Surpresas do Destino pt.2

Um conto erótico de Mad Guy
Categoria: Heterossexual
Contém 1420 palavras
Data: 25/11/2011 02:23:12

Continuando...

Meu pau passeava deliciosamente na cetinha molhada e apertadinha de Cristina.

-Tenho que confessar Cris, já sonhei muitas vezes em fazer isso.

-Então vaiii , aproveita hmm.

Meus movimentos ritmados ganhavam mais velocidade e força conforme o tempo passava, o barulho de nossos corpos se encontrando era cada vez mais alto.

-vaiii ahhhhhhhhhhhh , mete mais , pica gostosa.

Ela gemia fazendo jeitinho com a voz me deixava louco e cada vez mais insano na vontade de meter, segurava firme sua cintura agora e minhas estocadas eram cada vez mais selvagens.

-Isso, to sentindo ele todo agora ahhhhhhhhhhnn.

-Ta gostando vádia? Perguntei antes de me inclinar e encher de beijos sua nuca.

-Sim, vai cachorro.

Passei meus braços por suas axilas e comecei a segura-la pelos ombros, erguendo seu tronco, mas em uma posição que me permitia meter com bem mais força, estava muito gostoso, podia ver o resultado na nossa putaria voando as pelas gotas a cada estocada mais forte que eu dava, ainda a segurando pelos ombros sentei novamente em sua cadeira e depois a soltei, tirei minha camisa e se apoiando com ambas as mãos na mesa ela começou a quicar bem forte pra cima e pra baixo na minha pica.

-Gosta safado?

-Adoro gata.

-Então sente só.

Os movimentos eram bem intensos, deixei seu corpo livre para que ela fizesse o que bem entendesse, só fiquei ali curtindo meu pau ser massacrado pela sua cetinha e olhando o vai e vem do seu corpo sobre meu membro, me limitava a dar vários tapinhas e apertões naquele rabo lindo, atitudes essas que ela respondia com urros mais fortes.

-Ai gata vou gozar.

-Não ligo, já gozei umas duas vezes e quero mais.

-rsss , vádia.

Ela se levantou e ficou de frente pra mim, apoiou os joelhos nas minhas coxas e ficou com suas tetas na minha cara.

-Vai gozar?Então goza.

Enquanto eu mamava naqueles seios deliciosos ela começou a tocar uma punheta pra mim bem forte enquanto gemia alto.

Fazia pra cima e pra baixo, apertava, girava, era uma criança enlouquecia com meu cacete em suas mãos, já eu não ficava atrás, lambia os mamilos e os esticava de leve com os dentes.

Depois de tanto estímulo não demorou muito, gozei e meu esperma voou por toda a sua barriga.

- Quentinho, delícia.

Mesmo após gozar eu ainda estava ligado em 220volts, ergui aquela safada colocando-a deitadinha sobre sua mesa de pernas abertas pra mim e sentado em sua cadeira comecei a lamber num ritmo frenético aquela bucetinha.

Por um longo tempo meu foco foi lamber, pra cima, pra baixo saboreando o sabor levemente salgado da sua cetinha, alisava suas coxas, roça o nariz na sua virilha, mas sempre retornava a lamber aquela delícia rosada, parava, roçava meus dedos de leve no seu grelinho depois o presenteava com várias lambidas seguidas de chupões, depois voltava e enquanto sorria olhando ela gemer deixava a ponta do meu dedo indicador roçando seu grelinho e sua cetinha ficava cada vez mais molhada.

-Ahhhhhhh, safado, vou gozar mais assim, me suga.

Voltei às lambidas, mas dessa vez só no seu grelo, bem rápido só com a pontinha da língua e ela ia a loucura, chupava vorazmente e gemidos mais altos eram emitidos, agora com 3 dedos juntos eu acariciava, alisava e esfregava aquela xoxota.

Coloquei o dedo mindinho no seu cuzinho e o indicador da mesma mão dentro da sua cetinha, fazia movimentos de vai e vem, mas sem enfiar fundo em nenhum dos dois buracos, ela enlouqueceu, gemia e se contorcia e foi ainda mais delicioso quando comecei a chupar seu grelo enquanto fazia os movimentos, sugando devagar brevemente fui agraciado com uma maior quantidade do mais saboroso mel transbordando em minha boca.

Meu pau já estava duro novamente então não podia privá-lo de participar da diversão, segurando em sua base fiquei rosando sua cabecinha naquela xota molhada, bem devagar às vezes colocava a cabecinha dentro, mas, tirava, ai a Cris estorou de tesão.

-AHHHHH, vagabundo.

Ela se levantou feito louca me agarrando, beijou meus ombros, braço, me arranhou estava ensandecida, foi me empurrando até a parede onde a abracei fortemente e a prendi em um beijo delicioso, a alisava e a acariciava muito, ergui uma de suas pernas e enquanto ela deixou os braços ao redor do meu pescoço encaixei meu cacete na sua buceta e olhando firmemente nos seus olhos comecei uma penetração bem gostosa ali mesmo.

Ela apoiou as mãos na parede e eu continuei a segura-la e meter intensamente, movimentos fortes e firmes e que me davam mais tesão que antes, pois nessa posição nos olhávamos fixamente nos olhos, tesão total, vendo suas faces de prazer, seus gemidos, o suor escorrendo, o barulho de nossos corpos, só podia imaginar que não podia haver sensação mais maravilhosa que essa no mundo .

Meu pau ia quase todo desbravando sua cetinha, às vezes saia, mas logo o colocava de volta a fazer seu trabalho de nos proporcionar prazer, começamos a nos beijar novamente e nisso eu só botava mais forças nas estocadas, ela alisava meu pau às vezes, me dando mais prazer e mais vontade de rasgá-la ao meio com meu pau, agora mamava seus seios e ela lançava pra trás sua cabeça gemendo cada vez mais alto, voltou a mim me beijando intensamente, tão intenso que até parei a penetração para curtir aquele momento, fiz mais alguns movimentos enquanto ela me olhava fixamente sorrindo e a larguei.

-Nossa gozei muito cachorro.

-Ah vai querer parar? Olha meu cacete, durinho, vai me deixar assim?

-Pelo trabalho de hoje acho que você merece.

Após falar isso ela apoiou as mãos na maquina de Xerox e ficou de 4 com o rabinho empinadinho pra mim.

-Faz o que você tanto quer safado.

Sinceramente já tinha feito o que eu queria, mas se ela tava me oferecendo o rabinho eu não ia negar certo? Fui indo devagar, segurando e encaixando, ela gemeu bastante e chegou até a quase perder o equilíbrio do corpo, e olha que só a cabecinha tinha entrado até então, forcei mais, mas era muito apertado e só um pouco mais além da cabeça entrou.

Comecei o vai e vem, devagar meu pau ia sendo muito, mas muito pressionado naquele cuzinho apertado.

-Gostosa.

-Me arromba.

Ia forçando tentando colocar mais, mas o cú era muito apertado, e junto com minha penetração eu fazia carinho na sua cetinha para deixá-la mais empolgada.

-ahhh safado, delícia fodeeeeeeee.

Os gemidos dela me deixavam louco, estava martelando cada vez mais forte e mais excitado e quando dei por mim mais da metade do meu pau já tava lá dentro, então vendo isso forcei com tudo minha rola nela e ela deu um baita grito com algumas lágrimas caindo pelo seu rosto.

Tinha arrombado o rabinho da minha chefe que mesmo chorando pedia mais e ficava com a buceta mais encharcada, então fui obrigado a continuar os movimentos naquele cuzinho que agora me dava mais um pouco de liberdade de movimentação.

Continuei meu vai e vem gostoso, mas seus gemidos e suas palavras me excitavam demais, e sentindo minha energia sendo sugada lá na base das minhas bolas e sair pela cabeça do meu pau gozei gostoso dentro daquele cú gostoso.

-Quentinhooo ahhh delicia.

Tirei meu pau amolecendo de dentro dela e mais uma vez nos beijamos intensamente, sentei em sua cadeira e ela sobre mim e ficamos ali ainda um bom tempo curtindo e nos acariciando.

Vestimos-nos e arrumamos a sala depois saímos juntos do escritório, quase ninguém no prédio, ela parou para ir ao banheiro então aproveitei e fiz o mesmo, limpar o que dava com papel higiênico e sabão liquido para tirar um pouco do cheiro da putaria, nos encontramos no corredor e depois pegamos o taxi juntos e fomos conversando abraçados.

-Então chefe, quando vamos nos ver assim de novo?

-Não se anima.

-Por quê, foi ruim?

-Não, foi ótimo, melhor do que eu esperava até, mas não quer dizer que eu queira algo.

-Ah é?

-Tava afim, você tava e a gente fez ué, e é bom não comentar, não se esqueça que sou sua chefe?

-Simples assim?

-Sim simples assim, rsss, mas quem sabe a vontade não bate de novo?

-Rss, você que sabe, eu to sempre disposto

Ela chegou a sua casa deu sua parte no taxi e me deu um selinho.

Boa noite gato.

“Pegou bem hein”. Disse o taxista.

Eu apenas ri e fiquei pensando em quantas surpresas boas como essa o destino ainda pode me reservar.

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