A vizinha!

Um conto erótico de Uncknown
Categoria: Heterossexual
Contém 1546 palavras
Data: 04/07/2011 16:50:24
Última revisão: 04/07/2011 17:05:59

Oi pessoal, a história que contarei agora, não se passou comigo propriamente dizendo, apenas presenciei, de uma forma bem discreta, e que acabou me rendendo uma bela punheta!

Minha casa possui uma varanda colonial na frente, e uma garagem que fica coladinha ao lado da casa, essa garagem possui um telhado que transpassa em torno de 1,5 metros pra fora do portão e que acaba sendo cobertura também do padrão de luz da minha residência, esse padrão, tem um vão que é como se fosse uma casinha que o protege, tendo a passagem para que o leiturista faça suas anotaçoes de forma que seja cobrado a conta. Resumindo: é uma casinha do padrão, coisa de 1,5 metro quadrado, bem apertadinho.

Mas vamos ao que interessa.

Há uns 2 ou 3 meses, venho encontrando alguns preservativos usados na casinha do padrão, sem nada dentro, mas certamente que foram usados, coisa de fim de semana, sempre que estou lavando o terreiro, está lá, a prova do crime, tinha alguém metendo ali enquanto eu dormia.

Então tive uma idéia, minha rua tem movimento até as 22:00 hs no máximo, passei então a ficar de vigia á noite, neste fim de semana ia descobrir quem estava fazendo sacanagem na porta da minha casa, ficaria escondido na varanda, que me dava total visão da casinha do padrão, e como era bem escura a varanda, ninguém perceberia minha presença ali.

Sexta-feira montei turno, depois das 22:00 hs, ocupei meu posto e esperei durante umas duas horas sem sucesso, fiquei com sono e entrei pra dormir.

Sábado, fiz a mesma coisa, montei turno no mesmo horário e por volta das 23:30hs, já havia me batido um sono arretado, me levantei da cadeira onde me assentava e quando me virei de costas, escutei o barulho de um portão batendo, me virei rapidamente e percebi que era a filha do vizinho e seu namorado que saiam no portão de casa, era hora dele ir embora, (meu vizinho o Carlos, um cara muito zuador, sempre me dizia que namorado não pode passar das 23:30hs, se não aproveita que o sogro tá dormindo, e acaba comendo a filha dentro de casa), me virei novamente e quando ia entrando, notei que seus passos aumentavam o barulho e parei novamente pra olhar pra trás.

Que sacana eram aqueles dois, eles entraram na minha casinha do padrão, eu nunca imaginava que seria a filha do meu vizinho que deixava aquele preservativo usado pra eu poder tirar no outro dia quando estivesse limpando o terreiro.

Ela aproveitava a fuga pra se despedir do namorado no portão de sua casa, e entrava no cantinho pra dar uma rapidinha.

Aquela lorinha de 16 aninhos, era bem sacana pra sua idade, tinha cabelos longos e corpo esbelto, talvez 1,65 de altura, com o quadril bem definido, uma anca larga, daquelas que da pra garrar na cinturinha fininha e cavalgar longe, seus peitinhos, eram tão pequeninos, mas davam pra chupar, até que um marimbondo pousase ali e picasse, pra poder aumentar o tamanho deles, rsrsrs... a filha da mãe usava um vestido longo, bem decotado nos seios e bem fininho, detalhava bem sua silhueta, ia até seus pés, que usava um salto alto que aumentava mais seu tamanho, deixando-a ainda mais atraente.

Depois de se esconderem próximos ao padrão, começaram num sarro tremendo, acho que era tesão guardado, o namoro deles já havia esquentado a coisa toda antes dentro de casa, aquilo seria a hora de se aliviarem.

Ele alisava ela de cima embaixo, mordia suas orelhas, eu não conseguia ouvir o que diziam, estava há uns 9 ou 10 metros de distância dos dois, não entendia o que falavam, fui me aproximando lentamente, e quando comecei a ouvir, já tinha me aproximado uns 3 metros, parei por ali, bem no escurinho, não me veriam daquela forma, eles se preocupavam em dar uma rapidinha, nem perceberiam nada ao seu redor.

Ela soltava uns gemidinhos bem reservados e espremidos entre os lábios:

- Vai meu amorzinho, me morde, vai!

-Que tesão você me deixou Alice, pegando em meu pau daquele jeito com seu pai na sala ao lado, meu deixou maluquinho!

-É mesmo? Mas agora não vou só pegar meu amor, quero chupar ele todinho!

Eu não acreditava no que estava ouvindo, aquela safada, todo quietinha que era, queria cair de boca no filho da puta, meu pau já estava duro de tanto tesão.

Ele era um moreno claro, bem alto, talvez 1,83 de altura, com corpo atlético ao qual ela foi descendo e alisando bem devagar, até chegar na altura do fecho. Quando abriu o fecho e desceu um pouco sua calça, tirou aquela jeba de uns 20cm pra fora, nem pensou e já colocou tudo na boca, parecia que ia engolir tudinho, passava sua língua de ladinho, mordia a cabeça e abocanhava numa gula tremenda, ás vezes ela engasgava e cuspia tudo naquela jeba novamente.

Meu pau já explodia de desejo, abaixei o short que usava e comecei a punhetar uma vendo a visão daquele boquete maravilhoso que ela fazia para seu namorado.

Depois que ela chupou bastante, se virou de costas pra ele, neste movimento, acabou se virando para onde eu estava e ficando de frente pra mim, mas acho que ela não me viu, enquanto ele tirava uma camisinha do bolso, ela foi levantando lentamente seu vestido, até deixar seu bundão á mostra para aquele cavalo, ele enfiou a camisinha no pau, jogou a calcinha de lado e mandou ver naquela vadia.

Ele estocava bem forte, e enfiava tudo naquela buceta, segurava seus longos cabelos puxando pra trás, parecia fazer rédeas com aquele cabelão, dava pra ouvir o barulho das bolas batendo em sua bunda, ela gemia de prazer e dizia entre os lábios:

-Vai, mete esse cacete duro na minha bundinha vai, não para, ai que gostosooooo ai!

- Empina essa bunda gatinha, deixa eu meter bem gotoso nela vai!

Chulapo, chulapo, chulapo... era o barulho dos tapas que ele dava na bunda daquela vadia, que naquele instante rebolava gostoso na pica dele.

Como eu queria ser aquele cara viu, eu batia uma punheta com tanta força vendo ele comer aquela vadia, queria comer aquela puta também, me imaginei fudendo aquela bunda e fiquei louco de tesão.

Depois de algum tempo, ela se virou e segurando em seu pescoço, ficou pendurada e travou suas pernas na citura dele, com uma das mãos, pegou sua pica e pontou em sua bucetinha, sentou e enfiou tudo de uma só vez.

Subia e descia feito louca naquela pica, gemia e pedia mais:

- Vai meu amor, mais forte, não para que tô quase gozando!

- Você quer mais é, então toma, toma gatinha!

Aumentando o movimento, ela anunciou que ia gozar!

- Ai amor, mete forte, aiiiiii, que delícia, vou gozar, aiiiiiii.....não para, ahhhhhhh....

Ouvindo ela dizer tudo aquilo, não aguentei, dei um jato de porra, e continuei batendo forte, meu tesão era tanto naquela vadia, que ainda dei mais uns três jatos de porra batendo forte com minha mão.

Depois que ela gozou, desceu novamente, e ficando de quatro pediu baixinho pra ele meter bem forte:

- Vai meu amor, mete forte e me da seu leitinho vai!

Socando bem forte naquela bunda, ele deu mais umas 7 ou 8 estocadas e anunciou:

- Vou gozar, ahhhhhh, vem cá!

Enquanto ele retirava a camisinha do pau, ela virou rapidamente e se abaixou pra receber sua porra na boca.

- Toma gata, é isso que você queria? Então toma! Ahhhhhh...

Gozou tudo na boca daquela vadia, que chupava tudo sem pudor algum, e sem mais nem menos, percebi que aquela vadia tinha engolido tudo e não havia desperdiçado nada, então vi o motivo pelo qual os preservativos usados não tinham porra nenhuma, aquela piranha novinha tomava toda a porra, e não desperdiçava uma gota se quer.

Depois do ultimato, sai de fininho e entrei pra dentro de casa, não sei mais o que se passou, pois de dentro de casa não dava pra ver mais nada.

No outro dia de manhã, por volta das 10:30hs, comecei a limpar o terreiro, e lá estava a prova do crime, o preservativo usado na noite anterior estava ali, na minha frente.

Escutei o portão abrindo, era meu vizinho Carlos e sua filha vadia a Alice que estavam saindo, ele se dirigiu a mim meio zuador como sempre dizendo:

- Bom dia, tudo bem, como é que está a limpeza ai?

Eu em um tom meio irônico respondi:

- Bom dia Carlos, tudo bem nada, olha só isto aqui, todo fim de semana é a mesma coisa, tenho que tirar a camisinha que um cara sacana e uma vadia usaram no portão de minha casa, pelo menos se ela tivesse usado comigo!

Na mesma hora aquela filha da mãe, me olhou com um olhar de puta e mordeu os lábios, como se estivesse me convidando a sujar o terreiro comigo numa próxima vez, naquela hora tive certeza que ela tinha me visto punhetando meu pau na noite anterior enquanto ela fodia com aquele cara!

E não é que depois de uns dias acabei comendo aquela vadia realmente, mas isso é historia pra um outro conto e fica pra próxima vez galera!

Espero que gostem e comentem!

Abraços!

Valeu!

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Nossa Mano Todos os Contos São Ótimos.... Continue a Escrever... Fuiiiiiiii.

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