialmente, fazer cocô gostoso, você pensa em mim? Pensa no que fizemos nos outros dias e estamos fazendo agora... tudo! Mas, um detalhe: é promessa para o resto da sua vida, hein? Pensa? Promete, minha criança? // - É claro que prometo, paizinho! Isso não precisava nem o senhor pedir. Olha, eu já venho fazendo isso, viu? Quer dizer, penso no senhor não só quando entro no banheiro, mas todo o tempo... É sério! Pode ficar sossegado, que eu vou cumprir a promessa por toda minha vida, papai (não foi promessa de momento, não!; sinceramente, eu estou cultivando-a até hoje, e irei cumpri-la "ad eternum"!).

Com um semblante leve e ânimo renovado, ele continuou: - Vem, vai, deita aqui (apontando para sua coxa). Eu sei o que você quer, filhinho. Pelo seu olhar pidão... Vem... Vem, que vou dar o que você quer, minha criança levada. Quer levar uns tapas no bumbum, não é? Você não me engana! Vai apanhar na bundinha gostosa seu safadinho (simultaneamente ele aumentava o ritmo e o vigor das palmadas na sua coxa)! Não é o que você quer, hein, meu anjo? // Respondi-lhe com ações: mais rápido do que imediatamente, eu abaixei minha calça, desci a cueca (deixando ambas nos tornozelos), levantei a camisa, e me deitei de bruços no colo dele com o traseirinho empinadinho, lisinho, sedento e agoniado pela vontade de começar logo a sessão de castigos. Ele começava numa cadência lenta, e ia aumentando aos poucos. Eu rebolava e o incentivava: - Mais forte e mais rápido, paizinho! Vai (Plaft!, Plaft!...) ai... isso... isso... bate na minha bundinha! (Plaft!, Plaft!) ai, (Plaft!, Plaft!...) ai, que de... delícia! Bate mais... bate mais forte... por favor, papai! (PLAFT!PLAFT!... ) Aaaiii... Isso... (PLAFT!) Aaaiii... No-Nossa! (PLAFT!) Aaaiii, (PLAFT!) aaaiii...! // Chegava a um ponto que as palmadas do meu homem, de tão fortes, pereciam chibatadas, provocava-me uma resposta muscular involuntária: a cada tapa, eu suspendia a cabeça e as pernas, crispando o rosto, rangendo os dentes e gemendo sem parar. De-li-ci-o-so!!! Após uns dez minutos de tempo real (porque o tempo emocional parecia séculos!) daquela verdadeira tortura erótica, surgia uma trama de equimoses violáceas na minha bundinha as quais ardiam, ardiam demais. Aplicava-me a surra intermitentemente, ou seja, dava-me uma série de nove ou dez fortes palmadas (PLAFT!, PLAFT!, PLAFT!...) depois parava, e sua língua percorria descendo pelo meu reguinho, lambendo-o e beijando-o, lentamente, até chegar ao meu cuzinho, no qual concentrava sua atenção cheirando fundo ("Huummmm (inspirava)... Ahhhhhh (expirava)... que cheirinho delicioso!" - dizia ele)), linguando e enfiando nele toda a própria; a seguir, repetia o mesmo processo. Era um prazer supremo!!!

Logo na sequencia, entre soluços e lamentos, eu manifestava a vontade de cagar, com uma voz melada que parecia poesia derramada: - Ai, paizinho, eu tô com vontade de fazer cocô gostoso! // Aliás, sempre que eu estava com o seu Antenor me dava essa vontade, por certo era por autossugestão a qual me provocava um reflexo condicionado. Fato esse que desencadeava no meu paizinho uma alegria incontida, com seu rosto iluminando-se exibindo um esfuziante sorriso de orelha a orelha. Com passos miúdos pela minha calça ainda arriada, e com a bundinha muito dolorida, encarnada e pegando fogo (rigorosamente!), andávamos em direção ao banheiro de mãos dadas e nos beijando (quando estávamos na sala ou no quarto, na maioria absoluta das vezes, o seu Antenor me carregava nos braços. Gracinha!!!). Lá, eu sentava no vaso sanitário, fazia força, muita força, e meu cuzinho começava a abrir expulsando aquele troço grosso, bem grosso e seco. Às vezes saia arranhando que até sangrava, tal sua espessura. Nessas vezes, eu gemia, suava, empolava as veias do pescoço, ficava vermelho, ofegante e esgotado aguentando sair aquele verdadeiro cagalhão de proporções indecentes, deixando-me com o cuzinho abrasado e em petição de miséria, mas (querem saber?), era uma gostosura! Entretanto, preocupava-me o que estava ainda por vir, e pensava: "Ai, meu cuzinho, tão doloridinho, tão sofridinho... Resista, tá bom, meu botãozinho, porque eu quero muito chegar até o final, seja lá quanto tempo demorar!"

Ao mesmo tempo, eu me deliciava chupando o magistral cacetão do seu Antenor que estava postado em pé na minha frente. Cagando e mamando! Simplesmente delicioso! Infligia uma sova de piroca ao meu próprio rosto, sensualmente batendo aquele saboroso mastro nele de um lado a outro, de cima a baixo, de baixo a cima, várias vezes, aos moldes de uma chibata, para, em seguida, aninhá-lo na minha boca sedenta. Fazia isso ciclicamente, deixando-me com o rosto ardendo e avermelhado. Delicioso! Depois que eu acabava de defecar, ele sentava na privada (sem dar a descarga e não antes de dar uma olhadela maravilhado para dentro dela) e eu vinha com o rabo empinado para ele chupar e deixar limpinho. Era indisfarçável o prazer que o meu paizinho sentia ao deleitar-se com o meu guloso besuntado por tão rara iguaria!

De vez em quando, ele girava meu corpo para chupar sofregamente meu membro; simultaneamente colocava a mão direita por entre as minhas pernas e enfiava-me o dedo médio todinho no rabinho (depois dois e às vezes três grossos dedos, preenchendo-me totalmente o buraquinho!), fazendo o movimento de vaivém; logo depois me virava novamente à posição inicial para continuar lambendo, beijando meu reguinho, e chupando e enfiando a língua toda dentro do meu cuzinho, passando a mão de novo por entre as minhas pernas para me punhetar. O meu paizinho alternava esses movimentos por longo, longo tempo. Ahhh... que de-lí-cia! Por vezes, o seu Antenor deitava-se de costas no chão encostado à privada e me pedia para subir sobre ela e ficar de cócoras, de modo a ter a oportunidade de ver o meu esfíncter pulsando e o meu sofrido anelzinho abrindo-se e dele saindo aqueles grossos e secos toletes de merda. Ele ficava batendo punheta de forma enlouquecedora e dizendo que tinha um prazer especial nisso.

- Filho, adoro te ver cagando! Eu tenho essa tara! Fazer o quê? E daí? Eu gosto! Adoro ver a merda grossa e seca saindo do teu cuzinho gostoso, literalmente! Saindo da tua bundinha tão magrinha... tão delicada... tão lisinha... tão jovenzinha... de menininha mesmo...! É um espetáculo de rara beleza! Você, filhinho, tem um corpinho tão meigo, gracioso, uma bundinha tão feminina, empinadinha, lisinha, uma graça... E um cuzinho tão... sei lá... doce, macio, aveludado, saboroso, muito saboroso, que faria inveja a maioria das garotinhas da sua idade, acredite!! Olhar pra você me inspira ternura...! E é tão bom, tão bom...! Tô falando isso com a maior sinceridade do mundo! Eu sou apaixonado pelo teu corpinho, pelo teu cheiro, pela tua boquinha, que dá vontade de não parar mais de beijar, pela tua bundinha, pelo teu cuzinho... e até pelo teu próspero caralho. Ele é tímido, ainda... Tudo bem. Mas tem totais perspectivas e potencial pra se tornar um belo cacete, sem dúvida nenhuma! Vai desabrochar e desenvolver mais ainda, viu, não se preocupe, tá? Tão retinho... Tão durinho... Tem uma grossura interessante. A cabeça que parece um moranguinho... E teu saquinho, então? Parece conter duas bolinhas de gude. É tão gracioso... Tão fofo...! Teus pentelhos são tão ralinhos, tão ralinhos... que quase não dá pra se ver. Olha... na realidade eu sou apaixonado por você inteirinho, tesãozinho da minha vida! Caga grosso e seco pro papai ver, vai, caga filhinho?... hein?... caga? Tá com vontadinha agora, tá, minha criança? Tá minha loucura? Caga gostoso pra depois o papai chupar esse cuzinho tão apertadinho, tão delicioso, tão mimoso! - dizia isso a suspirar, tropeçando em desejos na voz e com um brilho indescritível nos olhos.

Depois daquela sincera revelação (eu já desconfiava, é claro!), o pedido dele era uma ordem para mim. Eu cagava como se não houvesse amanhã! // - Aaaaahhhhh... Aaaaiiiiiiiiii... Paizinhoooooo...! Eu a-cho que n-não vou aguen... a-aguentar!!! Tá saindo g-grosso de... demais! Aaaiiiiiiii... Não d-dá....! Aaaiiiiii... Uuuuiiiiii.... Ooohhhhhh...! N-Não dá...! T-Tenha pe-pena... de m-mim, p-por favor! Tô ca-cagando tão gro.. grosso e se-seco como o s-senhor queria, hein?... hein... paizinhoooooo...? Não tô...? Heinnn???... Res... responde pro teu fi-filhinho, v-vai? - proferia em voz de lamúria, entrecortada, suando frio, gemendo muito, desesperado, sentindo a merda grossa, incrivelmente grossa e bastante ressecada me rasgar de dentro pra fora. // Masturbando-se como um desvairado, o meu papai não me respondia, pois estava em transe, com seu arregalado olhar vidrado no meu rabinho que estava fazendo as vezes de um garçom servindo-lhe aquilo que ele mais queria! Extenuado e aliviado, logo após eu terminar de despejar aquelas grossas delícias na privada as quais drenaram minhas forças, imediatamente o seu Antenor se levantava para me dar de mamar, atendendo meu louco apelo: - Ai, paizinho, vem me dar de mamar, vem! Estou louquinho para que o senhor preencha toda a minha boquinha com essa grande e grossa mamadeira de carne! Ai, eu quero leitinho...! Dá leitinho pro seu bebezinho, hein paizinho?... dá? Ai, eu quero e preciso tanto, tanto...! Faz esse favor pra mim, hein, papai, faz, hein? // Lambuzava-me todo com o sumo melífluo que vertia da cabeçona daquela volumosa guloseima. O tesão do seu Antenor era tão aflitivo, que às vezes nem chegava a gozar no meu buraquinho (somente na 1ª ejaculação, é claro!), porque me lavava o rosto e a boca com seu robusto caule espirrando abundantemente aquele fluido oleoso e delicioso, para depois desfalecer, arfando. Eu era um náufrago naquele mar de porra!

Ainda posso sentir o renitente e suave perfume e o encantador gosto agridoce do esperma segregado pelo seu Antenor. Sua inebriante fragrância parecia um "blend", um buquê dos mais selecionados vinhos! Nunca tive a capacidade e o volume de sêmen dele. Quando ejaculava, sua espessa trave jorrava em fartas golfadas e mais golfadas de esperma viscoso e salgado. Jorrava fertilidade! Parecia um chafariz de porra! Impressionante! Assemelhava-se a morango com chantili a sua desmedida glande toda recoberta com aquela calda cremosa que germinava sem parar e me encantava o paladar. Ficava fascinado olhando aquilo, com a boca cheia d'água, babando e suspirando de emoção! Com furor, eu bebia, bebia, daquele poço sem fundo, daquela fonte de esperma, mas parecia que nunca ia saturar a sede, insaciável, que me consumia a alma! Sede de porra, fresquinha, direto do produtor ao consumidor. Uma delícia! Olha, acho que eu era viciado na deliciosa porra do meu paizinho, e no seu magnético, largo e enorme cano, também! Ah, se o tempo voltasse...

Algumas vezes, eu saia da privada como um corisco e voava direto para fazer um saboroso 69 com ele deitado no chão (eu por cima): o seu Antenor sugando freneticamente o meu rabinho sujo e a minha piroca (antes me dava dedadas profundas que me levavam à insanidade), e eu, enquanto isso, dava o bote sugando alucinadamente sua deliciosa coluna com aquela maravilhosa e fascinante chapeleta vermelha que ele mantinha entre as pernas cuja qual me impressionara tanto. Nessas ocasiões, confidencio-lhes que minha língua sempre ia visitar o períneo dele, e, já que a dita cuja estava por ali mesmo, seguia alguns milímetros adiante, e também ia provar o peludo e suado cu do meu paizinho. Nós chegávamos a ter frêmitos de prazer! Sua enorme sucuri explorava fundo minha garganta, que vez por outra dava-me até ânsia de vômito. Passado algum tempo nessas chupações, eu guinava a cabeça para trás e observava quanto o meu paizinho estava concentrado e entretido lambendo, chupando, e enfiando a língua toda na minha rosquinha batizada, cioso em me levar ao êxtase. Pode-se dizer que era um brinquedinho lúdico para ele. Gracinha!

Outras vezes, eu volvia meu corpo para sentar gostoso na exagerada estaca dele. Eu abria minhas nádegas com uma mão, pincelava aquela cabeçorra no meu buraquinho com a outra, respirava fundo, tomava fôlego, centralizava e encostava a desmesurada ogiva daquele possante torpedo no meu temeroso e latejante rabinho, relaxava o máximo que podia, e ia forçando a entrada daquela rolaça, sentando compassadamente, lasseando o meu rabo, me contorcendo todo, cicatrizes apinhavam minha face, sentindo que aquele majestoso ferro em brasa estava me devassando e rasgando minhas entranhas, rompendo tudo o que vinha pela frente, ferindo as paredes interiores do meu ânus, apesar do processo estar mais do que azeitado pela intensidade da saliva do seu Antenor no meu cu, minha própria saliva derramada no seu aguilhão, e a baba que brotava e escorria por aquele pauzão, fora a minha lubrificação natural interna retal, é claro!

Não acabava mais de entrar tanta rola na minha bunda! Era inacreditável! Por fim, meu cuzinho engolia todinha aquela verdadeira manilha, até eu encostar minha bundinha arrebitada, magrinha e lisinha nos bagos dele, ao passo de eu sentir que esse movimento fora gostosamente amaciado pelos tufos de espessos pentelhos do púbis do meu paizinho, os quais me deram proteção afagando minhas nádegas como uma almofada. Para aplacar minha dor e intensificar meu prazer, eu meneava a cabeça para a frente e para trás, para um e outro lado, expressão crispada, rebolava, rebolava muito, cavalgando, sentindo aquele poste todo atolado a arrombar minha delicada rosquinha. Involuntariamente, meu dilatado rabinho (ali, naquele momento, é claro!), começou a morder fortemente o tronco do seu Antenor, de modo frenético, que estava arriscado a arrancá-lo, a decepá-lo, a canibalizá-lo! Meu guloso estava faminto por devorar vorazmente aquele imenso pedaço de carne que tanto prazer lhe trazia, mas cobrava seu preço. O meu paizinho parecia que tinha enlouquecido com aquilo, e suas estocadas tornaram-se mais rápidas tanto quanto mais fundas. Pregueado estava meu semblante, minha boca estava aberta, faltava-me a fala e o ar, parecendo que eu estava empalado. Sentia aquela truculência de cacete chegar à minha garganta, presumo. Incrível! Eu gania e lacrimejava de tanta volúpia! Mas era bom, era muito bom, era ótimo! Entretanto, transcorrido um período indeterminado, não tinha mais noção de quanto tempo fiquei sentado, rebolando e montado naquela pontiaguda cela, cavalgando entre desejos e prazeres, parecia-me infindos anos-luz. Eu experimentava um misto sentimentos confusos, incoerentes, díspares. Enquanto eu morria de vontade de continuar naquele êxtase, simultaneamente começou a me dar uma angústia crescente, uma agonia, uma vontade de acabar com aquele prazer extremado o qual perpetuamente durava, tanto é que disse em tom de súplica: - Ai, paizinhooooooo... eu não aguento maaaaais! Goza na minha bunda, goza no meu cuzinho, vai, por favor, por caridade! Goza gostoso em mim, goza, paizinho, hein, goza? // Meu comovente apelo teve o efeito desejado, não suportando mais tamanha excitação, o seu Antenor rebentava sua represa de esperma deixando-me com o cofrinho cheio (aliás, mais do que cheio, transbordando de leite e felicidade!), e rugindo muito alto. Recordar me faz estremecer de tesão, saudade e... tristeza! Aquele misto de prazer e dor era definitivamente delicioso!!!

Não era raro ele gozar na minha boca, em jorros tão fortes que eu até engasgava. De tanta porra que transbordava do seu indócil caralho que acabava escorrendo para fora da minha boca, mas, mesmo assim, eu conseguia engolir uma enorme quantidade daquela deliciosa seiva viscosa e salgadinha produzida por aquele fabuloso mastro, a qual descia pela minha garganta como se fosse o mais fino licor, ou uma energética vitamina. Era uma verdadeira enxurrada de esperma. Impressionante! // - Bebe... Bebe, minha criança! Bebe, bebe tudo, meu anjo! - dizia o meu paizinho. // Ahhhhh... Huhhmmm... Era saboroso demais! Envolvente e embriagador: o néctar dos deuses! Ato contínuo, eu sorria para ele com os lábios colando, e dois filetes de porra um de cada lado no canto deles escorrendo vagarosamente em direção ao meu queixo, e ali se encontrando. Era só alegria!

Passado algum tempo, ele me comia em todas as posições e em todos os cômodos da casa (banheiro, cozinha, quartos, sala...), tal era o fogo que o consumia. Dentre as quais, destaca-se uma prática em que a minha adoração era mais forte: o meu paizinho ficava em pé com seu cacete de jegue mamado longamente por mim que estava ajoelhado; a seguir, ele me pegava no colo de frente (tarefa facilitada porque eu era uma pluma) com suas mãos espalmadas uma de cada lado da minha bundinha dando sustentação ao meu peso pena, e eu abraçava o pescoço dele colocando minhas pernas em torno da sua cintura (ou seja: eu me agarrava e me pendurava nele!); naquela acrobática posição, ficava ao feitio para ele espetar sem piedade sua comprida e portentosa peroba no meu rabo. E ele a espetava, toda, ritmadamente, o meu delicioso algoz! Por conseguinte, eu emitia um solitário gemido, suave e profundo, seguido por longos e intermitentes murmúrios lamentosos, largando meu corpo contra o dele, parecendo que perdera as forças, mortificado. Como agradecimento a esse prazer sem-par, eu oferecia ao seu Antenor meus lábios para um ardente e demorado beijo, sussurrando-lhe, ao pé do ouvido, lânguido, febril, transbordando ternura: - Ai, paizinho, me beija, vai, eu tô louco pra sentir na minha boca o gosto da boca que chupou gostoso meu cuzinho, por tantas e tantas vezes! Enrosque sua língua na minha pra eu sentir o sabor e o aroma do meu rabinho sujo! Ai, papaizinho, faça do seu filhinho refém de um beijo de língua bem molhado, bem melecado, bem safado... tá? Tá bom, papai? // - Tua merda é gostosa, teu cu é delicioso, minha criança! // Dito com uma voz rouca e timbre de paixão, segredou-me este como último elogio antes de me fazer adentrar ao paraíso conduzido, simultaneamente, pela sua boca impaciente e pelo seu cacete megalítico.

Era uma verdadeira maratona sexual, um banquete dos sentidos, que terminava invariavelmente com a vigorosa haste dele derramando sua intensa e saborosa calda melada que fluía sem parar no meu potinho, ou borrifada por todo meu rosto, ou mesmo esguichada direto dentro da minha boquinha e garganta. Num ímpeto, o trêfego caralhão do seu Antenor primeiro lançava ao ar placas granulosas de sêmen, meio amareladas e grudentas, uma espécie de sopa grossa de esperma de consistência pastosa (parecia um gêiser de porra, impressionante!), depois sua densidade ia afinando aos poucos e fluindo moderadamente, mas continuava espessa.

Eu era adolescente, com todo o frescor e resistência da juventude, porém, muitas vezes voltava para casa totalmente extenuado e com o cuzinho muito dolorido, esfoladinho, gotejando porra e pegando fogo, mas em êxtase absoluto e felicidade total! Ahhh, seu Antenor, meu paizinho, que saudade...! Recordo-me que após uma sessão tórrida de sexo, certa vez nos encontrávamos no banheiro tomando uma ducha e eu estava ajoelhado chupando a grande viga dele (aquela chapeleta de cogumelo me enfeitiçava!), quando ele me falou: - Tira a boquinha, filho, que o papai vai mijar! // Instantaneamente em mim acendeu uma nova e excitante fantasia, e um flerte com a vontade de realizá-la urgia. Foi como combustão espontânea! Sem me mover, tirei a boca da grossa mangueira dele, segurei-a pela base, olhei para o seu Antenor e falei em tom impaciente: - Mija paizinho, vai... Mija na minha cara e na minha boca! Quero ver o senhor mijando gostoso na minha cara... Quero provar desse mijo delicioso! Mija papai, eu não aguento mais de expectativa, mija vai!... hein?

Num átimo, subitamente ele mijou, copiosamente, com um jato muito forte, encorpado, sob uma pressão incrível. Apesar de já estar esperando por aquilo, tive um sobressalto e me assustei com o imediatismo da ação. Manobrando o vergalhão dele pois o segurava, eu tentava controlar e dirigir a inundação com todo aquele ímpeto ao meu rosto por inteiro e, em particular, a minha boca. Parecia um daqueles esquetes de comédia pastelão, no qual uma mangueira de bombeiro descontrolada pela pressão da água, chicoteia e ensopa as pessoas que tentam segurá-la. Hilário! Acreditei que nunca mais iria parar com aquele verdadeiro dilúvio. Várias vezes me engasguei, perdi o fôlego e quase me afoguei, com toda aquela imensa e violenta enxurrada de unira. Impressionante! Após serenar o ânimo daquele inquieto caralho, ofegante, com o queixo pingando, eu lhe sorria com o rosto todinho encharcado de mijo. Foi uma autêntica, refrescante, borbulhante, salgadinha e quentinha ducha dourada! Em suma: adorei a experiência! A partir daí, desse fato, sempre que tomássemos banho para comemorar o final de uma sessão de sexo, resolvemos brindar com urolagnia, essa excitante prática a qual viria a se tornar recorrente.

No final, entorpecidos, com a água caindo sobre nossas cabeças arrefecendo nossos corpos em ebulição, tínhamos a impressão que tudo nos era permitido. Não experimentávamos nenhuma culpa, sinceramente. O seu Antenor me distinguia com a gentileza de carinhosamente chapinhar e enxaguar o seu reduto do prazer, qual seja, a minha arrebitada, magrinha e lisinha bundinha, com especial atenção ao meu sofrido precioso (ele o acarinhava lenta e ternamente), vítima de tantos prazeres, de ambos. Sensualmente ensaboando e enxaguando várias vezes aquele palpitante aríete, o qual era responsável pela satisfação das minhas mais excitantes e bizarras fantasias sexuais, inclusive rompendo o meu resistente cabaço (aliás, com todos os méritos!), eu o recompensava. Sincronizados a esses deliciosos acontecimentos, engolíamo-nos com um delicioso e demorado beijo de língua. Vou dizer mais o quê, era perfeito!

Não eram poucas as vezes, o seu Antenor intuindo que eu estava com dor no meu botãozinho castigado sem dó por ele (e para o meu prazer, é claro!), presenteava-me com a estrema delicadeza de, após o banho, conduzir-me ao quarto, pedir para eu deitar de bruços na cama sobre um travesseiro que ele colocava entre minha barriga e o lençol de modo a permitir que eu arrebitasse o bumbum o máximo que podia, abrindo bem as pernas, para ele enxugar com a toalha meu arrasado lolozinho com muita sensibilidade, massageando-o com muito carinho, e lhe aplicar uma pomada anestésica e cicatrizante (geladinha e reconfortante), e que, ao terminar de passá-la, dava um beijinho e um tapinha gostoso na minha bundinha, dizendo a sorrir: - Vai, minha criança... Tá pronto pra outra! // Eu o olhava com ar assustado, mas sorrindo com ternura e cumplicidade.

Durante os dias seguintes a esses acontecimentos, preocupado e sensível, ele sequer cogitava encher de carne o meu açoitado e surrado cuzinho que estava fora de combate. Repetia a atitude de passar pomada na minha dolorida argolinha até que ela sarasse, esperando que eu readquirisse a confiança e a segurança para voltar a fazer as estripulias sexuais com ele. Com base nisso, enquanto eu estava dodói, assistia televisão deitado de lado no sofá com o seu Antenor me abraçando deliciosamente por trás e me encoxando. O meu paizinho colocava o gigante duro para cima, rente ao seu corpo, em direção ao próprio umbigo, e o hospedava ao longo do meu reguinho, e assim ficávamos o período inteiro, nos esfregando, nos roçando, rindo, encoxadinhos, abraçadinhos, nos beijando, namorando... Sentia aquela anaconda, indomável, irrequieta, pipocar no meu sulco procurando algum buraco para lhe servir de toca. As vibrações molhadas da voz macia, quente, sensual e rouca do meu paizinho afagando minha nuca, confidenciando-me fantasias sexuais hilariantes e escandalizantes, sua boca com o hálito fervente a mordiscar minha orelha, e enfiando sua úmida língua de serpente dentro dela, arrepiavam-me e derretiam-me de prazer!

Daí, quando o fato de ficarmos nos friccionando durante algum tempo não fizesse aquela desmesurada baliza explodir em gozo no meu reguinho (o que era extremamente difícil, por vezes ele gozava mais de uma vez!), eu fazia uma saborosa chupetinha naquele colosso de pau até o seu Antenor esvaziar seu imenso reservatório de porra pegajosa nas mucosas internas da minha boca e da minha garganta. Incontinenti ele procurava meus lábios, sequioso, pois adorava sentir o gosto salgado do seu sêmen na minha boca. Às vezes eu nem conseguia beber todo seu cremoso leite, ele já me pegava desprevenido fazendo-me refém de um beijo desesperado. Realmente é uma gostosura ser engolido por um sôfrego beijo de língua estando com a boca abarrotada de porra chegando até a gotejar pelo meu queixo! Era uma lambuzação e uma melação só! Ai, como era suculento e... de-li-ci-o-so!!! Sua ejaculação era de um volume escorchante. Ficava difícil crer que aquele oceano de líquido era produto de um gozo só, ou somente de um cacete, apesar de este ser na dimensão hiper!

Ou, seguindo essa mesma toada, eu deslizava para fora do sofá ficando de joelhos no chão encostado no mesmo, alternando as ações de: ora beijando loucamente meu paizinho e ao mesmo tempo punhetando nervosamente seu imenso paio, ora caindo de boca no próprio, intercalando com os momentos em que eu dizia em tom de urgência e implorando (sem parar de masturbá-lo, rapidamente, é claro!): - Goza espirrando pra eu ver, goza paizinho, vai... ai... O teu filhinho adora ver o senhor esguichando aquela porra doce! Goza paizinho... vai, goza... por favor papai! Ai, eu preciso tanto, tanto...! Pra depois o teu filhinho beber, chupar e lamber aquela delícia melada toda! Eu adoro tomar banho de porra! // Quando eu falava isso, começava a sentir na minha mão que o estava ordenhando as vibrações vindas do âmago dele, fluindo dentro daquela volumosa sequoia, incendiada, crepitante, e, de súbito, irrompia o primeiro esguicho, alto, forte, escaldante e caudaloso (nesse exato momento, o seu Antenor fazia uma expressão e emitia um ruidoso gemido de alívio!), numa pressão descomunal, para depois cair, chuviscando! Chuviscava porra! Sensacional! Uma ma-ra-vi-lha!!! Parecia aquelas torres de petróleo quando davam o jorro inicial que se vê em filmes norte-americanos, seguido de uma saraivada de jatos menores que, junto com o primeiro, inundavam o sofá e o chão ao seu redor! Enfeitiçado, eu ficava efetivamente boquiaberto olhando aquilo!

Logo após, fazia da minha língua um rodo, chupando, lambendo e secando aquela imensa quantidade de porra (hummm... delícia!!!) ejaculada com opulência por aquele monumental e latejante caralho, esparramada por todos os locais que foram vítimas daquela avalancha de esperma (no seus pentelhos; no seu escroto; na sua barriga; no seu peito; nas suas pernas; (e pasmem!) no sofá; no chão; e na cabeçorra e no corpo intumescido do próprio, é claro!)), não deixando escapar uma única gota sequer, eficientemente. No seu Antenor, sobreveio uma letargia! Ele estava entorpecido, deitado no sofá, desfalecido, o braço esquerdo para fora deste, arfante, os olhos semicerrados e um semblante com um ar risonho ostentando completa satisfação. Suas pálpebras tinham todo o peso do mundo. Num esforço, com muito custo, às vezes soerguia a cabeça e tentava dizer algumas palavras desconexas, com voz pastosa, moribundo, mas logo a jazia novamente no sofá, o qual, aliás, era testemunha de várias excentricidades sexuais entre mim e ele. Olhando para o imenso e robusto canhão dele, o qual estava caído de lado, fumegante, combalido, fatigado pelo prazer oferecido a ambos, notei que ele ainda minava porra, em ralo e infindo filete. Inacreditável! Com a boca e o rosto gozados, ofegante, eu finalizava beijando carinhosa e demoradamente o meu paizinho. Subindo novamente no sofá e adotando a mesma posição de conchinha que fizera antes com ele, recaiu sobre mim uma sonolência inesperada, e nos abandonamos aos repousantes braços de Morfeu. Para mim, era só felicidade! Ai, ui, me deu agora uma coceira no cuzinho...! Ai, delícia! Nossa...!

Vez por outra, brincávamos de médico. - Tira a roupinha, meu anjo. // - Toda, paizinho? // - É lógico, minha criança, senão como o doutor vai te examinar, hein? - dizia-me sorrindo. // Despia-me demorada e eroticamente, só olhando para a expressão dele. // - Pronto, doutor! Assim está bom? // Eu ficava de um jeito deixando meu traseirinho empinado mais do que o normal, só pra provocar, porque entendia que ele era vidrado nele. Sentia minha bundinha fritar pelo seu olhar abrasador, direcionado, escorrendo desejos. Ahhhh...! Nossa! // - Vamos começar o exame, tá bom? Bom... Dói aqui? E aqui, dói?... // O meu "doutor" começava a apalpar e apertar meu corpo todo, seguido de beijinhos e lambidas, notadamente no meu cacetinho, o qual, após isso, ele chupava de maneira encantadora, e no meu reguinho, que ele cheirava muito, beijava e lambia descendo até encontrar meu piscante cuzinho, no qual ficava enfiando totalmente a língua, ardentemente. // - Ahhhf... Hummm... Delicioso...! Falar que seu cuzinho é maravilhoso, é chover no molhado, minha criança! Ele é mais que maravilhoso, mais que saboroso... Doce, muito doce... E o cheirinho então... Ahhhh...! Esse suave cheirinho de cocô sutilmente impregnado na tua rosquinha, nas tuas preguinhas... Ishhhh.. Ahhhh... Isso é gostoso demais, demais, demais...! Esse leve aroma da tua merda deliciosa bem lá no fundo do teu cuzinho, me embriaga, me entontece, me deixa louco...! É tão... tão... Sei lá! Deixa pra lá, meu neném! - falava com a boca encharcada de saliva e os olhos lacrimosos. // Depois de um tempo, o meu doutor deu o diagnóstico: - Bom... Não é nada, felizmente! Você é muito jovem, nem desabrochou ainda... Está vendendo saúde. Mas, em todo caso, pra garantir, eu vou lhe passar uma dieta que compreende em você tomar leitinho viscoso várias vezes ao dia, via oral e anal. É um leitinho especial. Você gosta desse tipo de leitinho, não gosta, meu anjo, hein? // - É lógico que gosto, papai! Adoro! // - Olha, essa dieta tem que ser cumprida à risca, não pode falhar nenhum dia, hein? Entende isso? // - Entendo. Pode deixar. // - A primeira aplicação vai ser feita agora, tá certo? // - Tá certo, doutor! // - Fica de quatro aí no sofá, minha criança, fica. // Fazia do jeito que ele pediu, com as mãos e o rosto apoiados no encosto, e o rabinho bem aberto latejante de expectativa de que alguma coisa imensa o invadisse.

Sob ansiedade, o meu paizinho ficava balançando a altiva e reluzente berinjela. A espera estava me queimando! // - Nossa! Que seringa grande e grossa! Que enorme! Ai, não vai doer, não? Meu cuzinho é muito apertadinho, o senhor sabe! Ai, tô com medinho, doutor! // - Aaaahhhh, você falando assim me corta o coração, sinceramente. Não, não vai doer nada, meu anjo. Eu vou espetar devagarzinho, tá bom? // Começou por me esquentar a bundinha com uma série de palmadas. // - Gosta? Hehe... Eu sei que você gosta, filhinho! - disse de um jeito sacana e sorrindo. // Eu não falava nada, apenas gemia. A cada tapa, ele aumentava o ritmo e a força. // - Ai, isso, paizinho! Ui, tá gostoso, ui, tá gostoso... Ai, que delícia... Aaaiii, que delícia...! Isso... assim... Ai, que coisa mais louca! Mais, mais... por favor... isso... Me chama de veadinho safado, chama... por favor, hein, me chama papai...? // Ato sequencial, besuntou com umas cuspidas o meu chamuscado rabo, e outras no seu pé de mesa, ainda com o próprio pincelava para espalhar a farta gosma e ao mesmo tempo forçava a entrada na minha rosquinha o que provocava eu me contorcer todo, gemer muito e franzir o rosto. Porém, seu caralho, trincando de tão duro, era demasiadamente rombudo para penetrar num cuzinho tão mimoso, tão apertadinho, com as delicadas preguinhas todas no lugar, de um garotinho magrinho, franzino, que acabara de completar quinze aninhos, com aparência de doze! Não importava quão relaxado eu estava, quantas cusparadas ele dava, a habilidade e experiência dele nesse tipo de assunto, a tora não entrava. A cabeçona acabava escorregando pelo rego. Não tinha jeito. Aliás, não era assim, não! O que tá pensando? Só chegar e já vai entrando. Não! Meu rabinho resistia bravamente. Era um sofrimento... delicioso, aliás! O meu "doutor", então, reiniciava, reiniciava, reiniciava... Fazer o quê! Desistir? Essa ideia jamais passou pela nossa cabeça!

Um intervalo de tempo se passou que me pareceu eterno, ele tanto fez, tanto forçou, sob uma cascata de suor de ambos, que conseguiu abrir meu furinho até fazê-lo envolver a chapeleta toda (ufa!), e aquele paio de dimensões extravagantes o meu paizinho foi entalando sem dó no meu insaciável, temeroso e inexperiente cuzinho, e foi entrado, entrando, sem querer saber de nada, instalando-se com toda a pompa e circunstância no meu buraquinho, como se tivesse munido de liminar de reintegração de posse, entremeado por alguns suaves peidinhos de ansiedade e de boas vindas no processo. Por fim, o seu êmbolo foi total e definivamente engolido pelo meu sorvedouro! Ai, ui, que delícia! Mesmo ele enterrando delicadamente, eu tinha a sensação de como se estivesse com um poste sendo cravado no meu cu, rasgando minhas pregas. // - Aaaaaaaiiiii...!!! Aaaaaaaaiiii...!!! Ai, peraí doutor! Assim não brinco mais, viu? Ui, tá doendo muito! Tá machucando...! Ai, nossa...! O senhor quer brincar de médico e sempre vem com essa seringa gigante pra enfiar no bumbum da gente! Safado! Doutor safado! Ai, que saber, eu estou adorando! Continua paizinho. Dane-se! Meu safado preferido! Ai, ai, ai, ai, ai... gostoso... ai, ai, aieeee...! Mais... Mete mais...! Soca mais, meu homem! Soca mais, meu macho! So-soca, seu safado, vai, vai... isso, vai... assim...! Aaaaaaaaiiii..! Que d-dor... ma-mais deliciosa! Me come, me fode, me arromba, vai, assim, a-assim, isso, me come gostoso, anda seu safado, mete essa pirocona no meu rabo, aaaiii... paizinhooooooo!!! // Ele me comia com fome, fome de lenhador! Fazia arruaça na minha bundinha, bandido! // - Aiiiiiiieeeee, gostoooooso!!! // Logo meu doutor parou de suspirar de tesão e passou a urrar feito um animal ferido, atolando até as bolas e espirrando inúmeros centímetros cúbicos de vitamina leitosa dentro do meu rabo, esvaziando seu seringão. Em tempo: é extremamente prazeroso ter o cuzinho completamente preenchido por um salame grande e grosso. Quem nunca teve essa experiência, ainda está em tempo, hein?

Alucinado, falando coisas desconexas, o meu paizinho ficava estocando fortemente aquele caralhão dentro do meu rabinho parecendo que queria enterrar suas bolas, saco, tudo nele, ou ele próprio tentaria se introduzir pelo meu cuzinho adentro. Nossa! E não parava. Era uma dureza. A cada estocada, levantava meus joelhos do assento do sofá, e, ação contínua, ele me dava robustas palmadas nas maçãs das nádegas, alternadamente, ou seja: uma estocada, uma palmada de um lado da bunda; outra estocada, uma palmada do outro lado, e assim foi, parecendo que ele não pararia nunca. Arroxeado já estava ficando meu bumbum. Com o rosto crispado pela dor, um gemido lamentoso, gutural, eu balbuciava cada vez que o seu Antenor me castigava a bundinha e me fustigava a argolinha com seu ferro em brasa. Instintivamente, eu rebolava em meu suplício, para tentar dissipar a ardência dos tapas. Não sei! Sei lá! Porém, continuava doendo, machucando muito, mesmo comigo tentando essa manobra para amenizar a doce tortura. Não dava mais pra suportar. Era demais. Incrível! // - Aaaaiiiieeeeee...! Ca-Cal... ma paizinho!!! Ô! Ai! Tá doidinho, querido! No-Nossa! O seu pauzão já entrou todo dentro de mim, até o talo, já me arrombou todo, não tem mais nada pra entrar. Não adianta forçar. Calma, papai! Já to sentindo seu saco bater, bater, bater contra minha bunda! Vai com calma, por favor! - dizia com os olhos cheios de ternura e lágrimas. // Eu tinha a sensação que seu tronco havia rompido e atravessado meus intestinos delgado e grosso, meu estômago, e seguia se projetando, avançando, desgovernado, até minha garganta, pois só assim eu poderia explicar a abismal profundidade da penetração que sentia. Era inacreditável! Sem demora, com o meu doutorzinho contendo um pouco a empolgação, ele retirava aquele volumoso e cabeçudo mastro do meu ardido e judiado rabinho, e eu, sentando novamente no sofá (nós estávamos ofegantes e lavados de suor), dava oportunidade à minha boquinha de se banquetear de modo ávido com a tora descomunal dele, pulsante, toda melada, gosmenta, pingando porra, levemente salpicada de merda na cabeçona, com paladar e aroma de cu (do meu cuzinho gostoso, aliás!). Eu estava efetivamente extasiado! Deslizava a língua por todo aquele lustroso cacetão, várias vezes (incluindo com suas grandes e pesadas bolas!), e o chupava (lamb, lamb, lamb... hummmm... lamb, lamb...), lambia e sugava com fervor e emoção, gulosamente, impacientemente, desesperadamente...! Delicioso! Delicioso! Delicioso...! Nossa! De supetão, interrompendo o suculento boquete, o meu paizinho emaranhava sua língua na minha, sofregamente, igual a duas sinuosas serpentes entrelaçadas, proporcionando a ambos nos refestelar com mil sabores babados e prazeres lambuzados! Era sen-sa-ci-o-nal!!!

Confesso que de vez em quando eu usava lingerie feminina (calcinha bem cavadinha de renda e com babados; baby-doll; camisolinha bem curtinha, etc.), para ficar mais "gostosinha" para ele. O meu paizinho adorava também que eu me vestisse como uma "garotinha colegial", usando sainha plissada xadrez (bem curtinha (minissaia), aparecendo a calcinha)), blusinha branca, que ele pedia para eu amarrar na altura da barriguinha e, detalhe, deixando o umbiguinho à mostra, meia 3/4, etc. O seu Antenor era quem comprava esses artigos. Ele dizia amar de paixão a minha jovenzinha, magrinha, lisinha, e arrebitada bundinha. Já eu me sentia a própria garotinha sapeca, menininha safada, mulherzinha vadia dele! Quando ele queria, eu vestia as roupinhas e até desfilava de salto alto. Simultaneamente, ele ficava estirado em uma poltrona, lânguido, seus lábios espumavam, alisando seu luzidio madeiro a me deitar sedosos e incisivos olhares cobiçosos, derramando labaredas e vontades, só observando o meu desempenho. Dançando e retorcendo meus quadris sensualmente, realçava minha bundinha empinando-a mais ainda, pois sabia que ele a adorava, esfregando-a, provocante e convidativa, no seu rosto. Nessas situações, ruidosas e profundas fungadas ele dava encostando o nariz no meu rabinho, absorvendo todo o doce cheirinho do meu ânus como também o suave perfume da minha bundinha por inteiro, seguidas de sonoras expulsões de ar dos seus pulmões; ato contínuo, meu paizinho afastava minha calcinha com a língua, e a embrenhava como se fosse uma sinuosa serpente, úmida e sedenta, pelo meu cuzinho adentro. Era tão... tão... que sei lá! O prazer era imenso e intenso, que me enchia os olhos de lágrimas e me incandescia a mente com mil desejos. Eu saltitava, igual a uma libélula esvoaçante; flutuava, igual ao Peter Pan! Eu era "vaporosa"! De soslaio, espreitava que o desejo lhe escorria pelos olhos os quais brilhavam profusamente. O meu papai sabia onde habitava seu prazer! A propósito, eu gostava das performances que fazia (sobretudo o seu Antenor, é claro!). Ahhh, que torturante saudade...!

Havia ocasiões em que o seu Antenor me pegava na posição de frango assado. Para mim, era um martírio de prazer! Ele pedia para eu deitar na cama de barriga para cima, abrir, levantar e trazer as pernas em direção aos meus ombros o máximo que podia. Depois, vinha por cima de mim, colocava os braços por atrás dos meus joelhos e apoiava-os na cama, um de cada lado do meu corpo, deixando-me efetivamente preso, imóvel e indefeso. Eu ficava com o cuzinho totalmente exposto, arreganhado e frenético de expectativa. A seguir, sem segurá-lo, ele ficava rastreando com o majestoso pênis em riste a sondar para sentir aonde se encontrava minha diminuta e amedrontada rodelinha. Pela pista química, tateando, em segundos a localizava. Na sequência, o seu Antenor acomodava sua grossa ripa no meu vale róseo-acastanhado, posicionava o seu bate-estacas (aí, nesse exato momento, meu rabinho, assombrado, começava a piscar espasmodicamente!) e iniciava a perfurar, marretar de cima para baixo, cravar fundo, enterrando, fincando, atolando todo seu obelisco no meu rabo, arrombando-me, porém, com vagar. A cada estocada que ele dava, lágrimas brotavam e escorriam pelos cantos dos meus olhos. Chegava um momento que eu não suportava mais tanto tormento, e chorava e soluçava feito criança com aquela imolação! A dor era lancinante! Mas aquele choro era de castigo ou prazer? Não sei. Acho que dos dois, certamente!

Minha percepção do tempo estava comprometida! Para mim, passou-se séculos para ele terminar de espetar todo aquele monumento ereto dentro de mim. Urgia uma conclusão! Calafrios percorriam-me o corpo todo. Até que, finalmente, o meu ralo conseguiu sugar por inteiro o megacacete do seu Antenor. Eu não conseguia nem gemer! De mim, só se ouviam murmúrios abafados, guturais, angustiosos, porque meus lábios estavam reféns do delicioso e molhado beijo que ele me dava. Sensível, ele fazia o entra-e-sai suave e cadenciado na minha cova. Quando puxava para cima seu enorme músculo, parecia que arrancaria o tampão do meu cu fora, vindo abraçado no próprio! O meu esfíncter estava com a sua capacidade máxima de elasticidade ao contornar a incrível circunferência da chapeleta hipertrofiada além do corpo daquela gigantesca ferramenta. Igual a cílios, simétricas pregas emolduravam o olho do meu cu que berrava, porque estas estavam totalmente distendidas e alisadas pelo fantástico diâmetro daquilo que usurpava meu buraquinho de fazer cocô gostoso. Suando frio, eu delirava que prazer e dor! Tive até episódios de ficar atônito, atordoado, confuso... Neles, por poucos segundos, acredito que desmaiei de êxtase. Entrei em transe, não sabia mais o que era realidade ou fantasia. Tinha a impressão que aquela coisa mastodôntica havia me transfixado, atravessado a cama, e estava roçando no assoalho da casa, tal a intensa e profunda penetração que sentia. Era arrasador, e, por que não dizer, deslumbrante!

Até que, aos berros do meu gostoso paizinho, vinha a sobeja erupção daquele verdadeiro vulcão vomitando magma fervente, o qual transbordava, e muito, o meu frágil e devastado anelzinho, descia pelo meu reguinho e empoçava na cama. Olha, era algo espantoso! Logo após esse delicioso sofrimento, pedindo passagem às minhas lágrimas, os lábios do seu Antenor vinham visitar os meus num carinhoso beijo de consolação, abraçando-me ternamente e dizendo em tom sereno: - Pronto... Pronto, minha criança... Já passou! Me desculpe por ter me empolgado, tá bom? Você está chateado comigo? // Abatido, por mímica eu disse que não. // Ele prosseguia: - Posso fazer com você novamente essa posição... num outro dia, é claro? // Sem falar nada, eu acendia com a cabeça, e sorri, timidamente, entrecortado de soluços e abaixando o olhar. // E concluiu: - Calma... olha, eu vou passar aquela pomadinha em você, tá bom? Ela é refrescante... Você vai se sentir bem melhor, tá? // Sobrevivente daquele voluptuoso suplício, encontrava-me desconsolado por estar sentindo muita dor (o meu rabicó estava em carne viva, queimando!), eu respondi: - Tá bom papai... // E assim foi: ele me passou a pomada, e eu me senti um pouco mais animado, reconfortado e bastante revitalizado.

E quando ele apareceu com um pote de cerejas em caldas nas mãos, então. Eu fiquei intrigado: o que ele faria com elas? Sem falar nada, pegou-me pela mão e fomos para o quarto. Os dois nus e ele balançando aquela coisa descomunal ao andar. O meu paizinho deitou na cama de barriga para cima e falou para eu sentar sobre o rosto dele, quase encostado no próprio. Antevendo o que viria a acontecer (e que depois se confirmou, prazerosamente!), o meu buraquinho piscava de ansiedade, e com meus olhos, ladinos, vidrados no pote de cerejas, perseguindo-o com implacável precisão. Com calda, primeiro ele besuntou minha rosquinha (lambendo-a, chupando-a e invadindo com toda sua nervosa língua várias vezes dentro dela na sequencia), após, enfiou uma cereja no meu rabo e pediu para eu expulsá-la de volta na sua boca. Eu peguei logo o jeito. Repetíamos esse adorável processo mecânico de uma cereja por vez: ele a enfiava no meu cuzinho e eu a expelia em retorno na boca dele, até terminar o pote! Isso era delicioso demais para ambos! O meu paizinho mastigava as cerejas numa cadência sutilmente voraz, saboreando, parecendo que eram guarnição do manjar dos deuses! Notava nele um ar etéreo, saciado! Sensacional! A partir daí, assiduamente, tornou-se rotina o meu rabinho servir a ele quitutes dessa mesma fruta, com variações para morangos com chantili, uvas, ameixas em calda (preta e vermelha)...

Como "grand finale", há uns seis meses antes do nosso relacionamento terminar, meu paizinho trouxe uma bandeja da cozinha, uma espécie de travessa grande de aço inox. Eu ficara olhando, curioso, sem dizer nada, e pensara: "O que ele vai fazer com isso. Uma bandeja?!?" Minha dúvida logo foi solucionada; na sequencia, deitou-se de barriga para cima no chão, nu, com o imenso salsichão em riste, colocou a travessa sobre o próprio peito, e disse-me: - Vem cá tesãozinho, faça cocô gostoso aí em cima (com os olhos e a cabeça apontou-me à travessa), meu anjo! É um jeito de eu ver melhor o seu cuzindo abrir e sair os troços grossos gostosos que eu tanto espero! Faz isso por mim, hein, faz, minha criança? // Eu estava espantado com a criatividade dele. Mas, já que meu papai queria... Ele sentia verdadeira adoração pela coprolagnia (aliás, a bem da verdade, eu herdei esse prazer dele também!). Então, colocando os pés um de cada lado dos seus ombros, agachava-me e posicionava-me de cócoras há uns quinze ou vinte centímetros sobre a bandeja, meio curvado para a frente e de costas para ele (assim teria um visão privilegiada do meu esfíncter abrindo e fechando), e fazia força, fazia força, e nada de conseguir abrir meu cuzinho e deixar sair aqueles grossos cagalhões ressecados e gostosos. Sentia que estavam empedrados. Suava, gemia, franzia o rosto, choramingava, e nada! Aquele empenho me esgotava. Ficava muito ofegante. Era desgastante. Ele, vendo meu esforço, minha angústia, punhetava-se amalucadamente. Às vezes, quase saia o rebento, mas o troço refugava. Já estava disposto a desistir e tentar mais tarde, sei lá! // - Calma! Você está muito ansioso. Eta juventude ansiosa! - dizia ele, e concluía: - Relaxa! Calma! Se concentre, tá bom? Tome fôlego. Isso... Respire... Assim... Respire profundamente. Assim... Assim... Isso minha criança. Preparado? Vou contar até três, hein? Tá certo? Um... dois... três... Então vai lá!... Faz força... vai... vai... isso meu anjo... tá quase saindo... vai...! // No ínterim, ele pediu para eu chegar com minha bundinha um pouco para trás e ficou lambendo e enfiando a língua profundamente no meu rabinho. Era uma delícia de morrer! Então, meu cuzinho finalmente começou a lassear o máximo que podia para deixar passar aquele poste grosso e seco que saiu me dilacerando o rabo e empurrando a língua dele! // - Aaaaiiiiii! Aaaaiiiii...! N-não d-dá!!! - gemia agoniado entre lágrimas. // Calma, minha criança! Não desiste, hein? Continue fazendo força. Isso... isso meu anjo! Tá saindo! Tá saindo! Aleluia! Nossa! Que grosso! Que grosso! Que delícia! - espantava-se ele. // Logo meu paizinho me fez voltar com o cuzinho sobre a travessa para depositar nela aquelas delícias. // - Uohhhhhhh...!!! Oooohhhhhh...!!! – eu gemia aliviado pois estava parindo. // E o meu paizinho continuava falando: - Ai, filhinho, que delíciaaaa... que gostooooso! Nossa...! Nunca tinha visto você cagar por esse ângulo. Tá demais! Sensacional! Maravilhoso! Tá saindo incrivelmente grosso e seco minha criança...! Que delícia! Nossa! Que grosso meu anjo...! Isso... isso... que delícia... que tesão! // - Ã-hã...! Tô fa... fa-zen-do co... co-mo o s-senhor gos... ta? H-he-in tô? - dizia desesperado sentindo aquele cagalhão estraçalhar minhas pregas e meu cuzinho. // - É lógico que tá, meu anjo! Caga... caga mais um pouquinho só, vai? Você consegue? É um espetáculo inesquecível! Caga tudo... tudo o que tem direito, minha criança! Hummmm...! Chega a me dar água na boca! Eu acho que vou desmaiar de tesão! Juro...! Juro...! - exclamava delirando e acelerando na punheta a qual iniciou a fazer um som estranho, meio molhado. // Ele começou, também, a dar uma espécie de gemido ininterrupto.

Após finalizar o meu sofrido, extenuante e delicioso descarrego, o meu papai retirava a travessa do seu peito repleta com meus grossos e secos rejeitos colocando-a no chão, e imediatamente pedia para eu chegar a bundinha um pouquinho para trás e quase sentar no rosto dele, de modo a que ele pudesse se deliciar lambendo, chupando e enfiando a língua no meu ardido e dolorido cuzinho cagado, o qual estava ainda pulsando pelo hercúleo esforço feito. E eu, ao mesmo tempo, me divertia punhetando e chupando o paio do meu paizinho que babava sem parar. Notei, entretanto, que, inadvertida e involuntariamente, eu havia dado uma bela mijada gostosa sobre sua barriga, escorrendo para os seus pentelhos, depois seu saco e gotejando no chão. Deve ter sido quando eu fiz o esforço gigantesco que quase me dilacerou o rabinho para deixar passar aquela manilha. A seguir, quando ele acabava de linguar meu cuzinho deixando-o asseado, eu girava meu corpo sobre o dele para lhe dar um apaixonado beijo de língua, sentindo o sabor picante e o excitante aroma do meu cocô na sua boca, como também, atendendo aos urgentes reclamos do meu salivado rabinho que gritava e piscava de vontade de sentar e enterrar nele todo aquele gigantesco nabo. // - Ai, paizinho, eu quero tudo! Dá, pra mim, todo esse pintão gostoso? Dá, hein? Mete esse pauzão todinho em mim, mete! Ai, eu quero sentar e sentir esse cacetão me rasgando gostoso! Ai, não pode ser... tão delicioso assim! // Eu ficava rebolando e roçando meu botãozinho naquele salsichão, e acrescentava: - Quer saber: ai, eu sou viciado nesse pauzão! Pronto! Mete vai! Ai, machuca, vai! Machuca meu cuzinho, papaizinho, vai! Ai, que loucura... que loucura...! - dizia consumido por uma febre que me queimava o corpo e a alma. // E sentei, enfim, naquele tronco desbragadamente, mas com muito tato, contorcendo-me todo, para o meu psicodélico prazer e a ruína das minhas pregas!!! De olhos fechados, expressão crispada pela dor deliciosa, eu embarcara numa viagem alucinante, cavalgando, rebolando e sentindo toda aquela piroca animalesca a devastar minha delicada argolinha. Pelo tremer, sacolejar, gemer e falar desesperado do meu paizinho, eu sabia quando ele estava despejando o seu rio de esperma dentro do meu rabinho, então, esperava as primeiras duas ou três golfadas e saia rapidamente de cima dele substituindo meu cuzinho pela minha boca, local onde ele dava os últimos espirros daquele néctar salgado e cremoso. Um pouco daquela maravilha descia pela minha garganta, mas a maior parte dela eu guardava para o lambuzado beijo de língua que trocávamos a seguir, no qual mutuamente sentíamos a consistência condimentada e viscosa do seu sêmen junto com o paladar agridoce do meu cocô, sendo que, este último, ficou na minha boca quando eu a substituí pelo meu cuzinho para receber os derradeiros jatos de porra, visto que o cacete dele estava atolado na minha rosquinha cagada. Enfim, era mais do que de-li-ci-o-so!!! Era sabe... Um prazer intraduzível em palavras!

O seu Antenor foi o meu primeiro homem; aquele que tirou a minha virgindade anal; o responsável por "roubar" o primeiro beijo que dei numa pessoa do mesmo sexo; dele foi o primeiro cacete que chupei (aliás, cacetão!); a primeira vez que eu bebi porra foi a dele (delícia!); meu cuzinho jamais esquecerá da primeira ejaculada que recebeu dentro dele (adivinhem de quem foi tal façanha?); o primeiro que mijou dentro da minha boca foi ele (saboroso demais!); por quem eu fui refém dos seus caprichos, prisioneiro dos seus desejos, vítima das suas vontades, e... Ufa! Por todo esse pioneirismo, ele foi, é, e sempre será singular para mim e terá um cantinho especial e eterno na minha emoção! Na intimidade com meu paizinho, eu me descobri um ardente veadinho neófito, muito jovenzinho, de olhos assustados, desamparado, inexperiente, sensível, magrinho, frágil, levezinho, pele lisinha (só tinha alguns esparsos, fraquinhos e ralos pelinhos no púbis (muito poucos mesmo!)), bundinha empinada e tentadora, e um cuzinho doce, quentinho, constritor, acolhedor e aconchegante...! Um verdadeiro

Bambi!

Em síntese: recebi a esclarecedora vacina do seu Antenor (e que seringão!), contra o meu reacionário ineditismo homoafetivo e homoerótico, até então! Este relato é um modo de, digamos, oferecer a ele um singelo tributo, e uma forma de agradecimento a tudo de agradável e instrutivo que nossa amizade me proporcionou! Sem falsa modéstia, eu acredito que fui importante para ele também. Simplesmente não consigo expressar o inigualável prazer que senti com as inúmeras práticas sexuais que fiz com o seu Antenor, as quais me conduziram ao pináculo da volúpia! Dava-nos o ensejo disso. Ele foi meu mentor. Pacientemente, meu paizinho foi didático e pedagógico. Um amor! Pervertidos desejos? Depravados prazeres? Muitos diriam! Não importa! O que importa, realmente, é que eu e ele fizemos o que deveria ser feito, sem culpas ou crises de consciência, independente do que a suposta, demagógica e reacionária moral sexual determina, palanque dos falsos arautos e profetas da ética, dos pseudo-paladinos e bastiões dos bons costumes, da farsa dos pretensos virtuoses da conduta humana, e do vociferar dos histriônicos, recalcados, patéticos, risíveis, frustrados, cínicos e hipócritas de plantão, cafetões do puritanismo e prostitutos da moralidade! Fomos cativos do império dos sentidos! A completa satisfação era nosso lema, sem restrições! Ele me apresentou, em detalhes, as múltiplas faces do edênico prazer homossexual! Na verdade, quase morri de tesão, sinceramente! Foi uma época de estrondoso e inacreditável êxtase sexual na minha vida (e na dele também, com certeza)!!! Asmodeu, o demônio da luxúria, fora conjurado para homologar nosso prazer!!! Suspira o meu delicado cuzinho sentindo uma cortante saudade do tempo em que um amável gigante fálico praticamente o habitava, nele instalado feito um colono. Soluços o condoem e lágrimas marejam do meu apregueado rabinho ressentido pela carência dos rituais de sussurros e gritarias de outrora. São doces e eternas recordações, vozes de um luminoso e mágico passado! Era algo feérico, etéreo! Tudo isso, enfim, ficará indelevelmente tatuado na minha alma! Ontem e hoje; alegria e saudade; sorriso e lágrima!

Nosso relacionamento durou, aproximadamente, dois anos. Depois eu mudei de casa para um bairro distante. Apesar de eu ter-me mudado para um novo endereço, ainda tivemos vários encontros na casa dele, mas estes foram rareando, rareando... Eu fui ficando um pouco mais velho, e sem perceber mudei o ritmo de vida... Namoradas... Sabem como é! Fui me afastando do meu paizinho... Seus filhos (um casal) casaram-se e mudaram-se. Algum tempo depois, ficou viúvo e desde então vivia sozinho e solitário. Naquela época não se era vitimado pelo bombardeio sistemático da propaganda subliminar fascista como a que se convive hoje em dia (tudo muito rápido; subprodutos inúteis e descartáveis; compulsão ao impulso de compra e delirante febre de consumo; celular; internet; mídias e redes sociais; globalização; subcidadão; individualismo; sociedade vigiada; autômatos humanos...!). Aqui vige a versão mais selvagem, mais perversa, mais excludente do capitalismo (racista, preconceituoso e discriminatório!), a qual faz um cidadão (humanoide?), estuprado pelo Tio Sam e violentado pela águia estadunidense, valer somente pelo que ele tem, e não pelo que ele é. É a ditadura econômica (e política também!)! A democracia como princípio e conceito é uma teoria interessante, porém, na prática é uma rematada farsa, pelo menos em terras tupiniquins. Primeiro: o Brasil contraria o preceito básico, o espírito pétreo, da democracia, obrigando o cidadão a votar! Na doutrina democrática, o voto é facultativo, isto é, cada cidadão é livre para votar, ou não, segundo sua própria consciência. O logro já começa por aí! Depois, o decantado sistema de governo que se diz do povo, pelo povo e para o povo, na verdade é uma ilusão criada pelas oligarquias (elites socioeconômicas) para induzir o ingênuo cidadão comum (o povo!) a acreditar que decide alguma coisa pelo voto! As classes populares não decidem absolutamente nada através do voto! Isso é uma conveniente falácia aristocrata! É um mero controle social! Não passa disso. No capitalismo quem manda, desmanda e decide tudo são as elites econômicas segundo seus próprios interesses, e ponto final!; cujo regime, aliás, como agravante, não tem respeito nenhum pelo próprio povo, despreza-o, o qual vive fraudado e enganado por um simulacro de democracia. Isso não é uma questão de opinião, é um fato! E contra fatos não há argumentos! Está tudo dominado! Sempre esteve e sempre estará! Ontem, hoje e amanhã! É tudo um jogo de cartas marcadas. É um jogo ganho. Eles não jogam para que tenham alguma possibilidade de perder. Os iludidos, todavia, recusam-se a admitir esse axioma, porque eles não têm consciência de que estão programados para ser escravos, e até ladram em altos brados para defender seus próprios opressores. É triste! Trata-se de típicos e autênticos cães de guarda dos ricos! Foi-lhes roubada a possibilidade de discernir. Coitados! São as vítimas da lavagem cerebral imposta pela doutrinação absolutista. A ignorância é uma benção! Enquanto os "amigos do rei" gargalham! É a idiotização da sociedade! O Brasil se o cercar, é um hospício, se o cobrir, é um circo! A propósito, no Brasil existem só dois tipos de leis: as que 'pegam', e as que não 'pegam'! Explico: as leis que 'pegam', são as que obrigam o povo a fazer alguma coisa para o poder econômico e/ou para o Estado (governo); e as que não 'pegam', são as leis que obrigam o poder econômico e/ou o Estado a fazer alguma coisa para o povo. Sabem por quê? Porque não é interessante, não é conveniente, não é inteligente, dar-se consciência ao povo dos seus direitos e deveres (cidadania) - principalmente seus direitos (é claro!) -, haja vista que 'eles' detém os meios de comunicação de massa e manipulam as informações de acordo com seus propósitos egocêntricos. Simples assim! A ignorância gera escravos! Censura? Ora, sempre existiu a censura na imprensa! Não foram os militares que a inventaram, não! Só sai a matéria que o dono do meio de comunicação quer! E ponto final! É uma questão de poder. Em todos os países do mundo, sem exceção, a história oficial foi escrita pela versão dos assassinos!

As eleições (100%) são financiadas pelo nefasto poder econômico (alguém duvida disso?), para, na sequencia, os poderosos controlarem os políticos eleitos a fim de que eles ampliem, defendam, garantam, preservem e perpetuem seus interesses corporativos (capital), cujos últimos citados ainda têm a notável desfaçatez de alegar que protegem com unhas e dentes o impoluto interesse público, do famigerado povo. Só quem acredita na fábula do Papai Noel pode levar isso a sério! O pleito é espúrio! Esses marginais só estão comprometidos com seus próprios bolsos. É o estelionato eleitoral! As "eleições democráticas" são um espetáculo vergonhoso e verdadeiramente hipócrita! A escória endinheirada envia logo a fatura! Prestem atenção! Os políticos nada mais são do que insignificantes marionetes da plutocracia (governo dos ricos!) brasileira e internacional. É o diabólico e tácito "acordo" que promove um alternar "democrático" de quadrilhas de criminosos encasteladas no poder no precípuo intuito de se eternizar locupletando, pilhando e saqueando o Estado brasileiro, o qual, aliás, funciona de maneira jurássica. São os feudos oprimindo seus vassalos! O Brasil atual é, ainda (e pelo andar da carruagem, eternamente!), a metáfora real da atemporal obra literária do polímato Gilberto Freyre: Casa-Grande & Senzala. Perderam a noção de tudo. Aliás, se tiveram a noção de alguma coisa! O povo prefere acreditar em doces mentiras do que em amargas verdades! Foi-se o tempo em que a arte de administrar a causa pública era sinônimo de idealismo; hoje política é identificada com reles oportunismo! A corrupção é endêmica, epidêmica ou sistêmica? Tanto faz para os prostitutos do covil de lacaios! É a estética da delinquência! Está tudo vendido! O que fazer? É assim que é assim! Parece um discurso destemperado e pessimista, não é?; mas é de um lúcido e atroz realismo! É o darwinismo econômico! É o fascismo disfarçado de democracia social! O povo brasileiro tem de evoluir muito culturalmente para produzir um, digamos, arremedo de democracia real, uma democracia incipiente, uma protodemocracia! Por enquanto, é uma pseudodemocracia. É a subcultura decadente do "fast-food"! É a política do entreguismo! É a afirmação e o apogeu do "imperialóide" (e famoso!) "american way of life"! É o neocolonialismo! É o "complexo do vira-lata", como dizia o outro! É a antropofagia de nossos usos e costumes a qual conduz, no final do processo, invariavelmente, ao genocídio cultural! Essa é a pura verdade, o resto é perfumaria! Nada no Brasil funciona! Nada! Tanto nos setores público (Judiciário: vendem sentenças; Legislativo: balcão de negócios; e Executivo: fisiológico, clientelista e cartorial) e privado (irresponsável total e indutor disso tudo). Concordam? Este é um país do 'faz de conta', do 'me engana que eu gosto', da 'ficção do crescimento econômico'...! "O Brasil não é um país sério", já dizia o francês! E mais: só têm oportunistas, interesseiros e aproveitadores! Aliás, só têm espertos; opa!, desculpem-me: metidos a espertos, é claro! Estes são de uma pretensão patética, caricata e risível! Os néscios têm inibida a produção de uma proteína proativa cerebral responsável pelo senso do ridículo! Daí, eles não fazem isso por mal, mas é que são idiotas congênitos mesmo! Fazer o quê? (risos) É a subcultura da "malandragem" triunfando sobre a honestidade. Ou aquela máxima do esgoto: malandro = esperto, e honesto = otário! Simples assim! E o povo? Ora, o povo... O Brasil é, em síntese, uma secular e purulenta cleptocracia (governo de ladrões)! Era, enfim, uma época diferente em todos os aspectos!

Bem, eu lhe fazia companhia. O seu Antenor me adotara! Para "amaciar a carne", ele me levava a circos e parques de diversões (tanto um como outro, eram muito comuns na minha cidade nos anos 70). À bordo de minha calça boca larga (ou de sino, para alguns; tinha boca de 30 cm., cobria todo o meu pé o que me fazia sentir o máximo!), lá ia eu embarcando na promessa de aventura e divertimento. Ahhh, anos 70, quantas saudades... Lembro-me da última vez que eu o acompanhei a um evento desses, foi no circo Orlando Orfei, no qual já tínhamos ido umas duas ou três vezes anteriormente; aliás, eu nem sei se existe esse circo ainda hoje. Era uma atitude simpática e carinhosa. Ele, o próprio Orlando Orfei, era domador de feras. Leões e tigres o obedeciam sob o estalar do seu chicote. Havia palhaços, malabares, trapezistas etc. E no final do espetáculo, o público era presenteado com fascínio das 'Águas Dançantes', qual seja: era uma fonte que combinava luzes coloridas, movimentos das águas e música, e todos eram agraciados pelo talento do mesmo empresário circense que operava essa sincronia através de uma mesa de controle. Tudo era encantador. Tudo era envolvente. Tudo era contagiante. Enfim... São lembranças cintilantes, de um tempo de magia que não volta mais! Ai... Pena! Sou saudosista, sim, e daí? Bom, eu era seu jovem e novato veadinho, seu bambi, sua garotinha, sua menininha, sua mulherzinha (eu gostava de interpretar esses personagens!). O meu paizinho era meu homem, meu macho, meu namorado, meu marido, meu mentor...! O que mais me deixava feliz, era a repaginada que nosso relacionamento deu à vida dele. Aquelas melancolia e tristeza foram substituídas por vitalidade, entusiasmo e energia! Modéstia à parte, eu trazia um pouco de viço e juventude àqueles cabelos grisalhos. Não sei, mas penso que eu fui o responsável na vida dele por, digamos, uma hipótese de alegria! Durante todo o tempo em que durou nosso envolvimento, eu fui fiel, não me relacionava sexualmente com mais ninguém, nem com o sexo oposto, sinceramente! Acredito que ele também foi. No ínterim, jamais fui promíscuo! No final dos anos oitenta, eu soube que o seu filho verdadeiro veio buscá-lo para ir morar com ele em uma cidade do interior do Estado de São Paulo, pois não queria o que o pai idoso continuasse morando sozinho. Eu nunca mais tive notícias dele. Entretanto, creio que, atualmente, o seu Antenor, o meu paizinho, já tenha virado saudade, infelizmente! É uma pena! Fico muito entristecido com isso, porque o seu Antenor era, antes e além de tudo, meu amigo! Mas, "c'est la vie"! Fica, aqui, meu angustiado grito emocional entremeado de nostalgia o qual certamente o ensurdecerá aonde o meu paizinho estiver! Hoje arde a saudade, onde o prazer ardia! Já se fez madrugada. Imponente e misteriosa, a lua realça sob seu manto prateado a natureza exuberante. Gotículas de orvalho entornam poesia pelo ambiente. Captura-me a tristeza na alma de alguém. Estou embriagado de sobriedade. Caço vontades para semear minha mente e estas rondam meu espírito. Sou explorado pelos desejos, meus e de outrem. Parei de acreditar em mentiras, inclusive nas minhas. Ao frio e suave vento que sopra, ouço o melodioso farfalhar das folhas das árvores; vento que varre a solidão. Estou só, mas não sozinho. As lembranças daqueles que me são queridos me acompanham e me aquecem, sempre! O perfume da noite sequestrou-me o sono! Logo o amanhecer nascerá e convidará o sol que me pode raptar toda a inspiração, talvez!

A descoberta da minha orientação homossexual, em nada diminuiu, abalou ou contaminou o meu magnetismo heterossexual, ou seja, o meu desejo, apelo e atração naturais pelo sexo oposto permaneceram intactos, aliás, acredito que, na verdade, aumentaram! Eu simplesmente adoro fazer sexo com mulheres (só com elas!), muito mais do que antes, sinceramente! Adoro o "sex appeal" delas, a sensualidade delas, o cheiro delas, o gemido delas, a feminilidade delas, o jeito de ser delas... Em resumo: essa ambivalência tem sido distinta, ativa e progressiva para mim desde aquela identificação. O meu ideal, entretanto, é fazer sexo com casais, cujo homem seja bissexual ativo ou ativo/passivo (preferência que é, para mim, especial!). Sempre tive uma aparência máscula e absolutamente não tenho afetações na voz ou outras quaisquer; tampouco tenho trejeitos afeminados (deixo aflorar e reservo esse comportamento para os momentos de intimidade entre quatro paredes). Sou bissexual ativo/passivo (com mulher, sou ativo; já com homem sou primeiramente passivo, e, eventualmente, ativo), alto, magro, de poucos pelos; tenho uma bundinha arrebitada e reboladora, e um cuzinho apertado, mordiscador e apetitoso.

Por mais fantástica que esta narrativa possa parecer, os acontecimentos nela retratados são a expressão da verdade e foram realizados de fato num passado remoto. Eu sempre acreditei que cada pessoa é livre para fazer aquilo que gosta, sem imposição ou opressão de ninguém, notadamente na área sexual. Se o parceiro aceitar e concordar em fazer tudo aquilo que lhe é proposto, por livre e espontânea vontade, sem manipulação ou indução, logo, não se caracteriza como violência, então a prática sexual é considerada normal. Isso vale para todos e quaisquer participantes de uma mesma relação sexual. É isso o que penso!

- oOo -

Algumas considerações sobre a anatomia da 'inveja':

"A inveja é a arma dos incompetentes", diz o adágio popular. E ela também é um dos sete pecados capitais, dependendo da crença religiosa. Pois bem, o invejoso se destrói sozinho. Ele tende a se afogar no próprio veneno que destilou contra sua vítima. O invejoso é um mitômano, ou seja, ele morbidamente mente e engana, aos outros e a si próprio. Ele é paranoico. Ele é esquizofrênico. O deficiente pretende desestabilizar, abater, perturbar o alvo de sua patologia mental. Assediar e atormentar quem tem, ou quem seja, o que ele tanto cobiça, doentia e paradoxalmente. Isso só o alimenta. Isso só o fortalece. Seu ataque é puramente psicológico (isso em seus estágios iniciais). Entretanto, ele é instável, o que significa que sua obsessão poderá evoluir até a ocorrência de surtos psicóticos episódicos de violência física contra a pessoa que representa o seu ideal inatingível. O débil é manipulador, ele acredita que há um místico apelo dramático na sua trajetória de vida, refugia-se no complexo de vítima, sempre recorre à chantagem emocional, e geralmente se faz a parte mais fraca de um pueril joguinho neurótico de culpa. Evidentemente isso tudo é um mero espetáculo do capcioso teatro encenado para ludibriar os crédulos, onde o desequilibrado procura atuar de maneira mais convincente possível, representando o personagem do coitadinho e indefeso. O retardado sobrevive num particular mundinho autista o qual é caracterizado por um círculo vicioso de ódio contra a vida, rancor contra o mundo, recalques pessoais, afetivos, familiares, profissionais... Na sua demência, o transtornado está mergulhado numa dilacerante e eterna roda-viva de autoflagelação, autotortura, sofrimento e solidão psíquicos. Com a mente distorcida, o doente é refém de delírios e alucinações psicóticas. Quem não admite a própria incompetência, transfere suas frustrações aos outros! "O inferno são os outros", escreveu Jean-Paul Sartre (filósofo existencialista francês). O invejoso é, em última ponderação, um grande covarde, além de ser um perigoso sociopata, alguém dissimulado que tem uma enfermidade mental séria, e que realmente crê nas infantilidades tragidramáticas que encena! Portanto, a meta para os saudáveis é ser invulnerável a esse tipo de ataque. Ignore-o. Não acredite nele. Não faça seu jogo. Não se deixe manipular. Não o alimente. Não dê poder a ele!

- oOo -

Abraços e boa sorte a todos!

Ney

Contato: alfamail@ig.com.br

Comentários

28/03/2014 00:18:12
Estranho, mais as palavras e o enredo são ótimos!!
31/08/2013 05:24:51
Achei foi é muito doido!
27/03/2013 07:07:03
Misturou a cultura, com um português invejável, com um texto "prá lá"de explicativo, sexualmente falando, Só que ficou cansativo, te prometo que quando estiver com paciência, acabo de ler tudo
22/02/2013 15:06:35
Apreciei seu "relato". Foi um texto bem tesudo. Mas só achei tortuoso e indireto. E também muito exagerado. Porém não perdeu o tesão e "erotismo". Admiro os fetiches e parafilias aqui narrado como coprofagia, coprofilia e urofilia. E também seu senso crítico a sociedade contemporânea.
05/02/2013 11:24:48
Não tem como não se excitar com tanto tesão relatado. Parabéns
24/01/2013 13:37:22
Um conto bem PUTO e profundo! Erotismo e transformação de verdade, rupturas. Nada a ver com os contos de bela adormecida escritos por emos, medrosos de experimentar até um beijo.
02/12/2012 13:54:48
Hum queria ta no seu lugar ney delicia so mulher e nunca dei o cuzinho
12/10/2012 01:54:05
Simplesmente sensacional, o teu relato Ney, incrivel mesmo cara, sem falar q vc escreve super bem ,e tem um linguajar culto, do qual achei interessante, pois é muito raro encontrarmos quem escreva de tal maneira. Meus parabéns pra ti, por tamanha desenvoltura. Forte abraço, e posta mais Ney ^^.
10/10/2012 00:20:21
nossa uma leitura interessante,e realmente tem coisas que eu jamais faria ou deixaria que fizessem em mim,como fezes e urina,mas todos somos livres para gostar doque quiser.. parabens pelo texto esta envolvente e bem escrito,nota 10
15/09/2012 05:27:16
¨Queimava, queimava muito! As minhas pregas estavam aos prantos, suplicantes, inconsoláveis!¨. Simplesmente fantástico, Ney. Foi difícil escolher uma passagem entre tantas formidáveis contidas neste texto. E quanto a história, muitas mentes ainda não estão abertas o suficiente para preferências sexuais diferentes do lugar comum. Daí a perseguição a contos sobre incesto, zoofilia, escatologia e até mesmo o homossexualismo. Como perfeição de texto, talvez o melhor aquí publicado. Parabéns!
10/06/2012 23:38:15
Mesmo ñ tendo coragem de fazer certas coisas q vc fez, te parabenizo pela bela história e saiba q onde "paizinho" estive ele esta feliz por ter sido feliz ao seu lado.
27/05/2012 18:39:07
Por mais que os temas não sejam de meu agrado, tenho que dizer que o conto está muito bem escrito. Muito bom mesmo!
24/05/2012 23:12:58
Muito bom. Leia os meus.
04/02/2012 17:58:46
Hehe cada um faz o k ker e gosta se ele fazia assim e gostava,ta bom pra ele ou eles,ñ tenho essa tara ou nem penso em fazer dessa fórma,a arte do sexo tem de tudo e pra todos os gostos é só fazer e gozar.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.