Eu, o Barro e o Papai

Um conto erótico de Cesinha
Categoria: Homossexual
Contém 13974 palavras
Data: 27/09/2011 11:45:20
Assuntos: Gay, Homossexual, Incesto

O papai ia chegar à noite, vindo de uma pequena cidade do interior onde morava com a mamãe, para passar uns dias comigo na capital. Era sexta-feira. Ele sabia da minha convivência com o Barro, o padeiro, um velho comedor de bundas, como era conhecido lá na padaria onde trabalhava. Foi lá que eu o conheci. Como acontecia com todos os garotos que pintavam por lá, ele passou a me comer diariamente, e sentia prazer em contar e mostrar pros colegas que estava me comendo, daí, foi uma faca de dois gumes, pois, sabendo disso, quase todos os outros padeiros passaram a me desejar, alguns deles conseguindo, também, me comer, e isso despertou ciúmes no Barro. Foi quando decidimos alugar uma quitinete para morarmos juntos, e assim ele teria a minha exclusividade.

O papai sabia disso e não se incomodava, pois ele já sabia do que o filho gostava. Ele próprio, andou permitindo no passado, que eu chupasse o seu pau. Isso aconteceu por ele estar vivendo um momento de muita carência, quando a mamãe estava grávida, com um barrigão lá nas alturas, e, também, claro, por muita insistência minha, que me aproveitei dessa situação. Ele chegou a comer minha bunda algumas vezes. Mas isso era passado. É outra história. Devido a forma apaixonada como eu o chupava, chegando, na maioria das vezes, a gozar só com o ato de chupar, sem que fosse necessário tocar punheta para alcançar o orgasmo, isso deixou o papai impressionado e, numa das vezes, deixou escapar que, um dia seria capaz de chupar um pau só para sentir esse prazer que eu demonstrava quando chupava o dele.

Eu levei a sério, ao pé da letra, essa declaração. Nunca esqueci disso e, desta forma, com a previsão da chegada do papai, contei pro Barro que, pretendia dar uma mãozinha pro papai alcançar esse seu desejo, se ainda fosse do seu interesse. E a pessoa escolhida não podia ser a melhor para lhe atender esse desejo: o próprio Barro. Assim, contei-lhe que essa poderia ser a oportunidade do papai, com o Barro por perto. O Barro se entusiasmou ao ouvir isso e disse: “Pode contar comigo!” Mas, diante do entusiasmo exagerado do Barro e sabendo do que ele era capaz de fazer para após a chupada, caso isso se concretizasse, ficar enchendo o saco para querer, também, comer a bunda do meu velho que não é disso, e para que ele não passasse a importunar o papai, avisei logo que o papai não era chegado a isso não.

Tratava-se apenas de uma fantasia que ele alimentava naquele tempo, e talvez nem se lembrasse mais disso, nem fosse mais do seu interesse. Assim, combinei com o Barro que seria melhor esperar ele chegar e ver a sua reação diante de nossas provocações propositadas. Tudo combinado, e aguardamos a sua chegada. E para que tudo desse certo, o plano era o seguinte: quando o papai estivesse ali entre nós, ele, o Barro, não procurasse esconder nada do que fazíamos quando estávamos só os dois. Ele poderia continuar andando dentro de casa só de cueca, e, se o pau endurecesse por alguma razão, ele não procurasse esconder, se comportasse como se fosse a coisa mais natural do mundo, para ver a reação do papai. Quando o papai estivesse dormindo, mesmo estando nós três no mesmo quarto, uma quitinete, ele poderia ir me comer na minha cama, pedir para eu lhe chupar o pau, despreocupadamente, como a gente fazia sempre, pois se o papai acordasse e nos flagrasse durante o ato, isso ao invés de aborrecê-lo deveria era excitá-lo mais ainda.

E assim, ficou tudo combinado e acertado.

O Barro só foi ver o papai no dia seguinte ao da sua chegada, um sábado, pois ele estava trabalhando na padaria no turno da noite durante essa semana, e assim, não fazia idéia como era o papai fisicamente, e quando isso aconteceu, quando os dois se encontraram no dia seguinte, no sábado pela manhã, ali no apartamento, na maior intimidade, só de cueca, o Barro endoidou, pois, como se verá, o papai, embora baixinho, 1,60m de altura, era um homem moreno claro, quase branco, bonito, cheio de saúde, um pouco acima do peso, e, desta forma, possuia aquilo que o Barro mais gostava, como há tempo ele não via: uma bunda bonita e gostosa, dessas que todo veado gostaria de ter, que o deixou de cabeça virada, e, desde o primeiro momento, o pau endureceu e não amoleceu mais, quando o papai estava por perto.

O primeiro dia foi só para os dois se conhecerem e travarem um relacionamento cordial, sem esquecer o lado do Barro que não podia controlar o pau que vivia duro direto, com o lado da cueca samba-canção branca levantada, pela presença do Seu Zequinha, que circulava pra lá e pra cá, também, só de cueca samba-canção, da mesma forma que o Barro. O papai, já avisado por mim, via o Barro constantemente de pau duro e não ligava. No outro dia, um domingo, quando o Barro se levantou, o Seu Zequinha já se levantara também, e já estava no banheiro, e enquanto isso, o Cesinha ainda dormia. O Barro, ao perceber isso, aproveitou e se dirigiu pro banheiro, também, sob a desculpa de que precisava mijar:

- Oi, Seu Zequinha, você está aí? Posso entrar?

- Pode, Barro! Entra aí!

O Barro entrou no banheiro e Seu Zequinha já tinha mijado, tava balançando o pau, grosso também, para retirar a última gota de mijo e caminhava pra debaixo do chuveiro completamente nu, ficando de costas para o Barro. O Barro, que já estava de pau duro, pela tesão do mijo, ao ver aquilo, aquela bunda maravilhosa, cheia de saúde, o pau deu um salto e, de tão duro, não conseguia acertar o jato do mijo na abertura do sanitário devido a proximidade do vaso. Era preciso se afastar um pouco para acertar no vaso. Além da tesão do mijo, a visão da bunda despida do Seu Zequinha, concorria para isso. Quando o Seu Zequinha se virou e viu aquilo, não se conteve:

- Vixe, Barro! Tá armado assim por quê?

- Ah, Seu Zequinha, acordei agora! É a tesão do mijo!

- Ah! Ainda bem! Eu pensava que havia outro motivo! – falou o Seu Zequinha puxando o assunto pro lado da sacanagem.

- Bem, Seu Zequinha, já que o senhor puxou o assunto, - por favor não se aborreça! – mas, com todo o respeito, é que eu não posso ver uma bunda por perto! O Cesinha não lhe falou isso não?

- Falou, sim, mas eu pensava que você só se ligava em bunda de veado, ou, como você chama, de “borracho”! E eu não sou nenhum “borracho”. Não é assim que você costuma chamar os garotos que você come? – contrapôs o Seu Zequinha, nem um pouco aborrecido, ao contrário, muito divertido.

- Não é só de “borracho”, não, Seu Zequinha! Pode ser qualquer uma! Sendo bunda, meu pau já está levantando! E o senhor, não se aborreça, com todo o respeito, é ainda muito “borracho”!

- Ah, Barro, para com isso! Eu, “borracho”, com mais de 50? Pois comigo é diferente. Se eu vir uma mulher nua, o meu pau endurece na hora! Mas, bunda, não! Principalmente de macho. Não se ofenda, por favor!

- Você ta certo, Seu Zequinha! Cada um na sua! Quem disse que eu me aborreço? Eu esperava que quem se aborrecesse fosse o senhor. Pra mim, ta tudo bem!

- Acabe com essa de “ senhor”! Pode me tratar de “você”, mesmo! Se duvidar, eu ainda sou mais novo do que você! Ou não?

- Tá bem, Seu Zequinha. – respondeu prontamente o Barro.

E prosseguiram conversando, enquanto só o Seu Zequinha se banhava. O Barro mantinha o pau duro como ferro pelas razões que já contei. Acostumado a cantar a bunda dos “borrachos” que cruzavam o seu caminho, mesmo se arriscando às vezes de receber agressão em troca, ele nunca deixava passar uma oportunidade em branco que se apresentasse pra ele. Já houve o caso de um empregado novato lá da padaria, que não gostou da cantada e o escorraçou com uma faca na mão. A coisa esteve preta pro lado do Barro! Mas, isso tudo, ele tirava de letra. No final, tudo terminava bem. Assim, estando sozinho ali os dois, o Barro ia tentar mais uma das muitas cantadas que já aplicara ao longo de sua vida, e que obtivera como resultado, disparadamente, a quase totalidade de aceitação e concordância dos “borrachos” em se deixarem enrabar por sua grossa rola. E, olhe, que a maioria deles nem veado era!

Davam a bunda porque estavam na encruzilhada e ainda não tinham se definido sobre o que gostavam realmente, e , assim, o Barro tirava vantagem e conseguia sempre enrabá-los. Muitos abandonavam a prática, após algumas vezes se deixarem enrabar pelo Barro e voltavam a procurar mulher, a ter namorada.

A (próxima) vítima, digamos assim, o Seu Zequinha, era homem feito pra mulher, e não era mais nenhum “borracho”, já ultrapassando os 50 anos, daí a chance de aceitar dar a bunda pro Barro seria praticamente nula, mas, por outro lado, o Barro soubera pelo seu filho, o Cesinha, que ele tinha um desejo, uma fantasia a realizar, que era chupar um pau de homem adulto. Essa idéia passou a ocupar a mente do Seu Zequinha desde o momento que, no passado, foi chupado pelo próprio filho e percebido o grande prazer que o Cesinha sentia em fazer isso, engolindo todo o caldo, sem desperdiçar uma gota sequer, chegando a gozar sem mesmo precisar de tocar punheta enquanto chupava.

Portanto, isso era um bom começo, para reforçar a cantada do Barro. Ele iria começar por aí. Assim, começaria a cantada, como quem não quer nada, querendo, propondo-lhe uma inocente chupada, pra ver a sua reação... Bem, depois disso, se se realizasse, tudo ficaria mais fácil.

Desta forma, em dado momento, não se contendo mais, o Barro começou com alguns rodeios para chegar ao seu objetivo:

- Seu Zequinha, o senhor já disse que só gosta de mulher, e eu não tenho dúvida disso, mas, pra variar, o senhor nunca comeu uma bundinha não?

- Você quer dizer, de um “borracho”? – respondeu com uma pergunta o Seu Zequinha.

- Isso mesmo! – respondeu entusiasmado o Barro.

- Olha, Barro, vou ser muito sincero com você: já comi, sim, e foi, como diz você, de um “borracho”, mas por muita insistência dele.

O Barro não perguntou detalhes, por exemplo, quem teria sido o felizardo, porque já sabia que tinha sido o seu próprio filho. Ele lhe contara.

- E chupar? Alguém já chupou o seu pau?

- Também, já. Por sinal, o mesmo que eu comi, mas, sempre por muita insistência dele.

- E o senhor gostou, Seu Zequinha?

- Claro, Barro! Quem não gosta? Mas eu fiz isso, mais pelo garoto que, não vou esconder de você, acho que você já sabe, foi o Cesinha, o meu filho.

- Seu Zequinha, desde quando o senhor sabe das “fraquezas” do Cesinha?

- Desde os dez, onze anos. Ele sempre se mostrou interessado na minha pinta. Sempre que ficava nu na sua frente ele só olhava fixamente pra minha pinta. Flagrei ele uma vez cheirando as minhas cuecas enquanto tocava punheta. Depois, ao passo que foi crescendo, foi criando coragem e uma vez ele pediu para pegar no meu pau no caminho do rio onde a gente se banhava toda tardinha e, você sabe como são essas coisas, saem do controle, e ele terminou me chupando. Foi uma grande descoberta para mim. A única coisa que eu fazia, até então, era comer mulher e pela frente, quer dizer, na xoxota! De outra vez, ao anoitecer, quando ia cortar capim na quinta, para venda, flagrei quando o vizinho, um homem de minha idade, comia a bunda dele, numa cama improvisada feita de folhas de bananeiras, e ele parecia gozar demais com o ato. A cena me impressionou muito e foi definitivo para que eu concordasse, também, em comer a bunda dele, mas, mais por insistência dele.

- Ele me falou isso tudo. Disse, também, que o senhor ficava muito impressionado quando ele lhe chupava e gozava sem precisar tocar punheta. Disse que você falou que um dia se tivesse oportunidade pretendia chupar um pau para ver se havia esse prazer todo que ele sentia!

- Ele lhe falou isso? Ah! Isso já faz tanto tempo! Eu tinha mesmo curiosidade desse ato que lhe causava tanto prazer. Mas, isso já passou! Ele tanto gosta de chupar, quanto de dar a bunda, e goza demais! E na bunda! Eu nem sabia que o veado gozava na bunda! E o Cesinha, goza até quando está chupando, quer dizer, é como se ele gozasse na boca! A boca dele, quando está chupando, faz o papel de uma vagina! Ele goza sem precisar tocar punheta! Ele nasceu pra isso! É incrível! Você já deve ter notado isso, não, Barro?

- Já notei, sim, Seu Zequinha! Quando estou gozando na garganta dele, ele fica se esporrando, sem precisar nem tocar no próprio pau. Mas, é a propósito disso que eu quero lhe falar uma coisa, Seu Zequinha. Ele disse que o senhor ficava impressionado com isso e chegou uma vez a dizer que “um dia ainda ia chupar um pau de um adulto só pra sentir esse prazer enorme que ele sentia”. Você se lembra de ter falado isso?

- Ah, Barro. Falei! Mas faz tanto tempo e acredito que foi mais o momento, porque fiquei excitado com a reação dele se esporrando enquanto me chupava. Eu nem me lembrava mais disso. Ele lhe falou, foi?

- Falou. Mas, não foi por mal. Ele pensou que se você ainda tiver essa vontade, esse desejo, eu poderia resolver o problema, e ficaria em segredo entre nós. Depois você vai embora e fica o dito pelo não dito, como um risco n’água. Aqui mesmo morre tudo, e você terá realizado a sua grande fantasia. Que tal? Quer experimentar?

Enquanto conversavam, o pau do Barro permanecia duro, dando pulos!

- Resumindo tudo, Barro: você está me cantando para que eu chupe o seu pau?

- É isso aí, Seu Zequinha! Já que o senhor quer ser curto e grosso!

- Não sei não, Barro... Faz tanto tempo!

- Que é que tem isso? O senhor ainda sente vontade ou não?

- Bem, na verdade, eu ainda sinto enorme curiosidade!

- O senhor tem nojo de gala?

- Não! De jeito nenhum! Muito pelo contrário!

- Ah! Então o senhor vai gostar muito! E mesmo quando o “borracho” não gosta do sabor, - nunca aconteceu isso não! – mas, mesmo assim, não tem problema porque a gala é despejada no fundo da garganta descendo direta pro estômago. Não dá nem para sentir o sabor!

- Não é isso que eu estou levando em conta, não! Eu penso é no Cesinha quando ele souber!

- Quanto a isso, não se preocupe não, Seu Zequinha! Ele aprova na hora! Ele me falou que espera que você tope fazer isso comigo. E então? Vamos?

- Bem, se é assim, vamos! Você quer dizer, agora?

- Agora mesmo! Pode pegar! – falou o Barro morto de satisfação, oferecendo o pênis para o Seu Zequinha.

- Você não perde tempo, hein? – falou rindo o Seu Zequinha, se ajoelhando aos pés do Barro, cujo pau exageradamente grosso, com a cabeça de um olho só parecia estar olhando pra ele. Como ele ia chupar um pau pela primeira vez, e para não fazer feio, o Seu Zequinha procurou se lembrar de como o seu filho fazia quando chupava o seu pau. Assim, segurou com uma mão o grosso pau que estava próximo de sua boca e com a outra, em forma de um cesto, segurou os ovos enormes e cheios de gala do Barro. O cheiro de macho era muito forte! Por que será que o negro tem esse cheiro tão forte exalando dos ovos e da própria cabeça do pau, mais do que os brancos? Isto estava deixando embriagado e excitado demais o Seu Zequinha. Um liquido lubrificante escorria do orifício por onde passa o mijo. Seu Zequinha, primeiro, lambeu o liquido que escorria, ele estava curioso para saber o sabor, e gostou, era um pouco salgado: não tinha diferença de sabor do seu próprio que já provara; depois, escancarou bem a boca para engolir a cabeça. Conseguiu. O seu próprio pau deu um salto em resposta. Tava tudo correspondendo ao esperado.

- Continue, Seu Zequinha! Por favor, não pare! Segure meus ovos! Assssiiiiiimmmm!!! - implorou o Barro, forçando a cabeça do velho contra o seu próprio pau, que, com o pequeno esforço, foi deslizando para dentro e só parou quando sentiu a cabeça se alojar no fundo da garganta. O Seu Zequinha engulhou, o que demonstrava a sua inexperiência. O Barro aliviou um pouco, e instruiu:

- Engula, meu bichim! Engula em seco, fingindo que está engolindo o meu pau! Isso ajuda! Isso ajuda a desaparecer a rejeição! - instruiu o Barro.

Assim o Seu Zequinha fez e deu certo. Percebendo que as carnes cediam, o Barro empurrou levemente e sentiu que o pau desceu um pouco;

Agora, só o Barro falava, pois o Seu Zequinha estava de boca cheia:

- Vamos ficar assim, parados, até a sua garganta se acostumar com o meu pau. Relaxe as carnes! Relaxe, Seu Zequinha!

Ele procurou relaxar ao máximo, pensando em tê-lo todo dentro de si. Ficou parado, sentindo a cabeçorra enchendo todo o espaço no fundo da garganta, e pulsando no ritmo do coração do Barro. Passado um minuto, o Barro, para testar, forçou um pouco e, - surpresa! – o pau desceu mais, na garganta do Seu Zequinha, já na entrada do esôfago. Para tranqüilizá-lo, e evitar que ele entrasse em pânico pela repentina falta de ar, o Barro, falou: - “Fique calmo, Seu Zequinha, tente respirar pelo nariz! Se lhe faltar ar, me avise que eu puxo pra fora um pouquinho!”

O Seu Zequinha, em resposta fez sinal de positivo com o polegar, segurou a respiração, e forçou mais um pouco o pênis para dentro de si. – O Barro sentiu que o pau desceu mais alguns centímetros, abrindo a passagem da garganta, e em resposta, elogiou o Seu Zequinha: – “Meu bichim, a sua garganta tem mais espaço do que a do Cesinha! A cabeça passou totalmente! Eu nunca tinha conseguido antes com o Cesinha! Já entrou tudo! Meus ovos estão colados no seu queixo! Você ta sentindo?” Seu Zequinha confirmou com a cabeça. Ele sentia não somente os ovos encostados no seu queixo, ele sentia, principalmente, o cheiro dos ovos, e com a reação, o seu próprio pau dava saltos.

O Barro, então falou: - “Agora, vou começar a foder a sua garganta como se fosse uma bundinha, vou encher ela de gala, se prepare! Você pode ajudar. Balance a cabeça pra lá e pra cá, de encontro aos meus socos, que, agindo assim, sempre entra um pouco mais! Mame no meu pau! Faça tudo que você tem direito! O pau é todo seu! Quando começar o meu gozo eu dou o aviso, mas nem é preciso, pois você vai perceber o meu pau dando pulos dentro de sua boca. Nesses momentos, não respire, senão a gala sobe pelos gorgomilhos e sai pelo nariz! Talvez nem dê pra você sentir o sabor da minha gala, pois ela vai direto pro seu estômago. Aproveite, então, Seu Zequinha? Vamos lá?”

O Seu Zequinha confirmou com o polegar e, ato contínuo pegou uma das mãos do Barro e trouxe para o seu próprio mamilo para que ficasse friccionando. O Barro, imediatamente, segurou com as mãos e os dedos calosos do trabalho diário, os mamilos do Seu Zequinha que, ao contato, ficaram eretos, e ele gemeu agradecido: - “Huummm!” –fazendo o sinal de positivo com o polegar.

E começaram lentamente, os dois, pra lá e pra cá; pra lá e pra cá: a cada empurrão que o Barro dava, o Seu Zequinha respondia a boca socando ao contrário. Toda vez que a cabeça passava na parte mais funda, forçando a abertura da garganta, doía um pouco, mas isso só deixava o Seu Zequinha mais feliz e cheio de tesão: ele finalmente estava realizando um velho sonho; estava chupando um pau, não um pau qualquer, mas um volumoso pau, cujos ovos estavam transbordando de gala e logo, logo estariam despejando no seu estômago. O seu filho, o Cesinha, lhe advertiu que estivesse preparado porque quando o Barro começava a gozar parecia não terminar mais. Eram jatos intermináveis de gala. O Barro prosseguia fodendo a boca do Seu Zequinha. Passaram alguns minutos assim, o Seu Zequinha cumpria o seu papel com maestria, acariciando os ovos com uma mão em formato de cesto, com a outra segurava o mastro e com a língua procurava acariciar a base da cabeça do pênis, o cabresto muito esticado, o pescoço, seguindo o que aprendera com o seu filho quando chupava o seu pau. Não demorou e a respiração do Barro se alterou, os seus ovos subiram pra base, se preparando para a explosão. Era o aviso. O Seu Zequinha, então, puxou suavemente os ovos do Barro num ato de pura carícia para aumentar o prazer do macho, igual como o seu filho fazia quando chupava o seu pau, e o Barro, em resposta, socou o pau fundo e segurou, por alguns instantes, e um jato violento de gala explodiu no fundo de sua garganta, jorrando direto pro seu estômago; nem deu pra sentir o sabor que ele tanto ansiava; mais outro jato, mais outro... Só deu pra perceber que estava gozando porque o pau dava saltos violentos e pulsava dentro de sua garganta. Lá pelo quinto ou sexto jato, o Seu Zequinha puxou o pau um pouco pra fora, para que a gala fosse despejada dentro da sua boca, para desfrutar o seu sabor. Quando sentiu a boca ser inundada pelo jato de gala com o sabor indescritível, meio salobro, meio doce, como um mingau de maisena fino, com um forte travo no final, o Seu Zequinha entrou em transe e gemeu: “Huuuuummmm!!” Não engoliu logo porque queria eternizar esse sabor delicioso, daí veio outro jato, embora mais fraco, mas transbordou, encheu a sua boca e ele perdeu o controle e quase se engasgou, tossiu, mas se recuperou e engoliu todo o caldo, cujo sabor ele jamais esqueceria! Ficou, então, no finalzinho do gozo do Barro, mamando o vibrante pau como um bebê faminto, para desfrutar o sabor da gala na parte final da ejaculação. Sentiu-se, então, quase desfalecer diante de tamanha sensação sensual e o seu próprio pau, naquele momento, sem função, sem que ele tocasse com a mão, explodiu num gozo sem volta, lançando jatos fortes de gala a um metro de distância, no chão, alguns deles nas pernas do Barro. – Aaaaah! – E o Barro ao sentir os jatos de gala nas pernas, pensou consigo: “Ele gozou também sem precisar tocar no próprio pau, como ocorre com o Cesinha! Tal pai, tal filho!”

Passados alguns instantes, recuperados, os dois se banharam e foram para a sala, mortos de satisfeitos: o Seu Zequinha, porque realizara a sua fantasia; e o Barro, porque agora tinha moral para comer a bunda mais gostosa que ele vira na vida. Tudo ficava mais fácil agoraComo era fácil de se prever, desde que o Seu Zequinha chupara o pau do Barro, dias atrás, - uma fantasia que aquele alimentava há vários anos, e que, finalmente realizou, algo de que não se arrependia, pois fora fantástico, além do que imaginara, - desde esse dia o Barro passou a dar em cima dele com a intenção de comer a sua bunda. A partir daí, não tivera mais sossego, pois o Barro não parava de tentar convencê-lo a deixá-lo comer a sua bunda. O Barro, um inveterado comedor de bunda de veados, entendia que quem chupa um pau, não está muito longe de se deixar comer, de dar a bunda. O Seu Zequinha, no entanto, estava sendo sincero. Não tinha esse costume. Ele não era um veado na acepção da palavra. Era, digamos assim, um curioso. Ele chupou o pau do Barro porque ele próprio teve o pau chupado pelo seu filho há alguns anos e, ao presenciar o prazer que o seu filho sentia enquanto chupava, chegando a gozar sem tocar no próprio pau, isso lhe deixou tentado a experimentar um dia, para descobrir que prazer tão grande era esse. Daí, nessa viagem que fizera à capital, em visita ao filho, ao ter pela frente o Barro, um velho de pouco mais de 50 anos, veterano comedor de bundas, que vivia com o seu filho, resolveu aproveitar a oportunidade. A experiência da chupada foi altamente satisfatória. Ele gostou de tudo: do pênis enorme preenchendo a sua boca e a sua garganta, da sensação de sufocação no começo, da pulsação quando ele estava gozando, dos pulos descontrolados dentro de sua boca, dos jatos de gala lançados no fundo da garganta descendo direto para o seu estômago, do sabor estranho mas profundamente erótico e muito agradável, meio doce, meio salobro, com um forte travo no final. O gozo que alcançou sem precisar tocar punheta enquanto chupava o Barro, foi demais! Mas, por outro lado, isto teve o seu preço: teve que, a partir daí, enfrentar a insistência do Barro que, queria porque queria, comer a sua bunda, depois dessa bem sucedida chupada.

Para que se possa entender essa insistência do Barro em querer comer a bunda do Seu Zequinha, um homem adulto, casado, pai de vários filhos, é preciso alguns esclarecimentos. O que o Barro gostava mesmo era de comer a bundinha dos garotos adolescentes que ele próprio chamava de “borrachos”, mas, afora isso, o que viesse, qualquer bunda, de qualquer idade, ele comia, também. No momento, ele vivia junto com o seu filho, que era a sua comida certa, a sua “mulherzinha”. O Seu Zequinha sabia disso e não se importava, pois já conhecia o seu próprio filho e suas inclinações para chupar rolas e dar a bundinha. O próprio Seu Zequinha, como já foi dito, se deixara chupar pelo filho há alguns anos, e também comera a sua bunda algumas vezes, tudo por insistência do filho. Desta forma, o Seu Zequinha aceitava pacificamente o relacionamento entre os dois, e foi o seu próprio filho que o incentivou a ir em frente quando ele disse que queria chupar um pau para sentir como seria essa sensação maravilhosa que o seu filho demonstrava ao chupar. E o Barro foi o escolhido, devido às circunstâncias: longe de sua cidade natal, ninguém, além do seu filho, iria saber disso, e ali, dentro de casa, havia alguém disposto a oferecer o pau para ele chupar, com tudo que ele esperava: um pau grosso demais, muito couro, bonito, muita gala. O Seu Zequinha, apesar de já estar na casa dos cinqüenta, era um homem muito viril mas, estava acima do peso, com um físico que para outros poderia até ser broxante, mas para o Barro era altamente excitante, capaz de deixá-lo de pau duro direto: ele tinha uma barriga pra fora, os quadris um pouco grandes, com a bunda crescida, mas sem excesso, e bastante peluda. Isto, para o Barro era uma bela bunda, que fazia com que o seu pau estivesse sempre duro, bastando para isso que o Seu Zequinha estivesse por perto. Desde o dia que o Barro o viu pela primeira vez, se banhando nu na sua frente, que ele endoidou. Aconteceu no dia que o Seu Zequinha chegou ali no apartamento do filho, o Cesinha, onde ia passar uns dias. Só a visão da bunda, mesmo vestido, já excitava o Barro e, para complicar mais ainda, o Seu Zequinha achou de se despir, inocentemente, na frente dele, sem se importar de lhe dar as costas, mostrando-lhe a bunda que, para o Barro era de endoidar qualquer um. Desde esse dia, passou a desejar comer a sua bunda, mas, por razão de respeito ao próprio Seu Zequinha, não manifestara abertamente esse desejo, especialmente porque sabia que ele não era veado e a sua praia era mesmo mulheres e suas xoxotas, conforme a ficha que o Cesinha, seu filho, lhe dera. A cena do Barro endurecendo o pau com a visão da bunda do Seu Zequinha foi, digamos assim, curiosa, porque estando os dois sozinhos ali no apartamento, o Seu Zequinha se sentiu completamente à vontade, e desabotoou a cueca, deixou-a cair no chão e se dirigiu nu para o banheiro. Nesse mesmo instante, o Barro, ao ver aquilo que mais desejava, uma bunda gordinha, cheínha, branca em virtude de não levar sol, e peluda, o pau foi instantaneamente lá pras alturas! O Seu Zequinha nem desconfiava da tara por bunda do macho do seu filho e foi calmamente caminhando em direção ao banheiro e, em virtude do tamanho das bochechas, estas se movimentavam enquanto andava. O Barro, claro, para não perder a cena impagável, o acompanhou até a porta do banheiro e lhe pediu que a deixasse aberta, para que os dois ficassem conversando, mas o que o Barro queria mesmo era ficar com os olhos grudados na desejável bunda. O Seu Zequinha, ingenuamente, e numa atitude pudica, para não exibir a sua trouxa, - atitude muito comum quando dois homens ficam nus, um na frente do outro – para evitar a comparação do pau - ficou de costas pro Barro, fazendo exatamente aquilo que o Barro mais desejava que ele fizesse: deixar a bunda à mostra. O pau do Barro ficou em festa, dando pulos de alegria. Quando o Seu Zequinha, enquanto se ensaboava, se virou e viu o Barro com o pau lá nas alturas tentando furar a cueca, se admirou:

- Vixe, Barro! Isso tudo é tu? Não vai me dizer que tu está assim porque está me vendo nu!

E o Barro, com a carinha sem vergonha, sorrindo:

- Claro que é, Seu Zequinha! Não estou lhe faltando com o respeito, mas, é que não posso ver uma bunda. O seu filho não lhe falou não? Basta eu ver a bunda de um “borracho” pra minha pinta ficar assim. Quando vejo a trouxa, um pau de um homem nu, eu não sinto nada. Isso só acontece quando vejo uma bunda!

- Mas, Barro, eu pensava que tu só sentia tesão por veados, ou por jovens “borrachos”, assim como o meu filho!

- Não! Eu sinto tesão é por qualquer bunda! Desde que seja “borracho”! E você é muito “borracho” ainda!

- “Eu? “borracho”?

- Claro! Você é muito “borracho”! – respondeu com a carinha sem-vergonha.

- Mas, eu já estou passando dos cinqüenta! Já estou com 52 anos!

- Mas, ainda é muito borracho! E ainda é cabaço, né não? – respondeu sorrindo, num misto de elogio e respeito.

- Para com isso, Barro!

E o Seu Zequinha prosseguiu no seu banho despreocupadamente.

Depois que se tornaram amigos ali na mesma convivência, o Seu Zequinha chupou a sua rola, um sonho acalentado pelo velho, há anos, a coisa ficou mais fácil. A chupada de uma rola era uma fantasia alimentada pelo Seu Zequinha, mesmo sendo heterossexual, desde quando, há alguns anos, o Ribinha chupou o seu pau, e, a oportunidade finalmente se ofereceu ali com o Barro. A partir desse momento, ele vivia insistindo para que o velho deixasse ele comer a sua bunda, afinal de contas, quem chupa não está muito longe de dar. Devido à sua grande experiência em comer bundas, ele garantia que o pai do seu “borracho” Ribinha não sairia muito machucado e ia gostar muito. As constantes cantadas não aborreciam o Seu Zequinha, mesmo porque a idéia não estava de todo descartada desde o dia em que o chupou. Como estava de passagem por pouco tempo ali na capital e logo voltaria para a sua cidade no interior, resolveu experimentar. A sua única dúvida era devido ao pau do Barro que era muito grosso, cabeçudo, cheio de nós, e veias estufadas, assustador! Sabia que ia sofrer com a introdução daquele tronco grosso no seu ânus virgem de entradas. Até então, dali só fazia sair! Mas, isso só iria saber na hora. Quanto ao ato em si, isto não o preocupava. Depois esqueceria a prática.

É o que veremos a seguirDias depois, estando sozinho os dois em casa, - o Cesinha saira para trabalhar – o Barro voltou a atacar. Numa passagem apertada, entre o sofá e a geladeira, onde só tinha espaço para um, o Seu Zequinha ia da sala pro quarto. Ele estava só de cueca, a habitual cueca samba-canção, que era como os dois andavam dentro de casa. O Barro, como sempre, estava de pau duro em razão da presença do Seu Zequinha ali, também, de cueca. O Seu Zequinha não ligava mais pra isso. Nessas condições, o Barro inventou de ir até o quarto pegar algo e o Seu Zequinha, que estava no caminho, só fez se recostar no sofá, dando as costas pro Barro passar. Uma covardia! O Barro, vendo o Seu Zequinha se entregando, foi passando bem lentamente e roçando o pau enorme de duro na sua traseira e quando o pau foi deslizando entre as regadas de sua bunda, O Barro roçou lentamente, quase parando e se excitou demais. Assim, quase implorando, voltou a insistir, de pau duro levantando um lado da cueca lá nas alturas:

- Seu Zequinha, vamos experimentar? Por favor! Se você não gostar, coisa que eu duvido muito, eu paro! Não conto pra ninguém! Nem o Cesinha vai saber!

- Está bem, Barro! Eu deixo você meter, mas se eu não gostar ou se estiver doendo muito, você para, está certo assim? – ele próprio sabia que ninguém para depois que começa a meter. Não tem volta! É meter, e meter!

- Claro, Seu Zequinha! Você é que manda. Vamos agora?

- Vamos! Mas, deixa eu antes ir ao banheiro defecar, estou apertado! – e correu pro banheiro. Ao terminar e se ver aliviado, o Seu Zequinha gritou pro Barro, em tom brincalhão, talvez para aliviar a ansiedade que o envolvia pelo que o esperava: “ – Vem ver aqui, Barro, o tamanho do tolete! Se duvidar é do tamanho do teu pau!

- É mesmo, Seu Zequinha? – respondeu, incrédulo o Barro, se dirigindo pro banheiro. E ao ver o tolete, insistiu: - É enorme de grande! Mas não tem a grossura do meu pau. Espaço já se sabe que você possui. Vamos ver agora na grossura! Vamos logo com isso, Seu Zequinha! – falou o Barro em transe.

- O Cesinha, meu filho, disse que é bom quando a gente defeca antes, porque cria mais espaço pra pinta, especialmente quando é muito grossa assim como a sua. Tem onde ela se alojar, Barro!

- Deve ser mesmo. O Cesinha pensa em tudo! Mas, pra mim tanto faz! - falou rindo com a carinha sem-vergonha. - Eu sempre consigo enterrar o pau até os ovos na bundinha dele. Empurro o tolete de volta pra dentro. – falou rindo. - O Cesinha me disse que quando isso ocorria, passava mais de dois dias com “prisão de ventre”, sem poder cagar. Por isso é que agora ele procura se aliviar antes. Deve ser mesmo muito gostoso pra quem recebe o pênis dentro de si, ter evacuado antes, pois assim cria espaço. Pra mim, não tem diferença! Ande logo!

- Já estou indo! Deixa só eu limpar a porta de entrada para o convidado especial: O seu cacete! – brincou o Seu Zequinha tentando relaxar.

- “Ele” já está em festa aqui! Olha só os pulos que “ele” está dando! – falou o Barro apontando com a cabeça o próprio pau.

O Barro se apressou em tirar a cueca samba-canção, que era a única roupa que os dois usavam ali dentro de casa. O pau, como sempre, estava duro que vibrava, especialmente pela antecipação e o que o aguardava dentro de instantes. Antes que o Seu Zequinha se arrependesse, desabotoou a cueca e jogou-a longe. Em seguida ficou em pé próximo da cama, esperando o Seu Zequinha voltar do banheiro. O pau permanecia duro, lá nas alturas! Ao ouvir a descarga do banheiro, o pau do Barro pulou de alegria. Era um aviso de que Seu Zequinha já estava vindo para o “sacrifício”. O Seu Zequinha veio caminhando calmamente em direção à cama para se entregar à sanha do negro velho comedor de bundas. O meu velho vinha de cueca, e, estranhamente, o seu pau não estava duro, estava apenas bambo, querendo endurecer, e só ia se despir na hora de se entregar, talvez por timidez. Quer dizer, “velho” é maneira de dizer, pois o Seu Zequinha não tinha mais do que cinqüenta anos. Era a sua primeira experiência como passivo, quer dizer, a primeira vez que ia dar a bunda. Por insistência do Barro, concordara em deixar ele comer a sua bunda. Não era a sua “praia”, essa de dar a bunda, pois o que gostava mesmo era de mulher, de uma gostosa xoxota.

Ao se aproximar e se preparar para se deitar na cama na posição de passivo, quer dizer, de bruços, com as pernas levemente abertas (às vezes, o Barro colocava um travesseiro para elevar a bunda do passivo, deixando-a na posição ideal para receber a rola), o Seu Zequinha questionou sobre a necessidade de vaselina.

- Barro, não é preciso passar uma vaselinazinha não?

- Não, Seu Zequinha! Não precisa não! Basta cuspe!

- Não, Barro! O que é isso? Sem vaselina vai me machucar muito! Olha só a grossura do seu pau! E é a minha primeira vez! Procure me tratar bem para que não seja a última!

- Eu tenho muito prática, Seu Zequinha! Eu como bunda desde que me entendo por gente! Você vai ver como eu não lhe machuco usando apenas cuspe!

- Não! Nada disso, Barro! Sem vaselina eu não deixo você meter não!

- Está bem. – falou o Barro entregando os pontos, se recurvando na cama e apanhando o tubo de vaselina que se mantinha sempre debaixo do colchão, para emergências como essa. – Tome! Já que você faz tanta questão, passe você mesmo!

O Barro sempre pedia que o próprio passivo ou “borracho”, como ele chamava, passasse a vaselina no seu pau. Era uma forma de o veado ir logo se familiarizando com o pênis que em breve estaria todo dentro de si.

O Seu Zequinha recebeu o tubo de vaselina na mão e, sem perda de tempo, passou somente na cabeça e no pescoço do pau do Barro que dava pinotes. Foram os dois pra cama.

– “Vixe, Barro! O seu pau é muito grosso! Agora é que eu tô vendo!”

O Seu Zequinha estremeceu com a visão do tronco grosso de carne, bonito mas assustador, e mesmo assim, deitou de bruços e passivamente aguardou o Barro se posicionar nas suas costas. Psicologicamente ele se justificava: o Cesinha, meu filho, agüenta todinho sem reclamar essa grossa linguiça e morre de gozar, por que eu não agüentaria também?

– Vamos, Barro, eu estou pronto! – falou em voz alta.

Quando o Barro subiu nas suas costas, o seu Zequinha, quer dizer, o meu velho sentiu-se envolvido no clima, algo novo que nunca experimentara antes. Era um homem maduro, muito simpático, brincalhão, assumidamente masculino, - tinha apenas os quadris um pouco largos, em virtude de estar acima do peso, com os chamados “pneuzinhos”, que destoavam do resto do seu físico, mostrando uma bunda um pouco crescida, que deixou o Barro louco de tesão. O Seu Zequinha, de comedor de xoxotas, se preparava agora para experimentar algo novo e isso o deixava muito excitado, um pouco nervoso e inseguro. No passado ele já comera a bunda do seu próprio filho e assistira a ele se acabando em gozo com o seu pênis atolado até a raiz e isso despertara também a sua curiosidade. Qualquer um deveria sentir aquele gozo extremo. Por que não ele? Não eram só os veados. Assim, ele estava adorando a experiência, finalmente se decidira a oferecer ao Barro a sua bunda tão justa, tão apertadinha, e, apesar dos seus 50 anos, ainda virgem, mas, com o rumo que as coisas estavam tomando, seria por pouco tempo. O Barro era um negro velho dos seus 56 anos, baixinho, não passava de 1,62m de altura, não musculoso, pesando uns 70 quilos, possuidor de um pênis enorme, tanto no comprimento (um pouquinho mais de 20cm), quanto na grossura (cerca de 16cm de circunferência. Uma mão de um adulto não o abarcava), e de muita tesão, andava dentro de casa sempre de pau duro, especialmente quando tinha uma bunda à mostra por perto. Era acostumado a comer bundas, na verdade, era só o que ele comia, preferencialmente de garotos, que ele chamava de “borrachos”, mas que não enjeitava nenhuma bunda, desde que fosse cheinhas, e, claro, que fosse de macho, que, segundo ele, são muito justas, apertadas. Não que ele precisasse de bundas apertadas, pois para ele todas eram apertadas devido à grossura do seu pau. Bunda de mulher ele não gostava não! Ele confessou que comeu uma vez a bunda de uma mulher e não gostou: era muito frouxa! – Segundo ele, a mulher é frouxa porque possui dois canais, um ao lado do outro: o vaginal e o anal. Quando se faz pressão com o pau num deles, o outro cede. Diferentemente da bunda do veado que não tem para onde ceder.

Os dois, agora, permaneciam colados. O Barro por cima, ainda não penetrara o pênis no Seu Zequinha. Não tinha pressa. A maturidade dá ao homem essa tranqüilidade. O peculiar cheiro que se desprendia dos sovacos do Barro, odor puro de macho, somado ao aroma que se desprendia dos seus ovos, agrediu as narinas do velho Zequinha, acostumado a inalar o cheiro tão feminino de xoxotas. Mas, isto não o desgostava. Ele agora se preparava para receber dentro de si o grosso pênis do Barro. O corpo do macho estava sobre ele, cobrindo ele. Arrepiou-se diante da perspectiva iminente.

- Posso meter, Seu Zequinha?

- Claro, Barro! Está esperando o quê? – respondeu o velho com um pouco de nervosismo.

Dito isso, o Barro se mexeu sobre o corpo do Seu Zequinha, procurou se posicionar numa posição ativa, distribuindo o seu peso por igual nas costas do, agora, um mero passivo, como tantos outros que estava acostumado a comer, abriu um pouco as pernas dele e, sem precisar de ajuda da mão do passivo, pois o pau permanecia muito duro, cutucou o ânus do velho. Apesar do leve nervosismo, ele não tomou nenhuma atitude para impedir a iminente penetração, ao contrário, se entregou passivamente ao ato. Foi então que sentiu algo quente, febril, macio, mas bastante duro e lubrificado - era a cabeça do pau do Barro, que tinha pressa, – cutucando entre as bochechas de sua bunda, forçando suavemente o anel enrugado que nunca experimentara algo do tipo. A sua entrada anal não era propriamente uma entrada, - o Seu Zequinha sempre frisava isso - mas uma saída, pois por ali só fazia sair. Assim, lhe parecia algo estranho, mas profundamente erótico, sentir algo duro nas suas entranhas, forçando a entrada, fazendo com que o seu pau que já estava duro, vibrasse ao contato, e ficasse mais duro que doeu, como um bastão, diante da expectativa e da novidade de ter outro penetrando na sua raiz. Ele já estava reagindo como um veado. Historicamente, os veados é que, quando sentem outro pau cutucar na sua raiz, próximo dos ovos, endurecem o próprio pau.

Ele sentiu o grosso pênis do Barro procurando ansiosamente a melhor posição para penetrar no seu ânus. Percebendo isso e, para facilitar o seu acesso, mesmo com um pouco de medo, o Seu Zequinha elevou a bunda, arreganhando-a para ficar na altura do que o Barro precisava, daí, o Barro forçou o grosso pênis suavemente no anel cheio de pregas, ainda virgem. Pressionou o pau para dentro da sua apertada bainha. Não entrou logo. Não tinha espaço. Era preciso dilatar o esfíncter anal do velho ao máximo, para dar passagem ao cabeçudo membro. Mantida a pressão contra o músculo anal, guardião de sua virgindade, mesmo já tendo mais de cinqüenta anos, o papai respirou profundamente, preparando-se para recebê-lo dentro de si, fechou os olhos e relaxou, abrindo um pouco mais as pernas. Era o que o pau do Barro precisava. Daí, o esfíncter anal, diante da pressão constante, foi se abrindo, e foi cedendo, esticando, cedendo, vestindo o pênis, como numa camisinha. O grosso membro do Barro que chegava a assustar alguns “borrachos” quando pela primeira vez iam lhe dar a bunda, estava entrando lentamente na bunda do papai. Incrível! O velho estava surpreso porque não doía quase nada, daí, aliviado, não se contendo de tanto prazer e satisfação pelo que lhe estava ocorrendo, falou pro Barro:

- Barro, não dói nada! Quase nada! Continue, Barro!

- Só arde um bocado, entra queimando, não é Seu Zequinha?

- Isso mesmo, Barro! Como é que você sabe disso?

- Ora, todos os homens da sua idade quando eu estou comendo, e sendo a primeira vez que estão dando a bunda, dizem a mesma coisa: “Não dói nada! Só arde muito!” Eu acho que é porque já possuem as carnes mais maduras, mais fortes, e já estão acostumados a dar passagem a grossos toletes! Diferentemente dos “borrachos”, como a maioria dos que eu comi que tinham entre 14 e 15 anos, cujas carnes são ainda muito tenras, muito verdinhas. Deve ser isso, não é Seu Zequinha?

- É mesmo, Barrinho? Você ta dizendo que eu não sou o primeiro homem cinquentão que você come não?

- É nada, Seu Zequinha! Já comi muitos! Lá na padaria mesmo tem um padeiro da sua idade, pai de quatro filhos que me procurou!

- Por que será, Barro?

- Ah, isso é com vocês! – respondeu o Barro rindo. – Eu só sei que eu não enjeito não! Pode fazer fila!

- Vamos deixar isso pra lá, Barrinho? Eu não quero saber disso não! Meta, meu bichim! Tuuuudo!

O velho não reclamava. A sensação de ardor provocada pelo atrito era plenamente suportável. Ele aguentava firmemente. O Barro tinha razão. Não estava doendo quase nada, só ardia um bocado pela fricção do cabresto do grosso pau do Barro na sua tripa, enquanto ia desaparecendo dentro de si. E, quando o cabresto muito esticado passou esfregando com força na sua próstata, todo o ardor foi neutralizado por uma indescritível sensação de quase gozo. Isso fez, também, com que o Seu Zequinha, cujo pau esmorecera um pouco pelo ardor da penetração, voltasse outra vez à dureza inicial, rijo como quando ia comer as mocinhas, mas agora não lhe restasse nenhuma função, a não ser ejacular o produto do seu gozo. A passagem da cabeça da jibóia na sua próstata fez com que ele relaxasse mais as carnes, se entregasse completamente a luxúria do macho que o estava comendo. Tomado pelo inesperado prazer causado pela fricção na sua próstata, o Seu Zequinha não resistiu e empurrou a bunda de encontro ao Barro.

- Isso mesmo, Seu Zequinha! - Orientava o Barro, bastante experiente em comer bundas: “Empurre sua bunda pra trás! Empurre, Seu Zequinha, que desaparece o ardor!” – e ele empurrou a bunda para trás, aceitando a grossa e comprida rola do Barro que começava a desaparecer na sua traseira. Foi entrando lentamente... lentamente... lentamente. Em dado momento o pênis não conseguia mais ir em frente como se chegasse ao fim da bainha, mas ainda tinha uma parte do pau do lado de fora, uns três dedos, exatamente a base mais grossa.

O Barro fez uma pausa, e em seguida, seu pau grosso e cabeçudo foi empurrado para dentro da bunda do papai, cujo anel estava sendo esticado ao máximo, no limite, deixando o seu ânus no formato de uma boca exageradamente aberta para dar passagem agora a base grossa. O pênis grosso do Barro esticava tanto o couro do anel anal que o transformava, parecia uma pele fina, como de um tambor, e todas as pregas desapareciam. O seu anel envolvia num abraço o pênis do Barro, dando a impressão de que se podia romper quando entrasse a base mais grossa do pau. Mas, era só impressão.

- Estou machucando você, Seu Zequinha? – perguntou preocupado o Barro ao visualizar rapidamente a abertura anal do velho.

- Não, Barro! Por favor, continue! – respondeu ofegante o Seu Zequinha. – Por favor, continue! Meta tudo!

O Barro sentiu que estava entrando num ponto sem volta e começou a foder o Seu Zequinha. Apressou... Mais rápido, mais rápido, o Barro começou a socar. Os seus olhos turvaram com paixão. Ele sentiu o papai dando de ré com a bunda para recebê-lo mais, sentiu os seus próprios ovos pesados, cheios de gala batendo contra a bunda branca por não levar sol, mas peluda, do velho Zequinha. A reação do Barro muito viril, o pênis muito duro, a extrema grossura, o tamanho longo, tudo isso glorificava a foda. A cabeça do seu pau enterrada fundo no velho parecia ir num ponto muito longe dos seus intestinos. Dava pro velho Zequinha sentir aquela coisa viva, como uma cobra, enchendo a sua tripa no limite, a cabeça esfolando pra lá e pra cá. A arrogante cabeça do pau, de chapeleta, cabresto, e tudo a que tem direito, a tornava desejável e muito bonita e ao mesmo tempo áspera e bruta, e no movimento de vai-e-vem, forçava o esfíncter do papai. O Barro e o Seu Zequinha se uniam no ato. Pela base da cabeça, onde está o cabresto, passava o ar que era soprado para dentro quando o pau era empurrado, como uma bomba de ar, e isso, geralmente, após o ato deixa a cavidade anal do passivo cheia de gases, fazendo com que ele fique peidando ruidosamente, mas isso são conseqüências irrelevantes. O que importava na verdade era a certeza de introduzir completamente o seu pau nessa abertura ainda virgem e enchê-la de gala.

O Barro sentiu o apertado anel do músculo anal do papai fechar em torno do seu pau como uma braçadeira e, também, em toda a sua extensão como uma luva, mas uma luva de carne, quente, macia.

–Oh, meu borracho! Você é muito justo! – reagiu o Barro elogiando a justeza do velho que parecia ter a bunda de um garoto! Tão apertadinha!

- Que era que você esperava, Barro? É a minha primeira vez!

O Barro se preocupava em não machucar o velho que estreava a bunda, e, assim, tinha que tratá-lo bem, levá-lo ao gozo, para ter a garantia de uma segunda vez, de uma terceira, de um freguês, com certeza. Todos repetem a dose. Mas, para isso é preciso que gozem na bunda. E o Barro sempre levava os “borrachos” ao gozo anal extremo. Sempre. A rola do Barro parecia ter sido feita pra comer bundas: a cabeça, embora grande, no formato de um coração, era afilada, quase pontuda, para facilitar a introdução, sem machucar os “borrachos”. Há estudos que comprovam que homens que possuem a cabeça do pênis afilada indica tendência para ser um comedor de bundas. Quando eles, os “borrachos”, se dão conta, a rola já está dentro até o pescoço; então, só resta empurrar o resto. Era mais grossa na cintura, exatamente no lugar onde precisava ser grossa, para espremer sem piedade a próstata do passivo; isso pegava desprevenido os “borrachos” e alguns deles gozavam naquele momento, para seu desapontamento, não que o gozo inesperado fosse ruim, mas é que todos querem prolongar ao máximo esse momento; a base era excessivamente grossa, mas quando era alcançada, o pau já estava todo dentro e não provocava mais dor, apenas arregaçava o anel ao extremo, dilatando-o demais, e, mesmo assim, o passivo sempre a queria dentro de si, embora tendo a certeza de que sofreria uma distensão do músculo anal. Com a prática diária, como conseqüência, após algum tempo, veja bem, se passasse a dar todo dia, afrouxava um pouco o anel, e o peido ficava frouxo, zoadento, difícil de segurá-lo, provocando constrangimento ao “borracho” quando o soltava no meio dos colegas. Lá na padaria, segundo o próprio Barro, quando um seu ajudante, geralmente um adolescente, escolhido por ele como sua comida diária, começava a soltar peidos zoadentos e se percebia que ele não tinha controle e ficava envergonhado com isso, era a confirmação de que o Barro estava afofando a sua bundinha. O Barro se divertia com isso. O seu ego ia lá pra cima! Quando um garoto da sua equipe começava a peidar ruidosamente, os demais comentavam numa só voz: “Barro, tão te chamando!” Todos achavam isso muito natural e se divertiam. E quando o garoto “entregava o ouro”, sem precisar explicar o motivo da frouxura, logo aparecia uma fila de interessados em também comer a sua bundinha. Não dava pra esconder por muito tempo, pois o Barro aproveitava o intervalo da massa quando todos iam dormir por quarenta minutos e levava o “borracho” pra comer na estufa do macarrão. Lá já existia uma cama improvisada de papelão feita pra esses momentos, onde se podia ver as enormes manchas de gala ressecada, despejada naturalmente pelo gozo dos passivos, uma vez que o

Barro despejava nos seus intestinos. O fato é que, mesmo sabendo que ficaria frouxo deixando-se comer diariamente pelo Barro com sua rola muito grossa, e sabendo que isso resultaria no constrangimento do peido descontrolado, nenhum “borracho” se preocupava com isso! Queria era tê-lo todo dentro de si!

Voltando ao Seu Zequinha, quando a base do pau começou a entrar, abrindo caminho, dilatando além do limite o seu esfíncter, ele se remexeu demonstrando pequeno desconforto e gemeu baixinho. Lá da minha cama eu assistia a tudo, fingindo estar dormindo. O Barro reconfortou o papai, mordendo na sua orelha, como forma de fazê-lo relaxar:

- Relaxe, Seu Zequinha! Relaxe! Esta é a melhor parte pro “borracho”. Todos eles gozam quando está entrando esta parte! Aproveite! É ela que vai fazer o senhor gozar na bunda!

E, dito isso, suavemente, foi introduzindo a base grossa, que começa na metade do pau e vai até a raiz, para dentro dele, lentamente, mas com força para não ser interrompida, nem ficar nada de fora, cuidadosamente, procurando segurar o próprio gozo, tentando se controlar para retardá-lo. Estava difícil se segurar, devido a forte pressão da bainha do Seu Zequinha sobre o seu pau. Um detalhe que o Barro já conhecia devido a sua longa prática, é que os homens maduros, diferentemente dos Borrachos”, possuem as carnes, os músculos e toda a região anal, mais fortes, permitindo-lhes acomodar o seu pênis com mais firmeza, e isso torna a sua bunda mais gostosa, incomparavelmente mais gostosa. Pelo menos pra ele que possuía o pênis muito grosso. O Barro reprimia seu desejo de empurrar com força para dentro do velho, de enterrar os seus 22 cm de rola grossa de uma só vez até os ovos. Preferiu fazê-lo lentamente e, polegada por polegada, o enorme pênis deslizou para dentro dele. O Seu Zequinha, já mais calmo, atendendo à orientação do Barro, veterano comedor de bundas, procurou relaxar ao máximo os músculos anais e toda a área que recebia o volumoso e ilustre visitante, e entregou-se passivamente, dando de ré. Sentiu a volumosa cabeça entrar fundo lá no cólon. O interior úmido da região anal do papai, compreendendo toda a extensão da bainha, cedeu, em volta do grosso pau. É o relaxamento natural que sempre ocorre depois de vencidas algumas barreiras e o medo que naturalmente desaparece. Isso estava acontecendo porque o Zeu Zequinha agora tinha a certeza que lhe faltava: a sua bainha retal tinha espaço suficiente para engolfar todos os 22 ou 23 centímetros do pau do Barro. Não tinha mais medos, nem insegurança, ao contrário desejava intensamente o Barro dentro de si. Era o que ele mais ansiava. O gozo estava se anunciando, precisava se segurar mais um pouco. Estava bom demais! Mas o Barro, impaciente, então enterrou mais fundo, mais fundo, no corredor anal. Não existia mais dor. Desaparecera completamente todo o desconforto. Agora, só lhe restava prazer. O Seu Zequinha remexeu a bunda, fodendo o pau do Barro, como fazem as mulheres, mas, só para tranqüilizar o Barro de que tudo estava bem e que podia prosseguir.

O Barro queria mais, não queria decepcionar o Seu Zequinha, tinha que fazê-lo gozar na bunda, como prometera, o mais rápido possível, daí deslizou o seu corpo pesado para frente sobre as suas costas, movendo-se sempre muito suavemente, para encontrar espaço e melhor posição. As bochechas da bunda do Seu Zequinha, como já se disse, eram volumosas e isso roubava alguns valiosos centímetros de rola que ficavam de fora, assim, o Barro abriu as bochechas com as mãos e forçou pra dentro. O anel musculoso ou esfíncter, viajou lentamente sobre o grosso pau do Barro. Enquanto o pau ia desaparecendo dentro da bunda do Seu Zequinha, estufando a sua bainha, o anel do Seu Zequinha em volta dele ia subindo ao encontro dos seus ovos, como um apertado e forte elástico. O Barro, no entanto, queria entrar mais, e prosseguia fazendo uma suave pressão para dentro das tripas do velho, como se esperasse que as carnes cedessem, num resultado já conhecido. Pois não é que aconteceu! Algo dentro do velho cedeu e o pau do Barro desceu, como se escorregasse e entrou até a raiz, até a base dos ovos. A explicação é a seguinte: a cabeça acabava de penetrar no cólon, na curva do intestino grosso. O papai gritou, com uma pequena dor, mas surpreendentemente superada por indescritível prazer:

- Oh, Barro! Você é cheio de surpresas! É por isso que os meninos gostam tanto de dar a bunda pra você!.

O Barro estava todo dentro dele, agora! O papai sentia toda a bainha estufada. Ele sentiu, do lado de fora, os ovos pesados encostarem na bochecha de sua bunda. Era incrivelmente agradável a sensação de estar sendo possuído por um macho, de se transformar numa mulherzinha, ou no linguajar do Barro, num “borracho”!

O pau do Barro acabava de afundar lentamente para dentro do úmido paraíso.

- “Oh, Barro! Oh, Barrinho! Eu acho que vou gozar!” – gritou fora de si o Seu Zequinha.

A sensação que o Seu Zequinha estava sentindo de estar sendo preenchido nas entranhas era incomparável a tudo que já experimentara. O poderoso membro se alojou firmemente dentro do Seu Zequinha. Ele abriu a boca, numa amostra do prazer que sentia. Eu observava tudo da minha cama, ao lado, e já sentira isso tudo que o papai estava sentindo, e podia compreendê-lo, mas para ele era tudo novidade e parecia algo indescritível!

- "Aaannnhhh!!!..." – o papai gemeu de prazer. O Barro estava fundo nos seus intestinos.

A ansiada penetração tinha se concluído em poucos minutos. O Barro tinha prática em tirar cabaços. Sabia que a base do seu pau sempre, em todos os “borrachos” que comera, só entrava no finalzinho, que é quando o passivo entrega os pontos, perde totalmente o medo e relaxa as carnes, daí a cabeça do pau do ativo desliza para a parte mais funda do passivo. Então o Seu Zequinha sentiu o calor dos peludos ovos do Barro contra a porta de entrada do seu arregaçado ânus. O Barro estava dentro do papai. Todinho dentro! O papai estava empalado no pênis do Barro. Ele o tinha recebido por inteiro dentro de si. O Barro tinha acabado de tirar o seu cabaço, a sua virgindade anal. Todo o grosso e comprido pênis estava preenchendo completamente a sua bainha, enquanto a cabeça se alojava lá no início do cólon. O pênis estava tão profundamente alojado e envolto na bainha do Seu Zequinha que ele confessou que era capaz de sentir todo o formato do pênis do Barro dentro de si pulsando: a volumosa cabeça, a cintura mais larga, a base grossa demais, tudo confortavelmente preenchido e prenunciando um longo gozo que não tardaria.

- Estou todo dentro de você, Seu Zequinha! Você é melhor do que muitos “borrachos” que eu já comi! Todos reclamam muito, e com razão, a grossura do meu pau! São muito jovens, ainda! Alguns chegam a chorar durante a penetração, embora nunca desistam. Mas você, não! – disse o Barro provocando o velho, ao seu ouvido, já saindo do controle, cheio de tesão.

Em seguida, ele puxou o membro volumoso, bem suavemente, sentindo o muco que se soltava das paredes anais e que permitia o pênis deslizar em todo o seu comprimento. O Barro o mantinha sob o seu controle. Ele podia ouvir o papai gemer baixinho de puro prazer. De novo, puxou os 22cm de pau da bunda do velho, até próximo da cabeça, até o pescoço, preparando a volta de uma vez, quando sentiu os músculos anais do velho se contraírem fortemente em volta do seu pau, mais precisamente no pescoço, mais por puro instinto do que por autodefesa, como se quisesse impedi-lo de sair, para evitar o vazio que ele deixava. Então, o Barro empurrou de volta, usando toda a sua força muscular juntamente com o peso de seus quadris, mas em suave e amável forma, dando ao Seu Zequinha o que ele esperava desde o começo: o início de um grande e descontrolado orgasmo anal. Que gloriosa sensação! O pau do Barro, outra vez, mergulhou fundo, até os seus ovos encontrarem a bunda peluda do Seu Zequinha. Carne quente envolvia como uma luva o seu pau. Era a bainha retal ex-virgem do Seu Zequinha. O Seu Zequinha se mantinha deitado na posição passiva e, assim, sentia toda a sua tripa gaiteira estufada, empalada no grosso pau do Barro.

- Oh, Barro! – gemeu o Seu Zequinha. – É mesmo muito bom!

- Eu não lhe falei? Você agora é o Meu Borracho! Eu sabia que você ia gostar. Todos gostam! – respondeu excitado o Barro. Aproveitando para socar o pau mais fundo dentro dos intestinos do velho. Em resposta, o Seu Zequinha abriu novamente a boca, enquanto socava a bunda para trás para receber mais, dentro de si, e repetia fora de controle:

- Eu sou o seu “borracho”, Barro! Eu sou o seu “borracho”! – o seu Zequinha murmurava entre os dentes, o seu prazer, o seu gozo tornando as palavras um resmungo, um murmúrio.

Então, outra vez, um pouco mais rápido, o longo membro do Barro foi puxado até quase fora, e, em decorrência do atrito de sua rola com a bainha estufada do Seu Zequinha, escorria uma secreção branca decorrente da mistura de vaselina com o muco anal que se desprendia da bainha retal do velho. O Seu Zequinha sentia sua bainha se fechar quando o pau era puxado. Então o Barro se ajeitava nas costas dele e empurrava de volta rápido, preenchendo a sua tripa gaiteira, esticando-a novamente, se aproximando do gozo que não demorava.

Ele sabia que precisava ser gentil, suave, até a bainha retal do velho se ajustar à grossura do poderoso invasor. O que ele queria mesmo era se contorcer, socar, empurrar e arquejar nas costas do velho Zequinha, com os seus quadris suados se movimentando no ritual de vai-e-vem. Mas, ainda não, ainda não. Não, até o velho ter-se transformado no seu “borracho”. Não tardaria. Ele já dava demonstrações de que o seu gozo muito em breve explodiria como sempre ocorria com todos os “borrachos” que comia. Nenhum resistia ao poder, à carícia e à grossura de sua rola. Todos gozavam no vazio, no colchão, sem precisar tocar no próprio pau, como ocorre com todo passivo. É o tão esperado e desejado gozo na bunda ou gozo anal!

O pau do negro velho era socado com força dentro de sua bunda. O pau formava uma ponte do prazer entre o Barro e o meu velho unidos, engatados. A visão do Seu Zequinha ficava turva com as enterradas poderosas do pênis dele. Seu pau não tinha função, como o pau de todo passivo. Mas, mesmo assim, sem função, o pau do Seu Zequinha, também, se mantinha duro como pedra e assistia a tudo, gotejando um líquido branco: era o líquido originário da sua próstata que transbordava em razão dos socos que recebia da cabeça do pênis do Barro pra lá e pra cá na passagem. O pênis do passivo, a sua única função é ejacular o rio de gala dos seus próprios ovos em resposta ao gozo anal, como prova do seu extremo prazer. O pau do Barro, ao contrário, era socado na sua raiz, magnífico, tão duro, tão ativo, com muito couro, ficava se esfolando a cada movimento. A cada enterrada, estufava no limite os intestinos do Seu Zequinha, voltava e outra vez de novo estufava com o seu grosso pênis dentro do seu reto. O meu velho gemia alto, as mãos fechadas, formando um punho. Os seus ovos despertaram para o prazer, se elevaram, foram para a base do pau, como a lava pronta para explodir no vulcão. Um choque elétrico, uma sensação de quase desmaio, o gozo que se instalava entre os seus ovos e a próstata que era fustigada pelo grosso membro do Barro: começava o autêntico gozo anal, prostático, tudo junto.

O espaço de toda a região anal e do reto estavam preenchidos pelo volumoso pênis. O papai deu de ré, envelopando mais ainda em sua bainha de carne macia o pau que o preenchia completamente. O prazer era demais! Ele gritou!

- Eu sou seu, Barro! Eu sou seu! Meta mais, meta tudo, Barrim!

- Eu sei meu bichim! Eu sei! Já está todo dentro de você!

- Barro, eu vou gozar! Eu vou gozar!

- Goze, meu “borracho”! Goze! – respondeu o Barro, socando bem fundo o seu pênis, para aumentar o gozo do passivo, a partir de agora, o seu “novo” borracho, e segurou nessa posição, dando pequenos socos, quando sentiu uma forte contração anal do Seu Zequinha na base do seu pau. Ele começava o seu gozo anal completamente fora de si.

- Aahh! Oh Barro! Porra! Me fode, me fode, Barro, meu Barro, meu macho… Estou gozando! Mais, mais, mais! Ó meu deus, mais, seu porra! Enfie todo o seu pau com força para dentro de mim!”

Um longo jorro de gala explodia da pinta dura do Seu Zequinha, pra fora, diretamente no colchão, como se estivesse se mijando. Nem parecia ser de um passivo, tamanha era a força do jato: Shriiiiiiip!!! Shriiiiiiip!!! – Os seus ovos pulsavam, pulsavam para expelir a grande quantidade de gala que o seu pau derramava, vomitando desordenadamente sem controle o rio de lava no colchão. Como se estivessem obedecendo aos comandos do pênis do Barro que fustigava a sua próstata. Os seus ovos se contraiam num espasmo, num orgasmo sem fim e em contrapartida o seu esfíncter anal se contraia sem controle, com força sobre o pênis do Barro.

O Barro acompanhava tudo, maravilhado e realizado com o extremo orgasmo que provocava no Seu Zequinha, agora o seu mais novo “borracho”! E ele, o Barro, tinha grande participação, senão a maior participação, no seu gozo anal. Nunca poderia imaginar que um velho, um cinquentão desse, gozasse na bunda mais do que os seus jovens “borrachos”, que em sua maioria, nasceram pra isso, ao contrário do Seu Zequinha. Isso, o levou ao seu próprio gozo que atingiu o ponto sem retorno. Estremeceu. Os olhos do barro reviraram em seu rosto, como se fosse desmaiar. Começava assim o gozo do macho, do ativo, do dono da situação. O pênis grosso começou a dar pulos dentro da tripa gaiteira estufada do Seu Zequinha.

Uma inundação repentina, um jorro de gala foi expelido com força do seu pau, como uma longa mijada, para dentro dos intestinos do velho Zequinha que, também, estava se acabando em gozo. No mesmo instante ele socou o seu pau na bunda do Seu Zequinha até a raiz e segurou por alguns segundos, e prosseguiu dando pequenos socos. Incessantes esguichos de gala jorravam do pau do Barro para dentro dos intestinos do papai, inundando, enchendo as suas tripas, encharcando-as com a sua essência de macho. O excesso de gala já começava a vazar por entre o pau e as pregas anais, escorrendo entre as bochechas da bunda do papai, e descendo sobre os seus ovos, e um cheiro forte de gala contaminou o ambiente, reafirmando a potência do Barro. Um excesso que eu já conhecia.

Passado um instante, os dois ficaram arquejando, sem forças, um em cima do outro, enquanto jorrava dos seus paus os últimos jatos de gala, agora sem força, apenas escorrendo; o do Barro para dentro das tripas do Seu Zequinha e o do Seu Zequinha para fora, no colchão. Quando o Barro se movimentou, se preparando para retirar o pau, o Seu Zequinha gritou ansioso:

- Não retire agora, por favor, Barro! – a sua próstata ainda não acabara e gradativamente diminuía as contrações, segurando o pênis dentro de si, como se quisesse mantê-lo preso ali para sempre. A sua retirada brusca agora daria uma sensação de vazio e um desconforto insuportável! Mas, essa sensação é só enquanto dura os espasmos do gozo, quando se esvai o prazer, os próprios músculos anais se encarregam de expulsá-lo. Assim, o Barro segurou o pau bem fundo, até que o Seu Zequinha se aquietou e murmurou:

- Pronto, Barro! Pode tirar agora!

E o Barro retirou o pau lentamente, ainda muito duro, como se não tivesse forças para puxá-lo, com algumas gotas de gala escorrendo pelo orifício. Quando estava todo fora, o arrogante pênis se apresentava com manchas em todo a sua extensão, mais marcantes na cabeça, extraídas da bainha do passivo: eram muco anal desprendido da tripa gaiteira do Seu Zequinha em virtude do movimento de vai-e-vem do pau do Barro. Sempre ocorre isso nas relações anais. O Barro me confessou que se excitava muito com a visão do seu próprio pau quando saia da bunda dos seus “borrachos” toda manchada de muco anal, demonstrando o belo trabalho que o seu pau fizera. Isso o deixava orgulhoso da sua própria tesãoOs dois foram se banhar juntos. Caminharam nus para o banheiro. O Seu Zequinha ia na frente, as bochechas da sua bunda mexiam, deslizante pelo resto de gala ali depositada, enquanto caminhava. O Barro, atrás, olhava fixamente para a bunda que ele enchera de gala há poucos instantes. O seu pau, ainda permanecia grosso como quando estava duro, mas estava flácido, pendurado, balançando entre as pernas. Uma gota de gala se mantinha na ponta da cabeça do seu pau, indicando o gozo muito recente.

- Eu machuquei muito o senhor, Seu Zequinha?

- Não! De jeito nenhum, Barro! Só sinto doer um pouco o anel quando o aperto.

- Ah, isso é devido a dilatação muito grande que o meu pau provocou no seu anel. Você só vai sentir alguma dor quando molhar o local. Não se esqueça de que as suas carnes, além de esticadas, ficaram muito irritadas com o movimento de vai-e-vem do meu pau. É o esperado. E amanhã, ou hoje ainda, quando você for cagar, você terá dificuldade de expelir um tolete mais ou menos grosso, devido à dor que sentirá na passagem do anel que foi dilatado ao extremo e vai ficar muito dolorido por uns dois dias! Mas, não se preocupe, isso passa logo.

O Seu Zequinha foi pra debaixo do chuveiro e abriu a torneira. A água deslizou abundante pelo seu corpo e, ao passar por sua regada entre as bochechas, molhando o seu irritado anel, ele deu um pequeno grito, mais pela surpresa: ardeu muito, como previra o Barro, velho acostumado a comer bundas e muitas delas ainda cabaço.

- Bem que você falou, Barro! Ta muito dolorido o anel, a entrada da minha bunda!

- Claro, Seu Zequinha! Que era que o senhor esperava? Olhe pra minha rola! Toda essa grossura estava dentro de sua bundinha pra lá e pra cá, e dura, que é um pouquinho mais grossa do que você está vendo agora! Sempre machuca da primeira vez! Depois a bainha se adapta e se acostuma com o volume.

- E, Barro, dá pra o “Borracho” se acostumar com essa sua grossura?

- Dá, sim. E a partir da segunda ou terceira vez, já não sentem mais dor nenhuma na penetração. Só sentem prazer. É o que eles todos dizem.

Enquanto o Zequinha se ensaboava, foi a vez do Barro ir pra debaixo do chuveiro. Em seguida, Seu Zequinha foi se enxaguar e deu o sabonete para o Barro que já se mantinha de pau duro lá nas alturas. Essa reação era típica dele. Uma bunda por perto, especialmente quando despida, sempre acarretava essa sua reação. Quando o Seu Zequinha se enxaguou, o Barro todo ensaboado foi para detrás dele, segurou nos seus quadris e, com o pau ensaboado, deslizando, tentou enrabar ali mesmo, em pé, o Seu Zequinha que se recusou, alegando que ainda estava muito doido da recente rolada do próprio Barro. O Barro argumentou que só estava doído o anel que se esticara muito e ficara, assim, com uma pequena distensão. Passada essa parte, bainha suportava sem nenhum desconforto o restante. Dava pra ver que o Barro estava fora de si e insistiu, insistiu, até que o seu Zequinha concordou:

- Está bem, mas meta devagar! – e, ali mesmo, recurvando-se, com as mãos apoiadas nos próprios joelhos aguardou o pênis enorme todo ensaboado do Barro que encostou e forçou. É desnecessário dizer que com pequeno esforço o pau desapareceu na bunda do Seu Zequinha e, devido ao sabão, de um empurrão, entrou até os ovos. A flacidez das carnes devida à recente penetração e a gala despejada, somadas ao sabão, todas as resistências desapareceram. O Seu Zequinha gritou e gemeu a um só tempo, reclamando que estava ardendo muito, em virtude do sabão em contato com a mucosa do seu ânus, mas já era tarde demais. Agora, só os ovos do Barro permaneciam de fora.

-Vamos pra cama, Seu Zequinha! – convidou excitado, quase fora de si o Barro. – Vamos andando! Não precisa tirar o pau de sua bunda não! Você anda com as pernas abertas que eu vou com as minhas pernas entre as suas! Vamos devagar! Você vai gostar! – Antes, deixe eu retirar o sabão do meu corpo com uma toalha? – Falou o Barro, pegando a toalha e começou a enxugar, primeiro o do seu passivo, sem retirar o pau de dentro de sua bunda. O ato era como uma carícia e repercutia no seu próprio pau que se mantinha cada vez mais duro. Quando concluiu o trabalho livrou-se da toalha e convidou o Seu Zequinha para, assim, seguirem pra cama e foderem mais confortavelmente.

E saíram os dois engatados, em direção à cama. Não levaram mais do que um minuto. Ao chegar à beira da cama, ainda engatados, o Barro orientou o Seu Zequinha para que se mantivesse assim, que ele se sentaria na beira da cama com ele sentado no seu colo; em seguida se deitaria de costas, o Seu Zequinha sobre ele, acompanharia os seus movimentos e quando os dois estivesse estirados na cama, um sobre o outro, eles rolariam até ficar na posição de costume: o Seu Zequinha de bruços e o Barro nas suas costas, com o pau atolado até a base dos ovos. Assim fizeram. E o Seu Zequinha sempre reclamando do ardor provocado pelo sabão na sua mucosa anal, pedia ao Barro que parasse, mas este nem lhe dava ouvidos, nem ele, nem homem nenhum daria ouvidos a alguém que lhe pedisse que retirasse o pau depois de enterrá-lo até os ovos numa bundinha apertada. Em virtude da excessiva lubrificação provocada pelo sabão, a cada empurrão que o Barro dava, o pau deslizava mais para dentro dos intestinos do Seu Zequinha sem maior esforço e a cabeça desaparecia no seu estreito cólon. O ardor diminuiu com os movimentos do pênis do Barro passando com força sobre a sua próstata. O Seu Zequinha falou aliviado: - “Não ta mais ardendo, Barro! Só sinto prazer agora!” Agora, ele já gemia de prazer e dava de ré com a bunda para receber mais rola dentro de si. Não demorou e quando alcançou o ponto sem retorno, estremeceu... Os seus ovos se contraíram e foram pra base do pau, pronto para a sua única função que era ejacular em resposta ao gozo anal, o gozo prostático do seu dono: um longo jorro de gala como uma mijada foi despejado no colchão e uma forte contração do seu músculo anal ou esfíncter se deu na base do pau do Barro que surpreso, perguntou:

- Meu “borracho”, você já está gozando? Espere por mim! – e num movimento brusco, enterrou o pau até onde não deu mais e segurou ali, sempre dando pequenos socos, enquanto despejava o seu gozo enorme dentro dos intestinos do velho Zequinha, agora, definitivamente, o seu mais novo “borracho”!

Ficaram arquejando os dois: o Barro despejando o seu rio de gala nos intestinos do Seu Zequinha e este, por sua vez, despejando no colchão abaixo de si. Quando terminaram, aquele ficou ainda escorrendo os jatos finais fracos na bunda macia do “borracho”, e este, imobilizado, nos últimos estertores, derramando no colchão. Lentamente, o Barro retirou, ainda duro, o pênis de dentro do Seu Zequinha e se levantou de cima deste. Quando o Seu Zequinha se levantou e deixou à mostra o meladeiro debaixo de si, o Barro se admirou:

- Meu “borracho”! Você gozou também muito! Olha só o meladeiro que você fez?

O Seu Zequinha sorriu intimamente e complementou:

- Com você, Barro, a gente não consegue ficar sem gozar não! Você é muito bom mesmo!

O Barro sorriu, orgulhoso. Saiu caminhando nu em direção ao banheiro, o pau, ainda grosso, mas mole, balançando entre as pernas, com uma pequena gota de gala no orifício do mijoNo dia seguinte, ao amanhecer, ainda escuro, por volta das cinco, acordei com o Barro na beira de minha cama, com o pau vibrando de duro, saindo pela abertura da cueca-samba-canção branca. Ao perceber que eu estava acordado, ele falou, apontando com a cabeça pro próprio pau:

- Vamos?

- Vá procurar o papai! Ele deve estar lhe esperando! – respondi prontamente.

Ao que o Barro argumentou:

- A vez é sua. Eu comi ele ontem à noite. Deve estar com o anel ainda dolorido. Foi bom demais! Mas a vez agora é sua!

- Eu vi quando você estava comendo ele. Eu estava acordado. Mas, Barro, você pode ficar só pra ele! Eu não me importo! Dentro de uma semana ele vai embora e nós voltaremos a ficar somente nós dois. Assim, enquanto ele estiver com a gente, você pode ficar exclusivo dele. Está bem assim?

- E você vai agüentar esse tempo todinho sem provar daquilo que você mais gosta?

- Não vai ser fácil, Barro! Mas, o tempo passa num instante!

- Não é preciso isso, Cesinha! Não se preocupe, que eu dou conta de vocês dois. Agora de manhã eu como você e à noite é a vez do Seu Zequinha, que tal?

- Eu sei que você dá conta de sobra, mas o problema é a produção de gala. Você acha que tem suficiente para abastecer nós dois? No caso de o papai preferir mais chupar? Quem chupa sente prazer maior quando engole grande quantidade de gala! É aí que está o prazer de quem chupa!

- Mas, é claro que tenho suficiente! Você sabe disso muito bem! Vamos fazer o seguinte: para juntar bastante gala para a chupada do Seu Zequinha, vamos alternar os nossos encontros, - entre mim e você - fica assim: dia sim e dia não, está bem?

- Perfeito! Depois, quando ele for embora, a gente volta ao que era antes de ele chegar entre nós!

- Combinado, então! A não ser que... – o Barro começou a falar e parou, de repente.

- “A não ser que” o quê? – indagou curioso o Cesinha.

- Eu estava me lembrando agora de um amigo que trabalha como zelador, no setor de serviços gerais do BNB, - o nome dele é Raimundão, - ele vive ali no cine Moderno pegando garotos, eu poderia combinar com ele pra vir se encontrar com o Seu Zequinha todo dia, até ele ir embora, que é que você acha?

- Ah, seria uma boa! Ele é de confiança?

- A melhor pessoa do mundo! Só tem um detalhe...

- Qual é o detalhe?

- Tem o pau muito grosso!

- Olha quem fala! O seu, por acaso, não é grosso também?

- Mas, o dele é muito grosso! Da grossura do meu pulso! – o Barro falou mostrando o próprio pulso.

- Brincadeira! Você está brincando, não?

- De jeito nenhum! E no comprimento é um pouquinho maior do que o meu!

- Barro, mas ele vai deixar o papai muito aberto!

- É você que está falando que o Seu Zequinha vai dar pra ele! Eu pensei apenas em ele chupar! Afinal é disso que ele gosta mais, não é?!

- Tem razão, Barro. Mas, é que eu pensei que o papai dificilmente depois que ver o pau desse Raimundão vai resistir. Você não acha?

- É, Cesinha. Mas, não se esqueça de que eu já enrabei o seu pai várias vezes. E isso conta!

- Tem razão, Barro! O papai vai adorar!

- E tem uma outra coisa que vai encher de alegria o Seu Zequinha!

- O que é?

- A quantidade de gala que ele despeja. Os borrachos que eu como e que mandei pra ele comer me contaram que quando estão chupando e ele goza, parece nunca acabar mais. Eles enchem a boca umas três vezes ou mais!

- Mas, não vale pra hoje. Somente a partir de amanhã! Posso subir na cama, agora?

- Está beeeem! Mas, passe antes vaselina! Cadê a vaselina?

- Vou pegar!

Ele voltou rapidamente com o tubo de vaselina na mão e entregou-o ao Cesinha que já tinha bastante prática. Num instante lubrificou a cabeçuda rola e deitou-se de bruços, pronto para receber o seu prêmio. O Barro deitou-se sobre as suas costas macias, sem pêlos e distribuiu o seu peso, enquanto com as pernas afastava as pernas do seu “borracho”, o seu cativo, o seu predileto. Acertou o anelzinho enrugado de primeira. Ele nunca errava. Devido à dureza do seu pau, ele tinha controle absoluto do pau. Forçou lentamente, - parte porque não queria machucar o seu borracho, e parte, também, por puro prazer, para prolongá-lo o mais possível - o esfíncter ofereceu pequena resistência, e em poucos segundos a cabeça foi sumindo, foi sumindo, e só parou quando atingiu a parte mais funda da tripa gaiteira do Cesinha, já à entrada do cólon. O Cesinha gemeu, mas de puro prazer. Sem muita conversa, o Barro começou a foder a bundinha de sua predileção, vuco...vuco...vuco... enquanto mordia a sua orelha, beijava o lado do seu rosto, fungava no seu cangote. O Cesinha tinha muita prática e fazia a sua parte com desenvoltura, socando a bunda pra trás no mesmo ritmo do Barro, só que de forma contrária. Com o movimento, os ovos do Barro batiam levemente na bunda do Cesinha. Não demorou e os dois entraram no ponto sem retorno e explodiram num gozo plural. A cada enterrada, o Barro derramava uma golfada de gala no fundo dos intestinos do Cesinha; no mesmo instante os ovos do Cesinha se contraiam num espasmo e, como se estivesse mijando, derramava a sua própria gala no vazio, ensopando o colchão embaixo dele. Devido o gozo dos dois ser simultâneo, a impressão que se tinha era de que o pênis do Barro é que controlava a situação, o que, de certa forma era: ele empurrava fundo e o pênis do Cesinha despejava no colchão o rio de gala. A reação dos espasmos da sua próstata, repercutiam com fortes contrações no pau do Barro. O êxtase demorou quase um minuto. Uma eternidade! Como sempre ocorria depois do ato, ficaram os dois esmorecidos, o Barro com todo o seu peso nas costas do Cesinha que adorava essa sensação. Nunca reclamava. O Barro retirou bem lentamente o pau, ainda duro, da bunda do Cesinha. A cabeça saiu lambuzada de gala e umas manchas escuras decorrentes do muco anal desprendido da sua bainha retal, pela profundidade alcançada, já se alojando no começo do intestino grosso. O Barro se orgulhava do resultado. Isso mostrava a profundidade extrema que o seu pau alcançava na bundinha do seu borracho predileto. Em seguida, seguiram os dois pro banheiro.

O Barro sabia que sempre levava o passivo ao gozo anal, mas mesmo assim, perguntava, por pura exibição, mas, também, pra mostrar competência:

- Meu filho gostou?

- Muito!

Ele insistia:

- E meu filho gozou?

- Demais, Barro! Veja aí o meladeiro que eu fiz!

E o Barro prosseguia rindo, orgulhoso de sua induvidosa capacidadeFim

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