Fui arrombada pelo meu professor da pós

Um conto erótico de Tiquita
Categoria: Heterossexual
Contém 836 palavras
Data: 06/10/2011 09:13:52

Desde que me mudei com meu irmão gêmeo muita coisa aconteceu na minha vida sexual.

Hoje vou falar sobre o meu professor de história antiga. Eu faço pós-graduação em História Geral. Vou chamar meu professor Marcos. Ele é alto, moreno claro e deve ter uns 40 anos, mas tem um corpo de um garotão de 25.

Um dia eu fiquei até tarde na faculdade porque o meu irmão esqueceu-se de ir me pegar e estava chovendo muito, coisa rara de acontecer aqui em Recife. E o Marcos perguntou se eu gostaria de uma carona. Respondi que sim na mesma hora. Conversando sobre o curso e se eu estava gostando. Disse que ele era o meu professorar favorito. Quando chegamos à frente da minha casa a chuva tinha engrossado mais ainda e convidei o meu professor pra entrar. Para variar o meu irmão Carlos não estava em casa, devia está na casa de uma vagabunda por ai.

Ofereci uma dose de Martine e fui me trocar. Já fazia um tempinho que eu estava afim de da uns amasso nesse professor. Coloquei uma saia curta (sem calcinha) e uma blusa regata que o meu irmão dizia que eu ficava sexy e fui até a sala.

Conversa vai e conversa bem tocamos no assunto de relacionamentos. Ele tinha se separado porque a mulher dele tinha o traído com seu próprio irmão.

Eu – Nossa, deve ter sido difícil.

Marcos – Foi no inicio, mas agora estou bem. Nem me lembro desse passado. E você? Tem namorado? Uma garota bonita como você deve está cheia de pretendentes.

Eu – Que nada. Eu só acho moleques por aqui. Quero um homem de verdade ao meu lado, mesmo que seja só na cama. (Não sei porque eu disse aquilo). – Desculpa professor. Saiu sem querer.

Marcos – Sem problema. E você está certo. Uma mulher como você precisa de uma homem que satisfaça toda essa vontade que parece que você tem.

Eu – Posso sem muito sincera professor?

Marcos – Claro, mas me chame de Marquinhos.

Eu – Desde o dia em que você entrou na minha sala eu fiquei muito afim de saber como seria ficar com alguém mais velho que eu.

Marcos – E desde o tinha que eu te conheci bato me masturbo imaginando o que você tem por debaixo dessas roupas.

Eu – No momento eu não tenho nada. Se quiser ver me segui.

Fui até o meu quarto e o meu professor me acompanhou. Ele veio me abraçando por trás e tirando logo a minha blusa. Não demorei nada e tirei sua camisa também. Ele me beijava com muita violência enquanto puxava o meu cabelo pra trás. Jogou-me na cama com muita força. Ficou em cima de mim e me chupava por inteiro.

Marcos – Hoje você vai saber o que é um homem bruto te comendo toda.

Eu fiquei um pouco com medo, mas deixei rolar. Quando já estávamos completamente nus, ele mandou que eu ficasse de quatro porque ia comer o meu cú primeiro. Nossa, eu gelei. Nunca tinha dado o cú antes, mas fiz o que ele mandou. Lambeu por inteira a minha bunda. Começou enfiando um dedo no meu cuzinho. A sensação até ai estava boa, mas a delicadeza acabava ai. Ele se posicionou e começou a enfiar aquele pau em mim.

Eu – Por favor, para. Esta doendo.

Marcos – Aguenta ai. Eu vou te comer nem que seja a força. Provocou agora aguenta.

Estava doendo muito. Quando o pau estava dentro de mim ele aumentou o ritmo. Era muito bruto. Batia com força em mim enquanto me chamava de cadela, puta de luxo e outras coisas mais. Eu estava começando a me arrepender daquilo. Mas com um tempo foi ficando gostoso. Ele tirou o pau de uma só vez de mim, me virou e gozou na minha cara.

Marcos – Tiquita você é uma ótima rapariga. Descansa um pouco que ainda tem mais.

Uns quinze minutos depois ele disse que estava pronto para ir ao paraíso. Mandou que eu o chapasse e eu fiz. Eu sempre gostei muito de chupar. Quanto mais ele gemia, mais forte eu chupava.

Ele me colocou deitada e começou a penetração. Suas mãos apertavam com força meus seios e depois meu pescoço. Ele socava com muita força e violência. Eu nunca pensei que ia acabar gostando disso. Eu gritava e gozava muito. E desta fez ele disse que ia gozar dentro de mim. E foi o que fez. A porra escorregava pelas beiradas. Eu estava morta de cansada e toda dolorida.

Marcos – Você foi incrível. Quero repetir a dose uma próxima vez.

Eu – Sempre que o senhor quiser professor. Só que da próxima vez serei eu quem vai mandar.

A chuva já tinha parado. Acompanhei o professor até a porta e eu irmão estava chegando.

O Carlos me olhou com uma cara de quem já sabia o que tinha rolado e foi para o quarto dele.

Despois disso, uma vez por mês eu sou a puta do meu professor de história antiga.

Espero que gostem desse conto

Bjs naquele lugar

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