Depois da punhetinha a empregada liberou o cuzinho (Parte 2/2)

Um conto erótico de Alvinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2400 palavras
Data: 04/07/2011 14:50:52
Última revisão: 17/11/2015 18:23:21

Como contei no relato anterior minha esposa viajou com meus filhos e no desespero pedi uma punhetinha nossa empregada, a Marlene, que é negra, meio gordinha, tem uns peitões enormes e lábios bem carnudos. Ela não é nem bonita, muito menos boazuda. Tem os olhos grandes, uma bunda pequena porém bem redondinha, pernas grossas e seus cabelos, cacheados porem agora sempre lisos devido a escova progressiva.

Logo após eu gozar na cara da Marlene, o telefone toca acabando a nossa festa.

Minha esposa então me pede para a Suzana fosse fazer faxina em nossa casa de praia, aproveitando o mês de inverno.

Passado a emoção de falar com meus garotos e da raiva da mulher em acabar com meu final de semana. Voltei a si e me lembrei da loucura que acabara de cometer com a Marlene. Fui procurá-la e vi que tinha ido tomar banho. Tentei entrar, mas ela tinha trancado a porta. Bati e ela perguntou o que eu queria se não tinha sido o suficiente. Pedi para ela abrir e prometi não fazer nada.

Ela abriu uma brecha na porta e me deu uma bronca, que minha mulher não merecia um homem tão cafajeste como eu. Que não respeitava a mulher e era capaz de comer qualquer uma que desse bobeira, que ela era uma menina direita que não ia se meter com patrão para ser mandada embora.

A lição de moral, valeu para esfriar os ânimos então pedi desculpas e pedi para ela, se possível que queria conversar. Fui tomar banho também e esperei a Marlene que vi que estava com os olhos vermelhos de choro. E quase não me olhava.

Evitei o confronto também, e fui logo dizendo que iríamos para a casa de praia para ela fazer uma faxina lá.

No caminho do litoral, cerca de uma hora, ela passou a maior parte do tempo calada e cabisbaixa. Mas fui puxando conversa sobre assuntos diversos e ela respondendo apenas sim, não ou somente balançando a cabeça. Falamos do curso, das loucuras da família, da vizinhança, e chegando em nossa casa em Baixa Azul, ela já soltava algumas frases e com um sorriso no rosto.

Deixei a Lene se encarregar da faxina e fui ver se encontrava algum vizinho cachaceiro para me acompanhar numa garrafa de uísque. Não era época de ir a praia, o tempo nublado, um ventinho frio, rodei a vizinhança toda e só encontrei a vendinha de seu Anastácio aberto. Ainda tomei uma pinga lá e soube que estava deserto e voltei para casa.

A Lene ainda na faxina. Ela colocara um top que tentava em vão segurar os peitos dela e um short de lycra que definia a sua bunda sem censura, até ai sem novidades já que usava estas roupas sempre que iríamos lá, o problema é que nunca tinha sentido tesão ao vê-la daquele jeito. Coloquei uma dose de uísque e fui ao terraço admirar as casas vazias e o céu, que se fechava em nuvens negras anunciando uma tempestade.

- Lene, parece que o céu vai desabar hoje. Termina logo senão vamos ter que dormir aqui.

Ela apareceu na porta e olhou com desdém:

- Tomara que não chova. Eu que não quero dormir aqui neste deserto sozinha com o senhor, depois de umas doses destas vai que o senhor cisma e quer me comer. E olhou pra mim rindo.

A danada já tinha sacado a oportunidade ideal, e fui a cozinha para colocar outra dose e a passei por ela, já com meu pau pulsando de novo:

- É Lene, parece que vamos ter que dormir aqui. É melhor a senhora se preparar. E dei um tapinha na sua bunda.

Ela apenas sorriu e fez sinal de negação com a cabeça. Tomei mais uma dose e eram apenas 3 da tarde, mas o dia se fez noite, e com mais meia hora caiu um temporal.

A Lene veio me dizer que tinha terminado e perguntou se dava pra voltar. Eu falei que ia esperar até umas 5 caso estiasse, iríamos voltar mas não iria pegar a estrada chovendo e a noite. Ofereci uma dose e ela aceitou. Neste momento torci que a chuva não desse trégua. Voltamos a nossa conversa mais solta e pelo top, desta vez sem sutiã, vi seus mamilos fazerem biquinho no tecido clarinho. Ela tomou duas doses comigo e já ficou mais a vontade, senti que não tinha mais volta. Eu iria comer aquela negra naquela noite. Meu pau já sinalizava e fui dar uma mijada quando voltei vi a safada já completando seu copo que com certeza tinha virado de uma vez.

Já sentindo que o clima era de putaria, vim por trás dela e com as mãos em seus ombros, rocei meu pau de leve nele e comentei:

- É dona Marlene. Acho que vamos ter que dormir por aqui mesmo. Pode prepara as camas.

Ela entornou o resto do copo de uma vez e se virou dizendo:

- As camas? Pensei em dividir uma só o que acha?

com aquele comentário vi que não tinha mais obstáculos.

Agarrei aquela mulher com todo gás, e mesmo no terraço em meio a chuva toda, tasquei um beijo nela, nossas línguas se enroscavam e logo puxei seu top para baixo fazendo o peito dela pular na minha frente. Apertei o seio dela, sentindo a maciez daquela carne e ouvia ela gemer baixinho enquanto mordia meus lábios.

Ela desatacou minha bermuda e logo foi sacando meu pau que ela já conhecia. Eu aproveitei e baixei todo o top deixando os seus seios todos livres. Os peitos dela, são grandes, um pouco caídos e com bicos grandes e enrugados. Não têm marquinha, mas são mais claros que seu tom de pele. Cai de boca naqueles melões cor de chocolate enquanto ela já me punhetava com a “mão cheia”.

Enquanto chupava seus peitos, já fui invadindo seu short e tocando em sua bunda gordinha. Eu tremia de excitação em estar fazendo aquilo com a Marlene. Enfiei mais a minha mão e achei seu cuzinho, onde toquei de leve e fui mais ainda e toquei sua bucetinha. Ah! Ela estava molhadíssima. Ela mesma se afastou e tirou de um golpe só o short e a calcinha, aproveitei e saquei a minha bermuda. Ela tirou o top e estávamos em instantes os dois pelados no terraço da minha casa de praia.

Eu me sentei no parapeito do terraço e ela veio em minha direção. Voltei aos peitos dela enquanto apertava sua bunda.

- Vai seu safado. Se esbalde nos peitos da “Nêga”, vai. Mama seu taradão. Duvido a tua mulher te dar uma surra de peito assim.

Ela apelou. Ela conhecia a Suzana. A Suzana era gostosa, mas vivia com complexo por ter peitos pequenos. Vive dizendo que quer botar silicone. Nisto com certeza a Marlene dá de 10 a 0. E a safada sabia disto pelo jeito.

- E o que mais você sabe fazer que a sua patroa não saiba hein?

- Calma que a gente tá só começando.

Ela foi se arriando e chegou ao chão e de joelhos e voltou a me punhetar. Eu insistia para ela me chupar, mas ela sempre se esquivava de colocar meu pau na boca. Eu segurei pelos cabelos, segurei meu pau e forcei a entrada naquela boca carnuda. Ela fazia ar de vomito e só deixava por a cabeça, mas fui insistindo e ela só ficava punhetando e só colocando a cabecinha, isto se tornava até melhor do que se ela engolisse.

Continuou nesta brincadeira, até eu explodir e gozar tudo na boca carnuda dela. A cena foi incrível, os lábios grossos da Marlene, envolvendo a cabeça do meu pau e minha porra escorrendo pelo canto de sua boca. Ela se engasgou e cuspiu, pois eu acho que minha porra deve ter batido bem no fundo da garganta. Mandei-a engolir o que entrou e ela cuspiu, mas ainda consegui que ela chupasse o que tinha ficado melado na cabecinha. Não resisti e me deitei no chão junto com ela. Que gozada!

Nós dois viramos o que restava do whisky nos copos e entramos em casa.

Levei-a para o meu quarto, pois o vento tinha aumentado e o frio começava a pegar. Deitei-a na cama e voltei a beijá-la e a chupar os seus peitos logo enfiei meu dedo em sua xoxota que já estava quase pingando de tesão. Cheirei meu dedo melado e constatei como era cheirosa aquela mulher. Uma mistura de fêmea no cio e sabonete que me deixou louco.

Lambi meu dedo e senti o gostinho da bucetinha melada dela. Doce e salgado ao mesmo tempo. Fui descendo e lambendo seu corpo e ela tentando falar entrecortado:

- O que o senhor vai fazer seu maluco?

Desci da cama e deixei ela deitada com as pernas abertas. Sua buceta era enorme, com os lábios abertos e bem vermelhos. Cheirei seus pentelhos bem duros que roçavam nos meus lábios e toquei seu grelo com minha língua. Ela deu um pinote e quis sair dizendo sentir cócegas. Segurei suas pernas e fui sentindo ela se entregar ao tempo em que eu explorava sua gruta com minha língua. Ela tinha uma buceta tão grande que eu poderia enfiar minha cara toda nela.

Minha língua entrava fundo e eu lambia toda a extensão de sua xoxota, na posição em que eu estava ainda podia ver seu cuzinho piscando e por vezes passei a língua nele, arracando mais gemidos dela e sentindo as suas preguinhas fazerem cócegas na minha língua. Enfiei um dedo e ele expulsou, então forceia entrada do meu dedo e fiquei nesta brincadeira enfiando o dedo em seu rabinho e chupando sua chana.

- O senhor quer comer um rabinho não quer? Será que sua mulher libera o rabinho libera?

A Suzana não era de fazer sexo anal, nem me lembrava da ultima vez que eu comi o rabo da minha mulher. Mais uma vez ponto para a babá.

O grelo dela inchou muito e me coloquei a mamar como numa chupeta. Ela gemia alto e ainda bem que não tinha ninguém nas casa ao lado, pois fazíamos muito barulho e com certeza alguém iria ouvir. Ela era toda macia e enquanto chupava a buceta dela, eu apertava os peitos dela.

De repente suas coxas apertaram minha cabeça, e ela explodiu num orgasmo forte na minha boca. Ela gemia e clamava para que eu não parasse. Pude sugar todo o mel que brotava dela. Meu pau ainda estava acordando então sem pensar muito subi na cama e enfiei minha pica num golpe só.

Ela me olhou de um jeito que não sei se estava sentindo dor ou em transe. Era como se seu orgasmo fosse prolongado pela penetração. Eu ainda podia sentir suas contrações por dentro, era como se sua buceta me ordenhasse, ainda meti algumas vezes, mas não queria desperdiçar meu tesão, pois meu objetivo era outro.

A convidei para uma ducha quentinha na minha suite. Já dentro do Box, a água quentinha nos confortava e nosso diálogo se resumia a elogios e xingamentos. Me lembrei do dia que eu a vi no seu banheiro e sonhei entrar lá para dar banho nela. Aqui estou eu. Esfregando as costas da babá dos meus filhos em minha casa de praia.

Meu pau que já estava a mil, durante a manipulação dela quase petrificou. Ela adorava pegar no meu cacete. E dizia que sempre desejou ter meu pinto na mão, e que sempre que me via de cueca ficava com água na boca.

- E por nunca me pediu sua safada? Eu teria deixado você provar a mais tempo.

- Seu cafajeste. Se tua mulher imagina tu comendo a empregada tu tá fudido.

Não sei por que motivo o fato de imaginar minha mulher me deixava ainda mais excitado. Meu pau estava duro feito ferro e decidi enfiar minha vara naquela vadia.

A virei de costas e fui abrindo caminho em sua bundinha. Ela mesma se apoiou na parede e empinou a bunda pra mim. Me abaixei e lambi o reguinho dela de novo, desta vez bem limpo por mim, enfiei meu dedo com sabão e limpei todo o cuzinho dela preparando o terreno para a enrabação. Me levantei e já fui encaixando meu pau na entradinha de seu botão rosado. Enquanto isso eu apertava os peitos dela que balançavam e escorria água morna pelos bicos.

- Vai dar seu cuzinho pro patrão dona Marlene, tá preparada?

- Tá certo mas... ai! Coloca com cuidado...ai!... dói pra caralho....ai!

Vi que o negócio iria esquentar. Fechei a água e peguei um óleo de banho que tava na prateleira do banheiro, derramei nas suas costas e fui massageando e fazendo ele escorrer pelo seu rego, até começar a sentir o óleo escorrer na cabeça do meu pau e fui socando. Colocava um pouco e tirava para o óleo ir ajudando. A cada estocada ela dava um gemido e me xingava. Na terceira vez o cu dela não retraiu e entrou o resto. Meu pau ia abrindo caminho pelo reto da Marlene sem voltar e ela passou a gemer sem parar num grito continuo.

A bunda dela fazia pressão na minha coxa e depois de socar o máximo que pude senti que não iria entrar mais.Esperei ela se acostumar e perguntei se estava bom:

- Vai logo seu puto! Acaba logo esta merda. Vai come a tua empregadinha! Duvido a tua mulher deixar tu comer a bunda dela assim.

Foi o estopim para eu começar a bombar. O cuzinho dela engolia minha rola e expulsava com força, tornando o vai e vem ainda mais gostoso. Sentia que a cada metia, ela chorava de dor. Não resistindo mais, eu avisei que ia gozar e enchi o rabinho dela de esperma. Ela ainda rebolava ajudando a extrair o máximo de meu néctar. Fui esperando o rabo dela expulsar meu pau aos poucos e retirei. Terminando o banho, ainda passei do óleo nela de modo que cada vez que eu cheirava aquele óleo me lembrava do cuzinho dela.

Fomos exaustos para a minha cama. Nem precisa dizer que esta noite foi de sexo total. A chuva deve ter parado lá pelas 9 da noite, mas só voltamos pela manhã. Mas nossas noites até a volta da minha mulher foram sempre assim.

Hoje em dia com os meninos em casa e a patroa sempre atenta, nossas oportunidades têm diminuído, mas sempre que posso ainda como aquele rabinho gostoso.

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Comentários

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cara de sorte,nada como uma empregada boa de cama e que dê o cuzinho.

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muito bom o teu conto. e para quem é louco por negras como eu, aí é que a coisa se torna excitante mesmo. se alguma negra boa de cama se interessar, entre em contato comigo através do meu email: lievertton@hotmail.com. abraço a todos.

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Bela narrativa... essa conhece o fraco dos homens rsrsrsrsrsrsrs nenhum resiete a comer um cu....

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Obrigado. Adoro as serviçais. Procurem em meus contos como minha vida sexual comecou no rabo de saia das empregadinhas

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Como diz o ditado; que a ocasião faz o ladrão. Uma noite bem passada com uma devoradora de pau. Parabens a todas as mulheres de cor que tem o dom de saber fazer gozar um homem em condições excelentes. Adoro mulher de cor. sevena1@hotmail.com (me liga vai)

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excelente conto, excitante, parabéns, nota 10

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