A Tortura

Um conto erótico de Dani
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2824 palavras
Data: 26/12/2011 09:34:47
Última revisão: 26/12/2011 17:15:08

Afinal de contas, não é isso que sou mesma? A puta dele? Sua escrava???, sua submissa, ??? seu brinquedo???? seu objeto de prazer???,

Há um problema muito grande em minha vida e ele se chama Sexo. Adoro sexo, adoro trepar, fuder. Sexo pra mim é mais fundamental do que beber água. Se fico uma semana sem trepar fico ansiosa e as vezes chego até a passar mal, ter febre.

Há noites em que minha excitação está em ponto de bala e tenho que tomar um banho para baixar o tesão ou então tenho que me masturbar muito. Sou uma mulher que segue os instintos tanto quanto o coração. Adoro sexo com dominação Já fui amarrada, levei tapas na cara, nas coxas, na bunda, já fui mijada, estuprada e tudo isto me leva ao êxtase total.

Talvez não tenha aproveitado tanto minha adolescência quanto minhas amigas. Me lembrava delas comentando nos recreios sobre os sarro de pau nas coxas, as forçadas de entrada pela beira da calcinha. As apalpadas de bunda e de seios. Não namorei muito, ou melhor não namorei nada, pois acabei casando muito cedo, com 20 anos. Não tive nenhuma experiência antes de me casar. Mesmo assim, não posso negar que fui feliz, mas não me sentia completa, realizada.

Mas me descobri como fêmea, como mulher, sentindo pleno prazer ao ter me tornado escrava sexual de meu Dono. A partir daí. tudo que faço ou penso gira em torno de sexo. Sexo selvagem, animal, apimentado, forte.

Dono despertou em mim a amante, a loba, a mulher que se entrega por amor, e quer do amante apenas o amor e o prazer que só o verdadeiro amor pode proporcionar.

Meu Dono me mostrou um universo de prazer totalmente novo e, para mim, inconcebível anos atrás. As vezes me vinha um sentimento de ter sido enganada nos meus anos de casamento. Não que tivesse sido traída, mas saí de casa sem nenhuma experiência e esperava conhecer o mundo e seus prazeres. Hoje descubro que fui casada com um homem que não fora inteligente o suficiente para descobrir a fêmea latente que tinha e liberá-la. Com ele fui esposa e mãe, mas não fui mulher, não fui fêmea como hoje eu sou.

Quando estou com meu Dono trepo quantas vezes for necessário num único dia. Adoro dar, adoro trepar, ser fodida, literalmente. Além disso, tenho um lado devasso, sou meio masoquista e gosto ser judiada e humilhada pelo meu Dono. Este homem me faz perder a cabeça e agir como uma puta.

Cada vez mais este homem se mostrava criativo na hora de me foder. Nunca tinha jamais sequer imaginado algo parecido. Certas coisas nem pensei existir ou ser possível. Com ele estava completamente feliz. Me sinto linda, lânguida, selvagem, poderosa.

Atendendo a seu pedido fui ao seu encontro numa cidade do interior onde ele já se encontrava a trabalho. Me pegou na rodoviária, trocamos beijos apaixonados e me levou para o hotel onde estava hospedado.

Subimos direto da garagem para o quarto no último andar. Ao entrarmos, meu Dono me pegou de um jeito, beijando meu pescoço e ao mesmo tempo me apalpando que só de lembrar fico toda arrepiada!!!

Logo que ele me abraçou por trás, começou a passar a língua no meu pescoço e a roçar aquele pau em mim... Eu ainda de costas para ele, coloquei a cabeça para trás, e então senti os lábios dele tocando os meus e minha boca sendo invadida pela língua dele, sua saliva, sendo transferida para minha boca, nossos corpos numa dança alucinante, num ritmo sensual, trocando beijos fogosos e lascivos

Me virou de frente e me beijou carinhosamente, passando a mao entre meus cabelos, descendo pelas costas, levantando minha saia e rasgando minha calcinha...

Nossa, como ele faz isso com maestria!!! enquanto ele me beijava ardentemente, percorrendo todos os lugares da minha boca, ele mexia na minha buceta, em um vai e vem com aqueles dedos, me bolinando, me deixando cheia de tesao...

Mamando os meus peitos, ora colocando-os todo na boca, ora amassando, rapidamente. Suas mãos apertavam meus seios e eu alisava o seu pescoço.

Aos poucos ele engoliu de uma só vez cada um dos meus seios, e com as mãos docemente instaladas na minha vagina, foi conseguindo me manter completamente entregue.

.- Eu vou chupar sua bucetinha a noite toda!

Ele me deu um beijo delicado na xoxota, me fazendo contorcer de tanto tesão, a partir daí foi alternando entre lambidas e beijos, cada vez mais intensos, Dono era um grande chupador de buceta, com habilidade ele foi me levando a loucura. Eu nunca na minha vida tinha experimentado uma língua tão gostosa, isso me fazia delirar. Dono chupava a minha buceta com a destreza de quem sabe como tratar uma fêmea.

Sua língua percorria a minha buceta e sugava cada gota do mel que abundantemente exalava pela minha xoxota, meu cu, meu corpo todo. Dono não me dava tempo de me recompor.

Quem me enchia de prazer não era um homem qualquer. Era meu Dono. Eu estava totalmente sob o controle de Dono, ele enfiava tudo, tirava tudo, olhava dentro de mim, através de mim, beijava, lambia, enfiava tudo novamente e de uma só vez, depois tirava, olhava, beijava, lambia, enfiava. Centenas de vezes, milhares de vezes, a velocidade às vezes era imensa, às vezes lentamente. Não sei quanto durou: uma hora, duas, infinitas. Ele ficou o tempo que desejou

Talvez motivada pela minha recém descoberta eu sentia vontade de inovar me sentir uma puta na cama, eu queria dar o mesmo prazer ao meu macho, meu homem, meu Dono

E foi como uma puta que logo fui agarrando seu pau fui descendo, lambendo seu peito como uma verdadeira cadela, sua barriga, me ajoelhei e comecei a chupar e lamber o pau dele, lambia seu saco, sua virilha, seus pentelhos, sentindo seu cheiro de homem e suas mãos na minha cabeça. Demoradamente me deliciei com aquele mastro. Neste instante segurou firme minha cabeça e, com o pau atolado em minha boca, gozou sem a menor cerimônia enchendo ela toda,.

Os jatos fortes inundaram a minha boca, senti o sabor mais intenso ainda. Acalmando-se ele me fez carinhos, ergueu minha cabeça e me beijou profundamente. Fiquei até agradecida por sua brutalidade, pois descobrira o prazer maior de uma mulher: vencer o macho. Senti-lo se desmanchar de prazer com seus carinhos.

Enquanto sua porra me descia de goela abaixo e escorria pelos cantos da boca, e pelo meu queixo e meu pescoço, eu engolia o que podia e esfregava o resto no meu corpo, no meu rosto e nos meus seios.

Subi, me agarrei no pescoço dele, devolvi um pouco de sua própria porra entre os dentes, encostei meu rosto no seu ombro e fiquei grudada dando beijinhos no seu pescoço enquanto sentia suas mãos alisando minhas costas e a minha bunda e o seu pau meio mole encostando na minha xota já ensopada. Seus dedos me tocavam fundo a alma, eles se moviam dentro de minha vagina pressionavam as paredes do meu ânus. Gozei duas, três, infinitas vezes. Sentia-me amada e não apenas usada.

Dono resolveu chupar meus dedos do pé...não resisti e deixei escapar um gemido, era uma delicia sentir aquela boca carnuda e sua língua hábil contornando um a um os meus dedos, queria que não terminasse nunca!

Fiquei com tanto tesão que minha xana estava totalmente molhada, louca para ser possuída, penetrada, arrombada, ele estava me deixando louca, levantei a cabeça e fiquei observando meu Dono quase devorando meu pé, o contraste das peles me excitou ainda mais. Aquilo estava me proporcionado um grande prazer, do toque passou a sugar meus seios com a mesma eficiência que fizera com meu pé, aproveitei a proximidade e toquei seu corpo.

Ele me abraçou, levantou meu rosto e me beijou longamente a boca . Não sei quanto tempo durou aquele beijo, só sei que, quando percebi, estávamos um enroscado ao outro. Ele me acariciou, com tanto carinho que me fez gemer..., me apalpou com delicadeza, baixou a cabeça e enfiou-se no meio de minhas pernas, lambeu minha xoxota em toda sua extensão, não pude resistir,cheguei a orgasmo múltiplos em meio a gemidos e lagrimas.

Ficaria o quanto quisesse e eu gozaria durante toda a eternidade. Ele enfiando, tirando, olhando, beijando, lambendo enfiando... Seus dedos penetravam-me, eu me sentia repleta de amor, eu sentia em meu cu, minha buceta, meu clitóris, meus seios, minha boca, meus pescoço, minhas coxas, minha bunda

Enquanto ele estava quieto devido a lassidão do gozo, me retirei e fui tomar uma ducha. Enquanto me refazia com um gostoso banho morno ele entra no box e me abraça por trás. Inicia uma sessão de carinhos em minhas costas. Como percebendo ser uma de minhas fraquezas inicia uma série de beijos e mordiscadas que foram descendo por minhas costas e, quando dei por mim, ele estava ajoelhado dando suaves mordidas em minha bunda. Pela frente, seus dedos em cone, iniciaram a penetração em minha boceta forçando-me a arrebitar a bunda.

Sua língua penetrou em minha racha me fazendo estremecer. Sua ousadia e minha permissividade me faziam imaginar como eu era capaz de tal devassidão. Até que, para o que minha parecia o impensável, sua língua subiu arrastando pelo perínio e passou a forçar a penetração em meu anelzinho. Após se instalar em meu corpo por aquele orifício, me vi esfregando a bunda e forçando a penetração ao máximo. O movimento sincronizado dos dedos e da língua me fez ter outro orgasmo violento. Só não cai por que estava curvada e me amparando na parede, onde permaneci me recuperando por alguns minutos.

Puto, um puto. Meu Dono era um puto. Antes eu não curtia muito sexo anal, agora meu cuzinho aguarda ansiosamente para sofrer e gozar com pau do meu dono rasgando minhas preguinhas e me fazendo chorar de dor e prazer. Me preparei para uma penetração dolorosa e violenta porém de novo ele me surpreendeu com carícias doces em minhas costas.

Descobri neste breve momento que estava com um parceiro que sabe usar de todas as formas para seduzir e submeter uma fêmea. Pasmem mais fiquei feliz por ele me fazer conhecer meu lado totalmente instinto, que em alguns instantes domina e em outros cede passiva aos desejos do macho. Sem pudores ou freios morais, apenas bichos trepando. A cabeça forçando a penetração em minha bunda me tirou do devaneio. O receio me fez contrair.

Ele forçou-me a virar a cabeça e começou a me beijar com intensidade, sugou minha língua para sua boca, fazendo com que eu a estirasse ao máximo, fez meu esfíncter se contrair e eu senti sua pujança totalmente minha. Me senti realizada como fêmea possuindo o macho de todas as formas. Se apropriando dele para lhe dar prazer. Neste instante ele começou o movimento de saída e a sensação de seu pau raspando pelas paredes do me cu começaram a me excitar de uma forma que eu jamais imaginei sentir

Dono sabia o que me deixava com tesão e eu confiava nele plenamente, a ponto de aceitar ser amarrada e vendada. Dono me amarrou toda, me deixando totalmente imobilizada.Vendou meus olhos e pegou fones de ouvidos, daqueles tipo DJ.

Minha xoxota ficava molhada quando via cenas picantes. Com a venda, eu não poderia ver, mas poderia imaginar. E a força da imaginação as vezes é muito maior do que a da visão. Segundo meu Dono, eu apenas ouviria. Ouviria mulheres gemendo, chorando, estalos de tapas, de beijos....e eu teria que imaginar.......Nossa, tudo aquilo já me deixava completamente molhada.

Ele colocou as mãos em meus ombros e foi descendo até apalpar meus seios. Fiquei sem ação apenas o tempo suficiente para sentir o calor que começou a tomar conta de mim. Era gengibre. Meu Dono tinha enfiado um gengibre de bom tamanho em minha xoxota.

Ao mesmo tempo, ligou o computador e pelo fone de ouvido passei a ouvir gritos e gemidos lascivos. Tortura, tortura completa.

Senti algo sendo colocado nos meus mamilos. Eram prendedores, que me fizeram gemer de dor. Já estava acostumada com esta tortura que tanto prazer dava ao meu Dono.

Porém, não tinha a menor noção do que Dono estava fazendo, mas parecia que estava tirando fotos e mais fotos minhas exposta naquela situação.

Me virando na cama, abriu minhas pernas e enfiou um pepino no meu rabo. Agora eu tinha um gengibre me queimando a xana e um pepino no rabo, além dos prendedores. Não sabia quem gemia mais, se era eu ou as mulheres nos vídeos que só ouvia.

Mestre parecia se divertir com tudo aquilo. Minha posição incomoda e humilhante era algo que o excitava muito.

Sinto sua boca em meu pescoço e sinto seus dentes se fecharem numa mordida dolorida. Agüento até onde posso e grito com a dor provocada. Levo um tapa na cara sinto Dono se afastar. Choro. Meu choro é combustível para o prazer de meu Dono, que passa a me xingar. Dizer que sou frouxa que não agüento nada, que as mulheres dos vídeos estão chorando mas estão agüentando. Aquilo mexe com meus brios. Mordo os lábios de raiva. Ele percebe, se aproxima, abre minha boca e cospe dentro dela. Puta, me xinga de puta, puta barata. Meu tesão vai a mil. O cachorro sabe como me excitar.

O vídeo acabou. Ele desliga o notebook, tira o fone de ouvido, mas ainda me deixa amarrada e vendada. Depois tira o pepino e o gengibre. Minha buceta está assada, queimada. Me faz abrir a boca novamente e agora enfia o pepino, me esculachando por completa. Me faz sentir o gosto da minha própria buceta. Estou indefesa, sendo explorada, usada, humilhada e o pior, gostando....

Sinto Dono subindo sobre meu corpo, sentando sobre minha barriga. Fica me alisando o rosto, os cabelos, dizendo que sou linda, que sou fantástica, que sou uma mulher incrível. Aqueles elogios são sinceros, e me deixam feliz. Sorrio e agradeço.

Ao terminar de agradecer, recebo um tapa no rosto, depois outro e mais outro. Com ele em cima de mim, amarrada e vendada, fica simplesmente impossível de me defender. A sequencia de tapas passa de dez, todos fortes e consistentes, os tapas me arrancam lágrimas. De repente, sinto que ele pega algo. E começa a derrubar sobre meu rosto.

Era água. Uma garrafa inteira sendo derrubada sobre meu rosto. A sensação era de que estava me afogando. Meu coração estava acelerado. Ao mesmo tempo estava tendo tesão. Que coisa maluca. Onde Dono aprendeu estas coisas? Não importa, o que importa é que eu era sua cobaia.

Me desamarrou e tirou a venda. Me beijou, Me abraçou e ficou quietinho grudado em meu corpo, como se estivesse me protegendo. Adorei.

Curtindo o prazer que havia me proporcionado Dono se aquieta até que senti seu pau vibrando novamente, dando sinal de vida e anunciando a necessidade de um novo gozo.

Ao ver o pau dele duro como uma rocha, eu não aguentei e disse, toda manhosa: _ Eu quero chupar seu pau. Sem perder tempo fui para cima colocando a xota na cara dele e iniciando um delicioso 69. Naquela posição eu me sentia totalmente entregue. Ao mesmo tempo que retribuia, o banho de língua que levava do Dono, também o engolia com volúpia, eu queria desfrutar o pau daquele macho o máximo possível. Mas quando ele passou a lamber o meu cuzinho, enlouqueci, ele tinha transformado meu cuzinho em dos meus pontos fracos. Louca de tesão comecei a dizer sem parar:

- Lambe meu cuzinho, por favor...lambe.

Dono enfiou o dedo na minha xota e continuou a lamber seu cuzinho. Eu gozei mais uma vez. Dono me colocou de barriga para cima, com as pernas bem abertas como se estivesse lhe chamando para se encaixar todo dentro de mim. Levantei as pernas, abracei suas ancas e olhei firme em seus olhos e disse que estava a sua mercê para lhe dar todo prazer que você merecia, pois nenhum homem me fez sentir tão mulher como você me fazia sentir.

Dono chegou enfiando até as bolas. Dono gemia, nossos suores se misturavam na cama, como uma orgia de prazer. Eu olhava seu rosto transtornado de prazer, com sua vara dentro de mim,prestes a explodir de gozo, eu abrindo cada vez mais minhas pernas para você ficar mais dentro de mim e sentir seu calor... Gozei, de novo, gozei como uma égua no cio. Logo em seguida você gozou dentro de mim. Era tanta porra, que parecia que você tinha mijado em mim.

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Comentários

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será que teu macho nao quer emprestar vc não???........nota 10000000

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